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Como economizar na compra de imóveis

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no Brasil, apenas 17,3% das residências são alugadas. Em contrapartida, é cada vez mais comum encontrarmos brasileiros donos de imóveis. Esse grupo já contabiliza mais de 45 milhões de pessoas.

Ou seja, é cada vez mais comum os brasileiros que preferem investir em um imóvel próprio. Para isso, pesquisam o preço de apartamento na planta, optam por financiamentos ou então por consórcios.

Se você não tem um imóvel próprio e está pensando em maneiras de sair do aluguel, nós reunimos boas dicas de como economizar para realizar esse grande empreendimento de vida.

Planeje a compra do imóvel

O primeiro passo para conseguir economizar na compra da casa ou apartamento é planejar.

Para fazer um bom planejamento, é necessário fazer uma projeção do quanto você ganha e dos gastos mais frequentes em sua família. Reúna todas as informações, desde contas mais pequenas a gastos mais robustos.

Considere os gastos fixos, como escola dos filhos, cartão de crédito, água, luz, telefone, por exemplo. Também pense em seus gastos eventuais, como viagens, remédios, etc. Até mesmo aqueles momentos de lazer, como o happy hour e o cineminha devem ser considerados.

É a partir desse pequeno mapeamento sobre seus ganhos e gastos que você conseguirá avaliar quanto poderá pagar no imóvel e sob quais condições poderá fazer o negócio.

Estabeleça o tipo e o valor do imóvel

Tendo conhecimento do quanto você ganha e de como você anda gastando, fica mais fácil de avaliar qual o valor do imóvel que cabe no seu bolso.

Considere, para isso, o tipo de imóvel, se casa ou apartamento, se de 1 ou 2 quartos, por exemplo. Leve em conta o tamanho de sua família no presente e no futuro. Se você ainda não tem filhos, mas pretende ter, então, já os considere na escolha de seu imóvel.

Também avalie bem a região onde você pretende morar e contabilize todos os possíveis gastos.

Trace um plano de contenção de gastos

Outra boa dica para economizar na compra de um imóvel e ter um bom poder de barganha na hora de fechar o negócio é ter uma boa quantia para pagar à vista. Mas como fazer isso?

Infelizmente, para alguns objetivos maiores é mesmo indispensável cortar alguns gastos mais supérfluos. Não significa que você precisa deixar de ir ao jogo do seu time de coração ou que você só vai poder assistir a filmes do sofá de casa, através dos programas de streaming.

Mas significa sim que você deverá reduzir um pouco a frequência dessas atividades mais dispendiosas. Por isso é muito importante que você avalie todos os seus gastos. Só assim você conseguirá cortar tudo o que você realmente pode viver sem.

Invista a economia

Procure investir esse dinheiro que você está economizando. Não significa que você deve aplicá-lo em ações na bolsa de valores. Não, ao contrário. Aposte em investimentos mais tímidos e seguros como a poupança, por exemplo.

Pesquise as alternativas do mercado

Quem quer comprar um imóvel próprio tem algumas alternativas no mercado. É possível optar, por exemplo, pela compra de apartamento na planta, ou, então, pelo financiamento ou pelo consórcio. Alternativas não faltam.

Mas é muito importante pesquisar cada um. Procure saber quais oferecem as melhores condições para as suas possibilidades financeiras.

Apartamentos na planta

Os apartamentos na planta costumam ser empreendimentos mais em conta, isto é, o comprador de um imóvel na planta consegue economizar mais do que aquele que compra um apartamento já construído.

No entanto, é importante saber que esse é um negócio que possui algumas peculiaridades. Como o empreendimento ainda está sendo construído, é possível acontecer alguns atrasos, por exemplo.

Financiamento em banco

Muitos bancos oferecem opções de financiamento. Neste caso, é sempre necessário dar uma entrada de cerca de 20% do valor do imóvel. No entanto, as instituições oferecem um longo período para quitar os débitos.

Você pode ter até 30 anos para pagar o imóvel e pode usar, por exemplo, o Fundo de Garantia Por Tempo de Serviço, FGTS, para investir em um empreendimento como este.

No entanto, é muito importante pensar sobre os juros, que costumam pesar mais. Alguns bancos chegam a cobrar até 9,49% de juros ao ano.

Consórcio

Outra modalidade muito utilizada por quem quer adquirir uma casa ou apartamento é o consórcio. Neste caso, a pessoa paga as parcelas do investimento e espera ser sorteada.

Pode-se dizer que esta é uma alternativa um pouco mais segura, já que não envolve juros flutuantes, como no caso do financiamento ou, então, o risco de a obra não ser entregue, por exemplo.

Agora que você já sabe algumas dicas sobre como economizar na compra de imóveis, vamos começar a empacotar tudo para a mudança?

 

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Remédios ficam mais caros a partir deste domingo; veja como economizar

A consultora de e-commerce Patrícia Maciel comprou dois medicamentos de uso contínuo durante o mês de março para evitar o reajuste do setor, que está em vigor a partir deste domingo (31). Ao todo, Patrícia adquiriu nove caixas de remédios — três de anticoncepcional e seis para tratamento de acne.

Patrícia tinha com objetivo evitar o reajuste anual dos preços dos medicamentos, que chegou a 4,33% e ficou acima da inflação de 2018 — os preços em geral subiram 3,75% no ano passado. O aumento foi aprovado pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (Cmed).

Isso significa que um remédio vendido a R$ 50 pode custar R$ 52,16 ao longo do ano. Procurado pela reportagem, o Ministério da Saúde afirmou que o reajuste será divulgado até dia 31 de março.

O Sindusfarma Sindusfarma (Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos) afirma que, no acumulado de 2001 a 2018, a inflação geral somou 203,01% e o reajuste ficou em 169,38%.

O sindicato garante, no entanto, que os preços não são aumentados automaticamente por drogarias e farmácias.

Segundo o presidente executivo do Sindusfarma, Nelson Mussolini, a carga tributária sobre os remédios é o que mais impacta o bolso dos brasileiros. “A queda dos impostos dos medicamentos fará com que famílias e governo gastem muito menos para cuidar da saúde, com efeitos benéficos para toda a sociedade brasileira em produtividade, bem-estar e geração de riqueza”, afirma.

O economista da Fundação Getúlio Vargas (FGV) André Braz afirma que as famílias com idosos são as mais impactas pelo aumento do custo dos remédios, já que são pessoas que costumam precisar de medicamentos específicos de uso contínuo.

Hoje, o reajuste das aposentadorias é determinado de acordo com o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), índice que mede a inflação oficial do país. Portanto, o aumento dos medicamentos acima do indicador da inflação indica que haverá aumento no custo de vida destes brasileiros.

“Se as aposentadorias são orientadas pelo IPCA, vai haver um aumento real. Isso mostra que as famílias vão precisar diminuir algumas coisas superficiais para comprar os remédios”, afirma Braz.

As casas com pessoas mais jovens não sentem tanto o impacto do reajuste, já que este público tende a consumir menos remédios.

Para Mussolini, não há como definir qual grupo social é o mais afetado pelo reajuste dos medicamentos. Para ele, os aumentos não chegam à sociedade de maneira tão imediata e comenta sobre os descontos que as farmácias costumam dar aos clientes, seja pelo cadastro no estabelecimento ou pelos planos de saúde.

“Outra questão importante que se pode levantar é que as pessoas com mais idade são aquelas que mais consomem medicamentos e eventualmente poderiam sofrer um impacto maior, mas nós não acreditamos nisso”, afirma.

Como encontrar os melhores preços

Mussolini orienta que o consumidor pesquise preços, já que existem medicamentos com o mesmo princípio ativo e para a mesma classe terapêutica de vários fabricantes e em diferentes pontos de venda.

“Dependendo da reposição de estoques e das estratégias comerciais dos estabelecimentos, aumentos de preço podem demorar meses ou nem acontecer”, afirma Mussolini.

Braz afirma que a concorrência faz com que os produtos sejam encontrados por diversos preços. “[Há concorrência] entre marcas e pontos de venda. Existem grandes grupos que comprar lotes enormes de produtos, o que permite descontos que são repassados ao consumidor”, diz Braz.

 

Giuliana Saringer, do R7

 

 

Municípios vão economizar R$ 30 mi por ano com coleta de lixo compartilhada e aterro sanitário público

O presidente da União Brasileira de Municípios (UBAM), Leonardo Santana, garantiu hoje que os municípios que compõem o Consórcio Intermunicipal de Desenvolvimento Sustentável (Consides) se reunirão nos próximos dias para debater a adoção da coleta compartilhada de lixo familiar e hospitalar, com o objetivo de baratear em 40% o valor pago pelas 21 prefeituras do Consides às empresas privadas que fazem a coleta dos resíduos sólidos. Serão mais de 30 milhões de reais que serão economizados com essa ação proposta pela UBAM, já que o Consórcio poderá realizar por si só a coleta do lixo de forma compartilhada e depositar esses resíduos num aterro público, que será construído com recursos do governo federal, depois da elaboração do Plano de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos (PGIRS), que deverá ser apresentado até agosto de 2018, tendo sido prorrogado por duas vezes.

Segundo estimativas apresentadas pela UBAM, são desembolsados pelas 223 prefeituras municipais algo em torno de 200 milhões de reais ao ano, com empresas privadas que realizam a coleta em todas as cidades.

Só em 2017, a Prefeitura Municipal de João Pessoa, pagou R$ 24,5 milhões à Empresa Revita Engenharia, sediada em São Paulo, conforme o link abaixo, que contém dados do Sistema Sagres, do Portal do Tribunal de Contas da Paraíba.

https://sagres.tce.pb.gov.br/credores_despesa.php?opcao=0&nome_cnpj=revita&ano_inicio=2017&ano_fim=2018

Para o presidente da UBAM, é com a formação de consórcios de municípios que os gestores podem driblar esses gastos tão excessivos, para garantir mais investimentos na saúde e na educação desses pequenos e sofridos entes federados. Embora, segundo ele, propostas como essa pode demorar pra serem concretizadas, devido à inércia administrativa e a incompetência na gestão dos recursos públicos, que infelizmente são usados sem a menor austeridade, enriquecendo empresas que nem são paraibanas e que não contribuem para o desenvolvimento do Estado.

O Consórcio Intermunicipal de Desenvolvimento Sustentável (Consides) está sendo formado pelas prefeituras de Alhandra, Bayeux, Caaporã, Capim, Conde, Cruz do Espírito Santo, Cuité de Mamanguape, Ingá, Itabaiana, Juripiranga, Lucena, Mari, Mataraca, Mogeiro, Pedras de Fogo, Pilar, Pitimbú, Riachão do Poço, Santa Rita, Sapé e Sobrado, e é uma das importantes ações da UBAM para o desenvolvimento sustentável desses municípios.

Assessoria 

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Aneel inicia campanha para incentivar consumidor a economizar energia

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) começa a veicular hoje (7) peças da campanha para incentivar os brasileiros a pouparem energia. A propaganda, que conta com a participação da cantora Ivete Sangalo e do marido, o nutricionista Daniel Cady, será transmitida por 15 dias em TV aberta e rádio, além de estar disponível na internet.

Segundo a Aneel, a intenção é incentivar a economia e mostrar que toda a família pode colaborar. A presença dos artistas reforça o mote: “Quando economiza junto, a gente economiza mais. Família inteligente, consumo consciente”.

“É importante que toda a população entenda que a energia elétrica é um bem que tem o seu custo ligado diretamente às reais condição de geração”, diz a Aneel, em nota.

Bandeira vermelha

Em novembro, a conta de luz ficará mais cara. No final do mês passado, a Aneel aprovou a bandeira tarifária vermelha patamar 2 para este mês. Isso significa que cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos custarão R$ 5. Até outubro, o valor cobrado a cada 100 KWh era R$ 3,50.

O aumento se deu devido ao baixo nível dos reservatórios das usinas elétricas em relação ao mês anterior. Segundo a agência, não há risco de desabastecimento de energia elétrica, no entanto, é preciso reforçar as ações relacionadas ao uso consciente e combate ao desperdício. O patamar 2 indica a necessidade de operar usinas térmicas mais caras para compensar a geração hidráulica inibida pela falta de chuvas.

O sistema de bandeiras tarifárias sinaliza o custo real da energia gerada. As bandeiras são nas cores verde, amarela ou vermelha (nos patamares 1 e 2). Elas indicam se a energia custará mais ou menos em função das condições de geração.

Para ajudar na economia, a Aneel divulgou uma lista de medidas que podem ser adotadas pela população:

Chuveiro elétrico

– Tomar banhos mais curtos, de até cinco minutos
– Selecionar a temperatura morna no verão
– Verificar as potências no seu chuveiro e calcular o seu consumo

Ar condicionado

– Não deixar portas e janelas abertas em ambientes com ar condicionado
– Manter os filtros limpos
– Diminuir ao máximo o tempo de utilização do aparelho de ar condicionado
– Colocar cortinas nas janelas que recebem sol direto

Geladeira

– Só deixar a porta da geladeira aberta o tempo que for necessário
– Regular a temperatura interna de acordo com o manual de instruções
– Nunca colocar alimentos quentes dentro da geladeira
– Deixar espaço para ventilação na parte de trás da geladeira e não utilizá-la para secar panos
– Não forrar as prateleiras
– Descongelar a geladeira e verificar as borrachas de vedação regularmente

Iluminação

– Utilizar iluminação natural ou lâmpadas econômicas e apagar a luz ao sair de um cômodo; pintar o ambiente com cores claras

Ferro de passar

– Juntar uma boa quantidade de roupas para passar de uma só vez
– Separar as roupas por tipo e começar por aquelas que exigem menor temperatura
– Nunca deixar o ferro ligado enquanto faz outra atividade

Aparelhos em stand-by

– Retirar os aparelhos da tomada quando possível ou durante longas ausências

Agência Brasil

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Caixa prevê economizar R$ 1,5 bi por ano com plano de demissão voluntária

caixa-imoveisA Caixa Econômica Federal prevê poder economizar até R$ 1,5 bilhão por ano, a partir de 2018, com o plano de demissão voluntária (PDV) desenhado para este ano. A ideia do banco estatal é conseguir o desligamento de 10 mil funcionários, ou quase 10% do total de empregados atual.

O banco ainda negocia com a União, sua controladora, os detalhes do plano. Para incentivar a adesão, a Caixa deve pagar 10 salários extras e garantir o plano de saúde por um tempo que ainda está em discussão – neste período, se o funcionário reunir condições de se aposentar, o plano de saúde fica pelo resto da vida. O PDV será oferecido a todos os funcionários, e não apenas aos que já puderem se aposentar.

No último ano, a Caixa cortou o número de funcionários de 100,3 mil para 97 mil. No acumulado de janeiro a dezembro de 2016, o banco gastou R$ 15,6 bilhões com pessoal, ante R$ 14,3 bilhões do mesmo período de 2015, crescimento de 9,2%. O impacto maior no gasto foi com o aumento do salário dos funcionários, definido em convenção coletiva.

Eficiência. O presidente da Caixa, Gilberto Occhi, colocou como principal desafio do banco em 2017 melhorar a eficiência, reduzindo despesas e aumentando a geração de receitas. O banco também monitora o desempenho de cem agências deficitárias.

A Caixa foi usada nos últimos anos pelo governo do PT como locomotiva do crédito no País, estratégia para impulsionar a atividade econômica. Dessa forma, a instituição conseguiu aumentar sua participação no mercado, mas essa expansão do crédito também provocou efeitos colaterais, como o aumento do nível de calotes.

O alto número de agências deficitárias também é consequência dessa política. Desde 2010, a Caixa abriu 1.329 agências. A análise da direção do banco é que não se faz mais necessária toda essa estrutura, ainda mais com a mudança dos hábitos dos clientes, que cada vez mais optam pelos serviços pelo computador ou pelo smartphone.

Um empecilho para o fechamento das agências é o fato de as unidades serem usadas para o pagamento de benefícios sociais, como o Bolsa Família, mas a avaliação é de que esse serviço poderia ficar restrito às casas lotéricas. O banco tem atualmente 4,2 mil agências e pontos de atendimento e 25 mil correspondentes Caixa Aqui e Lotéricos.

Para Eduardo Araújo, presidente do Sindicato dos Bancários de Brasília, ligado à Central Única dos Trabalhadores (CUT), o banco terá de contratar novos funcionários para repor esses servidores que aderirem ao PDV, senão haverá prejuízo no atendimento à população. “As agências da Caixa têm forte atendimento social. Sempre estão cheias, com filas. Ainda mais agora, com o saque das contas inativas do FGTS. Se não houver reposição, vai ficar insuportável”, afirma.

Com informações do Estadão

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Veja três dicas para economizar nas compras pela internet

compras-na-internetO consumidor virtual brasileiro está atento e sabe que o comércio eletrônico é um excelente canal para a economia, principalmente nas compras de produtos com valor alto, como eletrônicos, eletrodomésticos, smartphones e informática.

Devido ao cenário político em que o Brasil se encontra, com a inflação batendo dois dígitos e a taxa Selic superando mais de 14% as lojas físicas, o comércio tradicional está perdendo espaço para os e-commerces. O sobe e desce da economia beneficia alguns setores pré-favoráveis às versatilidades, como o surgimento de novas formas de pagamentos, fretes mais acessíveis ou mesmo gratuitos e a utilização de cupons de descontos perante o consumidor final.

Com a adaptação dos dispositivos móveis, mais brasileiros estão comprando produtos em lojas online, o crescimento reflete em novas oportunidades de vendas para os comerciantes e de comparação de preços para os consumidores, visto que a tendência mobile é um comportamento crescente, o varejo deve se adequar a esta vertente e apresentar elementos que despertem ainda mais o interesse dos consumidores.

Dentre os fatores que impactam o valor final da compra online, há três dicas fundamentais que os consumidores já utilizam no seu cotidiano, mas que são determinantes no processo da compra. Veja quais são:

Frete

Dentre os fatores que mais impactam a compra online está à categoria frete, sabemos que cada segmentação de região apresenta uma taxação diferente e que as entregas via correios ou transportadoras também influenciam no valor final da entrega, podemos notar que as lojas online que oferecem fretes gratuitos estão mais propícias a fechar um número maior de vendas mensais.

Com a diminuição das promoções de entregas grátis, o valor de compra final dos produtos também diminui, alguns consumidores ao analisarem o processo de compra se deparam com um valor acerbado de frete e desistem imediatamente de concretizar a aquisição, é importante neste caso verificar quais as possibilidades de entrega e escolher qual se adéqua melhor ao seu orçamento.

Cupons de Desconto

Esta modalidade de promoção vem ganhando espaço perante os consumidores, além de ser fácil de obter, toda forma de baratear os produtos ou serviços é bem quista. Ao ver o preço do carrinho ser reduzido pelo cupom de desconto os consumidores tendem a escolher mais itens para complementar a sua opção de compra, dentre as plataformas internacionais de cupons que estão disponíveis no mercado brasileiro podemos enfatizar a versatilidade do site Picodi.

Oferecendo grandes parcerias em lojas e departamentos o Picodi apresenta uma vasta gama de opções, são mais de 50 tipos de categorias contendo cupons de desconto, ofertas e promoções. A simples maneira de clicar em um desconto e obtê-lo no final do carrinho é satisfatória para os consumidores, otimiza tempo e ainda gera maior economia, palavra muito utilizada neste momento de instabilidade econômica.

Opções de pagamentos

O terceiro fator que impacta o valor final da compra online, sem dúvidas, são as opções de pagamentos, quanto mais vertentes as lojas apresentarem nesta modalidade, mais chances os consumidores terão de concretizar a compra. E-commerces que disponibilizam compras com parcelamento no cartão de crédito, descontos em compras à vista ou boletos bancários, métodos online como Paypal e B!cash e internet banking estão mais receptivos a vender mais produtos.

Cabe neste item o consumidor analisar se a loja online oferece diferentes formas de pagamentos e assim decidir realizar a compra de acordo com suas reais necessidades, levando em consideração as vantagens de realizar a compra à vista ou parcelada.

Mesmo com o cenário econômico sofrendo oscilações o e-commerce brasileiro se mostra uma alternativa para adquirir produtos dos mais variados, prefira fretes mais acessíveis, formas de pagamentos abrangentes e não se esqueça de buscar os cupons de desconto no Picodi. Dê valor ao seu dinheiro!

 

iG

 

 

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Dez dicas para você economizar o combustível de seu carro

Foto: Fábio Guimarães / Agência O Globo
Foto: Fábio Guimarães / Agência O Globo

Com o litro da gasolina custando, em média, R$ 3,30 e o álcool próximo dos R$ 2,60 por litro, adotar medidas para dirigir de forma mais eficiente é uma boa pedida. A seguir você confere dez dicas que podem ajudar a fazer o combustível durar muito mais no tanque do seu carro:

Planeje sua viagem

Antes de sair de casa, planeje bem o itinerário, principalmente se precisar fazer muitas. Evite as vias mais congestionadas, mesmo que isso aumente o percurso em alguns quilômetros; usar aplicativos com informações do trânsito em tempo real pode ajudar.

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Passe as marchas o quanto antes

O motor de seu carro funciona de forma mais eficiente entre 1.500 e 2.500rpm. Para manter as rotações baixas você deve mudar para a marcha seguinte no máximo antes de chegar aos 3.000rpm. Carros automáticos mais recentes, com mais de cinco marchas, mudam para a relação mais alta possível assim que o motorista passa a manter uma velocidade, também ajudando a aumentar a autonomia do tanque.

 

Volkswagen Fox Bluemotion 1.0
Volkswagen Fox Bluemotion 1.0 Foto: Fernando Miragaya / Agência O Globo

 

Conduza de forma suave

Mantenha boa distância do carro da frente para que você possa antecipar seus movimentos e frear de forma mais suave, se necessário. Reduzir as marchas durante a frenagem, quando o motor passar a girar a menos de 1.500rpm, ajudando a economizar combustível – pois o motor corta a injeção nestas reduções – e trambém todo o sistema de freios.

Não desperdice combustível em marcha lenta

Evite ficar parado com o motor ligado por mais de dois minutos. Você gasta menos combustível se desligar o carro e ligá-lo novamente; o desgaste com essa prática é desprezível.

Velocidade mata a economia

A 110km/h seu carro usa até 25% mais combustível do que a 90km/h. A ideia não é andar devagar, mas sim manter uma média de velocidade. Se você sabe que o trânsito vai parar à frente, não adianta se apressar pois você terminará perdendo todo tempo que ganhou parado. O segredo é a regularidade.

Mantenha os pneus inflados

Manter os pneus sempre com a pressão correta definida pelo fabricante para sua condição de uso (pode variar de acordo com a carga ou número de passageiros) ajuda a gastar menos combustível, assim como manter os pneus balanceados e a direção alinhada. Não seguir estes passos pode aumentar o consumo em até 10% e ainda diminuir a vida útil do jogo de pneus.

Minimize o arrasto aerodinâmico

Qualquer elemento adicional do lado de fora do veículo, como barras no teto, spoilers e aerofólio, pode prejudicar a aerodinâmica aumentando a resistência do ar. Isso também vale para os carros aventureiros, cercados de plásticos e mais altos do que as versões normais. A aerodinâmica prejuducada pode aumentar o consumo em até 20%.

 

Aumento de 6,6% na gasolina, anunciado pela Petrobras
Aumento de 6,6% na gasolina, anunciado pela Petrobras Foto: Fabio Teixeira / Agência O Globo

 

Use ar-condicionado com moderação

Ter ar-condicionado no carro no Rio de Janeiro é questão de sobrevivência, mas há como otimizar seu uso. Ao deixar o carro parado no sol não ligue o sistema de imediato, abra as janelas e deixe o ar externo circular por algum tempo, até mesmo em movimento, para ajudar o sistema. Ligue o ar-condicionado desligando a recirculação de ar e mantenha ao menos duas janelas abertas por alguns minutos para o ar mais quente sair. O ar-condicionado pode aumentar o consumo em até 10%.

Não carregue peso em excesso

Não transporte mais pessoas ou carga do que você precisa. Quanto mais peso um veículo transporta, mais combustível ele precisa. Um extra de 50kg pode aumentar o consumo em cerca de 2%.

Mantenha as revisões em dia

Mantenha o motor do carro sempre regulado, com óleo, fluidos e filtros em dia. Velas e filtro de ar em bom estado também é fundamental, tanto quanto abastecer seu carro sempre com combustível confiável.

Seguindo essas dicas você verá seu amigo frentista com menos frequência.

Extra

10 dicas para economizar combustível

combustivelDevido a safra recorde de cana-de-açúcar no início do ano, o governo cortou impostos e aumentou a quantidade de álcool na gasolina, com o intuito de forçar uma queda no preço do etanol. A queda aconteceu, mas pouco desse resultado chegou ao consumidor final. Nas usinas, o preço do etanol caiu 20% entre abril e março de 2013, já nas bombas dos postos de gasolina, a estimativa é que a redução tenha sido de apenas 3%.

Para otimizar a economia é necessário que o motorista tome alguns cuidados. Carregar muito peso, usar o ar condicionado sem necessidade e pegar trânsito são apenas alguns dos fatores que causam gastos extras no bolso. “O consumo de combustível está relacionado com o estilo de dirigibilidade do veículo, ou seja, com o condutor”, explica Milad Kalume Neto, Gerente de Desenvolvimento de Negócios da consultoria automotiva JATO Dynamics do Brasil. Abaixo, você confere dicas do especialista para andar mais e gastar menos.

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Manter as janelas fechadas

Estudos indicam que o uso do ar condicionado é mais eficaz do que deixar o vidro aberto, especialmente trafegando em velocidade mais alta, devido a resistência do ar no veículo. Mas não abuse, o ar condicionado provoca um aumento de 20% no consumo de combustível.

Poupar dispositivos elétricos

Faróis auxiliares, limpadores de para-brisa, ar condicionado, entre outros devem ser utilizados apenas pelo tempo necessário. Esses dispositivos elétricos podem provocar um aumento de consumo de até 25%, se forem utilizados sem limitações.

Evite o trânsito

Quando possível, evite horários de pico e verifique se existem caminhos alternativos, com menos congestionamento, para chegar ao seu destino. Manter a velocidade do veículo constante ajuda a economizar combustível.

Nunca use ponto morto na descida

Descidas de serras ou montanhas não devem ser feitas em ponto morto. O certo é descer engrenado e sem acelerar. Assim, o sistema de injeção bloqueia o combustível ao motor evitando qualquer consumo. Ao usar o ponto morto, o motor continua funcionando em marcha lenta.

Evite carregar excesso de peso

O aumento do peso, aumenta a resistência com o ar e, consequentemente, o consumo. Bagageiros de teto, por exemplo, podem ser retirados quando não estiverem sendo usados.

Troque as marchas corretamente

Quando marchas mais baixas são usadas em alta velocidade e vice-versa, o motor consome mais combustível. Seguir as orientações do manual do veículo é uma boa dica para ter conhecimento da velocidade ideal para as trocas de marcha.

Manter os pneus calibrados

A pressão baixa nos pneus provoca aumento do consumo, além de desgastar o carro. O mesmo acontece se o veículo estiver desalinhado.

Evite acessórios não homologados pelo fabricante

Aerofólios, spoilers e outros aparatos aerodinâmicos não testados pelo fabricante também aumentam a resistência do ar e, consequentemente, o consumo de combustível.

Fazer a manutenção do carro regularmente

É necessário checar regularmente e substituir o que for necessário. Um motor desregulado provoca aumento de consumo, além de desgaste prematuro do veículo. Usar óleo correto e procurar sempre assistência técnica autorizada ajudam na boa manutenção.

Não é preciso aquecer o motor

Se o tempo estiver frio, um rápido aquecimento, de até 30 segundos, já é suficiente para seguir com o carro. Evite grandes acelerações ou alto regime de rotação, que aumentam o gasto de gasolina.

 

 

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Saiba como calcular e economizar no seguro de vida

Getty ImagesFaixa etária e hábitos de vida saudáveis contam na hora de pagar seguro mais barato
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Faixa etária e hábitos de vida saudáveis contam na hora de pagar seguro mais barato

Pensar na morte não é muito agradável, mas, quando se trata de planejamento financeiro, todas as cartas devem ser colocadas na mesa. Se contratar um seguro de vida já foi visto como desnecessário ou ímã de mau agouro, hoje se tornou algo que pode evitar que uma família enfrente dificuldades em caso de falecimento do principal provedor.

Segundo Bento Zanzini, diretor-geral desse segmento no grupo Banco do Brasil-Mapfre, graças a essa mudança de pensamento o setor de seguros cresceu em torno de 14% ao ano na última década. Para 2013, a projeção é de que o avanço fique entre 13% e 15%.

 

“Fizemos pesquisas de mercado e percebemos que faltavam duas coisas para impulsionar o mercado: sobra de dinheiro e cultura de planejamento financeiro de longo prazo”, explica. O produto começou a se popularizar junto à classe média principalmente depois que o Brasil superou a época de hiperinflação, que corroía os ganhos de qualquer tipo de poupança.

Para Mário Sérgio de Almeida Santos, presidente do Sindicato dos Corretores de Seguros no Estado de São Paulo (Sincor-SP), o seguro de vida é indicado para todas as pessoas economicamente ativas. “Na falta do gestor da família, a família pode perder o padrão de vida”, diz. E é para evitar isso que o cálculo da apólice considera a renda mensal do contratante e por quanto tempo o valor conseguirá sustentar mulher e filhos, por exemplo.

 

“A partir do falecimento do provedor, até que a família se reequilibre são necessários de dois a três anos. Por isso, o cálculo da apólice, nesse caso, seria de 24 a 36 vezes o salário mensal do provedor”, explica Zanzini, do BB-Mapfre. “Nesse tempo vai passar o estado de choque da família, a esposa vai ter uma renda de sobrevivência, vai voltar a trabalhar e retomar a vida”, diz.

O valor do seguro de vida varia de acordo com a idade de quem contrata a apólice. “O seguro de R$ 100 mil de um jovem de 25 anos pode custar R$ 17, enquanto o de um idoso de 65 anos pode chegar a R$ 1.700”, diz Santos. Ou seja, o valor mensal é calculado a partir da probabilidade de o segurado vir a morrer nos próximos anos. A partir daí, o reajuste ocorre do mesmo jeito que nos planos de saúde: conforme o cliente passa de uma faixa de idade para outra, o valor pago pelo seguro sobe. Já o total da apólice é reajustado por índices relacionados à inflação.

Dicas para contratar um seguro

Algumas situações podem encarecer o seguro de vida. Fumantes pagam mais caro, enquanto pessoas que praticam exercícios ou possuem hábitos de vida saudável têm benefícios. Já atletas adeptos de modalidades mais arriscadas, como motociclismo ou automobilismo, também desembolsam mais. “O mesmo ocorre com envolvidos em política, senadores, prefeitos, pelo risco maior de sofrer algum atentado”, explica Zanzini.

Essas circunstâncias devem ser citadas ao preencher o formulário com a proposta do seguro. “Há perguntas para saber se a pessoa recebeu algum diagnóstico de doença, podem até ser solicitados exames para comprovar que a saúde está em dia”, diz o diretor do Banco do Brasil-Mapfre.

 

Ser honesto nessa hora fará a diferença no futuro, ressalta Santos. Isso porque, em caso de óbito, a seguradora envia ao médico que acompanhava a situação de saúde do segurado um questionário. Caso seja constatado que o cliente tinha doença pré-existente, a família pode ficar sem receber nada, e também pode perder o direito de reaver o dinheiro pago ao longo dos anos.

Além de morte natural, os seguros podem cobrir ainda morte por acidente, invalidez permanente e até doenças específicas, como o câncer de mama. “Algumas seguradoras adiantam parte do valor do seguro para que a pessoa possa usar em seu tratamento. Caso se cure, a diferença é acertada em prestações futuras”, diz Santos, do Sincor-SP. Fora a indenização, a apólice pode incluir acompanhamento médico e psicológico.

 

Antes de assinar um contrato, a dica geral é verificar se o produto é registrado na Superintendência de Seguros Privados (Susep), o que pode ser feito pelo próprio site do órgão público. O alerta também vale para corretores e representantes de corretoras.

E, mais importante que o valor da apólice, é o que ela contempla. Antes de olhar o preço, veja o que o produto oferece em caso de alguma eventualidade. “Vemos o mercado de maneira otimista. À medida que mais pessoas possam acessá-lo, elas tomam consciência de sua importância e contam para as outras”, conclui Zanzini.

 

 

Danielle Brant – iG