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Chef ensina 7 passos para preparar carne no forno e deixá-la no ponto

Quem já tentou fazer carne bovina no forno provavelmente passou por esse perrengue: ficou dura, seca, passou do ponto. Para não ter erro da próxima vez, conversamos com Roberto Ravioli, do restaurante La Madonnina Ravioli, em São Paulo, e ele nos ensinou vários segredos de sucesso.

O chef adianta que a carne preparada como churrasco, na brasa (quando bem feita, claro) tem sempre chance de ficar mais saborosa, por causa dos aromas defumados vindos do carvão. Mas não é todo dia que temos disposição para armar o circo da churrascada. Por isso, o forno segue sendo a pedida mais prática.
Portanto, siga o passo a passo para acertar o ponto no próximo encontro.

Leonardo Soares/UOL
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Que peça escolher?

Para o preparo no forno, o chef indica costela, picanha, cupim, peito, fraldinha e maminha como boas opções. Segundo Roberto, é importante escolher uma peça de carne marmorizada ? isto é, com bastante gordura entremeada, o que vai garantir maciez e sabor ao preparo. “As pessoas escolhem a primeira carne que encontram, sem avaliar a qualidade ou conhecer sua procedência”, diz. Isso pode encarecer um pouco o seu almoço especial, mas ter um açougueiro de confiança é tudo na vida de quem ama carne.
Leonardo Soares/UOL
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Capriche no tempero

Roberto Ravioli escolheu uma peça de costela de cerca de quatro quilos, carne que considera das mais saborosas, para mostrar suas técnicas. Ele começa marinando a carne com sal e pimenta do reino moída a gosto, 2 dentes de alho picados, 50 ml de óleo de girassol, um ramo de alecrim picado, algumas folhas de sálvia, 400 ml de vinho branco seco. Se preferir deixar a carne por um tempo mais longo na marinada (ou até de um dia para o outro), deixe para salgar apenas na hora do preparo, pois o sal pode desidratá-la.
Leonardo Soares/UOL
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Batata cai muito bem

Antes de levar a costela ao forno, o chef prepara uma cama de batatas cortadas transversalmente com cascas, no fundo da assadeira. Isso evita que a carne grude no fundo e você ainda aproveita essas batatas como acompanhamento no final ? elas “ganham” todo o sabor da carne. Com elas, também é possível preparar uma farofinha rápida à base de manteiga, ovos e farinha de mandioca ou milho, para servir com a costela.
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O truque da água

Depois de colocar na forma a costela com os ossos voltados para baixo, regue o fundo da assadeira com água suficiente para cobrir as batatas. Se estiver podendo, use sobras de vinho branco ou até uma cerveja escura. Isso fará com que se mantenha a umidade necessária durante o cozimento.
Leonardo Soares/UOL
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Embrulhe!

Antes de levar a carne ao forno, cubra-a com uma folha de papel-manteiga. Em seguida, cubra toda a assadeira com papel laminado. Roberto Ravioli apelida essa técnica de “panela de pressão”. O vapor da água ficará retido e circulando nesse invólucro, não deixando a carne ressecar enquanto assa.
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Direto pro forno

Para uma peça desse tamanho, Roberto recomenda três horas de forno a 180°C. Mas tome alguns cuidados importantes: os fornos caseiros nem sempre aquecem exatamente à temperatura indicada no botão. Se não conhece bem o poder de fogo de seu equipamento, acompanhe o cozimento da carne levantando o papel de vez em quando. Se a água no fundo da assadeira estiver seca, acrescente mais líquido ? nunca deixe secar. Teste a consistência e a maciez da carne com um garfo longo, cerca de meia hora antes de completar as três horas. Volte a lacrar a assadeira com o papel alumínio a cada teste e a cada “molhada”.
Leonardo Soares/UOL
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Hora de dourar e um truque final

Depois de três horas, retire o papel-alumínio e o papel-manteiga e deixe a costela por mais meia hora no forno. Isso fará com que o exterior da peça fique tostado e crocante. E uma dica final do chef: “É muito, importante deixar a carne descansar por pelo menos um minuto depois de tirá-la do forno, antes de fatiá-la. O choque de temperatura faz com que se concentrem ainda mais os sucos. Isso vale também para as carnes preparadas na brasa”. Portanto, se seus convidados estiverem alvoroçados e famintos, faça-os esperar mais um pouquinho para que a receita seja um sucesso total.
Uol

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Uma adolescente que ensina ética e democracia

jovem-eticaA adolescente Clara Coutinho postou um texto em sua página no Facebook, sobre as manifestações do último domingo, que merece ser lido por todos. Leia a íntegra, publicada com sua autorização:

domingo, 15 de março de 2015

comemoração de trinta anos de democracia e o povo exercendo seu direito (e dever) político nas ruas, manifestando suas reivindicações, indignação, e a necessidade de mudança. tudo certo.

entre os manifestantes, discursos incondizentes, pedidos anti-democráticos, ódio e bandeiras levantadas sem nenhum conhecimento do que querem dizer.

!!!!!!! algo errado !!!!!!!

o descompasso começa com aqueles que hoje reclamam de medidas tomadas pelo governo que antes defendiam nas propostas do seu candidato, com aqueles que se cegam pela tamanha credulidade em seu partido, seu protegido, seu lado.

{o meu candidato propõe ações impopulares para o crescimento e melhora do país, para o mercado (…) olha só o que a presidente está fazendo! o povo não aceita}

o processo continua com o falso maniqueísmo que se supõe (tolamente) na política, o bom e o mal são personificados em figuras representativas e atrelados cada qual para um partido, para o seu e o do outro.

a corrupção, então, é tratada como algo simples e criticada pela mesma hipocrisia que nos leva a usarmos de nossos documentos falsificados para sair sábado a noite, que ignoramos ao sonegarmos nossos impostos e darmos nosso jeitinho de conseguir o que queremos. é criticada pela mesma hipocrisia que finge não ter visto nunca antes isso, que critica as ações corruptas e não valoriza a investigação destas mesmas.

{corruPTos, o PT é uma corja, são todos ladrões}

a grande jornada de interrogações nisso tudo segue com a naturalidade com que desrespeita-se (todo e qualquer um), afinal, ensinamos nossas crianças a respeitarem, pregamos a paz e o amor, mas quando se trata de política, o ódio ao outro, a falta de alteridade, a banalidade das generalizações, o machismo, são completamente permitidos e confundidos com a liberdade de expressão.

{Dilma vaca, Aécio cheirador, odeio o PT, coxinhas de merda}

assim, em meio ao contexto caótico de politicafutebol no Brasil, manifestam-se os lados, ou o que quer que sejam.

uns defendem o impeachment, contrariam os que falam em democracia falando que é um processo completamente garantido à população na constituição e não entendem que, em plena celebração da conquista democrática, pedir impeachment é irrazoável, visto que não tem acusações contra a presidente e, como criança mimada que pede melhor de três, a maior parte do país a escolheu para ocupar o cargo que ocupa.

“mas ela iludiu, blablabla, nem mesmo quem votou nela está feliz com o que ela está fazendo, o governo precisa acordar pro fato de que a população acordou”

se o problema é esse, corramos às ruas colocando em pauta o que realmente deve mudar, todos juntos, petistas ou não, para o bem do POVO e não do seu ego psdbistaextremadireita/ptistaextremaesquerda.

outros defendem a intervenção militar, o golpe, a ordem e o progresso, sem ter consciência de que, se tem a liberdade de estarem nas ruas hoje pedindo por essa opressão, é porque tiveram aqueles que lutaram contra a repressão e sofreram com a tortura, com a perda, com a censura.

“mas naquele tempo tinha ordem, as coisas davam certo, eu conseguia pagar minhas contas e não passava perrengue como hoje”

a ilusão do sucesso na ditadura. até hoje sabe-se muito pouco do que ocorreu de fato e fala-se muito pouco no que ela realmente representou na história do nosso país, a apatia de muitos quanto ao que acontecia naquela época, muito também por conta da censura e da ocorrência por debaixo dos panos das coisas, explica (ou não).

vale a leitura: http://super.abril.com.br/…/10-mitos-sobre-a-ditadura-no-…/…

há também os que, de acordo com o que dizem, estão nas ruas para demonstrar descontentamento, para cumprir com sua cidadania e exigir um governo melhor. estes, confusos em seus argumentos, rasos em suas crenças e até mesmo (as vezes) motivados por algo positivo, acabam perdendo-se no meio do caótico cenário, dando voz e número aos que clamam antidemocraticamente por medidas sem escrúpulos e sem entender o seu papel ali.

estes, os a favor da pátria, da democracia, e de um governo melhor, infectados pela doença da politicafutebol partidária e pelas incoerências já abordadas aqui antes, não entendem que possa existir melhor maneira de protestar e pedir, de participar, e não entendem que podem defender coisas diferentes do que o paradigma aponta.

e poucos, meio a toda essa confusão que já não faz mais tanto sentido e já está longe de ser uma comemoração, entendem que a Dilma, o PT, o Aécio, o PSDB, Luciana e o PSOL e qualquer outras peças desse grande quebra-cabeça, não são quem vai fazer a diferença, e não representam de fato mudança nenhuma.

a mudança que faz somos nós, mudando nós mesmos, nossas atitudes, nossa perspectiva e buscando alternativas verdadeiras.

a mudança tem que ser estrutural, no sistema em que vivemos, não importa quem more no Palácio da Alvorada, as coisas não vão mudar.

conjuntura é conjuntura, o que muda é estrutura.

hoje, o ato não me representa!

contra a corrupção, a favor da Petrobrás e do plebiscito, reforma política já!

por mais conversas embasadas, respeitosas e conscientes,

por mais reflexão,

por mais união,

atenciosamente,

elite branca esquerdopata, esquerda caviar, ou que quer que quiserem me chamar, mas sempre consciente de meu papel como privilegiada e do que devo fazer com ele para que, com o tempo, meus privilégios se tornem direitos de todos.

(eu não votei, mas a culpa é minha também)

 

Brasil 247

Procon ensina clientes dos bancos a receber multa em caso de esperar mais de 20 minutos nas filas; órgão tem 48 horas

filaO secretário do Procon de João Pessoa, Helton Renê, explicou nesta quarta-feira (30) como os clientes dos bancos de João Pessoa devem proceder em caso passe mais de 20 minutos nas filas. Segundo Renê, o próprio estabelecimento irá pagar da multa de forma administrativa na boca do caixa. “Tem que ser justamente na boca do caixa, com o gerente”, contou.

Para o consumidor comprovar que esteve na fila, o secretário explicou que deve pedir o carimbo da senha. “No momento que entrega a senha ao atendente, ao chegar no caixa, o cliente deve solicitar que ele carimbe ou autentique a senha. Aí ele já tem a prova de quanto tempo esperou pelo atendimento e pode ir ao PROCON, ou a justiça solicitar a sua indenização”, frisou Helton Renê.

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Ainda segundo o secretário, ao ser questionado pelo cliente banco deve dar resposta – pagar a multa de cerca de mil reais – em no máximo 48 horas. “Se o banco não cumprir o prazo, o cliente poderá procurar o PROCON e a Justiça”, finalizou.

Paulo Dantas

Receita prática ensina a fazer feijão tropeiro com costelinhas suínas; veja

feijãoingredientes

  • 1 kg de costelinha de porco (em pedaços de 5 cm, mais ou menos)
  • 2 colheres (sopa) de aguardente
  • Sal e pimenta-do-reino a gosto
  • Suco de 1 limão
  • 3 colheres (sopa) de óleo
  • 1 cebola picada
  • 6 dentes de alho amassados com sal e 1/2 pimenta dedo-de-moça picada
  • Louro e alecrim a gosto
  • 1 1/2 xícara (chá) de arroz cru lavado e escorrido
  • 3 batatas cortadas em pedaços pequenos
  • 500 ml mais ou menos de água com 2 tabletes de caldo de carne dissolvidos
  • 4 folhas de repolho rasgadas
  • 1 abobrinha batida na faca
  • 2 1/2 xícaras (chá) de feijão cozido sem caldo
  • Cheiro-verde picado e torresmo para finalizar

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modo de preparo

Tempere a costelinha com suco de limão, aguardente, sal, pimenta-do-reino, cebola e os dentes de alho amassados. Aqueça o óleo, coloque as costelinhas temperadas com o louro e o alecrim.Doure bem. Vá pingando água aos poucos até as costelinhas ficarem macias (mais ou menos 30 min).

Junte o arroz as costelinhas já douradas e macias e refogue. Adicione as batatas e o repolho.Coloque a água (com os tabletes dissolvidos) para cozinhar. Quando estiver secando a água, coloque a abobrinha picada e o feijão cozido. Finalize com cheiro-verde e torresmo.

 

 

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