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Grêmio domina, mas Robinho faz Atlético-MG arrancar empate no fim

jogoA vitória do Grêmio parecia tão óbvia que não se confirmou. Neste domingo (28), o time gaúcho ficou no 1 a 1 com o Atlético-MG. Robinho, que iniciou o jogo da 22ª rodada do Brasileirão no banco, arrancou o empate cinco minutos antes do fim. Luan, no início do segundo tempo, fez para os donos da casa.

O empate na Arena do Grêmio surpreende pelo volume do time da casa durante quase todo o confronto. Quando Luan marcou, no começo do segundo tempo, o registro era de 20 finalizações contra nenhuma do Galo.

Com o resultado, o Galo vai aos 39 pontos e fica com a terceira posição na tabela. O Grêmio soma 36 pontos, sendo o sexto na classificação.

Na próxima rodada, o Atlético-MG recebe o Vitória, às 19h30 (Brasília). O jogo em Belo Horizonte está marcado para 7 de setembro.

Já o Grêmio tem a partida atrasada diante do Botafogo, atualmente agendada para 4 de setembro. O time gaúcho, contudo, já entrou em contato com a CBF pedindo novo adiamento do duelo válido pela 19ª rodada – por conta das convocações de Marcelo Grohe, Pedro Geromel e Miller Bolaños.

Robinho e Luan, os carrascos

Robinho começou o jogo no banco, entrou na metade do segundo tempo e não aliviou. Marcou pouco antes do fim, mas desde que esteve em campo levou o Galo para mais perto da área do Grêmio. Já Luan fez o quinto gol em seis jogos contra o Atlético-MG. Sem tanto brilho como em outras partidas, o camisa 7 do tricolor contou com desvio de Ronaldo para encobrir o goleiro Uilson.

Grêmio domina e paga caro no final

Com volume, mas sem profundidade. Dono do jogo de cima abaixo, o Grêmio precisou finalizar 20 vezes para marcar. Luan fez no começo do segundo tempo o que parecia iminente desde o começo. Com marcação alta e aproximação, o time gaúcho engoliu o Galo. Em vantagem, os donos da casa não pararam. Continuaram a criar chances e se aproveitaram os novos espaços para chegar perto de outro gol. A atuação segura terminou aos 40, quando Robinho ficou livre dentro da área para escorar passe rasteiro, em profundidade.

Atlético-MG abriu mão de jogar por quase 1h

O Atlético-MG conseguiu passar 45 minutos sem dar um chute sequer a gol. Fruto de uma postura extremamente defensiva e formação cheia de jogadores de marcação. Sem criatividade e condições de ligar o resto do time com a dupla Pratto e Fred. Depois de ver Luan marcar, confirmando a superioridade do Grêmio, o Galo reagiu e tentou entrar no duelo. Maicosuel foi a válvula de escape em todas as fases do time no jogo. Robinho, perto do fim, foi efetivo e empatou.

Roger adota o ‘menos é mais’

Com Maicon de volta, Ramiro foi para o banco e Roger manteve a estrutura do time que jogou e foi bem contra o Atlético-PR pela Copa do Brasil. O meio-campo em losango, com Douglas adiantado entre Bolaños e Luan. A simplificação foi a melhor medida. Menos foi mais.

Marcelo Oliveira poupa Robinho e Douglas Santos

Marcelo Oliveira surpreendeu ao escalar Lucas Pratto e deixar Robinho no banco. O treinador usou como justificativa a sequência do camisa 7 – que jogou contra Atlético-PR e Ponte Preta. Além dele, Douglas Santos também foi preservado. O 4-3-2-1 fez o Galo ser para lá de defensivo. Tanto que no segundo tempo, Douglas Santos e Robinho foram para o jogo.

FICHA TÉCNICA
GRÊMIO 1 X 1 ATLÉTICO-MG

Data e hora: 28/08/2016 (domingo), às 16h (Brasília)
Local: Arena do Grêmio, em Porto Alegre (RS)
Público: 32.963 pessoas (30.331 pagantes)
Renda: R$1.111.535,00
Árbitro: Claudio Francisco Lima (SE)
Assistentes: Ailton Farias da Silva (SE) e Daniel Vidal Pimentel (SE)
Cartões amarelos: Wallace Reis, Walace, Bolaños (GRE); Lucas Cândido, Leonardo Silva, Fred, Rafael Carioca (CAM)
Gols: Luan, aos 7 minutos do segundo tempo (GRE); Robinho, aos 40 minutos do segundo tempo (CAM)

GRÊMIO: Marcelo Grohe; Edilson, Wallace Reis, Kanemann e Marcelo Oliveira; Walace, Jailson (Guilherme), Maicon e Douglas (Ramiro); Luan e Bolaños (Henrique Almeida)
Técnico: Roger Machado

ATLÉTICO-MG: Uilson, Carlos César, Leonardo Silva, Ronaldo e Fábio Santos (Otero); Leandro Donizete, Rafael Carioca, Lucas Cândido (Douglas Santos) e Maicosuel; Lucas Pratto e Fred (Robinho)
Técnico: Marcelo Oliveira

Uol

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Sport domina São Paulo, vence em casa e volta ao G4

sportSurpresa do Brasileirão? Que nada! O Sport se consolida cada vez mais como realidade. Organizado defensivamente, veloz na frente e dono de um toque de bola exemplar, o Leão venceu o São Paulo por 2 a 0 neste domingo à tarde na Arena Pernambuco, provou novamente que não é “fogo de palha” e voltou a entrar no G4.

Com o estádio praticamente lotado, o Sport se lançou ao ataque desde o primeiro minuto e pressionou o São Paulo que, mesmo com três zagueiros, sofreu para afastar o perigo da área de Rogério Ceni. Já o Tricolor apostou as fichas em Alexandre Pato. Mas o atacante deixou a desejar e, desta vez, não foi eficiente.

Priorizando as triangulações rápidas no meio e nas duas pontas, o time da casa se impôs e abriu o caminho para vitória aos 33 minutos. Após bela tabela com André na esquerda, Marlone, livre de marcação, cruzou na área. Élber, também sozinho, não teve trabalho para empurrar a bola para fundo da rede.

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Melhor na partida, o Leão ainda teve um pênalti não marcado na etapa inicial. André, um dos destaques do duelo, sofreu claramente uma falta dentro da área, mas o árbitro André Luiz de Freitas Castro assinalou que o lance ocorreu fora da área.
Mesmo afobado na defesa e desorganizado na marcação, o São Paulo teve uma chance clara para empatar o confronto antes do intervalo. Pato recebeu a bola em velocidade, mas foi parado por Danilo Fernandes.

Assim como no primeiro tempo, o Sport foi superior na etapa final. Mas o São Paulo também melhorou e até certo ponto equilibrou a partida. Osorio abriu mão dos três zagueiros e colocou Luis Fabiano, que trouxe mais mobilidade ofensiva. Ainda assim, faltou pegada ao time paulista.

Mais bem postado em campo, o Leão soube controlar a partida. Os pernambucanos arriscaram algumas jogadas ofensivas e tiveram boas chances de aumentar o placar. O Tricolor, no entanto, colocou tudo a perder com as expulsões de Ganso e Luis Fabiano.

Com dois jogadores a menos, o São Paulo, que também perdeu Osorio, expulso por reclamação, viu o Sport dominar ainda mais o jogo nos minutos finais e sacramentar o triunfo nos acréscimos. Aos 47, Ferrugem fez o segundo gol e encerrou com chave de ouro a boa atuação do Leão.

FICHA TÉCNICA:

SPORT 2 X 0 SÃO PAULO

Local: Arena Pernambuco, em São Lourenço da Mata (PE)
Data/Hora: 19/7/2015, às 16h
Árbitro: André Luiz de Freitas Castro (GO)
Auxiliares: Alessandro Rocha Matos (BA) e Eduardo Gonçalves da Cruz (MS)

Público: 41.994 pagantes
Cartões amarelos: Renê (SPO)
Cartões vermelhos: Ganso e Luis Fabiano (SAO)
GOLS: Élber, 33’/1ºT (1-0) e Ferrugem, 48’/2ºT (2-0)

SPORT: Danilo Fernandes; Samuel Xavier; Matheus Ferraz, Durval e Renê; Rithely, Wendel (Rodrigo Mancha, 26’/2ºT), Marlone, Diego Souza (Régis, 26’/2ºT) e Élber (Ferrugem, intervalo); André. Técnico: Eduardo Baptista

SÃO PAULO: Rogério Ceni; Lucão, Edson Silva (Luis Fabiano, 11’/2ºT) e Rafael Toloi; Rodrigo Caio, Thiago Mendes (Boschilia, 33’/2ºT), Hudson, Michel Bastos e PH Ganso; Centurión (Reinaldo, 18’/2ºT) e Alexandre Pato. Técnico: Juan Carlos Osorio

Lance

Corinthians domina São Paulo, vence e arranca na frente na Libertadores

Quando o São Paulo começou a disputar a Taça Libertadores da América de 2015, já estava perdendo por 1 a 0. Talvez, nem tenham visto o terceiro golaço que Elias marcou só nessa edição do torneio, logo aos 11 minutos. O volante, que já deve ser chamado de meia pelo esquema tático e pela função que desempenha, triangulou com Danilo e Jadson, entrou livre nas costas de Rafael Toloi e bateu com precisão no canto esquerdo de Rogério Ceni.

Elias gol Corinthians x São Paulo, Libertadores (Foto: Marcos Ribolli)Elias comemora gol marcado logo no início, que abriu caminho para a vitória do Timão (Foto: Marcos Ribolli)

E se o mesmo jogador faz três golaços seguidos, de maneira semelhante, significa que isso é – bem – treinado. O Corinthians venceu por 2 a 0 e fez o que quis com um Tricolor muito mal organizado, escalado de maneira equivocada. O Timão poderia ter feito mais, por sinal. Em boa parte do tempo, abriu mão de domínio absoluto para atrair o adversário e contra-atacar.

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Tecnicamente, são três pontos à frente na classificação do Grupo 2 da Libertadores. Mas o futebol não é feito de números frios, insensíveis, que apenas se somam até chegarem a algum lugar. Futebol é quente, é moral, é psicológico, é pressão. Dessa forma, a diferença é maior. A derrota e, principalmente, a clara incapacidade do São Paulo de jogar de igual para igual com o rival, pesará nas próximas rodadas da competição mais desejada pelas equipes.

O mistério de Muricy se revelou injustificável. Ele escalou Maicon e recuou Michel Bastos, tirando do setor o jogador mais incisivo e que dá mais ritmo ao meio-campo. Na zaga, entrou Dória. Com um minuto, ele já teve que cortar um cruzamento que quase resultou em gol de Fábio Santos no rebote.

As duas equipes adotaram a marcação adiantada. Mas como eram diferentes… O Corinthians, efetivamente, pressionou, conseguiu obrigar os defensores do São Paulo a darem bicões e entregar-lhes a bola de presente. Já os comandados de Muricy apenas se posicionavam no campo de ataque e abriam um buraco entre os setores. O Timão saía como se estivesse brincando.

Torcida do São Paulo x Corinthians, Libertadores (Foto: Marcos Ribolli)Torcida do São Paulo apoia sua equipe na Arena
Corinthians em primeiro jogo (Foto: Marcos Ribolli)

Saiu, neste contexto de jogo, o golaço de Elias, sexto em Majestosos. Era tão pífia a atuação tricolor que Bruno, na melhor chance – que seria apenas um cruzamento para a área –, escorregou. Há quem diga que o resto do primeiro tempo foi equilibrado. Não foi. O São Paulo ficou com a bola porque o Corinthians escolheu esse tipo de jogo, para contra-atacar.

Ninguém mexeu no intervalo e, óbvio, o domínio alvinegro voltou a predominar. Provavelmente, o time nem precisasse da ajuda de Ricardo Marques Ribeiro para ampliar o placar. O árbitro ignorou falta de Emerson em Bruno e, no contra-ataque, Jadson recebeu, deixou Reinaldo no chão e fez o segundo. Ganso reclamou muito, ficou completamente indignado e levou um cartão amarelo.

O resto do jogo teve cenário óbvio. Um lado bem postado, à espera de um contra-ataque, e outro completamente sem noção do que fazer. Um baile de Tite, Elias, Jadson e companhia.

A superioridade está longe de ser responsabilidade do árbitro. O Corinthians, mesmo com mais jogadores ofensivos no meio, se defendeu com mais eficiência. E Muricy Ramalho só terá uma semana para trabalhar mellhor sua equipe. Na próxima quarta-feira, o São Paulo precisa ganhar de qualquer maneira do Danúbio, no Morumbi. O Timão volta a campo só no dia 4 de março, em Buenos Aires e sem a torcida do San Lorenzo nas arquibancadas.

Nas duas próximas rodadas, o Tricolor jogará no Morumbi e o Timão longe de casa. Serão semanas decisivas para o futuro dos paulistanos na Libertadores.

 

Globoesporte.com

Brasil renasce após o primeiro set, domina as americanas e é bi no vôlei

Se houvesse nocaute no vôlei, a final olímpica de Londres teria durado apenas 21 minutos. Foi o tempo que as americanas gastaram para carimbar nas brasileiras um primeiro set avassalador, com incríveis 15 pontos de diferença. Mas a disputa não era de boxe e, além do mais, as meninas que vestiam amarelo neste sábado conhecem muito bem a receita para ficar de pé antes que a contagem chegue a dez. O contragolpe foi imediato na segunda parcial, e, dali para a frente, a torcida que lotou a Arena em Londres viu um Brasil gigante. Valente. Campeão. Bicampeão olímpico. A vitória na final por 3 a 1 (11/25, 25/17, 25/20, 25/17) mostra que os Estados Unidos não são imbatíveis. Que Hooker não é inalcançável. Que as meninas não têm medo de bicho-papão. E que José Roberto Guimarães é o único dos 200 milhões de brasileiros capaz de encher o peito e dizer que tem três ouros em Olimpíadas. Para um grupo tão acostumado a viradas heroicas, nada mais adequado do que festejar a conquista trocando o tradicional peixinho por cambalhotas em série no chão da quadra, diante de um ginásio lotado e eufórico.

Não é do feitio de Zé Roberto encher o peito para alardear qualquer feito pessoal. Ele prefere entrar na festa com as jogadoras na quadra, mergulhar no peixinho, extravasar no grito. Ajoelhou-se no chão, vibrou muito com cada atleta e, enfim, respirou aliviado após sua campanha mais dramática. Campeão em 1992 com os homens e em 2008 com as mulheres, Zé carregou este grupo na ponta dos dedos até o título em Londres. Ficou por um fio na primeira fase, de calculadora na mão, torcendo – ironia das ironias – por uma vitória das americanas na última rodada para sobreviver.

Sobreviveu e, mais que isso, cresceu. Derrubou a Rússia em jogo espetacular nas quartas, salvando seis match points no tie-break. Arrasou o Japão na semi, com um 3 a 0 sem ressalvas. E marcou para este sábado o reencontro com os EUA, quatro anos depois de batê-las em Pequim. Desta vez, o favoritismo estava do outro lado da rede, com todos os confrontos recentes pendendo para o lado americano. O primeiro set arrasador deixou a torcida com o estômago na boca. Mas a reação provou que, quatro anos depois, as brasileiras ainda são as melhores jogadoras de vôlei do planeta.

– A gente joga por amor. Sabemos que em alguns momentos a gente não conseguiu fazer o melhor e as críticas foram importantes pra gente ver que as pessoas acreditavam na gente. Não posso deixar de agradecer a esse grupo que foi incrível. Nas horas mais incríveis, a gente se uniu, se honrou – disse a líbero Fabi ao SporTV.

Fernanda, Final do Vôlei, Brasil e Eua (Foto: Agência AFP)Fernanda Garay solta o braço: ela foi um dos
destaques do Brasil na final (Foto: Agência AFP)

Nocaute no início

Nervosa, assim como a torcida, a seleção não conseguia se encontrar no início da decisão. Até fez 1/0 com uma largadinha de Sheilla, mas as americanas entraram com o pé na porta e jeitão de favoritas. Abriram 6/1 com o luxo de não precisar de nenhum ponto de Hooker. Zé Roberto parou o jogo, os ânimos se acalmaram um pouco, mas só um pouco. Se na primeira parada o placar era de 8/3, na segunda já era de 16/7. Tonto em quadra, o Brasil viu as rivais abrirem 22/8 e praticamente só conseguiam pontuar nos erros do outro lado da rede, como os dois em sequência que deixaram o placar em 22/10. Nada aconteceu além disso. Em apenas 21 minutos, fim de papo, com incríveis 25/11.

Quando pareciam mortas, as meninas de Zé Roberto renasceram do nada e abriram a segunda parcial vencendo por 3/0. Ainda viram as rivais empatando logo em seguida, mas conseguiram se manter à frente, até com certa folga. Quando Garay soltou o braço e fez 11/6, o técnico Hugh McCutcheon parou para conversar com suas atletas. Zé estava mais calmo, e o time também, a ponto de segurar a reação e abrir de novo para 18/12, em bom momento de Jaqueline. As nocauteadas da vez eram as americanas, que não acharam as bolas e viram o Brasil igualar o jogo com a autoridade de um 25/17.

Thaisa Menezes, Final do Vôlei, Londres 2012  (Foto: Getty Images)Thaisa chega ao bicampeonato, assim como Sheilla, Fabiana, Fabi, Paula e Jaqueline (Foto: Getty Images)

“O campeão voltou”, gritava a torcida em altos decibéis numa arquibancada completamente tomada pelo amarelo, com pequenos focos de azul, vermelho e branco. O Brasil estava em casa, e motivado. Abriu o terceiro set vencendo por 6/2. Com autoridade, foi conduzindo bem a vantagem e segurou uma forte reação americana na metade da parcial. Na segunda parada, vencia por 16/13. Com Akinradewo virando todas, não foi fácil arrastar o set até o fim. Mas deu. Com Jaque, Garay e Sheilla largando o braço no ataque, veio o que ninguém imaginava após aquele primeiro set: 25/20 e uma virada na raça.

Na quarta parcial, nada de apagão. Concentrado, o time brasileiro sabia que do outro lado da rede não haveria entrega, mas manteve a cabeça no lugar para chegar à primeira parada técnica com 8/6. Com a capitã Fabiana crescendo, o que já estava bom ficou ótimo nos 16/10. Zé mandou à quadra Natália, outro símbolo de reação no grupo. Quase cortada por uma lesão na canela, ficou até o fim, entrou poucas vezes, mas é tão campeã quanto qualquer outra. Àquela altura, as americanas até ensaiavam uma reação, mas já não pareciam tão ameaçadoras. E o Brasil segurou até o fim, com a pancada de Garay que imortalizou o momento: 25/17, 3 a 1, ginásio histérico.

Festa dupla para as bicampeãs Sheilla, Fabiana, Fabi, Paula Pequeno, Thaisa e Jaqueline. Festa inédita para Dani Lins, Fernanda Garay, Fernandinha, Natália, Tandara, Adenízia. Festa mais do que merecida para Zé Roberto, ou apenas Zé. O único Zé tricampeão olímpico.

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