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Flu abre o placar, sofre empate, mas segura Fla e se garante na final

O Fluminense está na final da Taça Rio! Com a vantagem do empate por ter tido a melhor campanha na fase de grupos, o time tricolor abriu o placar, sofreu um gol no fim, mas segurou o ímpeto rubro-negro e garantiu a vaga na decisão. Gum, ainda no primeiro tempo, balançou a rede para a equipe de Abel Braga, enquanto Everton Ribeiro, perto do fim do duelo, deixou tudo igual: 1 a 1.

Fluminense 1 x 1 Flamengo: as imagens no clássico
Fluminense 1 x 1 Flamengo: as imagens no clássico

Foto: LUCAS MERÇON / FLUMINENSE F.C. / LANCE!

Agora, o time das Laranjeiras vai encarar o Botafogo – que venceu o Vasco na outra semifinal – no domingo, no Maracanã, em jogo que, mais que o título, vale a vantagem para a semifinal do Campeonato Carioca.

PASSADO 
Como esperado, neste primeiro encontro entre Dourado e a torcida do Flu, outrora do mesmo lado, não foi nada amistoso e pôde-se ouvir de tudo vindo da arquibancada. Pelo lado rubro-negro, houve resposta.

TRUNCADO 
Com o gramado castigado pela chuva (e jogo no dia anterior), o primeiro tempo foi equilibrado, mas, praticamente, entre as intermediárias. Chances claras, uma para cada lado: Dourado parou em grande defesa de Júlio César e Ayrton Lucas quase contou com o desvio da zaga, mas a bola foi para fora.

GOL E HOMENAGEM
Nos acréscimos, após cobrança de escanteio, Gum, de cabeça, abriu o placar e homenageou Noah, filho que está por vir.

O QUE É ISSO?
O panorama não mudou muito no segundo tempo. Até piorou. Em certo momento, o jogo virou um “pega pra capar”, com chegadas mais fortes e nenhum futebol arte.

MUDANÇA
A entrada de Vinícius Jr. na vaga de Renê – Everton Ribeiro foi para a lateral -, no intervalo, fez com que o lado esquerdo do Flamengo ficasse mais perigoso, mas logo o Fluminense conseguiu e neutralizar o adversário.

QUASE 
O Fla quase empatou com Jonas, de cabeça, em lance que Júlio César salvou. Já o Flu, poderia ter ampliado, mas Gilberto, depois de contra-ataque, mandou para longe.

ANULOU 
Gum chegou a marcar novamente, mas a arbitragem assinalou posição irregular do zagueiro.

INCENDIOU 
Quase no fim, Everton Ribeiro aproveitou rebote e marcou um bonito gol, incendiando time e torcida. Depois disso, o Flamengo foi para o tudo ou nada, mas o Flu segurou o adversário e saiu com a vaga.

FICHA TÉCNICA
FLUMINENSE 1 X 1 FLAMENGO

Data-Hora: 22/03/2018 – às 20h (de Brasília)
Local: Estádio Nilton Santos, Rio de Janeiro (RJ)
Árbitro: Maurício Machado Coelho Junior (RJ)
Auxiliares: Dibert Pedrosa Moises (RJ) e Eduardo de Souza Couto (RJ)
Público/renda: 16.923 pagantes / R$ 548.310,00
Cartões amarelos: Pedro e Júlio César (FLU); Éverton Ribeiro, Jonas e Réver (FLA)
Cartões vermelhos: 
Gols: Gum (46’/1ºT – 1×0) e Everton (40’/2ºT – 1×1)

FLUMINENSE: Júlio César; Renato Chaves, Gum e Ibañez; Gilberto, Jádson, Richard (Douglas, 27’/2ºT), Ayrton Lucas e Sornoza; Marcos Júnior (Pablo Dyego, 12’/2ºT) e Pedro (Marlon, 39’/2ºT). Técnico: Abel Braga.

FLAMENGO: Diego Alves; Rodinei, Réver, Juan e Renê (Vinicius Júnior, intervalo); Jonas, Diego e Lucas Paquetá; Everton Ribeiro (Cuéllar, 22’/2ºT), Everton e Henrique Dourado (Felipe Vizeu, 32’/2ºT). Técnico: Paulo César Carpegiani.

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Vasco e São Paulo ficam no empate em São Januário

Em um jogo que não foi bom para as pretensões de ambos, Vasco e São Paulo empataram em 1 a 1 em São Januário, neste domingo, pela 34ª rodada do Brasileirão. Em jogo que marcou o reencontro com sua torcida na Colina Histórica, que lotou o estádio, o Cruz-Maltino chegou ao terceiro empate seguido em casa e perdeu mais uma chance de entrar no G7 do campeonato. Já o Tricolor paulista não chegou na pontuação estipulada para ficar livre de qualquer risco de rebaixamento.

Equipes empataram em 1 a 1 em São Januário, neste domingo, pelo Brasileiro (Paulo Fernandes/Vasco.com.br)
Equipes empataram em 1 a 1 em São Januário, neste domingo, pelo Brasileiro (Paulo Fernandes/Vasco.com.br)

Foto: LANCE!

Os visitantes saíram na frente com Marcos Guilherme, e os donos da casa igualaram o placar com Caio Monteiro.

A partida começou equilibrada, com as duas equipes muito bem postadas em campo. O Cruz-Maltino adiantou as linhas e dificultava a saída de bola do Tricolor paulista, que por sua vez estava bem compactado e não dava espaços.
Empurrado por seus torcedores em casa, o Vasco passou a se lançar mais no ataque. Porém, apesar de ter a bola, pouco ameaçava o gol de Sidão.

Depois da parada técnica para hidratação, o jogo melhorou. Nenê bateu falta com categoria da entrada da área e quase abriu o placar. Na sequência, o São Paulo assustou em contra-ataque e fez sua primeira finalização do jogo, aos 34 minutos.

Maicosuel partiu pela esquerda e bateu com perigo para fora. O gol tricolor saiu logo depois. Aos 39 minutos, Jean vacilou e foi desarmado por Marcos Guilherme na frente da área. O meia-atacante avançou e emendou um chutaço de fora, que Gabriel Felix não conseguiu defender.

Atrás no placar, o Cruz-Maltino se lançou ao ataque e ainda ameaçou em cabeçadas de Gilberto e Madson, mas foi para o intervalo perdendo.

Zé Ricardo voltou para o segundo tempo com Evander no lugar de Gilberto, deixando o Vasco mais ofensivo e melhor na partida. O jovem meia assustou Sidão em cobrança de falta. Paulinho e Andrés Rios também tiveram chances, mas mandaram para fora.

O São Paulo se fechava para sair no contra-ataque, mas não conseguia encaixar. Enquanto isso, Sidão garantia atrás, como em boa defesa em chute de Caio Monteiro. De tanto pressionar, o Cruz-Maltino chegou ao empate aos 30 minutos. Andrés Rios chutou, a bola desviou em Rodrigo Caio e sobrou para Caio Monteiro estufar a rede.

O Vasco ainda teve algumas chances, mas não aproveitou algumas e em outras parou em grandes defesas de Sidão.

FICHA TÉCNICA

VASCO 1 X 1 SÃO PAULO

Local: São Januário, no Rio de Janeiro (RJ)
Data: 12/11/2017 – 17h (de Brasília)
Árbitro: Leandro Pedro Vuaden – RS (CBF)
Assistentes: Jose Eduardo Calza e Mauricio Coelho Silva Penna (ambos do RS)
Público e renda: 16.439 pagantes / R$ 519.815,00
Cartões amarelos: Arboleda, Edimar (SPO); Henrique (VAS)
Cartão vermelho: Militão, aos 38’/2ºT
Gols: Marcos Guilherme, aos 39’/1ºT (0-1); Caio Monteiro, aos 30’/2ºT (1-1)

VASCO: Gabriel Félix, Madson, Rafael Marques, Paulão e Henrique; Jean (Wagner, aos 28’/2ºT), Gilberto (Evander, no intervalo), Yago Pikachu (Caio Monteiro, aos 18’/2ºT) e Nenê; Paulinho e Andrés Ríos. Técnico: Zé Ricardo

SÃO PAULO: Sidão, Militão, Arboleda, Rodrigo Caio e Edimar; Jucilei, Petros, Hernanes e Maicosuel (Lucas Fernandes, aos 20’/2ºT); Marcos Guilherme (Aderllan, aos 40’/2ºT) e Pratto (Gilberto, aos 29’/2ºT). Técnico: Dorival Júnior

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Flu sai na frente, toma virada da Chape, mas arranca empate no fim

NELSON PEREZ/FLUMINENSE F.C.
Foto: LANCE!

Não foi nesta segunda-feira que o Fluminense venceu a Chapecoense. No Giulite Coutinho, os times fizeram um jogo para lá de movimentado e que terminou de forma dramática. O empate de 3 a 3 saiu com o Tricolor das Laranjeiras marcando já nos acréscimos da etapa final, com Marcos Junior.

Sem Dourado – poupado com dores na virilha esquerda -, coube a Richarlison abrir o placar logo antes dos dois minutos. O gol saiu após boa troca de passes. Scarpa recebeu na entrada da área e deu passe para o camisa 70, que finalizou cruzado, sem chance para Jandrei.

A vantagem fez mal ao time de Abel. A Chape acordou e passou a dominar as ações ofensivas, apesar de terminar o primeiro tempo com menor posse de bola. Rossi, após ganhar dividida de Reginaldo, invadiu a área e deslocou Júlio César: 1 a 1.

A partir daí, o confronto ficou aberto, com seguidas chances para os dois lados. Com dificuldade na saída de bola, o Flu só criou nas bolas aéreas. Por duas vezes, Henrique subiu livre na área, mas cabeceou mal.

A virada veio em uma jogada característica da equipe de Vagner Mancini. Reinaldo cobrou lateral na área, Girotto ganhou a primeira bola e Artur Cayke subiu livre para colocar a bola na rede do Fluminense.

Léo, que tenta repetir o feito de Reinaldo no Tricolor há tempos – sem sucesso até agora -, foi sacado no intervalo por Abel. Wellington Silva entrou muito bem em seu lugar.

A entrada do camisa 11 deu ao Flu a criatividade que faltou na etapa inicial. Os volantes da Chape não deram espaços para Scarpa criar, mas Wellington encontrou liberdade pela esquerda. Na segunda vez que partiu para cima de Diego Renan, o atacante deixou o marcador para trás e cruzou. Pedro mergulhou e tocou de peito para deixar tudo igual

Quando Rossi foi expulso, a torcida tricolor nas arquibancadas, mas a Chape mostrou porque é o carrasco do Tricolor. Artur Cayke cabeceou e, em lance duvidoso, venceu Júlio César. O Flu contestou, mas o árbitro confirmou a passagem da bola da linha e o gol catarinense.

O final de jogo foi dramático. Flu partiu para cima. Wellington rabiscou pela esquerda de novo e, dessa vez, Marcos Junior foi quem apareceu na área e empatou o confronto já nos acréscimos. Richarlison teve a chance para dar ao Tricolor a primeira vitória sobre a Chape, mas Jandrei garantiu o empate.

FLUMINENSE 3 X 3 CHAPECOENSE
FICHA TÉCNICA 

Data/Horário: 3/7/2017, às 20h
Local: Estádio Giulite Coutinho, em Mesquita (RJ)
Árbitro: Eduardo Tomaz de Aquino Valadao (GO)
Auxiliares: Cristhian Passos Sorence (GO) e Fabricio Vilarinho da Silva (Fifa/GO)
Renda/Público: Ainda não divulgados.

Cartões amarelos: Richarlison, Orejuela e Marcos Junior (FLU); Lucas Mineiro, Diego Renan, Rossi e Fabricio Bruno (CHA)
Cartão vermelho: Rossi (CHA).

GOLS: Richarlison (1-0, 1’/1ºT), Rossi (1-1, 12’/1ºT), Arthur Cayke (1-2, 41’/1ºT), Pedro (2-2, 24’/2ºT), Artur Cayke (2-3, 36’/2ºT) e Marcos Junior (3-3, 47’/2ºT)

FLUMINENSE: Júlio César; Lucas (Lucas Fernandes, 39’/2ºT), Henrique, Reginaldo e Léo (Wellington SIlva, Intervalo); Orejuela (Marcos Junior, 39’/2ºT), Wendel e Gustavo Scarpa; Marcos Calazans, Richarlison e Pedro – T: Abel Braga

CHAPECOENSE: Jandrei; Diego Renan (Nathan Pelae, 41’/2ºT), Douglas Grolli, Fabrício e Reinaldo; Andrei Girotto, Lucas Mineiro e Lucas Marques; Rossi, Arthur Cayke (Luiz Otávio, 45’/2ºT) e Wellington Paulista (Lourency, 30’/2ºT) – T: Vagner Mancini

LANCE!

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Gol no fim garante empate do Fla no clássico contra o Flu

Os rivais entraram no Maracanã iguais na classificação do Brasileirão: dez pontos. E com aquela sensação de que havia muito a melhorar para uma aproximação ao grupo dos líderes. 90 minutos depois, o Fla-Flu terminou empatado em 2 a 2, a distância para o líder Corinthians segue em nove pontos, mas as torcidas viram um clássico eletrizante.

Wendel na disputa com Thiago (J Ricardo/ Agência Freelancer)
Wendel na disputa com Thiago (J Ricardo/ Agência Freelancer)

Foto: LANCE!

O primeiro tempo começou com os dois times congestionando o mesmo lado do campo. Com Richarlison e Gustavo Scarpa, o Flu atacava quase sempre pela esquerda. Já o Fla tinha pela direita do ataque a alegria nas pernas de Vinicius Jr., com apoio constante de Diego, já que Rodinei estava mais ocupado com a marcação. A concentração de ações pelo setor, porém, não se transformou em chances claras de gol. Os sistemas defensivos predominavam até ali.

O primeiro perigo saiu após um erro na saída de bola de Márcio Araújo. Wendel recuperou a apareceu para concluir, mas foi abafado pelo goleiro Thiago. E o gol também saiu de um erro, desta vez de posicionamento de Rodinei. Ele deu condições para Wendel aparecer livre às costas de Réver, após belo lançamento de Gustavo Scarpa. O volante do Flu e o goleiro do Fla pareciam esperar a marcação de impedimento, mas o auxiliar Herman Vani corretamente deixou o lance prosseguir. Wendel acertou a trave na primeira conclusão e depois só empurrou a bola para o fundo das redes. Segundo gol do volante como profissional. O segundo em cima do Rubro-Negro. O Flamengo ainda teve tempo de pedir pênalti de Scarpa em Rodinei. O lateral desabou após sentir um toque no ombro.

Na etapa final, Zé Ricardo voltou com Arão e Berrío. E com outra postura. Trauco arriscou de longe e assustou Júlio César aos três minutos. A posse de bola era quase tudo rubro-negra. E o empate saiu antes do dez minutos, após blitz ofensiva. Everton e Guerrero finalizaram, até que Diego marcou o gol da igualdade. O replay mostrou que Everton estava impedido no momento do lançamento de Arão. Oitavo jogo tricolor com gol cedido na competição.

Berrío voltou a aparecer aos 16 minutos e construiu boa jogada pela direita. Trauco concluiu, Júlio César deu rebote e por pouco Everton não decretou a virada. Na sequência, uma cena rara. O árbitro Vinicius Gonçalves sentiu um problema na coxa e foi substituído pelo auxiliar Flávio Rodrigues de Souza, que estava atrás do gol de Thiago.

O colombiano, por pouco, não fez um golaço. Ele deixou Mascarenhas para trás, driblou Henrique e só não marcou pois Reginaldo deu um carrinho salvador. Abel trocou então Mascarenhas e Wendel por outros dois jovens: Léo e Mateus Norton, buscando reequilibrar as ações. Era um jogo de ataque contra defesa.

E foi no pior momento tricolor do jogo que saiu o 2 a 1. Scarpa deu lançamento para Richarlison, que foi derrubado por Juan na área. Pênalti cobrado pelo artilheiro Henrique Dourado com perfeição. Thiago até acertou o canto, mas o chute foi no cantinho.

O Fla foi para o desespero com a entrada de Conca, ex-xodó do Flu, na vaga do volante Cuellar. No primeiro lance, o argentino deu carrinho em Orejuela, levou amarelo e ouviu várias músicas com xingamentos da torcida tricolor. O jogo ficou nervoso, mais cartões foram distribuídos até Trauco achar um chute muito bem colocado aos 49 minutos, para decretar o empate, quando a torcida do Flu já festejava a vitória.

Na quarta-feira, o Fluminense tenta reencontrar o caminho das vitórias contra o lanterna Avaí, na Ressacada, em Florianópolis, às 21h45. O Flamengo jogará na quinta, na Ilha do Urubu, diante da Chapecoense, às 21h.

FICHA TÉCNICA
FLUMINENSE 2 X 2 FLAMENGO

Estádio: Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ)
Data/hora: 18/6/2017 – 16h (de Brasília)
Árbitro: Vinicius Gonçalves Dias Araújo (SP)
Auxiliares: Rogério Zanardo e Herman Vani (SP)
Renda/público: R$ 1.496.460/ 37.962 presentes / 33.112 pagantes
Cartões amarelos: Berrío, Cuellar, Rodinei, Conca, Trauco, Guerrero (FLA), Mateus Norton (FLU)

GOLS: Wendel 36’/1ºT (1-0), Diego 9’/2ºT (1-1), Henrique Dourado, pênalti, 36’/2ºT (2-1), Trauco 49’/2ºT (2-2).

FLUMINENSE : Júlio César, Lucas, Henrique, Reginaldo e Mascarenhas (Léo 28’/2ºT); Wendel (Mateus Norton 28’/2ºT), Orejuela (Nogueira 43’/2ºT) , Calazans e Gustavo Scarpa; Richarlison e Henrique Dourado. Técnico: Abel Braga.

FLAMENGO : Thiago, Rodinei, Réver, Juan e Trauco; Márcio Araújo (William Arão, intervalo), Cuellar (Conca 37’/2ºT) e Diego; Everton, Vinicius Jr. (Berrío, intervalo) e Guerrero. Técnico: Zé Ricardo.

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Flamengo e Botafogo ficam no empate em Volta Redonda

Flamengo e Botafogo fizeram um clássico muito pegado no Raulino de Oliveira, em Volta Redonda e com um jogo abaixo do esperado, equipes ficaram no 0 a 0. O Rubro-Negro chegou ao seu terceiro empate no Campeonato Brasileiro, enquanto o Botafogo empatou pela primeira vez na competição nacional.

O empate deixou o Flamengo em décimo lugar ainda com jogos faltando para completar a rodada, mas Rubro-Negro soma sete pontos até o momento. O Botafogo está sexto, com sétimo.

Na próxima quarta-feira, o Flamengo encara o Sport, fora de casa, na Ilha do Retiro, enquanto o Botafogo visita o Santos, no mesmo dia, no estádio do Pacaembu.

O JOGO

A primeira etapa foi de muita briga pelo meio-campo e poucas chances de gol. O Flamengo tinha mais a posse de bola, mas faltava criatividade para conseguir levar perigo ao gol defendido por Gatito Fernández. Guerrero tentou de fora da área, mas chute acabou indo pela linha de fundo.

Com os vários erros na saída de bola do Flamengo, o Botafogo tentava sair no contra-ataque e Roger quase aproveitou após vacilo de Réver. Camisa 9 soltou a bomba e Muralha fez boa defesa salvando o Rubro-Negro. Antes do fim do primeiro tempo, Jair Ventura ainda teve duas baixas por lesão. Victor Luis e Airton deixaram o gramado machucados.

No segundo tempo, o jogo foi mais aberto e Guerrero quase abriu o placar após passe de Trauco, mas Gatito Fernández salvou o Botafogo. O Botafogo respondeu com Roger, mas o camisa 9 alvinegro foi mal e perdeu chance incrível, de frente para Muralha.

Zé Ricardo mandou o time para frente, colocando Diego e Vinicius Jr. Qualidade no passe melhorou, mas finalização ainda precisava estar mais calibrada. Everton saiu cara a cara com Gatito e mandou pra fora. Jogo melhorou na etapa final, com o Flamengo tendo mais posse de bola e o Botafogo apostando nos contra-ataques.

Com a maior posse de bola e dominando o jogo, o Rubro-Negro pressionava e atuava no campo de ataque, o Botafogo pareceu sentir a parte física e Vinicius Jr incendiou o jogo. Garoto foi pra cima e quase fez um golaço batendo de fora da área, mas parou no travessão de Gatito.

Nos minutos finais, o Botafogo ainda tentou ir para cima do Flamengo, mas sem sucesso. Zé Ricardo ainda colocou Leandro Damião para tentar fazer uma pressão final, mas camisa 18 entrou mal e não conseguiu ajudar na parte ofensiva.

Time comandado por Zé Ricardo teve sequência de escanteios, mas não conseguiu aproveitar. Flamengo bombardeava, mas os defensores do Botafogo conseguiram afastar praticamente todas as bolas. Alvinegro parecia satisfeito com o empate, segurou a bola e esperou o apito final do árbitro, para garantir o 0 a 0.

FICHA TÉCNICA
FLAMENGO 0 x 0 BOTAFOGO

Local: Estádio Raulino de Oliveira, em Volta Redonda (RJ)
Data e hora: 04/06, 11h (horário de Brasília)
Árbitro: Dewson Fernando de Freitas (PA)
Auxiliares: Helcio Araujo Neves e Jose Ricardo Guimares (ambos do PA)
Cartão Amarelo: Cuéllar e Juan (FLA); Bruno Silva e Joel Carli (BOT)
Cartão Vermelho: Não houve.
Público e Renda: 8.877 pagantes – 10.577 presentes – R$ 425.635,00
Gols: Não houve.

Flamengo: Alex Muralha; Pará, Réver, Juan e Trauco; Márcio Araújo, Cuellar (Diego, 14/2ºT), Willian Arão (Leandro Damião, 40’/2ºT) e Ederson (Vinicius Júnior, 21/2ºT); Everton e Guerrero. TEC: Zé Ricardo.

Botafogo: Gatito; Arnaldo, Joel Carli, Igor Rabello, Victor Luis (Gilson, 36’/1ºT); Airton (Dudu Cearense, 48’/1ºT), Bruno Silva, Matheus Fernandez, João Paulo; Roger e Pimpão (Joel. 32’/2ºT). TEC: Jair Ventura.

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Flamengo sai na frente, mas cede empate ao Atlético-PR na Arena da Baixada

Tudo igual. Atlético-PR e Flamengo empataram em 1 a 1, na tarde deste domingo, na Arena da Baixada, em Curitiba, pela terceira rodada do Campeonato Brasileiro. O time carioca saiu na frente com gol de Mancuello, no primeiro tempo, mas cedeu a igualdade na segunda etapa, quando Thiago Heleno fez de cabeça.

Atlético PR x Flamengo
Atlético PR x Flamengo

Foto: Guilherme Artigas/ Agência Lancepress! / LANCE!

O Flamengo chegou aos cinco pontos em três jogos, enquanto o Furacão somou apenas o primeiro dele na competição. Na próxima rodada, o time carioca enfrenta o Botafogo, enquanto o Atlético-PR visita o Coritiba.

PRIMEIRO TEMPO

O Atlético-PR dominou o primeiro tempo, porém o Flamengo foi mais eficiente e fez o gol na única boa chance que teve, mesmo não jogando bem. Aos 24 minutos, Pará recebeu livre na direita, levantou a cabeça e fez um cruzamento perfeito para Mancuello. O argentino apenas desviou de cabeça, mas com categoria, e a bola passou direto pela rede. Houve quem ficasse em dúvida sobre o lance, já que a rede estava furada, mas a arbitragem assinalou o gol rapidamente.

O Atlético-PR respondeu no minuto seguinte e quase chegou ao empate, em cabeçada de Nikão, que acertou o travessão. Os donos da casa seguiram pressionando e tiveram ótima oportunidade desperdiçada por Grafite. Após erro de Márcio Araújo, o atacante saiu cara a cara com Muralha, mas o goleiro defendeu bem. O camisa 23 teve ainda outras duas boas chances e numa delas, em grande jogada, acertou a trave. Faltava sorte e capricho.

SEGUNDO TEMPO

Após ser muito pressionado na primeira etapa, o Flamengo voltou administrando melhor a posse de bola. O time carioca quase ampliou em cabeçada de Guerrero, mas Weverton fez um milagre e salvou em cima da linha. Na sequência, o Furacão empatou, justamente no momento em que a equipe de Zé Ricardo era superior. Após cobrança de escanteio, Thiago Heleno subiu mais alto do que Rafael Vaz e cabeceou bem, para o chão. Muralha tocou na bola, mas não conseguiu evitar o gol. Era, no mínimo, um lance defensável.

Os times diminuíram o ritmo após o empate. O jogo ficou um tanto moroso, com chances esporádicas. A melhor oportunidade do Atlético-PR foi com Douglas Coutinho, que ficou cara a cara com Muralha após novo erro de Rafael Vaz. No entanto, o atacante do Furacão vacilou e chutou em cima do goleiro.

O Flamengo teve uma boa chance com Guerrero, aos 44 minutos, quase na marca do pênalti, mas chutou errado. Lucas Paquetá fez boa jogada e deixou o peruano na boa na jogada. Nos acréscimos, houve ainda o tradicional “lá e cá”, inclusive com algumas investidas de Vinicius Júnior, mas o jogo terminou mesmo empatado em 1 a 1.

FICHA TÉCNICA:

Atlético-PR 1 x 1 Flamengo

Data/hora: 28/5/2017
Local: Arena da Baixada, Curitiba (PR)
Árbitro: Braulio da Silva Machado (SC)
Auxiliares: Kleber Lucio Gil (SC) e Neuza Ines Back (SC)
Cartões amarelos: Pablo (ATL)
Público e renda: 19.923 pagantes / R$ 470.175,00
Gols: Mancuello, 24’/1°T (0-1); Thiago Heleno, 10’/2°T (1-1)

ATLÉTICO-PR : Weverton, Jonathan, Paulo André, Thiago Heleno e Sidcley; Otávio, Matheus Rosseto e Lucho González (Guilherme, 16’/2°T); Nikão (Douglas Coutinho, intervalo), Pablo e Grafite (Éderson, 26’/2°T). Técnico : Eduardo Baptista.

FLAMENGO : Muralha, Pará, Réver, Vaz e Renê; Márcio Araújo, Arão e Cuéllar (Rodinei, 42’/2°T); Mancuello (Lucas Paquetá, 30’/2°T), Matheus Savio (Vinicius Júnior, 24’/2°T) e Guerrero. Técnico : Zé Ricardo.

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Palmeiras vence Peñarol de virada e fica a um empate de se classificar

Os jogos do Palmeiras na Copa Libertadores testam o coração do torcedor. Na noite desta quarta-feira, o Verdão fez um péssimo primeiro tempo e foi para o intervalo perdendo por 2 a 0. Na segunda etapa, após mudanças de Eduardo Baptista, o Alviverde conseguiu a virada por 3 a 2.

Sem ter jogado com o esquema de três zagueiros nesta temporada, o Palmeiras sofreu para trocar uma sequência de quatro passes certos no primeiro tempo. Miguel Borja, isolado no ataque, também não era capaz de dominar os chutões da zaga alviverde, fazendo com que o Peñarol chegasse a emplacar 61% de posse de bola.

Com uma péssima atuação, os uruguaios não tiveram problema para abrir o placar aos 12 minutos. Yerry Mina sofreu um puxão de Affonso dentro da área e se jogou. O atacante uruguaio aproveitou cruzamento da direita e, livre, mandou para as redes.

Na marcação, o Palmeiras se desenhava em um 5-4-1, com a linha de meio-campistas muito próxima da área palmeirense, e Boja marcando no centro do gramado. Já sem a bola, o 3-6-1 de Eduardo Baptista não funcionava e, com apenas 30 minutos, Yerry Mina já subia ao ataque como atacante para tentar produzir ofensivamente.

O Verdão fazia sua pior atuação no ano e, com 39 minutos, o Peñarol ampliou. Em boa jogada trabalhada, que teve os palmeirenses apenas assistindo, o time uruguaio cruzou pela direita, Petrik desviou de cabeça para trás e a bola sobrou para Junior Arias, que emendou um voleio e fez o segundo.

Para o segundo tempo, o Palmeiras mudou seu esquema de jogo e retornou com o 4-2-3-1, tendo as entradas de Tchê Tchê e Willian nas vagas de Vitor Hugo e Egídio, com Michel Bastos sendo deslocado para a lateral esquerda.

E a nova formação alviverde precisou de apenas três minutos para diminuir a desvantagem com um golaço de Willian. Jean cruzou da direita, Borja brigou pela bola e ela sobrou para o Bigode, que dominou, chepelou um adversário, e emendou chute de primeira, que desviou e foi no ângulo.

Se no primeiro tempo Yerry MIna não teve sucesso ao se aventurara ao ataque, com 17 da segunda etapa, o colombiano foi as redes. Guerra brigou pela bola na esquerda e ela chegou a Jean do lado oposto. O lateral mandou na área e o zagueiro subiu bem de cabeça para mandar para as redes.

A postura do Palmeiras era totalmente diferente no segundo tempo e, aos 27 minutos, o Verdão virou o jogo. Tchê Tchê acionou Guerra pelo meio, e o venezuelano, totalmente livre, arriscou chute da entrada da área. Guruceaga espalmou e, no rebote, Jean cruzou rasteiro e Willian só empurrou para as redes para fazer se segundo tento e virar a partida.

O JOGO

Ligado no jogo, o Peñarol deu seu primeiro ataque logo aos quatro minutos. Petrik fez cruzamento na área, Villalba subiu bem e tocou de cabeça, mas a bola foi para fora.

Antes de o Palmeiras dar seu primeiro ataque, o Peñarol já abriu o placar. Yerry Mina sofreu um puxão de Affonso dentro da área e se jogou. O atacante uruguaio aproveitou cruzamento da direita e, livre, mandou para as redes.

Antes da saída de bola, Felipe Melo deu bronca em Mina, Róger Guedes e ainda pediu para Nandez voltar rápido para seu campo. Como consequência, o volante e o uruguaio foram punidos com o cartão amarelo.

O primeiro ataque do Palmeiras veio aos 18 minutos, quando Borja conseguiu fazer o pivô e girar. O centroavante abriu com Jean na direita, que cruzou errado. Na sequência, o camisa 12 cometeu falta e também recebeu o amarelo.

Antes de o Palmeiras dar seu primeiro chute a gol, o Peñarol ampliou sua vantagem. Aos 39 minutos, em boa jogada trabalhada, que teve os palmeirenses apenas assistindo, o time uruguaio cruzou pela direita, Petrik desviou de cabeça para trás e a bola sobrou para Junior Arias, que emendou um voleio e fez o segundo

Antes do fim, a defesa do Palmeiras se atrapalhou de novo e quase sofreu o terceiro. Felipe Melo cortou mal a bola cruzada por Petryk na área e Prass foi obrigado a deixar a meta para dividir a bola no limite da grande área. Na sequência, Affonso tentou encobrir o goleiro, mas o camisa 1 defendeu de novo.

Palmeiras volta ligado para o segundo tempo e viara o jogo

Para o segundo tempo, o Palmeiras mudou seu esquema de jogo e retornou com o 4-2-3-1, tendo as entradas de Tchê Tchê e Willian nas vagas de Vitor Hugo e Egídio, com Michel Bastos sendo deslocado para a lateral esquerda.

E a nova formação alviverde precisou de apenas três minutos para diminuir a desvantagem com um golaço de Willian. Jean cruzou da direita, Borja brigou pela bola e ela sobrou para o Bigode, que dominou, chepelou um adversário, e emendou chute de primeira, que desviou e foi no ângulo.

Com 12 jogados, Róger Guedes perdeu uma chance inacreditável de empatar o jogo. Guerra deu linda enfiada para Jean, que dominou na linha de fundo e cruzou para Guedes. O atacante, sem goleiro e na risca da pequena área, isolou a bola.

Se Róger Guedes perdeu sua chance clara, Yerry Mina mostrou faro de gol e empatou aos 17 minutos. Guerra brigou pela bola na esquerda e ela chegou a Jean do lado oposto. O lateral mandou na área e o zagueiro colombiano subiu bem de cabeça para mandar para as redes.

A postura do Palmeiras era totalmente diferente no segundo tempo e, aos 27 minutos, o Verdão virou o jogo. Tchê Tchê acionou Guerra pelo meio, e o venezuelano, totalmente livre, arriscou chute da entrada da área. Guruceaga espalmou e, no rebote, Jean cruzou rasteiro e Willian só empurrou para as redes para fazer se segundo tento e virar a partida.

FICHA TÉCNICA

PEÑAROL-URU 2 x 3 PALMEIRAS

Local: Estádio Campeón del Siglo, em Montevidéu, Uruguai

Data: quarta-feira, 26 de abril de 2017

Horário: 21h45 (de Brasília)

Árbitro: Roddy Zambrano Olmedo (EQU)

Assistentes: Luis Vera e Juan Macías (EQU)

Cartões amarelos: Nandez e Alex Silva (PEÑAROL); Felipe Melo, Edu Dracena e MIguel Borja (PALMEIRAS)

GOLS:

PEÑAROL: Affonso, aos 12, e Junior Arias, aos 39 minutos do primeiro tempo

PALMEIRAS: Willian, aos três, e Yerry Mina, aos 17, e Willian de novo aos 27 minutos da segunda etapa

PEÑAROL: Guruceaga; Petryk (Rossi), Quintana, Villalba e Hernández; Alex Silva (Ángel Rodríguez), Nandez, Novick (Dibble), Cristian Rodríguez; Junior Arias e Affonso

Técnico: Leonardo Ramos

PALMEIRAS: Fernando Prass; Yerry Mina, Edu Dracena e Vitor Hugo; Jean, Felipe Melo, Guerra e Egídio; Michel Bastos; Róger Guedes (Keno) e Miguel Borja

Técnico: Eduardo Baptista

Gazeta Esportiva

Flamengo busca empate no último minuto do clássico contra reservas do Fluminense

fla fluFluminense e Flamengo ficaram no empate por 1 a 1 neste domingo, no estádio Kléber Andrade, em Cariacica (ES), em um clássico que servia apenas para definir os confrontos das semifinais da Taça Rio, o segundo turno do Campeonato Carioca. As duas equipes, no entanto, entrarão nesta parte decisiva da competição sem muitas pretensões, pois já estão previamente classificados para as semifinais do Estadual.

Nos duelos da Taça Rio, no próximo final de semana, o Fluminense enfrentará o Botafogo e o Flamengo terá pela frente o Vasco. Mas o técnico Abel Braga se mostrou indiferente quanto ao adversário desta próxima fase e mandou a campo uma equipe repleta de reservas. Só o goleiro Diego Cavalieri e o lateral-esquerdo Léo da formação titular começaram o jogo.

As equipes fizeram uma partida bastante equilibrada, fraca tecnicamente. O Fluminense foi melhor no segundo tempo, especialmente quando ficou com um jogador a mais após a expulsão do lateral-direito Pará, do Flamengo. Abriu o placar com Wendel, mas levou o empate no último minuto com Willian Arão.

O Fluminense terá força máxima nesta quarta-feira, quando receberá o Liverpool, do Uruguai, no estádio do Maracanã, no Rio, na estreia pela Copa Sul-Americana. O Flamengo terá a semana livre para trabalhar antes do clássico contra o Vasco.

O JOGO – As primeiras chances da partida aconteceram graças a erros na saída de bola dos setores defensivos. O flamenguista Rafael Vaz foi quem primeiro vacilou. Lucas Fernandes avançou pela direita e cruzou na segunda trave para Henrique Dourado, mas o goleiro Alex Muralha saiu bem e fechou o ângulo. Depois foi a vez de Nogueira vacilar pelo Fluminense. Berrío cruzou rasteiro da direita e Diego caiu na área após chegada de Marquinho. O árbitro mandou o jogo seguir.

A sequência de erros não parou por aí. Márcio Araújo recebeu livre no meio de campo, levantou a cabeça e errou um passe de três metros. Henrique Dourado aproveitou o vacilo, avançou e bateu da entrada da área para boa defesa de Alex Muralha. Na sobra, Wendel arriscou, mas o goleiro salvou de novo.

O Flamengo respondeu com dois chutes de Diego. Na primeira tentativa, em cobrança de falta, a bola bateu na barreira. Na outra, o meia bateu cruzado e Diego Cavalieri mandou para escanteio. No último minuto, o time tricolor quase abriu o placar após cobrança de escanteio. Alex Muralha saiu mal do gol, Léo tocou de cabeça, mas o peruano Trauco salvou na linha.

O Fluminense foi superior no segundo tempo. A primeira boa chance veio em chute de fora da área de Lucas Fernandes, que Alex Muralha espalmou. Pouco depois, o time tricolor ficou com um a mais. Pará deu um chute em Lucas Fernandes e foi expulso.

Com um a mais, o Fluminense passou a pressionar. Léo obrigou Alex Muralha a salvar o Flamengo mais uma vez em chute de fora da área. E o gol saiu aos 37 minutos. Após cobrança de escanteio, Donatti cortou. Wendel aproveitou a sobra, dominou e bateu cruzado. A bola desviou em Rafael Vaz e entrou.

O Flamengo partiu para o tudo ou nada e também conseguiu seu gol em cobrança de escanteio. Aos 45 minutos, após bola na área, Willian Arão subiu sozinho no meio da zaga do Fluminense e mandou para as redes.

FICHA TÉCNICA

FLUMINENSE 1 x 1 FLAMENGO

FLUMINENSE – Diego Cavalieri; Renato (Osvaldo), Nogueira, Reginaldo e Léo; Luiz Fernando, Wendel e Marquinho; Maranhão (Richarlison), Henrique Dourado (Pedro) e Lucas Fernandes. Técnico: Abel Braga.

FLAMENGO – Alex Muralha; Pará, Donatti, Rafael Vaz e Trauco; Márcio Araújo, Willian Arão e Diego; Berrío (Cuéllar), Leandro Damião (Felipe Vizeu) e Cafu (Gabriel). Técnico: Zé Ricardo.

GOLS – Wendel, aos 37, e Willian Arão, aos 45 minutos do segundo tempo.

CARTÕES AMARELOS – Wendel, Nogueira, Luiz Fernando e Reginaldo (Fluminense); Donatti (Flamengo).

CARTÃO VERMELHO – Pará (Flamengo).

ÁRBITRO – Rodrigo Carvalhaes de Miranda.

RENDA e PÚBLICO – Não disponíveis.

LOCAL – Estádio Kléber Andrade, em Cariacica (ES).

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Fred faz de pênalti e Galo estreia com empate

fredO Atlético-MG estreou com empate na Copa Libertadores. Em Mendoza, na Argentina, o Galo teve uma atuação abaixo do esperado, mas conseguiu arrancar um placar por 1 a 1 com o Godoy Cruz, na abertura do grupo 6.

O Galo nem teve tempo de “entrar” no jogo e levou um gol logo no primeiro minuto. No contra-ataque, Javier Correa saiu nas costas da zaga e finalizou na saída do goleiro Giovanni.

Desorganizado em campo, o Atlético-MG foi muito mal nos primeiros 45 minutos e escapou de levar mais um gol. Aos 44, Garro recebeu cruzamento sozinho e mandou para fora de forma inacreditável na entrada da pequena área.

O time de Roger Machado voltou para a etapa final com Cazares na vaga de Danilo Barcelos e o time já deu resposta aos 3 minutos. No lateral cobrado direto na área, Abecasis empurrou Elias por trás e o árbitro marcou pênalti. Fred foi para a cobrança e não vacilou: 1 a 1.

Depois do gol de empate, os argentinos voltaram a tomar conta do jogo. A chance mais clara foi um chute de Correa que passou raspando a trave de Giovanni aos 18 minutos. O Godoy Cruz ainda ficou com um jogador a menos aos 39 minutos com a expulsão de Danilo Ortiz, mas o Galo não conseguiu virar mesmo pressionando muito nos últimos lances.

No outro jogo da chave, Sport Boys-BOL e Liberta-PAR ficaram no empate por 3 a 3, na Bolívia, também nesta quarta-feira. Dessa forma, todos os times somam 1 ponto.

O Galo só volta a campo pela Libertadores no dia 13 de abril. A equipe recebe o Sport Boys, na Arena Independência, pela 2ª rodada.

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Maicon assume falha e se declara “principal culpado” por empate do SP

mirasolO empate por 2 a 2 com o Mirassol não sairá da garganta do São Paulo tão cedo, principalmente depois que o time do Morumbi chegou a abrir dois gols de vantagem com o estreante Lucas Pratto e Rodrigo Caio. O zagueiro Maicon assumiu a responsabilidade pelo resultado.

“Eu tenho uma parcela muita grande de culpa nisso. Foi um momento meu de displicência. Acabei complicando com o gol deles e isso deixou o time deles mais forte. Então eu me vejo como o principal culpado”, disse o jogador ao Premiere na saída de campo.

Já aos 30 minutos do segundo tempo, o zagueiro tentou um drible em Rafhael Lucas, que tinha acabado de entrar no lugar de Zé Roberto, e não teve sucesso. O atacante do Mirassol ficou cara a cara com Sidão e conseguiu, com tranquilidade, fazer o primeiro gol da equipe visitante. Xuxa selou o empate aos 46.

“Dentro de casa, com 2 a 0, dava para a gente controlar o jogo. Mas acabamos dando um vacilo que faz parte do futebol. A gente estava numa sequência boa de vitórias. Lógico que um empate dentro de casa é sempre ruim, mas é levantar a cabeça e seguir em frente”, disse o meio-campista Cícero.

Outros jogadores não demoraram para detectar os erros que permitiram o empate. “Tivemos um pouco de desatenção no fim do jogo, achamos que estava ganho e permitimos o empate. Agora, é levantar a cabeça”, disse o meia Lucas Fernandes, que entrou no segundo tempo no lugar de Cueva.

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