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Mais de 190 mil têm direito a desconto na conta de energia na PB, mas não buscam o benefício

Quase 195 mil clientes residenciais de baixa renda possuem o direito a Tarifa Social de Energia Elétrica (TSEE), que permite descontos de 10% a 65% na conta de energia, na Paraíba, mas não buscam o benefício junto à Energisa. Atualmente, 427.818 mil pessoas em toda a Paraíba utilizam a tarifa social.

Na Energisa Paraíba há 176.505 clientes elegíveis ao benefício, enquanto na Energisa Borborema há 18.238, um total de 194.743 de consumidores que podem fazer parte do programa, porém, não realizaram o cadastro.

O desconto varia de acordo com as faixas de consumo. Por exemplo, quem consome até 30kWh pode ter até 65%, já quem consome de 101 a 220 kWh, recebe até 10%.

De acordo com a concessionária de energia elétrica, o programa criado pelo Governo Federal em 2002, é destinado aos inscritos no Cadastro Único (CadÚnico), podendo contemplar famílias com renda mensal per capita de até meio salário mínimo, com consumo elétrico de até 220 kWh.

Além dos inscritos no CadÚnico, as famílias com portador de doença ou deficiência em tratamento contínuo com utilização de aparelhos que consumam energia e renda de até três salários mínimos, ou, ainda, famílias que possuam um membro favorecido pelo Benefício de Prestação Continuada de Assistência Social (BPC) possuem direito ao benefício.

Para ter o CadÚnico, é preciso que o consumidor adquira o número do Número de Identificação Social (NIS) na unidade do Centro de Referência em Assistência Social (CRAS) do município onde mora. Em seguida, de posse de toda documentação que comprove as exigências estabelecidas pelo Governo Federal, o cliente deve procurar uma das 223 agências de atendimento da Energisa para realizar o cadastro no programa.

Além da TSEE, o Governo do Estado oferece desde 2018, um programa de desconto no Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) da conta de energia para pessoas de baixa renda que pode ser cumulativo com o cadastro na TSEE.

G1

 

Contas de energia terão bandeira amarela em todo o país no mês de outubro

As contas de energia terão bandeira amarela, a partir desta terça-feira (1°), em todo o país. As informações são da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

Dessa forma, a tarifa sofre acréscimo de R$ 1,50 a cada 100 quilowatt-hora (kWh) consumidos. A medida representa uma redução em relação aos meses de agosto e setembro, quando a agência adotou a bandeira tarifária vermelha, no patamar 1, com acréscimo de R$ 4 para cada 100 kWh consumidos.

Segundo a agência, a mudança da bandeira vermelha para amarela ocorre pela previsão do aumento das chuvas em outubro. “A previsão hidrológica para o mês sinaliza elevação das vazões afluentes aos principais reservatórios, o que também permitirá reduzir a oferta de energia suprida pelo parque termelétrico”, disse a Aneel, em nota.

Criado pela Aneel, o sistema de bandeiras tarifárias sinaliza o custo real da energia gerada, possibilitando aos consumidores o bom uso da energia elétrica. O funcionamento das bandeiras tarifárias é simples: as cores verde, amarela ou vermelha (nos patamares 1 e 2) indicam se a energia custará mais ou menos com base nas condições de geração.

O cálculo para acionamento das bandeiras tarifárias leva em conta, principalmente, dois fatores: o risco hidrológico– GSF, na sigla em inglês, e o preço da energia (PLD). Segundo a agência, o cenário favorável reduziu o preço da energia para o patamar mínimo, o que “diminui os custos relacionados ao risco hidrológico e à geração de energia de fontes termelétricas”, possibilitando a manutenção dos níveis dos principais reservatórios próximos à referência atual.

 

Agência Brasil

 

 

Religação de energia e 2ª via de fatura podem ser solicitadas por aplicativo de mensagens, na PB

A partir desta segunda-feira (9), os paraibanos podem solicitar a religação de energia elétrica e a 2ª via de fatura pelo aplicativo de mensagens, Whatsapp. Segundo a concessionária Energisa, o serviço ficará disponível 24 horas por dia e tem a finalidade de dar mais agilidade às soluções de problemas relacionados ao trabalho oferecido pela companhia.

O atendimento por aplicativo funciona por meio de inteligência artificial, através de uma atendente eletrônica chamada de Gisa. De acordo com a empresa, outras soluções ainda serão lançadas em 2019 para reduzir a necessidade de deslocamento até as agências ou mesmo ligar para a central de atendimento da concessionária.

Até o momento, o usuário também podem acessar contas em aberto ou consultar o histórico de consumo de sua propriedade.

O número para contato por mensagens é (83) 99135-5540. Mesmo com o novo serviço, a concessionária continua atendendo os clientes pelo aplicativo para smartphone “Energisa On”, redes sociais, site da empresa, central de atendimento ou presencialmente em uma das agências localizadas na Paraíba.

Foto: Iara Alves/G1 PB

G1

 

Tarifa de energia elétrica na Paraíba vai ter redução média de 4%, após decisão da Aneel

A tarifa de energia elétrica para os consumidores da Paraíba vai ficar em média 4,27% vai barata a partir do dia 28 de agosto. O anúncio foi feito pela empresa que possui a concessão para a distribuição de energia elétrica no estado. A redução ocorreu por meio da aprovação da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) nesta terça-feira (20).

Segundo a Energisa Paraíba, os 4,27% são referentes à média de redução. Para os clientes de baixa tensão, a redução será de 4,23%. Já para os clientes de alta e média tensão, a exemplo das indústrias, a redução será de 4,40%.

Ainda segundo a empresa, a redução de encargos e eficiência da distribuidora são os principais fatores que fizeram com que a tarifa de energia caísse. O reajuste tarifário é um processo regulado pela Aneel, previsto no contrato de concessão da empresa. Pela norma, o valor da tarifa poderá ser reajustado anualmente e a cada quatro anos, no processo de Revisão Tarifária Periódica.

A cobrança de energia feita pela empresa é composta por serviço de distribuição; compra da energia; serviço de transmissão; encargos setoriais; impostos diretos e encargos; e outros serviços.

G1

 

Contas de energia terão bandeira amarela em julho

A bandeira tarifária utilizada como referência nas contas de luz do mês de julho será a amarela. O anúncio foi feito nesta sexta-feira (28) em comunicado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Com a medida, as cobranças terão um acréscimo de R$ 1,50 para cada 100 quilowatts-hora consumidos.

O adicional retorna às contas após a autoridade reguladora ter definido bandeira verde em junho, situação em que não é cobrado acréscimo nas contas. No comunicado, a Aneel justificou a bandeira amarela pelo fato de julho ser um mês “típico da seca nas principais bacias hidrográficas do país”.

“A previsão hidrológica para o mês sinaliza vazões abaixo da média histórica e tendência de redução dos níveis dos principais reservatórios. Esse cenário requer o aumento da geração termelétrica, o que influenciou o aumento do preço da energia (PLD) e dos custos relacionados ao risco hidrológico (GSF) em patamares condizentes com o da Bandeira Amarela”, justificou a agência.

O sistema de bandeiras tarifárias foi criado, de acordo com a Aneel, para sinalizar aos consumidores os custos reais da geração de energia elétrica. O funcionamento das bandeiras tarifárias tem três cores, a verde, a amarela e a vermelha (nos patamares 1 e 2), que indicam se a energia custará mais ou menos em função das condições de geração.

O cálculo para acionamento das bandeiras tarifárias leva em conta, principalmente, dois fatores: o risco hidrológico e o preço da energia. Os recursos pagos pelos consumidores vão para uma conta específica e depois são repassados às distribuidoras de energia para compensar o custo extra da produção de energia em períodos de seca.

No dia 21 de maio, a Aneel aprovou um reajuste no valor das bandeiras tarifárias. Com os novos valores, caso haja o acionamento da bandeira amarela, o acréscimo cobrado na conta passou de R$ 1 para R$ 1,50 a cada 100 kWh consumidos. Já a bandeira vermelha patamar 1 passou de R$ 3 para R$ 4 a cada 100 kWh e no patamar 2, passou de R$ 5 para R$ 6 por 100 kWh consumidos. A bandeira verde não tem cobrança extra.

 

 

Agência Brasil

 

 

Escola estadual de Bananeiras funciona sem energia elétrica desde março

“O transformador queimou e até hoje estamos estudando sem energia. Somos quase 500 alunos. Além do ginásio às ruínas, os funcionários vão em casa imprimir as atividades e estocar as merendas da escola”. A denúncia, publicada nas redes sociais através de vídeos, foi feita por um estudante da Escola Cidadã Integral José Rocha Sobrinho, localizada no município de Bananeiras, no Brejo da Paraíba.

Há quase três meses, os alunos da unidade precisam estudar no escuro. A escola está sem luz desde o mês de março, quando o transformador de energia parou de funcionar. Desde então, eles continuam tendo aula, mas em condições precárias, dependendo da luz natural que entra pelas janelas.

Além das aulas, a falta de energia prejudicou também o preparo da merenda na escola. Como as geladeiras e o freezer estão desligados, não é possível armazenar produtos perecíveis. Assim, os funcionários levam e guardam a comida nas suas casas.

O que dizem as autoridades

Portal Correio entrou em contato com a Secretaria de Educação do estado e com a Energisa, empresa responsável pelo sistema elétrico. A secretaria, através da assessoria, informou que, após o transformador queimar, foi providenciado outro para manter a energia na escola enquanto a Energisa não religava a rede, mas os alunos desmentem essa versão.

“Mandaram um poste e um transformador novo, mas ele não foi ligado. A escola continua sem energia. Cavaram um buraco e tapearam, porque nada foi feito”, denunciam em vídeo.

Energisa

A Energisa relatou que o transformador queimou porque a escola teria passado por uma reforma, que sobrecarregou o sistema elétrico. Por causa disso, o Governo do Estado chegou a procurar a empresa para ampliar a rede, mas só no dia 15 de maio, dois meses depois da pane. Após as solicitações, o projeto foi desenvolvido, com um prazo de 120 dias para conclusão, mas o governo não retornou para assinar os contratos.

“Toda a rede da escola terá que ser trocada. O projeto foi desenvolvido em cima disso, com um prazo de 120 dias, mas geralmente se conclui antes. Ele já foi aprovado pela Energisa, faltando apenas a assinatura do cliente, que, no caso, é o governo”, explicou a empresa.

A Energisa finalizou explicando que, após as assinaturas, a obra começará com urgência. “Quando o governo assinar os contratos, será realizada uma obra de conexão de rede para o Grupo A, que é a rede que alimenta clientes com carga mais alta. Tanto essa obra quanto a conclusão dela será realizado com urgência. Mas só podemos dar andamento a isso após a assinatura do representante do governo, que é o cliente solicitante”.

Após a versão da Energisa, o Portal Correio voltou a procurar a Secretaria de Educação, que informou que ia checar como está o trâmite para religar a rede elétrica, mas, até a publicação desta matéria, os esclarecimentos não foram além.

 

Portal Correio

 

 

Empresário é preso suspeito de furto de energia em Caiçara

Um empresário foi preso por policiais da 3ª Companhia do 4º BPM (Batalhão de Polícia Militar) no início da tarde desta terça-feira (16), na cidade de Caiçara, suspeito de furto de energia elétrica, popularmente conhecido como “gato”.

A guarnição comandada pelo soldado Gérson realizava diligências quando foi acionada por um funcionário da empresa distribuidora de energia para averiguar o furto de energia em um estabelecimento comercial.

O funcionário da distribuidora constatou o “gato”, já que a energia estava sendo fornecida sem passar pela medição. Diante do flagrante, o empresário foi preso e conduzido à Delegacia de Polícia Civil.

 

Assessoria 4º BPM

 

 

Conta de energia vira boleto bancário em cidades da Paraíba a partir de 8 de abril, diz Energisa

A conta de luz da Energisa vai virar boleto bancário. De acordo com o órgão, a ideia é tornar o processo de pagamento mais fácil, rápido e seguro para os consumidores. Para parte dos clientes da Energisa Paraíba e Borborema, a conta no formato de boleto bancário começa a chegar a partir do dia 8 de abril, exceto para João Pessoa e Campina Grande, que só terão o novo formato a partir de julho deste ano.

Segundo a Gerência de Comunicação e Marketing da Energisa Paraíba e Borborema, em João Pessoa e Campina Grande a mudança da conta de energia para boleto bancário só acontece em julho devido ao volume de clientes, sendo preciso uma transição mais específica.

De acordo com a Energisa, a novidade amplia a rede de recebimento da fatura e começa a ser implementada seguindo um cronograma com datas específicas para cada unidade. A conta em boleto bancário permite que o pagamento seja realizado em qualquer agência bancária, independente de convênio, casa lotérica, correspondente bancário e meios eletrônicos.

Conforme a gerente corporativa de Recursos Financeiros, Cristiana Rios, a iniciativa é uma forma de deixar o pagamento da conta mais prático e seguro, garantindo mais conforto para os clientes. “Por isso estamos investindo em facilidades que tragam mais conforto e praticidade no dia a dia”, comenta.

Formato maior e pagamento após vencimento

Com a novidade, o formato da conta fica um pouco maior e o cliente poderá pagar o boleto bancário mesmo após o vencimento, sendo que a cobrança de encargos por atraso no pagamento será feita apenas na próxima fatura.

A gerente destaca ainda que o cliente também poderá escolher onde pagar, garantindo, assim, maior comodidade. “É fundamental que o cliente fique atento na hora de pagar pelo internet banking, aplicativo de celular ou no caixa eletrônico: ao invés de escolher a opção ‘água, luz, telefone e gás’, ele deve optar por boleto bancário”, orienta.

Para tirar outras dúvidas sobre a mudança, o cliente terá à disposição um guia explicativo no site da Energisa, além dos outros Canais de Atendimento, como o 0800 083 0196, o aplicativo Energisa On ou em uma das 223 agências de atendimento presencial, em todos os municípios da Paraíba.

G1

 

Vereador Flávio Evaristo apresenta proposta que proíbe cobrança de taxa de religação de água e energia

O vereador Flávio Evaristo apresentou nessa terça-feira (19), o Projeto de Lei que proíbe a cobrança da taxa de religação pelas empresas de distribuição de água e energia no município em virtude do corte dos serviços por atraso de pagamento.

O Projeto de Lei exige que em caso de corte do fornecimento desses serviços as empresas ficam obrigadas a realizarem o fornecimento de água ou energia no prazo de 24 horas, após a quitação do débito sem mais custos adicionais ao consumidor.

Ainda de acordo com a Lei, as empresas que descumprirem a determinação poderão ser punidas administrativamente.

“Acredito que não é justo o consumidor que já passa pelo constrangimento de ficar sem o fornecimento de tais serviços e ainda pagar a mais por isso, ninguém atrasa suas contas, principalmente água e energia porque quer, sabemos que muitas famílias passam por dificuldades financeiras, mas precisam ter em suas casas água e energia que hoje são essenciais em nossas vidas. Se pagaram seu débito porque não as empresas restabelecerem o fornecimento, sem essa taxa?”, indagou o vereador Flávio.

A proposta deve ser apreciada em breve e posta em votação no plenário da Câmara. Caso seja aprovada, a Lei deve ser posta em prática de acordo com o que rege o projeto.

 

Ascom-CMS

 

 

Conta de energia fica 15,73% mais cara em mais de 200 cidades da Paraíba

A conta de energia vai ficar mais cara em pelo menos 216 cidades da Paraíba a partir do dia 28 de agosto. O reajuste média de 15,73% foi aprovado durante reunião da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) nesta terça-feira (21). O aumento é válido apenas para as localidades atendidas pela concessionária Energisa Paraíba e vai impactar 1,4 milhão de unidades.

Para os consumidores da Energisa Paraíba atendidos em baixa tensão – residenciais e comerciais – o reajuste será de 15,41% . Já para os de alta tensão, que são os industriais, o aumento vai ser de 16,75%. As cidades que ficaram fora do reajuste são atendidas por outra concessionária, no caso a Energisa Borborema.

Segundo a Aneel, ao calcular o reajuste, conforme estabelecido no contrato de concessão, a agência considera a variação de custos associados à prestação do serviço.

Segundo a Energisa, o principal motivo para o aumento é o gasto com a geração de energia. Os valores arrecadados são integralmente repassados a outros agentes do setor elétrico, e correspondem a 12,82% do reajuste, ou seja, 81,5% do índice autorizado pela Aneel.

O reajuste dos serviços da Energisa representa 2,63% do índice, um terço da inflação registrada no período.

G1

(Foto: Energisa/Divulgação)