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Polícia Militar prende em Caiçara suspeito de violência doméstica

Policiais da 3ª Companhia do 4º BPM (Batalhão de Polícia Militar) prenderam, no início da madrugada desta segunda-feira (29), na cidade de Caiçara, um homem suspeito de violência doméstica depois dele agredir fisicamente a companheira e tentar invadir a residência de parentes, para onde ela foi se abrigar depois de conseguir fugir das agressões.

Ao chegarem à residência, os policiais mantiveram contato com a proprietária do imóvel, que é tia da vítima, que confirmou a denúncia de que no local o suspeito queria continuar as agressões, que teriam começado na residência do casal.

A companheira do suspeito confirmou que teria sido agredida fisicamente após dizer que não teria dinheiro para que ele comprasse cigarros e ele também teria tentado sufocá-la utilizando-se de um saco plástico, mas ela conseguir se desvencilhar e fugir para a casa de familiares.

O suspeito foi preso e foi encaminhado para a Delegacia de Polícia Civil, juntamente com a vítima, para autuação em flagrante pelo crime de violência doméstica.

P/5 – Seção de Comunicação Social e Marketing Institucional do 4º BPM

 

 

Polícia Militar prende mais um suspeito de violência doméstica em Guarabira

Policiais do 4º BPM (Batalhão de Polícia Militar) realizaram, nesse sábado (20), no centro de Guarabira, mais uma prisão de um suspeito de violência doméstica, a segunda em menos de 24h na cidade. A prisão aconteceu no final da tarde, depois que o Copom recebeu a denúncia de que uma mulher estaria sendo agredida fisicamente pelo companheiro.

Ao tomar conhecimento do fato, de imediato uma guarnição compareceu ao local e foi informada pela vítima que as agressões teria começado depois que o companheiro a presenciou ingerindo bebida alcoólica com os vizinhos. Depois de ser detido, o suspeito foi conduzido à delegacia para a autuação em flagrante.

P/5 – Seção de Comunicação Social e Marketing Institucional do 4º BPM

 

 

Policiais do 4º BPM prendem suspeito de violência doméstica em Alagoinha

Um homem suspeito de violência doméstica foi preso em flagrante por policiais da 2ª Companhia do 4º BPM (Batalhão de Polícia Militar) nessa quinta-feira (28), no Conjunto Morada Nova II, na cidade de Alagoinha. A guarnição comandada pelo cabo Jewson foi informada que uma mulher teria sido agredida pelo companheiro e se dirigiu ao local, onde encontrou a vítima com vários hematomas pelo corpo.

A mulher relatou aos policiais que tinha sido agredida pelo esposo, que utilizou um pedaço de fio. O suspeito tinha se evadido do local, mas após diligências, cerca de duas horas depois ele foi localizado e preso. Em seguida, foi conduzido à Delegacia de Polícia Civil para a autuação em flagrante.

 

Assessoria 4º BPM

 

 

Preso por violência doméstica morre e policiais ficam feridos após serem atropelados durante ocorrência na Paraíba

Um homem foi preso suspeito de atropelar um preso e dois policiais militares na estrada entre Capim e Sapé, na Zona da Mata paraibana. O fato aconteceu na noite deste domingo (24).

As primeiras informações são de que um detido pela PM morreu e os policiais ficaram feridos. Eles teriam atendido uma ocorrência em que uma mulher havia denunciado o marido por violência doméstica.

Durante a condução do suposto agressor, um outro homem surgiu com o carro e atropelou as três pessoas. As circunstâncias do atropelamento ainda não foram esclarecidas.

Ainda de acordo com as informações preliminares, os policiais tiveram apenas ferimentos. O condutor do veículo foi preso.

 

clickpb

 

 

Em Cuitegi, homem agride a esposa e é preso em flagrante por violência doméstica

Um homem foi preso em flagrante por policiais do 4º BPM (Batalhão de Polícia Militar) na noite dessa terça-feira (12), no Conjunto Roberto Paulino, em Cuitegi, depois de agredir fisicamente a esposa. A guarnição do Destacamento local foi acionada pelo Copom para atender a uma ocorrência envolvendo um conflito entre um casal. Chegando ao local, os policiais foram informados pela vítima que o marido teria chegado do trabalho e se desentendeu com ela por causa dos filhos.

Como ela não gostou da reclamação dele, os dois entraram em vias de fato e ele a teria lesionado na perna e no braço. Após o relato da vítima, os policias encontraram o suspeito trancado dentro do banheiro da residência. Ele foi preso e conduzido à Delegacia de Polícia Civil, juntamente com a vítima, para a lavratura do auto de prisão em flagrante por violência doméstica.

 

Assessoria 4º BPM

 

 

Policiais do 4º BPM prendem neste domingo dois suspeitos de violência doméstica

Policiais do 4º BPM (Batalhão de Polícia Militar) registraram, neste domingo (26), dois casos de violência doméstica e, em ambos, os suspeitos foram presos. O primeiro caso aconteceu no Loteamento Pouso das Garças, em Guarabira, e a vítima compareceu pessoalmente à sede do Batalhão para informar que tinha sido agredida pelo próprio companheiro. De imediato, os policiais foram até o endereço informado por ela e, após rondas, conseguiram prender o suspeito. Os envolvidos foram encaminhados para a Delegacia de Polícia Civil para serem tomadas as providências legais.

O outro caso de violência doméstica aconteceu na Rua Nova, em Belém, quando a vítima ligou para a Polícia Militar informando que teria se deslocado a um bar para buscar o companheiro, mas no local teria se desentendido com ele, que a agrediu fisicamente. Rapidamente os policiais chegaram ao local e constataram que a mulher havia sofrido lesões leves no braço, perna direita e cabeça, e que o suspeito havia se evadido do local. Após algumas rondas, ele foi localizado e preso, em seguida, conduzido para a delegacia.

 

Assessoria 4º BPM

 

 

Abuso de álcool e violência doméstica em tempos de coronavírus: uma dupla explosiva

Por Marcelo Niel*
A mídia ao redor do mundo tem noticiado o aumento de denúncias de violência doméstica em função do confinamento por conta da pandemia do coronavírus. No Brasil, segundo a Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos (ONDH), do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH), houve um aumento médio de 10% das denúncias na segundaquinzena de março, em relação à primeira quinzena (http://www.mdh.gov.br/todas-as-noticias/2020-2/marco/coronavirus-sobe-o-numero-de-ligacoes-para-canal-de-denuncia-de-violencia-domestica-na-quarentena). Considerando a dificuldade que as vítimas possuem em fazer denúncias, muitas vezes motivadas pelo medo e por ameaças do agressor – que não raras vezes é alguém próximo, como marido, namorado, pai, padrasto – é possível supor que esses dados são provavelmente subestimados e que há muito mais casos do que sequer imaginamos. A violência doméstica é uma grave questão de saúde pública no Brasil e no mundo e as mulheres são, de longe,as maiores vítimas.

Há uma série de fatores que motiva esse aumento em decorrência do confinamento. A primeira grande causa é o confinamento em si. Veja que fomos quase todos, de relance, obrigados a mudar radicalmente nossos hábitos de vida e, nos vimos, invariavelmente, privados do nosso ir e vir. Isso por si só já eleva os níveis de estresse das pessoas, o que predispõe naturalmente, no caso de pessoas obrigadas a conviverem juntas, ao aumento de conflitos. Somam-se a essa situação peculiar os diversos problemas econômicos e sociais decorrentes dessa grave crise mundial: desemprego,contas atrasadas, o medo do contágio e uma gama de inseguranças que só pioram esse caldeirão borbulhante de problemas e insatisfações.

Isso não deve servir como mera justificativa para a violência: uma pessoa que já possuía um padrão de comportamento agressivo, físico ou verbal, tenderá, provavelmente, a se tornar mais agressiva em função do confinamento e desse tanto de problemas que têm afetados tantos de nós. Porém,devemos estar atentos a situações novas, reações agressivas que diferem do comportamento habitual daquela pessoa. Por exemplo: um homem, casado, com filhos, que nunca apresentou comportamento agressivo físico ou verbal com seus familiares e se vê, em função da crise atual,desempregado, com contas atrasadas, sentindo-se acuado e incapaz de sustentar os seus. Ele passa aficar impaciente, com insônia, preocupado e vai evoluindo com impaciência, irritabilidade crescentes que culminam com um ato agressivo. O que se vê, nesses casos, é que homens, mais do que mulheres, têm uma grande dificuldade em pedir ajuda, sobretudo profissional, como recorrer a um psicólogo ou obter algum outro tipo de aconselhamento que poderia lhes fazer recuperar a razão e a buscar saídas mais saudáveis para lidar com os problemas.

Na dificuldade ou impossibilidade de buscar ajuda, a pessoa sob estresse fica mais vulnerável a estabelecer uma relação patológica com o uso de álcool. E o que já estava bastante complicado de início, com certeza piorará ainda mais. Num primeiro momento, aquela cervejinha ou aqueles dois dedinhos de cachaça podem trazer oferecer um certo alívio, um relaxamento. Mas se a cabeça está quente, há um risco de esquentar ainda mais, porque o álcool torna as pessoas mais lábeis e diminui o controle dos impulsos. Muitas situações de violência são desencadeadas ou pioradas por pessoas sob efeito do álcool.

Tenho observado nas redes sociais, desde o início da quarentena no Brasil, inúmeras pessoas fazendo uso mais frequente de álcool em suas casas. Nos comércios de produtos alimentícios, quase todas as compras contém algum tipo de bebida alcoólica. Por um lado, muita gente tem agido na quarentena como se estivesse de férias. Há um lado saudável nisso, se encararmos esse período de quarentena de uma forma mais leve, quando possível. Entretanto, devemos ter cuidado quando ouso de álcool estiver funcionando como um “remédio” para se acalmar, para ajudar a dormir ou para esquecer, ainda que temporariamente, dos problemas. Essa é a fórmula perfeita para transformar o álcool num inimigo, que pode levar a problemas de saúde, piorar o nosso equilíbrio mental,sobretudo o humor e predispor a atitudes violentas, mediante tanta tensão.

Devemos tentar, na medida do possível, manter uma rotina de vida com alguma disciplina. Se estiver trabalhando em casa, procure evitar o álcool durante o horário de trabalho ou durante a semana. Procure reservar esse consumo para um momento especial, ritualize, não banalize. Fique atento se estiver bebendo mais do que bebia antes, porque isso pode ser um alerta para um problema que está por vir. Pessoas que já possuem problemas com álcool, quer estejam em tratamento ou não,estão, por conta da situação, em maior risco de recaídas. É importante buscar ajuda profissional ou de grupos de apoio, como os Alcoólicos` Anônimos.

Do outro lado, ou seja, quem está convivendo com uma pessoa adotando comportamento violento,seja piorado ou não pelo uso de álcool, deve evitar o conflito se puder. Discussões, acusações,questionamentos, sobretudo quando a pessoa está sob efeito de álcool, mesmo em pequenas doses,são importantes desencadeantes de reações violentas. Se for conversar, procure fazer isso quando apessoa estiver sóbria. Busque ajuda, denuncie, não deixe que essa situação se cronifique ou seprorrogue.

*Marcelo Niel é médico psiquiatra e psicoterapeuta junguiano. Doutor em Ciências pelo Departamento de Saúde Coletiva da UNIFESP/SP e Professor do Curso de Medicina da Faculdade Pitágoras de Eunápolis/BA.

 

Condomínios devem informar polícia sobre casos de violência doméstica

Foi publicada no Diário Oficial do Estado desta quinta-feira (26) a Lei 11.657, que obriga condomínios residenciais e conjuntos habitacionais a comunicar a autoridades policiais sobre casos de violências domésticas contra mulheres.

Conforme o texto, de autoria do deputado estadual Adriano Galdino, moradores que presenciarem os atos violentos deverão informar o fato ao síndico ou à administradora de condomínios, tendo sigilo assegurado.

O responsável pelo condomínio ou conjunto habitacional deve, então, procurar uma Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher e informar dados como endereço e telefone de contato da vítima.

O descumprimento da lei acarretará advertência e multa em valor que pode variar de 200 a 2.000 Unidades Fiscais de Referência do Estado da Paraíba (UFR-PB).

 

portalcorreio

 

 

Limpeza doméstica é essencial para o combate às doenças

Seja vírus, bactérias ou fungos, proteger o lar com produtos corretos e certificados são essenciais para a saúde

A OMS (Organização Mundial da Saúde) decretou pandemia da Covid-19 e o que já era aguardado, a chegada do coronavírus no Brasil, ganhou ainda mais ênfase e ampla cobertura da mídia. E pudera: para evitar a transmissão e a escalonada aos pronto socorros e hospitais, principalmente dos idosos, a recomendação é: salvo exceções, fique em casa e intensifique os hábitos de higiene. Para aqueles que os deslocamentos são imprescindíveis, como profissionais dos serviços de saúde e itens básicos, a atenção deve ser redobrada.

Lavar as mãos, evitá-las colocar no rosto e cumprimentar as pessoas com beijo e aperto de mão estão fora de cogitação, mas outras medidas podem ser consideradas, principalmente dentro de casa. Renato Ticoulat, presidente da Limpeza com Zelo, rede de franquia focada em limpeza residencial, revela que, desde os primeiros casos registrados no Brasil, a procura pelos serviços da rede dobrou. “As pessoas estão começando a entender a limpeza como aquela voltada para saúde e não mais apenas para a aparência do lugar. Fazer a higienização com produtos e procedimentos certificados garante a eliminação de vírus e bactérias, inclusive o coronavírus, que tem nos deixado tão em alerta”, frisa o executivo.

Além de investir em profissionais gabaritados, a sugestão para quem está disposto a ficar livre de doenças é manter a casa o máximo higienizada possível, nem que para isso o brasileiro crie hábitos novos. “Tirar os calçados e deixá-los na entrada da casa, por exemplo, é uma das maneiras de não trazer micro-organismos da rua. É como criar uma zona de segurança”, explica. “Outra medida simples é separar luvas e panos para a higienização de cada cômodo. O mesmo pano de chão para limpar o banheiro e o escritório faz parecer que os locais estão aparentemente limpos, quando, na verdade, só se transferiu as bactérias de um lugar para outro”, completa.

A dica, portanto, é diferenciá-los com cores. Para limpeza de sanitários, vestiários e recolhimento de lixos, pode-se usar luvas amarelas; para limpeza interna, azul e copa e cozinha, verde. Assim como o uso de panos de microfibra: azul para vidros e espelhos, vermelhos para sanitários e vestiários, amarelo ou verde para remoção de pó em superfícies. “Desta forma, utilizando materiais específicos para cada um dos cômodos, é possível garantir a eliminação da sujidade e também a desinfecção melhor dos espaços coletivos. Limpeza é coisa séria, que envolve saúde e bem estar”, destaca o diretor.

Os panos de microfibra, por sinal, é uma outra dica que o presidente dá. “Vale a pena ter este material em casa, já que com seu formato diferenciado em relação aos demais produtos disponíveis no mercado, como o algodão, por exemplo, faz com que as partículas de sujeira entrem nas cavidades e permaneçam lá, além de absorverem até oito vezes seu peso em líquido. Por possuir, também, carga positiva, cria uma enorme capacidade de reter a sujeira, que possui carga negativa”, explica. Para limpar o chão ou outras superfícies maiores, a opção é o mop, com cerdas de microfibra. Mas vale lembrar que embora seja uma boa pedida para ter em casa, a microfibra não é biodegradável, então, quanto mais tempo durar, melhor será para o meio ambiente.

Quantos às composições, principalmente aquelas que perfumam ambiente ou móveis, é preciso ficar atento. “Muitos daqueles que garantem a eliminação de germes e bactérias não correspondem, de fato, ao que prometem. As tecnologias mais avançadas nem sempre ficam à disposição do consumidor”, revela Renato. “A aplicação de produtos por meio de empresas especializadas garante a verdadeira higienização e eliminam o coronavírus, que pode sobreviver até cinco dias em papel e plástico, quatro em madeira e vidro, dois em aço e oito horas em alumínio”, conclui.

Sobre Limpeza com Zelo

Focada em limpeza residencial, é uma spin off da rede de franquias Jan-Pro, líder em limpeza comercial no mundo e que está presente no Brasil há 10 anos. O objetivo da rede é oferecer às residências brasileiras a mesma qualidade garantida aos escritórios, que faz uso de produtos e equipamentos com tecnologia de ponta, aprovados e com certificação Green Seal, que garante sua aplicação sustentável. Atualmente a rede conta com 15 unidades.

 

 

Policiais do 4º BPM prendem homem por prática de violência doméstica contra a mãe em Caiçara

Policiais da 3ª Companhia do 4º BPM (Batalhão de Polícia Militar) prenderam um homem, na noite desse sábado (14), na cidade de Caiçara, suspeito de praticar violência doméstica contra a própria mãe. A vítima entrou em contato, através da linha direta, com a guarnição local e informou que o filho estava quebrando móveis e objetos no interior da sua residência.

De imediato, a guarnição se dirigiu ao local e a vítima relatou que o filho chegou embriagado e passou a destruir os móveis e utensílios da residência, além de ofendê-la com palavras de baixo calão. Quando ela perguntou o que estava acontecendo, ele ainda a expulsou da casa. O suspeito, que estava bastante alterado, teve que ser algemado e foi conduzido à Central de Polícia Civil da cidade de Guarabira.

EMBRIAGUEZ E DESORDEM – Na tarde deste domingo (15), no Sítio Nica, zona rural do município de Pirpirituba, a solicitante informou ao Copom que, no restaurante onde trabalha, chegou uma senhora relatando que o seu filho, que é dependente químico, estava alcoolizado, quebrando os objetos de sua residência.

A guarnição comandada pelo cabo John se deslocou até a casa da vítima, onde os fatos foram confirmados pelo pai e irmão do suspeito, que havia saído de casa de posse de uma tesoura de poda. Os policiais realizaram diligências é o encontraram na casa de uma
tia.

Ao ser indagado sobre o ocorrido, ele confirmou e perguntou qual o problema. Os policiais disseram que iriam levá-lo para a delegacia e ele reagiu, sendo imobilizado e conduzido juntamente com a vítima.

 

Assessoria 4º BPM