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Clientes de média tensão da Energisa podem optar pelo faturamento como baixa tensão

Devido o cenário atual, com a diminuição do consumo de energia em alguns tipos de estabelecimentos comerciais, a Energisa oferece aos clientes de média tensão a possibilidade que seus estabelecimentos sejam faturados como baixa tensão, não sendo cobrados por demanda contratada.

Com a possibilidade de mudança, esses consumidores poderão optar por faturamento com aplicação da tarifa do grupo B. “Isso implica dizer que eles não serão mais faturados com tarifa aplicada ao consumo e à demanda faturável, mas somente ao consumo. Apesar da diferença nos valores de tarifa de consumo dos Grupos A e B, entendemos que no contexto de redução das atividades e do consumo, o fato de não haver cobrança de demanda contratada deverá reduzir o valor da conta”, esclarece Nadja Trigueiro, coordenadora comercial.

Caso queira optar pela mudança, o responsável deve entrar em contato com a Energisa através da Central de Atendimento à Grandes Clientes (Grupo A), em horário comercial, de segunda a sexta-feira, nos telefones 0800 283 0014, (83) 2106 7213, 2106 7214 ou 2106 7236.

Para realizar a mudança, é importante ter o Requerimento para solicitação de Migração para Optante B; Contrato Social e Aditivos; Identidade Civil e CPF do(s) Representante(s) Legal(is); Procuração do(s) Representante(s) Legal(is) para representar a empresa; e Indicação de pessoa que possa assinar como testemunha por parte do contratante e cópia de seus documentos pessoais.

“A migração para Grupo B deve ser analisada pelo consumidor com cautela. Ela trará benefícios nesse período de baixo consumo, porém pode apresentar desvantagens num cenário de consumo elevado”, destaca Nadja.

A mudança é válida para todos os clientes com transformador particular cuja potência nominal seja igual ou inferior a 112,5 kVA e unidades consumidoras que estiverem em área de veraneio ou turismo, cuja atividade seja a exploração de serviços de hotelaria ou pousada.

As unidades que optarem pela mudança, poderão retornar para o faturamento de alta tensão de forma imediata, caso se manifeste em até dois ciclos de faturamento após a migração. Caso o consumidor não se manifeste para retorno ao faturamento do Grupo A dentro deste prazo, este só poderá ser formalizado após 12 ciclos de faturamento em Baixa Tensão, conforme Art. 57, § 5º, I da REN 414/10, da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), que rege o setor elétrico.

 

Assessoria

 

 

Energisa abre vagas de estágio para Guarabira de mais quatro cidades da PB

A Energisa está com vagas de estágio abertas para estudantes dos ensinos superior e médio (técnico) nas cidades de João Pessoa, Campina Grande, Patos, Sousa, Guarabira. As inscrições podem ser feitas até domingo (15) neste link. O programa de estágio possui um ano de duração e há possibilidade de renovação de contrato.

Para efetuar a inscrição, os candidatos devem acessar o site, selecionar ‘PB’ no campo estado e conferir as vagas, os locais ofertados e todos os pré-requisitos necessários.

Os candidatos devem estar atentos a algumas regras básicas como estar matriculado em qualquer instituição de ensino superior credenciada pelo Ministério da Educação (MEC) e, no caso de alunos do ensino médio, estar regularmente matriculado e ter frequência escolar em instituições credenciadas pelo MEC nos cursos de Técnico Eletrotécnica, Técnico em Eletrônica, Técnico em Eletromecânica e Técnico em Automação Industrial.

Para as vagas de estágio em nível superior, os cursos de interesse são Engenharia Elétrica, Engenharia de Produção, Administração, Engenharia Ambiental, Design Gráfico, Ciências Contábeis, Economia, Direito, Psicologia e Estatística.

Segundo a Energisa, o estagiário terá direito a vale transporte e uma bolsa de estágio “compatível com o mercado”, mas os valores dos benefícios não foram informados.

 

portalcorreio

 

 

Sindicato de trabalhadores da Energisa anuncia greve a partir da próxima quarta

O Sindicato de Trabalhadores Nas Indústrias Urbanas da Paraíba (STIUPB) anunciou a deflagração de uma paralisação por tempo indeterminado a partir desta quarta-feira (11).

A paralisação foi decidida em Assembleia Geral Extraordinária realizada entre os dias 21 e 26 de novembro, após a rejeição da proposta de Acordo Coletivo de Trabalho apresentada pelas empresas.

Confira abaixo:

AVISO DE GREVE O SINDICATO DOS TRABALHADORES NAS INDÚSTRIAS URBANAS DA PARAIBA – STIUPB, CNPJ 09.368.580/0001-49, localizado à Rua Tavares Cavalcante, 199 – Centro – Campina Grande – CEP: 58.400-150, por seu Presidente abaixo assinado, conforme o Estatuto Social da Entidade e para cumprimento das exigências da Lei nº 7.783/89 e o Art. 9º da Constituição Federal, avisa às empresas Energisa Paraíba e Energisa Borborema, aos usuários de seus serviços e à população em geral, que os empregados pertencentes a estas empresas na base territorial deste Sindicato, em todo Estado da Paraíba com exceção da cidade de João Pessoa, realizaram Assembleia Geral Extraordinária entre os dias 21, 22, 25 e 26 de Novembro de 2019, onde deliberaram pela deflagração de paralisação por tempo indeterminado, a partir do dia 11 de dezembro de 2019, em razão da rejeição da proposta do Acordo Coletivo de Trabalho 2019/2020 apresentada pelas empresas, no que diz respeito aos seguintes pontos: 1 – Reajuste salarial; 2 – Reajuste do valor do ticket alimentação e; 3 – Coparticipação no plano de saúde dos dependentes.

Campina Grande-PB, 04 de dezembro de 2019

Wilton Maia Velez

Presidente

 

 

Conta de energia vira boleto bancário em cidades da Paraíba a partir de 8 de abril, diz Energisa

A conta de luz da Energisa vai virar boleto bancário. De acordo com o órgão, a ideia é tornar o processo de pagamento mais fácil, rápido e seguro para os consumidores. Para parte dos clientes da Energisa Paraíba e Borborema, a conta no formato de boleto bancário começa a chegar a partir do dia 8 de abril, exceto para João Pessoa e Campina Grande, que só terão o novo formato a partir de julho deste ano.

Segundo a Gerência de Comunicação e Marketing da Energisa Paraíba e Borborema, em João Pessoa e Campina Grande a mudança da conta de energia para boleto bancário só acontece em julho devido ao volume de clientes, sendo preciso uma transição mais específica.

De acordo com a Energisa, a novidade amplia a rede de recebimento da fatura e começa a ser implementada seguindo um cronograma com datas específicas para cada unidade. A conta em boleto bancário permite que o pagamento seja realizado em qualquer agência bancária, independente de convênio, casa lotérica, correspondente bancário e meios eletrônicos.

Conforme a gerente corporativa de Recursos Financeiros, Cristiana Rios, a iniciativa é uma forma de deixar o pagamento da conta mais prático e seguro, garantindo mais conforto para os clientes. “Por isso estamos investindo em facilidades que tragam mais conforto e praticidade no dia a dia”, comenta.

Formato maior e pagamento após vencimento

Com a novidade, o formato da conta fica um pouco maior e o cliente poderá pagar o boleto bancário mesmo após o vencimento, sendo que a cobrança de encargos por atraso no pagamento será feita apenas na próxima fatura.

A gerente destaca ainda que o cliente também poderá escolher onde pagar, garantindo, assim, maior comodidade. “É fundamental que o cliente fique atento na hora de pagar pelo internet banking, aplicativo de celular ou no caixa eletrônico: ao invés de escolher a opção ‘água, luz, telefone e gás’, ele deve optar por boleto bancário”, orienta.

Para tirar outras dúvidas sobre a mudança, o cliente terá à disposição um guia explicativo no site da Energisa, além dos outros Canais de Atendimento, como o 0800 083 0196, o aplicativo Energisa On ou em uma das 223 agências de atendimento presencial, em todos os municípios da Paraíba.

G1

 

Energisa suspende Tarifa Social de Energia Elétrica de 100 mil clientes na Paraíba

Os consumidores paraibanos têm percebido um aumento considerável na conta de energia elétrica, principalmente desde o mês de outubro. De acordo com a concessionária de energia na Paraíba, a Energisa, a variação percebida pelos paraibanos deve-se também ao fato de que cerca de 100 mil consumidores tiveram o benefício da Tarifa Social de Energia Elétrica suspenso. Com essa suspensão, os consumidores que possuíam o benefício, agota têm suas contas de energia com valor maior.

A concessionária afirma que a suspensão do benefício de consumidores residenciais e rurais aconteceu por falta de recadastramento ou por inadequação do perfil. A regra para aderir à Tarifa Social de Energia é que exista na residência em questão a renda de meio salário mínimo per capita, ou seja, que a renda total seja no máximo de até meio salário mínimo para cada pessoa residente.

No mês de dezembro, de acordo com a assessoria de imprensa, a bandeira tarifária voltou a ser amarela, o que deve influenciar novamente no cálculo da conta de energia. No entanto, a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) anunciou ainda em novembro que a bandeira tarifária adotada no mês de dezembro seria a vermelha.

Segundo a assessoria de imprensa da Energisa, uma conjunção de fatores resultou no aumento percebido pelos consumidores. Além dessa suspensão do benefício, a Energisa remete o aumento percebido pelos consumidores na conta de energia ao próprio aumento no consumo residencial que foi observado entre os meses de julho e outubro. Segundo a concessionária, foi constatado aumento de 8,8% no consumo.

portal25horas

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Energisa: mais de 100 mil clientes paraibanos têm benefício da Tarifa Social suspenso

(Foto: Walla Santos)

Os consumidores paraibanos têm percebido um aumento considerável na conta de energia elétrica, principalmente desde o mês de outubro. De acordo com a concessionária de energia na Paraíba, a Energisa, a variação percebida pelos paraibanos deve-se também ao fato de que cerca de 100 mil consumidores tiveram o benefício da Tarifa Social de Energia Elétrica suspenso. Com essa suspensão, os consumidores que possuíam o benefício, agota têm suas contas de energia com valor maior.

A concessionária afirma que a suspensão do benefício de consumidores residenciais e rurais aconteceu por falta de recadastramento ou por inadequação do perfil. De acordo com a assessoria de imprensa da Energisa, o Governo Federal é quem suspende o benefício após identificação da concessionária. A única coisa que a Energisa faz, segundo a assessoria, é o cadastro dos clientes de acordo com as orientações do Ministério.

A regra para aderir à Tarifa Social de Energia é que exista na residência em questão a renda de meio salário mínimo per capita, ou seja, que a renda total seja no máximo de até meio salário mínimo para cada pessoa residente. O recadastramento deve ser feito a cada dois anos.

No mês de dezembro, de acordo com a assessoria de imprensa, a bandeira tarifária voltou a ser amarela, o que deve influenciar novamente no cálculo da conta de energia. No entanto, a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) anunciou ainda em novembro que a bandeira tarifária adotada no mês de dezembro seria a vermelha.

Segundo a assessoria de imprensa da Energisa, uma conjunção de fatores resultou no aumento percebido pelos consumidores. Além dessa suspensão do benefício, a Energisa remete o aumento percebido pelos consumidores na conta de energia ao próprio aumento no consumo residencial que foi observado entre os meses de julho e outubro. Segundo a concessionária, foi constatado aumento de 8,8% no consumo.

clickpb

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Jeová vê abuso em aumento na conta de luz e cobra da ALPB a realização da audiência com a Energisa

(Foto: Walla Santos)

O deputado estadual Jeová Campos (PSB) voltou a cobrar da Assembleia Legislativa a realização de audiência pública para discutir com a direção da Energisa, concessionárias de distribuição de energia elétrica na Paraíba, os métodos utilizados pela empresa para aumentar a conta de luz. “Em alguns casos, como na Região do Sertão, o aumento foi de 100%”, garante.

O socialista quer que a direção da empresa explique quais os cálculos utilizados para reajustar as tarifas de energia elétrica dos consumidores paraibanos.

Nós precisamos fazer essa audiência que já foi aprovada em plenário, porque não é possível ficar inerte diante do clamor dos paraibanos. “É necessário para que a ALPB feche o exercício de 2017 sem nenhuma pendência, que a gente chame a Energisa a essa Casa para debater esse tema de aumentos exagerados nas contas de energia, que não entendeu esse aumento exagerado nas contas de energia elétrica”, disse da tribuna o deputado.

Jeová se disse indignado com a direção da Energisa que afirmou em uma emissora de rádio da Capital que era preciso recuperar os investimentos feitos na Paraíba. “Como se recupera investimento em cima do cidadão, em uma recessão econômica, principalmente na cobrança de um bem de consumo essencial?”, questionou.

Jeová revelou que já falou, inclusive, com o presidente da Casa sobre a necessidade deste debate. “Falei até com a equipe técnica da ALPB, para que arrume tempo, seja em que plenário for, para a gente debater na semana que vem esse aumento”, finalizou.

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Deputados se unem por CPI e MP vai reabrir o caso do ‘fio preto’ da Energisa

Vários deputados estaduais cobraram, mais uma vez, nesta quarta-feira (06), na Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar o golpe do ‘Fio Preto’ atribuído à Energisa, na Paraíba. Para isso, o deputado Anísio Maia (PT) colheu 22 assinaturas, quase dois terços dos parlamentares da Casa, que são 36. Anísio parabenizou o procurador de Justiça Francisco Sagres, que vai divergir do arquivamento do caso do ‘fio preto’ e poderá reabrir a investigação.

Anísio, que solicitou diversas vezes explicações à concessionária, acusou a Energisa de mentirosa. “A Energisa é uma firma inescrupulosa que usa a mentira como propaganda”, afirmou.

O golpe, segundo as denúncias, lesou consumidores que tiveram seus medidores fraudados. Ainda conforme as denúncias, funcionários da Energisa plantavam ‘gatos’ de energia nas casas dos consumidores, para justificar a cobrança de multas pela concessionária.

Anísio Maia, Renato Gadelha (PSC), Janduhy Carneiro e o Cabo Sérgio Rafael foram contundentes, hoje, ao cobrar a apuração pela Casa. O deputado Jeová Campos também propôs uma audiência com a concessionária.

Já Anísio disse que a Energisa mentiu em relação às fraudes do golpe do ‘fio preto’, “caluniando os paraibanos, manchando o nome de nossa população ao afirmar de forma mentirosa que existem 8 mil paraibanos fraudando essa empresa, desviando energia”, disse, afirmando ainda que a Energisa precisa se explicar. “A pessoa para dizer isso tem que ter a lista na mão, para fazer uma acusação dessa tem que ter os processos prontos”, acrescentou.

Anísio comemorou o fato do procurador de Justiça Francisco Sagres decidir reavaliar o processo, no Ministério Público da Paraíba, que apontava para a homologação do arquivamento do processo. “Vocês sabem que o Ministério Público fechou um termo de acordo com a Energisa onde se concluía que a Energisa era inocente, mas agora o Ministério Público está repensando. E graças a esse procurador, doutor Sagres, está divergindo do arquivamento da denúncia contra a Energisa, e está propondo reabrir o caso para que seja investigado desta vez com isenção, que a primeira não foi”, disse Anísio, parabenizando o procurador Francisco Sagres.

Renato Gadelha disse que as fraudes da Energisa são extremamente graves. “O que a Energisa faz com o consumidor torna o seu cliente uma presa para a Justiça, alegando que você fraudou, quando quem está fraudando é a própria empresa, e induzindo ao consumidor a pecha de criminoso”, disse Gadelha, cobrando a CPI.

“Se foram colhidas as assinaturas, não era nem para estar sendo questionado”, apartou o Cabo Sérgio Rafael, defendendo a instalação da CPI.

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Energisa e Cagepa ficam proibidas de incluir nome de clientes no SPC e Serasa em JP

/Foto: Reprodução/Instagram/raissa_lacerda

A partir da sanção de uma Lei Municipal na tarde desta segunda-feira (4), por parte do prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo, as empresas Cagepa e Energisa, respectivamente concessionárias dos serviços de fornecimento de água e luz, estão proibidas de colocar os nomes dos clientes inadimplentes nos serviços de proteção ao crédito.

A proposta de número 131/2017, que estabelece a proibição, é da vereadora Raissa Lacerda (PSD). Segundo o texto, a “vedação ocorrerá quando o serviço for prestado de forma direta pela administração pública ou por meio de concessionário ou permissionária ou autorizada pelo serviço público”.

Por meio das redes sociais, a parlamentar comemorou a sanção da lei:

“Dia de conquista para João Pessoa. Hoje o prefeito Luciano Cartaxo  sancionou a Lei que proíbe as empresas Energisa e Cagepa  incluírem consumidores inadimplentes no SPC e Serasa. O povo foi atendido, o povo não será mais constrangido”, disse Raissa.

portalcorreio

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Inadimplência com conta de energia na PB atinge R$ 57,7 milhões, diz Energisa

Clientes em situação de inadimplência podem ter o fornecimento de energia suspenso e nome incluído em listas de restrição ao crédito (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)

A inadimplência no pagamento de contas de energia elétrica na Paraíba atingiu um volume de R$ 57,7 milhões no mês de setembro, segundo a concessionária Energisa informou na quarta-feira (11). De acordo com a empresa, dos cerca de 1,5 milhão de clientes no estado, quase 350 mil estavam com contas em atraso no último mês.

Segundo o órgão, os clientes em situação de inadimplência podem estar sujeitos à suspensão no fornecimento de energia e ter o nome incluído em listas de restrição ao crédito caso não realizem o pagamento das dívidas.

Para evitar a situação, a empresa recomenda que o cliente procure uma das agências de atendimento da Energisa ou por meio de ligação telefônica, site ou redes sociais para negociar a dívida.

“A resposta é rápida e as condições são adaptáveis ao perfil da dívida”, explica Daniel Andrade, gerente do departamento de serviços comerciais da Energisa na Paraíba. Outra forma de negociação é por meio do programa de conciliação, realizado periodicamente pela Energisa em parceria com o Tribunal de Justiça da Paraíba. Apenas em 2017, o PróEndividados atendeu 1,4 mil clientes e negociou 11.523 contas.

G1

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