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Especialistas avaliam que apesar da Covid-19, 2020 não foi um ano perdido para a educação

Durante a pandemia causada pela Covid-19, em que as pessoas precisaram se recolher dentro de casa, um triste cenário se repetiu por todo o país: portões das escolas fechados e alunos distantes das salas de aulas. E não foi apenas uma cena para se gravar na memória, mas um fato que marcou profundamente a história do ensino no Brasil, com consequências que podem demorar alguns anos para serem revertidas.

Por isso, a volta às aulas em formato presencial é um momento bastante aguardado pela população brasileira. Há alguns meses, o Governo Federal, entidades de educação, secretárias estaduais e municipais debatem o assunto para definir a melhor forma de realizar essa retomada às aulas.

Um exemplo de medida adota em favor desse retorno, foi o investimento feito pelo Ministério da Educação para as escolas públicas por todo o país com um valor total de R$ 454 milhões para aquisição de materiais e insumos necessários para prevenir a transmissão da Covid-19 entre estudantes e profissionais da rede básica.

Para Cecilia Motta, que é secretária de Educação do Mato Grosso do Sul e presidente do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), ainda há muitos debates e ações a serem desempenhados para que a educação no Brasil possa se reestruturar, uma vez que a pandemia da Covid-19 alargou as desigualdades entre a qualidade de ensino e oportunidade entre os estudantes.

“A diversidade já existe, a pandemia só escancarou isso. Quem não teve tecnologia para estudar, na verdade é porque já não tinha antes mesmo, tinha menos condições. Quer dizer que a desigualdade social, que já existia, aumentou nesse momento. Mas eu gostaria de destacar o esforço dos professores, diretores e coordenadores que nos surpreenderam com sua criatividade e sua garra, fazendo com que o aluno perdesse o mínimo possível, fazendo com que os impactos [da pandemia] fossem o menor possível”, destacou Motta.

Mesmo considerando que os impactos da pandemia de Covid-19 no ensino brasileiro possam perdurar por alguns anos, a reinvenção na forma de ensinar fez com que 2020 não fosse um ano perdido para os mais de 36 milhões de alunos espalhados por quase 117 mil escolas pelo país. E é isso o que afirma o coordenador de projeto do Todos Pela Educação, Ivan Gontijo.

“A gente teve uma mobilização muito grande das secretarias [de educação], dos professores, dos diretores, dos estudantes para a educação não parar, para a gente conseguir migrar para o ensino remoto. Lógico, o ensino remoto não chegou para todo mundo, mas eu acho que a educação não parou. Então, eu não diria que esse foi um ano perdido, mas foi o ano mais difícil da história da educação básica. A questão é que dizer que não foi o ano perdido não significa a gente não reconhecer todos os impactos que esse ano teve”, afirmou Gontijo.

O Todos pela Educação é uma organização sem fins lucrativos suprapartidária e independente, composta por diversos setores da sociedade brasileira com o objetivo de assegurar o direito à educação básica de qualidade para todos os cidadãos até 2022 – ano que se comemora o bicentenário da independência do Brasil.

Já o Conselho Nacional de Secretários de Educação é uma associação de direito privado, sem fins lucrativos, que reúne as Secretarias de Educação dos Estados e do Distrito Federal. Seu objetivo é promover a integração das redes estaduais de educação e intensificar a participação dos estados nos processos decisórios das políticas nacionais, além de promover o regime de colaboração entre as unidades federativas para o desenvolvimento da escola pública.

Fonte: Brasil 61

 

 

Programa Dinheiro Direto na Escola libera R$ 525 milhões para educação

A educação brasileira deverá receber um incentivo de R$ 525 milhões nos próximos meses. O valor já havia sido anunciado em setembro, mas agora foram definidas as regras de distribuição entre as várias regiões e tipos de ensino do país.

As novas dez resoluções foram definidas pelo Conselho Deliberativo do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), autarquia vinculada ao Ministério da Educação.

As medidas definem as estratégias para contornar a evasão escolar, os critérios de transferência de recursos emergenciais, para uma eventual retomada das aulas presenciais durante a pandemia de coronavírus, o incentivo para acesso à educação de pessoas portadoras de necessidades especiais, e ainda o sistema integrado para estudantes de ensino médio entre outros.

Para o coordenador de pedagogia da Universidade Presbiteriana Mackenzie, Ítalo Francisco Curcio, as resoluções dão um norte para o investimento do dinheiro, mas dada a situação histórica da desigualdade educacional agravada pela pandemia, é sempre preciso buscar mais recursos.

“Essa racionalização é muito importante e se faz com diretrizes. Agora, existe uma escassez de recursos? Existe, e sempre existirá porque a nossa educação carece de elementos primários que precisam ser aplicados”, explica.

Segundo o economista e gestor da Rio Claro Investimentos, Carlos Faria, é evidente que os recursos deverão ser diferentes para cada programa, estado ou escola.

“Para que tenhamos um ambiente propício para esses investimentos é necessário que o governo consiga entender muito bem quais são as necessidades de cada escola e de cada estado. O governo não pode simplesmente destinar o mesmo montante a todos os estados. Existem locais que tem uma infraestrutura precária em algumas escolas. Esses estados são mais críticos, ainda mais nesse cenário de retorno às aulas durante a pandemia”, avaliou.

O Ministério da Educação ainda irá publicar uma nota técnica com a memória de cálculo dos valores destinados à cada escola. O FNDE divulgará a relação das instituições que receberão os recursos e seus respectivos valores logo que ocorrer a efetivação do repasse.

Fonte: Brasil 61

 

 

Especialistas avaliam que apesar da Covid-19, 2020 não foi um ano perdido para a educação

Durante a pandemia causada pela Covid-19, em que as pessoas precisaram se recolher dentro de casa, um triste cenário se repetiu por todo o país: portões das escolas fechados e alunos distantes das salas de aulas. E não foi apenas uma cena para se gravar na memória, mas um fato que marcou profundamente a história do ensino no Brasil, com consequências que podem demorar alguns anos para serem revertidas.

Por isso, a volta às aulas em formato presencial é um momento bastante aguardado pela população brasileira. Há alguns meses, o Governo Federal, entidades de educação, secretárias estaduais e municipais debatem o assunto para definir a melhor forma de realizar essa retomada às aulas.

Um exemplo de medida adota em favor desse retorno, foi o investimento feito pelo Ministério da Educação para as escolas públicas por todo o país com um valor total de R$ 454 milhões para aquisição de materiais e insumos necessários para prevenir a transmissão da Covid-19 entre estudantes e profissionais da rede básica.

Para Cecilia Motta, que é secretária de Educação do Mato Grosso do Sul e presidente do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), ainda há muitos debates e ações a serem desempenhados para que a educação no Brasil possa se reestruturar, uma vez que a pandemia da Covid-19 alargou as desigualdades entre a qualidade de ensino e oportunidade entre os estudantes.

“A diversidade já existe, a pandemia só escancarou isso. Quem não teve tecnologia para estudar, na verdade é porque já não tinha antes mesmo, tinha menos condições. Quer dizer que a desigualdade social, que já existia, aumentou nesse momento. Mas eu gostaria de destacar o esforço dos professores, diretores e coordenadores que nos surpreenderam com sua criatividade e sua garra, fazendo com que o aluno perdesse o mínimo possível, fazendo com que os impactos [da pandemia] fossem o menor possível”, destacou Motta.

Mesmo considerando que os impactos da pandemia de Covid-19 no ensino brasileiro possam perdurar por alguns anos, a reinvenção na forma de ensinar fez com que 2020 não fosse um ano perdido para os mais de 36 milhões de alunos espalhados por quase 117 mil escolas pelo país. E é isso o que afirma o coordenador de projeto do Todos Pela Educação, Ivan Gontijo.

“A gente teve uma mobilização muito grande das secretarias [de educação], dos professores, dos diretores, dos estudantes para a educação não parar, para a gente conseguir migrar para o ensino remoto. Lógico, o ensino remoto não chegou para todo mundo, mas eu acho que a educação não parou. Então, eu não diria que esse foi um ano perdido, mas foi o ano mais difícil da história da educação básica. A questão é que dizer que não foi o ano perdido não significa a gente não reconhecer todos os impactos que esse ano teve”, afirmou Gontijo.

O Todos pela Educação é uma organização sem fins lucrativos suprapartidária e independente, composta por diversos setores da sociedade brasileira com o objetivo de assegurar o direito à educação básica de qualidade para todos os cidadãos até 2022 – ano que se comemora o bicentenário da independência do Brasil.

Já o Conselho Nacional de Secretários de Educação é uma associação de direito privado, sem fins lucrativos, que reúne as Secretarias de Educação dos Estados e do Distrito Federal. Seu objetivo é promover a integração das redes estaduais de educação e intensificar a participação dos estados nos processos decisórios das políticas nacionais, além de promover o regime de colaboração entre as unidades federativas para o desenvolvimento da escola pública.

Fonte: Brasil 61

 

 

Guia de retorno às aulas presenciais para a educação básica é apresentado pelo MEC

O Ministério da Educação (MEC) apresentou, nesta semana, o Guia de Implementação de Protocolos de Retorno das Atividades Presenciais nas Escolas de Educação Básica. O documento, que oferece informações para que as redes estaduais e municipais possam se preparar para um retorno seguro, foi produzido pelas secretarias de Alfabetização, Educação Básica e de Modalidades Especializadas de Educação.

O guia define normas técnicas de segurança em saúde e recomendações de ações sociais e pedagógicas, que devem ser observadas pela comunidade escolar para um retorno seguro. Estão entre as orientações o uso obrigatório de máscaras, a garantia de um distanciamento mínimo de um metro entre os alunos, o uso de equipamentos de proteção individual para os profissionais de ensino e a adoção de regimes de revezamento de equipes, para diminuir a circulação de pessoas. O documento está disponível no site do MEC.

Arte: Brasil 61

O Presidente da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), Luiz Miguel Martins Garcia, ressaltou a importância das diretrizes do guia. “Dessa forma é possível fazer uma abordagem de aspectos gerais que são relevantes, subsidiar o planejamento da ação da volta nos municípios e nos estados. Ajudar, sobretudo, os municípios menores que têm mais dificuldade de buscar informações técnicas. É mais uma informação que chega com uma visão, com uma chancela do Governo Federal”, afirmou.

Ficará a cargo das prefeituras e governos estaduais, em conjunto com as escolas, decidir um retorno gradual ou de todos os alunos de uma vez. Outro ponto que deverá ser estabelecido pelos poderes locais é o da refeição: se o lanche será na sala de aula ou no refeitório, se há espaço de atendimento para garantir a distância mínima entre pessoas, se há condições para revezamento de horários para as refeições e como será a distribuição dos alimentos.

Apesar da normativa, os estados e municípios têm autonomia para definir o retorno às aulas em conjunto as autoridades sanitárias locais, mas a decisão final sobre a volta para as escolas cabe aos responsáveis dos alunos. Por isso, deve ser garantida a continuidade do atendimento escolar remoto.

O Guia de retorno das Atividades Presenciais foi elaborado com base nas orientações da Organização Mundial de Saúde (OMS), da Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS), da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), além do Ministério da Saúde.

O protocolo também considerou sugestões do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed) e pela União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), além dos cuidados relativos à educação alimentar e nutricional e à segurança dos alimentos, elaborados pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), no âmbito do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE).

PDDE Emergencial

Também foi destacada a destinação de recursos para apoio o retorno seguro às aulas. Vão ser liberados R$ 525 milhões para que as escolas de alfabetização e educação básica se preparem para a retomada.

Segundo a secretária de Educação Básica do Ministério da Educação, Izabel Lima Pessoa, a verba faz parte do Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE). “Esse recurso é destinado para que elas possam adquirir itens de biossegurança, para uma retomada segura das atividades escolares”, disse.

O recurso vai beneficiar 117 mil escolas públicas, que atendem cerca de 36,8 milhões de crianças.

Fonte: Brasil 61

 

 

João anuncia convocação de mais 500 aprovados do concurso da Educação

Nesta quinta-feira (08), o governador da Paraíba, João Azevêdo, anunciou que irá convocar 500 professores aprovados no último concurso para rede estadual de Educação, que aconteceu no ano passado.

Segundo a informação do governador a convocação deve ocorrer até o fim do ano.

Empenhado em realizar um concurso com mil vagas para a Educação por ano, João se viu impedido de fazer mais um certame este ano, por conta da covid-19.

Por isso, o governador deverá convocar outros 500 aprovados do concurso do ano passado que ficaram no cadastro de reserva, suprindo desta forma a necessidade da rede pública estadual.

PB Agora

 

Reação: secretaria de Educação acionará Ministério Público para paralisar retorno das aulas em João Pessoa

A decisão da prefeitura de João Pessoa, anunciada nesta sexta-feira (02), em autorizar a retomada das aulas em meio à pandemia do coronavírus, quando sequer há vacinas no mercado que impeçam a disseminação do vírus provocou reação da Secretaria de Educação do Estado que acionará o Ministério Público para barrar a liberação.

Em entrevista à imprensa, o secretário de educação do Estado, Cláudio Furtado, disse que a medida foi precipitada e pode ter efeitos preocupantes na Saúde pública a exemplo do que já aconteceu no estado de Manaus, que retornou com as aulas presenciais e agora estuda decretar o lockdown diante do aumento de casos de covid-19.

“Foi uma atitude bastante precipitada. A orientação do ensino médio vem do governo do estado. A gente vai entrar com as medidas cabíveis, acionar o MP para paralisar o retorno do ensino médio. Entendemos que não é o momento de retorno” ressaltou.

Furtado lembrou que o governo já fez um documento com protocolos sanitários para o retorno seguro das aulas com várias entidades como MP,  sindicatos, UNDIME, TCE, dentre outras. “Vejo com bastante preocupação essa decisão. Não existem condições para o retorno”, disse.

Além de João Pessoa, também já decidiram autorizar o retorno de aulas presencias municípios como Cabedelo e Campina Grande.

 

pbagora

 

 

Inquérito sorológico da educação ainda vai demorar dois meses e aulas presenciais só devem retornar em 2021 na Paraíba

O retorno das aulas presenciais nas escolas da Paraíba só deve ocorrer a partir do próximo ano. Isso porque a volta está dependendo do resultado de um inquérito sorológico que será realizado em duas mil residências de estudantes no estado. De acordo com o secretário de Saúde, Geraldo Medeiros, o inquérito deve ser iniciado daqui a 10 ou 15 dias e levará dois meses para ser concluído, ou seja, deve terminar na primeira quinzena de dezembro.

Com a proximidade do Natal, o retorno às aulas ainda este ano deve ser descartado. O secretário de Saúde, porém, foi cauteloso e preferiu não confirmar a informação. ”Vai depender de como ficar o inquérito, talvez termine antes do previsto”, disse.

Os planos para a realização do inquérito já haviam sido revelados ao ClickPB pelo secretário no início do mês de agosto. Segundo ele, o processo foi um pouco demorado pois precisa seguir os trâmites do serviço público. O inquérito é de responsabilidade da Secretaria de Educação e os recursos estão sendo descentralizados para a contratação de uma empresa que fará os testes. ”Também precisávamos definir o que queríamos com esse inquérito”, explicou Geraldo Medeiros.

Duas mil residências farão parte da amostragem. O pré-requisito é que haja crianças ou adolescentes com idades entre três e 17 anos convivendo com idosos ou pessoas de grupos de risco para a covid-19. Dessa forma, todas as pessoas da residência serão testadas para a doença. A partir dos resultados, a secretaria de Saúde avaliará o impacto que a volta às aulas pode causar.

O secretário de Saúde destacou que o retorno às aulas presenciais resulta em 600 mil pessoas circulando pelo estado. ”Só de escolas estaduais temos 400, e mais 200 municipais”, comentou Geraldo Medeiros. Ele ressaltou que é por isso que o assunto requer tanta cautela.
”As pessoas ficam dizendo ‘abriu bar, restaurante, voltou vaquejada, por que só não abre as escolas?’. Mas isso é comparar duas coisas completamente diferentes”, argumentou.

 

clickpb

 

 

Ministro da Educação expõe ao Congresso estratégias de retorno às aulas presenciais

A volta às aulas, de maneira presencial, por todo o país é um momento bastante aguardado pela população brasileira. Por isso, o ministro da Educação, Milton Ribeiro, participou de audiência pública do Congresso Nacional para explicar as estratégias e investimentos do Governo Federal em relação ao assunto e tirar as dúvidas dos parlamentares a respeito das medidas que estão sendo adotadas para garantir segurança aos estudantes e profissionais da área.

De acordo com Milton Ribeiro, o MEC está realizando uma série de ações em apoio às redes de ensino federal, estadual e municipal, sendo a principal delas o repasse de R$ 525 milhões de reais para as escolas públicas, por meio do Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE), que vai alcançar aproximadamente 116.757 escolas.

Esses recursos serão usados de forma estratégica pelas escolas na aquisição de produtos e contratação de serviços para dar segurança aos profissionais da educação e aos alunos contra a Covid-19, como destacou o ministro. “São itens de consumo para a higiene do ambiente e das mãos, contratação de serviços especializados para desinfecção. Realização de pequenos reparos e adequação das salas e dos ambientes para o acesso à internet para alunos e professores”, afirmou o ministro.

A medida pode beneficiar mais de 36 milhões de alunos, uma vez que a previsão é de que os recursos contemplem as escolas municipais, estaduais e federais da Educação Básica, que inclui pré-escolas, ensinos fundamental e médio. Segundo o Anuário Brasileiro da Educação Básica, publicação que reúne as informações mais recentes como as pesquisas do IBGE e do Inep/MEC, fazem parte dessa estrutura mais de três milhões de crianças de zero aos três anos de idade, quase cinco milhões de estudantes de quatro e cinco anos, vinte e cinco milhões de jovens entre 6 e 14 anos, além de pouco mais de oito milhões de adolescentes entre os 15 e 17 anos. A publicação ainda estima que nas escolas públicas, estejam lotados mais de um milhão e setecentos mil professores.

Além disso, dados apresentados pelo ministro mostram que, das 69 universidades federais, 15 suspenderam totalmente as atividades durante a pandemia. Dos 41 institutos federais, 4 tomaram a mesma providência. O Ministério da Educação informou que serão destinadas verbas extras para as instituições de ensino superior.
Para o professor do Instituto de Medicina Social (IMS/Uerj), Guilherme Werneck, que também é vice-presidente da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco) e responde pela Frente Pela Vida, é necessário mais ações deste tipo para que a Covid-19 não seja uma ameaça para estudantes e professores nesse momento de reabertura das escolas.

“Esses são recursos importantes e vão ajudar as escolas a se organizarem nos municípios, mas obviamente é muito mais complexo e que vai envolver, principalmente, o controle da infecção naquela comunidade. E é importante salientar, é uma boa iniciativa mas não resolve o problema apenas cria condições para quando as escolas e os municípios retornarem”, avaliou.

Protocolos

De acordo com o ministro da Educação, até o final deste mês, vai ser finalizado um protocolo de biossegurança para a educação básica, a exemplo do que já existe para o ensino superior. Esse material está em elaboração juntamente com o Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed) e a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime). O Protocolo de Biossegurança para a educação básica, de acordo com as recomendações sanitárias das principais autoridades nacionais e mundiais de saúde. O mesmo já foi feito para a educação superior, que teve o lançamento da cartilha em julho deste ano.

Fonte: Brasil 61

 

 

Educação estuda diretrizes e protocolos para volta às aulas, mas secretário reforça: “Não existe data na Paraíba”

O secretário de Educação da Paraíba, Cláudio Furtado, declarou durante entrevista à Rádio Arapuan FM nesta sexta-feira (04) que as diretrizes e protocolos para a retomada das aulas presenciais no estado estão sendo criados e serão publicados, com todas as medidas de biossegurança necessárias.

Porém o auxiliar do governador João Azevêdo (Cidadania) reforçou que o governo apresentar essas diretrizes é diferente de apresentar uma data para a retomada das aulas. Ainda segundo ele não há previsão para este retorno.

“As diretrizes e protocolos estão sedo criados, vão ser publicados, já foi feita uma publicação juntamente com a Saúde das medidas de biossegurança e em breve deve ser publicado o decreto que dará as direções num possível retorno as aulas. Esse é um ponto, o outro é dizer a data de retorno e não existe essa data no estado da Paraíba” diferenciou.

Furtado ainda disse que uma pesquisa sorológica com crianças de 3 e adolescentes de 17 anos deverá ser feita para ver como a covid-19 se manifesta neste grupo.

“Isso vai depender de uma enquete sorológica que a gente vai ver como se manifesta a covid-19 nesses grupos e só depois é que a gente vai ver a questão desta data” pontuou.

O secretário ainda disse que em 2021, a Educação analisará o conteúdo programático deste ano de 2020 e verá quais assuntos e conteúdos deverão ser reintroduzidos caso o aprendizado não tenha sido satisfatório.

PB Agora

 

 

Governo da Paraíba prepara cronograma para convocar mais 500 aprovados no concurso de 2019 da Educação

O secretário de Estado da Educação, Cláudio Furtado, anunciou nesta sexta-feira (4) que o Governo da Paraíba já concluiu os estudos necessários para convocação de mais 500 aprovados no concurso da Educação, realizado em 2019. A confirmação foi dada em entrevista ao Arapuan Verdade, da rádio Arapuan FM.

Cláudio Furtado disse que “os estudos sobre a viabilidade foram concluídos, o governador avalizou e estamos preparando o cronograma para em breve iniciar as convocações.”

No dia 27 de agosto, em entrevista ao Rede Verdade, da TV Arapuan, João Azevêdo havia dito que o Governo da Paraíba avaliava a possibilidade de convocar mais 500 aprovados no concurso da Educação, já que não foi possível realizar um novo certame neste ano, por causa da pandemia do novo coronavírus.

“Chamamos os 1.000 profissionais e, neste ano, por conta da pandemia, nossa programação para realização de novo concurso terminou sendo suspensa”, disse o governador.

João Azevêdo informou, na época, que os órgãos envolvidos no concurso, como a Secretaria de Educação, estavam analisando “se nós poderemos chamar mais 500 aprovados do concurso do ano passado.”

Ele lembrou que a União estabeleceu a suspensão de realização de concurso “até dezembro de 2021 para que os estados pudessem receber auxílio do Governo Federal.” Por isso, foi avaliada a possibilidade de contratação de 500 aprovados no concurso do ano passado e, hoje, divulgada pelo secretário de Educação a aprovação desse estudo.

 

clickpb