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Conheça os efeitos das mentiras no relacionamento

A falta de honestidade destrói os vínculos

Não importa o tamanho, pequenas omissões ou grandes mentiras quebram a confiança existente entre um casal. Se o parceiro não tem a capacidade de ser honesto, o relacionamento enfrentará inúmeras dificuldades. Uma vez dita, a mentira tende a se multiplicar e a desconfiança tomará conta da relação. Quem consegue viver assim? Sempre duvidando das palavras e atitudes daquele que deveria ser, antes de tudo, transparente e verdadeiro?

Alguns comportamentos merecem atenção especial. Se persistirem, é melhor repensar a relação. Observe melhor um parceiro que minimiza as suas interações com outras pessoas. A traição pode não estar acontecendo, mas, se não há nada de mal no companheirismo afetuoso com uma colega de trabalho, por que esconder? Quando você deixa de comentar aquele encontro casual no happy hour – e um dia ele acabará sendo fatalmente revelado – já estará suscitando a desconfiança. O melhor, sempre, é contar tudo de uma vez, com a naturalidade que a situação merece. O mesmo tratamento deve ser atribuído ao seu passado amoroso. Não há necessidade de entrar em detalhes, mas falar sobre ele, compartilhar experiências que foram importantes e que deixaram marcas agregam mais intimidade e segurança à relação. Deixar que o parceiro fique imaginando ou superestimando o que um “ex” representou é alimentar uma angústia desnecessária. Se o relacionamento anterior não tiver sido superado, se não for página virada, será sempre uma sombra para o atual. Nada pior do que ter que conviver com fantasmas desconhecidos. Que tal conversar a respeito de sentimentos que ainda perturbam? É impossível manter uma relação saudável com alguém que não consegue ser honesto com os próprios sentimentos. Pior, é uma demonstração de ausência de respeito pelo parceiro. Às vezes, pode parecer difícil se expor, mas tentar até conseguir ainda é o melhor caminho.

Outro ponto de conflito, ele, sempre ele, o dinheiro. É um dos principais motivos que levam às separações. Mentir a respeito do salário, sobre o valor daquela compra por impulso, sobre dívidas ou investimentos secretos, é discussão garantida. Um casal que pretenda ter uma relação que resista às adversidades precisa aprender a conversar com franqueza a respeito das questões financeiras. A sinceridade também vale para o sexo. A comunicação deve ser aberta, sem preconceitos a respeito de desejos e prazeres. Uma vida sexual saudável e estimulante, sem mentiras, é capaz de manter a atração sempre viva e, sabemos, contribui para a estabilidade da relação.

Ao entrarmos em um relacionamento, levamos na bagagem as nossas expectativas, que nem sempre estão claras para o outro parceiro. É um tipo de omissão, às vezes inconsciente, para preservar um amor que parece promissor. Precisamos entender e admitir que cada relação será diferente daquela vivida anteriormente e que as aspirações também são diversas. A comunicação e a transparência são a solução para prevenir e resolver diversos problemas nos relacionamentos. Elas deveriam ser a base de qualquer relação. Não seria melhor conhecer desde o início os verdadeiros propósitos da outra parte envolvida? Quero (ou não) casar, quero (ou não) ter filhos, quero somente uma aventura, estou (ou não) disponível para um compromisso sério? Tudo seria tão mais fácil, sem necessidade de mentiras ou omissões. Optar pela verdade e pela clareza de sentimentos é estar comprometido com a relação, com o outro. É um exercício que vale a pena, garanto!

Sobre Jennifer Lobo: filha de empresários brasileiros, nascida nos EUA, graduada pela Auburn University, Alabama, com especialização em Comunicação e mestrado em Relações Públicas. Certificada pelo Matchmaking Institute, empreendedora, é fundadora e CEO da plataforma de relacionamentos MeuPatrocinio.comParceira de Anna Bey na implementação da Escola da Elite no Brasil. Autora do livro “Como Con$eguir um Homem Rico”, escrito em conjunto com Regina Vaz, terapeuta de casais.

 

 

Paraibano diz que efeitos da reforma previdenciária não devem atingir trabalhador rural: “Temer já foi avisado”

liraRaimundo Lira fez questão de deixar claro que a necessidade de haver uma reforma na Previdência existe, porém, o senador afirmou que não acredita na aprovação do atual texto da Reforma da Previdência apresentado pelo presidente da República Michel Temer.

O senador afirmou que conversou com um grupo de senadores e com o presidente Michel Temer e o alertou que o plano de Previdência dos trabalhadores rurais do país não deve ser alterada. “O homem do campo não pode ser ‘mexido’.

Ele já sofre de mais, sua vida é muito dura. Então, nesse aspecto, não deve-se mexer”, garantiu o senador.

Raimundo Lira acrescentou ainda que o texto apresentado da forma que está será intensamente discutido e debatido e se posicionou de forma contrária ao que é proposto atualmente. “Tenho a certeza de que ela será melhorada e aperfeiçoada”.

Para o parlamentar, a reforma a ser feita deve ser apresentada de forma moderna e que prepare o país para o futuro.

PB Agora

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PSB prevê efeitos catastróficos com “Lava Jato”e admite ambiente para Ricardo

Ronaldo BarbosaO presidente do Partido Socialista Brasileiro em João Pessoa, Ronaldo Barbosa, anda projetando situações demolidoras para políticos nacionais depois da exposição dos nomes a serem denunciados pelo Ministério Público Federal no caso “Lava Jato”, por isso admite que nessas circunstâncias a futura conjuntura nacional permite a existência de projetos como do governador Ricardo Coutinho em âmbito nacional.

 

– Ainda é muito cedo falar em sucessão futura, mas é pertinente admitir que, com os estragos possiveis na classe politico nesse caso “Lava Jato”, possa ser possivel a existencia de nova conjuntura e terreno fértil para nomes com a história do governadkr Ricardo Coutinho – declarou.
Ronaldo Barbosa voltou a avaliar que a conjuntura politica anda tão dinamica que não é nada impossivel que inexista sucessão em 2016 por conta da hipótese de prosperar com a Reforma Politica a prorrogação de mandato para coincidencia de mandatos em 2018.

Walter Santos
WSCOM Online

Saiba como amenizar os efeitos do calor em casa

ar condicionadoA intensidade do verão este ano vem assustando grande parte da população. Se não bastasse a temperatura elevada, há ainda escassez de chuva em grande parte do Brasil.

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O desconforto em dias quentes é inevitável, em especial para quem precisa se deslocar até o trabalho ou para outros afazeres. Entretanto, com algumas medidas, é possível amenizar o calor dentro de casa sem ficar refém apenas do ar-condicionado.

Para deixar sua casa mais fresquinha

Cortinas ou persianas fechadas

As cortinas ou persianas ajudam a evitar o aquecimento excessivo em casa bloqueando a entrada direta da luz solar. Mantendo-as fechadas durante o dia evita-se o efeito estufa em casa.

Insulfilm nas janelas

Uma das alternativas para evitar o excesso de calor é apostar em insulfilm nas janelas. Eles ajudam a manter a casa isolada do calor causado pelos raios solares através da reflexão desses raios.

Manter o ar fresco da noite por um tempo maior

Durante a noite o ar costuma ser menos abafado em comparação ao dia. O ideal é tentar manter esse frescor por mais tempo.

Para isso, assim que o sol se por, abra todas as janelas e deixe o ar correr pela casa. Antes que o dia amanheça, feche-as novamente.

Lâmpadas frias

Substitua as lâmpadas incandescentes (quentes) pelas brancas (frias) ou de LED. Além de econômicas e duráveis, elas contribuem para diminuir o calor dentro de ambientes fechados.

Umedecendo o ar

Nesta época do ano, o ar fica mais seco e isso ajuda a provocar problemas respiratórios. Em especial, nas pessoas que apresentam quadros de sinusite, rinite ou bronquite alérgica. Então, busque alternativas para deixar o ambiente mais úmido.

Principalmente, em locais onde há ar – condicionado, pois o uso do aparelho piora essa sensação de “secura” do ar. Quem não tem climatizador ou umidificador em casa pode colocar recipientes cheios de água fresca em cada ambiente da casa.

Se tiver crianças pequenas, atente-se para que elas não tenham acesso a esses recipientes para evitar acidentes. Se preferir, opte por colocar toalhas de banho úmidas espalhadas pela casa.

Condicione o ar

Para condicionar o ar, coloque uma garrafa d’água congelada bem em frente a um ventilador ligado. O truque ajuda a circular o ar frio pelo ambiente sem precisar ligar o ar-condicionado.

Bebidas refrescantes  

A hidratação é fundamental para garantir a saúde durante o ano todo, que dirá no verão. Então, as bebidas geladas e os alimentos frescos, como frutas e picolés de fruta, estão liberadas.

Estes ajudam a driblar o calor do corpo, mantendo-o confortável durante toda a estação.

 

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Agravamento da seca leva Estado a investir R$ 400 milhões para diminuição dos efeitos em 195 municípios

Padre Djacy Brasileiro
Padre Djacy Brasileiro

A secretaria de Desenvolvimento da Agropecuária e Pesca da Paraíba contou ao Portal paraiba.com.br nesta quinta (11), que o governo do estado já investiu R$ 400 milhões na agricultura durante o período de seca e destacou que com as políticas públicas, a seca prejudicou menos do que poderia.

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Os maiores destaques para o enfrentamento a seca são a ração animal subsidiada, onde a saca de milho no mercado convencional custa R$ 60 e o governo estadual em parceria com o governo federal, por meio da EMPASA, vendeu a R$ 18 para o agricultor.

 

Outro ponto ressaltado foi a distribuição de sementes para os agricultores que perderam e os que não plantaram guardaram para o próxio ano. Também houve a criação de poços e barragens subterrâneas que ‘contribuiu muito para que os efeitos da seca fossem menos sofridos que se não tivesse essas políticas públicas’.

De acordo com a secretaria são 18 projetos do governo do estado em andamento como o garantia Safra, que já está presente em 33 municípios, arranjos produtivos, distribuição de sementes de cana e palma resistente, além da Tarifa Verde. “O governo investiu na agricultura mesmo, R$ 400 milhões em projetos para reduzir os efeitos”, conta.

Confira os programas:

 

Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE)

A Lei nº 11.947/2009  determina a utilização de, no mínimo, 30% dos recursos repassados pelo FNDE para alimentação escolar, na compra de produtos da agricultura familiar e do empreendedor familiar rural ou de suas organizações, priorizando os assentamentos de reforma agrária, as comunidades tradicionais indígenas e comunidades quilombolas (de acordo com o Artigo 14).

A aquisição de gêneros alimentícios será realizada, sempre que possível, no mesmo município das escolas. Quando o fornecimento não puder ser feito localmente, as escolas poderão complementar a demanda entre agricultores da região, território rural, estado e país, nesta ordem de prioridade.

A nova Lei foi regulamentada pela Resolução nº 38, do Conselho Deliberativo do FNDE, que descreve os procedimentos operacionais que devem ser observados para venda dos produtos oriundos da agricultura familiar às Entidades Executoras (secretarias estaduais de educação e redes federais de educação básica ou suas mantenedoras, que recebem recursos diretamente do FNDE, responsáveis pela execução do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE). Para saber mais, escreva para alimentacaoescolar@mda.gov.br.

Para saber mais, acesse:

http://comunidades.mda.gov.br/portal/saf/programas//alimentacaoescolar

 

Programa Estadual de Defesa Agropecuária

O sistema de defesa agropecuária é, fundamentalmente, um instrumento estratégico e indutor do desenvolvimento da agropecuária, de prevenção da saúde pública e segurança alimentar da sociedade.

Normatiza, cadastra, fiscaliza e inspeciona as condições sanitárias do processo de produção e circulação de bens e serviços da atividade agropecuária, tais como: estabelecimentos agrícolas que criam, cultivam e comercializam animais e vegetais, agroindústrias e estabelecimentos que abatem, processam, armazenam e comercializam produtos e insumos da agropecuária e estabelecimentos de serviços (feiras, exposições, leilões…), potenciais disseminadores de pragas e doenças nocivas à saúde humana e a economia rural.

Em termos práticos, atua no campo da prevenção e controle da sanidade dos animais e vegetais, na qualidade dos seus produtos e subprodutos destinados à alimentação humana, na produção e no trânsito de bens de origem agropecuária que circulam no mercado interno e externo.

Como informação prática, no plano nacional e internacional, destacam-se:

a. Plano nacional: a Paraíba detém o status sanitário de risco médio (BR-3). Conseqüências:

I. É proibido a comercialização de animais, seus produtos e subprodutos para Santa Catarina (área livre sem vacinação);

II. Só pode comercializar animais para os demais estados do sul, estados do centro oeste, sudeste e nordeste (Bahia e Sergipe) que são área livre com vacinação, mediante um conjunto de exigências (quarentena, sorologia…) e

III. Pode comercializar livremente para os demais estados do nordeste que detém, igualmente, status sanitário de risco médio.

b. Plano internacional: qualquer ocorrência de notificação da doença, imediatamente é divulgada na rede mundial de computadores, afetando profundamente o comércio interno e externo do país de ocorrência. Recentemente o sitewww.oie.int divulgou ocorrências na África, Ásia e Europa Oriental.

A defesa sanitária animal executa os seguintes programas e ações:

PNEFA – Programa Nacional de Controle, Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa PNCEBT – Programa Nacional de Controle e Erradicação de Brucelose e Tuberculose PNSA – Programa Nacional de Sanidade Avícola

PNCRH – Programa Nacional de Controle da Raiva e outras Encefalopatias

PNSE – Programa Nacional de Sanidade Eqüídea

PNESA – Programa Nacional de Educação Sanitária

PNSCO – Programa Nacional de Sanidade de Caprinos e Ovinos

PNSS – Programa Nacional de Sanidade Suídea

PNSAA – Programa Nacional de Sanidade de Animais Aquáticos

PNSAp – Programa Nacional de Sanidade Apícola

Trânsito e Quarentena Animal – fiscalização e controle de eventos agropecuários e do trânsito de animais, seus produtos e subprodutos.

 

Sobre erradicação da Aftosa:

A febre aftosa é uma doença grave que ataca bovinos, caprinos, ovinos, suínos e bubalinos. Sua transmissão acontece através do contato com animal doente, através do ar, das fezes, da saliva e do leite. Pessoas que lidam com animais podem transmitir a doença. Quem erradica a aftosa é você.

Criador, agora é lei: vacine, declare e use a GTA

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O que é aftosa?

A febre aftosa é uma doença grave que ataca bovinos, caprinos, ovinos, suínos e bubalinos. Sua transmissão acontece através do contato com animal doente, através do ar, das fezes, da saliva e do leite. Pessoas que lidam com animais podem transmitir a doença.

Quais seus sintomas?

Os principais são:

– Aftas na língua;

– Febre;

– Baba em excesso;

– Lesões no casco;

– Lesões nas tetas;

A partir de qual idade o animal deve ser vacinado?

A vacinação deve acontecer já no primeiro dia de vida do animal e depois, a cada 6 meses uma nova dose deve ser aplicada.

Quando devo comprar a vacina?

As vacinas só podem ser compradas nos meses de vacinação: abril e outubro. O bom acondicionamento da vacina garante sua eficácia por isso quanto menor o tempo de compra e aplicação, menores são os riscos de adulteração e melhores são os resultados

Como devo guardar a vacina?

A vacina deve ser guardada no refrigerador em temperatura que varia de 2º a 8ºC. Nunca coloque a vacina no freezer ou congelador e use sempre isopor com gelo para transportar.

Quando devo aplicar a vacina e qual a dosagem?

A vacina deve ser aplicada na tábua do pescoço, preferencialmente intramuscular. A dosagem é de 5 ml. Lembre-se, ao abastecer a seringa, evite os raios solares e confira sempre a data de validade da vacina que está usando.

Que cuidados devem tomar durante a vacinação?

– Amarre bem o animal;

– Limpe o local da aplicação;

-Se a vacina vazar, aplique outra dosagem;

-Use agulhas 15×18 nos animais maiores, e 15×15 nos animais menores.

Quando devo trocar a agulha?

-Trocar agulha a cada 10 animais;

– Esterilizar as seringas e agulhas;

– Só usar agulhas afiadas.

Por que devo guardar a nota fiscal da vacina?

Toda nota fiscal é importante. A nota de compra da vacina deve ser guardada e apresentada no escritório da Emater ou nas ULSAVS ou na Secretaria de Agricultura do seu município. Sem ela, não é possível fazer a declaração da vacinação. E sem declaração o criador não pode tirar a GTA e sem a GTA não pode transportar nem comercializar animais. A declaração deve ser feita no máximo 10 dias após o término da campanha.

 

Programa Estadual da Defesa Sanitária Vegetal

A Defesa Sanitária vegetal tem como missão a prevenção, monitoramento, controle e erradicação de pragas dos vegetais, ou veiculadas por seus produtos, subprodutos, derivados, insumos, e resíduos em geral, de importância econômica e social, visando preservar a sociedade de moléstias que comprometam a qualidade de vida do homem, bem como o meio ambiente.

A Defesa Sanitária Vegetal do Estado da  Paraíba, está focada em algumas culturas de maior expressão e interesse econômico-social para o Estado. São: cultura da banana, citrus, uva, além da cana-de-açúcar e da palma forrageira.

A Defesa Sanitária Vegetal executa os seguintes programas/ações:

Manutenção de área livre:  vigilância sanitária das pragas quarentenárias A 2 dos citros (greening, pinta preta, cancro cítrico), vigilância sanitária das pragas quarentenárias A 2 da banana (Sigatoka negra e moko da bananeira), vigilância sanitária da praga quarentenária A 2 da uva (Cancro da videira), vigilância sanitária da praga quarentenária A 2 da cana-de-açúcar (Ferrugem alaranjada);

Monitoramento e controle sanitário: pragas quarentenárias A 2 da palma forrageira (Cochonilha do carmim) e dos citros (Mosca negra) para o monitoramento e controle das pragas no estado e atendimento a determinações do Ministério da Agricultura;

Trânsito: fiscalização e controle do trânsito de plantas e produtos relacionados a pragas quarentenárias. (CFO/CFOC/PTV/UPC/PVA);

Agrotóxicos: fiscalização de agrotóxicos e afins: registro de marcas comerciais de agrotóxicos, registro e inspeção de estabelecimentos produtores e comerciais de agrotóxicos e fiscalização do uso dos agrotóxicos pelos produtores rurais.

Garantia-Safra

A seca é um fenômeno arrasador e preocupa constantemente as autoridades públicas e os agricultores familiares, que têm na agricultura o sustento da sua família. Para minimizar os prejuízos dos agricultores em anos de seca, e conseqüentes perdas da lavoura, o Poder Público, através Pronaf instituiu, na safra 2002/2003, o Programa Garantia-Safra.

Na Paraíba, o Programa Garantia Safra é operacionalizado pela Secretaria do Desenvolvimento Agropecuária e da Pesca (Sedap), através da gerência Executiva de Organização Rural e visa garantir renda mínima de até R$ 600 a agricultores familiares, com perdas acima de 50% nas lavouras de arroz, feijão, milho, algodão e mandioca. Trata-se de uma espécie de seguro para compensar pequenos produtores de prejuízos, decorrentes de estiagem e excesso de chuvas.

Programa é uma ação solidária que envolve os agricultores familiares, os Municípios, os Estados e a União. Todos colaboram para que em casos de perdas os agricultores familiares tenham uma renda mínima garantida. O agricultor familiar que aderir ao Programa colabora com R$ 5,50; o Município com R$ 16,50, por cada agricultor aderido; o Estado com R$ 33,00 e a União com R$ 110,00, por cada agricultor.

Agricultores que podem participar

Ser agricultor familiar nos moldes do Pronaf (www.mda.gov.br/saf);

Tiver renda bruta familiar mensal de até 1,5 (um e meio) salário mínimo;

Cultivar áreas não irrigadas;

Cultivar área entre 0,6 ha e 10 ha;

Efetuar a adesão ao Garantia-Safra antes do plantio.

 

Programa Leite da Paraíba

O Programa do Leite na Paraíba foi criado em 2003 e beneficia a 120.000 famílias que vivem abaixo da linha da pobreza nos 123 municípios do Estado. Cada família assistida recebe 1 litro de leite por dia e essa distribuição é feita seguindo os critérios estabelecidos pelo Programa.

Por isso, recebem o leite: gestantes, nutrizes, crianças até seis anos e idosos sem aposentadoria. Para auxiliar na distribuição, o Programa do Leite conta com vários parceiros voluntários espalhados por todas as cidades, entre eles, igrejas, associações de bairros, prefeituras e a pastoral da criança.

Os benefícios trazidos pelo Programa do Leite são muitos. Já foi constatado que o leite contribui para a diminuição da mortalidade infantil; melhora as condições da gestante na hora do parto e auxilia no desenvolvimento mental das crianças em idade escolar. Sem falar, que o leite doado é, para muitas crianças, o único alimento do dia.

As vantagens não param por aí. Ao todo, 3.600 produtores locais têm mercado garantido e preço justo para comercializar seu produto, já que vendem para os 26 laticínios responsáveis pela industrialização, pasteurização e empacotamento do leite e entrega nos pontos de distribuição. O Programa também contribui para a geração de empregos, pois nestes laticínios são gerados mais de 20 mil empregos diretos e indiretos.

O Programa do Leite existe em 10 estados brasileiros. Na Paraíba, o Programa também incentiva o associativismo, contribuindo assim para o melhoramento genético do rebanho e enfatizando sobre a importância da sanidade animal.

Programa Estadual de Distribuição de Sementes

O Programa Estadual de Distribuição de Sementes tem o objetivo de assegurar o atendimento da demanda de agricultores familiares, cuja renda é de até meio salário mínimo e engloba um montante de cerca de 90 mil agricultores em todo o Estado. Neste ano de 2011, a Paraíba deverá atingir um contingente de 53.983 famílias, distribuindo sementes de milho, feijão e algodão. E a meta da Sedap é dobrar esse atendimento no ano de 2012.

Programa Estadual de Produção de sementes

A Paraíba pode se tornar, nos próximos anos, auto-suficiente na produção de sementes. A Secretaria do Desenvolvimento da Agropecuária e Pesca (Sedap), está elaborando um Programa de Produção de Sementes no próprio Estado, em parceria com produtores rurais privados. O programa visa acabar, em médio prazo, a dependência da importação de sementes de outros estados para os agricultores paraibanos.

O Programa aumentará a capacidade de produção e de assistência ao agricultor, com distribuição mais rápida, além de mais qualidade e volume. A proposta do Governo do Estado é estabelecer parcerias com empresas privadas, através da Emepa, e oferecer técnicos qualificados para orientação do  programa.

A Secretaria vai oferecer o trabalho de técnicos qualificados e treinados para que possam produzir uma semente de qualidade e garantir a compra da produção, além de cumprir um papel social de fundamental importância. Além de reduzir os custos com a produção agrícola em 50%.

Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola

O Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA) é sediado em Roma na Itália. É um órgão da ONU (organização das Nações Unidas), que financia projetos de desenvolvimento e apoio à agricultura no mundo.

O FIDA tem como objetivo mobilizar e fornecer condições, recursos financeiros suplementares para o desenvolvimento agrícola dos Estados Membros em desenvolvimento.

O projeto para o Estado da Paraíba abrange uma população de 380 mil habitantes, de 55 cidades, compreendendo cinco microrregiões: Cariri Ocidental e Oriental, Seridó Ocidental e Oriental e o Curimataú Ocidental. Serão atendidas, com recursos da ordem de US$ 48 milhões, sendo a participação do FIDA em 50% desse montante, enquanto que o Governo do Estado, participará com 34% e as associações envolvidas participam com os 16% restante.

A proposta do Programa é gerar 28 mil empregos diretos. O foco são as pessoas que estão abaixo da linha da pobreza. E serão capacitadas, profissionalizadas e terão oportunidades de empregos, inclusive com a criação de cooperativas.

 

Projeto de Irrigação Várzea de Sousa

O Projeto de Irrigação Várzea de Sousa (Pivas), é coordenado pela Secretaria do desenvolvimento da Agropecuária e da Pesca e visa promover o desenvolvimento da região do Alto Sertão.

O Perímetro Irrigado Várzeas de Sousa é uma iniciativa do Governo do Estado da Paraíba com a finalidade de impulsionar e dinamizar a agricultura na sua área de influência, com efeitos positivos sobre a economia estadual, através de ações voltadas para o desenvolvimento das atividades agrícolas e agro-industriais.

Localizado entre os paralelos 6º 19’ e 7º 24’ S e os meridianos 37º 55’ e 38º 46’W, com altitude média de 225 m e inserida na sub-bacia do Rio do Peixe e bacia do rio Piranhas, o Perímetro Irrigado Várzeas de Sousa está situado em terras dos municípios de Sousa e Aparecida, na mesorregião do Sertão do Estado da Paraíba. Distante 420 km da capital do Estado – João Pessoa, a região do Perímetro está ligada a esta e aos demais principais centros populacionais e portos da Região Nordeste do país por estradas pavimentadas. Uma ferrovia que cruza a área do perímetro também oferece acesso às cidades de Fortaleza, Campina Grande e ao Porto de Cabedelo.

O Perímetro tem como finalidade a irrigação de uma área total de 4.390,79 ha com 178 lotes para pequenos produtores, sendo 156 com cerca de 5 há/lote (fruticultura) e 22 com cerca de 10 há/lote (ovinocultura), 18 lotes empresariais com áreas variando de 27 a 293 há, 5 lotes com áreas variando de 10 a 27 há destinados a pesquisa/experimentação/extensão e 1 lote com área de 1.007 há cedido ao INCRA para o assentamento de 141 famílias. As áreas são destinadas à produção de culturas de alto valor comercial, com elevado nível tecnológico, proporcionando a produção de alimentos e matérias primas com geração de riqueza e emprego para o desenvolvimento da região e do Estado da Paraíba.

Os 178 pequenos produtores assentados estão organizados em 14 Associações que foram fundadas para viabilizar captação de recursos para fins sociais tendo sido construídas casas nos 178 lotes com eletrificação e abastecimento d’água e realizados cursos de capacitação como comercialização da produção e agricultura orgânica.

 

 

 

 

 

 

 

 

Marília Domingues

Em campanha, Dilma promete que Paraíba sentirá “efeitos da transposição” em dois anos

dilma_na_pb_cmaA presidente Dilma Rousseff (PT), candidata à reeleição, deu a largada para a campanha do segundo turno nos estados nordestinos do Piauí e Paraíba. Em João Pessoa, capital paraibana, na noite desta quarta-feira (8), participou de comício em uma casa de shows. Ela chegou por volta das 19h ao Aeroporto Castro Pinto, em Bayeux, na região metropolitana, onde concedeu entrevista coletiva à imprensa.

Em suas declarações, Dilma agradeceu o apoio dos eleitores do Nordeste com a expressiva votação recebida nas urnas. Confirmando a parceria com o PMDB e PSB, respectivos partidos do senador eleito José Maranhão e do atual governador Ricardo Coutinho, candidato à reeleição, a presidente citou projetos e declarou que os investimentos crescerão no Nordeste, caso seja reeleita.

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Ao ser questionada sobre a transposição das águas do Rio São Francisco, uma das obras de maior relevância para a região, Dilma afirmou que a Paraíba sentirá os efeitos benéficos da iniciativa em cerca de dois anos.

A presidente lembrou suas realizações e questionou a capacidade da candidatura adversária de continuar os projetos sociais que tiveram êxito nos governos Lula e Dilma. “Criamos o Bolsa Família para atender uma realidade que era terrível no Brasil. Primeiro havia fome, depois uma enorme dificuldade das mães criarem seus filhos. Aí vem o candidato adversário e fala que vão fazer melhor. Por que não fizeram antes? Estão falando que vão melhorar o Minha Casa Minha Vida. Como vão melhorar se nunca fizeram? Por que não fizeram antes?”, perguntou a presidenta.

A presidente afirmou ter consciência de que ainda tem muito a ser feito para melhorar o Brasil, “afinal, foram décadas e décadas sem olhar para o povo brasileiro”. Por isso, ressaltou que seu maior compromisso será com a Educação e a igualdade de oportunidades. “Nascemos diferentes. Mas as oportunidades que cada um tem na vida têm que ser iguais, começando na creche, na pré-escola. Esse fundamento é a base do meu governo e do presidente Lula, e não dos governos tucanos”, afirmou Dilma.

A ampliação do Pronatec, com a abertura de mais 12 milhões de vagas, é uma das ações nesse sentido para o próximo governo. Dilma disse que quer “minimizar, ainda, os efeitos do governo anterior, do PSDB, quando, segundo ela, não foram construídas escolas técnicas federais no Brasil. “Eu e Lula construímos 422. Isso significa um acréscimo de 1.700%. Para dar igualdade de oportunidades temos que oferecer formação e qualificação técnica gratuitos”, defendeu.

Outro setor considerado prioritário para Dilma é o da Segurança Pública. Ela defendeu uma mudança constitucional, para que o Governo Federal divida a responsabilidade com os governos estaduais. “O crime age de forma organizada no Brasil. Temos que integrar todos os Estados no combate ao crime organizado e também as polícias federais e estaduais, com apoio das Forças Armadas”, defendeu.

“Outro fundamento moral do meu governo é o combate sem trégua à corrupção. Porque no meu governo a tolerância com a corrupção é zero”, afirmou Dilma. A presidente defendeu, ainda, a Reforma Política, que será outra importante arma contra a corrupção.

O comício reuniu, além de petistas, lideranças que já declararam seu apoio à candidatura de Dilma à Presidência da República, como membros do PSB, PMDB e PC do B.

Ricardo Coutinho agradeceu a Dilma por ter escolhido a Paraíba para começar sua campanha no segundo turno e garantiu que estará engajado no projeto de reeleição da presidenta. Ele disse ainda que a aliança construída com o PT e com o PMDB deve ser duradoura.

Mais cedo, ainda durante a manhã, o vice-presidente Michel Temer também esteve em João Pessoa, onde participou de evento na sede estadual do PMDB. Ele destacou que alianças no segundo turno representam uma “convergência de interesses” entre os partidos.

Após campanha na Paraíba, a presidente continuará pelo Nordeste. Nesta quinta-feira (9), ela participa, durante a manhã, de um encontro com prefeitos em Salvador-BA, onde também fará caminhada no Largo de Roma/Igreja do Bonfim. Em seguida, durante a tarde, parte para compromissos nos estados de Sergipe e Alagoas, respectivamente

 

Portal Correio

Tatuadores e perfuradores temem efeitos de Ato Médico; profissão pode se tornar ilegal

eye-ball-tatooOs olhos de Mariana de Queiroz, 21, estão bem vermelhos. Mas ela não cogita ir ao médico. O rubor é de propósito: tatuou de escarlate o branco dos globos e, piscando um deles, concorrerá ao posto de miss da Tattoo Week, convenção que acontece de sexta a domingo.

O evento é tipo uma São Paulo Fashion Week, só que para modas do corpo. Em vez de roupas, desfilam línguas bifurcadas (divididas em duas partes por um bisturi), lóbulos de orelha com alargadores (em que cabe uma latinha de refrigerante), dentes de ouro e outros acessórios que fazem tatuagem parecer coisa de criança.

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A temporada traz com ela baladas como a Frrrkcon. Na pista de dança, festeiros se penduram no teto por anzóis que furam sua pele.

É o fim da picada?

Mas Mariana periga ser obrigada a procurar um médico, caso queira retocar o colorido do olho.

É que o Ato Médico, lei que determina o que os profissionais da saúde podem fazer, foi aprovado pela presidente Dilma Rousseff na quinta.

Seu texto normatiza que cabe apenas a um médico fazer “procedimentos invasivos, sejam diagnósticos, terapêuticos ou estéticos”. Tatuagens e piercings são considerados procedimentos invasivos.

“Temos um medo de que a lei acabe restringindo nosso trabalho”, diz o artista Snoopy, à frente da Associação dos Tatuadores e Perfuradores.

A aflição existe há mais de cinco anos, quando um grupo de tatuadores buscou o Conselho Federal de Medicina, responsável pelo texto da lei, e fez o acordo para que as agulhas de tatuagem ficassem fora da jurisdição dos doutores.

Segundo o conselho, o trato ainda vale. Salomão Rodrigues Filho, da entidade, afirma: “Não é interesse do médico fazer isso, ele não fará tatuagens ou piercing. Não tem nada a ver com ação terapêutica ou diagnóstica”.

“Mas não está no papel que também pode ser feito por tatuador ou ‘piercer'”, ressalva Snoopy. “Então nunca se tem certeza.”

Não que leis no papel façam muita diferença nesse mercado. Há na cidade 30 mil lojas especializadas em tatuagem ou piercing –99 em cada cem são clandestinas, calcula a associação do setor.

ILEGAL É ILEGAL

Procedimentos da moda, como introduzir um soco inglês feito de silicone sob a pele, para que ele apareça em alto relevo, tampouco estão dentro da lei.

“Implante subcutâneo é invasivo, exige anestesia local e deveria ser feito por médico”, afirma Rodrigues, do conselho de medicina.

O outro lado contra-ataca: “Já peguei muito piercing feito por médico que foi rejeitado pelo corpo. Eles não necessariamente sabem fazer melhor”, diz o perfurador André Fernandes, no ofício desde 1997.

Um dos nomes em ascendência no ofício, Rafael Leão Dias já tingiu o branco dos olhos de 20 pessoas em um ano. “Tive treinamento de dois anos para fazer isso.”

O pigmento utilizado para colorir o globo ocular deveria ter registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária, mas não tem.

“É impossível registrar tudo. O processo na Anvisa custa coisa de R$ 1 milhão”, diz a artista Suzana Deiker. “Então trazemos produtos dos EUA ou da Europa e usamos.”

Marina, a menina dos olhos vermelhos, diz que não teve problemas. “Doeu bastante. Mas a dor é rápida e a tinta fica para sempre.”

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SERVIÇO

Tattoo Week
O que: convenção com quase 300 expositores e 45 mil visitantes
Quando: de sexta (19) a domingo (21)
Onde: Expo Center Norte – av. Otto Baumgart, 1.000, Vila Guilherme
Quanto: R$ 23

Frrrkcon
O que: festa de suspensão (pessoas que se penduram do teto por ganchos parecidos com os de açougueiro)
Quando: sábado (20), a partir da meia-noite
Onde: Madame Satã – r. Consellheiro Ramalho, 873, Bela Vista
Quanto: de R$ 10 a R$ 60

Folha

Nasa divulga imagens que mostram efeitos do degelo no Alasca

À esquerda, imagem de 1941 mostra a geleira de Muir, no Alasca; à direita, foto no mesmo local, em 2004, aponta como o derretimento modificou a geleira (Foto: Divulgação/National Snow and Ice Data Center/Nasa)
À esquerda, imagem de 1941 mostra a geleira de Muir, no Alasca; à direita, foto no mesmo local, em 2004, aponta como o derretimento modificou a geleira (Foto: Divulgação/National Snow and Ice Data Center/Nasa)

A agência espacial americana (Nasa) lançou um projeto para divulgar informações sobre os efeitos das mudanças climáticas no mundo. Chamado “Climate 365”, o programa inclui um site, um perfil de Facebook e montagens com fotos atuais e antigas. A ideia é explicar de forma simples as causas do degelo em regiões do Ártico, o aumento do nível do mar devido ao derretimento e efeitos do aquecimento global na Antártica, entre outros fenômenos.

Em uma montagem, a Nasa apresenta duas fotos da geleira de Muir, no Alasca, com uma diferença de 63 anos: uma imagem é de 13 de agosto de 1941 e a outra, de 31 de agosto de 2004.

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É visível como o tamanho da geleira diminuiu – onde antes havia neve, agora há um rio, e as montanhas estão muito mais expostas do que anteriormente.

“Este par de imagens em particular mostra o recuo contínuo da geleira e sua redução na segunda metade do século 20. De 1941 a 2004, a parte frontal da geleira retrocedeu cerca de 11 km, enquanto sua espessura diminuiu mais de 800 metros”, afirmou a Nasa, atribuindo os dados ao Centro Nacional de Dados Sobre Neve e Gelo dos EUA.

A agência americana afirma que imagens e dados de satélite obtidos a partir de 1970 estão “dando um quadro das mudanças no gelo em locais como Alasca, Groenlândia e Antártica”, onde a “perda de áreas congeladas está contribuindo para a elevação do nível dos mares em escala global”.

Mapa preparado pela Nasa movimentação do gelo no interior da Antártica (Foto: Divulgação/Nasa)Mapa preparado pela Nasa movimentação do gelo no interior da Antártica (Foto: Divulgação/Nasa)
Globo Natureza

Agricultores recebem auxílio complementar para combate aos efeitos da estiagem

Os repasses serão realizados nas mesmas datas definidas pelo calendário de benefícios sociais da Caixa Econômica Federal

Mais de 148 mil agricultores de 151 municípios que aderiram ao programa Garantia-Safra receberão, neste mês, a primeira parcela do pagamento adicional relativo à safra 2011/2012. A Portaria n° 43/2012, que autoriza o pagamento extra, foi publicada no Diário Oficial da União da quarta-feira (12), pela Secretaria da Agricultura Familiar do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA).

Os repasses serão realizados nas mesmas datas definidas pelo calendário de benefícios sociais da Caixa Econômica Federal. O valor adicional do benefício é de R$ 280 por agricultor; dividido em duas parcelas de R$ 140.

“Considerando a gravidade e a duração do período de seca, a decisão da presidenta Dilma Rousseff foi de liberar mais recursos tanto para o Garantia-Safra como para o crédito emergencial, para amenizar o impacto na renda e no consumo das famílias e, consequentemente, na economia regional”, detalha o ministro do Desenvolvimento Agrário, Pepe Vargas.

Parcela extra

Secretaria da Agricultura Familiar O Bolsa-estiagem e o Garantia Safra integram o grupo de medidas criadas pelo governo federal para subsidiar as perdas dos agricultores familiares com os efeitos da seca

  • O Bolsa-estiagem e o Garantia Safra integram o grupo de medidas criadas pelo governo federal para subsidiar as perdas dos agricultores familiares com os efeitos da seca

No mês de novembro, os beneficiários do Garantia-Safra começaram a receber as parcelas extras para auxílio aos atingidos pelos efeitos da seca. Ao final de dezembro, cerca de 233,1 mil agricultores terão recebido as parcelas complementares, o que representa um total de R$ 65,2 milhões.

Este valor é pago integralmente pela União, e não pelo Fundo Garantia-Safra, pois faz parte das ações emergenciais para o combate aos efeitos da estiagem.[bb]

Garantia-Safra

O Garantia-Safra é uma ação voltada para os agricultores familiares – localizados na região Nordeste do País, na área norte do estado de Minas Gerais, Vale do Mucuri, Vale do Jequitinhonha e na área norte do estado do Espírito Santo – que sofreram perda de safra por motivo de seca ou excesso de chuvas.[bb]

Para aderir ao programa, o agricultor deve estar em municípios onde foram detectadas perdas de, pelo menos, 50% da produção de algodão, arroz, feijão, mandioca ou milho. A indenização será paga em até seis parcelas mensais por meio de cartões eletrônicos da Caixa Econômica Federal.

O programa prevê o pagamento de R$ 680, divididos em quatro parcelas, a agricultores com renda de até um salário mínimo e meio, ou seja, R$ 933. Até agosto de 2012, mais de 276 agricultores receberam o recurso.

Este mês, o Garantia-Safra beneficia mais de 767,8 mil agricultores. São mais de R$ 737,1 milhões pagos pelo Fundo Garantia-Safra – composto por recursos da União, dos estados, dos municípios e dos próprios agricultores.

Estiagem

Cerca de R$ 3 bilhões foram liberados para ações emergenciais de enfrentamento à estiagem somente este ano. O pacote inclui o Garantia-Safra, o Bolsa Estiagem e o Água para Todos.[bb]

Já foram beneficiados moradores de dez estados: Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe. Os trabalhos estão sendo realizados desde abril, em articulação com os governos estaduais, que formaram comitês para controle e execução das ações.

Fonte:
Ministério do Desenvolvimento Agrário
Portal Brasil

Ato público expõe efeitos da seca no Centro de João Pessoa

União Brasileira de Municípios faz ato público da seca na Paraíba (Foto: Walter Paparazzo/G1)

“Trouxemos um pedaço do sertão para o Palácio da Redenção”, disse Leonardo Santana, presidente da União Brasileira de Municípios (Ubam), sobre o ato público desta terça-feira (11) na Praça João Pessoa. Quem passou pelo local viu a cena, que segundo os manifestantes, retrata o efeito da seca que atinge 196, dos 223, municípios paraibanos.[bb]

Areia, carcaça de um vaca e folhas todas vindas de Ouro Velho, no Cariri, integram o cenário exposto na frente do Palácio da Redenção. “Temos que chamar a atenção das autoridades porque vamos perder 80% do rebanho além do grande prejuízo para 2013. A colheita não está vingando. Está tudo seco. Quem pediu empréstimo não vai ter como pagar porque não teve lucro”, lamentou o presidente da Ubam.

União Brasileira de Municípios faz ato público da seca na Paraíba (Foto: Walter Paparazzo/G1)Carcaça integra cenário para mostrar efeitos da seca na Paraíba (Foto: Walter Paparazzo/G1)

No início do mês os deputados estaduais participaram da “Caravana da Seca”. A intenção dos deputados estaduais era de observar pessoalmente a situação da seca que assola a Paraíba e enviar documentação à Presidente Dilma Rousseff. “Nós também participamos da ‘Caravana da Seca’ e deu para gente verificar a situação dos prejudicados pela seca. Depois disso acredito que a gente vai ter uma posição federal”, disse Leonardo Santana.

G1 PB