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Dramático! Palmeiras marca no último minuto e vence o Jorge Wilstermann na arena

(Foto: Marcello Fim/Framephoto/Estadão Conteúdo)
(Foto: Marcello Fim/Framephoto/Estadão Conteúdo)

A torcida encheu o Allianz Parque esperando a primeira vitória na Copa Libertadores, e ela veio no sufoco. Com um gol do zagueiro Mina aos 50 minutos do segundo tempo, o Palmeiras bateu o Jorge Wilstermann, da Bolívia, e assumiu a lidernaça do grupo 5 da competição.

O Palmeiras teve total domínio da posse de bola no primeiro tempo, mas sofreu para entrar na zaga boliviana. O Jorge Wilstermann se fechou com uma linha de 5 defensores e conseguiu controlar as jogadas ofensivas do Verdão. Na melhor oportunidade, Borja subiu sozinho e cabeceou para o chão, mas a bola encobriu o gol de Olivares.

Já na zaga o único susto que o Palmeiras levou foi na bola parada. Após cobrança de escanteio, Morales cabeceou, a bola pegou em Mina e Prass precisou fazer ótima defesa para evitar o gol contra do zagueiro colombiano.

A pressão palmeirense continuou na etapa final. Mina chegou a marcar após cobrança de falta, mas o auxiliar assinalou impedimento. Guerra teve outra boa chance. O venezuelano recebeu em posição legal, mas se atrapalhou na frente do goleiro e não conseguiu finalizar.

Keno e Róger Guedes entraram no jogo para dar mais velocidade ao sistema ofensivo. A dupla funcionou em lance aos 30 minutos. Keno deu bom passe e Guedes apareceu na cara do goleiro. O atacante dominou errado e a bola foi para a linha de fundo.

A torcida foi ficando impaciente com o placar em branco, mas o árbitro deu 6 minutos de acréscimo e a pressão aumentou. Quando o empate parecia sacramentado, Keno abriu para Róger Guedes, que cruzou rasteiro para o zagueiro Mina, em posição duvisosa, empurrar para o gol.

Com o resultado, o Palmeiras assumiu a liderança provisória da chave, com 4 pontos. O Jorge Wilstermann é o vice-líder, com 3. Nesta quinta-feira, Peñarol-URU e Atlético Tucumán-ARG duelam no Uruguai no fechamento da segunda rodada.

Band

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Em jogo dramático, Gum faz gol no fim e dá vitória ao Flu sobre São Paulo

fluminenseFoi dramático. A torcida do Fluminense compareceu ao Maracanã e torceu muito até o fim. O Tricolor carioca precisava da vitória para tentar fugir da zona de rebaixamento. O Criciúma venceu no sábado e aumentou a pressão. O time pressionou por boa parte do jogo os reservas do São Paulo, mais preocupado com a Copa Sul-Americana. A maior parte dos 37.310 presentes ao estádio – 34.459 pagaram ingressos, para uma renda de R$ 365,825,00 – sofreu com as chances desperdiçadas até os 43 minutos, quando o zagueiro Gum, com uma cabeçada mortífera, fez o estádio explodir de alegria: a vitória de 2 a 1 tirava um pouco a equipe do sufoco.

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Welliton abrira o placar para o São Paulo. Jean, um dos destaques da partida, levou o Flu ao empate, ainda no primeiro tempo, e Gum selou a vitória no fim, a segunda sob a direção do técnico Dorival Junior. Agora, o Fluminense está com 42 pontos ganhos, fora da zona de rebaixamento – pulou, virtualmente, para a 14ª posição. Na próxima rodada, sai para enfrentar o Santos no Prudentão, no interior paulista. Depois, receberá o Atlético-MG no dia 1º de dezembro e termina o Brasileirão contra o Bahia, dia 8, na Fonte Nova. O São Paulo, que se mantém com 49 pontos, na quarta-feira enfrentará a Ponte Preta na primeira partida das semifinais da Copa Sul-Americana, pegará o Botafogo em casa, domingo, e depois joga contra o Criciúma fora, no dia 1º de dezembro, e encerra dia 8, contra o Coritiba, no Morumbi.

Na saída de campo, enquanto Cavalieri ia perto da arquibancada e oferecia sua camisa de presente a uma menina, Rafael Sobis era um dos mais empolgados com a reação do time.

– Se o fim for sempre assim, não tem preço. Uma hora as coisas mudariam, e temos batalhado muito para que mudem. É a vitória que talvez faça a gente permanecer. Uma derrota aqui… A parte da derrota sabemos como é, a gente joga agora fora de casa, um lugar que a gente não conhece… É do futebol, sabe que isso dificulta. O grupo está unido, concentrado, ninguém faz polêmica, todo mundo aceita as críticas e trabalha.

No lado do São Paulo, Wellington, capitão do time na ausência de Rogério Ceni, lamentou a bobeada no fim.

– Não ficamos atrás esperando o Fluminense. Também tentamos a vitória e no fim, praticamente no último lance, tomamos o gol de bola parada – declarou Wellington.

Chances e gols

O empate por 1 a 1 no primeiro tempo acabou até modesto pela partida bem disputada, com boas chances e o domínio sempre mudando de lado – ficou mais tempo com o Fluminense. Com o apoio da torcida no Maracanã, o time sabia que teria de se lançar ao ataque logo de cara para surpreender o São Paulo. Em dois minutos, simplesmente criou duas chances de gol. Duas. Na primeira, Samuel se enrolou ao tentar driblar o zagueiro. Na segunda, em centro de Igor Julião, Wagner ficou com o grito de gol engasgado quando viu Denis fazer boa defesa.

Era a senha para o Tricolor carioca insistir. E a senha para o Tricolor paulista tratar de corrigir a marcação. Foi só reforçar a cobertura em Fabrício e adiantar o time que Muricy equilibrou a partida. Melhor, o São Paulo passou até a dominar. E com Jadson rápido na armação das jogadas e eficiente na cobrança de falta que passou perto do gol e assustou Cavalieri. O toque de bola do meio-campo começou a encaixar. E numa bela triangulação, que começou com o camisa 10 são-paulino, à la Ronaldinho, olhando para o outro lado, fez a bola chegar a João Schmidt. O toque de calcanhar foi para Welliton, que bateu no cantinho, aos 17: 1 a 0.

Mal o Flu se refazia do gol do São Paulo, levou susto com outro Wellington, num tirambaço para boa defesa de Cavalieri. Mas, dali em diante, o time carioca reequilibrou as ações, até porque. Jean e Wagner estavam incansáveis. Um no combate e chegando ao ataque. O outro porque chamava para si a responsabilidade de criar. Pela direita, pela esquerda ou pelo meio, de onde saiu o empate: Jean explodiu bomba no travessão. No rebote, Samuel arriscou. A bola foi na trave e contou com ajuda de Denis para Jean, de cabeça como um centroavante, não perdoar aos 25 minutos. Depois do empate, a torcida e a equipe se inflamaram. Sobis e Jean ainda tiveram chance de virar. Houve também um toque de mão de Fabrício na área, considerado involuntário pela arbitragem. Osvaldo, no fim, assutou o Flu. E o jogou seguiu empatado no primeiro tempo.

Euforia com Gum

Muricy trocou Lucas Silva por Caramelo no intervalo. Parecia adivinhar que o Flu forçaria pelo lado esquerdo de ataque suas jogadas. E o time carioca repetiu o roteiro da primeira etapa. Começou melhor. Rhayner, e depois Jean, tiveram boas chances ali pela esquerda mesmo. O toque do camisa 7 foi bonito, e passou bem perto do gol.

O São Paulo procurava os contra-ataques, explorando a velocidade de Osvaldo. E teve também o seu lance para reclamar da arbitragem: Welliton fez o giro e caiu na área, mas o árbitro mandou seguir. Pouco depois, Dorival Júnior cedeu aos pedidos da torcida e pôs o garoto Biro Biro no lugar de Rhayner, ali mesmo pela esquerda. O time ficou mais aceso. Igor Julião bateu cruzado, a torcida ficou com o grito contido mais uma vez. Era boa a oportunidade. O São Paulo parecia desinteressado. Muricy, aos berros, reclamava e resolveu mexer, trocando Welliton por Ademilson.

Dorival também mexeu. Tirou o apagado Samuel para arriscar com Marcelinho. O jogo estava à feição do Flu, que não encontrava o caminho do gol. Muricy tentava melhorar o São Paulo ao pôr Maicon no lugar de Fabrício. O Tricolor carioca pressionou até o fim. Aos 43, já sob o coro de “À bênção, João de Deus”, música que acompanha o time nas dificuldades e nos bons momentos, a justiça foi feita para quem mais buscou o gol: em escanteio, Gum subiu mais que todos e mandou, de cabeça, a bola mortífera: era a virada tricolor que faltava no Brasileirão. A festa estava completa.

 

 

Globoesporte.com

Filho de Rosana Jatobá é internado em UTI; ex-global faz relato dramático

rosana jatobáA ex-global Rosana Jatobá passou por momentos delicados na semana passada: seu filho Benjamin, de 2 anos, teve de ser internado na UTI de um hospital de São Paulo, após uma crise respiratória. O relato do momento dramático foi contado pela própria Rosana em seu site oficial, “Universo Jatobá”.

“De repente ele acorda chorando na madrugada, arfando e com um forte chiado no peito. Faço uma nebulização e ele adormece. 3 horas depois, desperta ainda mais cansado, quase sem voz e vomitando. Pressinto uma nova crise respiratória, como a que ocorreu 1 ano atrás, e corro para o hospital. As médicas de plantão arregalam os olhos e não escondem a preocupação pela gravidade do quadro. Pulmões fechados. Sintomas de uma pré-falência respiratória”, escreveu a jornalista.

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“As manobras começam. Pufs de medicamentos nas vias aéreas para abrir os brônquios a cada meia hora, cortisona na veia, máscara de oxigênio, gás hélio…e nada. 3 horas depois, ida para a emergência do Pronto Atendimento para um novo procedimento: evitar a fadiga dos pulmões com uma máscara de pressão de oxigênio. 4 períodos de sedação com a máscara no rosto, por onde entrava um jato forte de ar. Pouca coisa muda. O risco de uma nova crise ainda existe”, seguiu ela.

“‘Vamos para a UTI, disse a médica. Se algo acontecer, temos como responder com rapidez e segurança. Ele ainda está muito cansado.’ Gelei. Mas decretei: ‘Eu sei que ele vai sair dessa. O meu amado filho tem apenas 2 aninhos e não vai nos deixar tão cedo'”, seguiu ela em seu relato. “Tenho medo, muito medo. Fecho os olhos e rezo. Quando a médica diz que a situação continua grave, que talvez precise entubar, desabo e choro.”

O relato segue: “Aos poucos, ele começa a dar sinais de melhora. A saturação se estabiliza e a pulsação cardíaca volta ao normal. Ele reage lentamente, até que dispensa os remédios mais fortes e evita a intubação. O rosto da médica já é outro. Mas ainda não é hora de celebrar.”

“Passo a noite de olho nos monitores. Quadro estável. Espera interminável. De repente, o Benja abre os olhos, retira a máscara de oxigênio da boca e revela o que ele pensa sobre o equipamento que o ajudou a sobreviver: ‘Mamãe, olha a tromba do elefante’! E canta: um elefante incomoda muita gente, dois elefantes incomodam muito mais…Um misto de gargalhadas e lágrimas toma conta da gente. Hoje é sábado de Aleluia. Aperto a mão do meu marido. Gratidão e a certeza de um amor ainda maior”, escreveu Rosana.

O pequeno, que já deixou a UTI, está melhorando e deve ter alta em breve.

 

 

flashland

Padre Djacy – Apelo dramático aos professores universitários em greve

 

“Estou desesperada, revoltada com essa greve que não termina”.

“Padre, três meses em casa, de braços cruzados, nem estudo, nem emprego”.

“A cada dia que passa, vou ficando estressado, triste, sem graça. Essa greve já passou dos limites, já está fazendo a gente perder até a esperança na vida”.

Uma mãe me falou: “meu amigo padre, meus filhos estão em casa, chateados, magoados, tristes, desesperados com essa greve sem fim. Eu, como mãe, não suporto ver meus filhos sofrendo tanto”.

Outra mãe: “aluguei um apartamento para minhas duas filhas. Veja o que acontece: minhas filhas em casa, e eu pagando o aluguel. Estou revoltada, muito revoltada”.

Uma jovem universitária me falou: “padre Djacy, estou perdendo a esperança de concluir meu curso e de arrumar um emprego. Minha vida, por causa dessa greve, vai ficando escura, estou vendo a hora pegar uma depressão”.

            Após ouvir alguns universitários sertanejos, especificamente do Vale do Piancó, manifestando seu desespero, seus tormentos, seu pessimismo e revolta, resolvi, na condição de cidadão e pastor, fazer um humilde apelo aos heróis professores universitários.

            Queridos professores grevistas das Universidades Federais do meu Brasil, da minha amada Paraíba, vocês têm todo meu apoio na sua luta por melhores condições de trabalho, por salário justo, digno, e outras reivindicações meritórias. Parabéns pela luta renhida. Porém, com quase três meses de paralisação, questiono o seguinte: é justo deixar milhares e milhares de estudantes sem aula? É justo, que nossos sofridos estudantes universitários fiquem em casa, parados, perdendo tempo, perdendo o entusiasmo pelos seus estudos e, o pior, perdendo a esperança de dar continuidade ou concluir o seu tão sonhado curso? É justo, senhores professores,que nossos estudantes se desesperem, percam o otimismo, a esperança, e entrem em estado de angústia, desespero, melancolia, depressão?

            Senhores professores, o governo federal já lhes apresentou várias proposta de  aumento salarial e outras efetivas soluções, então, por que não parar com essa greve  que, indubitavelmente, está causando desespero e revolta à classe estudantil e à sua família? Por que não encerrar essa greve (justa) e dá um tempo ao governo para que o mesmo estude a viabilidade de apresentar-lhes outra contraproposta satisfatória? Será que não chegou a hora de pensar nos sofrimentos dos alunos, de sua família e da própria sociedade? Será que não chegou a hora de pensar nas terríveis conseqüências que essa greve está causando na vida dos pobres estudantes? Lembrem-se, senhores professores, essas conseqüências terão suas marcas profundas, indeléveis, na história acadêmica e profissional dos nossos heróis estudantes.

            Numa luta reivindicatória, não podemos priorizar somente a razão, mas o coração, também. Por isso, pergunto-lhes: não chegou o momento de deixar o coração ou a sensibilidade falar, agir, para o bem da própria categoria e felicidade dos estudantes?

            Senhores professores, vocês são formados, a maioria com mestrado, doutorado. Todos, que benção, com seus empregos garantidos. Sonhos realizados! Agora, peço-lhes, até pelo o amor de Deus: pensem nos pobres estudantes que ainda, coitados, com muito sacrifício, dificuldades, batalham para concluir seu curso tão sonhado. E o pior, seus professores, terão que enfrentar uma luta renhida, desigual, cruel, para conseguir seu lugar no mercado de trabalho. Se conseguirem, claro, será um MILAGRE.

            Senhores professores, entendo a situação de vocês, aliás,repito,têm meu incondicional apoio, mas, por favor, com a sensibilidade que lhes é inerente, façam uma reflexão e tomem a melhor decisão: a decisão de voltar às salas de aula. Só assim, a esperança, a alegria, o entusiasmo e a felicidade voltarão a reinar nos corações dos queridos acadêmicos. E o Brasil agradecer-lhes-á.

Padre Djacy Brasileiro

O texto é de inteira responsabilidade do assinante