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Problema cadastral é maior dúvida para saque do FGTS

caixaAs agências da Caixa que abriram as portas neste sábado para os trabalhadores tirarem dúvidas sobre saques de contas inativas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) tiveram movimento tranquilo, segundo a instituição.

A maioria das consultas foi em relação a contas com problemas cadastrais, que não aparecem em buscas na internet. São casos de empresas que não informaram o afastamento dos funcionários ou fizeram o depósito em um CNPJ diferente do informado na carteira de trabalho, beneficiários com mais de um número de PIS ou que mudaram de nome.

Em todo o país, foram abertas 1.891 agências, com 25.620 funcionários a postos. No edifício sede da Caixa, em Brasília, cinco caixas se prepararam para atender à demanda, mas quem chegava para tirar dúvidas não encontrava fila.

O empresário Alessandro Abreu dos Santos, 40, foi à agência com os filhos na expectativa de encontrar saldo em três contas inativas, mas uma delas, relativa a uma empresa de eventos em que trabalhou por cinco anos, não foi encontrada. Foi orientado a voltar com a carteira de trabalho e o CNPJ da empresa e já faz planos para o dinheiro: “Vou pagar dívidas”, afirma.

Quem conseguiu resolver os problemas na agência já pode deixar programada a opção de recebimento e, para quem tem contas na Caixa, autorizar o depósito automático do dinheiro. Foi o caso do advogado Matheus Batista, 34. Ele havia consultado o saldo pela internet e viu que não constavam contas inativas. “Tinha problemas cadastrais, mas trouxe meus documentos e já resolvi. Pretendo pagar dívidas com o dinheiro”, completou.

Reduzir inadimplência

Os recursos que serão liberados no âmbito das contas inativas do FGTS podem contribuir para reduzir a inadimplência da Caixa, à medida que parte dos trabalhadores opte por pagar dívidas, de acordo com o vice-presidente de Finanças e Controladoria do banco, Arno Meyer. “O uso dos recursos é livre, mas é recomendável que o trabalhador quite dívidas mais caras como crédito rotativo, cheque especial”, afirmou ele, que esteve na abertura da agência do banco na Avenida Paulista, em São Paulo.

Antevendo a demanda alta por informações, a Caixa aumentou em 20% a capacidade dos servidores para evitar problemas nos sites e triplicou a capacidade para o atendimento telefônico. De acordo com o vice-presidente de Tecnologia do banco, José Eirado, não foram registradas dificuldades. “O número de pessoas acessando os sites da Caixa nos últimos dias foi o dobro do que tivemos na Mega Sena da Virada, uma de nossas maiores demandas”, disse. Foram feitos mais de 60 milhões de acessos ao site e mais de 1 milhão de ligações para o atendimento por telefone.

Os recursos das contas inativas poderão ser sacados de 10 de março a 31 de julho, de acordo com um cronograma baseado na data de nascimento do beneficiário. Mais de 30 milhões de brasileiros poderão retirar o dinheiro, o que deverá injetar R$ 35 bilhões na economia.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Uol

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Desligar o roteador quando não está usando é errado? Tire sua dúvida

Desligar o roteador/modem quando não estiver em uso pode causar algum tipo de problema? Essa é uma questão que pode gerar dúvidas em usuários iniciantes. Se por um lado existe a preocupação com a conta de luz, por outro há o medo de que o aparelho perca as configurações.

Mas será que tudo isso é verdade ou não passa de uma lenda? Para ajudar, confira a seguir os prós e contras de manter o roteador ligado durante a noite ou quando for viajar e saiba qual a melhor opção para sua casa e seu bolso.

Por que deixar ligado?

Manter roteador ligado oferece mais praticidade (Foto: Carol Danelli/TechTudo)Manter roteador ligado oferece mais praticidade (Foto: Carol Danelli/TechTudo)

O principal motivo para manter o roteador ligado é a praticidade. Ter internet sempre que precisar é muito mais cômodo do que chegar em casa e ligar o modem; acordar, ter que conferir os e-mails e ligar o aparelho.

Além disso, a ação é mais vantajosa para casos de emergência, como em mensagens e ligações de madrugada. A maioria dos roteadores, ao serem desligados, demoram um tempo para sincronizar o sinal e estar apto para o uso. Esses minutos offline podem fazer a diferença.

Outra questão apontada por quem defende que o aparelho seja desligado quando ficar um tempo sem uso é a economia de energia. Isso pode até ser verdade, já que qualquer aparelho plugado na tomada consome eletricidade. Mas, se colocar na ponta do lápis, essa economia não passa de poucos reais. No geral, roteadores doméstico são dispositivos que consomem muito pouco.

Além disso, há o problema de diferentes dispositivos conectados ao mesmo tempo. Com cada vez mais aparelhos precisando de internet – de TVs a geladeiras -, desligar o modem com o passar dos anos não será mais uma opção se quiser que tudo funcione com todos os recursos.

Por que desligar?

Desligar roteador pode economizar alguns trocados na conta de luz (Foto: Luciana Maline/TechTudo)Desligar roteador pode gerar economia na conta de luz (Foto: Luciana Maline/TechTudo)

Economizar energia está entre os primeiros motivos para quem defende desligar o roteador quando não estiver em uso. Para muita gente, como aqueles que passam muito tempo fora de casa, tirar o aparelho da tomada é uma questão de consciência ambiental. E é claro que alguns reais a menos na conta de luz sempre é bom.

Outro fator está na própria conservação do aparelho. Desligá-lo pode prevenir que sofra com picos de luz e assim queime ou sofra com algum dano durante uma tempestade de madrugada, por exemplo.

Um dos motivos mais apontados para deixar o roteador ligado é que o dispositivo pode sofrer problemas de configuração ao ser desligado. Isso pode até acontecer em alguns modelos mais básicos, mas é muito pouco provável. A maioria dos roteadores contam com uma memória interna justamente para isso:  quando for religado, a última configuração será ativada. Ou seja, é muito difícil um roteador dar problemas de configuração ao ser desligado.

A segurança também é um motivo para deixar o modem desligado quando não está em uso. Uma pesquisa de uma desenvolvedora de antivírus constatou que mais da metade dos roteadores no Brasil usam as configurações de fábrica. Ou seja, estão vulneráveis a invasões. Assim, se você não entende muito de redes a melhor opção pode ser desligar o aparelho quando não estiver em uso para prevenir ataques e zelar pela segurança do seu Wi-Fi.

techtudo

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Deputado duvida que o senador Cássio Cunha Lima tenha recebido ameaças de morte

O deputado federal Luiz Couto (PT) pôs em dúvidas as ameaças de morte, que o senador Cássio Cunha Lima (PSDB), tem recebido em seu gabinete, no Congresso Nacional, por conta dos seus posicionamentos em favor do impeachment da Presidente afastada, Dilma Rousseff (PT).

Ele disse que o senador ainda não mostrou que cartas são essas, até porque muitas mensagens são escritas aos políticos e remeteu-se às cartas históricas de João Dantas publicadas no Jornal A União, que levou à morte do então governador, à época presidente da Paraíba, João Pessoa.

“Acho que tem pessoas que inventam coisas. Tem gente que se passa como outra figura para tentar destruir e colocar idéias que não correspondem à realidade. Tem gente que inventa coisas para continuar tendo a sua postura”, disse.

Foto: Ascom

Foto: Ascom

Couto defendeu a ala petista e os que estão favoráveis à permanência de Dilma na presidência da República de envolvimento com qualquer ato atentatório. O deputado foi enfático e disse não existir coisas dessa natureza por parte dos defensores da presidente.

“Da nossa parte o que nós defendemos é o processo democrático, a liberdade de expressão. Nós sabemos que esse impeachment só será revertido se nós ocuparmos as ruas, ocuparmos os espaços e colocarmos a resistência como elemento importante, assim como o debate e a luta permanente”, ressaltou.

O deputado até lembrou que esteve recebendo ameaças quando foi relator da CPI que denunciou o envolvimento de policiais, juízes, promotores e outras autoridades com grupos de extermínio e o narcotráfico no Nordeste. Couto lembrou que recebeu cartas, telefonemas de pessoas chamando sua atenção.

“Mas se a gente for levar em conta essas pessoas porque tem muita gente que vive o tempo todo só maquinando coisas ruins e maldades e aí inventa coisas que na realidade não existem. Da nossa parte, o PT tem trabalhado muito em cima de idéias, propostas e não usa desse tipo de expediente. Nós somos contrários a isso e queremos efetivamente que essas ameaças contra o senador sejam investigadas”, disse.

Segundo o deputado, o Congresso Nacional já deveria ter tomado as devidas providências para saber de onde partem essas ameaças para não colocar sob suspeita as pessoas que estão insatisfeitas com a posição que Cássio Cunha Lima assumiu ou se estão sendo feitas somente para jogar mais pedras na Geni, completou Luiz Couto.

FONTE: paraibaonline 

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Gum não é relacionado, e Flu tem dúvida na zaga para pegar o Grêmio

Gum estreou em 2013 no domingo, diante do VoltaRedonda (Foto: Nelson Perez / Fluminense. F.C.)
Gum estreou em 2013 no domingo, diante do Volta
Redonda (Foto: Nelson Perez / Fluminense. F.C.)

O Fluminense não vai contar com o zagueiro Gum na partida desta quarta-feira, às 22h (de Brasília), no Engenhão, pela segunda rodada do Grupo 8 da Libertadores. Com apenas uma partida em 2013, justamente no último domingo, contra o Volta Redonda, o zagueiro não foi relacionado pelo técnico Abel Braga para se preparar melhor fisicamente. Assim, fica a dúvida de quem será o companheiro de Leandro Euzébio. Anderson e Digão disputam a vaga, com mais chance para o primeiro, que foi titular nas duas últimas partidas.

De resto, Abel deve mandar a campo a base do time que conquistou o tetracampeonato brasileiro em 2012. Assim como Gum, Deco estreou na temporada no último fim de semana, mas se destacou com duas assistências, foi relacionado e deve começar a partida entre os titulares. Ausente da estreia contra o Caracas, Felipe também foi relacionado. A tendência é que o Tricolor vá a campo com a seguinte formação: Diego Cavalieri, Bruno, Leandro Euzébio, Anderson (Digão) e Carlinhos; Edinho, Jean, Deco e Thiago Neves; Wellington Nem e Fred.

Depois da vitória sobre o Caracas na estreia e da surpreendente derrota do Grêmio para o Huachipato em Porto Alegre, o Fluminense pode abrir seis pontos de vantagem para o rival brasileiro. Por isso, a partida é considerada nas Laranjeiras a primeira com caráter decisivo em 2013.

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– Já comentamos isso internamente. Sem dúvidas de que é um jogo decisivo e importante para o grupo. Tanto que todo mundo treinou diferente essa semana. No sábado rolou o Desfile das Campeãs e a galera ficou só até 2h. Se não tivesse um jogo tão importante pode ter certeza de que todos ficariam até às 7h (risos) – frisou o camisa 9, descartando qualquer sentimento de vingança pelo fato de o Grêmio ter sido uma das poucas equipes que o Fluminense não conseguiu derrotar na campanha de seu quarto título brasileiro.

– Vingança não, mas estamos atentos às dificuldades que vamos enfrentar nesta partida. O Grêmio tem uma equipe de muita qualidade, que toca a bola bem e tem nos proporcionado problemas nos últimos jogos. Ainda mais no ano passado. Não digo que ficou engasgado, mas temos que nos precaver. Em 2013 eles se reforçaram ainda mais. Não podemos dar espaços para o Barcos. Outros jogadores também podem desequilibrar, como Elano, Zé Roberto, Cris…

 

 

Globoesporte.com

Eleitor de Russomanno muda de voto por dúvida e medo

Medo de pagar mais com a tarifa proporcional para o transporte público, explicações confusas do candidato sobre essa e outras propostas, plano de governo fraco feito por um “laranja”, dúvidas acerca de sua capacidade de gerir uma cidade como São Paulo, falta de transparência sobre a ligação com a igreja. O eleitor vai listando os motivos que o fizeram, a poucos dias das eleições, desistir de Celso Russomanno (PRB), que liderou as pesquisas de intenção de voto até a reta final, mas acabou derrotado no primeiro turno.

O jornal “O Estado de S. Paulo” voltou a conversar com eleitores que há 15 dias haviam declarado, em uma reportagem, voto ao candidato do PRB. No anonimato das urnas, nenhum deles manteve-se fiel a Russomanno. Dividiram-se principalmente entre Fernando Haddad (PT) e José Serra (PSDB) ou anularam o voto, retrato do resultado nas urnas no domingo (7). Poucos dias antes, ninguém imaginava esse cenário.

“Ah, eu não senti firmeza no Russomanno, sabe? Sempre fui petista! Aí pensei: melhor ficar no mesmo do que mudar para pior, não é?”, disse a costureira Domingas Martins de Jesus, de 51 anos, de Cidade Tiradentes, reduto do PT onde às vésperas do pleito Haddad ainda perdia para candidato do PRB. “(Na urna) Cheguei a pensar no Russomanno, mas desisti. Sou baiana e na minha terra o Lula fez muito, levou água pro sertão.”

Católica, com uma irmã evangélica e a outra da denominação Testemunhas de Jeová, ela diz que não ficou claro “de que lado” o candidato estava. “Eu respeito todas as religiões, mas essa coisa de ele não se revelar… E ainda querer envolver a igreja na política, isso não ia dar certo!”

A diarista Bernadete de Souza, de 37 anos, pensa como Domingas. Moradora do Grajaú, no zona sul, outro reduto petista, e fiel à Assembleia de Deus, inicialmente ela avaliou que seria bom eleger alguém ligado aos evangélicos. À medida que a disputa avançava, pensou melhor: “Não estou votando para bispo, mas para prefeito!”. E deu seu voto ao PT.

Outra dúvida uniu as duas mulheres, e o extremo leste à zona sul: se seus filhos pagariam mais pelo transporte público com Russomanno na Prefeitura. A campanha do PT usou a tarifa proporcional para desconstruir o projeto do PRB, sem ter de fazer ataques pessoais ao candidato.

Flávio, filho de Domingas, pega ônibus, trem e metrô para chegar ao laboratório onde trabalha como recepcionista na Avenida Paulista, em um trajeto que dura 1h30. “A gente ficou na dúvida: será que pagaria mais?”, diz ela, ainda com um ponto de interrogação no final da frase. “Na dúvida, melhor não arriscar”, completa a costureira.

A dona de casa Sandra de Souza Custódio Novaes, de 40 anos, ficou em dúvida até o último momento. “A tarifa influenciou”, ela diz, mas a falta de experiência do candidato do PRB na política e um plano de governo, em sua opinião, irrealista foram determinantes. “Acho que ele (Russomanno) prometeu coisas que não conseguiria cumprir. É sempre assim quando não se é político”, diz. Diante da urna, decidiu anular o voto.

A falta de experiência foi o mote dos discursos de Serra e Haddad contra Russomanno e contou para que a agente de turismo Paloma Tonin, de 28 anos, pensasse melhor. “Eu tendia para o Russomanno, mas vi que não tinha prática. Também li na internet a proposta dele e achei fraca”, diz, mencionando ainda escândalos revelados na campanha. “É, ele (Russomanno) me pareceu ser um pouco falso”.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo

Benjamim duvida de empenho de Efraim Filho na campanha de Estelizabel

O deputado federal Benjamin Maranhão (PMDB), que protocola licença na Câmara Federal nesta segunda-feira (2), para se de dedicar à campanha do PMDB em João Pessoa, duvidou, neste final de semana, que o seu adversário político, Efraim Filho (DEM) vá se dedicar a campanha de Estelizabel Bezerra (PSB), em João Pessoa.

Mesmo indicado para disputar a eleição como vice na chapa da socialista, Efraim não demonstrou até agora nenhum interesse em se ausentar da Câmara Federal para acompanhar mais de perto o pleito eleitoral, a exemplo de que fez Benjamim e o tucano Romero Rodrigues, que concorre a Prefeitura de Campina Grande.

“Se ele não vai tirar é porque ele não vai participar da campanha”, disse Benjamim Maranhão.

Com a licença de Benjamim Maranhão da Câmara Federal, deve quem assume é o suplente Armado Abílio (PTB). No entanto, o peemedebista nega que a sua licença esteja condicionada ao apoio do PTB ao candidato José Maranhão.

“Não foi acordo. Foi uma decisão tomada em consenso para abrir um espaço para um suplente, pois, nós somos eleitos com a ajuda dos suplentes”, afirmou.

Já no caso de Efraim Filho, caso ele se afaste temporariamente das atividades em Brasília, o socialista Edvaldo Rosas, ocupará o cargo no Congresso Nacional.

Roberto Targino – MaisPB