Arquivo da tag: empregos

João Pessoa tem quase 600 vagas de empregos para contratação imediata

empregoQuem está à procura de emprego na Capital não pode deixar de conferir as oportunidades oferecidas pelo Sistema Nacional de emprego de João Pessoa (Sine-JP) essa semana. São 588 vagas em diversos setores e que contemplam todos os níveis de escolaridade. A área que concentra o maior número de vagas é telemarketing, com 203 vagas para operadores e 20 para supervisores de call center.

CURTA o FOCANDO A NOTÍCIA no Facebook

As entrevistas para as vagas de supervisor de call center serão realizadas nesta quarta-feira (10) no Sine-JP. O candidato deve comparecer portando RG, CPF e carteira de trabalho, documentos necessários para concorrer a qualquer vaga. Para algumas vagas, o empregador pede apenas currículos, que deve ser enviado por e-mail para o endereço curriculos.sinejp@gmail.com.

CURTA o FOCANDO A NOTÍCIA no Facebook
O comércio também está oferecendo muitas oportunidades, com 53 vagas para vendedores, assim como a construção civil, que tem vaga para 28 pedreiros.

Também há vagas para 14 auxiliares de cozinha, 12 cobradores de transporte urbano (sendo cinco vagas exclusivas para pessoas com deficiência), 14 manicures, 11 empregadas domésticas (sendo duas em regime de diarista), 11 auxiliares de limpeza, entre outras.

Superior – Profissionais com o ensino superior completo também têm oportunidades através de duas vagas para pedagogo e uma para analista de recursos humanos. Além disso, há oportunidade de estágio para estudantes de contabilidade a partir do segundo período.

O Sine-JP fica localizado na Rua Cardoso Vieira, 85, Varadouro, próximo à Praça Antenor Navarro. O órgão funciona de segunda à sexta-feira, das 8h às 17h, sem intervalo para o almoço.

MaisPB com Secom JP 

Porto de Mariel em Cuba gera mais de 150 mil empregos no Brasil

Conforme informações publicadas nesta segunda-feira (27) pelo Blog do Planalto, as obras de modernização do Porto de Mariel e sua estrutura logística exigiram investimentos de US$ 957 milhões, sendo US$ 682 milhões financiados pelo Brasil e o restante aportados por Cuba. Isso proporcionou a centenas de empresas brasileiras a oportunidade de participar do empreendimento, mediante a exportação dos serviços que prestam e dos bens fabricados no Brasil.

 

Divulgação

Porto de Mariel em Cuba gera mais de 150 mil empregos no BrasilPorto de Mariel gera mais de 150 mil empregos no Brasil e US$ 800 milhões gastos integralmente na exportação de bens e serviços.

Para aprovação do crédito, o BNDES acordou com o governo cubano que, dos US$ 957 milhões necessários, pelo menos US$ 802 milhões fossem gastos no Brasil na compra de bens e serviços comprovadamente brasileiros.

CURTA o FOCANDO A NOTÍCIA no Facebook

O subsecretário-geral da América do Sul do Ministério das Relações Exteriores, embaixador Antonio José Ferreira Simões, o compromisso é o ponto mais importante da viagem presidencial a Cuba, e o empreendimento, que conta com papel importante do Brasil, levará a uma transformação do país caribenho.

“Um dos pontos mais importantes da visita da presidenta Dilma a Cuba será a inauguração do Porto de Mariel. Quando concluído, ele será o principal porto do Caribe. Junto a Mariel, será instalada uma zona econômica especial. Nessa zona econômica especial, nos moldes do que já existe na China, haverá um elemento muito importante, industrial, e esse componente industrial terá um elemento transformador muito importante em relação a Cuba”, afirmou.

Mauro Hueb, diretor-superintendente em Cuba da Odebrecht, empresa brasileira responsável pelas obras em sociedade com a Quality, companhia vinculada ao governo cubano, disse que “É importante ressaltar que US$ 800 milhões foram gastos integralmente no Brasil para financiar exportação de bens e serviços brasileiros para construção do porto e, como consequência disso, gerando algo em torno de 156 mil empregos diretos, indiretos e induzidos, quando se analisa que a partir de cada US$ 100 milhões de bens e serviços exportados do Brasil, por empresas brasileiras, geram-se algo em torno de 19,2 mil empregos diretos, indiretos e induzidos”.

Assista a entrevista do Blog do Planalto:

A zona que foi criada na região do Porto de Mariel é uma área equivalente a 450 km² que vai contar com toda a infraestrutura adequada para receber empresas de alta tecnologia e de tecnologia limpa. De acordo com Hueb, o governo brasileiro fez um trabalho de promoção da Zona Especial de Desenvolvimento de Mariel mundo afora e já começa a perceber a chegada de grupos empresariais para buscar negócios e investimentos no porto.

Cesário Melantonio Neto, embaixador brasileiro em Cuba, destacou os ganhos para o comércio internacional do Brasil com a maior inserção do país na América Central e no Caribe.

“O Porto de Mariel é importante para aumentar a inserção caribenha do Brasil. Evidentemente o Brasil tem uma inserção maior no nosso entorno regional, que é a América do Sul. O Brasil tem historicamente uma inserção menor na América Central e também no Caribe. Provavelmente, com a vinda de empresas brasileiras para se instalarem no Porto de Mariel, que é um porto que oferece uma série de vantagens fiscais, mais ou menos como o modelo das zonas de processamento de exportação (ZPE) no Brasil, com sistema de drawback, sem limite de remessas para múltiplos de dividendos, haverá uma maior presença comercial do Brasil, não só em Cuba, mas em toda a região. Essa que é a importância para o Brasil do Porto de Mariel”, disse.

Hipólito Rocha Gaspar, diretor-geral em Cuba da Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos) também destacou o impacto para as exportações brasileiras.
“Desde o momento que se decidiu fazer, há cinco anos atrás, isso tem implementado grandemente a presença brasileira no país, nas exportações. Com a obra de Mariel, mais, praticamente, 500 empresas se beneficiaram com essa obra, onde essa obra vai representar um momento diferente comercial de Cuba para o mundo. Eu acho que nós usaremos também Mariel para o crescimento das nossas exportações”, afirmou.

Segundo analistas econômicos, o fato de uma empresa brasileira participar ativamente da obra coloca o empresariado nacional em posição também privilegiada para investir nesse novo espaço comercial. Para estimular a atração de investimentos ao Porto de Mariel, a zona econômica especial oferecerá incentivos e regimes de tratamento especial aos concessionários e usuários. Estes incentivos abrangerão questões aduaneiras, tributárias, monetárias, bancárias e trabalhistas.

Da redação do Vermelho,
Com informações do Blog do Planalto

Criação de empregos formais em 2013 tem pior resultado em 10 anos

empregoA criação de empregos com carteira assinada em 2013 teve o pior resultado em dez anos, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados nesta terça-feira (21) pelo Ministério do Trabalho.

O ano passado somou 1,11 milhão de vagas formais criadas. Na comparação com 2012, quando foram gerados 1,3 milhão de postos, houve uma queda de 14,1%, informou o governo federal.

Os empregos em 2013 também ficaram distantes do recorde histórico de 2,54 milhões apurado em 2010. Em relação aos últimos 10 anos, o resultado superou apenas os de 2003, quando foram criadas 821 mil vagas de emprego com carteira assinada.

Apesar de os números serem ruins, o ministro do Trabalho, Manoel Dias, destacou a geração de mais de um milhão de empregos formais na economia brasileira no ano passado, ao mesmo tempo em que, segundo ele, milhões de trabalhadores estão sendo demitidos por conta da crise financeira internacional em outros países.

A expectativa do ministro do Trabalho é de aceleração na criação de empregos formais em 2014. Em sua visão, serão criados de 1,4 milhão a 1,5 milhão de vagas com carteira assinada neste ano.

Crise financeira
A queda acontece apesar de o governo ter tomado, nos últimos anos, medidas para estimular a economia brasileira e, também, a criação de vagas formais. Entre estas medidas estão as desonerações da folha de pagamentos, a redução do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) para empréstimos de pessoas físicas e as desonerações da linha branca e dos automóveis.

No ano passado, porém, o governo teve de reverter parte dos estímulos para conter a inflação. Por isso, o Banco Central subiu os juros de 7,25% para 10% ao ano no decorrer de 2013, e autorizou nova elevação, para 10,5%, neste mês.

O resultado da criação de empregos formais no ano passado, segundo economistas, também é influenciado pela crise financeira internacional, que tem mostrado efeitos na Europa, ao mesmo tempo em que a China tem registrado expansão inferior aos últimos anos. Nos Estados Unidos, há sinais do início de uma aceleração da economia.

“Tudo hoje está globalizado. Estamos conseguindo ainda o milagre de não sermos afetados por esta onda de desemprego no mundo inteiro”, afirmou o ministro do Trabalho. “Apesar da desaceleração [na geração de vagas formais em 2013], o mercado formal vem apresentado maior dinamismo, por cinco meses consecutivos, frente ao mesmo mês do ano anterior. O que nos dá indicativos de que vamos continuar crescendo neste ano (…) O Brasil é a vedete. Outros países querem saber como estamos criando tantos empregos”, declarou.

Setores em queda
Segundo o Ministério do Trabalho, o setor de serviços liderou a criação de empregos formais no ano passado. No entanto, o total de 546.917 postos abertos foi menor que os 666.160 de 2012. Na indústria de transformação, houve alta: 126.359 trabalhadores foram contratados com carteira assinada em 2013 contra 86.406 no ano anterior.

Houve queda em outros setores. A construção civil contratou 107.024 trabalhadores com carteira assinada em 2013 contra 149.290 em 2012. O setor agrícola gerou 1.872 empregos no último ano; em 2012 foram 4.976. O comércio abriu 301.095 vagas formais em 2013 contra 372.368 no ano anterior.

Distribuição por região
Considerando a distribuição de vagas entre as regiões do país, o destaque foi o Sudeste, com 476.495 postos formais abertos no ano passado, número menor que as 655.282 vagas abertas em 2012. Em segundo lugar, aparece a Região Sul, com 257.275 empregos criados, mais do que os 234.355 no ano anterior.

A Região Centro-Oeste abriu 127.767 postos de trabalho no último ano, contra 150.539 em 2012. A Região Nordeste criou 193.316 vagas formais em 2013, contra 190.367 no ano anterior, enquanto o Norte abriu 62.318 empregos com carteira assinada em 2013, menos que os 71.299 empregos em 2012.

Salário de admissão
O ministério informou ainda que os salários médios de admissão registraram uma alta real (acima da inflação) de 2,59% em 2013, passando de R$ 1.076,23 em 2012 para R$ 1.104,12 no último ano. O crescimento, entretanto, foi menor do que os 4,69% apurados em 2012.

G1

Geração de empregos formais cai pela metade de 2011 para 2012

desempregoA geração de empregos formais caiu pela metade de 2011 para 2012. No ano passado, foram criados cerca de 1,1 milhão de postos de trabalho – tanto em regime de carteira assinada quanto no serviço público. No período anterior, foram aproximadamente 2,2 milhões. O resultado de 2012 foi ainda pior se comparado ao de 2010, quando foram criados 2,8 milhões de empregos. Os dados são da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) 2012, divulgada hoje (11) pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

CURTA o FOCANDO A NOTÍCIA no Facebook

Em 2012, o emprego formal com carteira assinada tevecrescimento de 3,46%, com a criação de 1,3 milhão de postos. No serviço público, sob o regime estatutário, houve declínio de 1,76% dos vínculos empregatícios, com o fechamento de mais de 152 mil postos.

“Tal comportamento mantém a trajetória de crescimento do emprego ininterrupta, apontando uma perda de dinamismo, já detectada no ano de 2011. Tanto o emprego celetista quanto o estatutário evidenciaram comportamento mais desfavorável comparativamente ao ano anterior, dando continuidade ao processo de desaceleração ocorrido naquele ano”, informou o ministério em nota.

Para a pasta, o fechamento de postos no serviço público se deve ao declínio de contratações de servidores não efetivos, ao desaquecimento do mercado de trabalho e à dinâmica eleitoral, especialmente na administração pública municipal.

O ministério destacou que, apesar da perda de dinamismo na criação de postos de trabalho formais, indicada pela Rais de 2012, houve a manutenção das baixas taxas de desemprego. No ano passado, segundo a Pesquisa Mensal de Emprego (PME) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a taxa de desemprego atingiu 5,5% – o menor índice anual da série histórica, que começou em 2002.

Em 2012, a taxa de crescimento do emprego foi maior do que a do Produto Interno Bruto (PIB), assim como foi verificado em 2011. No ano passado, o PIB registrou crescimento de 0,9%, enquanto os postos de trabalho formais aumentaram 2,48% – o que, de acordo com o Ministério do Trabalho, é “amplamente favorável”. Em 2011, o PIB cresceu 2,7% e o emprego, 5,09%.

A Rais é um registro das declarações anuais e obrigatórias de todos os estabelecimentos existentes no país. Gerenciados pelo Ministério de Trabalho e Emprego, os dados são as principais fontes de informações sobre o mercado de trabalho formal brasileiro, sendo usados pelo governo na elaboração de políticas públicas.

Agência Brasil

Jornalismo é quarta pior profissão no Brasil, aponta pesquisa de site de empregos

O site de busca de empregos Adzuna.com realizou um estudo para descobrir os melhores e os piores empregos no Brasil. Baseada nas vagas anunciadas no site, a pesquisa analisou mais de duas mil profissões.

Crédito:Stock.XCHNG
Jornalista é a quarta pior carreira no Brasil
Segundo a Folha de S.Paulo, as funções foram consideradas a partir de diferentes critérios, incluindo potencial financeiro, ambiente de trabalho, competitividade e demanda de mercado. Os motoristas de ônibus e entregadores lideram o ranking dos piores trabalhos. Jornalismo aparece em quarto lugar.

CURTA o FOCANDO A NOTÍCIA no Facebook

O site justifica que esses profissionais lidam com prazos apertados, baixo potencial de aumento de salário, e uma longa e cansativa jornada de trabalho.Confira as listas completas das carreiras (com média de salário anual):

Profissionais com as piores atividades
1. Motoristas de ônibus (R$ 20 mil)
2. Entregadores (R$ 12 mil)
3. Assistentes de cozinha (R$ 14 mil)
4. Jornalistas (R$ 20 mil)
5. Policiais (R$ 30 mil)
6. Vendedores (R$ 25 mil)
7. Empregadas domésticas (R$ 15 mil)
8. Garçons (R$ 14 mil)
9. Assistentes sociais (R$ 26 mil)
10. Seguranças (R$ 23 mil)
Profissionais com as melhores atividades
1. Engenheiros (R$ 60 mil)
2. Profissionais de TI (R$ 40 mil)
3. Cirurgiões (R$ 50 mil)
4. Advogados (R$ 30 mil)
5. Veterinários (R$ 20 mil)
6. Profissionais administrativos (R$ 30 mil)
7. Atuários (R$ 30 mil)
8. Fisioterapeutas (R$ 25 mil)
9. Arquitetos (R$ 58 mil)
10. Dentistas (R$ 40 mil)
Redação Portal IMPRENSA

Dobra o número de empregos nos pequenos negócios paraibanos

 

Entre 2000 e 2011, mais de 82 mil pessoas foram contratadas por micro e pequenas empresas na Paraíba e salários cresceram 30%

 

empregoOs pequenos negócios, aqueles que faturam até R$3,6 milhões por ano, foram responsáveis pela geração de 82,2 mil novos empregos com carteira assinada, entre os anos 2000 e 2011, na Paraíba. Nesse período o total de empregos nessas empresas cresceu 106%, passando de 77,7 mil para 160,5 mil. Desta forma, as micro e pequenas empresas consolidam-se como os principais empregadores da economia formal, representando 56,8% da mão de obra empregada do Estado.

Os dados são do Anuário do Trabalho da Micro e Pequena Empresa, elaborado pelo Sebrae em parceria com o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), divulgados nesta terça (26). No país, os pequenos negócios são responsáveis por 52% da mão de obra empregada e, no mesmo período, foram criados 7 milhões de novos empregos com carteira assinada.

CURTA o FOCANDO A NOTÍCIA no Facebook

O bom desempenho das micro e pequenas empresas no período analisado confirmou sua importância para o equilíbrio da economia estadual. Em 2011, na Paraíba, os pequenos negócios foram responsáveis por 99,2% dos estabelecimentos, 56,8% dos empregos privados não agrícolas formais e por 49,7% da massa de salários.

O crescimento na oferta de trabalho trouxe ainda um efeito positivo nos salários pagos pelos pequenos negócios. No período, a remuneração real (descontada a inflação) dos empregados das MPEs cresceu 30%, passando de R$629, no ano 2000, para R$ 822, em 2011. Este resultado foi superior tanto ao crescimento da renda média real de todos os trabalhadores do mercado formal, quanto daqueles alocados nas médias e grandes empresas (aumento de 21%).

 

Número de empresas cresce quase 60% e comércio é principal atividade

No período de 2000 a 2011, as micro e pequenas empresas do Estado superaram a faixa dos 66 mil estabelecimentos. Nesse período, o número cresceu 59,6%, passando de 41,6 mil empresas em 2000, para 66,4 mil em 2011. Portanto, no período, houve uma criação de aproximadamente 24,8 mil novos estabelecimentos.

Em relação aos setores de atividade, o comércio manteve-se com o maior número na Paraíba, representando mais da metade do total. No entanto, a participação relativa do comércio caiu de 64,1% em 2000 para 61% em 2011. Nesse ano, havia 40,5 mil de micro e pequenas no comércio paraibano.

Já o setor de Serviços, não apenas se manteve como o segundo mais expressivo em números, como teve sua participação elevada. Em 2000, representavam 20,3% do total. Em 2011, passaram para 23%, com 15,3 mil empresas.

A indústria apresentou leve queda na sua participação relativa, saindo de 10% do total em 2000, para 9,2%, em 2011, com 6,1 mil MPEs na Paraíba. No sentido inverso, o setor da construção civil apresentou crescimento. Sua participação relativa subiu de 5,5% em 2000, para 6,8% em 2011. Neste ano, a Paraíba tinha 4,5 mil empresas desse setor.

 

A pesquisa

O Anuário do Trabalho tem base em diferentes fontes de informação. O objetivo é reunir um conjunto de dados sobre o perfil e a dinâmica do segmento dos pequenos negócios. A pesquisa utiliza informações da Relação Anual de Informações Sociais (Rais), registro administrativo do Ministério do Trabalho e Emprego, da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), da Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED), do Dieese e da Fundação Seade.

 

 

Assessoria Sebrae para o Focando a Notícia

2012: Para Dilma, novas vagas em universidades e empregos são destaque

Presidenta destacou também no programa de rádio Café com a Presidenta o aumento do salário mínimo para R$ 678

2012: Para Dilma, novas vagas em universidades e empregos são destaque Dilma também falou da importância do acordo sobre isenção de IR nas PLRs(Foto: Roberto Stuckert Filho/PR)

Brasília – A presidenta Dilma Rousseff fez no último dia 31 um balanço das ações do governo em 2012, destacando resultados como a criação de 1,77 milhão de empregos com carteira assinada entre janeiro e novembro e de mais 35 mil vagas nas universidades federais.

No programa semanal de rádio Café com a Presidenta, ela lembrou que, a partir de amanhã (1º) o valor do salário mínimo passa a ser de R$ 678, um aumento de 9%. “Estamos aumentando, a cada ano, o poder de compra dos trabalhadores, dos aposentados e dos pensionistas do INSS [Instituto Nacional do Seguro Social]. Além de justa, essa política é importante para o crescimento da economia e ela acaba beneficiando todos os brasileiros”, avaliou.

Outra ação destacada pela presidenta é a isenção de cobrança de Imposto de Renda para quem recebe até R$ 6 mil de participação nos lucros das empresas. Segundo Dilma, a medida era uma reivindicação das centrais sindicais e representa um estímulo aos trabalhadores que conseguiram negociar com as empresas a distribuição de parte do que elas lucraram ao longo do ano.

Dilma também falou sobre a decisão do governo de reduzir a conta de energia elétrica a partir de fevereiro do próximo ano. Ela lembrou que as tarifas cobradas no país estavam entre as mais elevadas do mundo. “Agora, com a redução, nós melhoramos a vida das pessoas e a nossa indústria vai ter melhores condições para produzir mais, porque vai ser mais competitiva no mercado internacional e vai aumentar também a sua produção no mercado nacional.”

Ao final do programa, Dilma fez votos aos brasileiros de um 2013 com muita prosperidade e alegria.

Paula Laboissière, da Agência Brasil
Focando a Notícia

Após pressão popular, shopping de Intermares é aprovado; 4,5 mil empregos

Uma sessão extraordinária realizada na noite da quinta-feira (13) na Câmara Municipal de Cabedelo terminou pela aprovação por 10 a 0 do projeto que autoriza o terreno em área comercial para construção do Shopping Center no bairro de Intermares.

Os veradores se justificaram sobre o aprovação da criação do shopping dizendo que foi em favor do interesse público.

A decisão aconteceu após uma repercussão negativa na sociedade que se mobilizou contra a primeira decisão, que impedia a construção em uma área comercial. Ela aconteceu na noite de terça-feira (11).

Mas nesta quinta-feira, os vereadores voltaram atrás e mantiveram o texto da prefeitura que libera a construção do centro comercial. O investimento será de R$ 220 milhões e deve gerar 1.500 empregos diretos durante sua implantação e mais de 4.500 após a conclusão.

O grupo que construirá o shopping prevê que o início das obras do Shopping Intermares inicie no primeiro trimestre de 2013 e a conclusão será em dois anos.

portalcorreio