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‘Caminhos do frio’ tem show de Ton Oliveira e trilha ecológica em Bananeiras, no Brejo da PB

A programação da rota cultural Caminhos do Frio em Bananeiras, no Brejo da Paraíba, chega ao fim neste domingo (11). O fim de semana tem atrações como shows de Ton Oliveira, banda Anthares e Os Gibi’s, além de trilha ecológica, rapel e encontro de ciclistas.

Neste sábado (10), a programação começará às 7h, com uma trilha ecológica para a Cachoeira do Roncador, seguida por uma trilha 4X4, às 9h. Paralelamente, durante a manhã, acontecerão a Trilha Cultural do frio, que tem como tema Jackson do Pandeiro, e uma “Skate Session”.

No fim da tarde, Sérgio Duarte e Pagode das Antigas se apresentarão das 17h às 21h, na Praça Epitácio Pessoa. A partir das 22h, subirão ao palco da Praça Castro Pinto o artista Ton Oliveira, a banda Anthares e o grupo Os Gibi’s.

Já no domingo, às 8h acontecerá o “Pedal do Frio”, um encontro de grupos de ciclismo. Para o período da tarde, às 13h, está previsto o “II Rapel do Frio com Escalada”. As duas concentrações ocorrerão na Praça Epitácio Pessoa.

G1

 

III Caminhada Ecológica e Cultural acontece na Serra do Caxêxa, em Casserengue no curimataú paraibano

O grupo “Amigos das Serras” com a missão de preservar a Serra da Caxexa e os recursos naturais do bioma Caatinga, estão organizando no dia 07 julho de 2019, a III Caminhada Ecológica e Cultural: Trilhas na Serra da Caxêxa, com a concentração marcada as 7h, na comunidade Salgado em Casserengue – PB, no Curimataúu Paraibano. O objetivo da atividade é promover uma maior consciência a respeito da proteção da biodiversidade, a recreação, a interpretação, educação ambiental, turismo rural de base sustentável e o fortalecimento da agricultura familiar de base agroecológica das comunidades locais. Os Amigos das Serras tem como objetivo sensibilizar a população e o poder público para transformar a Serra da Caxêxa em unidade de conservação, vislumbrando o fortalecimento da economia local, a valorização da cultura e a preservação ambiental do bioma caatinga.

Pode participar dessa caminhada qualquer pessoa jovem ou adulta com saúde que goste de praticar exercícios físicos. Jovens menores de 15 anos poderão participar desde que os “pais” também participem do mesmo evento, acompanhando seus filhos. As inscrições custam R$ 50,00 o participante terá direito a um kit contendo (camiseta, água, café, almoço), aos interessados é só entrar em contato com “Amigos da Serras”: Chiquinho (83) 98119-1772 (whatsapp), Macilene 98203-7762 (whatsapp), Wagner 98144-5467 (whatsapp) ou Regivaldo 98165-7771 e acessando o link: http://casserengue.caminhadas.info/

Com um trajeto de aproximadamente de 7 km, a etapa irá contemplar um caminho de exuberantes belezas naturais e cênicas, que podem ser explorados para prática da caminhada ecológica, todo percurso será por “varedas ou veredas” como costumam chamar os povos curimatauzeiros. Lá os participantes poderão contemplar o verde da vegetação da caatinga e o ar puro, presenças constantes que deixam qualquer um impressionado. A Serra da Caxêxa é um local apropriado para práticas de esportes radicais como: rapel, montanhismo, escalada, mas também para outras atividades de interpretação da natureza, fotografia, observação de estrelas, piquenique, recreação infantil, acampamento, caminhadas e visitas a sítios arqueológicos.

Programação

Concentração às 7h na comunidade Salgado, os participantes confirmarão as inscrições, assinam a lista de presença e recebem os kits contendo (camiseta, água, senhas para café e almoço). Será servido então um café junino. Em seguida haverá uma abertura e alongamento, e teremos o início da caminhada saindo da comunidade seguindo pela trilhas das lavadeiras de roupa, até os tanques de pedras de Deca de Jué, segue para o serrote das trempes, segue por cima da Serra ate o ponto mais alto a 630m de altitude, passamos na pedra do Oratório onde será feita uma sessão de fotos e observação das pinturas rupestres.

De lá os participantes seguirão descendo pela trilha contemplando a natureza nos deparando com espécies da fauna e flora ameaçadas de extinção, onde serão feitos registros fotográficos. A caminhada segue para residência do Sr. Marcos onde passaremos cortando o leito do rio Curimataú. De lá os caminhantes embarcaram no pau de arara, que será animado com muito forró ate a comunidade Salgado com chegada prevista para o horário do almoço. A programação será encerrada com almoço, muita animação de um trio de forró pé de serra, uma feira com produtos da agricultura familiar, apresentação de artistas da região e outras atrações culturais.

A Serra da Caxexa

A Serra da Caxexa é um conjunto de montanha que está localizada na Mesorregião do Agreste da Borborema e na Microrregião do Curimataú Oriental no município de Casserengue – PB. A Serra abrange uma área de mais 600 há, está a 630 m de altitude acima do nível do mar, contém vegetação nativa do Bioma Caatinga, fauna e flora diversificada, riachos, tanques de pedras naturais, penhascos, paredões com mais de 70m de altura e sítios arqueológicos. A Serra tem sofrido ações antrópicas sobre a vegetação, e pinturas rupestres, sobretudo pela falta de conscientização da população e a ausência do poder público.

Outro aspecto importante é que, nas últimas décadas, uma das atividades que mais tem se expandido sobretudo no estado da Paraíba é extração de minérios. Em Casserengue essa atividade vem sendo explorada desde a década 1990 em varias comunidades, e já existe muita especulação para iniciar a extração de minérios também na Serra da Caxexa. Mantida a tendência, corre-se o risco de artificializar demasiadamente a paisagem, liquidando cenários de extrema beleza, e toda atratividade turística já que a Serra da Caxexa desponta como um dos locais mais visitados e citados do município. Para os cidadãos de Casserengue a Serra da Caxexa representa o cartão postal do município, e se a extração de minérios vi ser realizada naquele local será fatal para a economia, meio ambiente e toda sociedade de Casserengue e região.

 

 

 

Caminhada Ecológica pelo Roteiro Mata do Seró acontece no dia 11 de junho em Dona Inês-PB

Em meio ao clima Junino, praticantes de caminhadas estarão reunidos em Dona Inês, Município que está a cerca de 170 km da Capital João Pessoa, para uma caminhada ecológica.

O evento é realizado pela Secretaria Municipal de Educação e marca o encerramento da Programação da SAM (Semana de Ação Mundial).

A programação da caminhada ecológica terá início ás 07h00 no Espaço da Memória, no Centro da Cidade, com a recepção dos participantes com forró pé de serra, em seguida será servido um café e ás 08h00 terá início a caminhada.

A Caminhada pela mata do seró terá um percurso de aproximadamente 6km. É considerada de nível fácil, somente descida, com pequena subida e caminhada em local plano.

Terá ônibus para levar o participante do Espaço da Memória até o ponto de partida da Caminhada, no Sítio Canafístula, e para trazê-lo de volta para a Cidade.

A inscrição custa R$ 5,00 (cinco reais) e pode ser feita até a sexta (09), solicitando pelo e-mail: comunicacao@pmdonaines.pb.gov.br, ou na Biblioteca Municipal, em frente à Praça do Trabalhador. O Valor simbólico dará direto aos participantes; café da manhã, água e forró pé de serra, no Espaço da Memória e dentro do ônibus, durante o percurso da Cidade até o local de partida.

A Mata do Seró que fica a 03 km da Cidade de Dona Inês, é uma reserva de Mata Atlântica com 170 hectares preservada, pertencente ao INCRA, com uma flora rica em: ipês, jucá, pitiá, murici, jatobá, barrigudas, pau açu, e uma grande variedade de bromelhas. Lugar propício para fazer trilhas, visitar e respirar o ar puro, pois funciona como o pulmão de Dona Inês.

As trilhas mapeadas na mata podem ser conduzidas por guias treinados no curso de TRILHAS E CAMINHADAS ECOLÓGICAS promovido pelo SENAR, estando as mesmas cadastradas no Anda Brasil.

 Assessoria

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Conselho Mundial de Igrejas destaca importância da encíclica ecológica do Papa

O Conselho Mundial de Igrejas (CMI) afirma que a encíclica ecológica do Papa Francisco, Laudato si, se destaca por falar sobre a necessidade de estabelecer um diálogo entre política e economia, e entre as religiões e as ciências, como uma condição sine qua non para responder à crise ecológica, de forma efetiva.

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O CMI assinala ademais o trabalho que as igrejas e organizações ecumênicas vêm desenvolvendo há décadas no cuidado da Terra e nos assuntos relacionados com a justiça climática. “É hora de que nos centremos na nossa responsabilidade compartilhada como seres humanos, e nas maneiras como as igrejas podem apoiar quem estão dispostos a fazerem as mudanças necessárias”, afirma o reverendo Olav Fykse Tveit, secretário geral do Conselho.

Para ele, a encíclica demonstra a todos que esses assuntos são centrais na fé cristã e que devem ser enfrentados como questões de justiça e paz, “unidos como cristãos e igrejas, com todas as pessoas que se preocupam com nosso futuro comum”.

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Tveit também ratifica o reconhecimento de que outras igrejas e comunidades cristãs têm desenvolvido uma ampla preocupação e reflexão sobre os temas ambientais. Ele também destaca, na encíclica do Papa, as referências à dívida ecológica e a afirmação de que o “acesso à água potável e segura é um direito humano básico, fundamental e universal”.

Guillermo Kerber, encarregado do programa sobre Cuidado da Criação e Justiça Climática do CMI, também apoia a afirmação de Francisco de que a mudança climática é consequência da atividade humana e que tem maiores consequências sobre as comunidades mais pobres e vulneráveis. “A encíclica é um importante chamamento a atuar com urgência como indivíduos e cidadãos, assim como em nível internacional, a fim de dar una resposta efetiva à crise climática”, afirma.

 

Adital