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Corpo de Dom Aldo Pagotto ficará refrigerado até resultado de exame para Covid-19

O corpo do arcebispo emérito da Paraíba, Dom Aldo di Cillo Pagotto, ficará refrigerado no hospital onde morreu, em Fortaleza (CE), nesta terça-feira (14), até que o resultado do exame que atesta ou não a infecção pelo coronavírus seja divulgado. Segundo a Arquidiocese de Fortaleza, a previsão é que o resultado saia ainda nesta quarta-feira (15). Dom Aldo estava internado na Unidade de Terapia Intensiva de um hospital particular da cidade após o agravamento de uma crise de insuficiência.

Se for confirmado que Dom Aldo estava infectado com a Covid-19, o corpo deve seguir direto para o sepultamento, seguindo as normas das autoridades sanitárias e de saúde do Estado do Ceará e da Prefeitura de Fortaleza.

De acordo com a Arquidiocese da Paraíba, o religioso apresentava sintomas semelhantes ao da Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus, mas não há confirmação da infecção. O G1 tentou contato com a Secretaria de Estado de Saúde do Ceará para saber se o caso foi notificado, mas não conseguiu contato.

Em nota, a Unimed Fortaleza informou que Dom Aldo foi internado devido a um quadro de pneumonia no hospital no dia 1° de abril e morreu nesta terça-feira (14), às 14h, em decorrência de infecção respiratória.

Segundo a Arquidiocese de Fortaleza, Dom Aldo enfrentava um tratamento contra um câncer e na noite de segunda-feira (13) apresentou dificuldade respiratória, sendo entubado e transferido para a UTI.

Dom Aldo morreu aos 70 anos, em Fortaleza, onde viveu desde que renunciou o cargo de arcebispo e exercia o ministério no Santuário São Benedito, no centro da capital cearense.

Dom Aldo Pagotto celebra missa na Igreja São Francisco, em João Pessoa, um mês antes de renunciar ao cargo de arcebispo — Foto: Daniel Peixoto/G1/Arquivo

Dom Aldo Pagotto celebra missa na Igreja São Francisco, em João Pessoa, um mês antes de renunciar ao cargo de arcebispo — Foto: Daniel Peixoto/G1/Arquivo

Dom Aldo Pagotto

Dom Aldo era natural de Santa Bárbara d’Oeste, interior de São Paulo. Foi ordenado presbítero em 1977 e bispo em 1997, no Ceará. Esteve na Diocese de Sobral até 2004, quando veio para a Paraíba. Ele esteve à frente da Igreja Católica na região de João Pessoa por 12 anos, e deixou o cargo em 2016 alegando motivos de saúde.

“Tentei doar o melhor de mim mesmo, não obstante as sérias limitações de saúde, ademais das repercussões no equilíbrio emocional, causadas pela constante necessidade de superar conflitos inevitáveis, advindos de reações ao meu modo de ser e de agir”, disse Dom Aldo em carta enviada ao Vaticano.

Dom Aldo Pagotto, durante Ato de Consagração da Arquidiocese, das Famílias e do Estado em 2015 — Foto: Valéria Sinésio /Jornal da Paraíba/Arquivo

Dom Aldo Pagotto, durante Ato de Consagração da Arquidiocese, das Famílias e do Estado em 2015 — Foto: Valéria Sinésio /Jornal da Paraíba/Arquivo

Em 2002, quando era bispo em Sobral, no Ceará, Dom Aldo foi denunciado por supostamente tentar acobertar casos de abuso sexual de um padre contra 21 meninas, mas o Tribunal de Justiça cearense arquivou o caso.

Durante a vida como bispo na Paraíba, também sofreu denúncias de exploração sexual de menores de idade na arquidiocese, mas a investigação foi arquivada em 2017. Após a renúncia, se tornou arcebispo emérito da Paraíba e passou a morar em Fortaleza, no Ceará, em uma casa da congregação da qual participava.

Dom Aldo Pagotto era arcebispo emérito da Paraíba — Foto: Francisco França/Jornal da Paraíba

Dom Aldo Pagotto era arcebispo emérito da Paraíba — Foto: Francisco França/Jornal da Paraíba

 

G1

 

 

Arcebispo emérito da Paraíba Dom Aldo Pagotto morre aos 71 anos no Ceará

O arcebispo emérito da Paraíba Dom Aldo di Cillo Pagotto morreu na tarde desta terça-feira (14), em Fortaleza, Ceará. Dom Aldo estava internado na Unidade de Terapia Intensiva de um hospital particular da cidade após o agravamento de uma crise de insuficiência respiratória. A informação foi confirmada pelas Arquidioceses da Paraíba e do Ceará.

De acordo com a Arquidiocese da Paraíba, o religioso apresentava sintomas semelhantes ao da Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus, mas não há confirmação da infecção. O G1 tentou contato com a Secretaria de Estado de Saúde do Ceará para saber se o caso foi notificado, mas não conseguiu contato.

Dom Aldo morreu aos 71 anos, em Fortaleza, onde viveu desde que renunciou o cargo de arcebispo.

Dom Aldo Pagotto celebra missa na Igreja São Francisco, em João Pessoa, um mês antes de renunciar ao cargo de arcebispo — Foto: Daniel Peixoto/G1/Arquivo

Dom Aldo Pagotto celebra missa na Igreja São Francisco, em João Pessoa, um mês antes de renunciar ao cargo de arcebispo — Foto: Daniel Peixoto/G1/Arquivo

Dom Aldo Pagotto

Dom Aldo era natural de Santa Bárbara d’Oeste, interior de São Paulo. Ele esteve à frente da Igreja Católica na região de João Pessoa por 12 anos, e deixou o cargo em 2016 alegando motivos de saúde.

Durante a vida como bispo, sofreu denúncias de exploração sexual de menores de idade na arquidiocese. Após a renúncia, se tornou arcebispo emérito da Paraíba e passou a morar em Fortaleza, no Ceará, em uma casa da congregação da qual participava.

G1

 

PROTESTO EM JOÃO PESSOA: Milhares lotam o busto de Tamandaré, Dom Aldo Pagotto foi apitar contra Dilma

dom aldoO arcebispo da Paraíba, Dom Aldo Pagotto, compareceu à manifestação realizada no Busto de Tamandaré, em João Pessoa,para protestar contra os escândalos de corrupção no país.

Vestido a caráter e engrossando o coro do apitaço realizado na orla pessoense, Dom Aldo disse que estava no evento como cidadão para protestar contra a roubalheira e a corrupção da classe política. Ele disse que esta é uma maneira de reivindicar melhorias e mostrar-se indignado diante da atual situação que vive o Brasil. “Ninguém aguenta tanta falcatrua, corrupção, por isso estamos aqui para protestar,mas também para nos oferecer na construção de um país como merecem os brasileiros, com desenvolvimento, progresso e oportunidades para todos”, destacou.

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Indagado sobre as constantes críticas que recebe por se envolver em atos políticos, Dom Aldo disse não se importar e garantiu que o movimento que pede o fim da corrupção é suprapartidário. “Se acontecer, que seja bem-vinda, até porque esse é um movimento que está acima de partido, de ideologia, é um ato suprapartidário, em nome da democracia”, observou.

Alexandre Freire com informações de Écliton Monteiro – MaisPB

Dom Aldo Pagotto defende beatificação de Zilda Arns

dom-aldoO arcebispo da Paraíba e presidente do Conselho Diretor da Pastoral da Criança, Dom Aldo Pagotto, disse que as moções de apoio a beatificação da médica sanitarista e pediatra, Zilda Arns, já contam com mais de 260 mil assinaturas.

Decorridos cinco anos de sua morte – prazo mínimo para que seja aberto processo de beatificação – milhares de fieis pedem que o processo seja aberto. O procedimento faz parte das etapas exigidas pelo Vaticano para que alguém seja considerado santo.

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Ao lembrar a trajetória de Zilda Arns, Dom Aldo disse que os sinais para que a médica não viajasse para Porto Principe, no Haiti, em 2010, foram muitos. Segundo ele, todos pediam para que ela não fosse, mas mesmo assim ela seguiu seu destino. “Todos diziam não vá. Ela estava cansada. As coisas estavam dando errado, ela não tinha o visto ainda”, relata o arcebipo paraibano.

Pagotto ressaltou que até o convite formal para a viagem, enviado pelo correio e por e-mail e que ela deveria confirmar, não chegou. “Mas, ela era muito teimosa e disse que, aonde houvesse missão, iria”.

Zilda Arns faleceu enquanto discursava no dia 12 de janeiro de 2010, vítima do terremoto que atingiu o país.

MaisPB