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Pesquisa aponta que pequenos negócios geraram 53% das vagas de empregos em maio, na Paraíba

Pesquisa realizada pelo Sebrae-PB aponta a geração de 359 postos de trabalho por micro e pequenas empresas (MPE) do estado durante o mês de maio. O levantamento foi feito com base em dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).

Ainda conforme os dados, durante o mês de maio foram criadas, ao todo, 683 novas vagas de trabalho no estado, ou seja, 53% delas no universo dos pequenos negócios. As demais foram geradas pelas médias e grandes empresas (319) e pela administração pública (5).

O levantamento realizado pelo Sebrae também indica que foi o setor de serviços o principal responsável pela criação de novas vagas de emprego (201) nas micro e pequenas empresas. Conforme os números, também se destacaram a indústria de transformação, que criou 137 vagas, e a construção civil, segmento em que foram abertos 109 postos de trabalho.

Em relação aos municípios, os dados indicam que os principais geradores de vagas no mês de maio, no universo dos pequenos negócios, foram Pedras de Fogo (147), Sousa (124), Alhandra (119), João Pessoa (44) e Conceição (33).

Acúmulo positivo – Além dos dados positivos do mês de maio, os números do Caged também indicam um bom desempenho dos pequenos negócios no acumulado do ano. Segundo o levantamento, de janeiro a maio de 2019 as MPE geraram 1.654 vagas de emprego, enquanto as médias e grandes empresas apresentaram saldo negativo de 8.601 postos de trabalho.

Avaliação – Para a gerente de Estratégia do Sebrae Paraíba, Ivani Costa, os pequenos negócios têm sido decisivos para a obtenção de um saldo positivo na geração de empregos no estado. “Atualmente, as pequenas empresas, tentando driblar a crise, buscam aproveitar as oportunidades em nichos de mercado específicos. Nesse sentido, elas acabam necessitando e contratando nova mão de obra”, pontuou.

Além disso, Ivani também destacou que “nas crises perder gente na micro e pequena empresa é pior do que na média e, sobretudo, na grande empresa. Então, os pequenos negócios têm essa característica, eles contratam quando precisam e praticamente não dispensam. Até porque uma dispensa numa grande empresa é só mais uma, enquanto que na pequena empresa a demissão acaba gerando um desfalque”.

 

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PB gerou mais de 1,2 mil empregos; Comércio lidera contratações

A Paraíba registrou um saldo positivo de 1.256 vagas de emprego durante o mês de novembro. No mesmo período do ano passado, o estado havia fechado o mês com saldo negativo de 347 vagas.

Segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado nesta quarta-feira (17), o setor que mais contratou foi o Comércio, seguido dos Serviços e Indústria da Informação.

João Pessoa e Campina Grande, as duas maiores cidades do estado, lideram o ranking de admissões. Já Monteiro e Santa Rita foram os municípios que demitiram mais do que contrataram no mês.

Seguindo os dados anuais, a Paraíba registrou o saldo negativo de 2,6 mil postos de trabalho.

MaisPB

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Empregos na crise oferecem renda menor e sem proteção

empregoPara conseguir um emprego hoje no Brasil, em geral é preciso ter menos de 24 anos de idade, aceitar ganhar menos e se conformar com um regime de trabalho frágil, sem a proteção oferecida por vagas que têm carteira assinada.

Análise feita pela Folha em estatísticas do Ministério do Trabalho mostra que os contratados com carteira assinada estão recebendo, em média, 21% menos do que os demitidos da mesma ocupação.

Essa desvantagem também foi observada em anos anteriores, mas a diferença atual é o dobro da verificada nos anos dourados do mercado de trabalho no início da década, quando a taxa de desemprego despencou e a economia brasileira gerava milhões de empregos por ano.

As novas vagas, segundo as estatísticas do IBGE, estão predominantemente no mercado informal, sem carteira de trabalho assinada. No mercado formal, conforme os registros do Ministério do Trabalho, as contratações só superam as demissões entre trabalhadores com até 24 anos.

A retração da atividade, que abateu a economia em meados de 2014, começou a pesar no mercado de trabalho em 2015, quando 1,5 milhão de vagas com carteira assinada foram destruídas. O prolongamento da recessão, no ano passado, abateu mais 1,3 milhão de empregos.

Isso afetou a remuneração oferecida aos que conseguem trabalho. “Quando o mercado está bombando, aumenta a disputa pelos melhores trabalhadores, e as pessoas saem de seus empregos para ganhar mais. Hoje, se uma pessoa é demitida ganhando R$ 1.000, fica feliz da vida em conseguir uma vaga por R$ 800”, afirma Hélio Zylberztajn, professor da USP e coordenador do Salariômetro, da Fipe (Fundação Instituto de Pesquisa Econômica).

Em 2013, antes de o país mergulhar na atual recessão, quase metade das 2.465 ocupações monitoradas pelo Ministério do Trabalho geraram postos de trabalho. No ano passado, foi verificada criação de vagas em um quinto das 2.497 ocupações analisadas.

SOBRANDO GENTE

Mas o achatamento salarial atingiu até as que geraram empregos. Entre as 30 ocupações que mais criaram vagas em 2016, quem foi contratado recebeu em média 4,5% menos do que os trabalhadores demitidos. Para operadores de telemarketing, por exemplo, a diferença chegou a 12%.

“Estamos vivendo o oposto do que aconteceu lá atrás, quando as empresas tinham que contratar até pessoas que não tinham qualificação adequada. Agora está sobrando gente”, afirma Zylberztajn.

O cenário revelado pelos números foi encontrado pela analista de recursos humanos Ceciliana Gomes de Andrade, 29, na sua busca por trabalho. Mesmo com formação superior, ela não conseguiu mais do que bicos de garçonete desde que ficou desempregada, há oito meses.

“O piso de um assistente de recursos humanos é R$ 1.200, mas estou fazendo entrevistas para operadora de telemarketing, que paga de R$ 880 a R$ 917”, diz. “Nem isso estou conseguindo”.

Andrade conta que, à medida que as vagas se escassearam, os empregadores aumentaram as exigências. “Querem contratar o melhor dos melhores candidatos pagando menos”, explica. “No meu caso, exigem experiência, e não trabalho com telemarketing desde 2009, quando entrei na faculdade e consegui um emprego melhor.”

O marido dela também perdeu o emprego que tinha registrado na carteira. Trabalhava como chapeiro numa padaria e agora faz bico para um restaurante popular, tentando atrair clientes nas ruas.

Folha de São Paulo

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Pequenos negócios geram empregos pelo segundo mês seguido

Dados do Ministério do Trabalho e Emprego indicam que as micro e pequenas empresas paraibanas voltaram a contratar

 desempregoAs micro e pequenas empresas paraibanas voltaram a ter saldo positivo de empregos pelo segundo mês consecutivo. Elas geraram 905 novas vagas de trabalho, enquanto que as médias e grandes empresas demitiram 338 trabalhadores, no último mês de setembro deste ano, na Paraíba. No país, os dados também são positivos para a criação de empregos nos pequenos negócios. Os números fazem parte do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho e Emprego.

Em agosto, as micro e pequenas empresas paraibanas também tiveram um saldo positivo, com 755 novos empregos. Nestes dois meses, foram mais de 1,6 mil empregos criados por estas empresas. Os sete primeiros meses do ano (janeiro a julho), no entanto, o saldo de empregos nos pequenos negócios vinha sendo negativo, aqui no Estado. Para o superintendente do Sebrae Paraíba, Walter Aguiar, estes resultados nos últimos meses apresentados pelo Ministério do Trabalho são mais uma prova de que a recuperação do mercado de trabalho passa pelas micro e pequenas empresas.

“Há uma perspectiva positiva, de melhoria da economia, a partir das micro e pequenas empresas. Com o aumento do nível de confiança dos empresários, há uma tendência de reaquecimento nas vendas nos próximos meses”, destacou Walter Aguiar. Ele lembrou que o Índice de Confiança de Pequenos Negócios (ICPN), apresentado em junho, mostrou que a expectativa de aumento do faturamento e da estabilidade do pessoal ocupado, na Paraíba, foi superior que a média nacional.

“Os pequenos negócios têm grande importância para o desenvolvimento da economia do nosso Estado”, disse. Eles são responsáveis por 56% dos empregos formais da Paraíba e por gerar quase 30% do Produto Interno Bruto (PIB) do Estado. Os pequenos negócios representam 99% do universo empresarial da Paraíba e somam mais de 130 mil empreendimentos.

“Apesar de ainda estarmos passando por um momento de dificuldade econômica, muitos empresários continuam inovando e crescendo. O Sebrae fomenta esse crescimento, oferecendo cursos, consultorias, palestras, eventos e orientações em todo o Estado”, disse o superintendente.

Ainda de acordo com os dados do Caged de setembro de 2016, dos 27 estados da federação, 16 apresentaram saldo positivo na geração de empregos nas micro e pequenas empresas. Nesse ranking do saldo de empregos gerados pelas MPEs, a Paraíba ficou em oitavo lugar.


SEBRAE PARAÍBA

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Paraíba gera 2º maior saldo de empregos do país em agosto

desempregoMesmo em cenário agravado pela forte recessão econômica, a Paraíba voltou a ser destaque na geração de empregos com carteira assinada no país. Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados nesta sexta-feira (23) pelo Ministério do Trabalho, mostram que o Estado gerou 5.905 vagas no mês de agosto, o segundo maior saldo do país. O desempenho ficou atrás apenas de Pernambuco (9.887) entre as 26 unidades de federação e do Distrito Federal. Já o país manteve saldo negativo, no último mês, com 33.953 postos.

Segundo dados do Caged, o saldo positivo de agosto da Paraíba foi puxado pelo maior volume de contratações nos setores da agropecuária (2.921), da indústria de transformação (2.710) e de serviços (520). Foi o melhor agosto em geração de vagas do Estado dos últimos três anos, potencializado pelo início da safra da zona canavieira e da fabricação de etanol e açúcar pelas usinas.

Os municípios paraibanos que mais contribuíram com contratações foram Mamanguape (1.224), Santa Rita (1.078) e Sousa (105). Já a capital paraibana liderou a queda do emprego no mês de agosto com saldo negativo de 143 vagas.

Cenário regional – A Paraíba foi responsável por 30% dos 19.903 empregos gerados nos nove Estados do Nordeste em agosto. A região apresentou o maior saldo do país no último mês. O Sul registrou apenas 1.857, enquanto Sudeste (-50.862), Centro-Oeste (-2.586) e Norte (-1.825) apresentaram saldo negativo.

O país manteve a trajetória de queda pelo 17º mês seguido. Em agosto, o saldo negativo de 33.953 vagas foi oriundo de 1,253 milhão de admissões contra 1,287 milhão de desligamentos. No acumulado do ano, o nível de emprego formal apresentou declínio de 651,288 mil postos de trabalho. A Paraíba registrou em oito meses saldo negativo -7,769 mil, o menor entre os nove estados do Nordeste. A região acumula perdas de 204,9 mil vagas.

Entre os Estados, a maior queda no nível de emprego formal foi registrada no Rio de Janeiro, com o fechamento de 28.321 vagas, dados influenciados também pelo fim dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos. Também houve perda de vagas em Minas Gerais (-3.121), devido o fim do ciclo de produção de café, e Espírito Santo (-4.862).

Secom-PB

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Brasil perde quase 34 mil empregos com carteira em agosto

carteira_de_trabalhoO Brasil perdeu 33.953 vagas de trabalho com carteira assinada em agosto, número menor do que o registrado em julho (-94.724) e também em agosto de 2015 (-86.543).

Os dados são do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) e foram divulgados pelo Ministério do Trabalho nesta sexta-feira (23).

O resultado considera o saldo de vagas, ou seja, o total de demissões (1.287.681) menos o de contratações (1.253.728) no período.

No acumulado do ano, o nível de emprego formal apresentou queda de 1,64%, correspondendo à perda de 651.288 postos de trabalho. Nos últimos 12 meses, o recuo foi de 1.656.144 empregos.

O resultado de agosto foi pior do que o esperado por analistas. Pesquisa da agência de notícias Reuters indicava a perda de 32 mil empregos no mês passado.

Rio de Janeiro tem maior queda

A maior queda no nível de emprego formal foi registrada no Rio de Janeiro, com o fechamento de 28.321 vagas, impactado pelo ramo comércio e administração de imóveis (-8.395) e serviços de alojamento e alimentação (-4.452), dados influenciados também pelo fim dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos Rio 2016, segundo o ministério.

Também houve também perda de vagas em Minas Gerais (-13.121), devido o fim do ciclo de produção de café, e Espírito Santo (-4.862).

De acordo com a pesquisa, 13 Estados tiveram resultado positivo, com destaque para Pernambuco (9.035 novas vagas ), impulsionado pelo desempenho da indústria de produtos alimentícios (7.016).

Indústria e comércio contratam

Segundo a pesquisa, três setores de atividade econômica apresentaram saldo positivo de geração de empregos no mês: a indústria de transformação (6.294 novas vagas), o setor de comércio (888) e o setor de extrativa mineral (366).

IBGE faz pesquisa diferente

Os dados divulgados hoje pelo Ministério do Trabalho consideram apenas os empregos com carteira assinada.

Existem outros números sobre desemprego apresentados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), que são mais amplos, pois levam em conta todos os trabalhadores, com e sem carteira.

A Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) Contínua mensal registrou que o Brasil tinha, em média, 11,6 milhões desempregados no segundo trimestre de 2016.

(Com Reuters)

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Tribunal de Contas investiga ’empregos’ de Samuka Duarte, da filha e esposa, sem trabalhar, em Santa Rita

ConselheiroFábioNogueira_TCE-PBAlvo de uma ação de improbidade administrativa na Justiça, o apresentador da TV Correio/Record, Samuka Duarte, também está sendo investigado pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE) sobre uma denúncia feita pelos vereadores João Batista Gomes de Lima Junior e Aurian de Lima Soares, da cidade de Santa Rita, de que estaria recebendo salários mensais da prefeitura do município sem a devida prestação dos serviços. Além de figurar como fantasma, ele contaria com alguns parentes que receberiam sem trabalhar, a exemplo de sua filha Wendyane Grayce de Sousa Henrique, sua esposa, Mayara Rachel Queiroga da Cunha, e seu sobrinho Jefferson Ulisses Henrique da Silva.

Os vereadores afirmam que tal prática serve como forma de “patrocínio” do prefeito Reginaldo Pereira ao denunciado, para que este promova defesa ferrenha e irrestrita à gestão municipal, além de promover ataques diários, inclusive pessoais, aos opositores políticos do prefeito e seu grupo nos programas que apresenta nas emissoras do Sistema Correio de Comunicação (rádio e TV).

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A denúncia no TCE tramita desde setembro de 2013 e está sob a relatoria do conselheiro Fábio Nogueira. De acordo com os vereadores, apesar de ter vínculo com a prefeitura de Santa Rita, na função de professor, não existe notícia nos últimos dez anos de que Samuka tenha prestado serviço ao município, nem tampouco está à disposição de outro órgão ou secretaria, recebendo vencimentos como se estivesse na ativa.

“Frise-se que os vencimentos ora pagos pelo Poder Executivo ao denunciado são de origem do Fundeb (recursos federais), e não é admissível que este tipo de vício se perpetue por mais tempo nos dias atuais”, afirmam os vereadores.

O caso foi analisado pela 1ª Câmara do Tribunal de Contas na sessão do dia 4 de setembro de 2014. Na época, o relator do processo era o conselheiro Umberto Porto, hoje aposentado. Em seu voto, ele destacou que a prefeitura de Santa Rita foi notificada para prestar os esclarecimentos, tendo inclusive solicitado prorrogação de prazo, mas deixou o prazo correr sem qualquer manifestação. Em vista disso, foi dado um novo prazo, de 30 dias, para que a prefeitura apresente documentos que comprovem efetivamente a frequência de Samuka Duarte.

JUSTIÇA

Na última segunda-feira, o juiz Gustavo Procópio Bandeira de Melo, da 5ª Vara Mista da Comarca de Santa Rita, decretou o bloqueio de bens de Samuka Duarte, atendendo a um pedido do Ministério Público Estadual, que moveu uma ação de Improbidade Administrativa, através da Promotoria de Defesa do Patrimônio Público de Santa Rita, na qual acusa o radialista de acumular até cinco empregos na administração pública. De acordo com os autos, o réu manteve recebimento cumulativo de remunerações extraídas dos cofres públicos, a partir de acúmulo ilegal desses trabalhos no Estado e em prefeituras.

“Tenho a consciência limpa e a tranquilidade de quem não agiu de má-fé. Repito: nunca recebi sem trabalhar”

Samuka Duarte, apresentador da TV Correio

“É humanamente impossível a qualquer mortal exercer, simultaneamente, cinco cargos públicos, em cinco cidades diferentes. Admitir licitamente tal acumulação, é alçar o demando ao glorioso panteão supra-humano das ultrapassadas divindades mitológicas”

Gustavo Procópio, juiz

MTE diz que geração de empregos na PB é a segunda maior do Brasil em 2014

EMPREGOA Paraíba registrou um crescimento de 4,07% no números de empregos formais sobre o estoque acumulado em 2014. Com isso, o estado conseguiu a segunda maior variação relativa do país na geração em empregos no período. Dados do Ministério de Trabalho e Emprego (MTE) mostram que o Estado gerou um saldo de 16.590 vagas em 2014 sobre o estoque acumulado de 407.226 postos até 2013.

Segundo a pesquisa, o país teve variação média relativa de apenas 0,96% em 2014. No ranking nacional, cinco dos dez melhores índices do país vieram da Região Nordeste. A Paraíba liderou o índice na Região, seguida pelo Ceará (4,02%) e o Piauí, que ficou em terceiro lugar.

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Para o secretário do Planejamento, Orçamento, Gestão e Finanças da Paraíba, Tárcio Pessoa, o desempenho positivo é fruto de investimentos para proporcionar as condições de geração de novos postos de emprego. “A Paraíba vem se destacando pelo crescimento industrial, além da ascensão salarial. Os indicadores econômicos mostram que estamos fazendo bem nosso trabalho”, falou.

 

portalcorreio

PB fecha 2014 com 16,3 mil novos empregos, o terceiro melhor resultado do Nordeste

Carteira de trabalhoA Paraíba fechou 2014 com o terceiro melhor saldo do Nordeste nos empregos formais gerados. Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados nesta sexta-feira (23) pelo Ministério do Trabalho e Emprego, mostram que o estado criou 16.326 empregos formais no acumulado dos doze meses do ano passado, alta de 10,42% sobre o ano anterior (14.785).

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O resultado coloca a Paraíba entre os três estados que mais geraram empregos na Região Nordeste, atrás apenas do Ceará (47.372) e da Bahia (22.008) no ano passado.

De acordo com os dados do Caged, a expansão de empregos no ano passado na Paraíba veio dos setores de serviços (10.148 postos), do comércio (4.665 postos) e da construção Civil (1.056). Em 2014, todas as oito atividades registraram saldo positivo como indústria de transformação, agropecuária, indústria extrativa, serviços de utilidade pública e administração pública. É a primeira vez que todas as atividades apresentaram saldo positivo.

No cenário municipal, as cidades de João Pessoa (11.777), Campina Grande (5.936), Cabedelo (1.602) e Santa Rita (918) foram as que mais geraram empregos, no ano passado.

Em 2014, a Paraíba gerou 16,40% dos empregos gerados no Nordeste (99.522). Somado aos empregos gerados ainda pelos Estados do Ceará e da Bahia, os três concentraram 86,11% da Região.

Na comparação com estados do Sudeste, o dinamismo do saldo de emprego da Paraíba, no ano passado, ficou à frente também de Minas Gerais (15.437) e do Espírito Santo (10.113).

 

portalcorreio

Criação de empregos formais cai 64% em 2014, para 396,9 mil vagas

O país gerou 396.993 vagas de empregos formais em 2014, segundo os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego nesta sexta-feira (23).

O número de empregos criados em todo ano passado representa uma queda de 64,4% em relação às vagas abertas em 2013 – que somaram 1,11 milhão. O recorde de geração de empregos formais, para um ano fechado, aconteceu em 2010, quando foram criadas 2,54 milhões de vagas.

O resultado de 2014 foi o pior para um ano, considerando a série ajustada do Ministério do Trabalho, que tem início em 2002. Na série sem ajustes, é o pior resultado desde 1999, quando foram fechadas (demissões acima de contratações) 196 mil vagas formais de trabalho, segundo números do Ministério do Trabalho.

Foi um ano atípico. Um ano de Copa, um ano de eleições. Um ano de crise mundial. Isso tudo certamente influenciou na criação de novos empregos”
Manoel Dias, ministro do Trabalho

Vagas abertas ficaram abaixo da expectativa
O número do ano passado também ficou bem distante da estimativa do ministro do Trabalho, Manoel Dias, divulgada até meados de 2014. A previsão do ministro era de que seriam abertas, pelo menos, um milhão de vagas formais no último ano.

“Foi um ano atípico. Um ano de Copa, um ano de eleições. Um ano de crise mundial. Isso tudo certamente influenciou na criação de novos empregos”, afirmou o ministro do Trabalho, Manoel Dias, nesta sexta-feira em Florianópolis (SC).

Para este ano, Dias afirmou que o resultado será positivo: “Em 2015, não haverá queda no emprego. Pode haver flutuações, mas o saldo será positivo”, apontou.

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Ele descartou, ainda, reflexos por conta da crise da Petrobras, afetada por denúncias de corrupção: “O Brasil não vai parar, e os empregos não vão cessar pela questão da Petrobras. Eu, se tivesse ações para investir agora, investiria na empresa, para longo prazo”, afirmou.

Foram fechados 555 mil empregos formais em dezembro de 2014 (Foto: G1)

Mês de dezembro
Somente no mês de dezembro, ainda de acordo com dados oficiais, houve o fechamento (demissões superaram contratações) de 555,5 mil empregos com carteira assinada. O mês de dezembro tradicionalmente registra demissões.

O ano passado, porém, registrou o pior resultado para um mês de dezembro desde 2008 – quando houve o fechamento de 655 mil postos formais de emprego. Naquele momento, a economia enfrentava a crise financeira internacional, “inaugurada” em setembro de 2008 com o anúncio de concordata do banco norte-americano Lehman Brothers.

Ano de 2014 por setores
O setor de serviços foi o que mais gerou postos de trabalho no ano passado. Foram 476.108 vagas, o que representa uma queda de 13% em relação ao número de empregos gerados em 2013 (546.917 vagas).

O comércio, por sua vez, gerou 180.814 vagas em 2014, o que representa um recuo de 40% em relação às vagas abertas em 2013 (301.095 empregos), enquanto que na administração pública foram 8.257 novos postos em 2014 – o que representa uma queda de 63,8% em relação ao patamar do ano anterior (22.841 vagas).

Na outra ponta, a indústria de transformação foi a que mais demitiu: o setor cortou 163.817 postos de trabalho. Em 2013, a indústria havia aberto 126.359 empregos com carteira assinada. Foi a primeira vez, pelo menos, desde 2002 que a indústria registrou demissões líquidas (acima do volume de contratações).

Segundo Manoel Dias, os cortes na indústria foram resultado da globalização e da falta de modernização das indústrias.

Houve cortes de emprego também na construção civil (-106.476) em 2014, algo que não acontecia desde 2003, contra a abertura de 107.024 em 2013. A indústria extrativa mineral também registrou 2.348 demissões em 2014, contra a abertura de 2.680 vagas no ano anterior. A agropecuária demitiu 370 trabalhadores no ano passado, enquanto que, em 2013, tinha aberto 1.872 vagas. Pelo menos, desde 2002, a indústria extrativa mineral e a agropecuária não faziam demissões no Brasil.

“Esse comportamento demonstra a continuidade na redução do ritmo de crescimento de postos de trabalho formal, iniciada em anos anteriores. De fato, a partir de 2010, o nível de emprego formal vem apresentando um arrefecimento no ritmo de expansão de postos de trabalho”, informou o Ministério do Trabalho.

Regiões do país em 2014
Segundo números oficiais, o emprego formal cresceu em todas as regiões do país no ano passado. Entretanto, o ritmo de abertura de vagas também desacelerou (cresceu menos) em quatro das cinco regiões do país em 2014.

Em 2014, a Região Sudeste 121.689 empregos com carteira assinada, em comparação com 476.495 no ano anterior. Ao mesmo tempo, a Região Sul abriu 257.275 no último ano (contra 234.355 em 2013).

A região Centro-Oeste foi responsável pela abertura de 39.335 postos formais de emprego de em 2014, em comparação com a criação de 127.767 vagas no ano anterior, enquanto que a Região Norte teve a abertura de 17.652 postos de trabalho com carteira assinada no ano passado (contra 62.318 em 2013).

A Região Nordeste, por sua vez, registrou a abertura de 99.522 empregos com carteira em 2014, contra 193.316 vagas abertas no ano anterior.

 

G1 PB