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Maioria do eleitorado paraibano é feminino e quase 1/3 é constituído de analfabetos

tituloAs mulheres são maioria no eleitorado paraibano. Dos 2.889,680 eleitores, de acordo as estatísticas sobre o eleitorado do estado foram divulgadas pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE), 1.524,145 são mulheres. O eleitorado feminino supera em 158.610 os de eleitores masculinos.

Ainda de acordo com dados do TR E, a maioria do eleitorado Paraíba é constituída, em sua maioria, por pessoas solteiras. Ao todo, 1.719,000 contra 994.112 casadas, 81.437 divorciadas, 18.607 separados e 414 pessoas não informaram a situação do registro civil.

A estatística aponta ainda que a maioria do eleitorado estadual ou é analfabeta (249.406) ou apenas sabe ler e escrever (554.140). O número total (803.546) corresponde 1/3 do eleitorado.

Os eleitores que não concluíram o 1º grau somam 130.857 eleitores. Os que têm o 2º grau incompleto são 365.020 eleitores. Já os que concluíram o segundo grau são 488.363. O número de eleitores que não concluíram o terceiro grau são 125.752 contra 205.469 de que terminaram o nível superior. Outros 389 eleitores não informaram o grau de escolaridade.

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Eleições 2016: Voto jovem representa 27% do eleitorado e pode decidir pleito

urnaO Tribunal Superior Eleitoral (TSE) informou que os jovens entre 16 e 29 anos representam 27% do eleitorado nacional, o que demonstra, para a Justiça Eleitoral, que o voto dessa camada da população deverá ser determinante nas eleições municipais de outubro.

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Brasil tem cerca de 51 milhões de jovens de 15 a 29 anos, correspondendo a um quarto da população do país. Desses, mais de 75% (38.876.290) estão aptos a votar nas eleições deste ano, segundo dados do TSE. Os jovens entre 25 e 29 anos representam 10,83% do eleitorado; de 21 a 24 anos, 8,71% e de 16 a 20 anos, 7,45%.

Para o cientista político Leonardo Barreto, especialista em comportamento eleitoral, o voto dos jovens pode ser determinante nas eleições porque, por terem mais escolaridade que as gerações anteriores, acabam por influenciar o voto das pessoas do seu círculo social, como pais e avós. Segundo Barreto, pesquisas demonstram que a rede de amizades e familiares é o fator que mais influencia na escolha dos candidatos. “Mas o jovem costuma ter um voto crítico”, diz o especialista.

Voto facultativo

De acordo com a Justiça Eleitoral, 1.638.751 jovens de 16 e 17 anos votaram nas eleições de 2014. Para estas eleições municipais, 2.311.120 adolescentes estão aptos a votar. O jovem nessa faixa etária não é obrigado a votar, mas já tem o direito garantido pela Constituição.

O alistamento eleitoral e o voto são facultativos para os analfabetos, os maiores de 70 anos e os maiores de 16 anos e menores de 18.

O Brasil tem 144 milhões de eleitores aptos a votar nas eleições para prefeitos e vereadores. O primeiro turno será no dia 2 de outubro.

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Pela primeira vez em uma eleição, eleitorado feminino será maior que o masculino em todos os estados

Brasilia, BRAZIL:  A woman votes during Brazilian presidential elections' second round in Brasilia, 29 October 2006. Brazilians headed to the polls Sunday in a run-off that looked likely to give a second term to Luiz Inacio Lula da Silva, a self-styled defender of the downtrodden. Voter intention surveys ahead of the voting credited Lula with 61 percent support and a lead of 22 points over centrist former Sao Paulo governor Geraldo Alckmin.      AFP PHOTO/ Evaristo SA  (Photo credit should read EVARISTO SA/AFP/Getty Images)

Desde o pleito de 2000, o número de mulheres eleitoras ultrapassa o de homens. Mas, nas Eleições Municipais de 2016, pela primeira vez, o eleitorado feminino será maior que o masculino nos 26 estados onde haverá votação no dia 2 de outubro (não haverá eleição no Distrito Federal e nem em Fernando de Noronha).

O Brasil possui atualmente mais de 144 milhões de votantes, sendo 75.226.056 mulheres cadastradas na Justiça Eleitoral – 6,4 milhões a mais que homens. Rio de Janeiro, com 53,48%, Pernambuco, com 53,42%, e Alagoas, com 53,22%, são os estados que possuem mais eleitoras nas Eleições 2016. Já Tocantins (50,03%), Mato Grosso (50,24%) e Pará (50,24%) são as unidades da Federação onde a diferença entre mulheres e homens é menor. No Rio Grande do Norte, estado pioneiro no reconhecimento do voto feminino, 52,55% dos eleitores são mulheres.

Os números sobre o eleitorado feminino, a cada eleição maiores, mostram uma evolução na participação das mulheres como cidadãs. Em 2008, havia uma maioria feminina no universo de 130 milhões de eleitores. De total, 51,7% eram mulheres. No pleito de 2010, elas somaram 51,82% dos 135 milhões de eleitores. Já nas eleições de 2012, as mulheres representaram 51,9% dos 140 milhões de eleitores. Em contrapartida, apenas 31% dos candidatos das Eleições 2016 são mulheres.

O voto da mulher

Em 3 de maio de 1933, na eleição para a Assembleia Nacional Constituinte, a mulher brasileira, pela primeira vez, em âmbito nacional, votou e foi votada. A luta por esta conquista durou mais de 100 anos, pois o marco inicial das discussões parlamentares em torno do tema começou em meados do Século XIX.

A Constituição de 1824 não trazia qualquer impedimento ao exercício dos direitos políticos por mulheres, mas, por outro lado, também não era explícita quanto à possibilidade desse exercício, que foi introduzido no ano anterior, com a aprovação do Código Eleitoral de 1932.

O artigo 2º deste Código continha a seguinte redação: “É eleitor o cidadão maior de 21 anos, sem distinção de sexo, alistado na forma deste Código”. A aprovação do Código de 1932, no entanto, aconteceu por meio do Decreto nº 21.076, durante o Governo Provisório de Getúlio Vargas.

Mas, somente dois anos depois, em 1934, por meio da segunda Constituição da República, esses direitos políticos conferidos às mulheres foram incluídos em bases constitucionais. No entanto, a nova Constituição restringiu a votação feminina às mulheres que exerciam função pública remunerada.

Já a Constituição de 1946, finalmente, nem se preocupou em especificar os brasileiros de um e outro sexo afirmando no Art. 131: “São eleitores os brasileiros maiores de 18 anos que se alistarem na forma da lei”. Apesar de a Constituição não fazer distinção, essa diferença só foi superada, definitivamente, com o Código Eleitoral atual, de 1965.

Primeira eleitora

Em 1927, o Rio Grande do Norte colocou em vigor lei eleitoral que determinava, em seu artigo 17, que no estado poderiam “votar e ser votados, sem distinção de sexos”, todos os cidadãos que reunissem as condições exigidas pela lei. Assim, o estado ingressou na História do Brasil como pioneiro no reconhecimento do voto feminino.

A professora potiguar Celina Guimarães Viana é considerada a primeira eleitora do país. Desde que ela conseguiu seu registro para votar, em 1928, a participação feminina no processo eleitoral brasileiro se consolidou.

Acesse aqui as estatísticas do eleitorado de 2016.

TSE

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Pela 1ª vez, eleitorado feminino é maior em todos os estados do país

Brasilia, BRAZIL:  A woman votes during Brazilian presidential elections' second round in Brasilia, 29 October 2006. Brazilians headed to the polls Sunday in a run-off that looked likely to give a second term to Luiz Inacio Lula da Silva, a self-styled defender of the downtrodden. Voter intention surveys ahead of the voting credited Lula with 61 percent support and a lead of 22 points over centrist former Sao Paulo governor Geraldo Alckmin.      AFP PHOTO/ Evaristo SA  (Photo credit should read EVARISTO SA/AFP/Getty Images)
(Photo credit should read EVARISTO SA/AFP/Getty Images)

O eleitorado feminino tem crescido ano a ano no país. Nestas eleições, pela 1ª vez, ele será maior que o masculino nos 27 estados do país.

No Brasil, há 76,5 milhões de mulheres cadastradas na Justiça Eleitoral – 6,7 milhões a mais que os homens. O país tem hoje 146,4 milhões de votantes (parte deles está no exterior e não votará nas eleições municipais).

Nas últimas eleições municipais, em 2012, quatro estados ainda contavam com mais eleitores homens: Mato Grosso, Pará, Roraima e Tocantins. Em 2014, só Mato Grosso e Tocantins ainda tinham mais homens. Mas as mulheres viraram o jogo.

Em Mato Grosso, estão aptas a votar 1.139.972 mulheres e 1.128.530 homens.

No Tocantins, a diferença é pequena: são 518.938 mulheres, ante 518.125 homens. A ultrapassagem, feita apenas em abril deste ano, mostra a importância do eleitorado feminino no país.

G1
Por Thiago Reis

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Justiça Eleitoral determina revisão no eleitorado de cinco municípios da Paraíba

urnaO juiz Leandro dos Santos, do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), atendeu a pedidos de partidos políticos e deferiu a revisão do eleitorado de Serra Grande, Mato Grosso, Parari, São Mamede e São João do Bonfim, concomitantemente ao recadastramento biométrico.

Em Serra Grande, o pedido foi formulado pelo PSC. O Ministério Público Eleitoral destacou que houve uma diminuição do quantitativo de eleitores em trânsito nas eleições do ano passado, apesar do incremento do número de transferências eleitorais na proporção aproximada de 323,53% em relação ao ano anterior.

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No município de Mato Grosso, a solicitação foi proposta pelo DEM. Em 2014, constatou-se que não houve variação superior a 10% no eleitorado.

O PV requereu a revisão eleitoral em Parari. Nos autos, ficou constatada a variação de transferência entre os anos de 2013 e 2014 superior ao percentual de 10%.

Em São Mamede, observou-se que apesar do incremento do número de transferências eleitorais na proporção aproximada de 134,48 % em relação ao ano anterior, houve, na verdade, uma diminuição do quantitativo de eleitores em trânsito.

Em São José do Bonfim, também ficou constatada a diminuição do quantitativo de eleitores em trânsito, apesar do incremento do número de transferências eleitorais na proporção aproximada de 24,32 % em relação ao ano anterior.

Deputado afirma que classe política estimula a abstenção do eleitorado

Janduhy CarneiroO deputado Janduhy Carneiro (PEN) externou a sua perplexidade com a súbita mudança de postura na militância política, ao ser provocado a comentar o apoio do deputado Gervásio Maia (PMDB) à reeleição do governador.

“É uma questão de foro íntimo”, ressalvou Janduhy, para registrar que “de uma hora para outra mudam o comportamento. Eu não consigo entender. Qual explicação vai se dar ao povo da Paraíba?” – indagou.

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Janduhy observou que “a descrença” na classe política é pautada justamente pela mudança de comportamento, “e faz com que o eleitor deixe de ir às urnas”, provocando uma “abstenção altíssima”.

“Tudo isso é insatisfação com a classe política”, resumiu.

*com informações de jponline

Solteiros são maioria do eleitorado paraibano

ELEICOESA maioria do eleitorado paraibano se declarou solteira. De acordo com dados do Tribunal Regional Eleitoral o número (1.796.283) corresponde a 63% do total dos votantes no estado que é de 2.835.882 eleitores.

Os cidadãos (a) que constam como separados (a) são minoria e têm um total de 14.510 pessoas.

Já os viúvos e divorciados, juntos, somam 109.692 eleitores. 51.078 eleitores se declararam viúvos; já os divorciados são exatos 58.614.

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A maioria do eleitorado paraibano está na faixa etária de 18 a 40 anos. São 1.495.946 ou 52,8% do total do eleitorado no Estado.

Confira o perfil oficial do eleitorado paraibano:


 

Fernando Rodrigues – ClickPB

Jornalista e ex-prefeita de Natal encerra vida política após rejeição do eleitorado

Nessa quarta-feira (24/4), a ex-prefeita de Natal, Micarla de Sousa, entregou seu pedido de desfiliação ao Partido Verde (PV). “A partir de hoje minha trajetória política está definitivamente encerrada”, disse a empresária e jornalista ao G1.
Crédito:Divulgação
Jornalista pretende focar na vida pessoal após experiência na política
Micarla afirma que agora irá se dedicar aos filhos e à própria saúde. “Eu agradeço, inclusive, aos partidos que desde ontem entraram em contato comigo, mas realmente eu não tenho qualquer interesse em voltar para a vida pública. Eu fiz a minha parte e dou por encerrada minha trajetória política”, esclarece.

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A ex-prefeita classifica o tempo em que esteve na área como um período de “muito amadurecimento e aprendizado”, já que a política a fez “conhecer o mundo real”.
“Eu, como repórter política, considerava que os políticos tinham uma vida perfeita, os rótulos eram muito fáceis. Hoje, conhecendo o outro lado, eu vejo que a vida pública é muito dura, de cobranças, e percebi que os políticos são seres humanos falíveis.”
Segundo uma pesquisa do Ibope em outubro do ano passado, a desaprovação da gestão de Micarla de Sousa em Natal chegou a 95%, a pior já registrada pelo instituto em mais de 20 anos.
Portal IMPRENSA

Mais de 60% do eleitorado da PB não concluiu nível fundamental, diz TSE

A maioria dos eleitores que vai às urnas para escolher os prefeitos e os vereadores dos 223 municípios da Paraíba não concluiu o ensino fundamental. É o que apontam os dados estatísticos divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Conforme o TSE, a Paraíba tem 2,8 milhões de eleitores e destes 66,9 % não têm o ensino fundamental completo. Neste universo aparecem os que se declararam analfabetos, que são 307,1 mil (10,7 %); os que leem e escrevem sem ter grau de escolaridade, 723,4 mil (25,2 %), e os que começaram, mas não concluíram o nível, que são a maior parcela do eleitorado, com 888,8 mil (31%).

Se comparada a situação do Brasil como um todo, o número de eleitores paraibanos que não concluiu o nível fundamental é um pouco maior. Nacionalmente eles representam pouco mais de 50% do eleitorado.

O TSE aponta ainda que entre os votantes da Paraíba 4,3 % possuem o Ensino Fundamental completo. Outros 2,9 % têm ensino superior completo e 2% estão cursando o ensino superior.

G1

Eleitorado jovem cai na PB em comparação a 2008, aponta TSE

O número de eleitores jovens  da Paraíba que podem votar nas eleições desse ano é menor do que em 2008, quando ocorreu o último pleito municipal, segundo dados atualizados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgados na segunda (30). A redução de jovens aptos a votar foi registrada também em âmbito nacional.

Os jovens de 16 e 17 anos são 2.913.627 no país, sendo que há quatro anos eles eram 2.923.485. Na Paraíba, em 2012, os eleitores jovens são 95. 973 mais de mil a menos que no ano de 2008 quando eram 96.980. O voto para essa faixa etária não é obrigatório.

A redução do eleitorado jovem, em comparação entre 2012 e 2008, também ocorre nos dois maiores colégios eleitorais da Paraíba: João Pessoa e Campina Grande. Na capital há quatro anos eram 7.542 eleitores entre 16 e 17 anos e este ano, segundo o TSE, eles são 6.476. Já em Campina Grande o número caiu de 7.693 para 6.293 jovens votantes.

De acordo com os dados atualizados do Tribunal Superior Eleitoral, a Paraíba tem 2.865.819 eleitores.

G1




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