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Com domínio total, Brasil esbarra no goleiro e empata com a Bolívia

Com domínio total na altitude de La Paz, na Bolívia, a Seleção Brasileira saiu do Estádio Hernando Siles com um empate em 0 a 0 diante dos donos da casa, nesta quinta-feira (5), pela 17ª rodada das Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2018. Com ótima atuação e inúmeras chances claras de gol, o Brasil foi parado nas defesas do goleiro Carlos Lampe, que evitou que as redes balançassem na partida.

Com o resultado, a Seleção segue na liderança da tabela sul-americana das Eliminatórias, agora com 38 pontos. A Bolívia, com 14, ocupa a nona posição. Pela última rodada da competição, a equipe do técnico Tite enfrenta o Chile, no dia 10, no Allianz Parque, em São Paulo. O jogo será às 20h30.

O jogo

Dominando o primeiro tempo da partida, o Brasil criou as melhores chances de abrir o placar dando trabalho ao goleiro Carlos Lampe. Na primeira oportunidade, Neymar arriscou de fora da área, no canto, e viu o defensor cair bem e mandar para escanteio. Aos 32 minutos, Gabriel Jesus ganhou disputa de bola no ataque, Neymar ficou com a sobra e, cara a cara com Lampe, viu o goleiro fazer grande defesa. Aos 38 foi a vez de Jesus, livre na área, finalizar em cima do camisa 1 boliviano. Sem parar de pressionar, a Seleção teve outra ótima chance aos 42. Paulinho lançou Neymar, que driblou Lampe e chutou para o volante Valverde, de cabeça, salvar a Bolívia. Na sobra, o goleiro adversário pressionou o camisa 10, que finalizou e viu Valverde novamente evitar o gol brasileiro. Os minutos finais seguiram movimentados e, aos 45, Daniel Alves arriscou de longe, com chute forte, e o arqueiro boliviano se esticou para espalmar. Antes do apito final, a Bolívia assustou pela primeira vez, em pancada de fora da área de Diego Bejarano, que explodiu no travessão.

O Brasil não diminuiu o ritmo na volta do intervalo. Logo no primeiro minuto, Neymar cobrou falta para a área, Paulinho desviou de primeira e viu a bola bater na trave após tapa de Lampe. Aos nove, Gabriel Jesus deu ótimo passe para Neymar, que passou por dois, mas acabou travado por Machado na hora da finalização. Três minutos depois, o camisa 10 novamente ficou cara a cara com o goleiro boliviano e soltou uma pancada, que bateu no rosto de Lampe. Com maior posse de bola e sem pressão alguma do adversário, o Brasil seguiu no ataque. Aos 32 minutos, Willian aproveitou sobra pela direita, se livrou da marcação e viu o camisa 1 boliviano espalmar para escanteio. Em outra boa chance, aos 37, Neymar lançou Gabriel Jesus, que acertou bela cabeçada defendida, mais uma vez, por Lampe, que evitou os gols brasileiros em La Paz até o apito final da partida.

O Brasil jogou com: Alisson; Daniel Alves, Miranda, Thiago Silva (Marquinhos) e Alex Sandro; Casemiro, Paulinho (Fernandinho), Renato Augusto e Philippe Coutinho (Willian); Neymar e Gabriel Jesus.

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Vasco empata com o Coritiba e fatura 1º ponto fora de casa

Foto: Geraldo Bubniak/AGB / LANCE!

Em evolução neste Campeonato Brasileiro, o Vasco chegou na noite deste domingo ao primeiro ponto conquistado fora de São Januário. No Durival Britto, empatou com o Coritiba em 2 a 2 em um jogo agitado, com maiores chances para os cariocas nos 45 minutos iniciais e para os paranaenses nos 45 finais. Thalles e Wagner foram os responsáveis pelos gols do Cruz-Maltino.

O Vasco surpreendeu fora de casa. Jogou de uma forma perigosa – principalmente no primeiro tempo. Ponto que não vinha sendo observado até então longe de São Januário. Triangulações, velocidade, criação, efetividade… Parecia até que o Cruz-Maltino atuava em seus domínios em comparação com as rodadas anteriores no Campeonato Brasileiro.

Sem Luis Fabiano, cumprindo neste jogo suspensão pelo terceiro cartão amarelo, Thalles ganhou uma nova oportunidade como titular do Vasco depois de ter passado por um processo de emagrecimento. Quatro quilos mais magro, Thalles correspondeu ao voto de confiança dado pelo técnico Milton Mendes.

Foi inclusive de Thalles o gol que abriu o marcador na fria Curitiba. Aos 20 minutos do primeiro tempo, Henrique puxou boa jogada de velocidade pela esquerda e mandou na medida na grande área para Thalles subir sem dificuldades para estufar as redes do goleiro Wilson. Por tudo que passou, merecido para uma busca de continuidade com o Vasco.

Na frente, o Vasco seguiu pressionando até o intervalo. Thalles quase fez o segundo aos 41 minutos, obrigando Wilson a fazer grande defesa para o Coritiba – a bola, na jogada, chegou também a bater no travessão. Na etapa final, porém, os donos da casa mudaram o panorama e o Cruz-Maltino, retrancado, praticamente irreconhecível, deu espaços.

Aos 21 minutos, Kléber, apto a jogar pelo Coritiba após efeito suspensivo depois do pesado gancho dado pelo STJD por conta de indisciplina, mais uma vez foi essencial e apresentou a sua qualidade. Após bate-rebate, o Gladiador aproveitou sobra e de cabeça empatou. Aos 42, ele recebeu de Henrique Almeida e virou para o Coritiba, para festa das mais de oito mil pessoas no estádio.

No acréscimo, porém, na raça, o Vasco empatou e garantiu o primeiro ponto fora de casa no Brasileiro. Yago Pikachu cobrou escanteio, Paulão desviou e Wagner, oportunista, igualou o marcador. Resultado merecido para ambas as equipes pelo proposto. O Cruz-Maltino agora tem a semana de preparação para o clássico difícil com o Flamengo. Não poderá contar com a dupla de volantes Jean e Douglas, mas deve ter a estreia de Bruno Paulista para amenizar a situação. São Januário promete ferver na luta pela Libertadores.

FICHA TÉCNICA 
CORITIBA 2 X 2 VASCO 

Estádio: Durival Britto, em Curitiba (PR)
Data/hora: 2/7/2017 – 19h (de Brasília)
Árbitro: Emerson de Almeida Ferreira (MG)
Auxiliares: Marcio Eustaquio Santiago (MG) e Celso Luiz da Silva (MG)
Renda/público: R$ 135.300,00/8.020 pagantes
Cartões amarelos: Jonas, Bruno, Anderson (CTB) e Paulão, Douglas, Jean, Breno, Martin Silva (VAS)

GOLS: Thalles 20’/1ºT (0-1), Kléber 21’/2ºT (1-1), Kléber 43’/2ºT (2-1) e Wagner 45’/2ºT (2-2)

CORITIBA: Wilson, Léo (Anderson intervalo), Márcio, Werley e William Matheus; Jonas (Tomás Bastos 16’/2ºT), Matheus Galdezani e Tiago Real; Rildo (Neto Berola 24’/2ºT), Kléber e Henrique Almeida. Técnico:Pachequinho.

VASCO: Martin Silva, Gilberto, Breno, Paulão e Henrique; Jean e Douglas; Yago Pikachu, Mateus Vital (Eder Luis 29’/2ºT) e Nenê (Wagner 25’/2ºT); Thalles (Rafael Marques 38’/2ºT). Técnico: Milton Mendes.

Lance

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São Paulo empata com Sport e segue sem vencer fora de casa

O São Paulo segue sem vencer fora de casa no Campeonato Brasileiro, embora tenha somado seu primeiro ponto na condição de visitante. Nesta quarta-feira, o Tricolor empatou por 0 a 0 com o Sport, na Ilha do Retiro, em jogo fraco, com poucas chances de gol. A partida marcou o primeiro duelo entre Rogério Ceni e Vanderlei Luxemburgo como técnicos. Amantes do futebol ofensivo, eles não foram felizes nesta noite.

André (e), jogador do Sport, e o argentino Lucas Pratto
André (e), jogador do Sport, e o argentino Lucas Pratto

Foto: Gazeta Press

Com sete desfalques, Ceni armou um time no 3-5-2, repetindo o esquema da derrota para o Corinthians, no domingo. Apesar de seguro, o time foi pouco efetivo no ataque, que teve muitas vezes Wellington Nem e Lucas Pratto isolados, com pouco apoio. No fim, o São Paulo finalizou sete vezes, sendo apenas uma em direção ao gol.

Com 10 pontos ganhos, o Tricolor pode terminar a rodada, que se encerra nesta quinta-feira, na metade de baixo da tabela de classificação. A equipe volta a campo neste domingo, às 16 horas (de Brasília), diante do Atlético-MG, no Morumbi. Já o Sport, com oito pontos, recebe o Vitória, na Ilha, às 19 horas do mesmo dia.

O jogo – O São Paulo começou mais aceso, pressionando a saída de bola do Sport. Logo aos cinco minutos, Wellington Nem enfiou para Thomaz no lado esquerdo, o meia invadiu a área, limpou a marcação e finalizou com perigo ao gol de Magrão.

Aos poucos, porém, os donos da casa começaram a sair mais para o ataque. O Tricolor recuou, passou a ter sua área sendo rondada perigosamente, apostando nos contra-ataques, que se mostraram ineficientes em função dos passes errados e da grande distância entre os jogadores no campo da Ilha.

Acuado, o time de Rogério Ceni se safou de levar o primeiro gol aos 36 minutos, quando Thomás achou André em boas condições no lado direito da área. O atacante, meio sem ângulo, bateu forte para boa defesa de Renan Ribeiro. Aos 44, o São Paulo quase abriu vantagem antes do intervalo, após boa jogada de Marcinho na lateral direita e arremate de Lucas Pratto, que raspou na trave esquerda de Magrão.

O Sport voltou mais elétrico para a etapa final e por pouco não balançou a rede adversária logo no primeiro lance, em cabeçada de André, após bobeada da zaga tricolor. Pouco depois, aos oito minutos, o centroavante desperdiçou outra grande chance ao sair na cara do gol e mandar em cima de Renan Ribeiro.

Buscando dar mais mobilidade ao meio-campo do São Paulo, Rogério Ceni colocou Wesley e Lucas Fernandes nos lugares de Thomaz e Cícero, que pouco criaram, e passou Éder Militão para a posição de volante, deixando o time com dois zagueiros. Depois, colocou Gilberto e tirou o cansado Wellington Nem.

A despeito das alterações, o São Paulo só foi criar sua melhor oportunidade de marcar ameaçar aos 47 minutos, quando Pratto subiu sozinho na área e testou firme para ótima defesa de Magrão, que garantiu o empate sem gols na Ilha do Retiro.

FICHA TÉCNICA

SPORT 0 X 0 SÃO PAULO

Local: Ilha do Retiro, no Recife (PE)

Data: 14 de junho de 2017, quarta-feira

Horário: 19h30 (de Brasília)

Árbitro: Héber Roberto Lopes (SC)

Assistentes: Carlos Berkenbrock e Helton Nunes (ambos de SC)

Público: 11.904 pagantes

Renda: R$ 278.755,00

Cartão Amarelo: André (Sport);Cícero (São Paulo)

Cartão Vermelho:-

Gols:-

SPORT: Magrão; Samuel Xavier, Durval, Ronaldo Alves e Sander; Rithely, Patrick e Thallyson (Everton Felipe); Thomás (Rogério), André e Osvaldo (Juninho)

Técnico: Vanderlei Luxemburgo

SÃO PAULO: Renan Ribeiro; Éder Militão, Maicon e Lucão; Marcinho, Jucilei, Cícero (Lucas Fernandes), Thomaz (Wesley) e Júnior Tavares; Wellington Nem (Gilberto) e Lucas Pratto

Técnico: Rogério Ceni

Gazeta Esportiva

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São Paulo empata com ABC-RN e se classifica

 (Foto: NUNO GUIMARÃES/Estadão Conteúdo)
(Foto: NUNO GUIMARÃES/Estadão Conteúdo)

O São Paulo empatou por 1 a 1 com o ABC-RN, no Frasqueirão, e conquistou uma vaga para a quarta fase da Copa do Brasil. O tricolor paulista começou perdendo com um gol de Márcio Passos, porém o meia Cueva repetiu novamente mais uma bela apresentação e empatou o jogo.

Mesmo com a classificação, o torcedor são-paulino não pôde comemorar muito. O zagueiro Rodrigo Caio machucou o joelho e pode desfalcar a equipe nos próximos jogos. Lyanco, entretanto, entrou e deu conta do recado. O atleta ainda não havia jogado na temporada.

O JOGO:

Como perdeu por 3 a 1 no Morumbi, o ABC-RN começou a partida no ataque. Logo aos 2 minutos de jogo, Márcio Passos recebeu cruzamento de escanteio e sozinho, testou para o fundo do gol. O time paulista então tentou responder a altura logo no minuto seguinte, mas não se encontrava em campo.

Para piorar, com oito minutos de jogo, Rodrigo Caio sofreu uma lesão no joelho e teve que ser substituído por Lyanco. O jogo tinha muitos erros no meio campo e era truncado. Nos minutos finais do primeiro tempo, o tricolor enfim se encontrou e começou a fazer triangulações pelos lados. Wellington Nem e Cueva eram os mais participativos.

O São Paulo começou agredir a zaga adversária, mas sofria muito com as faltas e com as falhas no sistema defensivo. No fim da primeira etapa, porém, Thiago Mendes roubou a bola no meio de campo, tocou para Cueva, que tabelou com Gilberto e bateu forte, sem chances para o goleiro Edson.

Quem pensou que o São Paulo iria administrar o resultado estava errado. No começo do segundo tempo, Cueva novamente liderava as ações do time e era muito efetivo. Os zagueiros do clube paulista, que não foram bem no primeiro tempo, melhoraram e começaram a apertar mais a marcação. O ABC-RN tentava algumas jogadas até os 30 minutos da segundo etapa.

Sem forças para tentar uma reação, o clube potiguar também não tinha mais pernas e o tricolor paulista cresceu muito na partida. Edson precisou intervir pelo menos mais quatro vezes antes do apito final para o placar não aumentar.  Nos minutos finais, o ABC-RN engatou a quinta marcha e partiu pra cima do São Paulo. Chegou até a chutar uma bola na trave, mas ficou por isso mesmo.

Com o resultado em 1 a 1 no tempo normal e no agregado em 4 a 2, o São Paulo agora espera o sorteio da quarta fase para saber quem será seu adversário.

Band

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Atlético-PR vacila e empata com U. Católica em casa

 (Foto: Rodolfo Buhrer/Reuters)
(Foto: Rodolfo Buhrer/Reuters)

Se Paulo Autuori disse que o Atlético-PR “aprendeu a sofrer” no estágio preliminar da Libertadores, a equipe não mostrou a mesma capacidade nesta terça-feira. Diante de sua torcida na Arena da Baixada, chegou a abrir 2 a 0 mesmo não jogando bem, mas ruiu diante da pressão do adversário nos últimos minutos e teve que lamentar o empate por 2 a 2 na estreia da fase de grupos.

Depois de abrir o placar logo aos quatro minutos, com Lucho González, o Atlético-PR abusou dos erros de passe. No segundo tempo, aceitou a pressão da Universidad Católica, recuou, mas ainda assim “achou” o segundo em uma pintura de Nikão. Só que quando o confronto parecia decidido, o time vacilou na defesa e sofreu dois gols “relâmpagos” depois dos 40 minutos.

Com o resultado desta terça, as duas equipes largam em igualdade no Grupo 4 da Libertadores, que conta ainda com Flamengo e San Lorenzo – eles se enfrentam nesta quarta. No domingo, o Atlético-PR pega o Londrina, pelo Estadual, mas já na quarta vai à Argentina encarar o San Lorenzo.

O jogo
As equipes ainda buscavam o melhor posicionamento em campo quando o Atlético-PR abriu o placar. Aos quatro minutos, Thiago Heleno deu lançamento longo para Jonathan, que recebeu na linha de fundo com tempo para levantar a cabeça e encontrar Lucho González. Na marca do pênalti, o argentino bateu com categoria, no contrapé do goleiro.

O início dos donos da casa foi dominante. Com marcação alta, o Atlético-PR atrapalhou a saída de bola dos chilenos, retomou a posse diversas vezes e ganhou o campo de ataque, principalmente pelo lado direito. Aos 18, Carlos Alberto fez fila pelo setor, mas ficou sem perna para bater e jogou para fora.

As melhores chances eram sempre aproveitando a fragilidade do lado esquerdo do setor defensivo do adversário. Quatro minutos depois, Nikão roubou a bola por ali e inverteu para Gedoz. O meia entrou na área, pedalou e bateu firme, para boa defesa de Toselli.

Depois de um ótimo início, o Atlético-PR passou a errar demais. Thiago Heleno, de cabeça, ainda assustou, mas aos poucos a Universidad Católica cresceu, conseguiu envolver a defesa adversária com bons toques e assustou quando Santiago Silva tabelou com Fuenzalida na direita e o gol só não saiu porque Jonathan cortou.

O Atlético-PR voltou para o segundo tempo com a clara intenção de diminuir o ritmo e ficar mais com a bola no pé, mas os erros de passe seguiam atormentando a equipe. Do outro lado, a Universidad Católica veio embalada e quase deixou tudo igual aos três minutos. Noir invadiu a área como quis pela esquerda e encontrou Kalinski no meio da área. O meia bateu de primeira, rente ao travessão.

Sem sucesso quando ia ao ataque, o Atlético-PR recuou e deu todo o campo para o adversário, que parecia jogar em casa. As ações eram todas tomadas pelos chilenos, que quase marcaram mais uma vez aos 18, quando Fuenzalida cruzou e Santiago Silva cabeceou firme, exigindo grande defesa de Weverton.

O nervosismo já tomava conta dos jogadores e do banco de reservas do Atlético-PR quando o talento de dois jogadores resolveu. Aos 30 minutos, Rossetto recebeu na intermediária e deu lindo toque de letra para Nikão. O meia dominou, cortou para a perna esquerda e bateu com extrema categoria, encobrindo o goleiro e acertando o ângulo de Toselli.

O segundo gol não esmoreceu a Universidad Católica, que se lançou imediatamente à frente. Aos 34, Kalinski e Lamaro perderam grandes chances. Mas seis minutos depois, não teve jeito. Com facilidade, os chilenos trocaram passes na área do Atlético-PR, Gutiérrez ajeitou e Fuenzalida cruzou para Llanos marcar de cabeça.

O desespero tomou conta dos donos da casa, e os chilenos acreditaram no empate. Somente um minuto depois, Llanos tirou tinta da trave com finalização de dentro da área. E a pressão resultou no empate aos 42. Noir foi lançado em posição duvidosa e finalizou sozinho quase da pequena área. Num jogo tão imprevisível, Pablo ainda acertou o travessão nos acréscimos, no último lance do confronto.

Band

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Com time reserva, Fla empata com Ceará e perde 100% na temporada

jogoO Flamengo não tem mais 100% de aproveitamento na temporada. Em um jogo de nível técnico baixo, os reservas do Rubro-negro ficaram apenas no 0 a 0 com o Ceará, nesta quarta-feira (22), no Castelão. Foi a última partida dos cariocas fase de classificação da Primeira Liga. O time de Zé Ricardo somou sete pontos e garantiu a primeira posição do Grupo B. De acordo com a tabela, as quartas de final serão realizadas apenas nos dias 29 e 30 de agosto.

A concentração do Rubro-negro agora se volta para a semifinal da Taça Guanabara. Depois de muita confusão, o jogo contra o Vasco foi marcado para o próximo sábado (25), às 17h (de Brasília), no estádio Raulino de Oliveira, em Volta Redonda. A equipe tem a vantagem do empate para chegar à final.

Muralha é o único titular no Flamengo

O Flamengo contou apenas com o goleiro Alex Muralha na equipe de reservas escalada pelo técnico Zé Ricardo. O restante do time foi formado por jovens da base e jogadores acostumados a ficar no banco de reservas.

O Rubro-negro criou algumas chances, mas finalizou mal. O zagueiro Juan teve boa atuação, mas jovens como Felipe Vizeu e Lucas Paquetá foram apenas discretos.

No Ceará, o veterano Magno Alves foi o destaque e participou da maioria das jogadas dos donos da casa.

No fim, o resultado ficou de bom tamanho para os cariocas, mas deixou pelo caminho os 100% de aproveitamento na temporada.

Rubro-negro deixa de igualar melhor início de ano recente

O Flamengo não conseguiu igualar a marca de 2011, obtida pelo time de Ronaldinho e Thiago Neves. Na ocasião, a equipe dirigida por Vanderlei Luxemburgo conseguiu o melhor início de ano recente do Rubro-negro. Foram oito vitórias consecutivas em jogos oficiais. O time de Zé Ricardo soma sete triunfos e um empate.

CEARÁ 0 X 0 FLAMENGO

Local: Castelão, em Fortaleza (CE)
Árbitro: Anderson Daronco (RS)
Auxiliares: Helton Nunes (SC) e Elio Nepomuceno de Andrade Junior (RS)
Cartões amarelos: Romário (Ceará); Rodinei (Flamengo)

Ceará
Éverson; Cametá (Everton Silva), Luiz Otávio, Rafael Pereira e Romário; Raul, Richardson e Felipe Tontini (Victor Rangel); Felipe Menezes (Alex Amado), Lelê e Magno Alves
Técnico: Givanildo Oliveira

Flamengo
Muralha; Rodinei, Donatti, Juan e Renê; Márcio Araújo, Cuéllar, Lucas Paquetá (Cafu) e Adryan (Matheus Sávio); Gabriel (Ronaldo) e Felipe Vizeu
Técnico: Zé Ricardo

Uol

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Botafogo empata com Nova Iguaçu e segue sem vencer na Taça Guanabara

Pela primeira rodada da Taça Guanabara, o Botafogo empatou em 1 a 1 com o Nova Iguaçu neste sábado (28), no estádio Nilton Santos. Com isso, o Alvinegro segue sem vitórias, já que perdeu para o Madureira na segunda rodada, adiantada.

Com o resultado, o Botafogo tem um ponto e está na terceira colocação do Grupo B. O Nova Iguaçu, também com um ponto, ficou na vice-liderança.

Na próxima rodada, a equipe comandada pelo técnico Jair Ventura enfrenta o Macaé no sábado, 04 de fevereiro, às 19h30 (de Brasília). O Nova Iguaçu enfrenta o Flamengo na mesma data, às 17 horas (de Brasília).

Quem foi bem: Camilo em todas

O meia Camilo foi o melhor jogador em campo. O botafoguense foi responsável por armar as melhores chances de gol do Botafogo e participou do primeiro tento.

Quem foi mal: Sassá joga mal e torcida não perdoa

Querido pela torcida botafoguense, Sassá não teve uma tarde boa. Após errar passes, o atleta foi vaiado e também não foi perdoado nas redes sociais. No fim da etapa complementar da partida, o atacante foi substituído e, novamente, sofreu com as manifestações dos torcedores presentes no Engenhão.

O Botafogo inaugurou o marcador do estádio Nilton Santos aos sete minutos do primeiro tempo. Camilo cobrou escanteio, a zaga do Nova Iguaçu falhou e Marcelo, livre na pequena área, cabeceou para o chão e mandou para o fundo das redes.

Sem chance aos visitantes

O Nova Iguaçu não teve chances no início do primeiro tempo. Apenas depois que os donos da casa marcaram o gol, o time visitante teve mais espaço, mas não conseguiu transformar em boas oportunidades.

Esfriou

Tranquilo com o gol marcado no começo do confronto, o Botafogo caiu de produção a partir do meio do primeiro tempo. O Nova Iguaçu teve poucas chances de gol e o jogo ficou mais frio.

Reação!

Aos 11 minutos do segundo tempo, o Nova Iguaçu empatou a partida. Após cobrança de falta de Paulo Henrique, a defesa do Botafogo deixou dois jogadores livres e Murilo Henrique aproveitou para cabecear para o gol.

Anfitriões tentam pressionar

No final da etapa complementar da partida, o Botafogo pressionou os adversários, mas não teve sucesso.

O retorno do Bota ao Nilton Santos

@oficialnifc/Twitter

Após um ano e dois meses, o Botafogo retornou ao estádio Nilton Santos, que está de cara nova, com a identidade do Alvinegro.

FICHA TÉCNICA
BOTAFOGO X NOVA IGUAÇU

Data e horário: 28 de janeiro, às 17 horas (de Brasília)
Local: estádio Nilton Santos, no Rio de Janeiro
Árbitro: Bruno Arleu Araújo
Auxiliares: Eduardo de Souza Couto e Diogo Carvalho Silva.
Cartões amarelos: Pachu, Marcelo, Camilo (Botafogo); Iuri (Nova Iguaçu)
Gols: Botafogo – Marcelo, aos sete minutos do primeiro tempo
Nova Iguaçu – Murilo Henrique, aos 11 minutos do segundo tempo

Botafogo: Gatito Fernández; Marcinho, Marcelo, Igor Rabello e Gilson; Dudu Cearense, Matheus Fernandes, Leandrinho (Guilherme) e Camilo, Sassá (Roger) e Pachu (Joel).
Técnico: Jair Ventura

Nova Iguaçu: Jefferson; Yan, Raphael Azevedo, Murilo Henrique e Lucas; Iuri, Paulo Henrique, Wescley e Renan Silva (Caio Cezar); Marlon (Alex Souza) e Adriano (Ricardinho).
Técnico: Edson Souza

Uol

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Campinense empata com o Santa Cruz-PE na estreia do Nordestão

foto: Paraibaonline
foto: Paraibaonline

No reencontro do campeão e vice da Copa do Nordeste de 2016, Santa Cruz e Campinense empataram por 1 a 1, na estreia de ambos na competição 2017.

Jogando em casa, com o apoio da torcida, a Raposa foi melhor em campo. No entanto, só conseguiu marcar aos 39 minutos do segundo tempo, gol contra de Bruno Silva. O Santa empatou quatro minutos depois, de pênalti, com Léo Costa.

A Raposa agora se concentra no Paraibano. No domingo joga contra o Serrano, no Estádio Amigão.

Ficha técnica

Campinense x Santa Cruz

Data: 25/01/2017 – 18h45
Local: Estádio Amigão / Campina Grande
Arbitragem: Mayron F. Novais; Antonio Fernando e Ivanildo Gonçalves

Cartões amarelos: Léo Costa, Elicarlos, Jaime (Santa Cruz)
Gols:  Bruno Silva (contra, aos 39min do 2 tempo; Léo Costa (Santa Cruz, aos 44min do 2 tempo)

Campinense: Gledson, Alex Travassos, Joécio, Paulo Paraíba e Gilmar(Ronael); Negreti, Magno, Fernando Pires e Felipe Ramon (Lessinho); Augusto e Casagrande (Tiago Orobó). Técnico: Sergio China.

Santa Cruz: Julio César, Victor, Jaime, Bruno Silva e Eduardo Brito; Elicarlos, David (Weelington César) e Léo Costa; Everton Santos, Thiago Primão (Thomás)e André Luiz (William Barbio). Técnico: Vinicius Eutrópio.

paraibaonline

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Grêmio empata com o Atlético-MG e fatura o quinto título da Copa do Brasil

gremioDepois de 15 anos de espera, o Grêmio volta a soltar o grito de campeão nacional. Nesta quarta-feira (7), em seu estádio, o time gaúcho segurou um empate em 1 a 1 com o Atlético-MG e conquistou pela quinta vez a Copa do Brasil – o primeiro duelo, em Minas, terminou com vitória gremista por 3 a 1.

O título faz com que o Grêmio se torne o maior campeão do torneio, ultrapassando o Cruzeiro: 5 taças a 4. Desde a criação da Copa do Brasil, o time gaúcho venceu em 1989, 1994, 1997 e 2001, a última conquista nacional gremista antes da noite desta quarta-feira.

Grêmio domina o segundo tempo e solta o grito de campeão

Se no primeiro tempo o Atlético-MG chegou a controlar as ações do jogo, o segundo foi todo do Grêmio. Com uma marcação apertada nos pontas do time mineiro, a equipe de Renato Gaúcho não deu chances para que o adversário levasse perigo ao gol de Marcelo Grohe.

Mesmo no final da partida quando o Atlético-MG se lançou completamente ao ataque, o Grêmio não foi pressionado nenhuma vez. Nos últimos minutos, em um contra-ataque, Everton fez bela jogada pela esquerda e cruzou rasteiro para Miller Bolaños empurrar para o fundo das redes e fazer os gaúchos soltarem o grito de campeão.

Atlético-MG fica com o vice, mas faz um golaço

Após o gol do Grêmio, ainda deu tempo para um golaço do Atlético-MG. Nos acréscimos, Cazares aproveitou que Marcelo Grohe estava muito adiantado e arriscou de trás do meio-campo. O goleiro gremista tentou voltar, mas não conseguiu impedir o golaço mineiro.

Atlético-MG se apresenta mais organizado com interino

Em seu primeiro jogo à frente do Atlético-MG, Diogo Giacomini apresentou uma equipe mais organizada do que a de Marcelo Oliveira no jogo de ida. Com três volantes (Rafael Carioca, Leandro Donizete e Júnior Urso) e Luan e Robinho centralizados, o Galo apresentava uma compactação maior e detinha o controle da bola na primeira etapa.

O time mineiro, no entanto, encontrava dificuldades na saída de bola. Abertos quando o Atlético-MG tinha a bola, Leandro Donizete e Júnior Urso sofriam para passar pela marcação gremista e o Galo terminou a primeira etapa sem assustar realmente o goleiro Marcelo Grohe.

Grêmio espera e tem a melhor chance do primeiro tempo

Com uma grande vantagem conquistada na primeira partida, o Grêmio iniciou o duelo em Porto Alegre mais recuado e esperando o Atlético-MG partir para o ataque. Na segunda metade da etapa inicial, o time gaúcho avançou a marcação e teve a grande chance do duelo até então.

Aos 39 minutos, Douglas deu um passe de letra que deixou Everton cara a cara com Victor. O atacante gremista chutou rasteiro, mas o goleiro do Atlético-MG pulou para fazer uma grande defesa e evitar o gol.

Final termina em confusão

O clima de união entre as duas equipes ficou apenas durante a homenagem à Chapecoense. Nos últimos minutos do duelo, jogadores de Atlético-MG e Grêmio iniciaram uma confusão que se estendeu até após o apito final.

A briga começou após Bolaños não deixar o time do Atlético-MG cobrar uma falta. Na sequência, o equatoriano tentou dar um chute na bola, iniciando a confusão. O clima tenso seguiu depois do apito final, mas durou pouco e rapidamente os brigões foram separados e o Grêmio pôde comemorar o título.

Homenagens à Chapecoense silencia um estádio sem caixões vermelhos

Antes de a bola rolar, um momento de emoção tomou conta da Arena do Grêmio. Jogadores das duas equipes e representantes da imprensa se abraçaram no meio do gramado para um minuto de silêncio em homenagem às vítimas do acidente com o avião que levava a Chapecoense para Medellín.

Em um momento poucas vezes visto antes no futebol brasileiro, o estádio ficou praticamente em silêncio durante a solenidade. Durante a homenagem, o goleiro Victor, do Atlético-MG, era um dos mais emocionados e não conseguiu conter o choro. Nas arquibancadas, torcedores também derramavam lágrimas e respeitaram um pedido gremista de não levarem caixões vermelhos ao estádio, em alusão ao possível rebaixamento do Internacional.

FICHA TÉCNICA

GRÊMIO X ATLÉTICO-MG
Torneio:
Copa do Brasil
Data: 07/12/2016
Estádio: Arena do Grêmio, em Porto Alegre (RS)
Público: 55.337 pessoas
Renda: R$ 5.105.964,00
Árbitro: Luiz Flavio de Oliveira (FIFA/SP)
Assistentes: Marcelo Carvalho Van Gasse (FIFA/SP) e Kleber Lucio Gil (FIFA/SC)
Cartões amarelos: Erazo e Fábio Santos, do Atlético-MG

GRÊMIO: Marcelo Grohe; Edílson, Pedro Geromel, Kannemann, Marcelo Oliveira; Walace, Ramiro, Maicon, Douglas; Everton e Luan. Técnico: Renato Gaúcho

ATLÉTICO-MG: Victor; Marcos Rocha, Gabriel, Erazo, Fábio Santos; Rafael Carioca, Leandro Donizete (Cazares), Júnior Urso (Maicosuel); Luan, Lucas Pratto e Robinho. Técnico: Diogo Giacomini

Uol

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Corinthians falha em decisão por Libertadores e só empata com Atlético-PR

Bastava vencer o Atlético-PR em Itaquera para não apenas entrar no G-6, mas assumir inclusive a quinta posição. Mas, na noite deste sábado, o irregular Corinthians de 2016 não passou de um empate sem gols contra a equipe paranaense, segunda melhor defesa do Campeonato Brasileiro. No jogo em que teve volume, mas novamente ameaçou pouco, acabou difícil para os corintianos irem à Copa Libertadores.

Com 55 pontos, o Corinthians não dependerá apenas de suas forças na última rodada da Série A, no dia 4 de dezembro, quando visita o Cruzeiro. O Botafogo e o Atlético-PR, ambos com 56 pontos, têm a faca e o queijo na mão, respectivamente contra Grêmio (fora) e Flamengo (casa). A chance de ir à Libertadores com o sétimo lugar praticamente se foi com a provável conquista gremista na Copa do Brasil.

No jogo 100 de Romero, Corinthians sofre sem poder de fogo

Reinaldo Canato /UOL

É uma constante dos corintianos no Brasileirão. Muito volume, troca de passes e poucas oportunidades e pouco poder de conclusão. Neste sábado, o panorama se repetiu com 17 finalizações e nenhum gol. Rodriguinho se esforçou, Camacho apareceu, Marlone conseguiu bons lances, mas faltou um definidor. Romero, em seu jogo 100 com a camisa do clube, mais uma vez se mostrou desconfortável como camisa 9.

Visitante frágil, Atlético-PR joga pelo empate e se dá bem

Reinaldo Canato /UOL

Segundo pior visitante da Série A e na briga por Libertadores, o Atlético-PR tem nos jogos em Curitiba claramente seu ponto forte. Neste sábado, a equipe de Paulo Autuori concentrou seus esforços em se defender e lutar por algum contra-ataque, possibilidade bem controlada pelo Corinthians – a primeira finalização a gol veio quase nos acréscimos. Apesar disso, a segunda melhor defesa do Brasileiro se saiu bem e arrancou empate precioso.

O melhor: Rodriguinho

Na volta à equipe, mostrou porque é o melhor do Corinthians no Brasileirão. Com mais liberdade que Camacho, conduziu as ações, organizou todo o jogo e ajudou na criação de oportunidades. E ele é candidato a deixar o clube em dezembro…

O pior: Lucas Fernandes

Arma do Atlético-PR para os contra-ataques, o atacante correu, correu e não conseguiu produzir nada. Uendel, que escapava por seu setor, teve excessiva liberdade. Foi substituído no início do segundo tempo.

Cristian perde chance de ouro para vitória do Corinthians

Aos 20min do segundo tempo, a melhor oportunidade foi desperdiçada pelo experiente volante. Marlone e Rodriguinho puxaram bom contra-ataque e Cristian teve espaço e boas condições de marcar, mas errou o alvo. Pouco depois, acabou substituído por Giovanni Augusto.

Oswaldo discute com torcedor após apito final

O clima esquentou na Arena Corinthians após o fim do jogo. Oswaldo de Oliveira foi xingado por um torcedor, rebateu e acabou discutindo. “Estou tremendo de medo de você”, teria dito o técnico, segundo a Rádio Globo.

De volta de lesão, Guilherme nem entra em campo

Jogador mais decisivo do Corinthians, porém marcado por irregularidades, Guilherme sequer foi acionado por Oswaldo de Oliveira. Ele atuou em condições ruins diante do São Paulo e ficou de fora das duas partidas seguintes. De volta ao banco neste sábado, foi preterido por Lucca, Giovanni Augusto e Gustavo, nesta ordem as três opções do treinador corintiano.

Ex-palmeirense observa corintianos

‘Chiqui’ Arce, ex-lateral direito do Palmeiras e hoje técnico da seleção paraguaia, esteve presente na Arena Corinthians para observar Fabián Balbuena e Angel Romero (foto).

Despedida da Arena em 2016

Reinaldo Canato /UOL

O Corinthians fez neste sábado a sua despedida da Arena Corinthians em 2016. No total, já incluindo a igualdade desta noite, foram 24 vitórias, oito empates e duas derrotas.

Presidente corintiano é internado

Rodrigo Coca/Eleven/Estadão Conteúdo

O presidente corintiano Roberto de Andrade sofreu um mal estar e pressão alta na noite de sexta-feira e precisou ser hospitalizado em São Paulo. Ele ainda deve permanecer internado por mais alguns dias e, desta forma, não pôde estar presente na Arena neste sábado. Além de ser alvo de um processo de impeachment, Roberto de Andrade também enfrenta cobranças por salários atrasados no clube. A intenção da cúpula era colocar todos os pagamentos em dia nesta semana, mas não foi possível. Leia mais

CORINTHIANS 0 X 0 ATLÉTICO-PR

Local: Arena Corinthians, em São Paulo (SP)
Data: 26 de novembro de 2016 (sábado)
Árbitro: Leandro Pedro Vuaden (RS)
Auxiliares: Elio Nepomuceno de Andrade Junior(RS) e Lucio Beiersdorf Flor (RS)
Público/renda: 24.701 pagantes/R$ 1.291.293,00
Cartões amarelos: Camacho, Rodriguinho, Vilson (Corinthians); Lucho González, Thiago Heleno (Atlético-PR)

CORINTHIANS
Walter; Fagner, Vilson, Balbuena e Uendel; Cristian (Giovanni Augusto); Camacho, Marlone, Rodriguinho, Marquinhos Gabriel (Gustavo); Romero (Lucca)
Técnico: Oswaldo de Oliveira

ATLÉTICO-PR
Weverton; Léo, Paulo André, Thiago Heleno e Sidcley; Otávio, Hernani (Matheus Rossetto), Lucho González (João Pedro), Pablo e Lucas Fernandes (Nikão); André Lima
Técnico: Paulo Autuori

 

Uol

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