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Em nota assinada por Azevêdo, governadores do NE repudiam fala de Eduardo: ‘ditadura nunca mais’

Em nota enviada à imprensa na tarde desta quinta-feira (31), os governadores do Nordeste condenaram a fala do deputado federal Eduardo Bolsonado (PSL-RJ) de que “se esquerda radicalizar, resposta pode ser via um novo AI-5”.

“Os governadores do Nordeste repudiam ameaças autoritárias, a exemplo da absurda sugestão de edição de um novo AI-5. Defender a democracia é fundamental para que haja paz e prosperidade no Brasil. Ditadura nunca mais”, diz o documento.

A nota é assinada por todos os governadores da região, incluindo o líder paraibano João Azevêdo (PSB).

O AI-5

O Ato Institucional 5 foi baixado no dia 13 de dezembro de 1968, durante o governo de Costa e Silva, um dos cinco generais que governou o Brasil durante a ditadura militar (1964-1985).

O AI-5 é considerado um dos atos de maior poder repressivo tomados durante a ditadura, pois resultou na cassação mandatos políticos e suspensão de garantias constitucionais.

Voltou atrás

Nesta quinta, Eduardo voltou atrás e pediu desculpas pela fala.

“Eu peço desculpas a quem porventura tenha entendido que estou estudando o retorno do AI-5 ou achando que o governo, de alguma maneira, estaria estudando qualquer medida nesse sentido. Essa possibilidade não existe. Agora, muito disso é uma interpretação deturpada do que eu falei”, disse Eduardo, que ressaltou não fazer parte do governo.

http://paraiba.com.br/

 

 

Após ataque de Eduardo Bolsonaro, Julian Lemos diz que já aguentou muita ‘molecagem’ e não será ‘humilhado’

O deputado federal Julian Lemos se pronunciou na tarde deste sábado (19) após ataque do deputado federal Eduardo Bolsonaro, ontem. Eduardo postou uma montagem de Julian em uma privada, e apagou a publicação horas depois.

Aparentemente, Julian não gostou. O paraibano disse que já aguentou ‘muita molecagem’ e ‘engoliu muito sapo’.

“Já aguentei muita molecagem, já “engoli muito sapo” Já ignorei usuários de Diazepan que se escondem atrás de redes sociais, não tenho nada haver com problemas familiares dos outros, mas quem fizer sofrer a minha pagará caro por isso, nem que isso custe minha vida”, postou.

Ele disse ainda que  ‘não serei usado ou humilhado por “reizinhos” que nada sabem sobre a vida, não me relaciono com moleques, também não me intimido com covardes’.

Veja a postagem na íntegra:

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Por Redação / Portal WSCOM

 

 

Após derrota de Eduardo no PSL, Bolsonaro diz que indicação do filho para embaixada está mantida

O presidente Jair Bolsonaro disse nesta sexta-feira (18) que “por enquanto” não há alteração na ideia de indicar o filho, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), para o posto de embaixador do Brasil nos Estados Unidos.

Nesta semana, o presidente e Eduardo sofreram uma derrota no PSL, partido que vive uma crise interna, ao tentarem substituir o líder da legenda na Câmara. A ideia era que Eduardo ocupasse o posto do deputado Delegado Waldir (PSL-GO). No entanto, o grupo ligado ao presidente perdeu a disputa e Waldir se manteve líder.

O presidente Bolsonaro foi questionado por jornalistas, ao sair da residência oficial do Palácio do Alvorada, sobre a indicação de Eduardo para a embaixada.

“Por enquanto, sem alteração”, respondeu o presidente.

Na quarta-feira (16), quando lançou o nome para a liderança do PSL, Eduardo disse que ocupar o cargo no partido era a prioridade no momento, e que todas os outros projetos, como a ida para a embaixada, se tornavam secundários.

“Todos os temas, como embaixada ou viagem agora para a Ásia, são temas secundários. A gente está aqui para cuidar dos nossos eleitores. O meu foco é ajudar o país”, afirmou na ocasião.

De acordo com o colunista do G1 Gerson Camarotti, a crise no PSL despertou um consenso entre os senadores de que o Senado não pode assumir o desgaste de aprovar o nome de Eduardo para a embaixada, agora que o próprio PSL rejeitou o deputado para liderança do partido. Cabe ao Senado aprovar indicações de embaixadores. O presidente Bolsonaro ainda não formalizou a indicação do filho.

Visita

No início da manhã, Jair Bolsonaro recebeu no palácio o presidente do PSD, Gilberto Kassab. Jornalistas perguntaram se a reunião tratou de uma eventual ida de Bolsonaro para o partido. O presidente disse que a visita foi de “cortesia”.

“Cortesia. Converso com todo mundo. Uns eu convido, outros querem vir. É o papel de um presidente. Eu quero paz para poder governar. Temos problemas enormes no Brasil para resolver”, afirmou.

G1

 

Bolsonaro suspende indicação de Eduardo para embaixada dos EUA

A crise do PSL e a falta de votos no Senado para aprovar Eduardo Bolsonaro como embaixador nos Estados Unidos fizeram Jair Bolsonaro suspender os planos de indicar o Zero Três para o posto em Washington.

Interlocutores diretos de Eduardo afirmaram que é “zero” a chance de Bolsonaro enviar a indicação em 2019.

A informação foi confirmada com duas fontes, que avaliam que, se sair, a indicação seria mais próxima do fim do mandato do Zero Três, ou seja, em 2022.

Eduardo Bolsonaro se reuniu com o pai hoje pela manhã. Falaram sobre a crise no PSL, e sobre a importância de sua presença na Câmara, independentemente de assumir ou não a liderança no lugar de Delegado Waldir, como ocorreu ontem por algumas horas.

Bolsonaro deverá atribuir a desistência exclusivamente à necessidade de ter Eduardo ajudando na articulação política. Oficialmente, o discurso será de que Eduardo teria maioria — conforme o próprio disse à coluna na terça-feira.

No Itamaraty, a notícia da desistência também já vinha circulando. Diplomatas também especulam se Bolsonaro não cumpriria o que disse lá atrás e colocar Eduardo como chanceler no lugar de Ernesto Araújo.

Segundo interlocutores de Eduardo, não existe essa possibilidade. O deputado deverá permanecer na Câmara.

 

 (Foto: Agência O Globo)
Época

 

 

Demitido do Palmeiras, Eduardo afirma: “Perdi um jogo na altitude e paguei o pato”

Eduardo Baptista faz parte do passado no Palmeiras. O elenco alviverde desembarcou em São Paulo na noite desta quinta-feira e pouco depois a diretoria anunciou a saída do treinador. Em rápido contato, o treinador disse estar tranquilo e que a demissão, mesmo com pouco tempo de clube, faz parte da profissão.

– Tenho um grande aproveitamento e deixo o time líder da competição. Perdi um jogo na altitude e paguei o pato – disse Eduardo Baptista.

De fato, o Verdão é líder do Grupo 5 da Libertadores com dez pontos e só não avança para as oitavas de final em caso de derrota por dois ou mais gols de diferença para o Atlético Tucumán, na arena, na última rodada da chave, combinada com empate ou vitória do Jorge Wilstermann sobre o Peñarol.

Eduardo Baptista na chegada do Palmeiras depois da derrota na Bolívia (Foto: Felipe Zito)

Eduardo Baptista na chegada do Palmeiras depois da derrota na Bolívia (Foto: Felipe Zito)

Mas o futebol apresentado em Cochabamba, na partida contra o Jorge Wilstermann, incomodou torcedores e dirigentes.

No retrospecto geral, Eduardo comandou o Palmeiras em 23 jogos, com 14 vitórias, quatro empates e cinco derrotas – aproveitamento de 66,6%. Na arena, o desempenho foi excelente: foram oito vitórias e dois empates em dez jogos.

Nesta sexta-feira, o presidente Maurício Galiotte vai conceder entrevista coletiva na Academia de Futebol para falar sobre o futuro da equipe. Eduardo Baptista também deve emitir um comunicado oficial para falar sobre a sua saída do Verdão.

GE

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Luiz Couto avalia que STF foi muito bonzinho com Eduardo Cunha

LuizCoutoPlenarioO deputado federal Luiz Couto (PT-PB) avaliou que a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de determinar a suspensão do mandato de parlamentar federal e o afastamento do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) na última quinta-feira, 5, foi  uma medida branda levando-se em consideração todas as acusações que pesam contra o deputado.

“O STF foi bonzinho demais com Cunha.

Além disso, a decisão saiu com atraso de seis meses, período em que ele manobrou de todas as formas para atrapalhar o andamento do processo que responde no Conselho de Ética e também orquestrou o Golpe contra a presidente Dilma Rousseff”, disse Couto, para quem a punição adequada ao agora presidente afastado da Câmara seria a prisão: “Ele deveria estar preso por todas as irregularidades que cometeu”.

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As declarações foram dadas em entrevistas concedidas às rádios Sanhuá AM, no programa Rádio Café, apresentado por Zezé Bechade, com participações de Danúbia Dantas e Éder Dantas; e também ao Fala Paraíba, apresentado por Fernando Caldeira, com participações de Petrônio Torres e Stéphano Wanderley.

Assessoria

Colunista diz que viúva de Eduardo Campos pode ser vice de Lula em 2018

viuva-de-camposA primeira-dama Renata Campos, viúva do ex-governador Eduardo Campos, morto num acidente aéreo em agosto do ano passado, pode ser a vice do ex-presidente Lula (PT) nas eleições presidenciais de 2018. As informações são da coluna Diário do Poder desta quinta-feira (12), do jornalista Cláudio Humberto. A publicação garante que é o PSB – partido que Renata é filiada – que aposta na indicação do nome da socialista para compor com o ex-presidente, que pretende voltar ao comando do Palácio do Planalto.

A publicação ainda destaca que o PSB, que tem como lideranças o governador de Pernambuco, Paulo Câmara, e o prefeito do Recife, Geraldo Julio, aposta no poder de articulação da ex-primeira-dama, que é auditora concursada e licenciada do Tribunal de Contas de Pernambuco (TCE-PE). De fato, Renata, mesmo nunca tendo disputado eleições, ficou conhecida nos bastidores por ser “conselheira” de Eduardo Campos, sendo um das lideranças mais influentes em seus governos.

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Na última quinta-feira (5), o governador Paulo Câmara almoçou com o ex-presidente Lula em São Paulo. Os dois conversaram com sobre o cenário políticos e a economia brasileira. O PSB, desde que saiu do governo da presidente Dilma Rousseff (PT), antes de lançar o ex-governador Eduardo Campos à Presidência da República, nunca deixou de fazer elogios e referências a Lula e sua amizade com a família Campos.

O próprio presidente estadual do PSB, Sileno Guedes, no último sábado (7), defendeu que o encontro de Paulo com Lula foi para “agradecer e demonstrar a amizade” dos pernambucanos e da família Campos ao presidente. Não é a primeira vez que Renata é apontada para um cargo político. Na campanha presidencial, por exemplo, cogitou-se que ela poderia ser candidata a deputada federal. Depois da morte de Eduardo Campos, também foi apontada como vice na chapa da ex-senadora Marina Silva. Em nenhum momento, Renata decidiu entrar na vida pública.

Diário de Pernambuco

Viúva de Eduardo Campos nega que deixou de apoiar Marina:’É a melhor’

viuva-camposO site Brasil247, que tem feito insistentes ataques a quem faz oposição às candidaturas petistas, publicou que a família do ex-candidato à presidência, Eduardo campos (PSB), falecido em acidente de avião no último dia 13 de agosto, havia retirado apoio político á candidata Marina Silva. Desmentindo o boato, a esposa do pernambucano, Renata Campos, gravou um vídeo de apoio à presidenciável.

“Eu acho que Marina presidente vai ser uma grande experiência e bela experiência para o Brasil. Eu tive a oportunidade de conviver com a Marina e o Eduardo e via a afinidade que eles tinham ali. Eu acho que o Eduardo pegou um pouco de Marina e Marina pegou um pouco de Eduardo. Eles se complementavam e se entendiam muito bem. Pro Brasil, Marina vai ser um passo adiante”, disse no vídeo.

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Renata Campos negou qualquer retirada de apoio e que haja divergências políticas, segundo ela Marina é a melhor opção para o Brasil. “A gente precisa dar um salto, dá uma mexida para continuar avançando. Com o time que ela tem, e o que ela representa do povo, vai ser importantíssimo parta o Brasil nesta nova fase. Minha família se sente representada com Marina presidente”, concluiu.

O vídeo que será exibido no programa da presidenciável com o objetivo de derrubar uma série de boatos de cercam sua candidatura.

180 Graus

 

Depois de morto, Eduardo ‘doa’ R$ 2,5 mi a Marina

eduardo-camposNo dia seguinte ao desastre que matou o presidenciável Eduardo Campos, sem que seus restos mortais tivessem sido recolhidos do local onde caiu o avião, seus partidários transferiram em espécie R$ 2,5 milhões de sua conta de campanha para o Comitê Financeiro Nacional, administrado pelo PSB, que, dias depois, anunciaria Marina Silva como substituta.

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Segundo o coordenador financeiro da campanha, Basileu Margarido — homem de confiança de Marina — tudo está dentro da legalidade. “O escritório de Direito que nos atende consultou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para fazer a operação. Segundo eles, não há nada de errado”, garantiu. O TSE informou que ainda vai analisar as prestações de contas.

A operação de transferência ocorreu no dia 14 de agosto, foi em dinheiro vivo e seu registro está na segunda prestação de contas dos candidatos, divulgada no sábado pelo TSE. O PSB também não fez nenhuma menção ao jato Cessna, usado por Campos, e que é alvo de investigação da Procuradoria Geral da República por crime eleitoral e suspeita de caixa 2.

Para dois advogados especialistas em direito eleitoral ouvidos pelo DIA em condição de anonimato, a transferência não poderia ocorrer, já que, ao morrer, o CNPJ da candidatura de Campos deveria ser extinguido, e o dinheiro retido. Segundo eles, só no final da campanha o partido teria acesso à doação, como sobra de arrecadação.

“Provavelmente, eles não quiseram deixar parada a quantia, que é razoável, e antes mesmo de comunicarem oficialmente a morte do ex-governador retiraram o dinheiro”, interpretou um deles.

“Não deixa de ser estranho que uma campanha que se propõe a fazer a nova política, se valha de artifícios da velha”, opina outro.

Os dois concordam que, neste caso, o pior que poderá ocorrer é a aprovação das contas pelo TSE, mas com ressalvas, “além, é claro, do constrangimento, já que é um subterfúgio contábil que criticariam se fosse outro partido”.

Marina Silva virá ao Rio na próxima quinta-feira. Seus coordenadores de campanha se reunirão hoje para decidir qual será a agenda. Uma das ideias é que ela participe de um ato em favor dos royalties de petróleo e do pré-sal para tentar afastar qualquer dúvida quanto às suas posições sobre os temas.

O Dia Online

Ex-diretor da Petrobras envolve Eduardo Campos, Sergio Cabral e Roseane Sarney em esquema de propina

roberto-costaO ex-governador de Pernambuco e ex-candidato à Presidência Eduardo Campos, morto em um acidente de avião no último dia 13 de agosto, e o ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral (PMDB) estariam entre os beneficiários de um esquema de corrupção da Petrobras, segundo o ex-diretor de Abastecimento da estatal Paulo Roberto Costa.

Os nomes dos dois ex-governadores e da atual governadora do Maranhão, Roseana Sarney (PMDB), teriam sido mencionados por Costa em depoimento à Polícia Federal, informa reportagem publicada pela revista Veja em sua edição deste fim de semana.

O ex-executivo da Petrobras foi preso em março deste ano sob a acusação de participar de um esquema de lavagem de dinheiro comandado pelo doleiro Alberto Youssef e optou por colaborar com a polícia, concordando com a delação premiada.

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Nos depoimentos prestados à Polícia Federal desde o dia 29 de agosto, Paulo Roberto Costa teria dito que os três governadores mencionados (todos de Estados com grandes projetos da Petrobras), seis senadores, um ministro e pelo menos 25 deputados embolsaram dinheiro ou tiraram algum proveito da parte dos valores desviados dos cofres da Petrobras.

Nomes

 

Entre os nomes mencionados pelo ex-diretor, cujos depoimentos já contam mais de 40 horas, estariam os atuais presidentes da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB), e do Senado, Renan Calheiros (PMDB), além do ministro de Minas e Energia, Edison Lobão (PMDB), e dos senadores Ciro Nogueira (PI), que é presidente nacional do PP, e Romero Jucá (PMDB-RR), ex-líder de governo.

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Também aparecem na suposta lista de Paulo Roberto Costa os deputados Cândido Vaccarezza (PT-SP), ex-líder do governo na Câmara, e João Pizzolatti (PP-SC). O ex-ministro das Cidades Mário Negromonte (PP) seria outro citado como beneficiário. Costa ainda teria dito à polícia que João Vaccari Neto, secretário nacional de finanças do PT, era quem fazia a ponte entre o partido e o esquema de propinas da Petrobras.

Cabral, Roseana e Campos teriam sido mencionados por Costa

Uol