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Dores nas costas podem ser sinal de estenose

A Organização Mundial de Saúde e as Nações Unidas declararam os anos de 2000 a 2010 como a década comprometida a melhorar a qualidade de vida para as pessoas com doenças musculoesqueléticas ao redor do mundo.

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Segundo estimativas da Associação Americana (AANS) e do Congresso de Neurocirurgiões (CNS), cerca de 400 mil americanos com mais de 60 anos sofrem de sintomas de estenose de canal lombar. E a tendência é que haja aumento de portadores, já que a cada ano há aumento da população idosa.

Estenose do canal é a condição causada pelo estreitamento dentro e ao redor do canal medular na coluna, pressionando os nervos e estruturas nervosas ali presentes. Ela pode causar dores lombares frequentes, dor nas nádegas, dificuldade ao andar, diminuição de sensibilidade nos membros inferiores e diminuição das atividades físicas. Há muitos tipos de estenose do canal medular, que podem afetar todas as regiões da coluna (cervical, torácica e lombar).

Ela pode causar dores lombares frequentes, dor nas nádegas, dificuldade ao andar, diminuição de sensibilidade nos membros inferiores e diminuição das atividades físicas.

Tipos comuns de estenose do canal

Os tipos mais comuns de estenose são as degenerativas, que acometem praticamente toda a população adulta como um processo natural de envelhecimento. É um estreitamento degenerativo do canal medular, dos canais por onde os nervos passam e/ou do orifício por onde os nervos saem, causados por hipertrofia dos ossos e/ou ligamentos nestes locais. Esse estreitamento pode ser segmentado (apenas em uma região da coluna) ou generalizado e resulta na compressão dos nervos da coluna ou mesmo na medula. As consequências são uma diversidade de sintomas, incluindo dores lombares e claudicação neurogênica, que gera dores intensas nas pernas ao andar e só melhoram caso o paciente se sente. Em casos mais graves, o problema pode vir acompanhado de alteração do hábito urinário, com retenção da urina ou falta de controle ou até mesmo intestinal. Além disso, pode ocorrer uma sensação de diminuição da sensibilidade na região da virilha e parte interna da coxa, nestes casos chamada de “anestesia em cela”, em alusão à cela usada nos cavalos.

Quando a região cervical é acometida, pode causar diminuição de força nos braços e principalmente dos movimentos finos das mãos, com dificuldade para escrever, segurar objetos e abotoar as roupas, além de causar alterações na forma de andar, pois a pessoa sente suas pernas mais presas.

Quando congênita, é relativamente rara e geralmente presente em idades mais precoces, entre 30 e 40 anos. Já a estenose de canal adquirida é mais comum e eventualmente se desenvolve quando os pacientes chegam ao redor dos 60 anos ou mais. É uma condição desafiante e não pode ser prevenida ou premeditada. Não distingue entre sexo, raça ou etnia, além de não estar relacionada a qualquer tipo de ocupação ou tipo físico.

Tratamento

Atualmente a tendência mundial para o tratamento da estenose de canal é optar por procedimentos menos agressivos e que resolvam o problema dos pacientes. Para isto, o planejamento detalhado do procedimento é muito importante, após um prognóstico físico muito minucioso e com auxílio de alguns exames de imagem como ressonância, tomografias e radiografias, entre outros.

O intuito de uma avaliação minuciosa é tentar encontrar mais especificamente o fator causal da dor. Assim, sendo mais preciso, podemos resolver o problema com uma cirurgia menos invasiva.

Na maioria dos casos nem todos os níveis são os responsáveis pelos sintomas dos pacientes, pois a alteração de desgaste e presença de proeminências ósseas estão presentes nos casos de envelhecimento sadio, ou seja, indivíduos podem apresentar os desgastes e proeminências ósseas nos exames de imagem, mas não sentem dor e levam uma vida normal. No caso de pacientes com estenose de canal, se abordados todos os problemas e desgastes na coluna, será necessário uma cirurgia muito grande, que muitas vezes pode gerar instabilidade, necessitando de muitos implantes e parafusos, e consequentemente um pós-operatório que tende a ser muito mais complicado.

Logo, para o tratamento com menores chances de complicações e retorno mais rápido aos nossos afazeres do dia-a-dia, as cirurgias de descompressão minimamente invasivas -, bem planejadas com equipamentos que permitam uma menor lesão nos músculos, menor possibilidade de sangramento e necessidade de UTI -, são a melhor opção para aqueles que necessitam de cirurgia para tratar a estenose de canal.

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Quatro mitos sobre as dores nas costas

dor-nas-costasA dor nas costas afeta todo o mundo e é um dos principais motivos de ausência no trabalho.

Segundo a associação britânica de fisioterapeutas Chartered Society of Physiotherapy, há muitos mitos sobre o que provoca a dor nas costas e como lidar com ela.

Esses mitos, por sua vez, geram medos infundados. Por exemplo, o medo de nos movimentarmos quando sentimos dor. O problema, explicam os fisioterapeutas, é que não se mexer pode levar à piora no estado do paciente.

Numa tentativa de combater a desinformação sobre o tema, a entidade está promovendo uma campanha de conscientização. Com base em estudos e literatura especializada, a iniciativa quer derrubar quatro mitos sobre a dor nas costas. Veja o que diz Carley King, conselheira da organização:

1. ‘Se me mexer, minha dor nas costas vai piorar’

No passado, acreditava-se que a cura para dor nas costas exigia repouso absoluto. No entanto, já foi comprovado que a imobilidade não resolve o problema. E retomar os movimentos assim que possível é melhor para a recuperação do paciente do que ficar na cama.

Ainda assim, muitos temem girar ou dobrar as costas, por exemplo.

Esse medo é compreensível, já que, se você está com dor, fazer movimentos desse tipo pode ser extremamente desconfortável, dizem os fisioterapeutas. Mas é essencial continuar se mexendo, já que o movimento tem poder lubrificante.

A dica, segundo os especialistas, é aumentar gradativamente as atividades e evitar longos períodos de imobilidade.

2. ‘Devo evitar fazer exercícios — especialmente treinamento com peso’

Entre especialistas, há um consenso de que a melhor forma de se tratar a dor lombar aguda e crônica é o exercício.

Estudos sobre o assunto revelaram grandes benefícios e a segurança, a longo prazo, de vários tipos de exercícios, incluindo o treinamento com pesos.

Um dado curioso sobre esses estudos é que não foram encontradas evdências de que um tipo particular de exercício seja melhor ou pior no que diz respeito à dor nas costas. Portanto, aconselham os fisioterapeutas, simplesmente faça o que gosta de fazer ? e o que consegue fazer. E vá aumentando aos poucos a quantidade de exercício à medida que sua tolerância, autoconfiança e habilidade melhoram.

3. ‘Um exame de imagem vai mostrar exatamente o que está errado’

Um grande número de estudos concluiu que resultados de exames de imagem ? como raios-X, por exemplo ? não refletem adequadamente os sintomas de pessoas com dores lombares.

E para complicar ainda mais as coisas, as pesquisas também revelaram que a maioria dos exames feitos em pessoas que não sofrem de dor lombar apresenta alterações ? alterações que não são acompanhadas de qualquer sintoma.

Os fisioterapeutas dizem, portanto, que o exame em si não é capaz de explicar com exatidão por que alguém está sentindo dor.

Isso não quer dizer que os exames de ressonância magnética sejam irrelevantes em todos os casos, mas quer dizer, sim, que eles não são sempre necessários ou úteis.

Na verdade, alguns estudos sugerem que, em alguns casos, o exame pode piorar a situação, influenciando negativamente o paciente, por exemplo.

4. ‘Dor é sinônimo de lesão’

A vivência da dor raramente é proporcional à severidade da lesão, explicam os especialistas. A dor é mais complexa do que isso.

O nível de dor reflete, na verdade, a percepção subjetiva de um indivíduo a respeito de quão ameaçado ele está.

Por exemplo, experiências vividas, a saúde em geral, crenças, níveis de sono, de exercício e de bem estar psicológico ? tudo isso tem um papel importante em determinar quanta dor uma pessoa pode sentir.

Uol

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Nem dores, nem saque da Itália, nem chuva: Alison/Bruno se supera e vence

Quem ainda não tinha visto o uruguaio naturalizado italiano Adrian Carambula sacando se surpreendeu nas arquibancadas. Após jogar a bola no ar girando levemente, ele bate com muita força para o alto e aplica nela um efeito. O saque “maluco” do parceiro Ranghieri, que lembra o famoso “jornada nas estrelas”, foi a principal arma da Itália contra Alison e Bruno Schmidt. Nos braços da torcida, que mudou de trajes dos outros dias (colocando capas, casacos e gorros), eles não ligaram para a chuva insistente que caía em Copacabana, nem para o bom serviço do adversário, que conhecem bem do Circuito Mundial, e saíram vitoriosos, na base da técnica e raça, pelo placar de 2 a 0, parciais de 21/19 e 21/16, em 45 minutos de confronto. O “Mamute”, que caiu de mal jeito, sentiu dores e foi atendido no primeiro set, se encheu de energia ao decidir voltar e contou com o brilho do jogador eleito melhor do mundo para triunfar.

Mas, do outro lado, também havia um jogador no sacrifício. Após a partida, Carambula disse que “estava morrendo”. O italiano falou que se sentiu muito mal durante todo o dia, com febre, enjoo e vomitando.

– Eu estou morrendo. Acordei péssimo, com muita febre, vomitando muito. Não sei por que estou assim, talvez alguma comida estragada que comi. Estou muito mal. Preciso voltar ao hotel para voltar tomar um ducha de água quente para ver se melhoro. Estou muito enjoado – afirmou.

Bruno Schmidt (Foto: AP Photo/Marcio Jose Sanchez)Bruno Schmidt comemora muito a vitória diante da Itália (Foto: AP Photo/Marcio Jose Sanchez)

 

Alison machucado (Foto: AP Photo/Petr David Josek)Alison ficou caído debaixo da rede, foi atendido e voltou com tudo (Foto: AP Photo/Petr David Josek)

ENTENDA A SITUAÇÃO DO GRUPO DE BRUNO/ALISON

Com a vitória pelo Grupo A, Bruno e Alison chegaram a cinco pontos em três jogos. Pelo revés, os italianos levaram um e ficaram com a mesma pontuação. Agora, as duas duplas esperam o resultado do jogo entre Doppler/Horst, da Áustria, que tem três pontos e pode ir a cinco, e Binstock/Schachter, do Canadá, com dois e que pode ir a quatro se vencer. O jogo está marcado para 00h (de Brasília). Os brasileiros podem terminar em primeiro, segundo ou terceiro, dependendo da combinação, já que os critérios de desempate são, em primeiro lugar, confronto direto e, em seguida, média de pontos (pontos marcados divididos pelos pontos sofridos).

Alison/Bruno Schmidt (Foto: Paul Gilham / Staff)Alison/Bruno Schmidt em ação em Copacabana (Foto: Paul Gilham / Staff)

Cada vitória vale dois pontos. A derrota vale um. Passam de fase direto para as oitavas de final os primeiros e segundos colocados de cada um dos seis Grupos, que vão de A até F. Além deles, avançam diretamente para a próxima fase os dois melhores terceiros colocados. Os quatro piores terceiros colocados vão para a repescagem, que será na quinta-feira. Dela, saem dois times. Ao todo, são 24 duplas em cada gênero. Após a fase de grupos, teremos um total de 14 parcerias (contando os dois que vencerem na repescagem).

O JOGO

Carambula começou o jogo abusando de seu saque “maluco”. Deu certo no início. O Brasil levou 2 a 0. Demonstrando toda sua técnica, Bruno e Alison conseguiram virar. O jogo ficou parelho. Os brasileiros estavam mais ligados no serviço do rival. Toda a arquibancada ficou em silêncio quando o “Mamute” caiu de mal jeito no chão e ficou. Sentindo dores, ele precisou pedir tempo para atendimento médico. Mas o gigante de 2,03m resolveu voltar. A torcida foi ao delírio. Ponto a ponto, os times brigavam. Alison parou um pouco de mancar. Quando Bruno deu um toquinho para deixar o placar em 19/19, o Brasil não mais levou pontos e saiu vitorioso na parcial: 21/19.

Alison machucado (Foto: Reuters)Alison após sentir dores nas areias de Copacabana (Foto: Reuters)

No segundo set, Alison voltou a mancar. A torcida comprou a briga dos brasileiros ainda mais quando o marrento Carambula começou a provocar olhando para a arquibancada. Apesar disso, os brasileiros começaram bem e chegaram a abrir cinco pontos em 12 a 7. Aos poucos, foram se soltando ainda mais e dominando a partida. Muita técnica, muita raça e muito apoio dos fãs. Quando o locutor falava “Bruno”, eles gritavam “Schmidt”. Quando dizia “Alison”, eles respondiam “Mamute”. O match point foi emocionante: Bruno fez uma defesa linda se atirando no chão, Alison deu um levantamento após a bola bater na rede, e o próprio Bruno matou Carambula no fundo da quadra: 21/16.

Alison Carambula vôlei de praia Olimpíada Rio (Foto: Marcio Jose Sanchez / AP)Alison contra Carambula em Copa (Foto: Marcio Jose Sanchez / AP)
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5 Dores do corpo que não devemos ignorar nunca

Sentir uma dor ou outra no dia-a-dia faz parte da vida de todo mundo, seja para quem trabalhou duro o dia inteiro ou para quem sentou de mal jeito por 12 horas em frente ao videogame.

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Porém, nem toda dor vem da má postura – apesar de que, a longo prazo, sentar de mal jeito pode te fazer ter uma vida bem mais difícil amanhã.

A médica Leigh Vinocur diz que é importante confiar no instinto, e procurar um médico assim que sentir uma dor não muito habitual. Para não vacilar, que tal ficar atento a algumas dores específicas que podem justificar uma visita ao médico?

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1. Dor na perna/panturrilha

Pode indicar: Trombose venosa profunda, a formação de coágulos (trombos) no interior das veias das pernas.

Se você passou por uma cirurgia recentemente, encontra-se em repouso na cama, ou é mulher e está em controle de natalidade, consulte um médico imediatamente ao sentir dores e cãibras nas pernas. A doença também pode afetar pessoas que estiveram sentadas a longas horas em espaços apertados, como poltronas de ônibus e avião.

É importante fazer exames médicos assim que notar algo errado. No caso da trombose, o coágulo pode se transferir para o pulmão e causar embolia pulmonar.

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2. Forte dor nas costas

Pode indicar: Dissecação aórtica, um rasgo na artéria aorta que permite ao sangue criar um falso canal.

Se você é hipertenso ou possui alguma doença do tecido conjuntivo, como a síndrome de Marfan, preste atenção. A dissecação aórtica pode fechar artérias e causar Acidentes Vasculares Cerebrais (AVC), paralisia e insuficiência renal.

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3. Dor abdominal intensa

Pode indicar: Ruptura de gravidez ectópica, ou seja, fora do útero.

Uma gravidez ectópica é aquela que se instala fora do útero (nas trompas ou na cavidade abdominal), e geralmente acontece com mulheres que usam métodos contraceptivos (como DIU) ou que estão em tratamento de fertilidade. Por isso, o primeiro exame pedido no caso de dores abdominais é um teste de gravidez.

Como não é possível o feto sobreviver ali, a gravidez eptópica irá causar danos no corpo da mulher, podendo resultar em uma hemorragia fatal.

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4. Dor de dente severa

Pode indicar: Angina de Ludwig, uma infecção nos tecidos da boca e do pescoço.

Uma dor intensa que se espalha da boca para o pescoço pode ser sinal de infecção. Se você sentir seu pescoço inchar, a pele ficar vermelha e a voz soar engraçada, fique alerta. Você também poderá babar e não conseguir engolir a própria saliva. Pode acontecer após um trauma oral (como queda e consequente ferida na boca).

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5. Forte dor de cabeça

Pode indicar: Acidente Vascular Cerebral (AVC), rompimento de um vaso cerebral.

A dor de cabeça pode vir forte, mas nada se compara ao caso de um sangramento no cérebro. Nesse caso, a intensidade máxima da dor por vir em apenas alguns minutos, e de repente você estará rolando pelo chão de agonia. Pessoas com pressão arterial elevada estão na berlinda, e se você tem um histórico na sua família relacionado a acidentes vasculares, também deve ficar atento.

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– Vale ressaltar que fazer diagnóstico por conta própria é um perigo! Consulte sempre um especialista.

 

 

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Dores físicas e emocionais são ‘irmãs’

ratueira“Achei que ia fazer xixi e desmaiar. Não chorei porque não conseguia chorar. Foi quando a mulher enfiou o alicate lá no fim da unha. Foi uma dor rápida, mas bem forte, uma das piores que já senti”. Essa é a descrição da estudante de arquitetura Maria Luiza de Souza, 22, sobre sua experiência em uma podóloga para desencravar uma unha.

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“Você vai bater o carro e vai matar todo mundo”, avisou a mãe da jornalista Thaís Helena Amaral, 25, enquanto as duas corriam na estrada para tentar salvar Simba, o pet que ela tinha desde os 9 anos. Em vão: morreu no colo da mãe. “Chorei até dormir. Nos dias seguintes, via ele em todos os lugares. É uma dor que esmaga dentro do peito, como se tivesse levado um soco”, conta Thaís.

Os relatos de Maria Luiza e Thaís são diferentes. Um retrata uma dor física e outro uma dor emocional. No entanto, recentes pesquisas de neuroimagem mostram que ambas ativam as mesmas regiões cerebrais relacionadas a dor.

“Existe um paralelo entre esses dois tipos de sensação. A dor de quem leva o fora da namorada produz uma sensação análoga à dor de quem martela o dedo”, explica Daniel de Barros, psiquiatra do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo.

Um dos primeiros a demonstrar isso foi Ethan Kross, da Universidade de Michigan. Ele e seus colegas analisaram 21 homens e 19 mulheres que haviam sido dispensados pelo parceiro. Os voluntários passaram por testes de ressonância magnética durante duas tarefas: ao segurar um copo de café quente e ao olhar para fotos de seus antigos amores. As regiões do cérebro ativadas foram as mesmas. “Isso mostra que aquela história de dor na alma não é metáfora, é dor mesmo”, diz Barros.

Uma pode levar à outra, inclusive. Quem passa por traumas psicológicos pode desenvolver quadros depressivos, que aumentam o risco da pessoa ter outras doenças, como a fibromialgia, uma síndrome que provoca dores por todo o corpo.

Além disso, a mesma lesão pode causar reações diferentes conforme a situação. É o caso de um jogador de futebol quando se machuca no calor da partida e continua em campo. A adrenalina do jogo faz com que o atleta não sinta a dor como a sentiria em repouso. “A dor está no meio do caminho, numa interação constante entre mente, ambiente e corpo”, afirma Sander Fridman, psiquiatra do Centro Médico Adventista Silvestre, do Rio de Janeiro.

As duas dores, física e emocional, ainda compartilham algo intrínseco: a nocividade. “Elas sinalizam algo ameaçador, algo a ser evitado. É assim quando você pisa em um espinho, e é assim com um abatimento emocional grande. Você não deve continuar desse jeito, seja com o pé no espinho, seja com uma depressão prolongada”, explica Barros.

Estadão

Neymar convive com dores, mas sofre pressão no Barcelona para jogar final

neymarNeymar ainda tem o pé esquerdo lesionado, se queixa de dores no local, mas encara enorme pressão para que esteja disponível no jogo decisivo do Campeonato Espanhol, diante do Atlético de Madrid, sábado, no Camp Nou. O Barcelona espera por evolução do quadro, além de um sacrifício do atacante para sentar no banco de reservas.

O cenário atual é pessimista. Neymar sequer consegue treinar com a bola por reclamar de dor no pé ao calçar a chuteira. Só que a importância da partida e o receio de ser visto como jogador de “corpo mole” o fazem acelerar o tratamento.

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Em uma demonstração de esforço, Neymar já pulou etapas do tratamento, e passou a conciliar fisioterapia com treinamentos físicos. A informação vinda do pai, Neymar da Silva, é de que o desejo do atacante em jogar a final é grande. Já o Barcelona comunica que espera por testes com bola até sexta-feira, e ainda uma avaliação decisiva horas antes da partida.

Neymar tem um edema no quarto metatarso do pé esquerdo e já reclamava de dores no local há algum tempo. Antes da final da Copa do Rei, quando se lesionou na derrota para o Real Madrid por 2 a 1, no dia 16 de abril, chegou a realizar exames que não apontaram nenhuma lesão.

A previsão de recuperação dada na época foi de um mês. Desde então, o atacante passou a realizar tratamento fisioterápico em dois períodos no Camp Nou. Só que a falta de crença no clube de que o time chegaria com condições de título na última rodada do Campeonato Espanhol o deixavam com pequena pressão.

A proximidade da Copa do Mundo também impulsionou a pressão atual. Ele e até mesmo o ídolo Lionel Messi já foram acusados por torcedores de estarem priorizando a preparação para a disputa no Brasil. Na época em que se lesionou, Neymar trocou a foto do perfil no Twitter em que usava a camisa do Barcelona para uma com o uniforme da seleção brasileira, e assim, foi vítima de diversas críticas da torcida do Barça.

O cenário atual no Campeonato Espanhol deixou o jogador ainda mais pressionado. Só que ele não conseguiu participar dos dois treinamentos do time realizados nesta semana.

“Não sou eu que decido qualquer coisa sobre jogadores lesionados. Ainda estamos na quarta-feira e temos três dias até o jogo. Vamos ver como o Neymar vai se encontrar, pois é claro que é um jogador muito importante para a gente”, disse o meia Xavi, quando perguntado sobre a perspectiva de ver Neymar em campo.

A imprensa catalã já aposta em um time com Alexis Sánchez, Messi e Pedro no ataque. Neymar figura como opção no banco de reservas, mas para jogar poucos minutos caso o Barça não esteja vencendo. O Barcelona precisa vencer o Atlético de Madrid no Camp Nou para ficar com o título. Outro resultado deixa o time adversário como campeão.

Uol

 

Manoel Júnior compra dores de Cunha Lima e pede que Tião se retrate

cassio- manoel jrO deputado federal Manoel Júnior (PMDB) comprou as dores do Grupo Cunha Lima após ataques do presidente estadual do PSL, Tião Gomes, e exigiu uma retratação pública por parte do deputado estadual.

Em entrevista recente, Tião Gomes chegou a afirmar que o Grupo esteve por dez anos no poder e não teria feito nenhuma obra no Estado, causando revolta tucana e motivando até nota de repúdio por parte do PSDB na última sexta-feira (7).

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O peemedebista declarou em entrevista aos radialistas Rudney Araújo e Tony Souza, da Rádio Rural de Guarabira, que o histórico de Tião Gomes não lhe dá condições para ele falar mal dos Cunhas Lima e alegou que o grupo não pode ser menosprezado diante a “bonita história” na política paraibana.

Manoel Júnior alegou que Tião Gomes foi “infeliz” em suas declarações e lembrou que, assim com o grupo político liderado por José Maranhão, o outro liderado por Cássio e Ronaldo Cunha Lima também fizeram muito pelo Estado.

Roberto Targino 

com informações de Rudney Araújo, em Guarabira 

Na África do Sul, camisinhas são usadas para aliviar dores nos joelhos

camisinha coloridaO governo da África do Sul tem incrementado os esforços para conter o alastramento da Aids no país. Um deles é a ampliação da distribuição gratuita de preservativos.

Só que muitas das camisinhas distribuídas à população estão sendo usadas para outro fim: combater as dores decorrentes de artrite nos joelhos.

De acordo com Candith Mashego-Dlamini, chefe de saúde de Mpumalanga, os idosos estão esfregando os preservativos nos joelhos a fim de aliviar o sofrimento causado pela doença crônica. As pessoas acreditam que o lubrificante pode lhes trazer benefícios.

“Não é a cura para a minha artrite, mas faz a dor diminuir”, disse uma idosa da Cidade do Cabo, segundo os site “Times Live”.

Além de “remédio” para artrite, as camisinhas também estão sendo usadas no país africano para limpar CDs e dar bilho em sapatos.

180 Graus

Praticar mais exercícios pode aliviar dores pós-treino

Foto: Getty Images
Foto: Getty Images

Há muito tempo se diz que a massagem é a melhor maneira de aliviar dores pós-treino. Porém, uma nova pesquisa, divulgada pelo jornal Daily Mail, sugere que fazer mais exercícios físicos pode ser mais eficaz. “É uma crença comum de que a massagem é melhor, mas não é”, defendeu Lars Andersen, principal autor do novo estudo, publicado no Journal of Strength and Conditioning Research.

 

Para observar a eficiência dos exercícios leves para combater as dores muscular, os pesquisadores do National Research Center for Working Environment, em Copenhague, pediu a 20 mulheres que fizessem um exercício de ombro enquanto estavam ligadas a uma máquina que oferecia resistência ao músculo entre o pescoço e o ombro. Dois dias depois elas voltaram ao consultório com dores musculares nesse ponto. Em média, as voluntárias avaliaram sua dor como estando em um nível cinco em uma escala até 10.

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Em seguida, as mulheres receberam uma massagem de 10 minutos em um dos ombros e 10 minutos de exercício leve no outro ombro. Este exercício de recuperação era similar ao inicial, mas agora era apenas um elástico que oferecia a resistência.  A equipe de Lars descobriu então que, em relação a um ombro que não recebeu tratamento nenhum, tanto a massagem quanto o exercício foram capazes de diminuir a dor de forma similar.

No pico do efeito do exercício de recuperação as mulheres relataram uma redução da dor para 0,8, enquanto após a massagem a dor foi para 0,7. Por isso, Lars recomenda o uso de atividade física para aliviar as dores, já que para se exercitar não é preciso gastar dinheiro ou fazer grandes locomoções.

 

Não está claro como a massagem ou exercício ajudam a aliviar a dor, mas acredita-se que ambos auxiliam na eliminação de produtos metabólicos, como o ácido lático, que estão ligados às dores musculares e aos danos aos tecidos.

 

 

Terra