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Campinense perde para Jacuipense e está eliminado da Série D

Após largar bem na competição, o Campinense não conseguiu manter a sequência de bons resultados e acabou sendo eliminado precocemente da Série D do Campeonato Brasileiro. Neste domingo (02), a equipe raposeira precisava da vitória para se manter vivo, mas acabou perdendo para a Jacuipense por 2 a 0, no interior da Bahia.

Eudair marcou os gols jogo, que foi realizado no estádio Valfredão, em Riachão do Jacuípe, pela quinta rodada do Grupo A.

Os dois gols sofridos pela Raposa foram no fim de cada tempo. Aos 43 do primeiro, Eudair passou pela defesa rubro-negra em jogada individual e fez um bonito gol. E aos 42 do segundo, Jil Bahia deu assistência para Eudair, que driblou Wagner Coradin e fechou o marcador.

Com o resultado, a Raposa estacionou nos quatro pontos e não mais alcançar o ASA-AL, que venceu o Vitória das Tabocas por 3 a 1, e é o segundo colocado, com 10 pontos.

Agora, o Campinense se prepara para sua despedida no torneio, domingo, contra o Vitória-PE no Estádio Amigão. Já o Jacuipense, enfrenta o ASA. Ambos já estão classificados para o mata-mata.

 

Fonte: Equipe Voz da Torcida

 

 

Botafogo-PB empata com o Londrina e é eliminado da Copa do Brasil

Empate em 3×3 e eliminação. Foi assim que o Botafogo-PB se despediu da Copa do Brasil, na noite desta quarta-feira (3), ao enfrentar o Londrina-PR pelo jogo de volta na terceira fase da Copa do Brasil. No placar agregado, somado o jogo em João Pessoa, o Londrina se classificou passando pelo Belo por 5×3.

O primeiro tempo começou com as duas equipes se estudando, mas com o Belo na pressão por precisar do resultado de pelo menos dois gols de diferença para levar a decisão aos pênaltis ou três gols para levar a vaga no tempo normal.

Porém, quem abriu o placar foi o Londrina. Em bola levantada na área, a zaga do Botafogo-PB tentou marcar linha de impedimento, mas o zagueiro Augusto, do Londrina, cabeceou sozinho e marcou.

O gol acordou os jogadores do Belo que passaram a pressionar ainda mais o time paranaense. O Botafogo-PB teve chance aos 33 minutos, com Adalgisio Pitbull, que chutou para defesa do goleiro do Londrina.

Aos 34, Marcos Aurélio cobrou escanteio e quase marcou gol olímpico. De tanto pressionar, o Belo conseguiu o empate aos 40 minutos com Nando, que aproveitou rebote do goleiro e mandou para o gol.

No segundo tempo o Belo repetiu o mesmo erro defensivo do primeiro gol e permitiu ao Londrina voltar a frente do placar. Em nova cobrança de falta, a zaga do Botafogo-PB tentou novamente fazer linha de impedimento e, de novo, Augusto subiu sozinho na área e cabeceou para o fundo do gol.

O jogo permaneceu morno até os 24 minutos quando o Belo chegou ao empate em um golaço de Clayton, que partiu da intermediária, se livrou de dois marcadores e marcou um belo gol.

Depois do empate, Evaristo Piza tirou o único volante do Belo no jogo, Wellington Cézar, e colocou mais um atacante. Porém, o Londrina soube jogar no contra-ataque e marcou o terceiro aos 34 minutos com Luquinha, que recebeu passe de Oliveira e recolocou o time paranaense à frente do placar.

Aos 41 minutos o Belo ainda chegou ao empate com Nando. O atacante aproveitou rebote após cobrança de falta de Fábio Alves e marcou, mas não foi suficiente para o Botafogo-PB se classificar.

Após a derrota, o Belo retorna para João Pessoa, onde desembarca na tarde desta quinta-feira (4). O próximo compromisso do Botafogo-PB é contra o CSA-AL no domingo (7), às 18h, no estádio Almeidão, na Capital, pelas quartas de final da Copa do Nordeste. O duelo é em jogo único e quem vencer se classifica. O empate leva a decisão para os pênaltis.

 

portalcorreio

 

 

Flamengo vence o Cruzeiro, mas é eliminado da Libertadores

Nos primeiros 90 minutos, o Cruzeiro foi amplamente superior, venceu o Flamengo por 2 a 0, em duelo no início do mês, no Maracanã. Na noite desta quarta-feira (29), no Mineirão, foi o reencontro entre as equipes pela competição. O time rubro-negro até conseguiu o triunfo, venceu por 1 a 0, mas não foi o suficiente. Com isso, a equipe mineira segue na Copa Libertadores.

Foi um duelo agradável de assistir. O Cruzeiro, mesmo com a vantagem, não foi um time chato e pragmático. Evidentemente, em algum momento sentou sobre a vantagem e aproveitou de sua primeira participação. Mas não abriu mão de jogar, criou, teve chances e quase marcou.

O Flamengo também foi gigante. Entrou em campo mesmo com um placar contrário e foi em busca. Nos dois tempos teve períodos melhores em campo e, em um deles, na segunda metade do jogo, marcou seu tento.

O Cruzeiro espera o vencedor de Boca Júnior ou Libertad. A partida decisiva será nesta quinta-feira (30). No primeiro jogo, o Boca venceu por 2 a 0, na Argentina.

Léo Duarte comemora gol do Flamengo
Léo Duarte comemora gol do Flamengo

Foto: Daniel Oliveira / Fotoarena / Estadão Conteúdo

Primeiro tempo

O técnico Mano Menezes resolveu as questões que perturbavam sua cabeça nos vestiários do Mineirão. Decidiu por entrar com Barcos no ataque, tinha dúvida por Raniel, e colocou Lucas Romero improvisado na lateral, deixando Edilson, jogador contratado para resolver o problema da posição, no banco de reservas.

O duelo começou bastante movimentado. O Cruzeiro tinha uma posse inicial no jogo, conseguindo garantir a redonda e fazer disso mais tempo no campo ofensivo. A equipe celeste utilizava bastante Arrascaeta caindo pela ponta e Thiago Neves mais centralizado. Isso, no entanto, não era fixo.

O Flamengo usava bastante a saída com Diego e Everton Ribeiro. Paquetá também contribuía, mas era mais utilizado buscando a bola na defesa e distribuindo naquela primeira saída de jogo.

Algo que marcou os primeiros minutos de jogo também foram as faltas. Com isso, tinha pouca bola rolando.

Aos 20 minutos o Cruzeiro teve sua melhor oportunidade. Após vacilo de Diego, no meio campo flamenguista, a bola chegou em Thiago Neves que colocou Barcos na cara do gol. O atacante perdeu uma oportunidade de ouro.

Depois do susto, o Flamengo melhorou em campo. A equipe carioca conseguia passar pelos volantes da equipe mineira, envolvia, mas a redonda não passava pela zaga.

Thiago Neves disputa a bola com Cuéllar e Rodinei
Thiago Neves disputa a bola com Cuéllar e Rodinei

Foto: Araceli Souza / Dia Esportivo / Estadão Conteúdo

Segundo tempo

O Flamengo voltou atento para a etapa complementar. Diante disso, logo aos 4 minutos conseguiu uma chance clara de gol. O jogo ficou aberto.

Aos 12 minutos, o técnico Mano Menezes precisou colocar Edilson em campo, pois Lucas Romero sentiu dores no pé após uma pancada e não conseguiu seguir na partida. O Cruzeiro passou a se fechar. O Flamengo buscava o ataque com mais intensidade, pois o espaço estava aberto.

Aos 24 o Flamengo conseguiu seu primeiro gol. Em cobrança de escanteio, Everton Ribeiro ganha a bola e toca no meio. Léo Duarte coloca a redonda para dentro.

Depois de sofrer o gol, o Cruzeiro passou a buscar mais o ataque. O técnico Mano Menezes percebeu as necessidades e fez alterações, dando mais velocidade ao ataque com a entrada de Rafinha, por exemplo. O Cruzeiro cresceu, mas ainda assim o Flamengo tinha uma atitude mais ousada. Não foi o suficiente.

Paquetá domina a bola pelo Flamengo
Paquetá domina a bola pelo Flamengo

Foto: Fábio Barros / Agência Free Lancer / Estadão Conteúdo

FICHA TÉCNICA

CRUZEIRO 0 X 1 FLAMENGO

Local: Mineirão, em Belo Horizonte (MG)

Data: 29 de agosto de 2018 (Quarta-feira)

Horário: 21h45(de Brasília)

Árbitro: Andres Cunha (Uruguai)

Assistentes: Nicolás Tarán (Uruguai) e Mauricio Espinosa (Uruguai)

Gols: Léo Duarte, aos 24 minutos do segundo tempo (Cruzeiro)

Cartões: Rodinei, Léo Duarte, Renê (Flamengo)

CRUZEIRO: Fábio, Lucas Romero (Edilson), Dedé, Leo e Egídio; Henrique e Lucas Silva; Robinho (Rafinha), Thiago Neves e Arrascaeta; Barcos (Raniel).

Técnico: Mano Menezes

FLAMENGO: Diego Alves, Rodinei, Réver, Léo Duarte e Renê; Gustavo Cuéllar (Lincoln), Lucas Paquetá, Diego, Everton Ribeiro e Vitinho (Henrique Dourado); Marlos

Técnico: Maurício Barbieri

 

Gazeta Esportiva

Sousa vacila e é eliminado pelo Guarany de Sobral nos pênaltis

Voz da Torcida

Para seguir sonhando com o acesso à Série C do Campeonato Brasileiro, o Sousa precisava apenas não perder por 3 a 1 – resultado que levava a decisão para a disputa por pênaltis – ou por um placar superior, no Estádio Junco, em Sobral, diante do Guarany. O Dino, no entanto, não conseguiu segurar o time da casa, perdeu por 3 a 1 no tempo normal e foi derrotado também na disputa de pênaltis, por 4 a 3.

A partida teve um atraso de 20 minutos, pois a ambulância ainda não havia chegado ao estádio e quando a bola rolou, quem saiu na frente foi o Guarany. Logo aos oito minutos do primeiro tempo o atacante Léo Paraíba encheu o pé, em cobrança de falta, e abriu o placar.

O Sousa chegou ao empate aos 29 minutos da etapa inicial, com Isaías roubando a bola na defesa do Guarany e tirando do goleiro para igualar o placar, que até aquele momento era totalmente favorável ao time paraibano.

No segundo tempo, Léo Paraíba apareceu novamente, desta vez aos 25 minutos do segundo tempo para colocar o Guarany de Sobral na dianteira. Após uma falha da defesa do Sousa, o atacante recebeu na área e acertou o ângulo de Pantera.

O gol que levou o jogo para a disputa por pênaltis saiu aos 43 minutos. Léo Paraíba cobrou falta, Pantera defendeu e, no rebote, Monga apareceu para salvar o time de Sobral.

A partir daí tudo seria decidido nas penalidades, treinadas exaustivamente pelo Sousa durante a semana. Pantera ainda salvou a segunda cobrança do Guarany de Sobral, mas Iranílson e Birungueta desperdiçaram as cobranças.

O Guarany avança, em busca do acesso à Série C e do bicampeonato da Série D, enquanto o Sousa, assim como o Campinense, põe um ponto final à temporada 2017 e só volta a entrar em campo novamente no primeiro semestre de 2018, na disputa do Campeonato Paraibano.

correiodaparaiba

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Campinense para nos pênaltis e é eliminado pelo Sport do Nordestão

sportDessa vez não deu. Depois de eliminar o Sport em duas oportunidades, o Campinense deu adeus à Copa do Nordeste de 2017, após perder para o Leão da Ilha, no tempo normal e nas penalidades.

O time pernambucano devolveu o placar do jogo de ida, ao fazer 3 a 1 neste domingo, na Ilha do Retiro, resultado que levou a decisão para os pênaltis.

Diego Souza (2) e Rogério marcaram para o time da casa, cabendo a Fernando Pires descontar para a Raposa. Nas cobranças, vitória leonina por 4 a 2, já que Thiago Orobó e Joécio não converteram.

Agora, o Campinense se concentra no Campeonato Paraibano, onde enfrentará o  Botafogo-PB, no Estádio Amigão, na próxima quarta-feira. Os dois times já estão classificados para as semifinais. Já o Sport vai fazer duelo pernambucano do Nordestão, diante do Santa Cruz.

O JOGO

Já aos 3 minutos Rithely lançou para Rogério, que apareceu por trás da defesa do Campinense, que cochilou, assim como Gledson, que saiu mal do gol. O atacante limpou o goleiro e só rolou de pé direito para o fundo das redes, abrindo o placar para os donos da casa.

O Sport seguia empurrado por sua torcida em busca do placar que lhe garantia a classificação. O time paraibano, visivelmente nervoso em campo, só assistia o rival jogar. Não atacava e ainda falhava na defesa. E aos 17 minutos o Leão da Ilha já conseguiu seu segundo gol. Diego Souza driblou Gilmar na direita, tocou para Rithely que avançou até o fundo e rolou para trás, onde o camisa 87 apareceu novamente livre na área, limpou Joécio e, de pé esquerdo, tocou no canto direito de Gledson, para levar a Ilha do Retiro a loucura.

Vendo o péssimo desempenho do time dentro de campo, Ney da Matta fez duas mudanças logo aos 23 minutos, quando sacou Negreti, que já tinha recebido amarelo e vinha cometendo muitas faltas, e Maranhão. Em seus lugares entraram Fernando Pires e Ronaell.

A primeira vez em que o Campinense tocou a bola com calma no primeiro tempo já levou perigo ao goleiro Magrão. Aos 38, Fernando Pires encontrou Gilmar na esquerda. O lateral esquerdo tocou para Ronaell, que chegou a linha de fundo em velocidade e cruzou para a área, onde Reinaldo Alagoano subiu mais que a defesa e cabeceou, mas a bola passou na frente do gol e ninguém chegou para aproveitar.

Segundo tempo

Se no primeiro tempo o Sport abriu o placar cedo, a Raposa tratou de esfriar os ânimos dos recifenses no início da segunda etapa.

Aos 3, Magno e Augusto tabelaram pela direita, o atacante foi até a linha de fundo e tocou para Reinaldo Alagoano. O camisa 9 estava de costas para o gol, fez o pivô e encontrou Fernando Pires na entrada da área. Ele dominou a bola e chutou de pé esquerdo no canto esquerdo de Magrão, que se esticou todo mas não conseguiu evitar o gol da Raposa.

Depois de marcar, o Campinense conseguiu controlar o jogo e não sofria tanta pressão do Sport, que atacava desordenadamente e não conseguia criar perigo para Gledson.

Mas em uma falha na saída de bola, com um golaço, o Leão da Ilha voltou a abrir vantagem. André chutou da entrada da área, mas Paulo Paraíba conseguiu abafar o chute com um carrinho, mas a bola subiu e foi para dentro da área, onde Diego Souza deu uma linda bicicleta e mandou a bola no canto direito do arqueiro raposeiro aos 14 minutos.

O quarto gol do Sport só não saiu aos 20 minutos por causa de uma enorme intervenção de Gledson. Após cobrança de escanteio curto, Everton Felipe cruzou no segundo pau, onde Ronaldo Alves apareceu e mandou de primeira com a perna direita, mas o goleiro operou um milagre e espalmou a bola para afastar o perigo.

A Raposa tentou reagir aos 26 minutos, quando Reinaldo Alagoano recebeu na entrada da área e bateu de pé direito, mas a bola foi na rede pelo lado de fora.

O Sport tentou pressionar até o fim do jogo, mas a partida acabou indo para os pênaltis.

Pênaltis

Ronaldo Alves, Everton Felipe, Lenis e Fabrício converteram todas as cobranças do Sport. No Campinense, Osvaldir e Reinaldo Alagoano marcaram, mas Tiago Orobó e Joécio desperdiçaram e a Raposa foi eliminada da Copa do Nordeste.

Agora as atenções rubro-negras se voltam para o Campeonato Paraibano. Na quarta-feira (05), o time de Campina Grande faz o Clássico Emoção com o Botafogo-PB no Amigão.

Ficha técnica

Sport 3 x 1 Campinense (agregado 4 x 4)
Copa do Nordeste 2017 (2º jogo das quartas de final)
Estádio: Ilha do Retiro (Recife)

Arbitragem: Antônio Moraes Sousa (PI); Mauro Cezar Evangelista (PI) e Rondinele dos Santos (AL)

Gols: Rogério, Diego Souza (2x) (S); Fernando Pires (C)
Cartões amarelos: Rogério, Rithely, Evandro (S); Negreti, Joécio, Osvaldir, Tiago Orobó (C)

Sport: Magrão, Samuel Xavier, Ronaldo Alves, Durval, Evandro (Raul Prata); Rodrigo, Rithely, Fabrício, Diego Souza; Rogério, André (Lenis). Técnico: Ney Franco.

Campinense: Gledson, Osvaldir, Joécio, Paulo Paraíba, Gilmar; Negreti (Fernando Pires), Magno, Jussimar; Augusto (Tiago Orobó), Maranhão (Ronaell), Reinaldo Alagoano. Técnico: Ney da Matta.

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Campinense vacila em casa e é eliminado da Copa do Brasil

foto: Paraibaonline
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A Copa do Brasil acabou para o Campinense. Jogando em casa, com o apoio da sua torcida, a Raposa não podia pensar sequer em empate, mas fez pior: perdeu por 2 a 0 para a Ponte Preta e está eliminada da competição.

Os gols da Macaca campineira foram marcados por William Pottker, de pênalti, e Lins, ambos no segundo tempo. Agora, a Raposa volta suas atenções para a Copa do Nordeste, onde vai enfrentar o Náutico, domingo, em Campina Grande.

Já a Ponte avança para segunda fase, onde espera o vencedor de Rondoniense e Cuiabá, que se enfrentam também nesta quarta-feira, às 20h30, em Porto Velho (RO).

O JOGO
A primeira grande chance do jogo aconteceu aos oito minutos de bola rolando. Tiago Orobó arrancou em velocidade para uma jogada individual pela esquerda e conseguiu se livrar da marcação do zagueiro Fábio Ferreira para cruzar em direção a grande área. Ratinho conseguiu pegar ela de primeira e assustou o goleiro Aranha, mas acabou mandando ela pela linha de fundo a primeira oportunidade do Campinense.

O time de Campinas mal conseguia criar e não chegava perto da área de Gledson. Jogando mais solto, Ravanelli tinha que cumprir o papel de criador no elenco, mas sentiu a marcação homem a homem no meio campo e acabou apagado na primeira etapa. No único lance em que movimentou o goleiro adversário, a Ponte levantou em direção à meta campinense e o árbitro acabou assinalando o impedimento.

Gostando do jogo, o Campinense começou a tomar conta das ações na partida. Insistindo na velocidade, o time de Sérgio China resolveu tentar uma vez pelo alto. Renatinho abusou no estilo e cruzou de três dedos, com a parte de fora do pé, em direção ao atacante Jussimar. Ele subiu mais que todo mundo para testar, mas Aranha estava esperto para espalmar. O lance inflamou ainda mais a torcida na Paraíba.

O início do segundo tempo foi um complemento do que se viu na etapa inicial. O Campinense tinha facilidade para ganhar espaço no campo e não se intimidava com o adversário. Aos poucos a Ponte foi chegando pelo alto, sempre buscando a referência no ataque. Mas o destino mudou de direção quando o técnico Felipe Moreira tirou Ramon para a entrada de Lins e ainda colocou Naldo no lugar de Ravanelli.

Em mais um levantamento na grande área, única arma da Ponte Preta até então, o goleiro Gledson saiu mal, não conseguiu segurar a bola e soltou nos pés de Lins, que bateu de primeira e viu ela explodir no travessão. No rebate, o próprio camisa 19 tentou completar para o fundo das redes, mas foi derrubado pelo arqueiro. Na cobrança de pênalti, o artilheiro William Pottker abriu o marcador em Campina Grande.

Dois minutos depois, Lucca puxou um contra-ataque rápido pela esquerda e tentou ganhar da marcação, mas, no bate e rebate, ela sobrou livre para Lins. Sem marcação, o atacante dominou e bateu na saída do goleiro. Com a vitória consolidada, a Ponte passou a jogar a espera do apito final. O Campinense sentiu os gols rápidos e não conseguiu mais assustar Aranha, que trabalhou apenas para afastar as bolas aérea.

FICHA TÉCNICA

Árbitro: Charles Hebert Cavalcante Ferreira (AL)
Assistentes: Maxwell Rocha da Silva (AL) e Brígida Cirilo Ferreira (AL)
Cartões amarelos: CAMPINENSE: Joécio. PONTE PRETA: Jadson, Ravanelli, William Pottker

GOLS:
PONTE PRETA: William Pottker, aos 25, e Lins, aos 27 minutos do 2T.

CAMPINENSE: Gledson; Ronaell, Joécio (Maranhão), Rafael (Paulo Paraíba) e Renatinho (Casagrande); Magno, Negretti, Filipe Ramon e Fernando Pires; Jussimar e Tiago Orobó.
Técnico: Sérgio China

PONTE PRETA: Aranha; Nino Paraíba, Kadu, Fábio Ferreira e Jeferson; Jadson, Matheus Jesus e Ravanelli (Naldo); Lucca, Ramon (Lins) e William Pottker (Erick Salles)
Técnico: Felipe Moreira

 

paraibaonline

 

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Fla é surpreendido pelo Palestino e está eliminado da Sul-Americana

VANDERLEI ALMEIDA/AFP
VANDERLEI ALMEIDA/AFP

Em um resultado surpreendente, o Flamengo freou a sequência positiva e foi eliminado pelo Palestino, do Chile, nas oitavas de final da Copa Sul-Americana, nesta quarta-feira, após perder por 2 a 1.

Após vencer na casa do adversário por 1 a 0, o Rubro-Negro tinha a vantagem do empate no estádio Kléber Andrade, em Cariacica (ES), local em que ainda não havia perdido. Com seis jogadores poupados pelo técnico Zé Ricardo, porém, o time foi envolvido pelos chilenos e não teve poder de reação, acabando também com uma invencibilidade que já durava oito partidas.

Nas quartas, o Palestino enfrentará o vencedor de San Lorenzo, da Argentina, e La Guaira, da Venezuela. Já o Flamengo volta suas atenções para o Campeonato Brasileiro, onde disputa o título e visita neste sábado o São Paulo, no Morumbi (SP).

Valencia decisivo

O camisa 10 do Palestino, Valencia, foi o grande destaque da partida comandando o time chileno com muita categoria e também demonstrando uma pontaria afiada. O meia foi o responsável pelo segundo gol após um bonito chute de fora da área, no canto direito do goleiro Alex Muralha.

Apagão rubro-negro

No primeiro tempo, o goleiro Ignácio González não fez uma defesa importante. O Flamengo perdeu no meio de campo e o Palestino deixou o campo com mais de 60% de posse de bola.

Jogo duro

Flamengo e Palestino fizeram um jogo com algumas faltas duras. Carrinhos e tostões foram dados dos dois lados e o árbitro deixou correr em alguns lances.
FLAMENGO 1 X 2 PALESTINO
Local: Kléber Andrade, em Cariacica (ES)
Hora: 21h45
Árbitro: Diego Haro (PER)
Auxiliares: Mauricio Espinosa (URU) e Nicolas Taran (URU)
Renda e público:
Cartões amarelos: Rafael Vaz (FLA); Diego Torres, Cereceda (PAL)
Cartões vermelhos:
Gols: Cereceda, aos 32 minutos do primeiro tempo (PAL); Valencia, aos 46 minutos do primeiro tempo (PAL); Alan Patrick, aos 20 minutos do segundo tempo (FLA)

FLAMENGO
Muralha, Pará, Rafael Vaz, Juan e Chiquinho; Márcio Araújo, Cuéllar (Mancuello) e Alan Patrick; Fernandinho, Marcelo Cirino (Emerson Sheik) e Guerrero (Felipe Vizeu)
Técnico: Zé Ricardo

PALESTINO
Ignácio González, Sierralta, Ezequiel Luna, Benjamin Vidal e Cereceda; Agustín Farías, Carvajal e Diego Torres e Mazurek; Benegas (Paredes) e Leonardo Valencia
Técnico: Nicolás Córdova

Uol

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Sarampo está eliminado do Brasil, segundo comitê internacional

sarampoDesde julho de 2015, o Brasil não registra nenhum caso de sarampo. Após um ano sem a doença, a circulação endêmica do vírus do sarampo foi considerada interrompida no país, segundo a presidente do Comitê Internacional de Avaliação e Documentação da Eliminação do Sarampo, Merceline Dalh-Regis.

Segundo a Organização Pan-Americana de Saúde/Organização Mundial da Saúde (Opas/OMS), esse resultado foi obtido por meio de uma colaboração entre a instituição, o Ministério da Saúde, as Secretarias de Saúde do Estado do Ceará e dos municípios de Fortaleza e Caucaia, da Associação Brasileira de Enfermagem, além de universidades.

A Opas/OMS colaborou com R$ 1,2 milhão para os custos de ações para controle do sarampo e com o recrutamento de 165 enfermeiros e auxiliares de enfermagem.

O Brasil tinha tido uma redução drástica na incidência de sarampo entre 1985 até 2000 e ficou sem registrar casos autóctones até março de 2013, quando um novo surto eclodiu em Pernambuco e no Ceará. Houve surtos também em 2014 e 2015, principalmente nesses dois estados.

“Sem dúvida é um avanço e uma prova inequívoca daquilo que as imunizações são capazes de fazer. Erradicamos a varíola, a poliomielite, a rubéola, o sarampo e caminhamos para o controle de várias outras doenças”, diz o médico Renato Kfouri, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm).

Ele observa, porém, que não se pode baixar a guarda. “O risco de reintrodução existe sempre, por isso é importante que, mesmo com doenças controladas, manter a cobertura vacinal.”

Segundo o Ministério da Saúde, a expectativa é que o Brasil receba o certificado de eliminação do sarampo pela OMS até o fim de 2016.

Sobre a doença
O sarampo é uma doença viral que afeta sobretudo crianças. Transmitida por fluidos nasais e orais, o sarampo se espalha facilmente pelo ar, por gotículas expelidas em tosses e espirros. A doença manifesta-se cerca de dez dias após a contaminação, e causa febre, coriza, olhos avermelhados e manchas brancas dentro da boca. Pintas vermelhas aparecem alguns dias depois na pele, iniciando na face e no pescoço, espalhando-se para o corpo.

 

Não há tratamento específico para o sarampo, e a maior parte dos pacientes se recupera em até três semanas. Em em crianças desnutridas e pessoas com imunidade deficiente, a doença pode matar ou causar pneumonia, encefalite, cegueira e morte.

Sarampo no mundo
Em 2015, a OMS anunciou que a cobertura mundial de vacinação de crianças contra sarampo avançou nos últimos 15 anos, mas está aquém da meta de chegar aos 90% de cobertura. Entre as áreas onde a cobertura de vacinação é mais deficiente estão a África subsaariana, o Sudeste asiático e Ásia Central, segundo dados de abril a setembro.

 

Recentemente, ao divulgar recomendações para viajantes que pretendem vir ao Brasil para os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, a Opas/OMS lembrou da importância de os turistas e atletas se vacinarem contra sarampo e rubéola pelo menos duas semanas antes de viajar para não trazer esses vírus de volta ao Brasil.

G1

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Que fase! Vasco perde para o ABC e está eliminado da Copa do Brasil

(Foto: Junior Santos/LANCE!Press)
(Foto: Junior Santos/LANCE!Press)

Ainda na ressaca da goleada por 5 a 0 para o Avaí, no último sábado, o Vasco perdeu para o ABC, por 2 a 1, na noite desta terça-feira, em Natal (RN), e está eliminado da Copa do Brasil. A equipe até lutou no segundo tempo e quase buscou o empate, porém, o meia Douglas, expulso, fez falta em termos de criação para o Gigante da Colina.

Agora, o ABC, que venceu em São Januário o jogo de ida por 1 a 1, vai enfrentar quem passar de Cruzeiro e Santa Rita de Alagoas. O jogo de ida, no Mineirão, foi vencido por 5 a 0 pela equipe mineira.

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COMEÇO RUIM

O Vasco, comandado pelo interino Jorge Luiz, não começou bem a partida. A equipe errava muitos passes e mostrava muitas falhas de posicionamento tático. Por isso, logo aos 12 minutos, sofreu o primeiro golpe da noite. Madson recebeu na área, matou no peito já tirando de Montoya, seu marcador, e bateu na saída de Diogo Silva.

Três minutos depois, o Vasco respondeu com Kléber, mas o goleiro Gilvan fez grande defesa. Apesar da boa chegada, a equipe parou por aí. E o ABC, bem na partida, passou a dominar o jogo. Aos 20, Dênis Marques fez o papel de pivô e deixou a bola com João Paulo. Ele bateu de primeira, mas Diogo Silva defendeu.

O Cruz-Maltino tenta chegar na área, mas tinha muitos problemas. A alternativa foi alçar a bola na área, mas o ABC marcava bem segurou o resultado até o fim do primeiro tempo.

VASCO TENTA, MAS NÃO CONSEGUE

Precisando ao menos empatar para levar para o pênaltis, o Vasco voltou com uma postura mais ofensiva para a etapa final da partida. Porém, mostrou novamente os problemas de posicionamento do primeiro tempo. Aos quatro minutos, em cobrança da falta, a bola foi alçada na área, Diogo Silva não saiu, Marlon ganhou no alto e só desviou para fazer 2 a 0.

Após levar o segundo, o Vasco foi para o tudo ou nada e viveu seu melhor momento na partida. Aos nove minutos, um fato que contribuiu muito para a eliminação. O meia Douglas perdeu a cabeça e acabou sendo expulso. Três minutos depois, pensando em atacar mais, Jorge Luiz mandou Maxi Rodríguez a campo. E o uruguaio entrou bem. Em sua primeira bola, ele invadiu a área e arriscou o chute. A bola bateu em um marcador e encobriu o goleiro Gilvan.

Após fazer o gol, bastava mais um para garantir a vaga nas quartas de final. Aos 32 minutos, Diego Renan recebeu na área, driblou o marcador, abriu o ângulo, mas chutou alto demais e a bola sai por cima do travessão. Após essa chance cristalina de gol, não deu mais para o Gigante. Nos acréscimos, Douglas Silva tirou do goleiro, mas o zagueiro Marlon tirou em cima da linha. Não era a mesmo a noite do Vasco.

FICHA TÉCNICA
ABC 2 X 0 VASCO

Local: Arena das Dunas, Natal (RN)
Data/Hora: 2/9/2014, às 19h30 (horário de Brasília)
Árbitro: Luiz Flavio de Oliveira (SP)
Auxiliares: Rogerio Pablos Zanardo (SP) e Anderson José de Moraes Coelho (SP)
Cartões amarelos: Diego Renan, Diego, Douglas Silva, Diogo Silva, Aranda, Guiñazú, Douglas e Rogerinho.
Cartões vermelhos: Douglas e Rogerinho.

GOLS: Madson e Marlon (ABC) e Maxi Rodríguez (VAS)

ABC: Gilvan, Madson, Diego Jussani, Marlon e Samuel; Fábio Bahia, Daniel Amora, Júnior Timbó (Rogerinho – Intervalo) e Somália (Liel – 25’/2ºT); João Paulo (João Henrique – 25’/2ºT) e Dênis Marques – Técnico: Zé Teodoro

Vasco: Diogo Silva, Diego Renan, Rodrigo, Douglas Silva e Marlon (Lorran – 26’/2ºT); Guiñazu, Aranda, Dakson (Maxi Rodríguez – 12’/2ºT), Douglas, Montoya (Thalles – 24’/2ºT) e Kleber – Técnico: Jorge Luiz
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Fluminense sofre goleada para o América-RN em pleno Maracanã e é eliminado da Copa do Brasil

O futebol aprontou mais uma das suas na noite desta quarta-feira, no Maracanã. Se na Copa do Brasil de 2007 o América-RN derrotou o Fluminense por 1 a 0 no Rio de Janeiro e faltou pouco para avançar, desta vez conseguiu o que precisava. Depois de ter perdido para os cariocas o jogo de ida por 3 a 0 dentro de casa, o Mecão de um incrédulo Oliveira Canindé, mesmo poupando jogadores no primeiro tempo, venceu por 5 a 2 com gols de Marcelinho, Max, Alfredo (duas vezes) e Rodrigo Pimpão e se classificou de forma incrível para as oitavas de final. Fred e Cícero descontaram. O adversário do time potiguar no início do mata-mata só será conhecido na próxima segunda-feira, às 11h, em sorteio a ser realizado na sede da CBF com os dez que passarem da terceira fase mais os seis brasileiros que disputaram a Libertadores este ano. Três horas depois, serão sorteados também os mandos de campo dos próximos confrontos.

Já o Flu foi vítima de sua própria confiança. A equipe de Cristóvão Borges também se deu o luxo de poupar Conca e Wagner, Fred comemorava seu jogo de número 200 pela equipe, e a torcida sequer se mobilizou para a partida. Foram apenas 4.355 pagantes no Maracanã (4.748 presentes), com renda de R$ 80.400,00. Todos incrédulos ao ver o Tricolor passar por mais um drama no torneio: já são sete eliminações para times de menor expressão em 18 participações. Quedas para o Linhares (1994), Criciúma (1996), Ceará (1997), Paraná (1998), Juventude (1999) e Brasiliense (2002). Além disso, essa não é a primeira derrota dolorosa para um time de Natal no Maracanã. Na estreia pela Série B, em 1998, acabou derrotado para o ABC por 3 a 2 na campanha que culminou com o rebaixamento para a Terceira Divisão.

Rodrigo Pimpão comemoração América-Rn x Fluminense (Foto: Jorge Rodrigues / Agência Estado)
Rodrigo Pimpão comemora gol da classificação do América-RN (Foto: Jorge Rodrigues / Agência Estado)

Agora, o Fluminense corre até o risco de sequer disputar a Copa Sul-Americana. Os representantes brasileiros no torneio serão, entre quem não se classificar na Copa do Brasil, os sete melhores colocados do Campeonato Brasileiro do ano passado. Como terminou em 15º, para não ficar fora vai ter que torcer para o Santos não cair diante do Londrina nesta quinta-feira e continuar na competição nacional. O primeiro jogo entre as equipes terminou 2 a 1 para o time paranaense.

O Tricolor volta a campo agora pelo Campeonato Brasileiro e terá pela frente o clássico contra o Botafogo, neste domingo, às 18h30 (de Brasília), no Mané Garrincha. Já o América-RN, enquanto aguarda seu adversário na Copa do Brasil, volta suas atenções para a Série B e busca uma recuperação no sábado, às 16h20, contra o Icasa, no Romeirão.

Mecão acredita e surpreende

Antes, parecia um jogo só para cumprir tabela. Com os melhores jogadores poupados dos dois lados do campo: Conca e Wagner pelo Flu, Alfredo e Rodrigo Pimpão pelo América-RN. Mas quando Marcelinho aproveitou falha da zaga tricolor e fez 1 a 0 com 16 minutos de bola rolando… Opa. O Mecão viu que era possível. E o Flu, que precisava acordar. O esquema com Fred na frente e Rafael Sobis recuado, fazendo a função de meia, não deu resultado. E o centroavante só aparecia quando Cícero subia ao ataque. Foi assim que em cinco minutos o time virou. O camisa 9 fez seu gol de número 123 pelo Tricolor, e Cícero, em jogada iniciada pelo companheiro, marcou o segundo, aos 36.

Walter derrota Fluminense x América-RN (Foto: Jorge Rodrigues / Agência Estado)
Substituto de Fred na etapa final, Walter nada conseguiu fazer (Foto: Jorge Rodrigues / Agência Estado)

O Flu de fato acordou, mas sentiu um outro golpe. Desta vez foi pancada mesmo. Dividida joelho com joelho de Fred e Max. Pior para o tricolor, que não voltou mais para o segundo tempo. Cmo Walter totalmente fora de ritmo, o time perdeu muita força. Já Max, que seguiu em campo, aproveitou outra falha da defesa do Flu para sair cara a cara com Cavalieri e empatar o jogo. Opa. Novo alerta ligado. Fabrício e Elivélton foram mal, e o Flu sentiu falta de Gum e Henrique. Oliveira Canindé resolveu acreditar e lançou no segunto tempo Rodrigo Pimpão, ex-Vasco, e Alfredo, revelado nas divisões de base do São Paulo junto com Lucas, do PSG, da França. A dupla colocou fogo no jogo e fez o impossível nos últimos 15 minutos. Alfredo virou aos 30 e ampliou aos 37, e Pimpão marcou o gol da classificação aos 45. Isso tudo em meio a um caminhão de gols perdidos pelo Mecão, recompensado no fim.

 

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