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‘A perda do meu irmão mutilou minhas emoções’, lamenta deputado, que afirma que dedicará mandato ao esporte

raniere-e-ricardo-barbosaEleito no último pleito em outubro, o deputado estadual Ricardo Barbosa chega à Assembleia Legislativa desanimado. Não por conta do vasto trabalho que precisa ser feito na Casa, mas por conta da saudade deixada pela morte de seu irmão, Raniery, que morreu durante as eleições.

“Não chego com o vigor que gostaria em decorrência da morte do meu irmão. A perda dele mutilou minhas emoções, meus humores. Tenho dito aos meus amigos que não tenho me sentido, ainda, deputado”, afirmou.]

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Apesar da dificuldade, em entrevista ao Sistema Arapuan, o deputado eleito encontra forças para lutar pelas causas que sempre defendeu, como saúde e esporte.

“Especialmente no esporte teremos uma ação bastante forte. Este é um período pré-olímpico. Tive uma participação importante na criação da Vila Olímpíca em João Pessoa. O Déde ia passar por uma pequena reforma e eu lutei para que trouxéssemos mais recursos e fizéssemos uma verdadeira reformulação no local”, frisou o deputado.

Você pode acompanhar a entrevista do deputado Ricardo Barbosa na rádio Arapuan FM 95,3 ou pelo site da rádio

João Thiago

Homens não sabem ‘ler’ emoções no rosto alheio, diz estudo

Foto: Getty Images
Foto: Getty Images

O que muitas mulheres já sabiam na prática foi confirmado pela ciência. Homens não sabem identificar emoções ou o que se passa na cabeça feminina apenas olhando para o rosto. Segundo pesquisa da Universidade de Edimburgo, na Escócia, eles demonstram mais dificuldade na tarefa em comparação com as mulheres. As informações são do site do jornal Daily Mail.

 

A conclusão foi baseada na análise de fotos de rostos por voluntários de ambos os sexos e pelas impressões sobre cada uma das imagens. Os cérebros dos participantes foi escaneado e o tempo de resposta foi medido. Os voluntários precisaram responder primeiro se a foto era de um homem ou de uma mulher e depois dizer o quanto inteligente a pessoa parecia. Depois, precisaram fazer julgamentos sobre a personalidade de cada um.

 

Na primeira etapa não houve diferença significativa entre as respostas de homens e mulheres, mas na hora de formular as impressões homens demonstraram muitas dificuldades. Os testes revelaram que a região do cérebro responsável pelos julgamentos sobre as emoções ficaram muito mais irrigadas nos voluntários masculinos, o que aponta que eles precisam se esforçar mais para chegar a alguma conclusão.

 

Os dados, publicados pelo jornal PLOS ONE, serão usados para investigar pessoas diagnosticadas com autismo, que apresentam grande fluxo sanguíneo na mesma região. “Nossas descobertas sugerem que homens desenvolveram estratégias para lidar com uma menor empatia natural ativando certas regiões do cérebro usadas para lidar com situações sociais. Esse padrão também é verificado em pessoas com autismo, o que poderia ajudar a desenvolver novas ferramentas para ajudar pacientes a aprender regras sociais e a aprimorar habilidades para se relacionar com os outros”, disse o professor Stephen Laurie, um dos pesquisadores, ao Daily Mail.

 

 

 

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