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Conta de energia vira boleto bancário em cidades da Paraíba a partir de 8 de abril, diz Energisa

A conta de luz da Energisa vai virar boleto bancário. De acordo com o órgão, a ideia é tornar o processo de pagamento mais fácil, rápido e seguro para os consumidores. Para parte dos clientes da Energisa Paraíba e Borborema, a conta no formato de boleto bancário começa a chegar a partir do dia 8 de abril, exceto para João Pessoa e Campina Grande, que só terão o novo formato a partir de julho deste ano.

Segundo a Gerência de Comunicação e Marketing da Energisa Paraíba e Borborema, em João Pessoa e Campina Grande a mudança da conta de energia para boleto bancário só acontece em julho devido ao volume de clientes, sendo preciso uma transição mais específica.

De acordo com a Energisa, a novidade amplia a rede de recebimento da fatura e começa a ser implementada seguindo um cronograma com datas específicas para cada unidade. A conta em boleto bancário permite que o pagamento seja realizado em qualquer agência bancária, independente de convênio, casa lotérica, correspondente bancário e meios eletrônicos.

Conforme a gerente corporativa de Recursos Financeiros, Cristiana Rios, a iniciativa é uma forma de deixar o pagamento da conta mais prático e seguro, garantindo mais conforto para os clientes. “Por isso estamos investindo em facilidades que tragam mais conforto e praticidade no dia a dia”, comenta.

Formato maior e pagamento após vencimento

Com a novidade, o formato da conta fica um pouco maior e o cliente poderá pagar o boleto bancário mesmo após o vencimento, sendo que a cobrança de encargos por atraso no pagamento será feita apenas na próxima fatura.

A gerente destaca ainda que o cliente também poderá escolher onde pagar, garantindo, assim, maior comodidade. “É fundamental que o cliente fique atento na hora de pagar pelo internet banking, aplicativo de celular ou no caixa eletrônico: ao invés de escolher a opção ‘água, luz, telefone e gás’, ele deve optar por boleto bancário”, orienta.

Para tirar outras dúvidas sobre a mudança, o cliente terá à disposição um guia explicativo no site da Energisa, além dos outros Canais de Atendimento, como o 0800 083 0196, o aplicativo Energisa On ou em uma das 223 agências de atendimento presencial, em todos os municípios da Paraíba.

G1

 

Energisa suspende Tarifa Social de Energia Elétrica de 100 mil clientes na Paraíba

Os consumidores paraibanos têm percebido um aumento considerável na conta de energia elétrica, principalmente desde o mês de outubro. De acordo com a concessionária de energia na Paraíba, a Energisa, a variação percebida pelos paraibanos deve-se também ao fato de que cerca de 100 mil consumidores tiveram o benefício da Tarifa Social de Energia Elétrica suspenso. Com essa suspensão, os consumidores que possuíam o benefício, agota têm suas contas de energia com valor maior.

A concessionária afirma que a suspensão do benefício de consumidores residenciais e rurais aconteceu por falta de recadastramento ou por inadequação do perfil. A regra para aderir à Tarifa Social de Energia é que exista na residência em questão a renda de meio salário mínimo per capita, ou seja, que a renda total seja no máximo de até meio salário mínimo para cada pessoa residente.

No mês de dezembro, de acordo com a assessoria de imprensa, a bandeira tarifária voltou a ser amarela, o que deve influenciar novamente no cálculo da conta de energia. No entanto, a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) anunciou ainda em novembro que a bandeira tarifária adotada no mês de dezembro seria a vermelha.

Segundo a assessoria de imprensa da Energisa, uma conjunção de fatores resultou no aumento percebido pelos consumidores. Além dessa suspensão do benefício, a Energisa remete o aumento percebido pelos consumidores na conta de energia ao próprio aumento no consumo residencial que foi observado entre os meses de julho e outubro. Segundo a concessionária, foi constatado aumento de 8,8% no consumo.

portal25horas

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Energisa: mais de 100 mil clientes paraibanos têm benefício da Tarifa Social suspenso

(Foto: Walla Santos)

Os consumidores paraibanos têm percebido um aumento considerável na conta de energia elétrica, principalmente desde o mês de outubro. De acordo com a concessionária de energia na Paraíba, a Energisa, a variação percebida pelos paraibanos deve-se também ao fato de que cerca de 100 mil consumidores tiveram o benefício da Tarifa Social de Energia Elétrica suspenso. Com essa suspensão, os consumidores que possuíam o benefício, agota têm suas contas de energia com valor maior.

A concessionária afirma que a suspensão do benefício de consumidores residenciais e rurais aconteceu por falta de recadastramento ou por inadequação do perfil. De acordo com a assessoria de imprensa da Energisa, o Governo Federal é quem suspende o benefício após identificação da concessionária. A única coisa que a Energisa faz, segundo a assessoria, é o cadastro dos clientes de acordo com as orientações do Ministério.

A regra para aderir à Tarifa Social de Energia é que exista na residência em questão a renda de meio salário mínimo per capita, ou seja, que a renda total seja no máximo de até meio salário mínimo para cada pessoa residente. O recadastramento deve ser feito a cada dois anos.

No mês de dezembro, de acordo com a assessoria de imprensa, a bandeira tarifária voltou a ser amarela, o que deve influenciar novamente no cálculo da conta de energia. No entanto, a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) anunciou ainda em novembro que a bandeira tarifária adotada no mês de dezembro seria a vermelha.

Segundo a assessoria de imprensa da Energisa, uma conjunção de fatores resultou no aumento percebido pelos consumidores. Além dessa suspensão do benefício, a Energisa remete o aumento percebido pelos consumidores na conta de energia ao próprio aumento no consumo residencial que foi observado entre os meses de julho e outubro. Segundo a concessionária, foi constatado aumento de 8,8% no consumo.

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Jeová vê abuso em aumento na conta de luz e cobra da ALPB a realização da audiência com a Energisa

(Foto: Walla Santos)

O deputado estadual Jeová Campos (PSB) voltou a cobrar da Assembleia Legislativa a realização de audiência pública para discutir com a direção da Energisa, concessionárias de distribuição de energia elétrica na Paraíba, os métodos utilizados pela empresa para aumentar a conta de luz. “Em alguns casos, como na Região do Sertão, o aumento foi de 100%”, garante.

O socialista quer que a direção da empresa explique quais os cálculos utilizados para reajustar as tarifas de energia elétrica dos consumidores paraibanos.

Nós precisamos fazer essa audiência que já foi aprovada em plenário, porque não é possível ficar inerte diante do clamor dos paraibanos. “É necessário para que a ALPB feche o exercício de 2017 sem nenhuma pendência, que a gente chame a Energisa a essa Casa para debater esse tema de aumentos exagerados nas contas de energia, que não entendeu esse aumento exagerado nas contas de energia elétrica”, disse da tribuna o deputado.

Jeová se disse indignado com a direção da Energisa que afirmou em uma emissora de rádio da Capital que era preciso recuperar os investimentos feitos na Paraíba. “Como se recupera investimento em cima do cidadão, em uma recessão econômica, principalmente na cobrança de um bem de consumo essencial?”, questionou.

Jeová revelou que já falou, inclusive, com o presidente da Casa sobre a necessidade deste debate. “Falei até com a equipe técnica da ALPB, para que arrume tempo, seja em que plenário for, para a gente debater na semana que vem esse aumento”, finalizou.

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Deputados se unem por CPI e MP vai reabrir o caso do ‘fio preto’ da Energisa

Vários deputados estaduais cobraram, mais uma vez, nesta quarta-feira (06), na Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar o golpe do ‘Fio Preto’ atribuído à Energisa, na Paraíba. Para isso, o deputado Anísio Maia (PT) colheu 22 assinaturas, quase dois terços dos parlamentares da Casa, que são 36. Anísio parabenizou o procurador de Justiça Francisco Sagres, que vai divergir do arquivamento do caso do ‘fio preto’ e poderá reabrir a investigação.

Anísio, que solicitou diversas vezes explicações à concessionária, acusou a Energisa de mentirosa. “A Energisa é uma firma inescrupulosa que usa a mentira como propaganda”, afirmou.

O golpe, segundo as denúncias, lesou consumidores que tiveram seus medidores fraudados. Ainda conforme as denúncias, funcionários da Energisa plantavam ‘gatos’ de energia nas casas dos consumidores, para justificar a cobrança de multas pela concessionária.

Anísio Maia, Renato Gadelha (PSC), Janduhy Carneiro e o Cabo Sérgio Rafael foram contundentes, hoje, ao cobrar a apuração pela Casa. O deputado Jeová Campos também propôs uma audiência com a concessionária.

Já Anísio disse que a Energisa mentiu em relação às fraudes do golpe do ‘fio preto’, “caluniando os paraibanos, manchando o nome de nossa população ao afirmar de forma mentirosa que existem 8 mil paraibanos fraudando essa empresa, desviando energia”, disse, afirmando ainda que a Energisa precisa se explicar. “A pessoa para dizer isso tem que ter a lista na mão, para fazer uma acusação dessa tem que ter os processos prontos”, acrescentou.

Anísio comemorou o fato do procurador de Justiça Francisco Sagres decidir reavaliar o processo, no Ministério Público da Paraíba, que apontava para a homologação do arquivamento do processo. “Vocês sabem que o Ministério Público fechou um termo de acordo com a Energisa onde se concluía que a Energisa era inocente, mas agora o Ministério Público está repensando. E graças a esse procurador, doutor Sagres, está divergindo do arquivamento da denúncia contra a Energisa, e está propondo reabrir o caso para que seja investigado desta vez com isenção, que a primeira não foi”, disse Anísio, parabenizando o procurador Francisco Sagres.

Renato Gadelha disse que as fraudes da Energisa são extremamente graves. “O que a Energisa faz com o consumidor torna o seu cliente uma presa para a Justiça, alegando que você fraudou, quando quem está fraudando é a própria empresa, e induzindo ao consumidor a pecha de criminoso”, disse Gadelha, cobrando a CPI.

“Se foram colhidas as assinaturas, não era nem para estar sendo questionado”, apartou o Cabo Sérgio Rafael, defendendo a instalação da CPI.

clickpb

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Energisa e Cagepa ficam proibidas de incluir nome de clientes no SPC e Serasa em JP

/Foto: Reprodução/Instagram/raissa_lacerda

A partir da sanção de uma Lei Municipal na tarde desta segunda-feira (4), por parte do prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo, as empresas Cagepa e Energisa, respectivamente concessionárias dos serviços de fornecimento de água e luz, estão proibidas de colocar os nomes dos clientes inadimplentes nos serviços de proteção ao crédito.

A proposta de número 131/2017, que estabelece a proibição, é da vereadora Raissa Lacerda (PSD). Segundo o texto, a “vedação ocorrerá quando o serviço for prestado de forma direta pela administração pública ou por meio de concessionário ou permissionária ou autorizada pelo serviço público”.

Por meio das redes sociais, a parlamentar comemorou a sanção da lei:

“Dia de conquista para João Pessoa. Hoje o prefeito Luciano Cartaxo  sancionou a Lei que proíbe as empresas Energisa e Cagepa  incluírem consumidores inadimplentes no SPC e Serasa. O povo foi atendido, o povo não será mais constrangido”, disse Raissa.

portalcorreio

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Inadimplência com conta de energia na PB atinge R$ 57,7 milhões, diz Energisa

Clientes em situação de inadimplência podem ter o fornecimento de energia suspenso e nome incluído em listas de restrição ao crédito (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)

A inadimplência no pagamento de contas de energia elétrica na Paraíba atingiu um volume de R$ 57,7 milhões no mês de setembro, segundo a concessionária Energisa informou na quarta-feira (11). De acordo com a empresa, dos cerca de 1,5 milhão de clientes no estado, quase 350 mil estavam com contas em atraso no último mês.

Segundo o órgão, os clientes em situação de inadimplência podem estar sujeitos à suspensão no fornecimento de energia e ter o nome incluído em listas de restrição ao crédito caso não realizem o pagamento das dívidas.

Para evitar a situação, a empresa recomenda que o cliente procure uma das agências de atendimento da Energisa ou por meio de ligação telefônica, site ou redes sociais para negociar a dívida.

“A resposta é rápida e as condições são adaptáveis ao perfil da dívida”, explica Daniel Andrade, gerente do departamento de serviços comerciais da Energisa na Paraíba. Outra forma de negociação é por meio do programa de conciliação, realizado periodicamente pela Energisa em parceria com o Tribunal de Justiça da Paraíba. Apenas em 2017, o PróEndividados atendeu 1,4 mil clientes e negociou 11.523 contas.

G1

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Energisa assinou acordo do “Golpe do Fio Preto”, pagou R$ 800 mil e Ministério Público arquivou denúncia

energisafiopretoNa Paraíba, toda denúncia é sobreposta por outra maior, e quase sempre, ninguém sabe como termina qualquer apuração, o que nos deixa com centenas de pulgas atrás das orelhas. Vocês lembram que um funcionário da própria Energisa denunciou que a empresa estaria fraudando as contas dos consumidores paraibanos simulando o chamado ‘gato’ na intenção de lesar o cidadão. Isso mesmo, o suposto “golpe do fio preto”, prática da Energisa que estaria fraudando os medidores de luz das residências para cobrar multas dos consumidores sob a acusação de que eles estariam desviando energia (instalando ‘gatos’) em suas casas. Lembro perfeitamente que o pedido para que a fraude chegasse à alçada do Ministério Público do Estado da Paraíba, partiu do deputado estadual Trocolli Júnior (PROS) e da vereadora de João Pessoa, Raíssa Lacerda (PSD).

Voltando ao ano de 2010, um funcionário da própria Energisa descobriu supostas práticas desonestas através das abordagens dos inúmeros relatos dos próprios consumidores que foram vítimas das ocorrências de fraudes. Naquele mesmo ano, o mesmo funcionário apresentou internamente na sede da empresa, as denúncias da suposta prática fraudulenta.

Ninguém da empresa deu ouvidos e jamais imaginavam que a sociedade tomaria conhecimento.

O “Golpe do fio preto” foi apresentado em 2013, a toda sociedade paraibana.

Além do deputado Trocolli e da vereadora Raíssa, o MP da Paraíba entrou na briga e lá foram eles investigar. Investigaram tanto, mas tanto mesmo, que jamais apresentaram a conclusão do Inquérito Civil nº. 1359/2013. Jamais deram publicidade. Jamais convocaram a imprensa para uma coletiva, afinal, o “Golpe do Fio Preto” merecia ou não uma conclusão transparente por parte do MP da Paraíba?

EM SETEMBRO DE 2016 HOUVE ARQUIVAMENTO

Simplesmente resolveram pelo arquivamento. Mas não foi um arquivamento onde o investigado, neste caso a Energisa, fora totalmente inocentada. A melhor opção ou solução encontrada foi pela assinatura de um TAC – Termos de Ajustamento de Conduta, documento este que comprova que a Energisa reconheceu sua culpa, resolvendo compensar danos e prejuízos já causados em troca de R$ 800.000,00 (oitocentos mil reais) pagos em suaves parcelas.

Segundo o documento, os R$ 800 mil fora assim distribuídos.

R$ 150 mil para Fundação Escola Superior do Ministério Público

R$ 50 mil para Instituto São José (Hospital Padre Zé)

R$ 600 mil para o Fundo Especial de Defesa do Consumidor do MPPB, divido em 3 parcelas.

O que chama a atenção sobre a TAC do Golpe do fio preto:

O texto técnico carrega um cuidado em evitar processos criminais aos responsáveis das ordenanças desses supostos crimes causados aos milhares de consumidores lesados na Paraíba;

Até hoje, nem a Energisa, nem o MPPB, jamais convocou a imprensa paraibana para apresentar as conclusões finais desse inquérito civil público 1359/2013;

Não existe nenhuma publicação sobre Termo de Ajustamento de Conduta no site do MPPB, Energisa ou em lugar algum do universo;

Se os consumidores paraibanos não têm direito de pagar suas faturas de energia parcelado, porque esse TAC foi parcelado, já que a Energisa é uma empresa milionária?

Se houve culpa ou parte da culpa, porque a Energisa jamais foi condenada ao ressarcimento e danos morais dos milhares de consumidores paraibanos, supostamente lesados pelas práticas criminosas

Você acredita que a Energisa assinaria um TAC com “multa” de quase 1 milhão se não restasse um milímetro de culpa no inquérito instaurado?

O Golpe do Fio Preto terminou assim, multa parcelada de R$ 800 mil, TODO destinado ao MPPB e ESMA.

E o povo?

Com a palavra Raíssa, Trócolli e o povo paraibano!

Vem aí o Golpe do fio preto II, espero não terminar em TAC, espero!

Por Clilson júnior

 

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Preço da energia cai 1,97% na região da Energisa Borborema, na Paraíba

energiaO preço da energia elétrica vai sofrer uma redução de 1,97%, a partir do próximo sábado (4), para a área residencial e comercial que consome energia de baixa tensão, na região atendida pela Energisa Borborema (EBO), nos municípios de Campina Grande, Queimadas, Fagundes, Boa Vista, Massaranduba e Lagoa Seca.

Para o consumidor de alta tensão, a tarifa terá uma correção de 5,44%, abaixo da inflação registrada no período de 12 meses, registrado a 6,29%.

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou o reajuste nesta terça-feira (31), em Brasília.

G1 PB

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Energisa troca geladeiras de 120 famílias de bebês com microcefalia em novembro

energisaUma parceria entre Energisa, por meio do projeto Nossa Energia, e o Instituto Professor Joaquim Amorim Neto (Ipesq), está beneficiando famílias carentes que têm filhos com microcefalia com desconto na conta de luz, troca de lâmpadas e geladeiras e inclusão da família na Tarifa Social de Energia Elétrica.

De acordo com Renato Deladea, gerente de Qualidade e Projetos da Energisa, serão 120 famílias atendidas em 65 cidades paraibanas. “Fizemos o levantamento junto com o Ipesq e a Secretaria de Saúde do Estado para saber onde estavam essas famílias e quantas pessoas iríamos atender”, explica.

A equipe da Energisa já visitou 62 municípios para avaliar a situação das geladeiras, das lâmpadas e o cadastro dessas famílias no Benefício de Prestação Continua (BPC) que concede desconto na conta de luz. “Estamos indo de casa em casa para avaliar a necessidade de trocar o eletrodoméstico e as lâmpadas por modelos mais eficientes que promovam menos consumo para essas famílias”, pontua Renato.

Segundo o gerente os eletrodomésticos serão entregues entre os dias 16 e 28 deste mês. “Isso trará um grande alívio, já que a maior parte dessas famílias é de baixa renda e quanto menor for seu consumo de energia melhor para elas”, complementa.

Convênio
Presidido pela médica e pesquisadora, Adriana Melo, o Ipesq se tornou referência no estudo e tratamento da microcefalia e mudou o enfoque das pesquisas científicas sobre a anomalia em todo o mundo.

Além da pesquisa, o instituto oferece tratamento especializado a mães e bebês, incluindo fisioterapia e apoio psicológico. Por entender que esse trabalho é único e fundamental para o futuro da sociedade, a Energisa firmou convênio com o instituto para arrecadar doações, via conta de energia elétrica por qualquer cidadão.

O Ipesq é um centro de pesquisa sem fins lucrativos que estuda a prevenção e o tratamento da microcefalia.

MaisPB

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