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Doze filmes brasileiros disputam indicação para o Oscar

Ao todo, 12 longas brasileiros foram listados para disputar indicação para o Oscar. No ano passado, 22 produções estavam na disputa – o filme selecionado, na ocasião, foi O Grande Circo Místico, de Cacá Diegues. Confira a lista dos filmes selecionados deste ano:

  • Bacurau, de Kleber Mendonça Filho
  • Los Silencios, de Beatriz Seigner
  • A Vida Invisível, de Karim Aïnouz
  • Sócrates, de Alex Moratto
  • A Última Abolição, de Alice Gomes
  • A Voz do Silêncio, de André Ristum
  • Bio, de Carlos Gerbase
  • Legalidade, de Zeca Brito
  • Humberto Mauro, de André Di Mauro
  • Espero tua (re)volta, de Eliza Capai
  • Chorar de Rir, de Toniko Melo
  • Simonal, de Leonardo Domingues

A seleção não garante que o representante brasileiro de fato chegue a disputar a categoria de melhor filme internacional do Oscar. Apenas quatro filmes nacionais chegaram a disputar a estatueta: O Pagador de Promessas, de Anselmo Duarte, em 1963; O Quatrilho, de Fábio Barreto, em 1996; O Que É Isso, Companheiro? de Bruno Barreto, em 1998; e Central do Brasil, de Walter Salles, em 1999.

 

 

Veja

 

 

Doze cidades da Paraíba vão deixar de receber água da Operação Carro-Pipa

Foto:Divulgação
Carro-pipa (ilustração)

O governo federal definiu que vai encerrar o abastecimento de água de 12 municípios paraibanos que eram contemplados com a Operação Carro-Pipa, realizada pelo Exército brasileiro. A determinação é da Secretaria Nacional de Defesa Civil (Sedec) e do Ministério da Integração Nacional (MI) e já pode mudar a realidade dessas localidades a partir do mês que vem.

De acordo com a decisão, as cidades paraibanas estavam incluídas no programa, de maneira equivocada, já que não pertencem à região do semiárido nordestino. No Nordeste, a Operação Carro-Pipa só atende cidades do semiárido.

A determinação começou a preocupar as populações e os gestores públicos desses locais que vão deixar de receber água da operação. De acordo com Eugênio Alves, coordenador da Defesa Civil de Matinhas, município do Brejo da Paraíba e que está na lista das cidades que não vão mais receber o serviço, a decisão prejudica a maior parte da população do município.

“É muito difícil essa situação. Nós não temos água na cidade. Vivemos a base justamente desse serviço. Aumentamos os pontos de coleta de água na cidade e precisamos desses carros-pipa. Nossa zona rural é muito grande e a maior parte da população está lá. Não temos como abastecer essas pessoas”, disse, preocupado, o gestor.

Além de Matinhas, as cidades de Joca Claudinho, São Domingos de Pombal, Alagoa Grande, Alagoa Nova, Araçagi, Areia, Belém, Caldas Brandão, Cuité de Mamanguape, Gurinhém, Juarez Távora, Lagoa de Dentro, Pilar, Pilões, Pirpirituba, São Miguel de Taipu, Serra da Raiz, Serra Redonda e São Vicente do Seridó.

As prefeituras desses municípios assinaram um documento em conjunto, que foi enviado ao Ministério da Integração, pedindo a revogação da decisão. Segundo a determinação, o prazo para que essas cidades saiam da rota da Operação Carro-Pipa é de 180 dias, contados a partir do recebimento da notificação pela cidade.

Por Pedro Alves

 

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Operação de combate a clonagem de carros prende pelo menos doze em João Pessoa

Um major está entre as doze prisões realizadas até as 7h20 desta quarta-feira (24) durante uma operação de combate ao comércio de veículos clonados em João Pessoa. Com o policial, a policia apreendeu dois veículos roubados. Segundo informações da Polícia Civil, os suspeitos integravam um grupo que receptava veículos roubados e adulteravam o chassi e adotavam uma placa “fria”.

A operação foi realizada em três bairros de João Pessoa. Os suspeitos foram encaminhados para Central de Polícia, no bairro do Geisel, em João Pessoa, após passarem por exames de corpo de delito, na Gerência Executiva de Medicina e Odontologia Legal (Gemol).

Além das prisões, a Polícia Civil também apreendeu carros com suspeita de adulteração. Ainda de acordo com a polícia, pelo menos dois dos suspeitos presos já tinham sido detidos anteriormente em operações da Delegacia de Roubos e Furtos de veículos pela prática de clonagem de carros.

Os detalhes da operação devem ser repassados pela polícia em uma entrevista coletiva na manhã desta quarta-feira (24) na Central de Polícia. Até as 7h10, a operação ainda estava em curso, segundo a polícia.

G1

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Serraria está entre as doze cidades da PB que podem ficar sem prefeitos

petronioA homologação do resultado das eleições de prefeitos em 12 municípios paraibanos ainda depende do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Os candidatos eleitos estão com registros questionados.

Se a palavra final da Justiça Eleitoral for pelo indeferimento de suas candidaturas, eles não serão diplomados e quem vai assumir o comando das Prefeituras serão os presidentes das Câmaras, até que a Justiça Eleitoral convoque eleições suplementares.

Conforme levantamento Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB) dos 16 recursos que subiram para o TSE questionando registros de candidaturas dos eleitos, apenas quatro tiveram os recursos julgados e liberados: Lemoar Benício (PTB), de Catolé do Rocha; Dr. Verissinho (PMDB), de Pombal; Cláudio Freire (PMDB), de Gurinhém, e José Maurícelio (PSB), de São João do Rio do Tigre.

Com exceção de Emerson Panta (PSDB), eleito em Santa Rita, que teve o registro barrado pelo TRE e ainda aguarda o julgamento de seu recurso, todos tiveram as candidaturas liberadas pela Corte Eleitoral paraibana, mas houve a interposição de recurso contra o deferimento para o TSE, por parte coligação adversária e/ou do Ministério Público Eleitoral.

Além de Panta, estão com registros deferidos com recurso ainda pendentes de julgamento no TSE os candidatos eleitos dos seguintes municípios: Alhandra, Renato Mendes (DEM); Amparo, Inácio Luiz Nóbrega (DEM); Caturité, José Gervásio (PSD); Gurinhém, Cláudio Freire (PMDB); Massaranduba, Paulo Oliveira (PSDB); Maturéia, José Pereira (PDT); Picuí, Olivanio Dantas (PT);  Riachão do Poço, Maria Auxiliadora; São José da Lagoa Tapada, Cláudio Antonio, o Coloral (PSD); Serraria, Petrônio de Freitas (PSD); e Uiraúna, João Bosco (PSDB).

Panta não será diplomado

Em Santa Rita, a juíza Flávia da Costa Lins Cavalcanti, da 2ª Zona Eleitoral, marcou para o dia 16 de dezembro a diplomação dos vereadores eleitos da cidade, excluindo o médico Emerson Panta (PSDB).

Conforme despacho, a  magistrada justifica que deixou de proclamar Panta como prefeito eleito de Santa Rita, porque seu registro de candidatura encontra-se sub judicie, restando a o reconhecimento da validade dos votos obtidos por ele em instância superior.

Após ter o registro indeferido pelo TRE, que o considerou inelegível por uma suposta demissão da Prefeitura de João Pessoa por abandono de emprego, o tucano interpôs um recurso especial no TSE com o objetivo de reverter o acórdão da Corte Eleitoral paraibana. O Ministério Público Eleitoral (MPE) já emitiu parecer favorável ao provimento do recurso de Panta, que  se encontra desde o último 15,  no gabinete do ministro Luiz Fux, relator do processo, para julgamento. Emerson Panta disse que recebeu a notícia da exclusão do seu nome com naturalidade.

correiodaparaiba

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Dez dos doze deputados paraibanos confirmaram presença em sessão sobre cassação de Cunha

eduardo-cunhaEm pesquisa realizada pelo portal Congresso em Foco, dez dos doze deputados federais da Paraíba confirmaram presença na sessão a realizada nesta segunda-feira (12) na Câmara Federal para deliberar sobre a cassação do deputado afastado e ex-presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB).

Aguinaldo Ribeiro (PP) e Hugo Mota (PMDB) foram os únicos que ainda não garantiram sua presença. O peemedebista, que presidiu a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Petrobras, é um dos aliados de Eduardo Cunha.

Em uma enquete promovida pelo jornal ‘O Globo’ apenas cinco parlamentares paraibanos anteciparam que irão votar pela cassação de Cunha. São eles: Efraim Filho (DEM), Luiz Couto (PT), Pedro Cunha Lima (PSDB), Rômulo Gouveia (PSD) e Wilson Filho (PTB).

O ex-presidente já informou que pretende comparecer pessoalmente à sessão para fazer a sua defesa ao lado do seu advogado, Marcelo Nobre. Alvo da Operação Lava Jato, o peemedebista é acusado de manter contas bancárias secretas no exterior e de ter mentido sobre a existência delas em depoimento à CPI da Petrobras no ano passado. A sessão está prevista para ter início às 19h.

Congresso em Foco

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Doze Estados além do Distrito Federal estão com o salário dos servidores atrasados; PB é exceção

dinheiroA crise financeira enfrentada pelos estados está afetando o pagamento de funcionários públicos em ao menos 12 deles e no Distrito Federal, segundo levantamento do G1. Na madrugada desta quarta-feira (10),  a Câmara dos Deputados aprovou uma medida que alivia o caixa dos estados sem exigir que, em contrapartida, os reajustes para o funcionalismo público fossem suspensos por dois anos.

A situação afeta servidores nos estados de Acre, Amapá,Amazonas, Goiás, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Roraima e Sergipe e Tocantins, além do Distrito Federal.

Além dos  atrasos de salários ou verbas adicionais  – como ocorreu nesta semana em Sergipe e em Roraima –, os governos têm adotado três outras estratégias.

A mais comum delas é parcelar salários, como fazem estados como o Amapá e o Rio Grande do Sul.

Outro método é escalonar pagamentos de acordo com o valor, na qual parte do funcionalismo é paga em um dia e parte em outro. Em Goiás, desde julho, salários de até R$ 3,5 mil são pagos até o fim do mês. Os demais ficam para o dia 10 do mês seguinte.

A terceira estratégia é empurrar para a frente a data de pagamento dos servidores. Em março, antes do início da série de atrasos nos pagamentos, o governo do Rio de Janeiro mudou a data de pagamento do 5º dia útil para o 10º dia útil, mesma medida adotada em Tocantins.

“Estamos começando o mês praticamente sem recursos e, conforme as receitas vão entrando no caixa, o governo vai pagando os servidores”, disse José Afonso Bicalho, secretário de Estado de Fazenda de Minas Gerais, onde será preciso adiar em dois dias úteis o pagamento.

Na maioria dos casos, as mudanças e atrasos começaram a ocorrer neste ano. No Paraná, entretanto, desde 2015 o governo vem atrasando o pagamento de adicionais de promoções e progressões, assim como acontece com os parcelamentos no Rio de Janeiro e em Sergipe, e a mudança de data de pagamento no Tocantins.

Reajustes liberados
Para aliviar a pressão sobre o caixa dos estados, o governo do presidente em exercício Michel Temer fechou, em junho, um acordo que prevê a suspensão da cobrança da dívidadeles com a União até o fim do ano, e uma retomada escalonada nos pagamentos a partir de 2017.

Em contrapartida, os governos dos estados deveriam aceitar uma série de contrapartidas. Dentre elas estava a suspensão dos reajustes salariais para os servidores por dois anos. O veto constou do acordo fechado pelo governo do presidente interino Michel Temer com os deputados para garantir a votação do projeto de lei sobre o assunto.

Após recuo do governo Temer, entretanto, o projeto foi aprovado pela Câmara nesta quarta-feira (10) sem a proibição dos reajustes, que na sexta-feira (5), o Ministério da Fazenda chegou considerar como uma exigência “inegociável”.

Na manhã desta quarta-feira, o secretário de Acompanhamento Econômico do Ministério da Fazenda, Mansueto Almeida, declarou, por meio de sua conta no microblog Twitter, que a proibição de aumentos salariais por dois anos “era uma medida que interessava governadores”. “Diminui custo politico de barrar aumentos salariais”, afirmou.

E, embora possa representar um alívio nas contas, a renegociação das dívidas é insuficiente para resolver os atuais problemas em torno da folha de pagamento, segundo os governos de 5 dos 12 estados que tiveram de alterar os pagamentos.

“É um valor considerável, porém insuficiente para resolver nosso desequilíbrio”, diz o secretário da Fazenda do Rio Grande do Sul, Giovani Feltes, sobre o alívio de R$ 4,6 bilhões pelos próximos dois anos que a renegociação trará. “Temos um déficit financeiro mensal ao redor de R$ 550 milhões, e a parcela mensal da dívida [com a União] gira em torno de R$ 270 milhões.”

Veja como está o pagamento dos servidores nos estados e o que dizem os governos:

ACRE
Desde janeiro de 2016, os salários passaram a ser pagos nos últimos dois dias úteis de cada mês. Antes, os pagamentos eram feitos a partir da terceira semana de cada mês, com prioridade para aposentados e pensionistas. Além disso, houve um corte de 20% no pagamento de 2.553 cargos comissionados a partir da folha de julho.

AMAPÁ 
Os salários estão sendo parcelados em duas vezes desde março de 2016. A primeira parcela é paga no último dia útil do período trabalhado, e a segunda, até o 8º dia útil do mês seguinte. O percentual das parcelas é variável dependendo do mês, mas o governo tem aplicado 60% (1ª parcela) e 40% (2ª parcela). Antes, os pagamentos eram feitos integralmente no último dia útil do mês.

O governo estadual afirma que precisa ter um fluxo de caixa para voltar a pagar o salário integral ao fim do mês e que só conseguirá essa folga com o alongamento de dívidas contraídas recentemente com bancos públicos da União, o que ainda não tem prazo.

A Secretaria de Estado do Planejamento (Seplan) disse que a proposta de renegociação das dívidas, feita pelo governo federal, não beneficiou o Amapá, pois a decisão contempla apenas dívidas contraídas até 2010, e as do estado foram feitas entre 2010 e 2014. Elas somam R$ 270 milhões ao ano e R$ 20 milhões mensais.


AMAZONAS
O governo está parcelando o 13º salário em três vezes. Antes, eram duas parcelas. No ano passado, 50% do 13º foi pago até julho. Neste ano, 30% serão pagos até julho, e 20%, até setembro. Ainda assim, o pagamento dos 50% ocorrerá antes de 30 de novembro, que é o prazo legal.

O Estado diz que paga todos os salários em dia e que não há atrasos ou parcelamento de salários. “A legislação trabalhista diz que a primeira parcela correspondente a 50% do 13º deve ser paga até 30 de novembro e a segunda metade até 20 de dezembro, o que tem sido cumprido anualmente pelo estado”, afirmou a assessoria de imprensa.


DISTRITO FEDERAL
O governo do DF confirma os atrasos no pagamento de horas extras desde abril deste ano e no pagamento de licenças-prêmio desde agosto. No caso das licenças-prêmio, afirma que a dívida no primeiro semestre chega a R$ 34,4 milhões e é referente a 268 aposentadorias, principalmente de funcionários da saúde e educação. Os débitos do segundo semestre totalizam R$ 57,5 milhões a 810 aposentados.

“Desde 2015, o governo de Brasília tem trabalhado para cumprir no prazo todos os compromissos assumidos, mesmo com cenário de grandes dificuldades financeiras encontrado em 2015, e de queda de cerca de 3% na arrecadação (relativa ao 1º semestre de 2016) e o eventual aumento de despesas”, afirmou a assessoria de imprensa do governo.


GOIÁS
Em abril, o pagamento dos servidores passaram a ser feitos em duas vezes (metade no mês trabalhado, metade no 10º dia do mês seguinte). Em julho, passou-se a pagar a quem ganha até R$ 3,5 mil no mesmo mês, e os demais, até o dia 10 do mês seguinte. Antes das mudanças, os salários eram pagos até o último dia do mês trabalhado.

O governo do estado afirma que a situação acontece devido à queda na arrecadação tributária causada pela crise econômica nacional.


MINAS GERAIS
Desde fevereiro deste ano, os pagamentos passaram a ser escalonados e houve mudança na data de recebimento. Antes, o governo pagava todo mundo até o 5º dia útil. Pelos próximos três meses, o governo diz que vai pagar da seguinte forma:
– Quem recebe até R$ 3 mil vai receber 100% do salário nesta quarta-feira (10)
– Quem recebe mais até R$ 6 mil receberá R$ 3 mil nesta quarta e R$ 3 mil no dia 15;
– Quem recebe mais de R$ 6 mil vai receber R$ 3 mil nesta quarta, R$ 3 mil no dia 15 e o restante no dia 18.

Segundo o secretário estadual de Fazenda, José Afonso Bicalho, o governo gasta R$ 3 bilhões (valor líquido) com a folha do funcionalismo, sendo R$ 2,5 bilhões com os servidores do Executivo e R$ 500 milhões com os servidores dos demais poderes. De acordo com ele, o governo deve fechar o ano gastando 106% de tudo o que arrecada para arcar com a folha de pagamento.

Para tentar aumentar a arrecadação, a Secretaria da Fazenda disse que vai lançar mais uma etapa de um programa para recuperar impostos devidos ao estado.

O secretário de Estado de Planejamento, Helvécio Magalhães, afirmou que o governo tem feito esforços para honrar os salários dentro do próprio mês de pagamento e que respeita os servidores ao informar com antecedência as novas datas em que irão receber.

Magalhães diz que garantiu os pagamentos dos valores mínimos constitucionais para as áreas de educação (25%) e saúde (12%). Ele também afirmou que 75% do funcionalismo público estadual receberá o salário integral na primeira data do novo escalonamento.


PARANÁ
O governo tem atrasado o pagamento de adicionais decorrentes de progressões na carreira e promoções desde 2015. O Estado reconhece os atrasos e afirma que “as secretarias da Fazenda e da Administração têm realizado estudos e reuniões técnicas para formalizar uma proposta que possibilite adequar o orçamento a eventuais pendências”.

RIO DE JANEIRO
O salário de novembro de 2015 foi parcelado e houve dificuldade para pagar o 13º. Em março, o governo formalizou a mudança na data de pagamento, que até dezembro de 2015 era o 2º dia útil,  para o 10º dia útil.

Em abril, houve escalonamento – 70% receberiam integralmente no dia 14, e os 30% restantes teriam parcelamento. O pagamento de maio também foi parcelado: o governo pagou R$ 1 mil mais 50% da parcela restante. O que faltava foi pago depois. Este foi o último parcelamento, mas o salário continua a ser pago no 10º dia útil.

Nesta semana, o governo realiza o pagamento referente ao mês de julho. Os depósitos devem ocorrer até a sexta-feira (12), que é 10º dia útil, “conforme calendário previsto, de acordo com a entrada de receita de tributos em caixa”.

Em 16 de julho, entretanto, o Supremo Tribunal Federal (STF) determinou que os pagamentos fossem feitos até o 3º dia útil. Com base nisso, o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) determinou neta semana o arresto de R$ 604,7 milhões para realizar os pagamentos.

Além disso,o governo escalonou os pagamentos em abril – 70% receberiam integralmente no dia 14, e os 30% restantes teriam parcelamento – e parcelamento no pagamento de maio – governo pagou R$ 1 mil mais 50% da parcela restante, e o que faltava foi quitado posteriormente.

O governo do Rio de Janeiro afirma que não há atraso no pagamento de servidores ativos, inativos e pensionistas.


RIO GRANDE DO NORTE
O pagamento dos servidores do estado teve a data alterada para todas as categorias: de até o último dia útil para os 10 primeiros dias do mês seguinte. Mas em agosto os pagamentos devem ocorrer até o dia 12, e os pensionistas só recebem no dia 20.

O governo diz que tem enfrentado dificuldades e ainda não conseguiu fixar um calendário de pagamento para os servidores. A razão, afirma, é a “crise econômica do país que afeta sobretudo os estados que mais dependem das transferências federais, como é o caso do Rio Grande do Norte”.

Segundo o Estado, as frustrações de receitas em 18 meses de gestão já chegam a R$ 855 milhões se comparadas ao previsto no orçamento. Dessa forma, mesmo com as dificuldades, afirma o governo, têm sido honrados todos os compromissos com os servidores.


RIO GRANDE DO SUL
Neste ano, houve parcelamento dos salários dos servidores do Poder Executivo nos meses de fevereiro a agosto. Em julho e agosto do ano passado, também houve parcelamentos. O segundo, inclusive, foi semelhante ao deste mês: os servidores receberam R$ 600. Antes do parcelamento, os salários eram pagos no último dia útil de cada mês. Atualmente, nesta data é feito o pagamento da primeira parcela.

RORAIMA
Neste mês, o governo atrasou o pagamento dos salários dos servidores, que ocorreria em 1º de agosto e foi transferido para dia 10 – exceto no caso dos servidores da educação. Antes, também houve atraso no pagamento dos servidores da Companhia Energética Roraima (Cerr).
Segundo o secretário da Fazenda, Shiska Pereira, o atraso geral ocorreu porque o valor que o estado está repassando aos poderes está maior que o arrecadado, como prevê a Lei Orçamentária Anual. “O déficit não está ocorrendo porque o Estado está gastando de forma inconsequente, ele ocorre porque a conta não está fechando”, disse.
No caso dos servidores do Cerr, o governo afirma que o atraso ocorreu por causa da queda nos repasses do Fundo de Participação dos Estados.

SERGIPE
Desde janeiro deste ano, o estado tem feito parcelamentos do pagamento dos servidores, que são decididos mês a mês. Em agosto, a primeira parcela será paga na quinta-feira (11) para os ativos e na sexta-feira (12) para os inativos. A segunda parcela será paga, respectivamente, nos dias 22 e 23.

Além disso, servidores da Secretaria da Educação tiveram atraso no pagamento do salário de agosto. Sobre esse fato, a pasta afirma que houve uma queda de R$ 14,5 milhões no repasse do Fundeb, que é o recurso do Governo Federal para a educação, em relação ao mês passado. Por isso, não houve dinheiro suficiente para pagar toda a folha de servidores.


TOCANTINS
Desde janeiro de 2015, houve mudança na data de pagamento. Antes pagava-se os servidores no 5º dia útil; agora o pagamento é feito no dia 12 de cada mês.

Segundo a assessoria de imprensa, o governo do Tocantins “vem imprimindo esforços para fazer o pagamento dos servidores no início do mês subsequente ao trabalho. Isso será possível quando as contas do Estado estiverem equilibradas, com as receitas cobrindo as despesas”.

O governo estadual diz ainda que está diminuindo despesas e melhorando a gestão das receitas, além de intensificar a arrecadação dos impostos estaduais.

G1

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Doze coisas que você precisa saber sobre impeachment

dilmaA decisão de Eduardo Cunha, presidente da Câmara, de aceitar o pedido de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff, reforça o cenário de crise política do país e é apenas o início de um processo que pode durar meses.  Cleber Vasconcelos, promotor de justiça e professor de Direito Constitucional da Faculdade Damásio DeVry, explica os próximos passos do processo.

1 – Não há previsão constitucional do processo de “impeachment” tramitar durante o período de recesso do Congresso Nacional, entre 23/12-01/02.

2 – Para que a Câmara do Deputados aprove o juízo de admissibilidade do pedido de “impeachment” são necessários ainda 2/3 de votos.

3 – Somente após é que se deflagra o devido processo legal no Senado, sem o que não há ação de “impeachment”.

4 – O Presidente da República só é afastado cautelarmente do cargo por 180 dias após instauração do processo pelo Senado.

5 – Decorridos 180 dias sem decisão do Senado a medida cautelar automática perde eficácia, voltando ao cargo.

6 – Enquanto isto, o Vice-Presidente da República assume a Presidência temporariamente.

7 – Mas é muito prematura esta conclusão. Ainda haverá muita discussão na Câmara dos Deputados. É um processo sobretudo político.

8 – Nos termos do art. 52, parágrafo único, da CF, funcionará como Presidente do processo de “impeachment” o do STF.

9 – O Presidente do STF na condução da Presidência do processo não tem direito a voto. É decisão política dos Senadores, em votação aberta, exigindo-se 2/3 para decisão de mérito.

10 – A procedência da ação gerará perda do cargo e inabilitação para o exercício de função pública por 8 anos, sem prejuízo de ação penal.

11 – A renúncia não impede a análise do mérito, pois restará a sanção de inabilitação por 8 anos.

12 – Ao acusado da ação personalíssima de “impeachment” são garantidos todos direitos fundamentais processuais.

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Inflação acumulada em doze meses é a maior desde maio de 2005

Charge J.CesarA inflação oficial medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumula alta de 7,7% nos últimos 12 meses (a taxa anualizada), de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado, divulgado nessa sexta (6), é o maior desde os 8,05% registrados em maio de 2005 e supera o teto da meta fixado pelo Banco Central para este ano em 6,5%.

Em fevereiro, a taxa variou 1,22%, 0,02 ponto percentual abaixo do resultado de janeiro deste ano (1,24%), mas ainda é a mais alta para os meses de fevereiro desde o 1,57% de 2003. Com a alta, a taxa passou a acumular nos primeiros dois meses do ano inflação de 2,48% – superior ao 1,24% dos primeiros dois meses do ano passado.

O principal impacto no IPCA de fevereiro foi a elevação nos preços da gasolina e de outros combustíveis, resultado do aumento de impostos como o PIS e a Cofins e também do IPI sobre os automóveis novos.

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Para Eulina Nunes dos Santos, coordenadora de Índice de Preços do IBGE, as pressões em fevereiro se deram de forma bastante diferenciada. “O mês de fevereiro em geral se caracteriza pela pressão forte das escolas, mas este ano houve outras pressão, em especial a gasolina que, junto com outros combustíveis, foram os que mais pressionaram a taxa. Em contrapartida, a gente observou neste mês de fevereiro uma desaceleração dos preços dos alimentos que, embora continuem em alta, com variação expressiva, impactaram um pouco menos que no mês anterior e ajudaram a segurar um pouco a taxa, impedindo que ela fosse ainda maior.”

Segundo os dados fornecidos pelo IBGE, os preços da gasolina subiram 8,42%, exercendo impacto de 0,31 ponto percentual na composição do IPCA e, por isso, respondendo, por um quarto do IPCA: 25,41%. “Também o álcool, talvez também como consequência da alta da gasolina, subiu 7,19%, o que fez com que os gastos com transporte por parte das famílias subissem 2,2% em fevereiro. No todo, o grupo transporte apresentou o mais elevado impacto do mês (0,41 ponto percentual).”

Os dados do IBGE indicam que, entre os nove grupos de produtos e serviços pesquisados, a variação mais elevada foi registrada no grupo educação, que atingiu 5,88%, refletindo os reajustes do início do ano letivo, especialmente nos valores das mensalidades dos cursos regulares, que subiram 7,24%. Em habitação (1,22%), o destaque ficou com a energia elétrica (3,14%).

Com alta de 0,86%, o grupo despesas pessoais refletiu os reajustes ocorridos em itens como excursão (6,93%), cabeleireiro (1,09%) e manicure (1,04%). No grupo saúde e cuidados pessoais (0,60%) destacaram-se os serviços médicos e dentários (1,14%) e os artigos de higiene pessoal (0,89%).

Já no grupo artigos de residência (0,87%), a alta foi puxada pelos eletrodomésticos, cujos preços elevaram-se em 2,15%, e pelos serviços de conserto e manutenção de equipamentos domésticos, que subiram 1,70%. No grupo alimentação e bebidas, com alta de 0,81%, houve redução no ritmo de crescimento de preços, tendo em vista a taxa de 1,48% registrada no mês anterior. Os alimentos consumidos fora de casa (0,95%) tiveram aumentos acima dos consumidos em casa (0,74%).

Agência Brasil

 

Pelo menos doze pessoas foram mortas entre véspera e Dia de Natal na Paraíba

Reprodução/ TV Correio
Reprodução/ TV Correio

Pelo menos doze pessoas foram assassinadas entre a véspera e Dia de Natal na Paraíba. Um levantamento feito pela Delegacia de Homicídios de João Pessoa constatou que nove assassinatos foram registrados na região metropolitana da Capital paraibana, entre a quarta (24) e a manhã desta quinta-feira (25).

De acordo com a Polícia Civil, o último homicídio ocorreu no distrito de Várzea Nova, na cidade de Santa Rita, na manhã desta quinta. A vítima foi uma mulher que teria deficiência mental. A jovem foi encontrada morta por trás de uma molaria com perfurações provocadas por arma branca. Ainda segundo a PC, a mulher era homossexual e mantinha um relacionamento amoroso com uma mulher, que está desaparecida.

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Ainda na quinta, um jovem foi assassinado com um tiro de espingarda calibre 12 no rosto. O crime ocorreu no bairro de Mandacaru, na localidade conhecida como ‘Beco de Zé Borges’. Os pais da vítima informaram que o jovem estava em liberdade por ter sido beneficiado com o indulto de natal.

No bairro Pedro Gondim, um jovem foi morto porque teria presenciado um casal sendo assaltado. A Polícia Militar revelou que a vítima estava na companhia de uma mulher e dirigia um carro quando ao passar por uma das principais ruas flagrou homens em motos praticando assalto. Os suspeitos reagiram e efetuaram um tiro contra o rapaz. Ele perdeu o controle da direção e invadiu o muro de uma residência. O homem morreu dentro do veículo, conforme atestou o Samu. A vítima vinha de uma casa de show no bairro de Mandacaru.

Foram registrados  ainda homicídios nos bairros Alto do Mateus, Mangabeira, Ipês e Cristo Redentor, na Capital. Os corpos foram levados para a Gerência Executiva de Medicina e Odontologia Legal (Gemol), no bairro do Cristo Redentor, para necropsia.

Mais crimes

Na cidade de Borborema, no Brejo do estado, José Augusto da Silva, 22 anos, foi morto com golpes de foice na cabeça. Segundo a Polícia Militar, o jovem foi assassinado depois de ter se envolvido em uma discussão com o suspeito, que está desaparecido. Na cidade de Sapé, na Zona da Mata paraibana, um jovem foi morto com um tiro de espingarda calibre 12. A polícia local informou que a vítima seria usuária de drogas. A motivação do crime ainda é desconhecida.

Na cidade de Lagoa Seca, no Agreste do estado, um jovem suspeito de ter participado da morte de um líder comunitário, foi assassinado durante um emboscada. A vítima foi morto com um tiro de espingarda calibre 12 na cabeça. Durante os disparos dois adolescentes foram feridos. Os acusados ainda não foram identificados.

 

portalcorreio

Garoto de doze anos que trabalhava para o trafico é executado no Bairro dos Novais

Um adolescente de apenas 12 anos, quase uma criança, foi executado na noite deste domingo (3), na Rua Marta da Luz no bairro dos Novais em João Pessoa.

Jonny Gabriel Dias, foi assassinado com três tiros, sendo dois na cabeça, por dois homens que chegaram e fugiram a pé, há poucos metros da casa onde morava com a mãe e o padrasto.

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Os primeiros levantamentos feitos pela policia, dão conta que o adolescente trabalhava como “aviãozinho do tráfico”, o que leva a policia acreditar que o crime, foi cometido pela disputar da venda de drogas no bairro.

O delegado de homicídios Pedro Ivo, deu inicio as investigações para descobrir os assassinos de Jonny.

Garoto de doze anos que trabalhava para o trafico é executado no Bairro dos Novais
PB Agora