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Mais de 15 milhões de eleitores ainda não fizeram biometria e não poderão votar nas próximas eleições

Mais de 15,5 milhões de pessoas ainda não realizaram o cadastramento biométrico para votar nas eleições de 2020. Os dados, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), levaram em conta os locais onde a biometria já será obrigatória nas próximas eleições, que terão o primeiro turno em 4 de outubro. Nessa lista, estão mais de 4,5 mil municípios.

De acordo com o levantamento, quase sete milhões de eleitores já tiveram o título eleitoral cancelado. Salvador (BA), Recife (PE) e Guarulhos (SP) estão entre as cidades que compõem essa lista.

O cadastro biométrico será obrigatório em todo o Brasil apenas em 2022. Para regularizar a situação, os eleitores devem procurar os cartórios eleitorais até 6 de maio, prazo para encerrar o cadastro para as eleições municipais de 2020. Para saber se a sua cidade já exige a biometria, é preciso consultar o site do TSE, no www.tse.jus.br/eleitor/biometria.

PB Agora

 

 

Julian lamenta ser tachado de ‘traidor’ por eleitores mais emocionais e diz que fica no PSL com ou sem Bolsonaro

O deputado federal Julian Lemos, do PSL, ratificou, durante entrevista nesta segunda-feira (04) que permanecerá filiado ao partido, independentemente do destino partidário do presidente Jair Bolsonaro (PSL), que ontem, domingo (03), declarou em entrevista ter 80% de chances de deixar a legenda.

“A declaração do presidente eu não tenho nem o que comentar, embora eu discorde. Eu acho que a melhor casa que ele poderia ficar é o PSL, porque tem 53 deputados que o respeitam, seguem a liderança política dele e votam com o governo 100%. Segundo a leitura que não só ele faz, como todos os outros deputados que dizem que nosso partido é o Brasil e que partido tanto faz, então porque é que vou sair desse se no outro vai ser a mesma coisa? Então eu vou ficar onde eu estou”, avisou.

Para o parlamentar, a divisão dentro da legenda é danosa, estúpida e sem propósito algum.

“Até agora eu já falei e repito. Essa divisão do PSL é a guerra mais estúpida, sem propósito e sem lógica que eu já ouvi falar. Essa é minha opinião, por isso que sempre defendi a união e a permanência dele e sou um camarada que hoje sou tratado até como traidor por alguns eleitores mais emocionais que não compreendem que eu prefiro juntar, para separar lá na frente, do que separar agora, porque na realidade ninguém vai a lugar nenhum dessa forma”, desabafou.

Nesta manhã o deputado Julian participou de reunião com os delegados e presidente da Associação de Defesa das Prerrogativas dos Delegados de Policia da Paraíba (ADEPDEL), Esteferson Nogueira e enfatizou o alinhamento com os delegados de Policia Civil da Paraíba, para juntos, traçarem planos fortalecendo as forças de Segurança Pública da Paraíba.

 

PB Agora

 

 

Paraíba possui mais de 200 mil eleitores analfabetos, de acordo com TSE

A Paraíba possui 217.202 eleitores analfabetos, de acordo com levantamento divulgado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A pesquisa levantou os dados segundo sexo e grau de instrução do eleitorado paraibano.

De acordo com o TSE, a Paraíba possui 2.871.225 de votantes, destes, 217.202 são analfabetos, o que corresponde a 7,565%. Entre os analfabetos, os homens são maioria, um total de 118.061 eleitores e 99.141 eleitoras. Ainda há 454.113 eleitores, equivalente a 15,8%, que afirmaram saber apenas ler e escrever.

A maioria do eleitorado paraibano, 24,6%, o equivalente 706.833 pessoas, possui ensino fundamental incompleto. Dos que possuem ensino fundamental completo, 71.407 são mulheres e 64.881 são homens, um total de 136.288 eleitores.

Já 21,2%, um total de 610.465 eleitores, possuem ensino médio completo; enquanto 347.405 possuem ensino médio incompleto. Apenas 8,6% do eleitorado paraibano possui ensino superior completo, sendo 157.468 mulheres e 89.665 homens, resultando em 247.133 votantes. Com ensino superior incompleto, há um total de 151.785 paraibanos. Apenas um eleitor não informou o grau de instrução.

G1

 

Saiba o que eleitores e candidatos podem ou não fazer na última semana de campanha

Mais curta e com recursos limitados, a campanha eleitoral entra na reta final nesta segunda-feira. Faltam apenas sete dias para o primeiro turno de votação, em 7 de abril, quando 147,3 milhões de eleitores poderão depositar os votos nas urnas eletrônicas. A proximidade do pleito acende o alerta para o que a lei eleitoral permite a votantes e candidatos fazer. Será punido com detenção e multa, por exemplo, quem fizer propaganda de boca de urna, tirar selfie na cabine de votação ou participar de mobilização coletiva de campanha no dia da votação.

O horário eleitoral gratuito na televisão e no rádio termina na quinta-feira, mas os candidatos podem continuar em campanha nas redes sociais e nas ruas até a véspera do pleito. As pesquisas de intenção de voto que forem realizadas antes do dia de votação podem ser divulgadas em qualquer hora, inclusive do dia 7 de outubro. As sondagens feitas no próprio domingo só podem vir a público ao fim da votação estimada por elas. No sábado, o Jornal Nacional, da “TV Globo”, revela pesquisas das capitais com os maiores colégios eleitorais.

No dia da eleição, a lei eleitoral só permite manifestação individual e silenciosa de preferência do eleitor com bandeiras, broches, dísticos e adesivos. Qualquer mobilização coletiva é vedada, assim como o uso de veículos para divulgar jingles, nesta data. Os comícios de encerramento das campanhas, excepcionalmente, podem correr até 2h da madrugada. Os “showmícios”, no entanto, são proibidos.

Saiba o que os eleitores e candidatos podem ou não fazer durante a campanha eleitoral:

NO DIA DA VOTAÇÃO

— É crime arregimentar eleitores ou fazer propaganda de boca de urna no dia da votação. A legislação prevê detenção de seis meses a um ano, com alternativa de prestação de serviços à comunidade pelo mesmo período, e multa a infratores de 5 mil a 15 mil UFIR (indexador para atualização do saldo devedor).

— É crime usar alto-falantes e amplificadores de som ou promover comício e carreata no dia da eleição.

— É crime divulgar qualquer espécie de propaganda de partidos políticos e de seus candidatos na data da votação.

— É proibido qualquer ato que caracterize manifestação coletiva, com ou sem utilização de veículos, como aglomeração de pessoas portando vestuário padronizado.

— É proibido tirar selfie na urna eletrônica. A lei eleitoral proíbe o porte de celular ou máquinas fotográficas na cabine de votação, assim como equipamentos de radiocomunicação, filmadoras ou qualquer instrumento que possa comprometer o sigilo do voto. Apesar de ser considerado um crime de menor gravidade, a desobediência dessa ordem tem pena de quinze dias a seis meses de detenção, além de multa com valor a ser decidido em juízo.

— A legislação permite a manifestação individual e silenciosa de preferência do eleitor por partido político, coligação ou candidato, revelada exclusivamente pelo uso de bandeiras, broches, dísticos e adesivos.

— O uso de vestuário ou objeto que contenha propaganda de partido político, coligação ou candidato é proibido a servidores da Justiça Eleitoral, a mesários e a escrutinadores nas seções eleitorais e nas juntas de apuração de votos.

— Durante os trabalhos de votação, os fiscais partidários somente podem usar crachás em que constem o nome e a sigla de sua legenda ou sua coligação. É proibida a padronização de vestuário desses fiscais.

— É proibido comprar ou vender voto. O candidato pode ser punido com quatro anos de reclusão, pagamento de cinco a quinze dias-multa (valor unitário variável a ser pago pelo réu a cada dia de multa imposta), cassação do registro da candidatura, multa e inelegibilidade por oito anos. O eleitor que vender o voto também pode ser condenado a quatro anos de reclusão e a pagar de cinco a quinze dias-multa.

PESQUISAS ELEITORAIS

— As pesquisas realizadas em data anterior ao dia das eleições podem ser divulgadas a qualquer momento, inclusive na data do pleito.

— A divulgação de levantamento de intenção de voto realizada no dia das eleições só pode ocorrer a partir de 17h do horário local. Esta regra vale para sondagens dos cargos de governador, senador e deputados federal, estadual e distrital.

— As pesquisas de intenção de voto para presidente realizadas no dia da eleição só podem ser divulgadas após o horário previsto para encerramento da votação em todo o território nacional.

— A legislação eleitoral prevê que a divulgação de pesquisas inclua os dados: período de realização da coleta, margem de erro, nível de confiança, número de entrevistas, nome da entidade ou empresa realizadora, número de registro do levantamento e, se for o caso, nome de quem o contratou.

CAMPANHA NA RUA

— Distribuir folhetos, adesivos e folders impressos. Bonecos e outdoors eletrônicos estão vetados.

— Fixar propaganda eleitoral no para-brisa traseiro, em adesivo microperfurado, e em outras pontos do veículo, desde que não ultrapassem meio metro quadrado.

— Utilizar bandeiras de candidatos ou partidos em vias públicas.

— Usar alto-falantes, amplificadores, carros de som e minitrios entre 8h e 22h, em carreatas, caminhadas e passeatas ou durante reuniões e comícios, desde que estejam a, no mínimo, 200 metros de distância de repartições públicas, hospitais, escolas, bibliotecas, igrejas e teatros.

— Fica proibido o uso de qualquer tipo de veículo para divulgar jingles no dia das eleições.

— Os comícios devem ser feitos entre 8h e 24h. Os candidatos podem usar trios elétricos em locais fixos, desde que toquem apenas o jingle da campanha e reproduzam discursos políticos. Comícios de encerramento de campanhas podem ir até as 2h da madrugada.

— Os candidatos podem fixar propagandas em papel ou adesivo de até meio metro quadrado em bens particulares, como casa, carros e bicicletas, desde que seja autorizado pelo proprietário de forma gratuita.

REDES SOCIAIS, JORNAIS E REVISTAS

— Podem pagar por até 10 anúncios em jornais ou revistas, em tamanhos pré-definidos e em datas diversas. O candidato deve informar na própria publicidade o valor pago ao veículo.

— Os candidatos estão liberados para arrecadar dinheiro para a campanha por meio de financiamento coletivo.

— As campanhas podem fazer propaganda na internet de forma gratuita no site oficial do candidato, do partido ou da coligação hospedados no Brasil ou em blogs e redes sociais.

— Nas redes sociais, os candidatos podem promover o impulsionamento de conteúdo, desde que identificado e contratado exclusivamente por partidos políticos, coligações e candidatos e seus representantes. Os posts patrocinados devem conter o CNPJ ou CPF do responsável e a expressão “Propaganda Eleitoral”.

— Os candidatos podem Fazer propaganda em blogs, redes sociais e sites de mensagens instantâneas com conteúdo produzido ou editado por candidato, partido ou coligação;

— Usar ferramentas para garantir posições de destaque nos sites de busca.

— Enviar mensagens eletrônicas, desde que disponibilizem a opção para descadastramento, que deverá ser feito em até 48 horas.

PROPAGANDA NA TV

— As campanhas não poderão usar efeitos especiais, montagens, trucagens, computação gráfica, edições e desenhos animados no horário eleitoral gratuito e inserções durante o dia.

— Os candidatos podem apresentar legendas que façam referências aos candidatos a presidente, governador ou senador na propaganda de outros candidatos do mesmo partido ou coligação, exibir cartazes ou fotografias dos candidatos a presidente, governador ou senador.

— É permitido apresentar depoimentos de candidatos a outros cargos no horário da propaganda do mesmo partido ou coligação.

— É permitido exibir entrevistas com o candidato para que ele apresente realizações do governo, aponte falhas nos serviços públicos ou fale sobre alguns atos parlamentares ou debates legislativos.

SHOWS ARTÍSTICOS

— Os “showmícios” estão vetados nesta eleição. O candidato que descumprir a norma poderá ter o registro ou o diploma cassados pela Justiça Eleitoral.

O Globo

Metade dos eleitores brasileiros deve usar biometria para votar nas eleições de 2018

Metade do eleitorado brasileiro será identificado por biometria nas eleições de 2018, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). São 73,7 milhões de eleitores, ou 50% de todas as pessoas aptas a votar no país.

Em 2014, ano das últimas eleições presidenciais, o total de eleitores com identificação digital em municípios com reconhecimento biométrico era de 21,7 milhões de pessoas, ou 15,2% do eleitorado.

Mais de 87 milhões de eleitores têm o cadastro biométrico atualmente no Brasil (60% do eleitorado). Parte dessas pessoas, porém, está em cidades que não terão o reconhecimento das digitais disponível para as eleições deste ano. Por isso, o número total de eleitores com o cadastro é maior que o número de pessoas que vão votar usando biometria.

Segundo o TSE, a meta da Justiça Eleitoral é identificar 100% dos eleitores por meio da impressão digital até 2022.

O prazo para registrar as digitais acabou no primeiro semestre deste ano e variou de estado para estado. Também varia de estado para estado a obrigatoriedade da biometria para a votação, que pode ser consultada em cada tribunal regional (veja a lista). Nestes locais, os eleitores que não fizeram o cadastro tiveram o título de eleitor cancelado.

Cadastramento biométrico no país

Em outubro de 2017, uma reportagem do G1 apontou que o percentual de eleitores com o cadastramento biométrico era de 44%. Isso significa que, entre outubro e o primeiro semestre deste ano, este percentual aumentou 16 pontos percentuais, chegando a 60%.

Veja os destaques estaduais:

  • Nove estados concluíram o cadastramento biométrico, além do Distrito Federal. São eles: Alagoas, Amapá, Goiás, Paraíba, Piauí, Rio Grande do Norte, Roraima, Sergipe e Tocantins.
  • 22 dos 27 estados têm mais da metade dos eleitores cadastrados.
  • Os três estados com as taxas mais baixas são São Paulo (45,1%), Minas Gerais (30,2%) e Rio de Janeiro (18,7%).
veja o percentual de eleitores com cadastramento biométrico por estado (Foto: Claudia Peixoto/G1)

veja o percentual de eleitores com cadastramento biométrico por estado (Foto: Claudia Peixoto/G1)

Percentuais baixos

Segundo o Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo, o estado ainda não conseguiu concluir o cadastramento biométrico por conta do seu eleitorado “expressivo”. São Paulo tem o maior número de eleitores do país. São mais de 33 milhões de pessoas, o que representa 22,4% do eleitorado brasileiro.

O TRE-SP ainda destaca que conseguiu cumprir a meta de cadastramento de 2017/2018, que era fazer a biometria de 3,2 milhões de eleitores. “A fase foi concluída com 4,1 milhões de eleitores com biometria, ou seja, acima da meta pretendida”, afirma, em nota.

O TRE-MG também diz que uma das principais dificuldades para a realização do cadastro tem relação com o tamanho do estado.

“O percentual de eleitores com biometria em Minas Gerais é um dos menores registrados no Brasil porque o estado é muito complexo em vários sentidos (geográfico, social, cultural), sendo o que tem o maior número de municípios do país (são 853)”, afirma o tribunal em nota. “O tribunal está trabalhando para fechar 100% do estado dentro do planejamento que o TSE estabeleceu, ou seja, no ano de 2022.”

Já o Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro informa que tem se esforçado para aumentar o número de eleitores com biometria e, assim como São Paulo, destaca que conseguiu cumprir a meta estabelecida para 2018. “A previsão era de 682.759 eleitores, mas cerca de 704 mil eleitores compareceram aos cartórios eleitorais para realizar o procedimento entre 1º de janeiro e 9 de maio deste ano.”

Ainda segundo o TRE-RJ, por conta de um convênio com o Detran-RJ, poderão votar com identificação biométrica não apenas os 2,3 milhões de eleitores fluminenses que já têm o cadastro na Justiça Eleitoral, mas também os cerca de 4,6 milhões de eleitores do estado que estão no banco de dados biométricos do Detran.

Diferenças municipais e eleitores no exterior

Segundo os dados do TSE, as cinco cidades com os menores índices de eleitores com biometria são fluminenses: Engenheiro Paulo de Frontin (0,3%), Mendes (0,2%), Rio Claro (0,2%), Sumidouro (0,2%) e Quatis (0,1%). Em Quatis (RJ), por exemplo, apenas 13 dos 10.322 eleitores fizeram o cadastramento biométrico.

Veja outros destaques municipais:

  • Além das cinco cidades do Rio de Janeiro, 739 cidades do país têm menos de 10% do eleitorado cadastrado. Do total, 342 são mineiras.
  • Na outra ponta, 681 cidades têm 100% dos eleitores com biometria.

Há ainda cerca de 500 mil eleitores brasileiros fora do país, segundo o TSE. Para esses, o percentual de cadastramento também é baixo, já que apenas 4,3% dos eleitores têm biometria. A cidade com mais brasileiros votantes é Boston, nos Estados Unidos, com 35 mil eleitores. Destes, porém, apenas 1.076 cadastraram suas digitais.

O que é o cadastramento?

A biometria usa as impressões digitais para identificar o cidadão. O objetivo é ter mais segurança e evitar fraudes. No Brasil, a emissão de passaporte, de carteiras de identidade e o cadastro das Polícias Civil e Federal contam com sistemas biométricos.

Para o reconhecimento individual, são coletados dados biométricos por meio de sensores que os colocam em formato digital. No caso do cadastramento feito pela Justiça Eleitoral, os dados são coletados por um scanner de alta definição. São coletados dados de todos os dez dedos da mão, mas apenas um é utilizado para identificar o eleitor no momento da votação.

A coleta das digitais dura poucos segundos. Além disso, é tirada uma fotografia e cadastrada a assinatura digitalizada.

G1

Eleitores paraibanos devem realizar cadastro biométrico até o dia 9 de maio

(Foto: TRE/Divulgação)

Os eleitores de todos os 223 municípios paraibanos devem realizar o cadastramento biométrico para que possam votar nas eleições deste ano. Segundo o Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), aqueles que ainda não passaram por esse processo estão com os títulos de eleitores cancelados e têm até o dia 9 de maio para regularizar a situação. Caso contrário, estarão sujeitos às penas previstas no Código Eleitoral Brasileiro.

De acordo com a Coordenadoria de Eleições do TRE-PB, a partir dessa data, o sistema de cadastro eleitoral estará fechado e, caso os eleitores não compareçam dentro do período de tempo estabelecido, a situação só poderá ser regularizada em novembro de 2018, após as eleições.

Além disso, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) alerta que o título pode ser cancelado, caso o eleitor fique três eleições consecutivas sem votar ou justificar ou não compareça ao cadastramento biométrico obrigatório, que serve como uma atualização do cadastro de eleitores. Nesse caso, é necessário regularizar a situação no cartório eleitoral mais próximo.

Ainda segundo a Coordenadoria de Eleições do TRE-PB, para realizar o cadastramento não é preciso agendar uma data com antecedência, basta comparecer ao Cartório Eleitoral correspondente à zona em que vota. Os de João Pessoa e Campina Grande funcionam das 12h às 19h, de segunda à quinta-feira, e das 7h às 14h, na sexta-feira. Os demais cartórios eleitorais do estado estão abertos das 7h às 14h, de segunda a sexta-feira.

No entanto, durante o cadastramento é necessário apresentar as versões originais do: documento de identificação oficial, como carteira de identidade (RG), certidão de nascimento e carteira de trabalho e previdência social (CTPS); comprovante de residência, como conta de água, luz, telefone ou cartão de crédito; título de eleitor, se houver; e o certificado de apresentação ao serviço militar, no caso de homens com mais de 18 anos.

É possível realizar uma consulta, no site do TRE-PB, e verificar a situação eleitoral, por meio do nome da pessoa ou do número do título de eleitor.

O cadastramento biométrico está sendo realizado gradualmente pela Justiça Eleitoral em todo o Brasil e é um método que visa evitar fraudes e tornar as eleições brasileiras mais seguras. O objetivo é que o eleitor seja identificado durante a votação por suas impressões digitais, que são únicas.

G1

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Eleitores paraibanos poderão votar apresentando apenas e-título em aplicativo para smartphone

Faltando apenas dez meses para a primeira eleição com identificação de 100% dos eleitores através da biometria na Paraíba, uma novidade que tem chamado atenção é o título de eleitor virtual, um aplicativo gratuito que substitui o documento de papel. Os eleitores podem acessar uma via de seu título eleitoral através do smartphone ou tablet e inclusive apresentar apenas esta via na hora do voto.

Segundo explicou o secretário de Tecnologia da Informação do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), José Cassimiro, quando o eleitor acessa pela primeira vez o título eletrônico virtual são requisitadas todas as suas informações pessoais para poder fazer uso do aplicativo.

Na hora do voto basta apresentar o aplicativo no smartphone, que terá a função de documento, de acordo com o secretário de tecnologia do TRE-PB. “Chega na seção eleitoral só com seu smartphone no bolso, abre o aplicativo, mostra ao mesário, faz a biometria, vota e quando terminar pega de volta o aparelho”, detalhou José Cassimiro.

Caso deseje apresentar o título de eleitor eletrônico, não é necessário nem levar outro documento pessoal com foto, de acordo com José Cassimiro, já que o próprio aplicativo já possui a foto do eleitor, que foi feita no cadastramento eleitoral.

Apesar da novidade, o eleitor ainda pode utilizar o título de eleitor impresso em papel juntamente com um documento de identificação com foto. Ou, pode ainda somente levar seu documento de identificação pessoal com foto até a seção em que vota. Em todos os casos a identidade do eleitor será confirmada com a impressão digital através da biometria.

O e-título foi lançado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) no dia 1º de dezembro e surgiu através de uma iniciativa do TRE do Acre, que desenvolveu a ferramenta em conjunto pelos servidores da área de TI do Tribunal Superior Eleitoral.

Assessoria

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Mais de 174 mil eleitores podem perder o título na PB no fim da revisão biométrica

O prazo da revisão biométrica em 102 municípios da Paraíba termina nesta quinta-feira (30) e mais de 174.303 mil eleitores podem perder o título por não terem feito o recadastramento. Segundo Tribunal Regional Eleitoral (TRE-PB), o prazo não será prorrogado.

Para fazer o cadastramento biométrico, o eleitor deve levar um documento oficial com foto, comprovante de residência dos últimos três meses e o título de eleitor, se houver.

O secretário de Tecnologia da Informação do TRE-PB, José Cassimiro Júnior, ressaltou que o prazo do dia 30 de novembro é para os eleitores vinculados aos municípios que estão passando apenas agora pela revisão. Nas cidades em que já houve o cadastramento biométrico, o prazo para solicitar segunda via e primeira inscrição é até 9 de maio de 2018.

As pessoas que votam em algum desses 102 municípios e querem transferir o local de votação para cidades que já passaram pelo cadastramento biométrico também têm até a quinta-feira (30) para concluir o processo.

Todos os municípios que estão passando pelo recadastramento já ultrapassaram a marca dos 70% do eleitorado revisado. O estado como um todo já ultrapassou os 80%. O município com a melhor situação é Puxinanã, único que já ultrapassou os 90% do eleitorado revisado.

Nas Eleições Gerais de 2018, todos os eleitores da Paraíba serão identificados, na urna eletrônica, por meio da impressão digital, no momento da votação. Portanto, o eleitor que ainda não fez o seu cadastramento biométrico deve procurar o Cartório Eleitoral ou Posto de Atendimento em sua cidade, o quanto antes.

G1

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A 3 dias do fim do prazo, 133 mil eleitores da PB não fizeram cadastramento biométrico

A três dias do fim do prazo, 133.242 eleitores da Paraíba ainda não realizaram o cadastramento biométrico e podem ter o título eleitoral cancelado. Os eleitores dos 102 municípios do estado que ainda não fizeram a revisão têm até a quinta-feira (30) para realizar o cadastramento biométrico. Segundo Tribunal Regional Eleitoral (TRE-PB), o prazo não será prorrogado.

Todos os municípios que estão passando pelo recadastramento já ultrapassaram a marca dos 70% do eleitorado revisado. O estado como um todo já ultrapassou os 80%. O município com a melhor situação é Puxinanã, único que já ultrapassou os 90% do eleitorado revisado. Bernardino Bastista e Salgado de São Félix, por sua vez, não chegaram aos 74%.

Nas Eleições Gerais de 2018, todos os eleitores da Paraíba serão identificados, na urna eletrônica, por meio da impressão digital, no momento da votação. Portanto, o eleitor que ainda não fez o seu cadastramento biométrico deve procurar o Cartório Eleitoral ou Posto de Atendimento em sua cidade, o quanto antes.

O secretário de Tecnologia da Informação do TRE-PB, José Cassimiro Júnior, ressaltou que o prazo do dia 30 de novembro é para os eleitores vinculados aos municípios que estão passando apenas agora pela revisão. Nas cidades em que já houve o recadastramento biométrico, o prazo para solicitar segunda via e primeira inscrição é até 9 de maio de 2018.

Para fazer o cadastramento biométrico, o eleitor deve levar um documento oficial com foto, comprovante de residência dos últimos três meses e o título de eleitor, se houver.

G1

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Eleitores têm até 30 de novembro para fazer cadastro biométrico

O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba realiza até o próximo dia 30 de novembro o cadastramento biométrico de eleitores. Quem não realizar a biometria terá o título de eleitor cancelado. O órgão ressalta que não haverá prorrogação do prazo.

Nas eleições gerais de 2018, todos os eleitores da Paraíba serão identificados na urna eletrônica por meio da impressão digital, no momento da votação.

A orientação da Justiça Eleitoral é que, o eleitor que ainda não fez o seu cadastramento biométrico procure pelo Cartório ou Posto de Atendimento em sua cidade e faça o quanto antes..

Para fazer o cadastramento biométrico leve um documento oficial com foto, comprovante de residência dos últimos três meses e o título de eleitor, se houver.

A 4ª zona eleitoral de Sapé, que está com o percentual de 74,25% no cadastramento biométrico, pode chegar a ter 17,4 mil títulos cancelados.

Na 73ª Zona Eleitoral, situada em Alhandra, onde até o momento 74,38% dos eleitores foram cadastrados, mais de 17 mil eleitores também poderão ter seus títulos cancelados.

Já em Itabaiana, os cancelamentos da 6ª Zona Eleitoral podem chegar a atingir mais de 15 mil eleitores. O município de Cajazeiras (42ª/68ª Zona Eleitoral), que está com 77,43% de eleitores cadastrados, corre o risco de ter 12,6 mil títulos cancelados.

maispb

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