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Presos fazem rebelião após apreensão de celulares e drogas na cadeia de Esperança-PB

Detentos da Cadeia Pública de Esperança, no Agreste do Estado, fizeram uma rebelião no final da tarde desta segunda-feira (10). De acordo com a direção da unidade prisional, o tumulto aconteceu depois que celulares e drogas foram apreendidos durante um pente-fino pela manhã, irritando os presidiários.

Ainda segundo a direção, um presidiário teria feito uma ligação para um programa de rádio local há cerca de duas semanas e a partir daí começaram as investigações a respeito do uso de celulares dentro da cadeia pública. E nesta segunda-feira o Grupo Penitenciário de Operações Especiais (GPOE) realizou a operação.

Foram aprendidos 16 celulares, carregadores, fones de ouvido e drogas. Uma escavação foi encontrada em uma cela pelos agentes, o que leva a direção a crer que os presos estavam com um plano de fuga.

Depois do pente-fino, os presidiários iniciaram a rebelião. Segundo a direção da cadeia, alguns se aglomeraram no pátio e outros tentaram quebrar as grades da unidade. O GPOE retornou ao local e conteve o tumulto. Logo em seguida, dez apenados envolvidos na rebelião foram transferidos para o Complexo do Serrotão, em Campina Grande.

 Foto: Marcelo Cândido/Arquivo Pessoal

G1

 

Polícia intensifica trabalho e mais um acusado é preso por tráfico de drogas em Solânea

Kelson Moreira Evaristo, 22 anos, residente na rua João Fernandes de Lima, centro de Solânea, foi preso após investigação da Polícia Civil da Paraíba, através da 21ª Delegacia Seccional de Solânea, em ação conjunta com a Polícia Militar, 7ª CIPM, nesta sexta-feira (07), por volta das 15:30 hs.

Com o investigado foi apreendida mais de 1/2 Kg de maconha destinada a comercialização.

Kelson, que já responde a crime de furto qualificado, será autuado por crime de tráfico de entorpecente e encaminhado a Cadeia de Solânea.

De acordo com a 21ª Delegacia Seccional de Solânea, o trabalho de combate ao tráfico de drogas e roubos estão sendo intensificados no período que antecede os festejos juninos de Solânea e região, sendo mais de 20 (vinte) pessoas presas nos últimos dias, parte delas nas operações “Tabuleiro” e “Aluir”.

FN com Polícia Civil

 

 

Grupo suspeito de tráfico de drogas e clonagem de cartões de crédito é preso, na PB

Uma quadrilha especializada em tráfico de drogas e clonagem de cartão de crédito foi desarticulada no início da noite da quarta-feira (5), em João Pessoa, durante uma operação realizada por equipes da Delegacia de Repressão a Entorpecentes da capital. Dez pessoas foram conduzidas à delegacia, suspeitas de envolvimento nos crimes. Entre os presos está um detento que cumpre pena em regime aberto e é monitorado por uma tornozeleira eletrônica.

Os suspeitos estavam em um motel no bairro do Bessa, no mesmo apartamento. De acordo com o delegado Bruno Victor Germano, já era a terceira vez que o grupo se reunia no mesmo local. Eles usavam os serviços do estabelecimento e pagavam com cartões de crédito clonados, causando prejuízo de R$ 20 mil.

Com o grupo, a polícia encontrou uma arma de fogo, com munições, celulares, além de cinco cartões de créditos possivelmente clonados.

O grupo foi descoberto durante uma investigação sobre a origem do dinheiro do tráfico de drogas. “Nessa investigação chegamos a essa quadrilha criminosa e descobrimos essa prática de clonagem de cartões de crédito”, afirmou o delegado.

Entre as dez pessoas conduzidas à delegacia, há três adolescentes com idades de 16 e 17 anos. Eles serão ouvidos pelo delegado e encaminhados à família. Os adultos serão autuados por crimes de estelionato, corrupção de menores e porte ilegal de arma de fogo e oferecimento de bebida alcoólica a menor de idade.

G1

 

Operação “Aluir” prende acusados de homicídio e tráfico de drogas na cidade de Arara

Uma operação integrada das Polícias Civil e Militar da Paraíba, através da 21ª Delegacia Seccional em Solânea, juntamente com a Polícia Militar, 7ª CIPM, prenderam investigados por homicídio e tráfico de entorpecente na cidade de Arara/PB, em ação realizada na manhã desta quinta-feira (06).

Na OPERAÇÃO “ALUIR”, que significa abolir, cair, foram presos dois investigados, sendo cumprido um mandado de prisão e cinco mandados de busca e apreensão expedidos pela Justiça.

Na residência e sítio pertencentes ao preso Henrique Felipe de Oliveira, 27 anos, foram apreendidas 01 pistola calibre .40, 01 revólver especial cal 38, 01 espingarda cal indefinido, 02 porções de crack, 01 porção de cocaína, 02 balanças de precisão, além de munição de calibre restrito.

Com fundamento em inquérito instaurado pela Polícia Civil, Delegacia de Arara, também foi expedido e cumprido mandado de prisão preventiva contra Josinaldo Alves de Sousa, conhecido como “TINHA”, 39 anos, pela praticada do último homicídio ocorrido em Arara, no dia 13 de maio de 2019.

Os presos na OPERAÇÃO “ALUIR” serão encaminhados a cadeia de Solânea.

FN com Polícia Civil

 

 

‘As drogas venceram mais uma vida’, diz mãe de mulher assassinada em Campina Grande

Nos corredores do Núcleo de Medicina e Odontologia Legal (Numol) de Campina Grande, a professora aposentada Irene Nunes aguardava a liberação do corpo da filha dela, Poliana Nunes Lourenço, 31 anos. Ela foi encontrada morta na madrugada desta segunda-feira (20), no bairro José Pinheiro, com marcas de oito facadas no corpo.

Segundo a investigação da Polícia Civil, o assassino entrou na casa dela com permissão, pois não havia qualquer sinal de arrombamento, mas ainda não há informações sobre possíveis suspeitos.

Enquanto aguardava o corpo da filha, Irene concedeu entrevista à TV Paraíba, onde contou parte da história que levou Poliana ao consumo de drogas. A mãe acredita que o crime não teve motivação por dívida de tráfico de drogas, mas sim por problemas com relacionamentos que filha tinha enquanto estava pelas ruas consumindo drogas.

No relato da mãe, um desabafo de quem por muitos anos tentou ajudar a filha. “Ela entrou logo cedo, quando tinha 12 anos. Começou andando com companhias ruins. No lugar de ir pra escola, ia pra favela, pra casa dos drogados. Eu fiz de tudo como mãe. Dei amor, cuidei dela. Mas não tive como defender do mundo das drogas”, disse a mãe.

Poliana Nunes Lourenço foi encontrada morta no bairro José Pinheiro, em Campina Grande, com marcas de facadas pelo corpo — Foto: Reprodução/TV Paraíba

Poliana Nunes Lourenço foi encontrada morta no bairro José Pinheiro, em Campina Grande, com marcas de facadas pelo corpo — Foto: Reprodução/TV Paraíba

Poliana foi mãe de três filhos. O mais velho era deficiente e morreu aos 15 anos de idade. Os outros dois filhos eram de 14 e 6 anos. “Desde o momento que começou a usar crack, ela destruiu tudo. Ela começou a vender tudo e a gente chegou a ficar sem roupa pra vestir. Ela tinha um filho especial e vendia até o respirador dele. Outra vez, o pai correu atrás dela porque ela estava com o último ventilador para vender e usar drogas”, contou Irene.

Segundo a mãe, Poliana chegou a ser presa depois que foi flagrada com um namorado suspeito de tráfico de drogas, em João Pessoa. A família mudou para Ingá e também para Campina Grande, na tentativa de evitar novos problemas.

“Ela não se controlava. Coloquei em quatro clínicas, mas ela fugia. Uma vez ela saiu de Caruaru, em Pernambuco, andando e pedindo carona pra conseguir voltar pra favela. Fui buscar ela dentro da favela e levei ela pra casa sem nada, porque ela tinha vendido tudo. É como se a droga fosse um Deus para ela. Quando faz falta e não tem pra usar, eles fazem de tudo”, conta a mãe.

No fim da entrevista, Irene Nunes falou sobre o sentimento com a morte da filha e sobre a luta travada contra as drogas.

“Tá um vazio muito grande. Porque as drogas venceram mais uma vida na terra. Minha filha passou 20 anos tentando sair e me dizia: ‘Eu quero ir pra casa passar um Natal, um Dia das Mães com a senhora, mas eu não consigo’. Ela não passava uma hora sem usar. Toda mãe que tem um filho nas drogas sabe o que estou passando, porque a gente se sente desarmada”, disse.

Investigações da Polícia Civil

De acordo com a delegada de homicídios responsável pelo caso, Nercília Dantas, a Polícia Civil foi acionada ao local pela Polícia Militar, após a mulher ter sido encontrada morta dentro da casa onde morava em Campina Grande.

“Nós fomos chamados até o local pela PM, a vítima aparentemente morava sozinha, ela tinha 31 anos, era natural de João Pessoa e há cerca de um ano estava morando em Campina Grande. Nós contamos com a ajuda da população no sentido de informar e fazer a denúncia do fato”, contou Nercília.

Conforme a delegada, a Polícia Civil ainda tem poucas informações tanto sobre o que aconteceu, quanto sobre a vítima. “O que nós soubemos é que a neta da proprietária da casa escutou um som alto e foi até a casa pedir pra baixar, o local estava com a porta aberta e, quando ela entrou, encontrou a mulher morta a facadas”.

Segundo a perícia, a vítima foi morta com cerca de oito facadas no pescoço e na cabeça. “No local não havia sinais de arrombamento, então provavelmente quem entrou lá foi com a permissão dela ou a conhecia, porque não havia sinais de arrombamento na casa e nós aguardamos mais informações para poder continuar as investigações”, frisou Nercília Dantas.

No local onde a mulher morava a polícia apreendeu vários livros. A delegada explicou que, até o momento, não se sabe qual profissão a vítima exercia, mas que ela tinha hábito de escrever. “Todo esse material foi levado para ser analisado pela polícia, pra gente ver se tem alguma pista, se houve algum atrito, algum problema passional”.

Sobre quem teria cometido o crime, a delegada disse que ainda é cedo para apontar algum suspeito, mas pode ser um crime cometido por alguém que se relacionava com a vítima. “A cena do crime é o que a gente chama de ‘cena suja’, com bastante sangue, mas não há como concluir nada nesse momento, as investigações estão apenas começando”, concluiu.

G1

 

Mães são presas após tentarem entrar com drogas em presídio de Campina Grande

Duas mulheres foram presas neste domingo (19), em Campina Grande, após tentarem entrar com drogas na Penitenciária Máxima Padrão da cidade, onde ficam os presos provisórios.

De acordo com a direção do presídio, a primeira mulher, mãe de um detento que responde por roubo, tentou entrar na penitenciária com uma substância semelhante a maconha, em dois cabos de vassoura.

No segundo caso, a mulher, que tem 70 anos e é mãe de um preso que responde por latrocínio, foi flagrada também com maconha em carteiras de cigarro. Ela teria colocado a droga dentro de cada unidade de cigarro e chegou a lacrar as embalagens para tentar não ser flagrada.

G1

 

Operação de combate ao tráfico de drogas cumpre mandados de prisão, em Belém, PB

Uma operação integrada das Polícias Civil e Militar e do Corpo de Bombeiros está cumprindo mandados de prisão e busca de apreensão desde a madrugada desta quinta-feira (16), na cidade de Belém, no Brejo paraibano, com o objetivo de combater o tráfico de drogas e demais crimes violentos relacionados, como homicídios. Essa é a segunda fase da operação intitulada “Mão de Ferro”.

De acordo com informações do delegado, Luciano Soares, da Polícia Civil, 80 policias participam da operação. O nome “Mão de Ferro” faz referência ao poder das forças de segurança no combate à criminalidade.

Até as 7h30 desta quinta-feira (16), a Polícia Civil informou que seis homens foram presos, além de uma arma de fogo e grande quantidade de drogas, em Belém. Os suspeitos e o material apreendido foram encaminhados para a Central de Polícia de Guarabira e aguardam à disposição da Justiça.

G1

 

Mototaxista é preso em Guarabira suspeito de tráfico de drogas

Um mototaxista foi preso suspeito de associação e tráfico de drogas nessa terça-feira (14), na cidade de Guarabira, em uma ação integrada que envolveu policiais militares e civis e que também resultou na apreensão de substâncias semelhantes a crack e maconha. A ocorrência teve início com as guarnições da Rotam, comandada pelo sargento Washington, e Rádio Patrulha, sob o comando do cabo Rogério, ambas do 4º BPM (Batalhão de Polícia Militar), que realizavam as Operações Cidade Segura e Saturação e foram informadas de que um mototaxista em uma moto de cor preta estaria transportando droga e que teria pego um pacote contendo a substância ilícita em uma residência no Bairro Santa Terezinha.

Os policiais intensificaram as rondas na tentativa de localizar o mototaxista e foram informados, através do Copom, que um homem com as mesmas características e também em uma moto de cor preta teria arremessado um pacote às margens de um rio. As guarnições foram até o local e conseguiram encontrar o pacote contendo aproximadamente 160g de uma substância similar a crack, mas o suspeito não foi encontrado no local e o produto ilícito foi encaminhado pelos militares para a Delegacia de Polícia Civil.

Dando continuidade às diligencias, a guarnição do Comando do 4º BPM, juntamente com os policiais do GTE (Grupo Tático Especial) da 8ª Delegacia Seccional de Polícia Civil, saiu em busca do mototaxista envolvido na ocorrência e o localizou na residência dele, no bairro do Juá. Ao se aproximarem, os policiais visualizaram que ele arremessou três pequenos pacotes para o quintal de sua casa, que foram recolhidos e continham uma substância semelhante à maconha.

Na residência ainda foram encontrados dois aparelhos de telefone celular e a moto de cor preta que teria sido, segundo testemunhas, utilizada por ele na ação criminosa. O suspeito foi conduzido à delegacia para a autuação em flagrante.

As Operações Cidade Segura e Saturação, que deram início à ocorrência, foram realizadas durante o dia e noite na área central e comercial de Guarabira, Pirpirituba e Sertãozinho, além da zona rural de Araçagi. Sob o comando do capitão Arimatea, também contaram com os apoios do CPU (Coordenador de Policiamento da Unidade), tenente Danilo, e da CPTran.

Da Ascom/4ºBPM

 

 

 

30 quilos de drogas são apreendidos com menor, em Campina Grande

A Polícia Militar apreendeu mais de 30 quilos de drogas e diversos materiais utilizados para o tráfico, com uma adolescente de apenas 16 anos de idade. Os entorpecentes estavam em uma casa, no bairro das Três Irmãs, na cidade de Campina Grande, e foram apreendidos nesse sábado (11).

Policiais da Rotam e da Força Tática do 2º Batalhão receberam uma denúncia de que havia uma criança chorando em uma casa no bairro e, durante as diligências, encontraram a residência e uma adolescente de 16 anos de idade, mãe da criança. “Constatamos que embora o menino de três anos de idade estivesse chorando, estava bem e sem sinais aparentes de agressão ou maus tratos, mas sentimos um forte cheiro de substância semelhante à maconha, o que levantou nossa suspeita”, explicou o sargento J. Silva, da Rotam.

Nas buscas pelo local, e para a surpresa dos policiais, foram encontrados três sacos grandes e dois tabletes de maconha em um cômodo da casa.  A PM continuou o trabalho e também localizou uma prensa hidráulica, quatro balanças de precisão, e farto material utilizado para fracionamento e distribuição da droga, como tesoura, faca, fita adesiva e pequenas sacolas de plástico. O conselho tutelar e a mãe da adolescente foram informados e acompanharam a garota durante sua condução à Central de Polícia, no bairro do Catolé.

Foram apreendidos aproximadamente 30 quilos de maconha. A suspeita é que os entorpecentes iriam abastecer as bocas de fumo da região, e a PM continua as buscas por outros suspeitos que podem estar envolvidos com as drogas apreendidas.

 

PB Agora

 

 

 

Prevenção às drogas e álcool no ambiente de trabalho

segundo cálculos do Banco Interamericano do Desenvolvimento (BID), o Brasil perde por ano US$ 19 bilhões por absenteísmo, acidentes e enfermidades causadas pelo uso do álcool e outras drogas

Os acidentes de trabalho tornam-se problemas constantes devido ao uso de drogas lícitas e ilícitas no ambiente corporativo. As drogas prejudicam o cérebro fazendo com que ele funcione de forma alterada, afetando a concentração, a atenção, a tensão emocional e a capacidade intelectual. Com o uso das drogas a atividade funcional do colaborador é prejudicada, os gastos com despesas médicas aumentam, os atrasos e acidentes tornam-se mais frequentes prejudicando as organizações.

Segundo um relatório da Organização Internacional do Trabalho (OIT), 67% das pessoas com algum tipo de dependência química estão no mercado de trabalho. O Brasil perde por ano US$ 19 bilhões por absenteísmo, acidentes e enfermidades causadas pelo uso do álcool e outras drogas, segundo cálculos do Banco Interamericano do Desenvolvimento (BID).

O consumo de drogas é um dos principais problemas de saúde pública no mundo, a dependência química abala o convívio familiar, além de afetar as relações de trabalho e o lazer. Dados da (OIT), aponta que de 20 a 25%, dos acidentes de trabalho no mundo envolvem pessoas intoxicadas que machucam os outros e a si mesmas.

O Maxilabor Diagnósticos, centro de referência nacional e internacional em análises toxicológicas em parceria com o Instituto Brasileiro de Estudo e Avaliação Toxicológica (Ibemax), desenvolveu o Cuide – Programa de Controle do Uso Indevido de Drogas nas Empresas. Os objetivos do programa é promover a segurança, saúde e mais produtividade ao dissuadir o uso de drogas lícitas e ilícitas no ambiente corporativo, com o acompanhamento de profissionais da área de saúde, especialistas em dependência química e comportamentos compulsivos.

Com o intuito de afastar do ambiente de trabalho o uso de substâncias psicoativas muitas empresas buscam programas, alternativas e ações eficazes para combater esse perigoso inimigo da saúde e da segurança. Com técnicas consolidadas o uso de drogas deve ser abordado nas empresas focando a qualidade de vida para os colaboradores. Para o professor Dr. Anthony Wong vice-Presidente do Fórum Internacional de Testagem de Álcool e Drogas, “o programa Cuide é relevante para qualquer empresa, desde uma pequena organização com até 50 funcionários a uma multinacional com mais de 50 mil funcionários. A adesão ao programa é de 99,5% de todos os colaboradores, inclusive de quem já faz uso de substâncias psicoativas. O indivíduo que utiliza as drogas não quer ser refém delas, ao enxerga uma oportunidade de sair do julgo da escravidão causada pelas drogas”, afirma Wong.

A epidemia de crack e o uso abusivo de álcool são problemas muito sérios no Brasil. O crack não só circula nas ruas das cidades, mas muitas vezes começa em casa acabando com toda estrutura familiar. No ambiente de trabalho, as drogas lícitas e ilícitas são causas predominantes de acidentes, acarretando baixa produção e eleva o absenteísmo. Anthony Wong ressalta que a prevenção é sempre mais econômica do que o tratamento. “O programa Cuide é justamente uma forma humanitária, sensata e bem-sucedida em promover a prevenção do uso de drogas nas empresas e até nos lares”, conclui o professor Wong.

Sobre o Maxilabor

Fundado em 1999, o Maxilabor é um laboratório de análises toxicológicas com expertise para analisar as quatro matrizes: cabelo, saliva, urina e ar expirado. Essas análises são realizadas em território brasileiro, nas instalações da empresa, em São Paulo. Considerado um Centro de Referência Internacional em exames toxicológicos, o laboratório tem excelência em seus serviços e, por isso, sua gestão é baseada nos requisitos da Norma Internacional ISO 17025, sendo o primeiro laboratório deste segmento a obter tal acreditação (Certificado – CRL 0270).

Os laudos emitidos pelo laboratório são aceitos no exterior, pois a CGCRE/INMETRO mantém acordos de reconhecimento mútuo com 58 organismos de acreditação de 46 países, o que confere a aceitação da acreditação em todos esses países.

assessoria de imprensa