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Aposentada de 80 anos é lesada por sobrinha, que fez empréstimo de R$ 20 mil em seu nome

Uma aposentada de 80 anos procurou a imprensa para denunciar uma ação lesiva sofrida por ela, praticada por uma sobrinha que é professora e mora em Curral de Cima. Benedita Fernandes Padilha, que reside na Rua Rosil Guedes, Nordeste1, em Guarabira, reclama que foi feito um empréstimo em seu nome e que está passando dificuldades por conta disso.

De acordo com entrevista concedida pela aposentada ao repórter Zé Roberto, da Rádio Constelação FM, a sobrinha lhe procurou dizendo que estava com dificuldade pra pagar um carro e pediu que ela fizesse um empréstimo de R$ 2 mil, que ela aceitou. Entretanto, o contrato assinado consta na verdade com 72 parcelas no valor de R$ 286,60, que ao final terá de pagar R$ 20.635,20.

Por causa do valor elevado da parcela, a senhora diz que está passando por dificuldades para se manter, pois precisa comprar remédios e alimentação. Dona Benedita disse ainda que a sobrinha não está honrando com o pagamento das parcelas.

A senhora disse ainda que a sobrinha disse aos pais que o empréstimo foi para reformar a casa. “Ela me enganou, é vigarista”, disse em desabafo.

A senhora foi orientada pelos comunicadores a procurar um advogado para tentar anular o contrato, sob a argumentação de que foi lesada, tendo assinado de boa fé o contrato por não ter conhecimento adequado.

 

portal25horas

 

 

Empreender abre inscrições para primeiro empréstimo e renovação de crédito, na Paraíba

O programa Empreender abre nesta segunda-feira (29) as inscrições para o primeiro empréstimo, para municípios da 4ª e 5ª regiões do estado. Já na terça-feira (30), começa o cadastro para renovação de crédito para os empreendedores da 9º região da Paraíba.

As inscrições desta segunda-feira (29) começam a partir das 14h no site do programa, para as cidades das 4ª e 5ª regiões: Amparo, Camalaú, Congo, Coxixola, Parari, Prata, São João do Cariri, São João do Tigre, Zabelê, Barra de Santa Rosa, Cubati, Cuité, Frei Martinho, Nova Palmeira e Picuí.

Para cada cidade, serão disponibilizadas 30 vagas para os empreendedores que desejarem iniciar seu próprio negócio ou ampliar o que já possui. Para participar, é preciso ter mais de 18 anos ou ser legalmente emancipado e residir na Paraíba há pelo menos seis meses.

Os cadastros de renovação de crédito para os empreendedores que já realizaram a quitação do empréstimo junto ao Empreender dos municípios da 9ª região do estado começam na terça-feira (30) a partir das 10h.

Os empreendedores de Cajazeiras, São João do Rio do Peixe, Bernardino Batista, Bom Jesus, Bonito de Santa Fé, Cachoeira dos Índios, Carrapateira, Monte Horebe, Poço Dantas, Poço de José de Moura, Santa Helena, Joca Claudino, São José de Piranhas, Triunfo e Uiraúna também devem realizar inscrições através do site.

G1

 

Em depoimento, Berg Lima nega propina: “Foi empréstimo”

O prefeito de Bayeux, Gutemberg de Lima Davi, mais conhecido por Berg Lima, prestou depoimento na tarde desta quarta-feira (29) na Câmara Criminal do Tribunal de Justiça da Paraíba acerca da denúncia de que teria recebido R$ 11,5 mil em propina das mãos do empresário João Paulino de Assis, proprietário da empresa Sal & Pedra Receptivo, que fornecia alimentos para o município. O interrogatório foi conduzido pelo desembargador João Benedito da Silva, relator da Ação Penal nº 0001080-15.2017.815.0000.

Indagado pelo relator se era verdadeira a acusação de recebimento de propina, o gestor afirmou que não procedia tal denúncia. O que houve, segundo ele, foi um empréstimo feito ao empresário, que estava passando por dificuldades financeiras e vivia fazendo pressão. “Na verdade, esse empréstimo foi por conta das ameaças que ele fazia de forma recorrente por não ter condições de comprar o alimento para fornecer para as unidades de saúde e sempre ameaçava a secretária de Saúde para cortar o fornecimento”, relatou.

Antes do depoimento de Berg Lima, o desembargador João Benedito ouviu a testemunha da defesa Caio Cabral de Araújo. Os depoimentos foram acompanhados pelo promotor de Justiça Rafael Lima Linhares e pelo advogado Inácio Ramos de Queiroz Neto. Na ocasião, o relator apresentou os documentos que foram juntados aos autos a pedido do Ministério Público, sendo aberto o prazo de 5 dias para o advogado se manifestar.

O depoimento do prefeito de Bayeux era para ter acontecido no último dia 20, mas foi adiado a pedido da defesa, que alegou problemas de saúde do gestor. Berg Lima foi denunciado pelo Ministério Público por ter recebido propina. De acordo com a denúncia, os valores foram entregues pessoalmente ao gestor municipal, como condição para que a Prefeitura Municipal de Bayeux pagasse parte da dívida que tinha com a empresa.

Na época, o gestor foi preso em flagrante, em uma ação conjunta do Ministério Público, através do Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado (Gaeco) e da Polícia Civil, após a divulgação de um vídeo. Em julho de 2017, foi determinado o afastamento cautelar do gestor. Ele só retornou ao cargo de prefeito em dezembro de 2018.

 

pbagora

 

 

Empréstimo ou financiamento de imóvel: quais são as diferenças?  

Na hora de comprar um imóvel, muitas pessoas ficam em dúvida entre fazer um empréstimo ou financiamento para casa. A situação é comum, já que ambas as modalidades podem ser interessantes, tudo depende do perfil daquele que vai realizar o sonho da casa própria.

Confira abaixo o que são o empréstimo e o financiamento de imóveis e um comparativo de vantagens, para descobrir qual das opções é melhor para você!

Empréstimo para compra de imóvel

O empréstimo é feito diretamente com uma instituição financeira, que irá solicitar algumas informações sobre suas finanças e garantias de que o valor será pago. Comprovação de renda e bens deixados como garantia são alguns exemplos do que pode ser solicitado.

Não há necessidade de informar qual a finalidade do dinheiro emprestado, ou seja, em que você pretende investir – no caso, na compra de seu imóvel. Você chega até o banco ou instituição financeira e solicita o valor que deseja emprestar. Se aprovado, o valor é transferido para sua conta-corrente.

Em seguida, você realiza a compra da casa ou apartamento que deseja e passa a ter apenas a dívida do empréstimo junto ao banco. O imóvel é seu e – a não ser que tenha sido dado como garantia – não há o risco de perdê-lo.

Financiamento de imóvel

O financiamento é muito semelhante ao empréstimo, pois também se trata de um crédito fornecido por uma instituição financeira. Porém, é preciso comprovar a finalidade do valor solicitado. No caso, o mais comum é que os bancos trabalhem com o financiamento de imóveis e veículos.

No momento em que pede o financiamento, você precisa explicar para o banco que deseja comprar uma casa e qual é o valor dela.

Apesar de ser uma operação mais burocrática – e talvez mais demorada – devido às comprovações de destinação do dinheiro, possui taxas mais baixas e atrativas. Tanto que, a maioria das pessoas prefere o financiamento na hora de adquirir um imóvel.

No momento em que o financiamento é aprovado, o banco realiza a compra do imóvel e você passa a pagar as parcelas à instituição financeira. Existe o risco de perder o bem, caso você fique inadimplente por muito tempo e não renegocie a dívida. A garantia de que o crédito será quitado é a própria casa.

Diferenças entre os dois

As principais diferenças entre empréstimo e financiamento de imóvel são:

Destinação do valor

Não é preciso justificar em que você pretende usar o dinheiro no caso do empréstimo, abrindo a possibilidade de solicitar um valor maior de crédito, que inclua a compra de imóveis e o pagamento de impostos, por exemplo. No financiamento é necessário que o crédito seja destinado à compra de um imóvel.

Taxa de juros

A diferença pode ser pequena, a depender do tipo de empréstimo que está sendo analisado. Porém, geralmente, o financiamento tem taxas menores e se torna mais atrativo.

O que é melhor para você?

Para facilitar a escolha entre o empréstimo e o financiamento, confira um comparativo de vantagens de cada uma das modalidades de crédito:

Vantagens do empréstimo

  • Liberação mais rápida do valor solicitado;
  • Sem necessidade de justificar o destino do dinheiro;
  • Existência de diferentes modalidades de empréstimo;
  • Possibilidade de incluir outros gastos no valor (móveis, impostos),
  • Imóvel é seu após a compra, sem risco de perdê-lo em caso de inadimplência.

Vantagens do financiamento

  • Taxa de juros mais baixa;
  • Valor liberado mais alto do que o do empréstimo pessoal;
  • Parcelamento a longo prazo,
  • Parcelas que cabem no seu bolso.

Você já sabe quais são as vantagens de ambos os tipos de crédito e como funcionam, então, fica a questão, qual escolher? Tudo depende do valor do imóvel que deseja comprar e da sua capacidade de pagamento.

No momento em que solicitar um empréstimo pessoal, por exemplo, tenha em mente que o valor oferecido é menor. Por mais que a análise de crédito seja mais rápida. O financiamento é mais burocrático, mas tem taxas menores e um prazo maior para quitar a dívida.

Resumidamente, se você já poupou parte do valor da casa dos seus sonhos e precisa apenas de uma pequena quantia para comprar o imóvel, o empréstimo se encaixa melhor na sua situação.

Agora, se precisa adquirir, quanto antes, uma casa ou apartamento e, em seu orçamento, cabem apenas parcelas mais leves – e a longo prazo – o financiamento pode ser mais interessante.

 

 

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Empréstimo consignado com garantia do FGTS já está disponível

A partir desta quarta-feira (26) os trabalhadores do setor privado poderão contar com uma nova opção de crédito, o empréstimo consignado com uso do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) como garantia. Por enquanto, apenas a Caixa Econômica Federal oferece a linha de crédito, segundo informou o Ministério do Trabalho. Os empréstimos poderão ser pedidos em qualquer agência do banco público.

De acordo com o ministério, a nova linha de crédito estará disponível para 36,9 milhões de trabalhadores com carteira assinada. Os juros não poderão ultrapassar 3,5% ao mês, percentual até 50% menor do que o de outras operações de crédito disponíveis no mercado, informou o ministério. O prazo de pagamento será de até 48 meses (quatro anos).

O uso do FGTS como garantia para o crédito consignado proporciona juros mais baixos para os tomadores porque os recursos da conta do trabalhador no fundo cobrirão eventuais calotes, o que reduz o risco para os bancos e permite à Caixa oferecer empréstimos com taxas menores.

Segundo o ministério, os valores emprestados dependerão do quanto os trabalhadores têm depositado na conta vinculada do FGTS. Pelas regras, eles podem dar como garantia até 10% do saldo da conta e a totalidade da multa em caso de demissão sem justa causa, valores que podem ser retidos pelo banco no momento em que o trabalhador perder o vínculo com a empresa em que estava quando fez o empréstimo consignado.

Crédito consignado

Desde 2016, a Lei 13.313 previa o uso de parte do saldo do FGTS como garantia nas operações de crédito consignado. A modalidade, no entanto, não deslanchou porque a falta de regulamentação não trazia segurança para os bancos. As instituições financeiras só eram informadas do saldo do Fundo de Garantia do trabalhador no caso de um eventual desligamento da empresa. A possibilidade de que o funcionário, durante a vigência do crédito consignado, sacasse parte do FGTS para comprar um imóvel reduziria a quantia que poderia servir de garantia.

Para dar maior garantia aos bancos, no mês passado foi feita uma nova regulamentação da modalidade de crédito e a Caixa criou um sistema que permite realizar a reserva de valores da conta do FGTS como garantia ao contrato consignado.

“A Caixa informa que disponibilizou aos bancos um sistema que permite o envio e recebimento de informações sobre os créditos consignados, no intuito de realizar a reserva de valores da conta vinculada do fundo para garantia ao contrato consignado. O sistema já se encontra disponível para que toda instituição financeira que tenha interesse em operar possa encaminhar e receber informações sobre crédito consignado. Vários bancos estão se preparando para operar com o produto”, disse a Caixa, em nota, em agosto.

O valor reservado como garantia do empréstimo permanecerá na conta do FGTS do trabalhador, rendendo normalmente, até a quitação do empréstimo. A garantia será usada caso o empregado seja demitido sem justa causa e o banco não tenha mais como descontar as parcelas do crédito consignado do salário.

Segundo o ministério, além da Caixa, outros bancos também poderão disponibilizar a nova linha de crédito. “Basta seguirem as regras estabelecidas em lei”, diz o ministério.

Agência Brasil

Prefeitura de Campina atrasa pagamento de empréstimo e volta a ter FPM bloqueado

prefeituraMais uma vez, uma parcela do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) de Campina Grande deste mês de novembro, na ordem de R$ 1,3 milhão, voltou a ser bloqueada pela Caixa Econômica Federal, devido ao atraso no pagamento de parcela de um empréstimo de US$ 6 milhões de dólares contraído pelo Município, por meio do Programa Nacional de Apoio à Gestão Administrativa e Fiscal dos Municípios Brasileiros (PNAFM). Como a prefeitura não deixou dinheiro na conta para honrar o pagamento, o banco sacou o dinheiro que tinha na conta do Município.

A prefeitura culpa não apenas a gestão anterior à do prefeito Romero Rodrigues pela dívida, em 2008, de Veneziano Vital, como culpa também a União, na gestão de Dilma Rousseff, que segundo o secretário de Finanças, Joab Pacheco, teria provocado o desequilíbrio contratual. “Na época, a União, no governo de Dilma Rousseff, ela fez as famosas pedaladas fiscais, desequilibrou a economia e fez com que o dólar, que era vinculado ao contrato, fosse às alturas, e com isso o município de Campina Grande passou, então, a pagar muito mais por conta da excessividade onerosa do contrato, provocado pelo próprio governo da União.

De acordo com Joab, quando a Caixa Econômica foi sacar a parcela, não havia dinheiro para sacar, então todo dinheiro que entra no município vai sendo sacado até o valor da parcela.

O secretário disse que o Município está tentando desconstituir o contrato em Brasília, mas está no aguardo da Justiça.

Na defesa da prefeitura, o secretário diz que o empréstimo “nunca teve uma só parcela quitada pela gestão anterior”, e afirma que o pagamento da primeira parcela, no valor fixo de 440 mil dólares, de fato só veio a ocorrer em março de 2013, na atual gestão.

“Desde então, a cada seis meses, a Secretaria de Finanças é obrigada a reservar um volume de recursos para quitar o débito. Até o momento, a atual gestão pagou o montante de US$ 2,3 milhões de dólares do compromisso, restando ainda 3,8 milhões de dólares”.

clickpb

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Assembleia aprova empréstimo para governo construir quase cinco mil unidades habitacionais

assembleiaO governo estadual aprovou nesta quinta-feira (10) um empréstimo na ordem de R$ 36,9 milhões junto ao Banco do Brasil, com contrapartida do Estado, que serão investidos na construção de quase cinco mil unidades habitacionais, dentro do programa federal “Minha Casa Minha Vida”. O projeto obteve 24 votos favoráveis, contra apenas uma abstenção.

“Eu me recusei a votar contrário ou favorável porque o governo chega aqui (Assembleia) com um pedido de empréstimo, sem que nós da oposição tivéssemos conhecimento sobre nenhum detalhamento”, disse o deputado Bruno Cunha Lima (PSDB).

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Para o deputado Ricardo Barbosa (PSB), “nem precisava apelar para o voto favorável a esse projeto de empréstimo, até porque beneficiar diretamente a população, sobretudo em se contratando de construção de casas”, declarou. Mas o que chamou a atenção mesmo é que Cunha Lima não seguiu a orientação de votar junto com a bancada.

Ou seja, o parlamentar não atendeu a orientação da deputada Camila Toscana (PSDB), que encaminhou o voto favorável. Mostra que a oposição “bate cabeça” na Assembleia. “Não poderia votar contrário a um projeto que beneficia diretamente a população pobre do Estado”, comentou ela.

A bancada de situação comemorou o resultado da votação, sob o argumento de que “o empréstimo atende a necessidade da população”, afirmou o deputado Hervázio Bezerra (PSB), líder da bancada do governo no Poder Legislativo do Estado.

Mutirão

Outro projeto importante, de autoria do Poder Executivo, foi aprovado. Desta vez contou com os votos de todos os integrantes da bancada da bancada de oposição. A proposta trata da realização de um mutirão fiscal, uma espécie de Refis para resolver casos de inadimplências de pessoas jurídicas e físicas.

“Ganham todos. O Estado que realiza o mutirão para fazer caixa neste momento de crise, também as pessoas que estão inadimplentes com os tributos estaduais”, concluiu o deputado Hervázio.

Marcone Ferreira

Volume de empréstimo para a compra da casa própria cresce em 97% na paraíba

Thinkstock/Getty Images
Thinkstock/Getty Images

O volume de empréstimos para compra e construção de imóveis na Paraíba com recursos das cadernetas de poupança no Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) atingiu mais de R$ 104 milhões em abril, registrando um aumento de 97,77% em comparação com o mesmo período do ano passado, quando o Estado teve um volume de R$ 52.671.172. O crescimento acompanha o resultado nacional.

O País registrou um volume de R$ 9,2 bilhões em empréstimos, em abril. De acordo com a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), esse foi o melhor resultado para um mês de abril desde 1995, ou seja, nos últimos 20 anos.

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Em abril, o número de imóveis financiados na Paraíba subiu de 509 em abril de 2013, para 826 em abril deste ano, representando um salto anual de 62,28%. Na variação de março para abril, o aumento quase dobrou, indo de 414 para 826 imóveis negociados.

No acumulado do quadrimestre, a Paraíba financiou 1.832 imóveis, 294 a mais do que nos quatro primeiros meses do ano passado (1.538). De janeiro a abril de 2014, a Paraíba totalizou R$ 275.574.397 em empréstimos para imóveis.

No País, frente ao mesmo período do ano passado, foi registrado aumento de 10% e, em relação ao mês anterior, houve alta de 11%. Nos primeiros quatro meses deste ano, foram financiados R$ 34,4 bilhões para aquisição e construção de imóveis, valor 20% maior do que em abril do ano anterior.

Em 12 meses, até abril de 2014, o volume de empréstimos para compra e construção de imóveis com recursos das cadernetas de poupança no SBPE alcançou o montante de R$ 114,9 bilhões, valor 30% maior do que nos 12 meses anteriores.

Em abril, foram financiadas aquisições e construções de 43,7 mil imóveis, o que significa um crescimento de 7% sobre abril de 2013. Frente a março, a alta foi de 16%. De janeiro a abril, foram financiados mais de 167 mil imóveis, volume 16% maior que em igual período de 2013. Nos últimos 12 meses, o número de financiamentos atingiu 553 mil imóveis, 20% acima das 459 mil unidades contratadas nos 12 meses imediatamente anteriores.

 

Por Jornal Correio da Paraíba

Entram em vigor novas regras para levar empréstimo para outro banco

A partir desta segunda-feira (5), estão em vigor as novas regras para transferir os empréstimos e financiamentos de um banco para outra instituição financeira que oferecer melhor taxa de juros. Trata-se da chamada “portabilidade” do crédito, que também vale para operações de “leasing” (arrendamento mercantil).

As novas regras foram regulamentadas pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) no final do ano passado, mas só entraram em vigor nesta segunda-feira, e valem para todo o tipo de crédito: consignado, crédito pessoal, financiamento de imóveis e de automóveis, entre outros, e até mesmo aqueles com recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS).

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O objetivo da medida é incentivar a concorrência entre os bancos e possibilitar uma redução na taxa de juros cobrada nas operações.

As entidades de defesa do consumidor avaliam que as novas regras garantem maior transparência e segurança nas transações, uma vez que padroniza os procedimentos e fixa prazos para troca de informações entre os bancos.

Pelas normas, tudo será feito eletronicamente pelos bancos sem custo adicional. As instituições financeiras terão o prazo de 5 dias para fazer uma contraproposta ao cliente que estiver querendo sair. Os bancos estão proibidos de cobrar os custos da transferência. Mas somente a taxa de juros pode ser alterada: prazo e valor da operação original devem ser mantidos.

“A norma torna mais célere e transparente um processo que até então não tinha ampla divulgação e muitas vezes se tornava num calvário para o consumidor”, afirmou a economista do Idec (Instituto de Defesa do Consumidor), Ione Amorim.

‘Importantíssima’ para o consumidor
Maria Inês Dolci, coordenadora institucional da Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (Proteste), acredita que a portabilidade do crédito terá um “impacto bom” em termos de taxas de juros, e outros custos, cobrados pelos bancos.

A representante da Proteste também avaliou que a portabilidade do crédito é “importantíssima” para o consumidor e lembrou que, teoricamente, a medida deveria ter entrado em vigor em 2006.

“A lei existe desde 2006, porém as instituições não estavam atendendo ao consumidor que estava querendo fazer a portabilidade do crédito imobiliário por diversas razões. As instituições estavam resistentes. Diziam que a burocracia era do banco tomador. Havia um entrave entre as instituições e, também, a cobrança do cartório. Com as novas regras [do CMN], certamente os bancos não vão ter mais desculpas para adiar a portabilidade”, declarou ela.

Crédito imobiliário
Na visão de Maria Inês Dolci, da Proteste, o maior benefício da medida é para quem pegou crédito para compra da casa própria (imobiliário) – que envolve empréstimos de maior valor.

“Com essa nova regra, vai ter uma procura grande. É claro que vai haver, no início, uma procura maior pelo consumidor. O mercado estava muito aberto para vendas, o setor imobiliário cresceu muito, o consumidor adquiriu imóveis, essa é possibilidade de o consumidor fazer a transferência pagando menos”, avaliou ela.

Comparação das taxas
Maria Inês Dolci, da Proteste, assim como o Banco Central, recomendam que as pessoas realizem a comparação entre as taxas oferecidas com base no chamado Custo Efetivo Total (CET) das operações. O CET engloba, além da taxa de juros da operação, tarifas, impostos, seguros e outras despesas cobradas dos clientes. Ela lembrou que, no caso do crédito imobiliário, também há custo com cartórios.

Antes de realizar a portabilidade, o cliente, de acordo com o BC, o valor do CET é a “forma mais fácil de comparar os valores dos encargos e despesas cobrados pelas instituições”. Segundo a autoridade monetária, o cliente também deve verificar “todas as condições” do novo contrato para que essa transferência seja realmente vantajosa.

Maria Inês Dolci, da Proteste, observou que a comparação não é simples. “É importante que o consumidor tenha junto aos bancos as opções para fazer a portabilidade. Tem de ser por escrito. Para ter como comparar. Uma proposta formal para que eles possa comparar, analisar. Tem que ver os custos envolvidos de forma que ele possa estar fazendo uma portabilidade adequada, até para ser vantajosa”, declarou a representante do Proteste.

O Idec alerta que algumas situações que são apresentadas como portabilidade, na verdade são renegociações de dívidas, muito comuns em contratos de crédito consignado. “As propostas que oferecem um valor adicional e um prazo maior para pagar com taxa reduzida não é caracterizado como portabilidade, pois altera as condições originais do contrato além da taxa de juros e, muitas vezes, reduz o benefício em função do aumento do valor da dívida”, esclarece.Desde que apresente condições cadastrais compatíveis para aquisição de crédito, o consumidor tem o direito de escolher livremente para qual instituição realizará a portabilidade.

 

Alexandro Martello

Governo cria regras para levar empréstimo de um banco para outro

dinheiroO Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou nesta sexta-feira (20) novas regras para a transferência de empréstimo e financiamento de um banco para outro. As novas normas valem para empréstimo consignado e financiamento de imóveis e de automóveis, entre outros, e entram em vigor em 5 de maio próximo.

A chamada portabilidade de operações de crédito passa a ter procedimentos uniformizados e prazos para a troca de informações e para a transferência dos recursos. O objetivo é incentivar a concorrência entre os bancos, para que os clientes possam buscar taxas de juros mais atraentes.

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Se o cliente optar pela troca de banco, será proibido cobrar dele os custos da transferência. Somente a taxa de juros pode ser alterada: devem ser mantidos prazo e valor da operação original.

Ainda segundo o Banco Central, as instituições financeiras das quais os clientes estão saindo terão até um dia útil para disponibilizar as informações solicitadas, como saldo devedor das operações de crédito, número do contrato, modalidades e taxas de juros cobradas, entre outras. Também terão cinco dias para fazer uma contraproposta ao cliente.

A transferência dos recursos terá de ser feita por meio de TED. Para realizá-la, será obrigatório o uso de sistemas eletrônicos.

g1