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Após morte de vereador, suplente eleito com sete votos assume vaga em Curral Velho, PB

Um vereador na cidade de Curral Velho, localizada a 371 km de João Pessoa, tomou posse no Câmara de Vereadores da cidade na segunda-feira (8) após um outro vereador, de quem ele era suplente, morrer em um acidente de motocicleta no fim de junho. Um trâmite comum a todas as câmaras do país se não fosse fato de João Bernardino Pereira (PR), de 49 anos, ter recebido apenas sete votos na eleição de 2016, correspondente a 0,39% dos votos válidos no município.

O presidente da Câmara de Curral Velho, Cleonaldo Leite (PSB) confimou que a solenidade de posse aconteceu em uma sessão realizada na Câmara na segunda-feira, com a presença dos demais colegas de casa. O vereador conta que, mesmo com a peculiaridade, foram seguidos os ritos legais para que Bernardino, como é conhecido o policial militar que tinha sido eleito suplente, assumisse a cadeira deixada por Antônio Jailson Alves, popularmente conhecido como Antônio Carnaúba (PR).

“Cumprimos o regimento e empossamos Bernardino. Sabemos que ele teve menos de 1% dos votos válidos, mas a legislação eleitoral havia indicado que ele era o suplente”, comentou o presidente da câmara de Curral Velho.

Bernardino, que é policial militar, tomou posse como vereador após ter apenas sete votos na eleição de 2016 — Foto: Eduarda Costa/Câmara de Vereadores de Curral Velho

Bernardino, que é policial militar, tomou posse como vereador após ter apenas sete votos na eleição de 2016 — Foto: Eduarda Costa/Câmara de Vereadores de Curral Velho

A vaga ocupada por Bernardino, eleito suplente a partir do coeficiente eleitoral, que soma os votos obtidos pela coligação e distribui entre os candidatos mais votados dentro da aliança entre os partidos, determinou que após Antônio Carnaúba, vereador mais votado no pleito de 2016 em Curral Velho, com 237 votos (13,17% dos votos válidos), o próximo na linha de sucessão seria o policial militar com apenas sete votos.

A coligação da qual o Partido da República (PR), legenda de Bernardino e de Antônio Carnaúba, tinha também os partidos PC do B e DEM. Na eleição de 2016, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a coligação de Bernardino obteve 541 votos, elegendo no total três vereadores.

Vereadores da coligação PR / PC do B / DEM em Curral Velho em 2016

Vereador Partido Votos Situação eleitoral
Antônio Carnaúba PR 237 votos (13,17%) Eleito (morto em acidente)
Rijailson Diniz PC do B 157 votos (8,73%) Eleito
Nogueira DEM 138 votos (7,67%) Eleito
Bernardino PR 7 votos (0,39%) Suplente (empossado vereador)
Amanda PC do B 1 voto (0,06%) Suplente
Dona Lúcia PC do B 1 voto (0,06%) Suplente

G1 tentou entrar com Bernardino, mas o vereador não atendeu as ligações.

Morte em acidente

O vereador Antônio Jailson Alves (PR), conhecido como Antônio Carnaúba, morreu na madrugada do dia 28 de junho deste ano, no Hospital de Emergência e Trauma de Campina Grande. De acordo com a assessoria de imprensa da unidade de saúde, Carnaúba, permaneceu um dia internado após sofrer um acidente de moto, mas não resistiu aos ferimentos. O acidente foi registrado na PB-370, na saída da cidade de Curral Velho, localizada na região do Sertão da Paraíba.

Câmara de Vereadores de Curral Velho mantém sessões quinzenais — Foto: Eduarda Costa/Câmara de Vereadores de Curral Velho

Câmara de Vereadores de Curral Velho mantém sessões quinzenais — Foto: Eduarda Costa/Câmara de Vereadores de Curral Velho

Outra suplente quer vaga de vereador

Cícera Mota dos Santos, conhecida como Cicinha de João Paulo (PSDB), obteve 99 votos no pleito e foi a primeira candidata a ficar fora das vagas, no 10° lugar entre os mais votados. Ao tomar conhecimento da posse de Bernardino, decidiu dar entrada no Tribunal Eleitoral da Paraíba (TRE-PB) para requerer a vaga deixada pelo vereador morto em acidente.

De acordo com Cicinha de João Paulo, seu advogado deu entrada na ação pela vaga de Antônio Carnaúba na terça-feira (9). “A gente está esperando o resultado. Por lei era pra ser quem obteve mais votos, mas a gente aguardou a posse para pegar os documentos e buscar na justiça essa cadeira. Na cidade é só o que se comenta”, comentou.

Curral Velho

Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a cidade de Curral Velho tem 2,5 mil habitantes, de acordo com Censo realizado em 2010. A Câmara de Vereadores da cidade é composta por nove vereadores.

Cada um deles recebe um salário mensal de R$ 3 mil, segundo dados do Sagres do Tribunal de Contas do Estado da Paraíba (TCE-PB) e as sessões para discutir leis e requerimentos do município, pertencente à região imediata de Itaporanga, acontecem quinzenalmente.

Ainda de acordo com o Sagres, o custo mínimo pra manter a Câmara de Curral Velho funcionando é de cerca de R$ 55 mil reais por mês em 2019. Somente em 2018, a Câmara de Curral Velho gastou com pagamento da folha de pessoal mais de R$ 420 mil, incluindo vereadores e servidores.

Curral Velho, cidade no Sertão paraibano, tinha colégio eleitora de 1.867 eleitores em 2016, nas últimas eleições municipais — Foto: Reprodução/curralvelho.pb.gov.br

Curral Velho, cidade no Sertão paraibano, tinha colégio eleitora de 1.867 eleitores em 2016, nas últimas eleições municipais — Foto: Reprodução/curralvelho.pb.gov.br

 

G1

 

 

Vitor Hugo (PRB) é eleito prefeito de Cabedelo, na Paraíba

Vitor Hugo (PRB) foi eleito prefeito do município de Cabedelo, localizado na Região Metropolitana de João Pessoa, na eleição suplementar, realizada neste domingo (17). O candidato, que é o atual prefeito interino do município, obteve 23.169 votos, o equivalente a 73,07% dos votos válidos desta eleição.

Outros três candidatos participaram da disputa. Eneide Regis (PSD) ficou em segundo lugar, com 6.199 votos (19,55%), seguida de Marcos Patrício (PSOL), que obteve 1.461 votos (4,61%), e de José Eudes (PTB), que teve 878 votos (2,77%).

A votação teve início às 8h e foi encerrada às 17h. A apuração das urnas encerrou por volta das 19h, quando foi divulgado o resultado oficial da eleição, pela Justiça Eleitoral. Dos 46.448 mil eleitores aptos a votarem nesta eleição, 34.597 (74,49%) foram às urnas para escolher o novo prefeito.

Ao fim da votação, a Justiça Eleitoral contabilizou 31.707 votos válidos (91,65%), 976 brancos (2,82%), 1.914 nulos (5,53%). Houve 11.851 abstenções (25,51%).

Vitor Hugo tem 45 anos, é casado e pai de dois filhos. Ele é formado em Direito e é também presidente da Câmara da cidade, razão pela qual foi empossado prefeito do município. A chapa tem como candidato a vice-prefeito Aguinaldo Silva e conta com a coligação formada pelo PRB, DEM, MDB, PROS, PDT e PSB.

Urnas substituídas

Durante a realização do pleito, duas urnas eletrônicas apresentaram problemas, no período da manhã, e foram substituídas rapidamente, conforme informou o chefe do cartório da 57ª Zona Eleitoral, Robson Cardoso.

PM não registrou ocorrências eleitorais

A Polícia Militar não registrou nenhuma ocorrência eleitoral na cidade de Cabedelo, da sexta-feira (15) até o fechamento das urnas, que aconteceu às 17h deste domingo. Durante o período, a corporação disse que trabalhou na escolta e guarda de urnas, realizou o policiamento nos 32 locais de votação e intensificou a presença em várias localidades.

Conforme a PM, foi utilizado um reforço de aproximadamente 150 policiais. As ações continuam na cidade para garantir a segurança no pós-resultado, devido às comemorações.

A eleição

O pleito estava inicialmente marcado para dezembro deste ano, mas foi suspenso pelo Tribunal Superior Eleitoral. As novas eleições para a prefeitura de Cabedelo foram determinadas pela Justiça Eleitoral após a renúncia do ex-prefeito Leto Viana, em outubro do ano passado.

Ele está preso desde o dia 3 de abril em decorrência da Operação Xeque-Mate, desencadeada pelo Ministério Público do Estado da Paraíba e Polícia Federal, para desarticular um esquema de corrupção na Prefeitura e na Câmara de Cabedelo. Desde então, ele está preso na carceragem do 5° Batalhão da Polícia Militar.

G1

 

Presidente eleito terá 24,6 mil cargos à disposição no governo

O presidente eleito terá à disposição 24,6 mil cargos que poderão ser preenchidos por pessoas indicadas pelo governo, conforme levantamento do Ministério do Planejamento que será entregue à equipe de transição. Metade desse número é de cargos que podem ser ocupados por quem não é servidor público. O salário máximo é de R$ 16,2 mil mensais para essa categoria.

Os cargos são importante moeda de troca para que o governo forme alianças no Congresso para aprovar propostas. Parlamentares costumam receber o sinal verde para indicar afilhados políticos para ocupar determinadas funções na administração pública federal, em troca do apoio ao governo.

Dentro das vagas que podem ser distribuídas a quem não é servidor público, há cargos considerados de baixo escalão, como o de superintendentes estaduais de órgãos federais. E nas faixas salariais mais altas, estão as vagas ocupadas por assessores especiais e chefes de departamentos.

Os cargos de direção nas agências reguladoras (que também podem ser ocupados por quem não é funcionário público) têm a maior remuneração, de até R$ 16,7 mil. O governo tem um projeto de lei em tramitação no Congresso Nacional para estabelecer critérios de preenchimento de cargos nas agências, mas o texto ainda não foi votado. Os parlamentares, porém, já trataram de mudar o texto para tentar restabelecer a possibilidade de indicações políticas nos cargos de direção e nos conselhos de empresas estatais.

Ao todo, a administração pública federal tem 99.416 cargos, funções ou gratificações, distribuídos entre 36 tipologias, 48% deles nas Instituições Federais de Ensino Superior (Ifes). Cada tipo de cargo ou função tem regras específicas, o que dificulta a redistribuição de forma isonômica entre os órgãos e gera distorções de remuneração entre as equipes.

Dentro das medidas que o governo atual vai sugerir à próxima gestão, a mais urgente é a edição de um decreto para estabelecer critérios para a ocupação de cargos e funções públicas. A proposta já foi elaborada pelo Ministério do Planejamento e encaminhada à Casa Civil. A equipe econômica sugere ainda o envio de um projeto de lei para revisar a estrutura atual de cargos, funções e gratificações, mas reconhece o risco político de a medida não ser aprovada ou ter o texto modificado pelo Congresso.

Aposentadorias

O governo também traçou quadro dramático sobre o perfil dos servidores e a evolução das aposentadorias. O diagnóstico mostra que cerca de 108 mil funcionários públicos federais (17% do total) já têm condições para se aposentar, mas permanecem em exercício graças ao pagamento do abono de permanência, um incentivo para que continuem trabalhando. A qualquer momento, no entanto, o governo pode perder essa mão de obra.

Os órgãos com maior contingente de servidores próximos a se aposentarem são Fundação Oswaldo Cruz, Agência Brasileira de Museus, Fundação Nacional de Artes e Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), INSS, Funai, Ministérios da Agricultura e da Saúde.

A idade média dos servidores é de 46 anos, o que traz risco de aumento de aposentadorias nos próximos anos. Em 2017, foram concedidos 22.458 benefícios, maior número desde 1998. Nas projeções do governo, há carreiras – como cargos de nível intermediário da Previdência Social e Trabalho – que podem ter seu contingente reduzido a um terço até 2022, caso todos os servidores que reúnem as condições optem pela aposentadoria e não haja nenhum tipo de reposição no período.

O governo também vai sugerir uma proposta para reestruturar as carreiras do funcionalismo, restringindo o salário inicial hoje mais elevado do que na iniciativa privada e ampliando o número de degraus para progressão na carreira.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Entenda e diferença entre os sistemas majoritário e proporcional e como cada candidato é eleito

Os candidatos que concorrem às eleições no Brasil, dependendo do cargo em disputa, são eleitos por meio de dois sistemas diferentes: o majoritário e o proporcional. Aqueles que almejam cargos como o de presidente da República, governador de Estado, prefeito e senador elegem-se pelo sistema majoritário. Já os candidatos que concorrem a deputado federal, estadual/distrital e a vereador obtêm seus mandatos mediante o sistema proporcional.

Nos pleitos pelo sistema majoritário, é eleito o candidato que obtém o maior número de votos válidos, ou seja, aqueles dados aos concorrentes ao cargo, excluídos os votos em branco e os nulos. No caso das eleições para a Presidência da República e para governador de Estado, se nenhum dos candidatos alcançar metade mais um (maioria absoluta) dos votos válidos em primeiro turno, a legislação determina que os dois mais votados disputem um segundo turno, sendo eleito o que obtiver, nessa nova etapa, a preferência do eleitorado. Ou seja, o maior número de votos válidos. Nas Eleições Gerais deste ano, o pleito ocorrerá no dia 7 de outubro e, se houver necessidade de segundo turno, no dia 28 de outubro.

Grande parte das eleições para prefeito, que ocorrem também pelo sistema majoritário, é definida no primeiro turno da eleição, sendo escolhido o candidato mais votado (por maioria simples) para o cargo. O segundo turno só acontece nos municípios com mais de 200 mil eleitores, quando nenhum dos candidatos consegue metade mais um dos votos válidos no primeiro turno. Nesse caso, os dois candidatos mais votados disputam o segundo turno. Nas eleições de 2016, 55 cidades do país realizaram segundo turno para eleger seus prefeitos.

Também no pleito majoritário para o Senado Federal é eleito o candidato que recebe o maior número de votos válidos. Nas eleições de 2018, cada um dos 26 estados mais o Distrito Federal elegerá dois senadores, totalizando 54 vagas em disputa no país. Ou seja, os dois candidatos mais votados para o cargo em cada estado e no DF serão os eleitos no dia 7 de outubro. Não há segundo turno numa eleição para senador.

As eleições de 2018 são presidenciais e para as chefias dos Executivos estaduais, bem como para os Legislativos federal, estaduais e distrital. Além disso, serão realizados 21 pleitos municipais em nove estados (AM, CE, GO, MA, MT, RJ, RS, SC e SP) no dia 28 de outubro. São as chamadas eleições suplementares, que ocorrem quando o pleito regular é anulado por decisão da Justiça Eleitoral.

Sistema proporcional

Por sua vez, nas eleições pelo sistema proporcional, ou seja, de deputado federal, deputado estadual/distrital e vereador, é o partido/coligação que recebe as vagas, e não o candidato. No caso, o eleitor escolhe seu candidato entre aqueles apresentados por um partido político ou coligação.

Com relação às coligações, elas apresentam lista única com o nome de todos os candidatos dos vários partidos que a compõem. Porém, quando diversos partidos formam uma coligação (que passa a ser tratada legalmente como se fosse um partido único), não é criada uma legenda própria (ou um número que represente a coligação inteira). Nela, os partidos conservam a sua nomenclatura e seus números próprios.

No entanto, os eleitores que votam no número de seu partido em eleição pelo sistema proporcional emprestam seus votos para a coligação a que a legenda pertencer. Isso porque o cálculo do quociente eleitoral é feito com base em todos os votos recebidos pelos candidatos e pelos partidos que compõem a coligação.

Voto legenda

O voto em legenda pode ser dado ao partido somente no sistema proporcional. Se o eleitor desejar votar apenas no partido, sem especificar qual dos candidatos da legenda ele busca eleger, basta ele digitar os dois primeiros algarismos do número do candidato, que representam justamente o número da agremiação política.

A totalização dos votos no sistema proporcional adotado pelo Brasil e sua transformação em vagas nas casas legislativas ocorrem em etapas. Calcula-se, primeiramente, o quociente eleitoral (artigo 106 do Código Eleitoral). Na sequência, o quociente partidário (artigo 107 do Código Eleitoral). Por fim, faz-se, se necessário, a repartição dos restos eleitorais (artigo 109 do Código Eleitoral). Somente o partido – ou a coligação – que alcançar um número mínimo de votos tem o direito de obter vaga na Casa Legislativa. Isso explica o fato de, às vezes, um candidato receber muitos votos, mas não ser eleito porque seu partido não atingiu o número mínimo de votos necessários no cálculo do quociente eleitoral.

PB Agora com TSE

Presidiário eleito vereador na Paraíba é impedido de tomar posse e renuncia

biraO vereador eleito Ubiraci Rocha (PPS), de Catolé do Rocha, no Sertão da Paraíba, renunciou ao cargo após ser impedido pela Justiça de tomar posse. Bira Rocha, como é conhecido, renunciou ao cargo após a decisão da juíza Lílian Franssinetti Cananea. Bira Rocha está preso provisoriamente desde maio de 2016 por suspeita de pistolagem, e apesar da prisão, ele concorreu ao cargo de vereador no último pleito municipal e foi eleito com 948 votos.

Com a renúncia de Ubiraci Rocha, foi empossado no cargo o suplente Valdeci Dantas da Cunha (PTB) neste domingo (1º). Bira Rocha tinha sido o sexto candidato mais votado nas eleições de Catolé do Rocha. No dia da votação, ele precisou de autorização judicial e escolta para ir votar. O G1 não conseguiu entrar em contato com os advogados do vereador eleito.

Candidato pelo PPS, Bira Rocha recebeu 948 dos 17.478 votos válidos no município. De acordo com gerente do sistema penitenciário da Paraíba, Sérgio Fonseca, o preso foi liberado para votar após uma determinação judicial. “Recebemos a autorização e o preso provisório foi votar sob escolta dos agentes. Ele teve o direito de votar porque ainda não é preso condenado”, comentou.

Segundo o chefe do cartório da 36ª Zona Eleitoral da Paraíba, Pedro Henrique Nunes, não havia nenhuma condenação do candidato transitada em julgado. Por isso, mesmo estando preso por força de mandado de prisão, ele não perde os direitos políticos.

Entenda o caso
Bira Rocha segue preso no Presídio Padrão Manoel Gomes, em Catolé do Rocha. Ainda de acordo com o o gerente da Administração Penitenciária Sérgio Fonseca, ele foi preso no dia 9 de maio realizando transações bancárias em uma agência de João Pessoa durante uma operação do Grupo de Operações Especiais (GOE) da Polícia Militar da Paraíba.

Segundo comentou à época o delegado do GOE e responsável pela prisão, Allan Murilo Terruel, foi uma ação importante para a região porque o suspeito era temido e causava terror nas pessoas. “É ainda uma prisão sensível, por se tratar de um pistoleiro”, relatou após a prisão, que atendeu a uma mandado de prisão temporária. Segundo as investigações, o nome do suspeito está ligado a assassinatos no Sertão paraibano, como mandante, articulador ou executor dos crimes.

G1

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Eleito leva cachorro para posse na Câmara

Foto: Cássio Oliveira/Blog de Jamildo
Foto: Cássio Oliveira/Blog de Jamildo

Eleito com a proposta de defender a causa animal, o vereador Ricardo Cruz (PPS) levou um cachorro vestido à caráter, de terno e gravata borboleta, para a posse na Câmara do Recife nesse domingo (1º). O vira-lata foi resgatado pelo parlamentar.

O ativista promete articular com o prefeito Geraldo Julio (PSB) a criação de um Castramóvel, veículo para a promoção de atendimento veterinário e castração na cidade, de um centro de recuperação para animais e de um disque-denúncia contra maus-tratos. Além disso, defende o Samu Animal.

O vereador é guarda municipal e quer o armamento da categoria. Ricardo Cruz teve 4.547 votos.

Blog de Jamildo

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Ex-presidente da Câmara de Sapé descumpre decisão judicial e empossa prefeito eleito

(Foto: Walla Santos)
(Foto: Walla Santos)

O ex-presidente da Câmara Municipal de Sapé, Luiz Limeira (PP), ignorou a liminar da Justiça revogando todas as decisões tomadas durante sessão extraordinária na semana passada, promoveu a eleição da Mesa Diretora e deu posse ao prefeito eleito Roberto Feliciano (PSB).

De acordo com a Justiça, a eleição da Mesa deveria ser presidida pela vereadora mais votada do município Maria das Graças (PRB). O oficial de Justiça chegou à Câmara e notificou o vereador Luiz Limeira, que decidiu descumprir a decisão judicial.

“Esse descumprimento da decisão judicial ocasionada sérios problemas”, disse Marcos Souto Maior Filho.

“Hoje o município de Sapé encontra-se acéfalo de um chefe do Executivo porque o prefeito e seu vice tomaram posse com a mesa inexistente”, disse.

Oito dos quinze vereadores (Johni Rocha, Vera do Peixe, Arquimedes, Wilson Cavalcante, Robson Guedes, Nego Simplicio, Graça e Adriano de Inhaua) se reuniram em plenário e realizaram a sessão plenária cumprindo a decisão judicial e sob a Presidência da Vereadora Graça, realizaram a eleição da mesa e com oito votos escolheram Jhoni Rocha, como o novo Presidente do poder legislativo municipal.

Mas o vereador Luizinho foi quem deu posse ao prefeito eleito Roberto Feliciano. De acordo com o advogado do grupo de vereadores, o ato é nulo de pleno direito, como assegura o advogado dos oito parlamentares, Marcos Souto Maior Filho.

Desta forma o município de Sapé encontrasse sem prefeito e vice, pois os eleitos para o Executivo, tomaram posse com uma mesa inexistente. Hoje, legalmente, o prefeito de Sapé é o presidente da Câmara Johni Rocha. Ele vai efetivar convite expresso para que o prefeito e vice eleitos tomem posse em sessão extraordinária.

clickpb

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Prefeito eleito de Alhandra descobre articulação de pistoleiros para impedir sua posse

mendesrenatoO prefeito eleito Alhandra, no litoral sul da Paraíba, a 32 km, acredita que uma ação da bandidagem possa interromper seu mandato ainda a posse. Renato Mendes (DEM) disse que tem ocorrido uma articulação de pistolagem para que ele não assuma a prefeitura, cuja posse acontece neste domingo. Ele não quis entrar em detalhes de como seria a ação dos pistoleiros.

De acordo com o prefeito eleito, a situação econômica de Alhandra é caótica. “Vou herdar uma Prefeitura fora de controle”. Segundo Mendes, o atual gestor passou deixou o município completamente abandonado. “Tá tudo entregue as baratas”, avalia.

Renato Mendes promete fazer um grande governo e aconselha a sociedade municipal a se preparar para o futuro. “O povo não aceitou o modelo de gestão implantada nesses quatro anos, por isso que eu tenho que me preocupar em realizar uma grande gestão, de honrar meus amigos, de cuidar de cada comunidade”, garantiu.

Portal do Litoral

 

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Prefeito eleito de Osasco deixa prisão e fica livre para tomar posse

Aloisio Mauricio /Fotoarena/Folhapress
Aloisio Mauricio /Fotoarena/Folhapress

O prefeito eleito de Osasco, Rogério Lins (PTN), deixou nesta sexta-feira (30) a prisão do Tremembé, no interior de São Paulo, após a Justiça conceder alvará de soltura ao político. O desembargador Fábio Gouvêa, da Seção de Direito Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo, expediu a sentença.

Dessa maneira, Lins fica liberado para participar da cerimônia de posse na Câmara Municipal de Osasco, marcada para 8h deste domingo (1º).

O político, no entanto, terá que pagar uma fiança de R$ 300 mil até a segunda-feira (2), ou então poderá ser preso novamente. Segundo o advogado de defesa de Lins, Flávio Christensen Nobre, o desembargador acatou um pedido para que a fiança fosse protelada até o primeiro dia útil de 2017 por causa do recesso de fim de ano.

O prefeito eleito estava preso desde domingo (25) pela acusação de improbidade administrativa. Ele era considerado foragido desde 6 de dezembro.  Atualmente vereador em licença, Lins foi alvo de um mandado de prisão preventiva na Operação Caça Fantasmas, que apura um suposto esquema milionário de fraudes na contratação sem concurso público de centenas de servidores, mantendo funcionários fantasmas nos gabinetes.

Fiança

Na quinta, o desembargador concedeu liberdade ao prefeito eleito e a outros 13 vereadores da cidade mediante o pagamento de fiança de R$ 300 mil para cada um dos acusados, além da entrega do passaporte. Eles também estão proibidos de deixar o Brasil. Na documentação apresentada à Justiça Eleitoral para as Eleições 2016, Lins declarou um patrimônio de R$ 253.486,39 em bens, valor inferior à fiança imposta pelo TJ-SP.

Horas antes de ser preso, no domingo, Lins gravou um vídeo (abaixo) no qual se defende das acusações. “Não tenho dúvida que a verdade virá à tona e a nossa inocência será comprovada”, disse. Ainda no vídeo, ele diz respeitar o trabalho do Ministério Público e da Justiça e diz voltar ao Brasil “de cabeça erguida”.

 

Zebra nas eleições

Considerado uma zebra no início da campanha, Lins bateu em segundo turno o atual mandatário de Osasco, Jorge Lapas (PDT). Com 100% das urnas apuradas, Lins obteve 61,21% dos votos, contra 38,79% de Lapas.

Aos 38 anos de idade, ele é empresário. Possui duas empresas em Osasco. Quando as urnas lhe deram a vitória, Lins foi taxativo ao declarar seu compromisso com a ética e o bem público. Ele afirmou que iria “respeitar o dinheiro público da nossa população”.

“É tolerância zero com a corrupção”, declarou à época.

Uol

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Vice-prefeito eleito de Dona Inês abriu mão de 100 mil destinados ao seu gabinete

demetrioUma atitude do Jovem Vereador Demétrio Ferreira, eleito vice-prefeito do Município de Dona Inês, nas últimas eleições, tem sido o principal assunto nas rodas de conversas da pequena Cidade que fica a cerca de 150 Quilômetros de João Pessoa, Capital do Estado da Paraíba.

Presente no orçamento para o exercício financeiro de 2017 no Município, de pouco mais de 12 mil habitantes, o recurso no valor de R$ 100.000.00 (cem mil reais) deveria ficar a disposição do Gabinete do Vice-prefeito eleito, Demétrio Ferreira, para que fosse usado conforme as necessidades. Mas uma discussão momentos antes da votação do Orçamento, fez com que Demétrio abrisse mão do recurso.

O Município de Dona Inês é um dos que mais sofre com a estiagem prolongada. Há mais de quatro anos a escassez de água na Cidade é um dos principais problemas enfrentados pela população e que tem sido um desafio para a Gestão Pública.

No orçamento para 2017 foram disponibilizados R$ 36.000,00 (trinta e seis mil reais) para o enfrentamento a seca, valor este, insuficiente para o desenvolvimento de políticas públicas de enfrentamento a estiagem, segundo os Vereadores. Foi a partir dessa análise, que o Vereador Edmilson sugeriu que recursos de outras áreas fossem direcionados para o combate à seca. Não havendo outros recursos disponíveis, Demétrio Ferreira acatou a ideia de usar os cem mil reais, destinados para seu gabinete, em ações de abastecimento de água na Cidade, enfrentado a estiagem. “Eu seria insensível se não acatasse a sugestão do Vereador Edmilson. Nosso problema maior é mesmo a falta de água. Confio no Prefeito eleito João Idalino e sei que esse recurso será bem usado.” Comentou Demétrio Ferreira.

Demétrio Ferreira está encerrando seu segundo mandato como Vereador e por duas vezes foi Presidente da Casa Legislativa Municipal de Dona Inês. O jovem político segue na vida pública, agora como Vice-prefeito do Município.

Assessoria

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