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Garoto de doze anos que trabalhava para o trafico é executado no Bairro dos Novais

Um adolescente de apenas 12 anos, quase uma criança, foi executado na noite deste domingo (3), na Rua Marta da Luz no bairro dos Novais em João Pessoa.

Jonny Gabriel Dias, foi assassinado com três tiros, sendo dois na cabeça, por dois homens que chegaram e fugiram a pé, há poucos metros da casa onde morava com a mãe e o padrasto.

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Os primeiros levantamentos feitos pela policia, dão conta que o adolescente trabalhava como “aviãozinho do tráfico”, o que leva a policia acreditar que o crime, foi cometido pela disputar da venda de drogas no bairro.

O delegado de homicídios Pedro Ivo, deu inicio as investigações para descobrir os assassinos de Jonny.

Garoto de doze anos que trabalhava para o trafico é executado no Bairro dos Novais
PB Agora

Doze pessoas são feitas reféns durante assalto em João Pessoa

Foto: Emerson Machado

Seis homens armados invadiram um escritório de contabilidade na tarde desta quinta-feira (17), no bairro da Torre, em João Pessoa. Doze pessoas foram feitas reféns e ficaram trancadas por cerca de 20 minutos em um quarto até a chegada da polícia.

De acordo com a tenente Driana Palitot, integrante do Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE) da Paraíba, por volta das 13h, a quadrilha chegou ao escritório e acionou a porta de vidro. Quando um dos funcionários veio atender ao chamado foi anunciado o assalto.

“Os bandidos invadiram o local e trancaram clientes e funcionários dentro de um pequeno quarto que fica nos fundos do escritório. Eles vasculharam o local e fugiram levando uma camioneta Nissan, notebooks, celulares, tablet e R$ 1.400 em espécie”, comentou a tenente.

A policial revelou que uma funcionária estava chegando ao escritório[bb] quando percebe a porta aberta e os documentos revirados. “Como a porta nunca fica aberta, a mulher estranhou. Daí, uma viatura do BOPE estava passando pelo local e foi acionada. O socorro não veio rápido porque às vítimas estavam trancadas e não tinham como comunicar o caso à polícia”.

Segundo a tenente, viaturas realizaram rondas pelas imediações do assalto, mas será difícil a prisão dos acusados porque as vítimas não souberam informar as características dos criminosos.

Hyldo Pereira

Portalcorreio

Doze cidades ainda esperam novas eleições municipais

Doze cidades brasileiras já têm data marcada para voltar às urnas em 2013 e escolher os seus novos prefeitos. Isso acontecerá porque, nesses municípios, o candidato eleito teve o registro negado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE)mas conseguiu mais de 50% dos votos válidos. Quando essa situação ocorre, a legislação diz que o segundo colocado não pode assumir o cargo.

A primeira cidade a realizar as chamadas eleições suplementares será Guarapari, no litoral do Espírito Santo. O novo pleito está marcado para 3 de fevereiro. Segundo o calendário eleitoral, os partidos terão até esta sexta-feira para registrarem as candidaturas. A campanha eleitoral está liberada a partir do sábado.

O candidato que conquistou mais votos em Guarapari, Edson Magalhães (PPS), foi barrado porque concorria ao terceiro mandato, segundo entendimento da Justiça Eleitoral. Em 2006, ele era vice-prefeito e assumiu a administração da cidade após a cassação do então prefeito. Eleito em 2008, conseguiu se reeleger em 2012, mas sua posse foi barrada pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE-ES). Fora da disputa, ele já declarou que vai apoiar seu vice, Orly Gomes (DEM), na eleição de fevereiro.

A próxima leva de eleições suplementares será no dia 3 de março. Moradores de quatro cidades de Santa Catarina (Balneário Rincão, Campo Erê, Criciúma e Tangará), três do Rio Grande do Sul (Erechim, Eugênio de Castro e Novo Hamburgo), uma da Bahia (Camamu) e uma de Mato Grosso do Sul (Bonito) terão de voltar às urnas. Em 7 de abril, será a vez dos mineiros de Biquinhas e São João do Paraíso escolherem seus novos mandatários.

Os custos de cada eleição varia de município para município, pois leva em conta critérios como a quantidade de eleitores e dificuldade de comunicação e acesso à cidade. Enquanto as novas votações não forem realizadas, o TSE determina que o presidente da Câmara de Vereadores da cidade assuma a prefeitura. A posse dos prefeitos eleitos em outubro está marcada para terça-feira.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Há doze anos pistoleiros não dão trégua à luta do Quilombo Brejo dos Crioulos

Doze anos de luta: pequeno resumo

Mais de 15 incursões pela retomada do território ocorreram de 2004 até o mês passado e em várias delas os Quilombolas foram recebidos à bala por pistoleiros. Em 2007, na retomada do território na Fazenda Vista Alegre de Albino Ramos, dois quilombolas foram feridos por balas de armas pesadas e outros presos ilegalmente. Neste período de 12 anos, houve vastas denúncias da atuação escrachada de pistoleiros armados na região. Vários despejos legais e ilegais foram realizados pela PMMG. A polícia federal realizou algumas ações aprendendo armas nas fazendas dentro do território.


Em 2011, Nesse mesmo processo de retomada, na Fazenda de Raul ArditoLerário, um quilombola foi esfaqueado por funcionário/jagunços da fazenda.Em setembro de 2011 foi necessário um acampamento durante uma semana na porta do palácio do planalto, para depois de 11 anos de luta, conseguir que a presidenta Dilma assinasse o decreto de desapropriação do território. Nessa mesma tentativa de retomada em 14/15 de setembro deste ano, ocorreu a morte de Roberto Carlos Pereira, funcionário/jagunço.

Segundo relato dos quilombolas, confirmado pelo Delegado da Polícia Civil, no sábado, dia 15 de setembro, os vaqueiros do fazendeiro Raul Ardido foram à fazenda retirar o gado, e com eles estava um grupo de pistoleiros armados. Foram flagrados armados pela polícia militar – 3 pistoleiros foram levados no período da tarde, outros 2à noite. Os 5 pistoleiros foram levados para a delegacia de Januária, todos pagaram a fiança e estão soltos e rodando a comunidade – inclusive a área ocupada.

Segundo os quilombolas, estes pistoleiros continuam ameaçando a comunidade.5 quilombolas trabalhadores estão hoje, presos em São João da Ponte. Neste período, várias audiências públicas de direitos humanos foram realizadas. Diante desse novo conflito, no dia 18 de setembro, o superintendente do INCRA de MG, Carlos Calazans, esteve na área reunindo com os Quilombolas.

A comunidade reivindicou a regularização do Território, questionou a morosidade do governo, alertou que já faz um ano da assinatura do decreto de desapropriação e o INCRA ainda não realizou a desintrusão de nenhum fazendeiro no território. Houve a promessa do superintendente do INCRA de que até dezembro de 2012 será realizada a avaliação e a indenização das 11 maiores fazendas que detêm em torno de 70% do território.

Fato

Doze anos de luta, vários conflitos ocorridos, vários quilombolas feridos, o decreto de desapropriação já assinado, uma morte ocorrida e os fazendeiros continuam em suas propriedades, com seus pistoleiros e do outro lado os quilombolas pretos e pobressem o território numa vida cheia de incertezas e insegurança.

Responsabilidade

O governo federal através da inércia e morosidade é o principal responsável por essa situação, mantendo assim o interesse do latifúndio, marginalizando os negros pobres quilombolas.Se houver vontade política, essa desintrusão poderá ser realizada até o final do ano.

O governo estadual através de suas polícias e o poder judiciário que juntamente na maioria das vezes serve ao latifúndio e penaliza os pretos e pobres.

Quando esse processo chegará ao fim?

O clima é tenso. A comunidade plantará e permanecerá nas áreas retomadas. A resistência e luta,das mais de 10 comunidadesde Brejo dos Crioulos, chegou ao limite da paciência. Será que o governo federal quer criar uma Nova Curva do “S” de Eldorado dos Carajás para agilizar a demarcação deste território? Ou ainda aposta no cansaço das comunidades? Entra governo, sai governo e a situação permanece. Muito discurso e nada de concreto. Será que os negros remanescentes de escravos precisarão de mais 500 anos para conquistar a terra livre?

Justiça,Liberdade e direitos para os negros pobres de Brejo dos Crioulos.

Comissão Pastoral da Terra– MG

CPT

PF desarticula susposto esquema de compra de votos e prende doze pessoas em Cajazeiras

A Polícia Federal prendeu na tarde desta quinta-feira (27) doze Jovens que se passavam  de representes de um Instituto de Pesquisa Popular, e realizando coletas de dados junto a população de diversos Bairros de Cajazeiras para aferir a intenção de voto.

De acordo com a denúncia, as Jovens de posse de um questionário, intercalava o eleitor,  em quem ele votaria para Prefeito, e dependendo da resposta, havia a contraproposta: “Dependendo do beneficio, você mudaria seu voto?” Positivamente, as Pesquisadoras fariam propostas remuneradas.

Quando a Polícia Federal chegou ao local para averiguar a denúncia, constatou a veracidade, e as pessoas envolvidas foram encaminhadas à Delegacia de Cajazeiras para as investigações devidas.

Os primeiros levantamentos apontam envolvimento de um membro do Partido dos Trabalhadores.

ClickPB, com folha do sertão

Doze Universidades Federais encerram greve após proposta de 15,8% a servidores

(Foto: Maiara Dornelles / G1)

Os professores da Universidade de Brasília (UnB), uma das maiores instituições federais do país, decidiram ontem encerrar a greve iniciada em maio. Por 130 votos a 115 e três abstenções, eles aprovaram em assembleia o fim da paralisação, com volta às aulas a partir da próxima segunda-feira. Assim, chega a oito o número de instituições federais que encerraram o movimento grevista, quatro delas apenas parcialmente, conforme balanço do Ministério da Educação.

A volta às aulas ainda depende do retorno ao trabalho de servidores técnico-administrativos. A proposta apresentada aos professores universitários em julho foi de reajustes entre 25% e 40% sobre os salários de março, a serem pagos em 2013, 2014 e 2015, na proporção de 50%, 30% e 20%.

Na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRS), a greve dos professores também foi encerrada, mas os servidores da universidade continuam parados e, portanto, não há uma decisão de quando os estudantes podem retornar. Situação parecida ocorre em quatro campi da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

Em São Paulo, os docentes da Unifesp no campus de Guarulhos também votaram pelo fim da greve. O MEC informou que o fim da greve e o retorno ao trabalho já foi aprovado também na Universidade de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA); Universidade de São Carlos (Ufscar) no campus de Sorocaba; 12 campi do Instituto Federal do Paraná (IFPR) e três do Instituto Federal do Acre (IFAC). De acordo com o ministério, caberá aos respectivos conselhos de cada instituição definir o novo calendário de aulas.

O professor Josevaldo Cunha, diretor do Andes-Sindicato Nacional e representante do comando nacional de greve, disse que uma nova rodada de assembleias em cada universidade será realizada na semana que vem. Segundo ele, a orientação do comando é favorável à continuação da greve, embora as assembleias tenham autonomia, a exemplo do que ocorreu ontem na UnB. Para Cunha, a categoria deve insistir em reabrir as negociações com o governo, já que o prazo final para o envio de projeto de lei ao Congresso com mudanças na carreira docente vai até o próximo dia 31 de agosto. – O comando está recomendando a continuação da greve – disse Cunha.

O Globo