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Infraero explica motivo de secretário paraibano usar carros da empresa

Em nota emitida nesta sexta-feira (26), a Infraero deu explicações em relação a um vídeo que circula pelas redes sociais mostrando um secretário da Paraíba utilizando um dos veículos da empresa para se transportar. Confira texto na íntegra:

Com relação ao vídeo em questão, a Infraero esclarece que recebeu solicitação da Administração do Hangar do Estado da Paraíba para realizar o deslocamento do secretário Adjunto de Planejamento do Estado da Paraíba, Sr. Fábio Maia, do Pátio de Aviação Regular para o Hangar do Estado. Por motivo de segurança operacional, o deslocamento do secretário foi realizado por meio de veículo da Infraero.

Atenciosamente

 

assessoria

 

 

Trabalhador de empresa de internet morre após cair de poste, em João Pessoa

Um homem caiu de um poste na manhã desta quinta-feira (18) e morreu, no Bairro das Indústrias, em João Pessoa. O trabalhador de 26 anos estava fazendo alguns serviços no poste quando caiu no chão.

Quando a Polícia Militar chegou no local, o Samu já havia constatado o óbito. O homem é trabalhador de uma empresa de internet.

Segundo informações da PM, o Samu não soube informar o motivo da morte. Apenas uma perícia vai poder afirmar se houve choque ou se a queda foi provocada por outro motivo.

Foto: Walter Paparazzo/G1

G1

 

Trio armado rende funcionários de empresa de ônibus e rouba cofre, em João Pessoa

A empresa de ônibus Marcos da Silva foi assaltada na madrugada desta quarta-feira (27), na Rua João Cirilo da Silva, no bairro Portal do Sol, em João Pessoa. Três homens armados chegaram no local e renderam dois funcionários da empresa.

De acordo com informações da Polícia Militar, após renderem os funcionários, os suspeitos violaram o cofre da empresa e levaram tudo que estava dentro. No entanto, a PM não informou quais os objetos que foram roubados e se havia uma quantia em dinheiro.

Após o roubo, os suspeitos fugiram em um carro de cor escura que estava em frente ao local, dando apoio aos criminosos e esperando para a fuga. Até as 7h40 desta quarta-feira, nenhum dos suspeitos havia sido localizado.

G1

 

5 tecnologias para sua empresa ajudar o meio ambiente

Atualmente, são raras as empresas e marcas que não estão adotando atitudes mais sustentáveis. Enquanto muitas atividades já são obrigadas a se adequar às regras e leis ambientais, muitas delas estão aderindo voluntariamente a essa tendência global.

Há uma transformação nos hábitos de consumo e no engajamento dos consumidores perante as questões de sustentabilidade e não é à toa que o termo marketing verde vem se tornando cada vez mais comum para potencializar vendas e ampliar estratégias.

Além de certificações e processos como a ISO 14001, exigida por grandes empresas para a certificação de seus acordos comerciais, a busca por benefício ao meio ambiente favorece os negócios e a natureza.

Selecionamos algumas tecnologias acessíveis para que empresas de variados portes e segmentos possam começar a reduzir seus impactos ambientais. Confira!

Armazenamento em Nuvem

A digitalização das informações transformou definitivamente o armazenamento de registros, documentos e arquivos diversos. Aderir ao Cloud Computer, também conhecido como armazenamento em nuvem é um fator primordial para a diminuição do uso de papéis e também é uma ferramenta importante para a redução do consumo de energia, já que os servidores de armazenamento são remotos e diminui a demanda por grandes máquinas.

VG Resíduos

Muitas atividades produtivas, comerciais e de serviços precisam gerenciar seus resíduos sólidos e prestar contas do tratamento do material para os órgãos fiscalizadores. O processo, que poderia ser extremamente burocrático e complexo, foi simplificado pelo software da VG Resíduos. Trata-se de uma ferramenta digital de gestão capaz de administrar todos os processos de produção da empresa, além da identificação dos resíduos sólidos, controle de sua identificação, segregação e destinação final. Além de permitir a emissão de relatórios e estar adequada às documentações necessárias para o processo, a plataforma também permite que empresas vendam seus resíduos industriais a tratadores especializados, gerando receita.

Smart Energy

A demando por energia elétrica, gás e água afetam o meio ambiente de diferentes e profundas maneiras, além representar gastos substanciosos para qualquer empresa. Por isso, a Smart Energy desenvolveu um sistema completo de gestão de energias, supervisionando a demanda em tempo real, analisando e detectando picos de consumo e gerando relatórios e análises capazes de eliminar desperdícios e diminuir a diminuir a necessidade energética.

Co2 Logic

Um dos poluentes mais nocivos ao meio ambiente é o CO2 (dióxido de carbono), responsável pelas alterações na camada de ozônio e um dos principais vilões do aquecimento global. O gás é emitido não apenas pelos combustíveis fósseis, mas também em atividades cotidianas, como por exemplo, cozinhar, ou mesmo em equipamentos como climatizadores de ambiente. Pensando nisso, a CO2 Logic desenvolveu uma calculadora de gás carbônico completa, capaz de identificar as principais fontes de sua emissão e ajudar a empresa a reduzir suas quantidades despejadas no ar.

Cataki

Pensando em aliar os catadores, os maiores responsáveis pela coleta de materiais recicláveis do país, aos geradores de resíduos sólidos, o aplicativo Cataki foi desenvolvido para criar uma ponte entre trabalhadores da reciclagem cadastrados  e quem deseja doar esses materiais. Disponível para Androide iOS.

 


Aline Matos

 

Justiça suspende sorteios de empresa de jogo lotérico em Campina Grande

A Justiça deferiu uma liminar que proíbe uma empresa de jogo lotérico e três sócios dela de fazer publicidade, comercializar bilhetes e realizar sorteios em todo o estado. Caso a medida não seja cumprida, está prevista uma pena de multa diária a ser oportunamente fixada pelo juízo.

G1 tentou entrar em contato com a empresa, mas as ligações não foram atendidas.

A liminar foi deferida depois de uma ação ajuizada pelo Ministério Público Federal (MPF) em Campina Grande. A Justiça deferiu ainda pedido do MPF para bloqueio cautelar dos bens de titularidade dos demandados, até o limite de um R$ 1 milhão, bem como o sequestro e avaliação de bens móveis na sede da empresa, classificada pelo Ministério Público como pessoa jurídica que promove autêntica oferta pública de jogos de azar, proibidos no Brasil por força do Decreto-Lei n. 3.688/41, no artigo 50).

Na ação, o MPF quer o encerramento definitivo das atividades da empresa, bem como a condenação dos demandados em danos morais coletivos, por entender que consiste “em autêntica oferta pública de jogo de azar completamente dissociada dos parâmetros legais estipulados para a prática autorizada de jogos dessa espécie, bem como ludibriando e levando a erro uma vasta gama de consumidores em municípios paraibanos, o que implica a necessária intervenção do Poder Judiciário para suspender a comercialização e não mais permitir que tal prática retorne sob nova roupagem, ainda que aparentemente legítima”.

Ainda de acordo com a ação, as pessoas que reclamaram da empresa, “valem-se de uma abordagem que alude a instituições beneficentes ou filantrópicas para dar maior aparência de legitimidade às suas escusas operações”. Atualmente estavam sendo comercializados bilhetes sob a denominação de “certificado de contribuição” promovido pelo Instituto de Pesquisa Professor Joaquim Neto (Ipesq), ocultando o intuito lucrativo e ilegal da empresa.

G1

Presidente dos Correios defende fechamento de agências para modernizar empresa

(Foto: Divulgação/Core-RS)

O presidente interino dos Correios, Carlos Fortner, disse à Coluna que a decisão de fechar agências próximas umas das outras está mantida, mas que ainda analisa quais terão as atividades encerradas. No sábado, a Coluna revelou que a diretoria da empresa aprovou em fevereiro, em reunião sigilosa, proposta de fechamento de 513 agências e demissão de servidores. Fortner nega que o número esteja fechado. Diz que pode aumentar ou diminuir a depender do estudo que ele mandou fazer e que pode ficar pronto nesta semana. Ele quer analisar uma a uma as agências que estão na lista da degola.

“Não é cabível numa empresa que quer ser modernizada, que quer se atualizar, que quer estar saudável, ter uma agência a 50 metros uma da outra, gastando com dois imóveis e assim por diante…Copacabana (RJ) tem agências a um quarteirão da outra. Não faz o menor sentido isso”, diz. Sobre demissões, ele afirma: “Evidentemente que o fechamento da agência, no limite, vai implicar sim em liberação de excedente de mão de obra.” Filiado ao PSD, mesmo partido do ministro das Comunicações, Gilberto Kassab, Fortner diz não saber quando será efetivado no cargo.

A diretoria dos Correios e o conselho de administração aprovaram proposta de fechamento de agências e demissões dos servidores no início do ano. O senhor era um dos vice-presidentes que aprovou a proposta. Quando as agências começam a ser fechadas? O documento fala a partir de maio.

Vou avaliar uma por uma ainda. Estarei recebendo nesta semana as fichas de cada uma dessas agências. Nós vamos avaliar todas elas. Ao final, tudo isso será repassado para o Ministério das Comunicações e para o Ministério do Planejamento também. Terá uma apresentação ao TCU. Esse prazo de maio que está indicado é um cronograma tentativo. Para mim, é algo que ficará só a partir do segundo semestre.

Quantas agências serão fechadas? O documento fala em 513.

Quando foi apresentado a primeira tabela  aprovou-se um número de 513. Originalmente eram 752. Depois abaixou. Eu pedi um aprofundamento para a área responsável. Quero que me convençam de uma a uma. Hoje estamos revisando todo o estudo para se chegar a uma planilha conclusiva. Ainda não temos essa planilha. É algo que não deveria ter sido vazado. Vamos abrir uma sindicância interna para apurar o vazamento [a Coluna divulgou cópia da proposta aprovada].

O senhor pediu o reestudo para quem?

Para a área técnica. É um ato discricionário meu e foi informado aos vice-presidentes. As agências que tivermos dúvidas quanto à rentabilidade ou o impacto que o fechamento pode causar na região sairão da lista.

O senhor vai revogar a decisão que foi tomada?

Não. O que eu vou fazer é analisar agência por agência. Não houve naquele momento apresentação da lista [de agências].

Houve sim. O documento aprovado indica as agências num anexo, define cronograma a partir de maio para iniciar o fechamento delas e fala em demissões.

Sem dúvida. A diretoria da área fechou o estudo das 513 agências. Nós validamos o estudo (na reunião de diretoria e depois pelo conselho de administração) e, a partir dali, eu entendi que era necessário conhecer agência por agência.

Qual o critério para fechar as agências?

Eu tenho agência que está espalhada a 50 metros uma da outra. Não é cabível numa empresa que quer ser modernizada, que quer se atualizar, que quer estar saudável, ter uma agência a 50 metros uma da outra, gastando com dois imóveis e assim por diante. Eu pedi que, a partir da lista, que ainda está sendo validada, nem sei se serão 500, talvez termine com 400 agências, não sei, vou avaliar uma por uma ainda.

Haverá etapas?

Pedi para separar em fases. A primeira é agência própria que sombreia [está próxima de] agência própria que funciona em imóvel alugado. Eu não vou manter com dinheiro público uma agência que sombreia a outra em cima de um imóvel alugado. Eu devolvo o imóvel e ainda corto custo. Não tem demissão nenhuma nessa etapa. Absorvo essas pessoas em outra agência. Nos lugares em que eu tenho agências com pouco movimento e tenha outra próxima que possa permitir o deslocamento aceitável das pessoas não tem porque manter a agência aberta.

No documento aprovado, inclusive pelo senhor, fala-se em demissão sem a qual não teria rentabilidade para os Correios.

De fato não consegue. Evidentemente que o fechamento da agência, no limite, vai implicar sim em liberação de excedente de mão de obra. É inevitável. Quanto é o excedente hoje? Esse número de 5 mil pessoas é para todo o universo de 752 agências, o primeiro número [proposto pela consultoria]. Tudo isso ainda tem tanto a amadurecer. Eu mesmo pedi para separar por Estado, quero saber os dados do município, qual a agência mais próxima.  Quero saber quantos quilômetros leva para a pessoa se deslocar de uma agência que será fechada para outra.

O senhor vai revogar a decisão da diretoria de fechar as agências?

No momento em que eu assumi a presidência [ele ocupa o cargo interinamente desde abril] eu solicitei o reestudo do trabalho todo. Não é uma questão de revogar o trabalho. O fechamento de agências sombreadas é uma decisão que vai ser tomada, sim. Se é agora, no segundo semestre ou daqui a um ano faz parte de um projeto para que se possa ter uma empresa saudável. Não adianta eu ter uma agência perto da outra. Copacabana (RJ) tem agências a um quarteirão da outra. Não faz o menor sentido isso.

Em Minas está incluído na lista de fechamento a agência central de Belo Horizonte.

Eu não tenho essa definição. Esse cronograma que está definido a partir de maio é um erro da área técnica que fez isso.  Tá errado. Vou dividir isso em fases. Vamos fazer por Estado, por fases. A primeira fase é agência própria sombreada por agência própria em imóvel alugado. Num segundo momento é agência própria sombreada por agência própria num imóvel próprio. Num terceiro momento são agências próprias sombreadas por agência franqueada.

Quando sai a lista definitiva das agências que serão fechadas?

Dei prazo para finalizarem esse trabalho que já venceu duas vezes. Paciência. Tá dando prejuízo? Tá dando. Mas eu vou tomar a decisão ciente, tranquilo de que a tomada (sobre quais fechar) foi correta.

O senhor tem um limitador da lei eleitoral e não pode fazer demissões depois de junho.

Se eu não conseguir fazer agora eu vou respeitar a lei eleitoral. O que eu posso fazer? Não é uma empresa privada. O vazamento estraga o projeto. É um trabalho que estava sendo feito com todo cuidado.

Por que não foi feito audiência pública para ouvir a sociedade?

Não tem isso. É um ato discricionário do gestor.  Imagina se cada decisão que eu for fazer eu tenho que chamar audiência publica. Isso não existe. Vai ser conversado com os prefeitos onde vai haver fechamento. Uma coisa é eu ver o mapa do Google. É diferente do município me dizer. Há necessidade de uma sensibilidade maior na definição das agências. Existe um projeto de redesenho da rede de atendimento aonde esse projeto vai ser implementado sim. Agora vamos ver agência por agência, entender o impacto qualitativo em cada uma delas.

A medida vai favorecer os franqueados?

Não há favorecimento aos franqueados. Em alguns casos pode até ser que a agência seja absorvida por uma dessas. As franqueadas prestam um bom serviço ao parceiro. Fazem parte da rede de atendimento.

O senhor diz que a decisão do fechamento das agências está tomada, foi o que publicamos. O que vocês estão avaliando é quais são as agencias que serão fechadas a partir de uma nova lista. É isso?

Não. Ela está baseada na lista [aprovada em fevereiro pela diretoria], sim. Pode ser que dessa lista saiam agências ou entrem agências. Por que está baseada nessa lista? Porque ela foi levantada a partir dos estudos da consultoria. No projeto de reestruturação da empresa já estava previsto a remodelagem. Não é novidade.

A novidade é que vocês aprovaram o fechamento a partir de maio.

Nós estamos fazendo isso com cuidado. Não é uma decisão simplesmente de caráter econômico. Vamos revisar agência por agência. Teremos dia 8 uma reunião na Secretaria de Planejamento onde esse tema tem sido recorrente. Estou sendo cobrado. Mas fazer o que? Não ficou maduro para maio. Não vou fechar agência a torto e direito.

Pela reavaliação que o senhor diz estar fazendo. Quantas agências serão fechadas?

Não sei ainda. Se eu falo cria uma expectativa. A gente está identificando que cabem outras agências que não estão na lista [de 513]. Podem ser mais, podem ser menos.

O senhor disse que numa primeira etapa não haverá demissões.

Tem uma série de etapas antes de chegar na demissão motivada, onde se oferece ao atendente a oportunidade de ele trabalhar em outra áreas. Na primeira etapa (fechar agência sombreada que funcionada em prédio alugado próxima de outra) não tem demissão. Pelo estudo ainda preliminar são umas 60.

O documento que vocês aprovaram não fala de etapas. Diz que sem demissão não tem rentabilidade.

No limite é exatamente isso. Mas se o pessoal se dispuser em trabalhar em outra área a gente aproveita.

Por Andreza Matais do Estadão

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Diretor da empresa ‘Leite Cariri’ é encontrado morto na cidade de Caturité

O direto da empresa ‘Leite Cariri’, Pedro Bezerra Cabral, de 60 anos, foi encontrado morto na manhã desta quinta-feira (29), nas proximidades da sua residência na cidade de Caturité, Agreste paraibano.

De acordo com informações policiais Pedro teria sido morto com um tiro na cabeça.

Ainda não há informações sobre a autoria ou motivação do crime.

A polícia segue investigando.

PB Agora

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Empresa de eventos dá prejuízo de mais de R$ 1 milhão a formandos, dizem turmas

Foto: Gabriel Costa/G1

Formandos de três faculdades de João Pessoa acionaram a Polícia Civil contra a empresa que estava organizando a festa de formatura das turmas. Segundo eles e o Boletim de Ocorrência registrado na Delegacia de Defraudações e Falsificações, a dona da empresa sumiu com mais de R$ 1 milhão dos alunos.

Na tarde desta segunda-feira (11), representantes de pelo menos 10 turmas se juntaram na frente da Waltisa Eventos – empresa especializada em formaturas, eventos, aniversários e casamentos – para, numa tentativa falha, falar com alguém de lá e tentar descobrir o que seria das formaturas deles sem o dinheiro que investiram desde 2014. O G1também tentou falar com responsáveis pela empresa, mas as ligações não foram atendidas.

Turmas de formandos preocupadas: as festas podem não ser realizadas

Turmas de formandos preocupadas: as festas podem não ser realizadas

Uma integrante da comissão de formatura da turma de direito da Faculdade Internacional da Paraíba (FPB), Maria de Fátima, de 25 anos, segurava o contrato firmado com a Waltisa onde detalhava os itens das festas de formatura e aula da saudade, que custaram aos formandos R$ 125.400.

Wictor Hugo, de 22 anos, já formado em direito pela FPB e, mesmo já com a aprovação no exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), disse ao G1 que esperava a aula saudade que aconteceria na próxima semana e o baile. “Fantasia alugada, convites enviados, copos e sandálias personalizadas feitos, a família já comprou roupa pra festa e tudo”, contou ele sobre os gastos que teve além dos R$ 4.180 que foram destinados só à empresa de eventos.

Parcelas das festas de formatura de uma das turmas começaram a ser pagas em outubro de 2014 e totalizavam mais de R$ 4 mil por pessoa (Foto: Gabriel Costa/G1)

Parcelas das festas de formatura de uma das turmas começaram a ser pagas em outubro de 2014 e totalizavam mais de R$ 4 mil por pessoa (Foto: Gabriel Costa/G1)

Junto a eles, Aysa Pereira, de 22 anos, também estudante de direito, sendo que do Centro Universitário de João Pessoa (Unipê), contava que pessoas dos cursos de engenharia ambiental e enfermagem de outras faculdades também foram lesados pela Waltisa Eventos.

Nem mesmo uma funcionária da empresa, que fica no cruzamento das Avenidas desembargador Bôto de Menezes com a Monsenhor Walfredo Leal, conseguiu trabalhar nesta segunda-feira. Segundo ela informou à Polícia Civil, não foi possível abrir a porta da loja com as chaves que ela tinha.

A delegada Vanderleia Gadi, que ouviu os estudantes na DDF, disse à TV Cabo Branco que ainda não aconteceu o golpe, já que, segundo o contrato, a empresa tem até 72 horas antes dos eventos para quitar os valores. Porém, caso nesta terça-feira (12) um cheque que ela deu a uma das casas de festas for devolvido ou se uma aula da saudade marcada para a próxima segunda-feira (18) não acontecer, o prejuízo vai ser considerado como consumado.

“Em tese, crime ela não praticou nenhum. Mas o comportamento dela é suspeito. Ela excluiu todas as contas nas redes socias, ela não atende o telefone, a empresa hoje estava fechada, a funcionária foi trabalhar e quando colocou a chave, a fechadura não abriu. É provável que realmente ela vá deixar esse pessoal no prejuízo, mas isso só vai acontecer se o evento de segunda-feira não acontecer”, explicou a delegada.

Enquanto isso, os estudantes diziam na porta da empresa que três cheques da Waltisa destinados a uma casa de festas no bairro Altiplano, em João Pessoa, já tinham sido devolvidos. Além disso, de R$ 31 mil que uma outra casa cobrava pelo espaço onde aconteceria uma formatura, a empresa pagou R$ 1 mil de sinal e não deu mais respostas.

Diante do acontecido, Wictor Hugo diz estar arrependido da escolha. “Estávamos em dúvida entre ela [Waltisa Eventos] e uma outra empresa, mas optamos por ela pelo valor e por não ter histórico de fraudes”, contou.

“Já não basta tanto estresse na faculdade com provas, TCC, OAB, ainda acontece uma dessas”, concluiu Wictor. Já à TV Cabo Branco, a formanda Cristiane Luna disse que o prejuízo foi mais que o financeiro, foram os sonhos levados.

Empresa de eventos fica na esquina do cruzamento entre as Avenidas desembargador Bôto de Menezes e Monsenhor Walfredo Leal, em João Pessoa (Foto: Gabriel Costa/G1)

Empresa de eventos fica na esquina do cruzamento entre as Avenidas desembargador Bôto de Menezes e Monsenhor Walfredo Leal, em João Pessoa (Foto: Gabriel Costa/G1)

*Sob supervisão de Taiguara Rangel

G1

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Bandidos invadem empresa de ônibus em Campina Grande, praticam roubo e atiram em vigilante

Bandidos armados invadiram e assaltaram a sede da empresa de ônibus Transnacional, em Campina Grande. Conforme informações da Polícia Militar, os bandidos chegaram em um veículo Fiat Uno e derrubaram o portão de entrada e renderam o vigilante do local.

Para ter acesso ao local, os bandidos quebraram várias portas, à procura de um cofre, mas este não continha dinheiro e eles fugiram levando celulares e objetos. O veículo utilizado no assalto havia sido roubado minutos antes na Rua Marinheira Agra, próximo à Transnacional.

Ao saírem do local, os bandidos ainda atiraram várias vezes para cima e colocaram grampos na pista. Um vigilante foi baleado e socorrido para o Hospital de Emergência e Trauma. A polícia fez diligências mas até o momento ninguém foi preso.

PB Agora

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Empresa nega desvio de R$ 9 mi em recursos do SUS e divulga dados de serviços

Divulgação/Prefeitura de Sumé

A Sarkis Implantes, empresa contratada para executar serviços do Programa Brasil Sorridente, negou que há qualquer irregularidade em sua atuação. Na terça-feira (7), a Polícia Federal deflagrou a Operação Titânio, para investigar o desvio de R$ 9 milhões em recursos federais que deveriam ter sido usados para o serviço.

“Informamos aos pacientes em tratamento que os atendimentos continuam normalmente. A Sarkis Implantes está certa de que a operação chegará à conclusão de que não houve o cometimento de nenhuma irregularidade e que o programa continuará com o objetivo que sempre teve: trazer um atendimento de qualidade pelo SUS a todos que tem direito e necessitam, sempre dentro das leis exigidas”, disse a empresa, em nota à imprensa divulgada nesta sexta-feira (10).

A operação da Polícia Federal cumpriu mandados de busca, apreensão e condução coercitiva (quando a pessoa é levada para prestar esclarecimentos em uma delegacia) na região do município de Sumé, no Sertão paraibano. Participaram das atividades 35 policiais federais e seis auditores da Controladoria Geral da União (CGU).

Na nota, a Sarkis Implantes diz que em 28 meses de atuação foram realizados 12.170 implantes e 8.902 próteses sobre implantes, atendendo um total de 3.123 pacientes de 18 municípios do estado.

“Os prontuários completos de todos os pacientes atendidos pelo programa no Centro de Especialidades Odontológicas (CEO) de Sumé foram entregues a PF como prova da realização dos procedimentos, assim como todos os documentos administrativos e financeiros solicitados. A contratação dos serviços da Sarkis Implantes foi realizada através de licitações, em conformidade com o que preconiza a Lei n° 8.666/1993”, explica o comunicado oficial.

A empresa divulgou também os valores usados para cada procedimento. Segundo ela, um implante dentário osteointegrado tem orçamento de R$ 260,10 e uma prótese dentária sobre implante custa R$ 300. A Sarkis Implantes ainda listou a quantidade máxima de procedimentos por pessoa:

– Instalação de aparelho ortodôntico/ortopédico fixo – quantidade máxima: 1

– Aparelho ortodôntico fixo – quantidade máxima: 2

– Aparelho ortopédico fixo – quantidade máxima: 2

– Implante dentário osteointegrado – quantidade máxima: 6

– Prótese dentária sobre implante – quantidade máxima: 6

Além disso, foi divulgada a lista de municípios atendidas pelo Programa Brasil Sorridente e a quantidade de pessoas beneficiadas em cada uma delas; confira:

Cidades Implantes Próteses
Amparo 54 50
Camalaú 540 428
Caraúbas 398 259
Congo 519 375
Coxixola 260 214
Gurjão 572 450
Livramento 544 394
Monteiro 2891 2018
Ouro Velho 175 108
Parari 309 229
Prata 236 186
São João do Cariri 1004 631
São João do Tigre 35 5
São José dos Cordeiros 200 141
São Sebastião do Umbuzeiro 326 280
Serra Branca 1432 1196
Sumé 2515 1811
Zabelê 152 127

portalcorreio

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