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Campinense e Atlético de Cajazeiras fazem jogo equilibrado e empatam

Na tarde fria deste domingo (31), em Campina Grande, Campinense e Atlético de Cajazeiras fizeram a primeira partida das semifinais do Campeonato Paraibano de 2019. Em uma partida bastante equilibrada e na qual os goleiros fizeram grandes intervenções, o placar de 1 a 1 refletiu o que se viu em campo.

Com poucos torcedores no Amigão, o rubro-negro começou o jogo tentando se lançar ao ataque, mas não conseguia exercer uma pressão efetiva no Trovão, e chegava apenas esporadicamente ao campo ofensivo.

E por muito pouco o Campinense não abriu o placar aos 9 minutos. Neilson cobrou escanteio da esquerda, João Manoel saiu mal do gol e Cléber subiu sozinho, sem marcação, e mandou de cabeça raspando a trave esquerda.

O arqueiro atleticano salvou o time em duas oportunidades aos 21 minutos. Felipe errou a saída de jogo e a bola ficou com Lopeu, que invadiu a área e tentou driblar o camisa 1, que se esticou todo e fez a defesa. Na sobra, João Paulo ficou com a redonda e bateu da entrada da área, e mais uma vez João Manoel foi buscar no canto direito, rasteira, desviando e mandando para escanteio.

Perto dos 30 minutos o Atlético de Cajazeiras assustou pela primeira vez, em um cruzamento de Davi, que foi direto para o gol, e Wagner Coradin precisou de agilidade para buscar a bola que iria em seu canto esquerdo.

Quase no fim do primeiro tempo, aos 44 minutos, Ferreira chutou de muito longe, Wagner Coradin se atrapalhou na defesa e Bruno quase chegou para escorar para as redes, mas o camisa 1 rubro-negro se recuperou e conseguiu evitar o gol.

Segundo tempo

Perdeu João Paulo por lesão

E por falar em substituição, Romeu, que havia entrado no lugar de Vitor Maranhão no intervalo, pegou a bola no lado direito, na entrada da área, e a bateu cruzado, de pé direito,  mandando no canto de João Manoel, que nada pode fazer para evitar o gol raposeiro aos 10 minutos.

Em contra-ataque, aos 13, Lopeu recebeu em velocidade, invadiu a área e bateu no canto esquerdo, mas o goleiro do Atlético, vivendo grande jornada, foi buscar e fez mais uma grande defesa.

Em lance de bola parada, por muito pouco o Trovão não empatou. Aos 15, Mendes cobrou falta da entrada da área e a bola tirou tinta da trave direita de Wagner Coradin.

O Atlético de Cajazeiras tentava o gol e mais uma vez chegou perto. Aos 23, Marcinho cobrou falta ensaiada da direita e só rolou para Felipe, que apareceu sozinho na entrada da área, de frente para o gol, mas acabou chutando por cima do gol.

A recompensa pela insistência veio aos 29 minutos, quando Bruno, da direita, chutou para o meio da área e Yerien desviou para mandar a bola no fundo do gol e deixar o placar igual no Amigão.

Sofrendo com os ataques atleticanos, a situação se complicou um pouco mais para a Raposa aos 35 minutos, quando Dênis fez falta violenta em Ferreira e recebeu cartão vermelho direto.

Com o empate, quem vencer o jogo da volta, no próximo domingo (07), no Perpetão, fica com a vaga na final. Em caso de novo empate, a decisão será nos pênaltis.

Voz da Torcida

 

 

 

Belo vence Salgueiro e entra no G-4 da série C; Raposa e Flu de Feira empatam pela série D

Jogando em casa, o Botafogo-PB recebeu a equipe do Salgueiro, em partida válida pela 4ª rodada da série C, do Campeonato Brasileiro, no estádio Almeidão, em João Pessoa.

Com um gol marcado pelo atacante Dico aos 45 minutos do 1º tempo, o time de João Pessoa conquistou mais três pontos e já é o terceiro na classificação do grupo A.

O próximo compromisso do Belo na competição é no próximo sábado (10), diante do MotoClub do Maranhão.

Série D

Já o time do Campinense foi até Feira de Santana, na Bahia, e arrancou um empate com o Fluminense de Feira.

Com o empate fora de casa, a Raposa soma quatro pontos na competição. A próxima partida do rubro-negro é contra o mesmo Fluminense de Feira, no domingo (11), no estádio Amigão, em Campina Grande.

Sousa x Coruripe 

A equipe do Sousa sofreu, mas acabou arrancando um empate diante do Coruripe de Alagoas, que inaugurou o placar logo aos três minutos do 1º tempo após um bate-rebate na área do time paraibano.

Aos 46 minutos, do 2º tempo, coube ao atacante Thiago Almeida marcar o gol de empate que ‘incendiou’ a torcida no estádio Marizão, em Sousa.

Aos 48 minutos quase o Dinossauro vira o jogo numa jogada de Isaías, mas a partida acabou empatada em 1 a 1, aos 50 minutos. O próximo compromisso da equipe do Sousa é contra o mesmo Coruripe no domingo (11), em Alagoas.

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Botafogo-SP e Corinthians empatam pelas quartas do Paulista

Foto: LANCE!
Foto: LANCE!

Emoção, diversas oportunidades e passes certos, movimentações táticas surpreendente, times agressivos, futebol vistoso, substituições produtivas… em jogaço no estádio Santa Cruz, em Ribeirão Preto, Botafogo-SP e Corinthians ficaram no empate em 0 a 0 pela ida das quartas de final do Campeonato Paulista. Com tamanha qualidade dos dois lados, era improvável que só um saísse vencedor. Tudo isso em pleno dia… primeiro de abril.

No Dia da Mentira, a única verdade do parágrafo acima é o resultado. Porque o jogo foi chato, arrastado, com poucas finalizações certas, muitos erros técnicos e falta de produtividade dos dois lados. A expectativa por futebol de verdade é no duelo de volta, no próximo dia 9, na Arena Corinthians, que decidirá um dos semifinalistas do Estadual.

O primeiro tempo da partida correu em ritmo sonolento. Os donos da casa até tentaram algumas soluções nos primeiros minutos de bola rolando, especialmente em erros de passe da defesa do Corinthians, mas não conseguiram passar por Cássio. Foi só no finzinho da etapa que os torcedores puderam sentir alguma emoção: Jô recebeu de Jadson e cruzou na área para Maycon, que viu Bileu salvar Neneca. No contra-ataque, Balbuena levou a melhor em dividida dentro da área do Timão.

O Corinthians tinha dificuldades claras, especialmente para criar chances. O time de Fabio Carille tinha mais posse de bola que o de Moacir Júnior, mas era um domínio absolutamente improdutivo: quase 10% de passes errados, muita demora entre a recuperação da posse de bola e o início do ataque e pouco uso das laterais e das costas da marcação. Reativo, o Botafogo também não mostrou muita qualidade na hora das conclusões.

Por pelo menos dez minutos, o segundo tempo deu impressão que ia ser melhor que o primeiro. Arana afastou uma chance do Botafogo pela linha de fundo, Cássio fez uma defesaça em cabeceio de Filipe, Francis assustou em batida da entrada da área e Romero retribuiu após enfiada de Jô. Depois destes quatro lances, o jogo voltou ao normal: uma chatice.

Romero perdeu chances, Marcão perdeu chances, Clayton e Bernando entraram pra tentar algo, mas… nada de gol. Era decisão de verdade, mas o futebol foi de mentira.

FICHA TÉCNICA
BOTAFOGO-SP 0 X 0 CORINTHIANS

Local : Estádio Santa Cruz, em Ribeirão Preto (SP)
Data : 1/4/17 – 18h30
Árbitro : Flávio Rodrigues de Souza
Assistentes : Hernan Brumel Vani e Mauro André de Freitas
Público/renda : não disponíveis
Cartões amarelos : Gualberto, Rafael Bastos (Botafogo-SP); Jadson (Corinthians)

BOTAFOGO-SP : Neneca, Samuel Santos, Filipe (Matheus Mancini – 38’/2ºT), Gualberto e Fernandinho; Bileu, Marcão Silva, Diego Pituca e Rafael Bastos (Bernardo – 46’/2ºT); Francis (wesley – 28’/2ºT) e Marcão.Técnico : Moacir Júnior.

CORINTHIANS : Cássio; Fagner, Balbuena, Pablo e Guilherme Arana; Gabriel e Camacho (Clayton – 25’/2ºT); Romero (Léo Jabá – 37’/2ºT), Jadson e Maycon; Jô. Técnico : Fabio Carille.

Terra

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Cruzeiro e Atlético-MG empatam no Mineirão. Resultado ruim para os dois

atleticoNem o torcedor do Cruzeiro e muito menos o torcedor do Atlético-MG ficaram satisfeitos com empate 1 a 1, no clássico mineiro, disputado neste domingo, no Mineirão. Resultado que deixou o Atlético mais longe dos líderes do Brasileirão. São cinco pontos para o Palmeiras e quatro para o Flamengo.

Já o Cruzeiro segue a sina de poucas vitórias como mandante e, consequentemente, não consegue ganhar uma boa distância para as equipes que estão na zona do rebaixamento. Caso Vitória e Internacional vençam Botafogo e América-MG, respectivamente, o Cruzeiro termina a rodada entre os últimos colocados.

Torcida do Cruzeiro chega no limite com Lucas

Vaias a cada vez que Lucas pegava na bola. Um sinal claro que a torcida do Cruzeiro já não tem a menor paciência com o lateral direito. É verdade que o camisa 2 até acertou um belo cruzamento, já no final da primeira etapa, mas é muito pouco para ser titular da equipe. Lucas foi facilmente envolvido pelos adversários e errou algumas saídas de bola. O lance do gol, por exemplo, foi cm Fábio Santos sozinho pelo setor do lateral cruzeirense. No fim, Lucas ainda foi expulso e desfalca o Cruzeiro contra o Flamengo.

Robinho deixa o jogo mais cedo e vê xará empatar

Preservado da partida contra o Sport, para jogar o clássico inteiro, Robinho ajudou o Atlético. Fez boas jogadas, deu dribles e bons passes. Mas não foi decisivo como nas jornadas anteriores. O atacante atleticano suportou o ritmo do clássico somente até os 27 minutos do segundo tempo, quando deu lugar a Cazares. Três minutos depois o Cruzeiro empatou, com o outro Robinho.

Ábila perde as melhores chances do Cruzeiro no jogo

Não há dúvidas de que Ramón Ábila é um goleador nato. O argentino chegou fazendo muitos gols e foi um dos responsáveis pela reação cruzeirense na temporada. Até por se tratar do homem-gol do Cruzeiro, Ábila não podia perder a melhor chance do time no clássico com o Atlético. Já no final do primeiro o argentino ficou sozinho com Victor, mas chutou a bola para fora. No segundo tempo, foi a vez de mostrar oportunismo e aproveitar uma bola cruzada por Edimar e que desviou na defesa. No entanto, Ábila chutou na trave.

Mano faz troca ousada e é premiado com o empate

Derrota por 1 a 0 e resultado que pressionava o Cruzeiro na classificação do Brasileirão. Mano Menezes não teve dúvidas e deixou o time mais aberto, tirando um volante e colocando um meia-atacante. Élber entrou no lugar de Ariel Cabral e foi o responsável pela jogada do gol de empate. O camisa 23 que tocou para Robinho marcar.

Marcelo Oliveira barra Pratto e escolhido faz gol

Fred e Lucas Pratto atuaram juntos por oito partidas. Foram 512 minutos com ambos em campo, mas com apenas dois gols da dupla. Apesar de o Atlético ter um aproveitamento superior a 60% quando joga com os dois centroavantes, o desempenho não é dos melhores. Tanto que Marcelo Oliveira barrou Pratto no clássico com o Cruzeiro e optou por mantr Clayton, titular contra o Sport. E o camisa 23 fez o gol do Atlético.

Empate mantém tabus do clássico mineiro

O Cruzeiro entrou para o jogo deste domingo com um tabu de quatro clássicos sobre o rival. Já o Atlético não é derrota pela equipe celeste no Mineirão desde 2013, ou cinco partidas. Com o 1 a 1 deste domingo os dois tabus foram mantidos. O Cruzeiro já soma cinco clássicos sem derrota para o Atlético, com três vitórias, enquanto o lado alvinegro completa seis clássicos de invencibilidade no Mineirão, com quatro vitórias.

FICHA TÉCNICA
CRUZEIRO 1 X 1 ATLÉTICO-MG

Data: 18/09/2016 (domingo)
Horário: 16h (de Brasília)
Motivo: 26ª rodada do Campeonato Brasileiro
Local: Mineirão, em Belo Horizonte (MG)
Público: – pagantes
Renda: R$ –
Árbitro: Braulio da Silva Machado (SC)
Assistentes: Alex dos Santos (SC) e Jose Roberto Larroyd (SC)
Cartões amarelos: Fábio Santos e Otero (CAM)
Cartão vermelho: Lucas (CRU)
Gols: Clayton aos 30 min do primeiro tempo; Robinho aos 30 do segundo tempo

CRUZEIRO
Rafael, Lucas, Bruno Rodrigo, Léo e Edimar; Ariel Cabral (Élber, aos 15 do 2º), Henrique (Denilson, aos 38 do 2º) e Robinho; Rafael Sóbis (Alisson, no intervalo), Arrascaeta e Ramón Ábila.
Treinador: Mano Menezes.

ATLÉTICO-MG
Victor, Carlos César (Gabriel, aos 25 do 2º), Leonardo Silva, Erazo e Fábio Santos; Rafael Carioca, Júnior Urso e Otero; Clayton, Robinho (Cazares, aos 27 do 2º) e Fred (Lucas Pratto, aos 19 do 2º).
Treinador: Marcelo Oliveira.

Uol

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Treze e Campinense empatam em 1 a 1 no ‘Clássico dos Maiorais’ em Campina Grande

Divulgação
Divulgação

O ‘Clássico dos Maiorais’ em Campina Grande terminou com empate de 1 a 1. Treze e Campinense jogaram pela sexta rodada do Campeonato Paraibano, neste domingo (6), no Presidente Vargas. Desde 1985 que o maior clássico do interior do Brasil não acontecia no PV, em uma partida pelo paraibano.

Com esse placar, os dois times veem o Atlético de Cajazeiras assumir a liderança do estadual. Com o resultado, a Raposa fica em segundo lugar com 12 pontos, enquanto o Treze vem logo depois, com 10.

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Agora, o Galo vai jogar pela Copa do Brasil, contra o Tombense, na quarta-feira (9), no Amigão, em Campina. O Campinense vai enfrentar o Botafogo, no Almeidão, em João Pessoa, em mais um clássico da competição estadual.

O jogo

O Treze foi muito bem no início da partida, jogando com mais agilidade, partindo pro gol e oferecendo perigo para o rival. A impressão que as duas equipes deixaram nos momentos iniciais era de que o gol iria sair a qualquer momento.

Aos 26 minutos, Badé mandou e marcou para o Campinense, abrindo o placar no PV. O silêncio tomou o estádio, já que a torcida era somente galista.

O Treze ficou meio abalado com o esse primeiro gol e talvez por isso que o placar tenha permanecido favorável para o Campinense até o final do primeiro tempo.

A chuva começou praticamente junto com o segundo tempo. O Treze se manteve à frente nas jogadas, com mais força no ataque e no comando da bola.

Aos 17 minutos, o esforço do time galista resultou no empate. Fernandes se garantiu no chute e deixou tudo igual no PV, até o final.

Ficha Técnica: 

Local: Estádio Pres. Vargas, em Campina Grande-PB

Árbitro: Emanoel Diniz

Assistentes
: Márcio Freire e Tomaz Diniz

Público: 5.160 pagantes

Renda: R$ 25.545,00

Cartões amarelos:

Treze:  Hudson,Leanderson e Fernandes
Campinense: Rodrigão, Edson, Badé e Rodrigo

Gols:

Campinense: Badé (aos 26 minutos do 1º tempo)
Treze: Fernandes (aos 13 minutos do 2º tempo)

Campinense:
 Rodrigão, Zé Leandro, Márcio, Ítallo, Edson Veneno(Moacri) e Badé, Marielson, Basílio (Wellington), Renato, Valdo e Rodrigo Dantas(Leonardo).Técnico: Freitas Nascimento.

Treze: Gilson, Hudson, Negretti, Douglas, Glaydson ( Jr Barbosa) Sapé, Leanderson(Lídio), Fernandes, Birungueta(Esquerdinha), Jailson e Fabinho Cambalhota.Técnico: Leandro Campos.

 

portalcorreio

Botafogo da Paraíba e Náutico empatam no Almeidão em jogo adiado

jogoBotafogo da Paraíba e Náutico realizaram na noite desta terça-feira, 4, o jogo da segunda rodada da Copa do Nordeste, que foi adiado por decisão da Justiça. O Botafogo abriu o placar com Doda no começo do segundo tempo, mas cedeu o empate aos 20. Hugo empatou para o Náutico e voltou a complicar a vida do Belo na competição.

O Botafogo começou o jogo melhor, mas voltou a insistir nos velhos erros nos últimos passes antes da finalização e acabou virando para o segundo tempo em 0 a 0. O Náutico se defendia e tentava assustar nos contra-ataques.

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No segundo tempo, o time pessoense voltou disposto a abrir o placar e partiu para cima do Timbu. E depois de levar perigo em algumas jogadas, Doda abriu o placar fazendo a festa no Almeidão. Neste momento, o que parecia impossível no começo da competição ficou perto de acontecer. A classificação após a perda de quatro pontos.

Porém, a alegria durou pouco mais 10 minutos, por que o atacante Hugo aproveitou uma bobeira da zaga Botafoguense e empatou o jogo.

Com o resultado, o Botafogo que dependia apenas dele para se classificar, agora terá que vencer o Sport na última rodada em jogo na Ilha do Retiro e torcer por um tropeço do Náutico.

O público no Almeidão foi de 8. 400 pagantes, para uma renda de R$ 88. 550, fora os ingressos que foram trocados por nota fiscal.

Da redação
WSCOM Online

Bota e Timão empatam com aula de Seedorf e cabeça de Paulinho

jogoO que São Paulo e Rio de Janeiro têm de melhor? O charme, a economia, as praias, os shoppings, a natureza, a arquitetura, as mulheres, o carnaval, o Corinthians e o Botafogo. Sim, o Timão é o melhor paulista. O Fogão é o melhor carioca. Ambos receberam as faixas de campeões estaduais antes de estrearem no Campeonato Brasileiro. Uma comemoração em data e hora perfeitas, sábado à noite, mas vestidos para trabalharem novamente no Pacaembu. E entre a malemolência carioca com tempero holandês, e a seriedade paulista, o empate de 1 a 1 foi justíssimo.

Clarence Seedorf, nascido no Suriname, naturalizado holandês, e já no coração de parte da Cidade Maravilhosa, foi fundamental. Não só pela assistência. Ele imprimiu seu ritmo ao jogo. Inteligente no posicionamento, nos passes, sábio ao escolher a hora de driblar, fez a equipe jogar. E ainda teve o valioso auxílio do artilheiro Rafael Marques, em outra grande atuação.

– No segundo tempo o Corinthians foi melhor, e no primeiro tempo fomos melhores. Podíamos ter feito mais um gol, mas o resultado no final foi justo. Claro, olhando o primeiro tempo, se tivéssemos chutado melhor certas oportunidades… Mas foi uma demonstração de um grupo que quer e que pode – afirmou Seedorf.

O holandês foi um penetra indesejado na festa de aniversário dos 52 anos de Tite, gaúcho que também já conquistou a terra da garoa, e que tem sempre em Paulinho o seu convidado de honra. De poucos sorrisos, mas invejável eficiência, o volante consegue achar os atalhos para chegar ao gol. Dessa vez foi de cabeça.

– Numa bola parada conseguimos empatar. É claro que o objetivo é conquistar os três pontos, principalmente em casa, mas erramos muito, em especial na primeira etapa, e depois precisamos correr atrás – afirmou Paulinho, que negou estar de saída. – Não, muito pelo contrário.

O público foi de 29.295 pagantes e a renda, de R$ 940.359,00. As duas equipes voltam a campo pelo Brasileirão na próxima quarta-feira, com mando invertido. O Botafogo vai receber o Santos em Volta Redonda, às 19h30m. Já o Timão terá de viajar para enfrentar o Goiás, às 22h, no Serra Dourada.

 

Seedorf: um chute bizarro, um passe magistral

O frio muito mais habitual aos paulistas gelou o início de jogo. O Botafogo parecia no ritmo de Zeca Pagodinho, cadenciado, suave, enquanto o Corinthians, aos poucos, entrou num hip hop local: intenso, acuou o visitante em seu campo de defesa e trocou passes, algo que parecia impossível ao time comandado por Seedorf, em campo, e Oswaldo de Oliveira, do banco. O holandês, aliás, deu um chute bizarro, quase no Tobogã do Pacaembu. Uma malandragem tipicamente carioca de quem fez toda torcida imaginar que ele não estava naqueles dias. Mal sabiam o que estava por vir…

Edenilson, Ralf e Romarinho arriscaram, mas Jefferson, com uma segurança de se fazer inveja às duas capitais, parecia defender chutes de crianças. Abusado, Fábio Santos tentava invadir a praia do rival, mas deixou uma Linha Amarela, ou uma Avenida Paulista, às costas. Por ali, Seedorf, aquele do chute bizarro, colocou a bola com maestria na área, e Rafael Marques teve habilidade de sobra para completar o cruzamento: 1 a 0.

O Timão parecia descompassado, como um paulistano de terno que se solta nos sambas da Lapa. Errava passes fáceis, reposições do goleiro, e até cobranças de faltas ensaiadas. A boa chance veio dos pés do uruguaio Lodeiro. O botafoguense, meio perdido entre as capitais brasileiras, deu um presente para Emerson, que arrancou e bateu bem. Jefferson foi melhor ainda. Das envolventes triangulações entre Seedorf, Rafael Marques, Lodeiro e Lucas, poderiam ter saído mais dois gols. A vitória por 1 a 0 foi de bom tamanho para os dois times.

 

Paulinho: animador e salvador

Douglas e Alexandre Pato nos lugares de Danilo e Guerrero. O campeão paulista lembra as grandes empresas da cidade: organizada, séria, cheia de bons executivos para girarem os negócios do Timão. Mas, dessa vez, não giraram. Mudaram as peças, não o ritmo do time. E por falar em ritmo… Seedorf criou o seu próprio no segundo tempo. Encostado no lado esquerdo, pertinho de Oswaldo de Oliveira. Pretendido para ser técnico do Milan, ele formou quase uma comissão técnica. Foram três passes geniais. O primeiro, após linda jogada de Rafael Marques, para Lucas. Os outros dois para o centroavante. Nenhum resultou em gol. Cássio defendeu uma, outra foi para fora, e a zaga do Timão salvou na terceira.

Mas do outro lado havia um jogador de Seleção. Um chute do capitão Paulinho, que se apresenta a Felipão na terça-feira e é alvo frequente do futebol europeu, deixou a torcida animada novamente. Mesmo desconfiadas, as arquibancadas voltaram a gritar.

Vitinho, talvez inspirado no futevôlei, foi meio de ombro na bola. Bateu em seu braço. Lance bobo, na intermediária, que resultou na cobrança de Douglas e cabeçada de Paulinho. Quantos cariocas já não sofreram com a cabeça de Paulinho… A bola desviou em Marcelo Mattos e foi no ângulo. Sem chance para Jefferson, companheiro de seleção brasileira. Negócios à parte, como bem sabem os paulistanos. Empate justo e bom para mostrar aos 29.295 pagantes dos primeiros embalos de sábado à noite deste Brasileirão que São Paulo e Rio de Janeiro têm seus encantos e estão bem representados.

 

 

Globoesporte.com

Palmeiras e Santos empatam em mais um clássico vazio e sem gols

Imagem reprodução TV Globo
Imagem reprodução TV Globo

O filme não era inédito. Clássico no Paulistão. Pouco público. Nada de gols. Dessa vez, os protagonistas foram Palmeiras e Santos. A partida não foi ruim como os últimos embates entre os grandes na competição, mas a falta de qualidade nas finalizações levou a mais um 0 a 0. Para não ficar apenas nas coisas ruins, é possível tentar ver o lado bom do empate.

O Palmeiras, ainda sob o fantasma de ter que disputar a Série B, vai terminar a primeira fase do Campeonato Paulista sem perder para os principais rivais. Também não ganhou, é verdade: 2 a 2 com o Corinthians e 0 a 0 com o São Paulo. Mas para quem iniciou o ano considerado presa fácil, sobretudo nos clássicos, a estatística aumenta a autoestima de jogadores, comissão técnica e torcedores. Neste domingo, aliás, a equipe não só não perdeu como foi melhor em campo. Faltou pontaria, faltaram melhores jogadores, mas coletivamente o Palmeiras pode se orgulhar. Foi superior ao time de Muricy Ramalho.

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Já o Santos provou que até pode haver vida sem Montillo e, principalmente, Neymar. Mas não é vida fácil. Com garotos no ataque, volantes no meio e pouca criatividade, Muricy Ramalho até tentou optar pela ousadia, mas logo percebeu que seria melhor proteger o meio-campo. André não fez boa partida, Arouca pouco se soltou para criar, e a cada lance os torcedores sentiam saudade das traquinagens do camisa 11, que nesta segunda-feira tentará conduzir a seleção brasileira à sua primeira vitória com Felipão, contra a Rússia. O garoto Giva, ao menos, com erros e acertos, não sentiu o peso do clássico. Foi quem mais apareceu.

Com 25 pontos na tabela, o Verdão vai a Mirassol enfrentar a equipe do interior na quarta-feira. O Peixe, com 28, a quatro do líder São Paulo, que ainda tem um jogo a menos, vai receber o Mogi Mirim na Vila Belmiro, quinta-feira, provavelmente com a volta de seus principais astros.

 

4 a 3 para o Verdão… No meio!

Para entender o primeiro tempo, o melhor é usar uma frase do volante Arouca, do Santos, assim que o árbitro encerrou a etapa inicial:

– Eles estão com um homem a mais no meio-campo, sempre que a gente vai dar o bote, sobra alguém. Tenho certeza que o professor Muricy já percebeu.

O “alerta” de Arouca foi causado pela opção do técnico santista em escalar o Peixe com três atacantes: Neilton na esquerda, André pelo centro e Giva na direita. Com quatro volantes que, segundo Gilson Kleina, sabem jogar (Marcio Araújo, Léo Gago, Charles e Wesley), o Palmeiras dominou o setor durante boa parte do jogo, e as investidas mais perigosas foram criadas por Wesley e Juninho. Pelo lado esquerdo, ambos infernizaram a vida de Bruno Peres e abriram a marcação palmeirense.

Com pouco mais de um minuto de jogo, Giva já havia dado uma perigosa arrancada, e a resposta do Verdão quase foi fatal. Rafael largou chute de Wesley, mas Leandro, no rebote, bateu por cima do gol. O goleiro voltaria a ganhar duelo com o atacante quando ele finalizou de primeira, após levantamento de Marcio Araújo. Mas a grande defesa do primeiro tempo foi de Fernando Prass. Com reflexo puro, no chão, defendeu cabeçada fulminante de Cícero, especialista no fundamento, após cobrança de escanteio de Neilton.

O jovem atacante não teve boa atuação, errou passes, perdeu bolas. Já o Verdão, mesmo sem brilho, esteve mais à vontade em campo. Caio e Leandro tentaram boas tabelas. Não funcionou, mas é preciso insistir. Faltou pouco. Os volantes também saíram com sincronia para o ataque, e obrigaram Arouca, que poderia ser um foco de criação do Santos, a ficar mais recuado. Com placar zerado, o primeiro tempo teve um tom mais esverdeado.

 

Emoção no início, marasmo depois

Professor Muricy e Arouca estavam bem sintonizados. O Santos voltou para o segundo tempo com Alan Santos no lugar de Neilton: 4 a 4 no meio-campo. E, novamente, os primeiros minutos foram intensos, emocionantes, não combinavam com o público pífio, a exemplo dos clássicos recentes do Campeonato Paulista. 11.912 pessoas pagaram ingresso no Pacaembu. No Morumbi, dia 3 de março, Santos e Corinthians jogaram para 17.155 torcedores. No mesmo estádio, São Paulo e Palmeiras tiveram 18.020 testemunhas.

Juninho recebeu de Léo Gago e bateu para fora. Do outro lado, Giva ganhou presente de Arouca, mas Prass fez outra bela defesa na finalização do atacante. E ainda contou com a sorte quando André, livre na pequena área, não conseguiu desviar em cheio o cruzamento de Bruno Peres. Kleina sentiu que precisava inibir o avanço dos volantes do Peixe. A solução, ao menos a tentativa, foi a estreia do meia Rondinelly.

Muricy e Kleina também se entendiam nas substituições, e trocaram seus atacantes. André por Miralles; Caio por Vinícius. E nada do placar se alterar. Para piorar, os times pararam de criar, se entregaram ao céu nublado da cidade de São Paulo. O jogo também ficou nublado. O Verdão continuou com mais posse de bola, mas parecia ter medo de finalizar. Uma tabelinha de futevôlei entre Leandro e Rondinelly, dentro da área, foi a clara manifestação do receio de errar.

Quem arriscava era Léo Gago. O volante assumiu a responsabilidade, armou, chutou, errou, e se tornou o destaque entre os jogadores de linha. Quando Wesley chutou e Rafael soltou, Vinicius não conseguiu dar um simples toque para Leandro. E a última chance do jogo atravessou toda área.

Ciente de que tudo é diferente sem Neymar, o Santos pareceu conduzir o jogo até o apito final do árbitro. Cícero e Arouca estiveram muito distantes dos atacantes, os laterais não apoiaram, e o empate parecia ser o sonho dos comandados de Muricy.

Cansado, já que correu demais, Giva deu lugar a Victor Andrade, que pouco pegou na bola nos últimos minutos. Mais um 0 a 0. Que os gols estejam guardados para a fase final…

 

 

Globoesporte.com

Em clássico frustrante, Santos e Corinthians empatam sem gols

Corinthians-x-SantosPara quem gosta de futebol, ir ao estádio ou sentar no sofá para ver um clássico é um programa que sempre gera grande expectativa. Uma pena que o Santos x Corinthians deste domingo, no Morumbi, pela décima rodada do Paulistão, decepcionou. Não só pelo 0 a 0 no placar final, mas também pela apatia de Neymar, pelo gol incrível perdido por Renato Augusto, pelo preciosismo nas raras chances de ataque.

No geral, o Timão foi superior ao Santos, refém na maioria das vezes das jogadas de bola parada de Marcos Assunção e dos lampejos de Neymar. Se o gol não saiu, aliás, ao menos o clássico serviu para Tite ver que Renato Augusto e Alexandre Pato estão cada vez mais perto de se firmarem de vez como titulares. Os dois se entrosaram bem ao restante do elenco e deram uma dinâmica diferente ao setor ofensivo do Timão.

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Jogando no Morumbi por conta de uma punição da Federação Paulista de Futebol pelas moedas atiradas para Ganso no clássico contra o São Paulo, na Vila Belmiro, o Peixe se frustrou também com o público: 17.155, para uma renda de R$ 514.874,00. Com o empate, o Peixe foi a 18 pontos na tabela do Paulistão. E o Timão a 15.

No meio da semana, apenas o Corinthians volta a campo. Só que pela Libertadores. Na quarta-feira, às 22h, no México, o Timão encara o Tijuana, pela terceira rodada do Grupo 5. Pelo Paulistão, a equipe do Parque São Jorge joga sábado, às 18h30m, contra o Ituano, no Pacaembu. O Santos joga apenas no domingo, às 18h30m, contra o Atlético Sorocaba, como visitante, pelo Paulista.

Chutar pra quê?

Sob a batuta de Marcos Assunção, o Santos dominou amplamente os primeiros minutos do clássico. Nesse período do jogo, o Peixe teve 75% de posse de bola. Quando fez valer essa superioridade, no entanto, Cícero estava impedido, aos sete minutos, e o gol de cabeça após cruzamento de Assunção foi anulado.

Escorado no jogo do volante, o domínio do Santos não foi muito longe. Com dez minutos, o Corinthians chegou pela primeira vez ao ataque. A partir daí, dominou a partida. Com Renato Augusto e Alexandre Pato participando muito bem da partida, explorando as falhas de marcação do lateral-direito Galhardo, do Peixe, o Timão foi perigoso. Mas as chances reais de gol eram escassas.

Para o Santos estava realmente difícil superar a defesa do rival e chegar com perigo, mas para o Corinthians faltou objetividade. O time do técnico Tite conseguiu espaço suficiente para criar oportunidades, mas exagerou no preciosismo. Por várias vezes, um toque a mais em vez do chute prejudicou o Timão.

Melhor em campo, Alexandre Pato foi a principal fonte de jogadas do Corinthians. Nos pés dele, aliás, começou a melhor jogada do clássico no primeiro tempo. Aos 33 minutos, o atacante abriu na direita para Paulinho, que cruzou na medida para Guerrero. Na hora do chute do peruano, com o gol aberto e o goleiro Rafael batido, Galhardo chegou na hora H e travou.

Com Neymar apagado, o Peixe tinha cada vez mais dificuldade de chegar ao ataque. Tanto que Cássio pouco trabalhou. Sem criatividade para amenizar a superioridade corintiana, o Santos ao menos contou com o preciosismo do rival, que teve outra ótima chance com Paulinho aos 38. Mas ele demorou a chutar.

Mais do mesmo

Se na etapa inicial os jogadores do Corinthians demoraram a chutar, no segundo tempo, logo aos quatro minutos, chegaram com muito perigo . Na primeira chance do time, Renato Augusto teve tempo e espaço para pensar muito antes de finalizar após lindo passe de Ralf. Só que o meia tentou encobrir o goleiro Rafael. A bola passou por cima.

Na tentativa de ser mais perigoso, o Santos se adiantou um pouco. E Neymar apareceu mais. No entanto, o atacante resolveu se jogar depois de boa jogada pela esquerda. O árbitro o puniu com cartão amarelo por simulação. Advertência que suspende o craque do duelo com o Atlético Sorocaba, domingo.

Muito embora o Santos apresentasse um futebol mais ofensivo em relação ao primeiro tempo, o Corinthians era mais perigoso quando tinha a bola. Neymar tentava tudo sozinho, enquanto do outro lado Alexandre Pato, Guerrero e Renato Augusto faziam uma força-tarefa no ataque, reforçado por Emerson Sheik a partir dos 18 minutos.

Aos poucos, o clássico ficou cada vez mais morno. Por vários momentos, as duas equipes pareciam se respeitar demais. O Santos não conseguia se impor, e o Timão, que tem viagem para o México marcada para a noite deste domingo, claramente se poupava, se arriscando apenas nas bolas mais certas.

Demorou, mas o Santos conseguiu criar uma chance de perigo. A melhor do time na partida. Aos 34 minutos, em cobrança de falta, Marcos Assunção bateu colocado. Cássio se esticou, espalmou e bola ainda bateu na trave. E assim terminou o clássico entre Santos e Corinthians. Sem muita emoção e sem gol.

 

 

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Botafogo e Fluminense empatam no primeiro clássico do carioca 2013

O primeiro clássico do Campeonato Carioca de 2013 manteve a rotina dos confrontos entre Botafogo e Fluminense no Engenhão: 1 a 1, gols de Wellington Nem e Bolívar, em partida muito disputada, com forte marcação de ambos os lados. Desde a inauguração do estádio, em 2007, cada time venceu o duelo três vezes, com oito empates. Os tricolores não tiveram seu principal atacante, Fred, que faz reforço muscular antes de retornar aos gramados. Os alvinegros, por sua vez, só contaram com o holandês Seedorf no segundo tempo, quando entrou no lugar de Jádson e fez a jogada do gol de empate.

Na próxima rodada, o time das Laranjeiras, que lidera o Grupo B com sete pontos – mesmo número de Flamengo (2º) e Audax (3º), que estão em desvantagem nos critérios de desempate – enfrenta o Friburguense, na quarta-feira, às 22h, no Engenhão. Já o Botafogo, terceiro colocado no Grupo A, com cinco pontos, atrás de Vasco (nove) e Friburguense (seis), joga em Moça Bonita contra o Audax, também na quarta-feira, às 17h.

Antes do clássico, o estádio se calou. Os jogadores de ambos os times se reuniram com os árbitros no centro do gramado e as torcidas de Botafogo e Fluminense também fizeram silêncio em respeito às vítimas do incêndio em Santa Maria, no Rio Grande do Sul, que deixou mais de 200 mortos.

Wellington Nem gol Fluminense (Foto: Bruno Turano / Photocamera)Wellington Nem comemora o seu gol pelo Fluminense no Engenhão (Foto: Bruno Turano / Photocamera)

Nos primeiros minutos, o Botafogo mostrou mais ímpeto, procurando tocar a bola no campo de ataque. A polêmica não tardou. Logo aos três minutos, Lodeiro recebeu livre na frente, mas a arbitragem marcou impedimento equivocado. Com bom toque de bola entre Andrezinho, Fellype Gabriel, Gilberto e Lodeiro, os alvinegros davam trabalho à defesa tricolor, que rechaçava as tentativas na base do chutão, sem que o Fluminense conseguisse passar do meio de campo em condições de criar boas jogadas.

O panorama só começou a mudar aos dez minutos, quando o Fluminense começou a partir para o ataque com maior consistência, mas sem muito sucesso. Até os 14, quando Wellington Nem recebeu sozinho na frente e Jefferson teve de sair desesperado da área para interromper a jogada, com um carrinho preciso antes que o atacante dominasse a bola. Na sequência, em contra-ataque, Bruno Mendes tentou de fora da área, mas mandou em cima de Diego Cavalieri, que encaixou com facilidade.

Com ambos os times procurando encurtar os espaços e usando a repetição de faltas no meio de campo para travar o adversário, o jogo ficou truncado, com poucas chances de gol. Se com a bola rolando estava complicado, aos 27 Thiago Neves teve boa oportunidade de bola parada. Bateu com efeito, com muito perigo, mas para fora. Dois minutos depois, Fellype Gabriel conseguiu escapar da marcação em boa jogada, mas soltou um peteleco nas mãos de Cavalieri.

Bolivar gol Botafogo x Fluminense (Foto: Fernando Soutello / AGIF)Bolivar celebra o gol de empate do Botafogo (Foto: Fernando Soutello / AGIF)

Aos 37, Wellington Nem recebeu de Thiago Neves na área, girou e bateu cruzado. Digão e Leandro Euzébio chegaram atrasados e não conseguiram tocar a bola que cruzou a pequena área. O gol veio aos 42, quando Wellington Nem tabelou com Bruno pela direita, recebeu na área e mandou para a rede: 1 a 0.

No segundo tempo, quem começou partindo para o ataque foi o Fluminense. Logo aos cinco minutos, Valencia quase marcou um golaço, de letra. Jefferson apareceu bem. Oswaldo de Oliveira resolveu sacar Jádson para a entrada do holandês Seedorf. Mas o jogo voltou a ficar amarrado, com os times insistindo em avançar pelo meio, completamente congestionado. Desta forma, as oportunidades de gol voltaram a desaparecer. O técnico Abel Braga resolveu então chamar Rhayner para o lugar de Thiago Neves.

Aos 21, por muito pouco o Fluminense não ampliou. Em belo contra-ataque, Jean aplicou um lençol em Marcelo Mattos e deu passe perfeito para Wellington Nem partir sozinho, em velocidade. Jefferson mais uma vez saiu muito bem do gol. No rebote, novamente o goleiro alvinegro mostrou reflexo, em mais uma boa defesa no chute de Jean, que acompanhou a jogada.

Aos 27, o Botafogo teve boa oportunidade em cobrança de falta que Seedorf bateu com efeito, mas em cima de Cavalieri. Na sequência, em lance confuso, a bola sobrou no pé do holandês. Com a área congestionada, parecia que a defesa tricolor mataria a jogada com facilidade, mas o craque levantou na medida para Bolívar, que apareceu atrás da zaga tricolor para empatar: 1 a 1. No fim, ainda houve tempo para um princípio de confusão entre e Seedorf e Valencia, mas o placar permaneceu inalterado.

 

 

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