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Bandidos roubam terminal de cargas de empresa aérea de mais um aeroporto

Criminosos armados com fuzis e pistolas roubaram o terminal da Latam, no Aeroporto Internacional Tom Jobim, na Ilha do Governador, no Rio, na manhã deste sábado (19).

De acordo com a Polícia Civil, os bandidos chegaram em três carros e fugiram do local levando, pelo menos, dois caminhões. Segundo funcionários, toda pessoa que chega ao terminal é submetida a revista, assim como a mala dos veículos. No entanto, as armas dos criminosos estavam dentro dos carros, ao lado dos passageiros.

Dentro do terminal e sob a mira de armas, os funcionários foram mantidos reféns e obrigados a deitar no chão. Segundo eles, a todo instante os bandidos eram hostis e faziam ameaças.

Policiais da Delegacia de Roubos e Furtos de Cargas (DRFC) foram acionados. Ainda não foi informado o que foi levado.

Em nota, a Polícia Civil disse que depoimentos estão sendo tomados e diligências realizadas. A Latam informou que está colaborando com as autoridades responsáveis nas investigações.

G1

 

 

Empresa que recebeu mais de R$ 12 milhões da prefeitura de Campina Grande tem endereço em terreno baldio

Uma das empresas investigadas na Operação Famintos, que apura desvios de recursos da merenda escolar em Campina Grande, está registrada em um endereço onde existe apenas um terreno baldio. De acordo com o Ministério Público Federal (MPF), a Delmira Feliciano Gomes ME recebeu, de 2013 a 2019, mais de R$ 12 milhões da prefeitura da cidade.

O endereço registrado é rua Doutor Antônio Bezerra Camboim, número 802, bairro Nova Brasília. Ao invés de uma empresa, existe um terreno rodeado de casas simples, lama e matagal. O registro foi feita por uma equipe do Jornal da Paraíba.

Segundo o MPF, a empresa Delmira Feliciano Gomes ME, na qual a proprietária tem o mesmo nome, venceu 18 licitações para fornecimento de merenda escolar no município, porém um homem identificado como Frederico de Brito Lira que comandava de fato a empresa. A investigação também afirma que o empreendimento não tinha funcionários.

A pessoa Delmira Feliciano Gomes nunca existiu. Foram criados documentos fictícios para abertura do negócio, que movimentou R$ 18 milhões entre 2013 a 2016. Há registros no Tribunal de Contas do Estado (TCE) nos quais essa empresa venceu licitações também em outros municípios.

“Ocorre que, durante a presente investigação foi descoberto que a Delmira Feliciano Gomes ME é “empresa de fachada” e que a concorrência das licitações que ela venceu foi fraudada, além de que grande parte do volume do dinheiro que recebeu foi proveniente de serviços não prestados”, diz a procuradora Acácia Soares Peixoto Suassuna no pedido de prisão dos investigados.

O advogado do empresário Frederico de Brito Lira, Rodrigo Celino, disse que a defesa não teve acesso à totalidade das investigações. “No momento oportuno nós vamos nos manifestar. Eu acredito plenamente na inocência do nosso constituinte”, frisou. Frederico Lira está preso temporariamente por decisão da Justiça Federal.

Em nota na semana passada, a prefeitura de Campina Grande afirmou que vai colaborar com as investigações e negou conhecimento das fraudes.

Operação Famintos

A Operação Famintos foi desencadeada no dia 24 de julho em Campina Grande e outras cidades da Paraíba. Polícia Federal, Ministério Público Federal e Controladoria-Geral da União investigam um suposto esquema de desvios de recursos federais do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), geridos pela Prefeitura de Campina Grande. O prejuízo ultrapassa R$ 2,3 milhões.

Ao todo, 14 mandados de prisão temporária foram expedidos e 13 foram cumpridos. Uma pessoa segue foragida. Entre os presos está a ex-secretária de Educação de Campina Grande, Iolanda Barbosa, que já foi exonerada do cargo. Servidores e empresários também estão detidos. A prisão temporária de parte deles foi prorrogada.

 Foto: João Paulo Medeiros/ Jornal da Paraíba

G1

 

Trem do Forró não circula neste domingo e empresa devolve dinheiro a passageiros

O Trem do Forró não estará operando neste domingo (23), véspera de São João. O veículo descarrilou no início da tarde de ontem no distrito de Galante, no Agreste paraibano.

De acordo com a empresa responsável pela locomotiva, a medida foi adotada de forma conjunta com a Prefeitura Municipal de Campina Grande e a empresa organizadora da atração por precaução.

Foto: reprodução / whatsapp

Segundo a CBTU, aqueles que adquiriram o ingresso para a viagem deste domingo devem se dirigir a loja Forró nos Trilhos, no Shopping Partage, a partir da próxima quarta-feira (26) para receber de volta o valor investido.

O acidente ocorreu a cerca de 1,5 km do destino e cerca de 800 passageiros estavam no trem no momento. Ninguém ficou ferido.

Foto: reprodução / whatsapp

A CBTU locou oito locomotivas à PMCG para serem usados durante a festa junina. Em nota, a empresa esclareceu que durante dois meses, equipes da manutenção  trabalharam na preparação do trem, assim como, na vistoria do trajeto, que tem um 22 km e dura cerca de 1h20.

Foto: reprodução / whatsapp

 

PB Agora

 

 

Infraero explica motivo de secretário paraibano usar carros da empresa

Em nota emitida nesta sexta-feira (26), a Infraero deu explicações em relação a um vídeo que circula pelas redes sociais mostrando um secretário da Paraíba utilizando um dos veículos da empresa para se transportar. Confira texto na íntegra:

Com relação ao vídeo em questão, a Infraero esclarece que recebeu solicitação da Administração do Hangar do Estado da Paraíba para realizar o deslocamento do secretário Adjunto de Planejamento do Estado da Paraíba, Sr. Fábio Maia, do Pátio de Aviação Regular para o Hangar do Estado. Por motivo de segurança operacional, o deslocamento do secretário foi realizado por meio de veículo da Infraero.

Atenciosamente

 

assessoria

 

 

Trabalhador de empresa de internet morre após cair de poste, em João Pessoa

Um homem caiu de um poste na manhã desta quinta-feira (18) e morreu, no Bairro das Indústrias, em João Pessoa. O trabalhador de 26 anos estava fazendo alguns serviços no poste quando caiu no chão.

Quando a Polícia Militar chegou no local, o Samu já havia constatado o óbito. O homem é trabalhador de uma empresa de internet.

Segundo informações da PM, o Samu não soube informar o motivo da morte. Apenas uma perícia vai poder afirmar se houve choque ou se a queda foi provocada por outro motivo.

Foto: Walter Paparazzo/G1

G1

 

Trio armado rende funcionários de empresa de ônibus e rouba cofre, em João Pessoa

A empresa de ônibus Marcos da Silva foi assaltada na madrugada desta quarta-feira (27), na Rua João Cirilo da Silva, no bairro Portal do Sol, em João Pessoa. Três homens armados chegaram no local e renderam dois funcionários da empresa.

De acordo com informações da Polícia Militar, após renderem os funcionários, os suspeitos violaram o cofre da empresa e levaram tudo que estava dentro. No entanto, a PM não informou quais os objetos que foram roubados e se havia uma quantia em dinheiro.

Após o roubo, os suspeitos fugiram em um carro de cor escura que estava em frente ao local, dando apoio aos criminosos e esperando para a fuga. Até as 7h40 desta quarta-feira, nenhum dos suspeitos havia sido localizado.

G1

 

5 tecnologias para sua empresa ajudar o meio ambiente

Atualmente, são raras as empresas e marcas que não estão adotando atitudes mais sustentáveis. Enquanto muitas atividades já são obrigadas a se adequar às regras e leis ambientais, muitas delas estão aderindo voluntariamente a essa tendência global.

Há uma transformação nos hábitos de consumo e no engajamento dos consumidores perante as questões de sustentabilidade e não é à toa que o termo marketing verde vem se tornando cada vez mais comum para potencializar vendas e ampliar estratégias.

Além de certificações e processos como a ISO 14001, exigida por grandes empresas para a certificação de seus acordos comerciais, a busca por benefício ao meio ambiente favorece os negócios e a natureza.

Selecionamos algumas tecnologias acessíveis para que empresas de variados portes e segmentos possam começar a reduzir seus impactos ambientais. Confira!

Armazenamento em Nuvem

A digitalização das informações transformou definitivamente o armazenamento de registros, documentos e arquivos diversos. Aderir ao Cloud Computer, também conhecido como armazenamento em nuvem é um fator primordial para a diminuição do uso de papéis e também é uma ferramenta importante para a redução do consumo de energia, já que os servidores de armazenamento são remotos e diminui a demanda por grandes máquinas.

VG Resíduos

Muitas atividades produtivas, comerciais e de serviços precisam gerenciar seus resíduos sólidos e prestar contas do tratamento do material para os órgãos fiscalizadores. O processo, que poderia ser extremamente burocrático e complexo, foi simplificado pelo software da VG Resíduos. Trata-se de uma ferramenta digital de gestão capaz de administrar todos os processos de produção da empresa, além da identificação dos resíduos sólidos, controle de sua identificação, segregação e destinação final. Além de permitir a emissão de relatórios e estar adequada às documentações necessárias para o processo, a plataforma também permite que empresas vendam seus resíduos industriais a tratadores especializados, gerando receita.

Smart Energy

A demando por energia elétrica, gás e água afetam o meio ambiente de diferentes e profundas maneiras, além representar gastos substanciosos para qualquer empresa. Por isso, a Smart Energy desenvolveu um sistema completo de gestão de energias, supervisionando a demanda em tempo real, analisando e detectando picos de consumo e gerando relatórios e análises capazes de eliminar desperdícios e diminuir a diminuir a necessidade energética.

Co2 Logic

Um dos poluentes mais nocivos ao meio ambiente é o CO2 (dióxido de carbono), responsável pelas alterações na camada de ozônio e um dos principais vilões do aquecimento global. O gás é emitido não apenas pelos combustíveis fósseis, mas também em atividades cotidianas, como por exemplo, cozinhar, ou mesmo em equipamentos como climatizadores de ambiente. Pensando nisso, a CO2 Logic desenvolveu uma calculadora de gás carbônico completa, capaz de identificar as principais fontes de sua emissão e ajudar a empresa a reduzir suas quantidades despejadas no ar.

Cataki

Pensando em aliar os catadores, os maiores responsáveis pela coleta de materiais recicláveis do país, aos geradores de resíduos sólidos, o aplicativo Cataki foi desenvolvido para criar uma ponte entre trabalhadores da reciclagem cadastrados  e quem deseja doar esses materiais. Disponível para Androide iOS.

 


Aline Matos

 

Justiça suspende sorteios de empresa de jogo lotérico em Campina Grande

A Justiça deferiu uma liminar que proíbe uma empresa de jogo lotérico e três sócios dela de fazer publicidade, comercializar bilhetes e realizar sorteios em todo o estado. Caso a medida não seja cumprida, está prevista uma pena de multa diária a ser oportunamente fixada pelo juízo.

G1 tentou entrar em contato com a empresa, mas as ligações não foram atendidas.

A liminar foi deferida depois de uma ação ajuizada pelo Ministério Público Federal (MPF) em Campina Grande. A Justiça deferiu ainda pedido do MPF para bloqueio cautelar dos bens de titularidade dos demandados, até o limite de um R$ 1 milhão, bem como o sequestro e avaliação de bens móveis na sede da empresa, classificada pelo Ministério Público como pessoa jurídica que promove autêntica oferta pública de jogos de azar, proibidos no Brasil por força do Decreto-Lei n. 3.688/41, no artigo 50).

Na ação, o MPF quer o encerramento definitivo das atividades da empresa, bem como a condenação dos demandados em danos morais coletivos, por entender que consiste “em autêntica oferta pública de jogo de azar completamente dissociada dos parâmetros legais estipulados para a prática autorizada de jogos dessa espécie, bem como ludibriando e levando a erro uma vasta gama de consumidores em municípios paraibanos, o que implica a necessária intervenção do Poder Judiciário para suspender a comercialização e não mais permitir que tal prática retorne sob nova roupagem, ainda que aparentemente legítima”.

Ainda de acordo com a ação, as pessoas que reclamaram da empresa, “valem-se de uma abordagem que alude a instituições beneficentes ou filantrópicas para dar maior aparência de legitimidade às suas escusas operações”. Atualmente estavam sendo comercializados bilhetes sob a denominação de “certificado de contribuição” promovido pelo Instituto de Pesquisa Professor Joaquim Neto (Ipesq), ocultando o intuito lucrativo e ilegal da empresa.

G1

Presidente dos Correios defende fechamento de agências para modernizar empresa

(Foto: Divulgação/Core-RS)

O presidente interino dos Correios, Carlos Fortner, disse à Coluna que a decisão de fechar agências próximas umas das outras está mantida, mas que ainda analisa quais terão as atividades encerradas. No sábado, a Coluna revelou que a diretoria da empresa aprovou em fevereiro, em reunião sigilosa, proposta de fechamento de 513 agências e demissão de servidores. Fortner nega que o número esteja fechado. Diz que pode aumentar ou diminuir a depender do estudo que ele mandou fazer e que pode ficar pronto nesta semana. Ele quer analisar uma a uma as agências que estão na lista da degola.

“Não é cabível numa empresa que quer ser modernizada, que quer se atualizar, que quer estar saudável, ter uma agência a 50 metros uma da outra, gastando com dois imóveis e assim por diante…Copacabana (RJ) tem agências a um quarteirão da outra. Não faz o menor sentido isso”, diz. Sobre demissões, ele afirma: “Evidentemente que o fechamento da agência, no limite, vai implicar sim em liberação de excedente de mão de obra.” Filiado ao PSD, mesmo partido do ministro das Comunicações, Gilberto Kassab, Fortner diz não saber quando será efetivado no cargo.

A diretoria dos Correios e o conselho de administração aprovaram proposta de fechamento de agências e demissões dos servidores no início do ano. O senhor era um dos vice-presidentes que aprovou a proposta. Quando as agências começam a ser fechadas? O documento fala a partir de maio.

Vou avaliar uma por uma ainda. Estarei recebendo nesta semana as fichas de cada uma dessas agências. Nós vamos avaliar todas elas. Ao final, tudo isso será repassado para o Ministério das Comunicações e para o Ministério do Planejamento também. Terá uma apresentação ao TCU. Esse prazo de maio que está indicado é um cronograma tentativo. Para mim, é algo que ficará só a partir do segundo semestre.

Quantas agências serão fechadas? O documento fala em 513.

Quando foi apresentado a primeira tabela  aprovou-se um número de 513. Originalmente eram 752. Depois abaixou. Eu pedi um aprofundamento para a área responsável. Quero que me convençam de uma a uma. Hoje estamos revisando todo o estudo para se chegar a uma planilha conclusiva. Ainda não temos essa planilha. É algo que não deveria ter sido vazado. Vamos abrir uma sindicância interna para apurar o vazamento [a Coluna divulgou cópia da proposta aprovada].

O senhor pediu o reestudo para quem?

Para a área técnica. É um ato discricionário meu e foi informado aos vice-presidentes. As agências que tivermos dúvidas quanto à rentabilidade ou o impacto que o fechamento pode causar na região sairão da lista.

O senhor vai revogar a decisão que foi tomada?

Não. O que eu vou fazer é analisar agência por agência. Não houve naquele momento apresentação da lista [de agências].

Houve sim. O documento aprovado indica as agências num anexo, define cronograma a partir de maio para iniciar o fechamento delas e fala em demissões.

Sem dúvida. A diretoria da área fechou o estudo das 513 agências. Nós validamos o estudo (na reunião de diretoria e depois pelo conselho de administração) e, a partir dali, eu entendi que era necessário conhecer agência por agência.

Qual o critério para fechar as agências?

Eu tenho agência que está espalhada a 50 metros uma da outra. Não é cabível numa empresa que quer ser modernizada, que quer se atualizar, que quer estar saudável, ter uma agência a 50 metros uma da outra, gastando com dois imóveis e assim por diante. Eu pedi que, a partir da lista, que ainda está sendo validada, nem sei se serão 500, talvez termine com 400 agências, não sei, vou avaliar uma por uma ainda.

Haverá etapas?

Pedi para separar em fases. A primeira é agência própria que sombreia [está próxima de] agência própria que funciona em imóvel alugado. Eu não vou manter com dinheiro público uma agência que sombreia a outra em cima de um imóvel alugado. Eu devolvo o imóvel e ainda corto custo. Não tem demissão nenhuma nessa etapa. Absorvo essas pessoas em outra agência. Nos lugares em que eu tenho agências com pouco movimento e tenha outra próxima que possa permitir o deslocamento aceitável das pessoas não tem porque manter a agência aberta.

No documento aprovado, inclusive pelo senhor, fala-se em demissão sem a qual não teria rentabilidade para os Correios.

De fato não consegue. Evidentemente que o fechamento da agência, no limite, vai implicar sim em liberação de excedente de mão de obra. É inevitável. Quanto é o excedente hoje? Esse número de 5 mil pessoas é para todo o universo de 752 agências, o primeiro número [proposto pela consultoria]. Tudo isso ainda tem tanto a amadurecer. Eu mesmo pedi para separar por Estado, quero saber os dados do município, qual a agência mais próxima.  Quero saber quantos quilômetros leva para a pessoa se deslocar de uma agência que será fechada para outra.

O senhor vai revogar a decisão da diretoria de fechar as agências?

No momento em que eu assumi a presidência [ele ocupa o cargo interinamente desde abril] eu solicitei o reestudo do trabalho todo. Não é uma questão de revogar o trabalho. O fechamento de agências sombreadas é uma decisão que vai ser tomada, sim. Se é agora, no segundo semestre ou daqui a um ano faz parte de um projeto para que se possa ter uma empresa saudável. Não adianta eu ter uma agência perto da outra. Copacabana (RJ) tem agências a um quarteirão da outra. Não faz o menor sentido isso.

Em Minas está incluído na lista de fechamento a agência central de Belo Horizonte.

Eu não tenho essa definição. Esse cronograma que está definido a partir de maio é um erro da área técnica que fez isso.  Tá errado. Vou dividir isso em fases. Vamos fazer por Estado, por fases. A primeira fase é agência própria sombreada por agência própria em imóvel alugado. Num segundo momento é agência própria sombreada por agência própria num imóvel próprio. Num terceiro momento são agências próprias sombreadas por agência franqueada.

Quando sai a lista definitiva das agências que serão fechadas?

Dei prazo para finalizarem esse trabalho que já venceu duas vezes. Paciência. Tá dando prejuízo? Tá dando. Mas eu vou tomar a decisão ciente, tranquilo de que a tomada (sobre quais fechar) foi correta.

O senhor tem um limitador da lei eleitoral e não pode fazer demissões depois de junho.

Se eu não conseguir fazer agora eu vou respeitar a lei eleitoral. O que eu posso fazer? Não é uma empresa privada. O vazamento estraga o projeto. É um trabalho que estava sendo feito com todo cuidado.

Por que não foi feito audiência pública para ouvir a sociedade?

Não tem isso. É um ato discricionário do gestor.  Imagina se cada decisão que eu for fazer eu tenho que chamar audiência publica. Isso não existe. Vai ser conversado com os prefeitos onde vai haver fechamento. Uma coisa é eu ver o mapa do Google. É diferente do município me dizer. Há necessidade de uma sensibilidade maior na definição das agências. Existe um projeto de redesenho da rede de atendimento aonde esse projeto vai ser implementado sim. Agora vamos ver agência por agência, entender o impacto qualitativo em cada uma delas.

A medida vai favorecer os franqueados?

Não há favorecimento aos franqueados. Em alguns casos pode até ser que a agência seja absorvida por uma dessas. As franqueadas prestam um bom serviço ao parceiro. Fazem parte da rede de atendimento.

O senhor diz que a decisão do fechamento das agências está tomada, foi o que publicamos. O que vocês estão avaliando é quais são as agencias que serão fechadas a partir de uma nova lista. É isso?

Não. Ela está baseada na lista [aprovada em fevereiro pela diretoria], sim. Pode ser que dessa lista saiam agências ou entrem agências. Por que está baseada nessa lista? Porque ela foi levantada a partir dos estudos da consultoria. No projeto de reestruturação da empresa já estava previsto a remodelagem. Não é novidade.

A novidade é que vocês aprovaram o fechamento a partir de maio.

Nós estamos fazendo isso com cuidado. Não é uma decisão simplesmente de caráter econômico. Vamos revisar agência por agência. Teremos dia 8 uma reunião na Secretaria de Planejamento onde esse tema tem sido recorrente. Estou sendo cobrado. Mas fazer o que? Não ficou maduro para maio. Não vou fechar agência a torto e direito.

Pela reavaliação que o senhor diz estar fazendo. Quantas agências serão fechadas?

Não sei ainda. Se eu falo cria uma expectativa. A gente está identificando que cabem outras agências que não estão na lista [de 513]. Podem ser mais, podem ser menos.

O senhor disse que numa primeira etapa não haverá demissões.

Tem uma série de etapas antes de chegar na demissão motivada, onde se oferece ao atendente a oportunidade de ele trabalhar em outra áreas. Na primeira etapa (fechar agência sombreada que funcionada em prédio alugado próxima de outra) não tem demissão. Pelo estudo ainda preliminar são umas 60.

O documento que vocês aprovaram não fala de etapas. Diz que sem demissão não tem rentabilidade.

No limite é exatamente isso. Mas se o pessoal se dispuser em trabalhar em outra área a gente aproveita.

Por Andreza Matais do Estadão

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Diretor da empresa ‘Leite Cariri’ é encontrado morto na cidade de Caturité

O direto da empresa ‘Leite Cariri’, Pedro Bezerra Cabral, de 60 anos, foi encontrado morto na manhã desta quinta-feira (29), nas proximidades da sua residência na cidade de Caturité, Agreste paraibano.

De acordo com informações policiais Pedro teria sido morto com um tiro na cabeça.

Ainda não há informações sobre a autoria ou motivação do crime.

A polícia segue investigando.

PB Agora

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