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Presidente do PT da PB engrossa o tom contra apresentador de TV após comunicador reverenciar ditadura: “Um Zé ninguém”

Os posicionamentos quase sempre polêmicos do apresentador Sikêra Júnior sempre causam bastante barulho, sobretudo nas redes sociais.

Desta vez, o comunicador fez referências à ditadura no Brasil, alegando que o país possuía mais liberdade na época do que agora com o advento das redes sociais, onde, segundo ele, tudo que se diz vira polêmica.

“O Brasil tinha mais liberdade na ditadura que agora, porque hoje tudo que a gente fala é recriminado” declarou.

A frase de Sikêra não passou batido para o presidente do PT na Paraíba, Jackson Macêdo que engrossou o tom contra o apresentador.

Jackson disse que Sikêra vive “do ódio, do preconceito às minorias e da espetacularização da violência no país”.

O presidente do PT foi mais além e alegou que com as declarações, Sikêra comprova que “não sabe nada de História do Brasil. Ou seja, um Zé Ninguém” disparou.

pbagora

 

‘A rede social está com mais censura hoje do que a ditadura em 64’, afirma Sikêra

O apresentador do programa “Alerta Nacional”, da RedeTV!, Sikêra Jr. destacou a importância das lives em meio a pandemia e lamentou que as redes sociais estejam enfrentando, hoje, mais censura do que na época da ditadura, em 64. Ele participou, nesta segunda-feira (8), do “Frente a Frente”, da TV Arapuan, do Sistema Arapuan de Comunicação, apresentado pelo jornalista Luís Tôrres.

“As lives estão tomando o espaço da tv brasileira. jamis a televisão vai ser a mesma depois da pandemia”, afirmou Sikêra Jr, ao esclarecer que as “transmissões ao vivo feitas por redes sociais vieram para ficar e fazer com que os telespectadores troquem os programas gravados e repetitivos pelas lives.

Sobre a censura nas redes sociais, o apresentador do “Alerta Nacional” disse que chegou a ter uma conta no Facebook, com 4 milhões e 800 mil seguidores extinta, devido aos comentários e opiniões que emitia sobre determinados temas e assuntos.

“A rede social está com mais censura hoje do que a ditadura de 64. Perdi uma conta no Facebook com mais de quatro milhões e oitocentos mil seguidores”, ressaltou ele, afirmando que o Brasil tinha mais liberdade na ditadura do que hoje.

Paulo de Pádua

 

 

Senador paraibano descreve prejuízos do AI-5, na ditadura, e critica posturas do clã Bolsonaro

Em Brasília, a semana ficou marcada pela fala, em tom de ameaça, do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do presidente da República Jair Bolsonaro, em relação a possibilidade de instalação do Ato Institucional 5 (AI-5) no país. O senador paraibano Veneziano Vital do Rêgo (PSB) criticou o argumento do parlamentar e cobrou de todos uma reação contrária a ideia do deputado.

Em entrevista, o Eduardo Bolsonaro não descartou a possibilidade de instalação do AI-5 no Brasil, caso, segundo ele, a esquerda venha a “radicalizar”. Perplexo com a declaração, Veneziano disse que o teor das declarações do parlamentar é inconcebível. “Autoritário, ditatorial de chantagens, condicionantes e de ameaças. Ameaçando a reações que possam ser realizadas democraticamente com a implantação de Atos Institucionais”, declarou o senador.

Veneziano lembrou que durante a ditadura o Ato citado por Eduardo Bolsonaro retirou direitos, censurou a população, além de causar prisões, torturas e até mortes. “Os Atos Institucionais, quando implantados, trouxeram um período difícil, ditatorial, de autoritarismo, de mortes, de perseguições e de censuras no Golpe de 64”, observou o socialista.

O senador ressaltou que todos os cidadãos precisam reagir a este tipo de postura adotada pelo deputado federal Eduardo Bolsonaro. Para Veneziano, o clã Bolsonaro é claramente “inclinado” e apresentam o desejo de reimplantar no país uma ditadura. “Nós não vamos aceitar. Nós não vamos conceber e vamos estar vigilantes, reagindo a este tipo de postura”, garantiu Veneziano.

 

PB Agora

 

 

Gilmar Mendes critica Eduardo Bolsonaro por ‘exaltar trevas’ da ditadura

O ministro Gilmar Mendes, do STF (Supremo Tribunal Federal), criticou as declarações do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) defendendo um novo AI-5 caso a esquerda se radicalize.

“O AI-5 impôs a perda de mandatos de congressistas, a suspensão dos direitos civis e políticos e o esvaziamento do Habeas Corpus. É o símbolo maior da tortura institucionalizada. Exaltar o período de trevas da ditadura é desmerecer a estatura constitucional da nossa democracia”, escreveu o magistrado em sua conta do Twitter.

Líder do PSL na Câmara, Eduardo Bolsonaro, filho do presidente Jair Bolsonaro, deu a declaração em entrevista à jornalista Leda Nagle realizada na segunda (28) e publicada nesta quinta (31) no canal dela no YouTube.

“Se a esquerda radicalizar a esse ponto, a gente vai precisar ter uma resposta. E uma resposta pode ser via um novo AI-5, pode ser via uma legislação aprovada através de um plebiscito como ocorreu na Itália. Alguma resposta vai ter que ser dada”, afirmou o parlamentar na entrevista.

 

MÔNICA BERGAMO/FOLHAPRESS

 

 

Ricardo diz que família Bolsonaro sempre flertou com a Ditadura, mas, gostando ou não, jurou seguir a Constituição

O ex-governador e atual presidente da Fundação João Mangabeira, Ricardo Coutinho (PSB), viu com preocupação a fala de Eduardo Bolsonaro (PSL), filho do presidente Jair Bolsonaro (PSL), sobre um “novo AI-5” em caso de uma suposta radicalização da esquerda no Brasil. Na ocasião, o parlamentar comentava os protestos no Chile.

“É muito grave a fala de Eduardo Bolsonaro sobre um novo AI-5 caso a ‘esquerda radicalize’. A declaração é inaceitável porque fere a nossa democracia e ameaça o Congresso Nacional”, afirmou.

Ricardo lembrou que a família Bolsonaro sempre flertou com a Ditadura Militar, seja através de manifestações favoráveis a ações como tortura ou a figuras desse período nebuloso do Brasil, como o coronel Brilhante Ustra, que colocava ratos nas vaginas de mulheres detidas. O socialista afirmou, no entanto, que Eduardo jurou seguir a Constituição – gostando ou não.

“Não é novidade que a família Bolsonaro flerta com o autoritarismo e a ditadura, mas gostando ou não, o deputado jurou seguir a Constituição”, finalizou.

PB Agora

 

 

Em nota assinada por Azevêdo, governadores do NE repudiam fala de Eduardo: ‘ditadura nunca mais’

Em nota enviada à imprensa na tarde desta quinta-feira (31), os governadores do Nordeste condenaram a fala do deputado federal Eduardo Bolsonado (PSL-RJ) de que “se esquerda radicalizar, resposta pode ser via um novo AI-5”.

“Os governadores do Nordeste repudiam ameaças autoritárias, a exemplo da absurda sugestão de edição de um novo AI-5. Defender a democracia é fundamental para que haja paz e prosperidade no Brasil. Ditadura nunca mais”, diz o documento.

A nota é assinada por todos os governadores da região, incluindo o líder paraibano João Azevêdo (PSB).

O AI-5

O Ato Institucional 5 foi baixado no dia 13 de dezembro de 1968, durante o governo de Costa e Silva, um dos cinco generais que governou o Brasil durante a ditadura militar (1964-1985).

O AI-5 é considerado um dos atos de maior poder repressivo tomados durante a ditadura, pois resultou na cassação mandatos políticos e suspensão de garantias constitucionais.

Voltou atrás

Nesta quinta, Eduardo voltou atrás e pediu desculpas pela fala.

“Eu peço desculpas a quem porventura tenha entendido que estou estudando o retorno do AI-5 ou achando que o governo, de alguma maneira, estaria estudando qualquer medida nesse sentido. Essa possibilidade não existe. Agora, muito disso é uma interpretação deturpada do que eu falei”, disse Eduardo, que ressaltou não fazer parte do governo.

http://paraiba.com.br/

 

 

Desmonte de comissão ameaça buscas a mortos e desaparecidos na ditadura

A troca de 4 dos 7 membros da Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos (CEMDP) por assessores do PSL e militares ameaça a continuidade dos trabalhos do órgão, segundo especialistas ouvidos pela Folha.

A comissão ainda tem várias frentes sem conclusão na tentativa de localizar e identificar mortos e desaparecidos durante a ditadura militar (1964-1985), e será assumida por pessoas inexperientes no tema e desconhecidas no meio.

Além disso, há dúvidas sobre o orçamento do órgão, hoje em grande parte bancado por emendas de parlamentares de oposição ao governo Jair Bolsonaro.

As substituições na comissão foram determinadas por Bolsonaro e pela ministra Damares Alves (Mulher, Família e Direitos Humanos) três dias depois que a então presidente do colegiado, a procuradora da República Eugênia Gonzaga, informou que iria cobrar de Bolsonaro explicações sobre o desaparecimento, em 1974, do militante de esquerda Fernando Santa Cruz.

Ele é pai do presidente da OAB, Felipe Santa Cruz, a quem Bolsonaro atacou na última segunda-feira (29), afirmando que explicaria a Felipe o que aconteceu com o pai dele na ditadura.

O novo presidente da comissão é Marco Vinicius Pereira de Carvalho, um antigo assessor de Damares, sem atividade conhecida no tema de mortos e desaparecidos políticos.

“As mudanças na comissão representam uma ameaça, pois partem de uma premissa em sentido contrário à sua função e têm por objetivo desacreditar o trabalho que vinha sendo realizado, perpetuando um cenário de desinformação e omissão do Estado brasileiro no tema”, disse o procurador da República Julio José Araújo Junior, coordenador do Grupo de Trabalho Povos Indígenas e Ditadura do Ministério Público Federal.

“A comissão corre risco, sim. Se o presidente é contra, certo?”, disse Gonzaga à Folha de S.Paulo. Ela confirmou que ainda há muito a ser feito pela CEMDP.

Uma das prioridades imediatas é concluir as investigações sobre a vala clandestina no cemitério de Perus, em São Paulo, da qual foram retirados esqueletos que compreendem 1.040 caixas, já abertas e examinadas.

Também é necessário investigar locais onde houve execuções, como a Casa da Morte, em Petrópolis (RJ); cemitérios públicos no Rio e em Pernambuco nos quais estariam enterrados restos mortais de desaparecidos; continuar apuração sobre possíveis ossadas enterradas no Parque Nacional do Iguaçu (PR); buscas no interior da Bahia; e reavaliar, com novas técnicas, ossadas atribuídas a guerrilheiros do Araguaia (PA).

Gonzaga disse que as emendas parlamentares hoje destinadas à comissão somam cerca de R$ 1,5 milhão anuais. Outros cerca de R$ 270 mil anuais são repassados pela União.

“Há dois anos a comissão vem funcionando basicamente com emendas parlamentares”, disse a ex-presidente do colegiado.

Entre os parlamentares que apoiam a comissão estão Luiza Erundina (PSOL-SP), Paulo Pimenta (PT-RS), Maria do Rosário (PT-RS), Glauber Braga (PSOL-RJ), Alessandro Molon (PSB-RJ), Orlando Silva (PC do B-SP), entre outros.

A fonte de financiamento também fica na berlinda, pois os parlamentares de oposição poderão ter receio de continuar bancando uma iniciativa de um governo cujo presidente é abertamente contrário à busca por mortos e desaparecidos.

“Colocar essas pessoas que defendem a ditadura para comandar a CEMDP seria como colocar nazistas na direção do Museu do Holocausto. É uma loucura completa do ponto de vista histórico”, disse Pimenta, um dos membros substituídos na comissão.
“Nós [parlamentares] ainda não nos reunimos para discutir as emendas, mas temos que ver que tipo de trabalho essa comissão vai fazer.”

São mais de 200 desaparecidos na ditadura somente na listagem oficial, mas outras frentes de investigação e pesquisa histórica podem vir a ser consideradas pela comissão, como os trabalhadores rurais e os indígenas.

A Comissão Nacional da Verdade (CNV) calculou em 8.500 o número de índios mortos no regime militar.

O ex-preso político e membro do Comitê pela Verdade, Memória e Justiça do Distrito Federal, o ex-deputado do PT Gilney Viana, calcula em cerca de 1.600 o número de mortos e desaparecidos no campo no país, enquanto a CNV apontou 42 casos.

“As pessoas podem chiar, ‘Ah, mas até quando investigar isso?’. A história é assim mesmo. Dias atrás vimos um guarda de um campo de concentração ser condenado na Alemanha. São crimes contra a humanidade e temos que continuar apurando, é assim no mundo todo”, disse Viana.

Waldomiro Batista, o Mirinho, presidente do Grupo Tortura Nunca Mais de Goiás, também bate na tecla das vítimas na zona rural. Ele diz que as declarações de Bolsonaro ofendem os familiares.

“Ser partidário da ‘ala dura’ dos militares não quer dizer que Bolsonaro e Damares tenham o direito de enxovalhar os que tombaram nos cárceres, no asfalto e nas matas de todo o Brasil, dando suas vidas na esperança de que a ditadura civil e militar se findasse”, disse o ativista.

“O governo deve, em primeiro lugar, dar sequência ao esforço que vem sendo feito em sucessivos governos para garantir o respeito à verdade e ao esclarecimento sobre o paradeiro de mortos e desaparecidos, bem como o reconhecimento da responsabilidade do Estado nesses episódios”, disse o procurador Julio Araújo.

A Folha de S.Paulo fez reiterados pedidos de entrevista ao novo presidente da comissão desde quinta-feira (1º), mas não obteve retorno até a noite desta sexta (2).

 

 

FOLHAPRESS

 

 

Jô: ‘agressões fascistas lembram época da ditadura’

joO apresentador Jô Soares começou seu programa ontem comentando a pichação feita em frente ao seu prédio “Jô Soares Morra”. A frase foi escrita depois de sua entrevista à presidente Dilma Rousseff, quando virou alvo de críticas.

“Aquilo só fez assustar as crianças do meu bairro, deu medo”, disse Jô. O apresentador voltou a brincar sobre a ameaça: “ainda bem que não marcaram a data”.

Ele desmentiu a notícia de que teria reforçado sua segurança depois do ocorrido. “Não posso reforçar uma coisa que não tenho. Eu não ando com segurança”, disse.

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Antes de iniciar o quadro “As meninas do Jô”, que debate política, ele também agradeceu a “todas as manifestações de solidariedade” que recebeu, incluindo o escritor e jornalista Fernando Morais, segundo ele, “vítima desse ódio fascista que repercute pelas redes sociais”.

“Isso me lembra um pouco dos tempos da ditadura”, comentou, lembrando da mensagem que escreveram sobre o jornalista no Facebook. “Por que alguém não mata esse cara?”, postou um usuário.

 

brasil247

Governo federal lança site sobre o período da ditadura militar no Brasil

ditaduraO governo federal lançou nesta sexta-feira (5) um portal na internet sobre o período da ditadura militar no Brasil, de 1964 a 1985. O site apresenta informações sobre a história do regime e dos movimentos de resistência, além de documentários, depoimentos e mapas.

A página também traz uma área de apoio a professores, com planos de aula e material didático para tratar o tema em sala.

“A preservação da memória do país é fundamental [pois] a democracia começa a ser construída a partir da escola pública”, afirmou o ministro da Educação, Henrique Paim, no ato de lançamento.

O portal foi produzido pelo Instituto Vladimir Herzog em parceria com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência.
Além do ministro da Educação, participaram do evento as ministras Ideli Salvatti (Direitos Humanos), Eleonora Menicucci (Secretarias de Políticas para as Mulheres) e Luiza Helena de Bairros (Promoção da Igualdade Racial).

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O representante do Pnud no Brasil, Jorge Chediek, destacou a importância da preservação da memória para “se buscar a verdade, justiça e reparação”.

“Esperamos que esse portal ajude a promover uma reflexão mais aprofundada sobre o período [da ditadura] e que abusos de direitos humanos não aconteçam nunca mais.”

G1

Igrejas e especialistas analisam a atuação cristã durante a ditadura

ditaduraA colaboração das igrejas cristãs brasileiras com a ditadura civil-militar de 1964/1985 será o tema do seminário nacional que o Grupo de Pesquisa sobre Movimentos, Instituições e Culturas Evangélicas na Amazônia/MICEA realizará na primeira semana de junho próximo no campus da Universidade Estadual do Pará, em Belém. O evento terá a participação de pesquisadores em Sociologia das Religiões, Teologia, Ciência Política e História.

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De acordo com o coordenador do MICEA, sociólogo Saulo Baptista, os trabalhos apresentados no seminário serão “muito importantes para o esclarecimento da sociedade civil brasileira sobre a real responsabilidade das igrejas cristãs e de alguns de seus integrantes na sustentação ideológica do regime da ditadura”.

Interação

As atividades preparatórias do seminário incluem o diálogo do MICEA com a Comissão Nacional da Verdade e com as Comissões Estaduais, Municipais e Setoriais. A própria CNV constituiu em Brasília uma assessoria especializada nas atividades das Igrejas Católica e Evangélicas durante a ditadura. Uma outra atividade complementar ao trabalho do MICEA está sendo realizada pela Faculdade Ipiranga, em Belém, que está promovendo debates com especialistas sobre os 50 anos do regime ditatorial.

Alguns casos “exemplares”

Entre os casos considerados “exemplares” de colaboração de igrejas e de religiosos com a ditadura, destacam-se a atuação da Universidade Mackenzie de São Paulo; o papel desempenhado pelos bispos d. Geraldo Sigaud e d. Antônio de Castro Mayer (já falecidos) que denunciaram colegas do episcopado aos órgãos de repressão e a participação da TFP (Sociedade de Tradição, Família e Propriedade) nas campanhas de delação de católicos classificados como “comunistas” por participarem de atividades ligadas às Comunidades Eclesiais de Base, à Teologia da Libertação ou às Pastorais Sociais ( Operária, da Terra, da Juventude, entre outras)

Créditos da foto: Arquivo
cartamaior