Arquivo da tag: ensino

Deputado propõe Auxílio Internet para estudantes de Ensino Médio na Paraíba

O deputado estadual Chió (REDE) defendeu na Assembleia Legislativa a criação de um Auxílio Internet para os estudantes do Ensino Médio da Rede Pública Estadual, com o objetivo de auxiliar os estudos para o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), durante o período do distanciamento social.

O deputado avalia que embora medidas estejam sendo tomadas pela Secretaria Estadual de Educação, as iniciativas ainda não estão atendendo os estudantes. “Tenho feito reuniões remotas com professores, diretores de escolas e estudantes que me relatam a dificuldade primária de acesso à internet. Por isso, defendi na Assembleia a necessidade de um Auxílio para que esses alunos não percam mais um único dia, em preparação para o ENEM”, justificou Chió.

O parlamentar explica que é preciso promover o incentivo a educação, sobretudo, em famílias que estão em maior situação de vulnerabilidade e desvantagem, a exemplo dos estudantes que vivem em comunidades indígenas, quilombolas e até nas colônias de pescadores. “No atual cenário em que se encontram os estudantes, sem aula presencial é necessário à oferta deste auxílio para os jovens que estão no ensino médio e precisam estudar para o vestibular”, completou.

Chió informou ainda, que está cobrando ao Governo do Estado, que seja incluído nas cestas básicas que estão sendo entregues aos estudantes, produtos da agricultura familiar. “São agricultores que forneciam para a merenda escolar e que estão sem saber o que fazer com suas produções, tendo em vista que é com essas colheitas que a maioria mantém o sustento de suas famílias”, informou Chió.

FONTE: Assessoria de Comunicação

 

 

 

Começam aulas online para alunos da rede estadual de ensino

Começaram nesta segunda-feira (27), na Paraíba, as atividades escolares do Regime Especial de Ensino para os alunos da rede estadual de educação. A medida foi tomada em virtude da suspensão de aulas presenciais como forma de combater o contágio pelo novo coronavírus.

O Regime Especial de Ensino foi publicado no Diário Oficial do Estado do último dia 18 e as estratégias de ensino foram apresentadas pelo secretário de Estado da Educação e da Ciência e Tecnologia (SEECT), Cláudio Furtado, em transmissão ao vivo nas redes sociais no dia 20.

O regime vai vigorar por todo o período em que as aulas presenciais estiverem suspensas. O calendário do ano letivo será estabelecido com o retorno das aulas presenciais.

Por meio de edital, 100 tutores foram selecionados e treinados no mês de abril para serem responsáveis pela formação dos demais professores na utilização das tecnologias educacionais para planejamento pedagógico e organização das aulas.

A iniciativa tem por objetivo desenvolver ações que garantam a aprendizagem durante o período do distanciamento social, considerando os diferentes perfis e contextos socioeconômicos existentes no estado da Paraíba. De acordo com portaria do Estado, durante este período serão implementadas atividades complementares, que deverão ser elaboradas pelos docentes em consonância com os documentos expedidos pela SEECT.

Ferramentas utilizadas

A secretaria disponibilizou a plataforma online ‘Paraíba Educa’, que reúne todas as informações sobre Regime Especial de Ensino, assim como os recursos educacionais, documentos legais e pedagógicos norteadores, além de promover o contato direto entre estudantes, professores, gestores e a SEECT.

Além da plataforma, também serão utilizados os seguintes recursos:

Google Classroom: Trata-se de uma plataforma virtual para aulas online, que serão organizadas pelas próprias escolas. Esta ferramenta será incorporada pelas turmas devidamente matriculadas na Plataforma SABER da SEECT.

Aplicativo Paraíba Educa: Permitirá o acesso dos estudantes e professores ao Google Classroom e à Plataforma SABER. Este recurso estará disponível em breve.

Vídeo-aulas: A SEECT vai disponibilizar uma grade de programação para todas as etapas de ensino a ser exibida em canal aberto em diferentes regiões do estado. Este recurso estará disponível em breve.

Redes sociais: Serão ferramenta de interação entre equipes escolares, estudantes e famílias em grupos oficiais das turmas criados por cada escola. Também serão utilizadas para o envio de roteiros de atividades estruturadas para as famílias e estudantes.

Acessibilidade

Para os estudantes com surdez, que fazem uso da Língua Brasileira de Sinais (Libras), será disponibilizada a presença de um intérprete nas salas virtuais, este articulado pela equipe gestora da escola e respectiva Gerência Regional de Ensino, e material pedagógico acessível. Para os estudantes com Deficiência Visual, os materiais serão disponibilizados em modo textual e deverão estar em formato PDF, para que ele possa acessá-lo utilizando as tecnologias de leitura de tela.

Estratégias para quem não tem acesso a recursos

O material será distribuído em formato impresso nos casos em que a gestão da escola constatar a impossibilidade do estudante acessar as plataformas ou redes sociais disponíveis. A logística da distribuição será definida por cada escola, de acordo com sua realidade, em diálogo com a Gerência Regional e a SEECT.

 

portalcorreio

 

 

Paraíba terá regime especial de ensino, não presencial, a partir do dia 20 de abril

A Secretaria de Estado da Educação e da Ciência e Tecnologia, publicou no suplemento da edição deste sábado (18), do Diário Oficial, uma resolução para a manutenção das atividades pedagógicas sem a presença de estudantes e professores nas dependências escolares, devido à pandemia do novo coronavírus.

A resolução estabelece que o regime especial de ensino terá início no dia 20 de abril de 2020 e se manterá enquanto permanecerem as medidas de isolamento social previstas pelo Poder Executivo Estadual, na prevenção e combate ao COVID-19.

As atividades complementares programadas para o ano letivo de 2020, durante o regime especial de ensino, deverão ser previamente planejadas e elaboradas pelo docente, em consonância com o Projeto Político Pedagógico e Projeto de Intervenção Pedagógica da escola. Portanto, deverão estar vinculadas às competências e habilidades previstas nos documentos curriculares propostos nacionalmente e pela Secretaria de Estado de Educação e da Ciência e Tecnologia da Paraíba (SEECT).

Durante o regime especial de ensino, a SEECT operacionalizará estratégias pedagógicas articuladas, considerando as especificidades de cada nível, etapa e modalidade da Educação Básica (Educação de Jovens e Adultos, Educação Profissional e Tecnológica, Educação Especial, Educação do Campo, Educação Escolar Indígena e Educação Escolar Quilombola), assim como os diferentes contextos socioeconômicos de cada comunidade escolar e o acesso às atividades implementadas.

Para a educação infantil devem ser encaminhadas propostas interacionais e lúdicas, na perspectiva do desenvolvimento e fortalecimento das dimensões afetiva e socioemocional das crianças, sob responsabilidade da equipe escolar.

Os estudantes matriculados em todas as modalidades dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental terão acesso às atividades por meio de roteiros de estudos sistematizados, que serão produzidos pelos professores e validados pela coordenação pedagógica da escola. Para os estudantes matriculados em todas as modalidades dos Anos Finais do Ensino Fundamental e do Ensino Médio serão disponibilizadas às atividades por meio de roteiros de estudo, através de recursos digitais, cadeia de rádio e TV, meio físico ou outros, que serão produzidos pelos professores e validados pela coordenação pedagógica da escola.

Para os estudantes que recebem Atendimento Educacional Especializado, deverão ser disponibilizado roteiros de estudo adaptados às suas necessidades educacionais específicas. Os Professores do Ensino Regular deverão manter parcerias pedagógicas com o professor da Sala de Recursos Multifuncionais no sentido de que este professor seja um orientador de metodologias diferenciadas, a partir da real necessidade educacional desses estudantes.

Para os estudantes com surdez, que fazem uso da Língua Brasileira de Sinais (Libras), será disponibilizada a presença de um intérprete nas salas virtuais, este articulado pela equipe gestora da escola e respectiva Gerência Regional de Ensino, e material pedagógico acessível. Já os estudantes com Deficiência Visual, os materiais serão disponibilizados em modo textual e deverão estar em formato PDF, para que ele possa acessá-lo utilizando as tecnologias assistivas de leitura de tela.

A equipe gestora será responsável por administrar e orientar os docentes e toda comunidade escolar enquanto durar o regime especial de ensino nos níveis, etapas e modalidades da Educação Básica ofertados por sua unidade, conforme diretrizes e normas complementares expedidas SEECT. Juntamente com a equipe pedagógica, a equipe gestora deverá elaborar um Plano de Ação Estratégico do regime especial de ensino correspondente ao período desta portaria e disponibilizá-lo na aba Documentos da plataforma Saber.

O Plano de Ação Estratégico Escolar deverá constar de: identificação da escola; quantificação de docentes, turmas e estudantes; mapeamento das necessidades educacionais específicas dos estudantes; agenda de disponibilização dos roteiros de atividades, indicando os docentes responsáveis; estratégia de monitoramento das atividades implementadas; estratégia para manter a rotina de comunicação e engajamento dos estudantes e responsáveis, para que as dúvidas acerca da execução de atividades implementadas sejam sanadas; estratégia de avaliação de adequação do Plano de Ação Estratégico Escolar.

A fim de que seja garantida a execução das estratégias estabelecidas para a implementação de atividades pedagógicas durante o período de regime especial de ensino, a SEECT irá expedir orientações específicas para o planejamento pedagógico, bem como promover curso de formação de professores para a utilização das tecnologias educacionais para planejamento pedagógico e organização das aulas.

O curso de formação de professores ocorrerá em caráter de excepcionalidade, antes do início do regime especial de ensino, com data amplamente divulgada pela SEECT, que disponibilizará por meio da GEDI e FUNAD, disponibilizará materiais orientadores para a oferta do AEE durante o período de excepcionalidade, a fi m de organizar o roteiro de estudos e/ ou recursos digitais adaptados de acordo com as necessidades educacionais específicas de seu público-alvo (pessoas com deficiência, transtorno do espectro autista e com altas habilidades/superdotação).

Os detalhes do plano e todas as especificações por categoria estão disponíveis no Diário Oficial a partir da página 2

paraiba.com.br/

 

 

Instituições paraibanas de ensino superior prorrogam suspensão das aulas

As instituições de ensino superior e técnico de Campina Grande decidiram prorrogar a suspensão das aulas devido às medidas preventivas contra a disseminação do novo coronavírus. Uma reunião foi realizada na manhã desta sexta-feira (3), por videoconferência, e os gestores das instituições entraram em acordo para prorrogar a suspensão das aulas presenciais até o dia 26 de abril em todas as suas unidades/câmpus.

Inicialmente, as aulas foram suspensas no dia 17 de março e os gestores realizaram uma reunião na qual suspenderiam as aulas até o dia 12 de abril, mas antes que as aulas retornassem no período estipulado, seria realizada uma nova reunião para avaliar o quadro de situação da propagação do vírus.

Visto que as medidas preventivas ainda estão em vigor, os gestores entraram em consenso e prorrogaram a suspensão. Nessa reunião, estiveram os reitores da UEPB, UFCG, IFPB, e gestores da Unesc, Unifacisa, Uninassau, Cesrei e da Faculdade Rebouças.

Contudo, uma nova reunião será realizada no próximo dia 17 para uma análise sobre o cenário da Covid-19 no estado da Paraíba e se haverá condições de saúde pública para voltarem às atividades no dia 27 de abril. As informações foram obtidas pela TV Correio. As aulas das escolas de Campina, tanto públicas quanto particulares, estão suspensas até o dia 27 de abril.

 

portalcorreio

 

 

Vereador comemora manutenção do ensino profissionalizante pedagógico em Bananeiras

Nesta sexta feira, 14/02, a Secretaria de Educação do Estado anunciou a realização de matrículas para o primeiro ano do ensino normal (pedagógico) profissionalizante, na escola estadual “Pedro Augusto de Almeida”, na cidade alta, em Bananeiras, PB.

O anúncio da realização de matrículas acontece após intensa movimentação de alunos, professores, políticos e a sociedade do brejo paraibano, da região polarizada por Bananeiras e Solânea, que solicitaram do Governo do Estado a manutenção do ensino profissionalizante normal em Bananeiras.

O Vereador Ramom Moreira, que ouviu as reivindicações da comunidade estudantil e encaminhou pedido as autoridades educacionais responsáveis pela escola, comemorou a decisão, afirmando “que ganha a nossa juventude, que manterá mais uma possibilidade de formação e consequentemente de emprego, para geração de renda. Bananeiras e o brejo agradecem por esse ato governamental”, destacou o parlamentar.

Os alunos que concluíram o ensino fundamental e médio podem realizar a matrícula na secretaria da escola normal “Pedro Augusto de Almeida”, para o curso normal (magistério), que acontecerá no horário vespertino (tarde).

 

Assessoria

 

 

PL prevê ensino a distância para alunas gestantes e lactantes

Tramita no Congresso Nacional o projeto de lei nº 6384/19, apresentado pelo senador Ciro Nogueira (PP-PI), que tem como principal objetivo garantir a possibilidade do ensino a distância para estudantes gestantes e lactantes do ensino superior. O PL prevê o acompanhamento das aulas remotamente desde que sejam operacionais e dentro das possibilidades didáticas para as gestantes no oitavo mês e, também, durante três meses após o nascimento do bebê.

A estudante de Biomedicina Débora Ferreira, 21, está no oitavo mês de gestação e opina sobre o projeto: “Acho super válido porque quanto mais perto do fim da gestação mais difícil fica a questão de locomoção, então, poder estudar em casa me traz tranquilidade por saber que posso cuidar da minha saúde e do meu bebê sem deixar de estudar”, diz a estudante.

A futura mãe que nunca passou por problemas gestacionais na faculdade afirma já ter presenciado alguns casos constrangedores. “Uma aluna estava com o quadro de gravidez de risco, precisando ficar internada durante dois meses, o que a fez perder avaliações. Ao regressar à instituição portando o atestado, somente um professor permitiu que a avaliação fosse realizada, outro só permitiria caso o pagamento de R$110 fosse efetuado”, relata.

Atualmente, a Lei 6.202/75 já assegura a estudantes grávidas o direito de serem assistidas pelo regime de exercícios domiciliares. O projeto de lei proposto por Nogueira foi aprovado no senado e, atualmente, aguarda a tramitação nas comissões dos Direitos da Mulher, Seguridade Social e Família, de Educação e Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmera dos Deputados.

Fonte: Agência Educa Mais Brasil

 

 

Trabalhadores com ensino superior são os que mais demoram para voltar ao mercado

Os trabalhadores com ensino superior são os que levam mais tempo para conseguir voltar ao mercado de trabalho quando ficam desempregados. Um brasileiro que concluiu a faculdade demora, em média, 16,8 meses (quase um ano e meio) para se recolocar.

Como comparação, um profissional com ensino médio gasta 14,7 meses para encontrar um novo emprego e quem concluiu ensino fundamental demora, em média, 13,1 meses.

Os números foram compilados pela consultoria iDados, com base nas informações do terceiro trimestre da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua.

Tempo médio de desemprego — Foto: Arte/G1

Tempo médio de desemprego — Foto: Arte/G1

Uma série de fatores, segundo os especialistas, explica as razões para os trabalhadores mais escolarizados do país demorarem mais para se recolocar.

Os brasileiros com ensino superior costumam trabalhar em regime formal. Portanto, em caso de demissão, recebem indenização –como multa do FGTS e seguro-desemprego – e conseguem ter alguma folga no orçamento para buscar uma recolocação.

“Uma pessoa mais qualificada tem mais probabilidade de ter um vínculo formal e, portanto, já são criadas proteções para o indivíduo, o que diminui o grau de urgência para encontrar um novo emprego”, afirma Bruno Ottoni, pesquisador do iDados.

Pelo lado das empresas, a contratação de um trabalhador mais qualificado também costuma ser mais lenta.

“Acredito que, na verdade, essa questão não é conjuntural, é da natureza das ocupações [que exigem ensino superior]. São processos de seleção mais criteriosos, a disponibilidade de vagas específicas é muito pequena. Isso não deve estar atrelado à conjuntura, até porque a taxa de desemprego [desse público] é menor do que a de outros grupos”, diz Cosmo Donato, economista da LCA consultoria.

Não por acaso, historicamente, esses trabalhadores sempre demoraram mais para se recolocar. No terceiro trimestre de 2018, por exemplo, eles levavam 15,7 meses para voltarem ao mercado.

Preferência por profissionais que já estão empregados

A preferência das companhias por profissionais que já estão empregados é outro fator que contribui para aumentar a espera por vagas dos trabalhadores com ensino superior que estão fora do mercado, observa Renato Trindade, gerente da consultoria Michael Page, especializada em recrutamento de executivos.

“A gente tem que pensar também com a cabeça do recrutador. Tem muitos profissionais com ensino superior no mercado, é uma gama muito grande de perfis pra analisar. E ainda existe o preconceito com quem está fora do mercado, muita gente prefere contratar alguém que esteja empregado e queira se movimentar. Aí a régua [de exigências] sobe.”

O fato de os trabalhadores mais qualificados levarem mais tempo para se recolocar não significa que eles sejam os principais afetados pelo desemprego. Pelo contrário: no terceiro trimestre, a taxa de desocupação entre os que tinham ensino superior completo era de 5,8%. No mesmo período, o país tinha uma taxa de desemprego total de 11,8%.

Exigência alta e salário baixo

A paulistana Alessandra Pereira, de 49 anos, faz parte do grupo de brasileiros que aguarda há meses por uma recolocação no mercado formal de trabalho. Graduada em tecnologia da informação (TI) e engenharia da computação, ela busca por uma nova oportunidade há 12 meses, depois de ser desligada de uma grande empresa da área de construção civil, onde atuava como secretária.

Apesar de colecionar formações, como pós-graduação e intercâmbio no exterior, a paulistana tem tido dificuldades de encontrar uma vaga com um salário à altura de suas competências e com carteira assinada.

“O que eu vejo é que as empresas exigem muitas qualificações e experiência para pagarem um salário muito baixo. O que oferecem, muitas vezes, é bem menos do que eu ganhava no meu último trabalho”, diz Alessandra.

Desde que começou a sua busca, ela já passou por dez entrevistas, mas continua à procura de uma recolocação. Graças às economias de 32 anos de trabalho, Alessandra ainda consegue segurar as contas. “Mas uma hora acaba”, diz.

Mudança de área

Juliana passou a trabalhar como maquiadora  — Foto: Arquivo pessoal

Juliana passou a trabalhar como maquiadora — Foto: Arquivo pessoal

Formada em moda, Juliana Ziolkowski Paulo, de 33 anos, também sentiu as dificuldades para voltar ao mercado de trabalho. Ela perdeu o emprego com carteira de trabalho assinada em outubro de 2015. Tentou uma recolocação até junho de 2016, quando decidiu fazer um curso de maquiagem.

“Eu tinha uma vontade guardada, sempre tive paixão por maquiagem”, afirma Juliana. “Fiz um curso de três meses de maquiagem e tive um estalo de que era com isso que queria trabalhar.”

Hoje, ela trabalha e um salão de um shopping em Florianópolis. “No começo trabalhei como freelancer e ia atendendo nas casas das pessoas. Faz dois anos que apareceu uma oportunidade nesse salão”, conta.

Mercado de trabalho deve ter alívio tímido

Desempregados fazem fila em mutirão de emprego no Vale do Anhangabaú, Centro de São Paulo — Foto: Werther Santana/Estadão Conteúdo

Desempregados fazem fila em mutirão de emprego no Vale do Anhangabaú, Centro de São Paulo — Foto: Werther Santana/Estadão Conteúdo

A esperada melhora do desempenho econômico neste ano – as estimativas indicam que o PIB deve crescer próximo de 2,5% – deve se refletir no mercado de trabalho, embora o quadro ainda não seja animador.

As projeções dos analistas apontam para uma ligeira queda da taxa de desemprego neste ano, com uma composição melhor da criação de nova vagas, o que pode favorecer os trabalhadores com maior nível de escolaridade.

“Deveremos ter uma melhora gradual do mercado de trabalho. Esse processo já está em curso e pode haver uma qualidade um pouco melhor na criação de empregos”, diz Thiago Xavier, analista da consultoria Tendências. Na avaliação dele, a taxa de desocupação deve encerrar 2019 em 11,9% e cai para 11,6% neste ano.

A volta das vagas com carteira assinada deve ser puxada principalmente pelo setor de serviços, responsável por grande parte da composição do PIB, mas também por setores como indústria e construção civil, que sofreram nos últimos anos mas ensaiaram uma recuperação no fim de 2019.

Para Donato, da LCA, o emprego formal deve protagonizar uma retomada “mais contundente” em 2020, mas isso não se refletirá de forma significativa na taxa de desemprego, nem no nível de ocupação. O que acontecerá, na verdade, será uma troca de empregos informais ou por conta própria por outros com carteira assinada, à medida em que a economia avançar.

“O que vai mudar é a qualidade da composição [do mercado de trabalho], com uma maior geração de emprego formal. A gente continuará observando uma queda da taxa de desemprego, mas muito lentamente”, afirma.

Evolução da taxa de desemprego — Foto: Economia G1

Evolução da taxa de desemprego — Foto: Economia G1

Pelas projeções da LCA, a taxa média de desocupação deve ficar na média de 11,4% em 2020. A consultoria prevê geração de 800 mil vagas formais no ano, o que significa 2 milhões de postos abertos desde 2017.

Mas a volta da criação de emprego com carteira assinada não vai compensar tudo o que foi perdido durante a crise – apenas em 2015 e 2016, foram 3 milhões de vagas formais fechadas.

“Por mais que o mercado melhore, as pessoas ainda vão ter dificuldade para encontrar emprego. E os mais qualificados devem sair na frente.”

Desemprego recua puxado por informalidade recorde

Desemprego recua puxado por informalidade recorde

Trindade, da Michael Page, destaca que as empresas passaram por um processo de consolidação dos níveis de diretoria durante a crise e que devem continuar com estruturas mais enxutas. Também por isso, a retomada do mercado de trabalho deve ser lenta.

“Muitas posições sênior se concentraram em uma só. O diretor de marketing acabou absorvendo também a área de vendas, por exemplo. As companhias não vão voltar a ter estruturas inchadas”, diz.

Segundo ele, no momento as empresas estão buscando executivos e voltadas a fortalecer posições estratégicas como de recursos humanos e suporte, áreas-chave para sustentar o crescimento. Mais adiante, chegará a vez da contratação de profissionais para compor “o time”, como os analistas.

G1

 

Educação financeira chega ao ensino infantil e fundamental em 2020

Antonia, auxiliar de escritório, todos os dias compra uma balinha ou um chocolate, no ponto de ônibus, na volta do trabalho, que custa R$ 0,50. “Eu não dava importância para aquele gasto. Imagina, R$ 0,50 não é nada! Mas eu nunca consegui economizar um centavo”. Fazendo as contas, esses centavos viram R$ 11 em um mês e R$ 132 em um ano.

São situações como esta, retirada de livro didático disponível online, que ensinam estudantes de escolas em várias parte do país a terem consciência dos próprios gastos e a ajudar a família a lidar com as finanças. A chamada educação financeira, cuja oferta hoje depende da estrutura de cada rede de ensino passa a ser direito de todos os brasileiros, previsto na chamada Base Nacional Comum Curricular (BNCC).

“É uma grande oportunidade, uma grande conquista para a comunidade escolar do país”, diz a superintendente da Associação de Educação Financeira do Brasil (AEF-Brasil), Claudia Forte. “A educação financeira busca a modificação do comportamento das pessoas, desde pequeninas, quando ensina a escovar os dentes e fechar a torneira para poupar água e economizar. Isso é preceito de educação financeira”.

A BNCC é um documento que prevê o mínimo que deve ser ensinado nas escolas, desde a educação infantil até o ensino médio. Educação financeira deve, pela BNCC, ser abordada de forma transversal pelas escolas, ou seja, nas várias aulas e projetos. Parecer do Conselho Nacional de Educação (CNE), homologado pelo Ministério da Educação (MEC), prevê que as redes de ensino adequem os currículos da educação infantil e fundamental, incluindo esta e outras competências no ensino, até 2020.

A educação financeira nas escolas traz resultados, de acordo com a AEF-Brasil. Pesquisa feita em parceria com Serasa Consumidor e Serasa Experian, este ano, mostra que um a cada três estudantes afirmou ter aprendido a importância de poupar dinheiro depois de participar de projetos de educação financeira. Outros 24% passaram a conversar com os pais sobre educação financeira e 21% aprenderam mais sobre como usar melhor o dinheiro.

Sonho do restaurante próprio

É com o que aprendeu em sala de aula aos 16 anos que Adria Cristina da Costa, hoje com 18 anos, pretende ter o próprio restaurante. “Foi fundamental para entender que não é só gastar e curtir, mas é preciso pensar em si mesmo, pensar que o dinheiro vai ser necessário um dia”, diz.

Depois da formação, Adria conta que deixou de gastar apenas com roupas, sapatos, bolsas e artigos para a casa os R$ 80 que ganhava como babá e começou a guardar um pouco todo mês. Com o que poupava, comprava salgados, que vendia a R$ 2 com suco. Logo, os R$ 80 por mês, transformaram-se em R$ 100 por dia. “Quando eu tinha 16, 17 anos, eu queria ter o meu próprio restaurante. Ainda não consegui, mas, agora, em 2020, pretendo ter meu próprio negócio”.

Ela também mudou os hábitos da casa. “Meus pais trabalham muito e não têm tempo de analisar os gastos. Comecei a ajudá-los com os custos de energia, a tirar os aparelhos da tomada. Começamos a nos reunir para fazer uma lista do que é necessário comprar para chegar nas lojas e já saber o que levar e o custo disso”.

Adria foi aluna de Mariá de Nazaré Conceição Sena, pedagoga e socióloga, que desde 2015 desenvolve projetos de educação financeira com os estudantes das escolas que leciona, no Amazonas. O primeiro foi na Escola Municipal Maria Madalena Corrêa, a estudantes do ensino fundamental e, o segundo, na Escola Estadual Professora Adelaide Tavares de Macedo, para o ensino médio, onde Adria estudou. Ambas são escolas em Manaus (AM).

“A educação financeira está entre os temas que são de suma importância para o ser humano e que precisam ser desenvolvidos o quanto antes. Crianças têm possibilidade de mudança mais rápida e aceitam mais que os adultos”, diz a professora que agora mora em Presidente Figueiredo, onde pretende também desenvolver projetos de educação financeira.

Segundo a professora, o lidar conscientemente com o dinheiro está relacionado também com o cuidado com a saúde e com a preservação do meio ambiente. “Está relacionado com a alimentação saudável. Vou comprar produtos mais naturais ou industrializados? Está também relacionado ao acúmulo de lixo. Preciso mudar de celular todos os anos? Tenho essa necessidade? Qual o lugar para o descarte adequado de materiais obsoletos? [A educação financeira] ensina a não ser consumista, mas sim consumidor”.

Desafios

Levar a educação financeira para todas as escolas envolve, no entanto, uma série de desafios, que vão desde a formação de professores, a oferta de material didático adequado e mesmo a garantia de tempo para que os professores se dediquem ao preparo das aulas. “A gente não tem tempo livre para trabalhar projeto nenhum, tem que desenvolver projetos como este na cara e na coragem”, conta Mariá.

De acordo com o presidente da União dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), Luiz Miguel Garcia, os municípios, que são os responsáveis pela maior parte das matrículas públicas no ensino infantil e fundamental, focarão, em 2020, na formação dos docentes, para que eles possam levar para as salas de aula não apenas educação financeira, mas outras competências previstas na BNCC.

“Tivemos um grande foco na construção dos currículos e, agora, neste ano, [em 2020], entramos no processo de formação. Educação financeira, inclusão, educação  socioemocional, todos esses elementos vão chegar de fato na sala de aula a partir da discussão que fizermos agora”, diz. Segundo ele, a implementação será concomitante à formação, já em 2020.

De acordo com Garcia, não há um levantamento de quantos municípios já contam com esse ensino. “Não existe uma orientação geral com relação a isso. São iniciativas locais. Não tenho como quantificar, mas não é algo absolutamente novo”, diz.

Ensinar a escolher

A educação financeira é pauta no Brasil antes mesmo da BNCC. Em 2010 foi instituída, por exemplo, a Estratégia Nacional de Educação Financeira (Enef), com o objetivo de promover ações de educação financeira no Brasil. Na página Vida e Dinheiro, da entidade, estão disponíveis livros didáticos que podem ser baixados gratuitamente e outros materiais informativos para jovens e para adultos.

As ações da Enef são coordenadas pela AEF-Brasil. Claudia explica que a AEF-Brasil foi convocada pelo Ministério da Educação (MEC) para disponibilizar materiais e cursos para preparar os professores e, com isso, viabilizar a implementação da educação financeira nas escolas.

As avaliações mostram que o Brasil ainda precisa avançar. No Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa) 2015, o Brasil ficou em último lugar em um ranking de 15 países em competência financeira. O Pisa oferece avaliação em competência financeira de forma optativa aos países integrantes do programa. O resultado da última avaliação dessa competência, aplicada em 2018 ainda foi divulgada.

Os resultados disponíveis mostram que a maioria dos estudantes brasileiros obteve desempenho abaixo do adequado e não conseguem, por exemplo, tomar decisões em contextos que são relevantes para eles, reconhecer o valor de uma simples despesa ou interpretar documentos financeiros cotidianos.

Agência Brasil

 

 

Três meses após bloqueio do MEC, instituições federais de ensino na PB preveem colapso financeiro

Três meses após o bloqueio de aproximadamente R$ 90 milhões do orçamento por parte do Ministério da Educação (MEC), as instituições federais de ensino da Paraíba fazem previsão de colapso orçamentário a partir de outubro deste ano caso não haja um desbloqueio. Reitores e pró-reitores de UFPB, UFCG e IFPB explicam que os recursos disponíveis no orçamento após bloqueio de 30% só garantem cumprimento de contratos e custeio de despesas até setembro.

O bloqueio dos recursos foi definido pelo MEC no dia 30 de abril deste ano. Na Paraíba, o valor bloqueado pelo governo federal para suas universidades e institutos chegou em R$ 91 milhões, sendo R$ 44 milhões para o UFPB, R$ 27 milhões para UFCG e R$ 20 milhões no IFPB. A previsão em cada uma dessas instituições de ensino superior é de que o contingenciamento só permita arcar com os custos do funcionamento até setembro.

O vice-reitor e secretário de planejamento da UFCG, Camilo Farias, comentou que a recomendação feita pela Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) é de que as universidades federais sigam honrando com os contratos firmados até setembro, que é o prazo em que acaba o orçamento contingenciado pelo governo federal.

“Em outras universidades, em outros estados, já temos conhecimento de demissão de funcionários terceirizados ou de problemas para arcar com a despesa de energia elétrica. Na UFCG não estamos enfrentando esse tipo de problema ainda. Seguimos a orientação da Andifes e esperemos que o valores sejam desbloqueados pelo governo”, comentou.

Confira o balanço feito por cada uma das universidades e instituto federais na Paraíba após três meses de contingenciamento do MEC no orçamento das instituições.

UFPB

A reitora Margareth Diniz afirmou que o orçamento da UFPB segue contingenciado. A instituição recebeu até julho apenas 48% do crédito orçamentário. A universidade sofreu o maior bloqueio de verbas entre as instituições federais na Paraíba. Foram suprimidos R$ 44 milhões do orçamento, correspondentes aos 30% contingenciados pelo MEC.

Ainda de acordo com a reitora, a UFPB tem trabalhado para que, caso não haja liberação do restante do dinheiro previsto no orçamento em outubro, que a unidade de ensino superior esteja preparada para liberação do dinheiro bloqueado ao final do ano.

“Se o descontingenciamento só acontecer ao final do ano, se ele chegar só no final do ano todo de uma vez, a gente precisa dar andamento o mais rápido possível para normalizar a situação dos meses anteriores”, explicou.

UFCG

O vice-reitor e secretário de planejamento da UFCG, Camilo Farias, segue a mesma linha da UFPB. Segundo ele, o orçamento da UFCG garante o cumprimento de todas as despesas previstas até o mês de setembro. A partir de outubro, caso não haja desbloqueio, vai haver um colapso no funcionamento da instituição.

O orçamento da UFCG era de cerca de R$ 90 milhões, após o bloquei dos 30%, cerca de R$ 27 milhões foram suprimidos da instituição. Para recursos discricionário, a UFCG passou a contar com aproximadamente R$ 63 milhões, um montante disponível para arcar com todos os contratos firmados para 2019. Do volume de despesas da UFCG, cerca de R$ 42 milhões é apenas para pagamento de funcionários terceirizados, algo em torno de 47% do orçamento total de R$ 90 milhões.

“O bloqueio foi dia 30 de abril, já tínhamos quatro meses completos de gastos no orçamento. São 30% em cima de 8 meses e não em cima de um ano. Tínhamos 90 milhões e passamos para 63 milhões de reais. Para entendermos a dimensão, nessa situação, são R$ 63 milhões em um orçamento que R$ 42 milhões são apenas para os terceirizados”, comentou.

A UFCG segue trabalhando, assim como a UFPB, para reduzir os custos de manutenção da instituição, na esperança de que os valores sejam desbloqueados pelo governo federal. Muito embora, de acordo com Camilo Farias, apesar de toda economia, a redução de gastos ainda não garante a cobertura dos demais compromissos financeiros da universidade que estão sob risco com o bloqueio.

“Fizemos R$ 400 mil de economia em água, da mesma forma, a partir de projetos da própria universidade, uma redução no uso da energia elétrica. Atualmente, 100% dos nossos processos administrativos são eletrônicos. Mas isso tudo não é suficiente”, conclui o vice-reitor.

IFPB

No caso do IFPB, de acordo com o pró-reitor de administração e finanças do IFPB, Pablo Andrey, a instituição entrou no segundo semestre com apenas 53% do orçamento total previsto. A verba foi utilizada para para o pagamento de energia, água, serviços terceirizados bolsas e etc. Outros 20% do orçamento de investimento, que é para a aquisição de equipamentos. O IFPB sofreu um bloqueio na ordem de R$ 21 milhões.

“Considerando o contingenciamento realizado de 40% no custeio, só nos restaria receber mais 7% (recebemos 53% até agora e 40% estão bloqueados) até o final do ano. Destes 53% do orçamento de custeio recebido, já o executamos quase na totalidade. Isto é normal, pois estamos mais ou menos no meio no ano, e está proporcional ao orçamento. Todavia, a instituição está funcionando com austeridade e sem perder a sua qualidade, marca essa do IFPB”, explicou.

Assim como UFPB e UFCG, com o orçamento disponível, o instituto só teria funcionamento até o mês de setembro, quando os contratos começam a ser renovados. “O reitor viajou nesta terça-feira (30) à Brasília para a reunião com todos os reitores da rede federal de educação profissional para discutir e reivindicar o desbloqueio do orçamento”, relatou.

 Foto: Michele Mendes / TV Globo

G1

 

Aumenta número de alunos do ensino médio em tempo integral

O número de alunos matriculados no ensino médio integral em todo o país aumentou 1,5 ponto percentual entre 2016 e 2017. Dados do Censo Escolar 2017 divulgados hoje (31) pelo Ministério da Educação (MEC) apontam que 7,9% dos estudantes frequentaram essa modalidade de ensino no ano passado, contra 6,4% no ano anterior.

Ampliar o tempo de permanência do aluno nas escolas é um dos objetivos do da chamada reforma do ensino médio, sancionada pelo presidente Michel Temer em fevereiro do ano passado. No último dia 17, o governo anunciou a liberação de R$ 406 milhões para o Programa de Fomento às Escolas de Ensino Médio em Tempo Integral. O recurso será destinado às 27 unidades da federação ao longo de 2018.

“[O ensino médio] continua sendo o maior desafio da educação brasileira”, disse a ministra interina da Educação, Maria Helena Guimarães de Castro, ao destacar que a Base Nacional Comum do ensino médio será encaminhada ao Conselho Nacional de Educação em março. “A reforma do ensino médio tem por objetivo torná-lo mais atrativo e mais alinhado com o ensino médio do mundo inteiro”, completou.

Queda nas matrículas

Os dados do Censo Escolar, divulgados nesta quarta-feira, mostram ainda que, dos 48,6 milhões de matrículas feitas no ano passado em escolas de todo o país, 7,9 milhões foram no ensino médio, contra 8,1 milhões na mesma modalidade em 2016.

De acordo com o MEC, a tendência de queda observada nos últimos anos deve-se tanto a uma redução da entrada proveniente do ensino fundamental (a matrícula do 9º ano caiu 14,2% de 2013 a 2017) quanto à melhoria no fluxo no ensino médio (a taxa de aprovação do ensino médio subiu 2,8 pontos percentuais de 2013 a 2017).

Na avaliação da ministra interina, o ensino médio aparece como uma espécie de grande gargalo da educação básica brasileira. “Por isso, a prioridade da agenda do governo foi uma série de ações, como a base comum curricular, que vai melhorar esse quadro. Essas políticas apresentarão resultado mais para a frente, mas são fundamentais para que o aluno não desista do ensino médio”, concluiu.

 Agência Brasil