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Treze e Botafogo reeditam edição de 2013 e disputam o título do Paraibano 2017

Treze e Botafogo começam a decidir neste domingo o Campeonato Paraibano de Futebol de 2017. O primeiro jogo será realizado neste domingo (30) no estádio Amigão, em Campina Grande, e o segundo será no dia 7 de maio, no Almeidão, em João Pessoa.

Por ter melhor campanha no campeonato, o time da Capital joga por dois empates.

As duas equipes chegaram à decisão após despachar o Atlético de Cajazeiras e o Campinense. O Belo venceu as duas partidas contra o Trovão do Sertão. Já o Galo, terceiro colocado no campeonato, despachou a Raposa com uma vitória e um empate.

A última vez que Treze e Botafogo disputaram o titulo de campeão paraibano foi em 2013, quando a equipe da Capital sagrou-se campeã.

Nos últimos cinco anos, o Galo não ganhou nada e ficou de fora das competições nacionais.

O último título do Treze aconteceu em 2011 quando bateu o Campinense, após despachar o Botafogo em jogo polêmico – perdeu de 4 X 0 no Almeidão, mas devolveu a goleada no Amigão.

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Mais de 11 mil candidatos disputam as eleições deste domingo na Paraíba

eleiçõesOs paraibanos elegem neste domingo (2) os vereadores e prefeitos que vão comandar os 223 municípios pelos próximos quatro anos. No total, são 10.474 candidatos liberados pelo Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE), ou que tiveram a candidatura impugnada mas estão com recurso, que vão participar da disputa às Câmaras Municipais. Outros 1.092 vão lutar pela liderança das prefeituras, entre titulares e vices.

Em todo o estado, são 2.203 vagas para o legislativo, sendo a capital João Pessoa a cidade com mais cadeiras no parlamento – 27 – e também a maior concorrência: 18 por vaga. Em Campina Grande, segundo maior colégio eleitoral, a disputa envolve 389 candidatos para as 23 vagas, enquanto em Santa Rita, terceira cidade em número de votantes, são 19 cadeiras no parlamento municipal e 292 postulantes.

A disputa também é acirrada para o mais alto cargo do Executivo nas cidades paraibanas e envolve 546 candidatos a prefeito e outros 546 a vice. Em Campina Grande, acontece a maior disputa pelo cargo com seis chapas inscritas visando a conquista do governo municipal. Em Santa Rita são quatro candidaturas postas, mesmo número registrado na Capital, que possui o maior orçamento de todo o estado.

A expectativa do TRE-PB é que o resultado geral dessas eleições seja conhecido até as 19h30 de hoje. Em caso de segundo turno, a votação ocorrerá no próximo dia 30.

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Mais de mil vereadores disputam reeleição na PB e maioria dos candidatos é agricultor

urna-eletronicaAs eleições municipais deste ano na Paraíba trarão novamente vários nomes já conhecidos pela população. Dos 2.201 vereadores, distribuídos nos 223 municípios do estado, ao menos 1.082 tentarão a reeleição, de acordo com dados Tribunal Superior Eleitoral.

Esse número pode ser ainda maior, já que alguns dos candidatos divulgam outra ocupação no pedido de registro de candidatura, como é o caso do vereador de João Pessoa Lucas de Brito, que se identificou com advogado.

A profissão mais registrada pelos postulantes às vagas nas Câmaras Municipais foi a de agricultor. Ao todo são 1.975 agricultores, o que representa 32,76% dos candidatos.

Além de vereadores e agricultores, outra profissão que apresenta elevado percentual de candidatos é a de comerciante com 842 (13,97%) representantes da categoria na disputa.

Outro destaque são para os servidores públicos. Ao menos 792 concorrem neste pleito, o que significa 13,14% dos candidatos. As demais profissões são representadas por 1.338 candidatos (22,19%).

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Na PB, 88 mulheres disputam mandatos de prefeita, enquanto 466 homens pleiteiam o mesmo cargo

politicamulherNas eleições deste ano na Paraíba, o universo de mulheres que disputam mandatos de prefeita, vice-prefeita ou vereadora é de 3.565, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O número é bem inferior ao dos homens. Conforme a Justiça Eleitoral, 69,59% (8.159) dos postulantes a um mandato eletivo são do sexo masculino, enquanto o percentual do sexo feminino é de apenas 30,41%.

Na ‘cabeça de chapa’, figuram os nomes de 88 (15,88%) mulheres. Para os mesmos cargos, 466 (84,12%) entraram na disputa. Como candidatas a vice, a Paraíba apresenta 103 (18,59%) mulheres e 451 (81,41%) homens.

Já nas disputas para as Câmaras Municipais há 3.374 (31,78%) mulheres concorrendo e 7.242 (68,22%) homens.

Um dos dados curiosos é que a candidata a prefeita de Cabedelo, Eneide Régis (PDT), e de Pocinhos, Eliane Galdino (PSB), são esposas de políticos. A primeira é casada com ex-prefeito da cidade portuária, Zé Régis, e a segunda é esposa do presidente da Assembleia Legislativa e candidato a prefeito de Campina Grande, Adriano Galdino (PSB).

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Pai e filho disputam o comando político de duas cidades na Paraíba

Sergio-e-FilhoUm caso não muito comum chama a atenção nestas eleições na região do Vale do Mamanguape, interior da Paraíba.

Pouco mais de 36 km separam a luta de pai e filho pelo comando de duas prefeituras.

Capim e Baia da Traição podem ser administradas por Sérgio Lima e Sérgio Lima Júnior, respectivamente, a partir de janeiro.

Sérgio pai já administrou o município de Capim por 8 anos e pleiteia mais um mandato.

Sérgio filho disputou a prefeitura praieira em 2012, mas não obteve êxito.

Em Capim, Sergão briga contra outros dois candidatos.

Na Baia da Traição, Serginho igualmente concorre contra dois candidatos.

Capim está na microrregião do Litoral Norte. De acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), no ano de 2010 sua população era estimada em 5.601 habitantes. Área territorial de 78 km².

Baía da Traição segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), no ano de 2014 sua população era estimada em 8.696 habitantes. Cerca de 90% do município está dentro de reservas indígenas dos Potiguaras.

Rafael San 

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Profissionais do sexo disputam título de Miss Prostituta em MG

Carlos E. Cherem/UOL
Carlos E. Cherem/UOL

A prostituta Gabriela (nome fictício), 48, e sua filha, a garota de programa Roberta, 20, estão entre as 14 profissionais de sexo que disputaram na madrugada deste domingo (28), no shopping popular Uai, no em Belo Horizonte, o concurso Miss Prostituta 2014.

O evento, que integra o Festival Nacional Sem Preconceito, realizado anualmente na capital mineira, reuniu um público de aproximadamente 300 pessoas, que acompanhou os três desfiles das candidatas: de “vestidinho básico”, roupa de gala e biquíni.

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“Estou achando ótimo. Só tinha viajado uma vez para São Paulo”, diz Roberta. Ela e a mãe são de Manaus e aterrissaram  no aeroporto de Confins, na região metropolitana de Belo Horizonte, poucas horas antes do início do evento.

A mãe é profissional do sexo há cinco anos. Há quatro meses, Roberta começou a fazer programas nos fins-de-semana para custear os estudos. Ela explica que fatura em torno de R$ 1,5 mil por mês, com programas que têm preços variando entre R$ 100 (uma hora no motel) e R$ 500 (para ficar a noite toda com o cliente). Para cursar a faculdade, a universitária gasta R$ 1.460 ao mês.

A mãe, que ainda tem dois filhos menores de idade, é responsável pelo sustento da família. Ela trabalha nos dias de semana e tem uma remuneração variável cerca de três vezes superior à da filha, entre R$ 4 mil e R$ 5 mil.

“Ela sempre foi estudiosa. Nunca deu trabalho”, afirma Gabriela.

A jovem explica em detalhes, e com entusiasmo, sua dedicação aos estudos e o sonho em seguir a carreira profissional que escolheu. Pede à reportagem do UOL para não identificar em que área profissional ela pretende atuar.

“Meus colegas não sabem que sou garota de programa. É só nos fins de semana”, afirma.

“Mas isso não me incomoda, não. É só um jeito de trabalhar para pagar os estudos. Todo mundo faz isso”, diz Roberta.
Mãe e filha desfilam com máscaras. A filha pede para não ser fotografada. A mãe faz questão de ser clicada. Entretanto, nenhuma foi classificada para a final do Miss Prostituta 2014. Quem venceu a disputa foi Vaneska, 25, quatro anos de profissão, 1,82 m de altura e cabelos loiros.

Vaneska recebeu a faixa de Miss Prostituta 2014, uma coroa incrustada de pedrinhas brilhantes, R$ 1.000 e uma cesta de produtos de beleza. A garota, que alguns minutos depois de encerrada a disputa mudou de nome, e dizia chamar-se Milena, ficou feliz: “amei”.

Milena e Karina, “nomes de guerra” da Miss Prostituta 2014, disse que não sabe o que vai fazer com o dinheiro do prêmio. Ela afirmou que não gosta de conversar sobre a profissão que exerce.

 

Carlos E. Cherem/UOL

A prostituta Vaneska prepara-se para desfilar no concurso Miss Prostituta 2014. Ela foi a vencedora entre 14 concorrentes em evento no shopping Uai, no centro de Belo Horizonte

 

Regulamentação da profissão

O segundo lugar da disputa foi vencido por Efigênia Monsueto de Paula, 54, prostituta há 20 anos. Ela recebeu prêmio de R$ 700 e uma cesta de produtos de beleza. Efigênia é de Caeté, no interior de Minas Gerais, e faz programas nos hotéis no entorno da rua Guaicurus, ao lado da rodoviária de Belo Horizonte, ponto mais tradicional de prostituição na capital mineira. Ela disse que que chega a fazer até 60 programas por dia, com preços variando entre R$ 20 e R$ 30.

“Dá para tirar uns R$ 4 mil por mês”, afirmou. Efigênia é solteira e não tem filhos.

A ex-presidente da Associação das Prostitutas de Minas Gerais Maria Aparecida Vieira, 47, a Cida, explica que o concurso tem um caráter político.

“É para chamar a atenção para a regulamentação da profissão. A mulher é protegida pela legislação, mas a prostituta não. Temos de lutar pelos nossos direitos e atenção à saúde”, disse. “Com a regulamentação, vai diminuir o preconceito”.

Cida é garota de programa há 20 anos, fundadora da associação e está licenciada da entidade porque é candidata a deputada federal por Minas Gerais.

O terceiro lugar da disputa foi vencido por Mari (nome fictício), 30, que também faz programas há dez anos no entorno da rua Guaicurus. Ela explica que, a exemplo da Miss Prostituta 2014, evita falar sobre a profissão, mas não se negou a dizer suas impressões do concurso.

“Adorei ter participado”, disse.

 

Uol

Sete deputados que disputam reeleição já gastaram mais de R$ 3 milhões

dinheiroA quantidade de gastos já declarados ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) por sete deputados federais que disputarão reeleição aos cargos proporcionais na Paraíba já superam R$ 3 milhões de despesas segundo revela oo ultimo balancete entregue à justiça eleitoral.

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Dos candidatos à Câmara Federal o levantamento mostra Wellington Roberto liderando o ranking de arrecadação dos com mandato, (R$ 914 mil), seguido de Manoel Júnior (R$ 576 mi) e Aguinaldo Ribeiro (R$ 450 mil). O 4º lugar é de Efraim Filho (R$ 378 mil), seguido de Benjamin Maranhão (R$ 268 mil), Hugo Motta (R$ 264 mil) e Damião Feliciano (R$ 244 mil). Só esses sete parlamentares conseguiram R$ 3,094 milhões para suas campanhas.

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CLASSICO DOS MAIORAIS: Treze e Campinense disputam liderança do Estadual em duelo no PV

treze -campinenseMais de meio século de rivalidade e a liderança do segundo turno do Campeonato Paraibano em jogo na partida de uma torcida só. É com esse clima que movimenta toda a cidade, que Treze e Campinense entram em campo neste domingo para protagonizar mais um capítulo de um dos confrontos de maior rivalidade do futebol brasileiro. Treze e Campinense se enfrentam no gramado do Estádio Presidente Vargas, às 17h, para protagonizarem o primeiro Clássico dos Maiorias do ano. Será o jogo da paixão e da maior rivalidade do futebol paraibano. Depois de 14 anos a partida volta a ser disputada no PV, a “terreiro” do Galo.

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Além de todo o emocional que já envolve um grande clássico, a partida de uma torcida só, promete ser ainda mais acirrada por conta da disputa pelas primeiras colocações do Campeonato Paraibano. Atualmente, a Raposa liderança o segundo turno da competição com 11 pontos. O Galo por sua, vez ocupa a 3ª colocação da tabela com 9 pontos. Quem vencer dá um grande passo para entrar no G2 e garantir vaga na final do certame, juntamente com o CSP e o Auto Esporte. Em 2013, os dois times se enfrentaram duas vezes. No primeiro duelo, o Galo levou a melhor e venceu o Campeão do Nordeste por 4 x 0. No segundo confronto, a Raposa deu o troco e venceu por 1 x 0 mas foi eliminada do Estadual.

Os dois times estão confiantes para o primeiro duelo deste ano. O técnico galista, Leandro Campos, confia nas experiências vividas em rivalidades de outras praças para fazer o time da casa se sair bem.

Por outro lado, Freitas Nascimento carrega na bagagem 16 clássicos, tanto de um lado como do outro. O técnico raposeiro acredita que é experiente o suficiente para tirar proveito do clima hostil do PV.

Será o clássico de número 388. O primeiro embate aconteceu no dia 27 de novembro de 1955 no Estádio Presidente Vargas, casa do Treze, e foi vencido por 3 a 0 pela equipe galista, que tem uma boa vantagem sobre o Campinense.

No retrospecto do clássico, o Alvinegro soma 135 vitórias contra 101 do Rubro-Negro. O número de empates é de 151, o que prova o acirramento no confronto que literalmente para a cidade de Campina Grande. No número de gols marcados, a vantagem também é trezeana. O alvinegro marcou 484 gols do Treze, contra 427 do Campinense.

No entanto, a artilharia do confronto cabe ao ponta-esquerda Valnir, que jogou pelo Campinense na década de 70.

Os dois times já decidiram 15 campeonatos estaduais. Mas em finais, a Raposa leva ampla vantagem. Dos 17 títulos já conquistados pelo Campinense em sua história, em dez o derrotado na grande final foi o arquirrival (incluindo quatro vitórias seguidas entre 1961 e 1964).

Já o Treze venceu 15 campeonatos, mas apenas cinco em cima do time rubro-negro. O detalhe, no entanto, é que foi no ano passado a última vez que o Galo venceu a Raposa numa final. Em sentido contrário, a última vez que o Campinense sentiu o prazer de vencer o Treze numa final foi em 2008 (assista aos dois vídeos, acima e ao lado, com a última conquista de cada um dos clubes).

Curiosidade – Devido a grande rivalidade entre os dois clubes, o Campinense simplesmente baniu a camisa 13 do seu uniforme, como uma forma de não fazer nenhuma menção ao rival. Já o Treze recomenda que ninguém vá à sua sede usando camisas vermelhas, também para impedir que a cor do adversário seja vista em território alvinegro. Já o torcedor do Galo, ao falar sobre sua naturalidade, se diz “campinagrandense”, nunca “campinense”, como manda a regra.

Quanto à denominação “Maiorais”, ela foi criada pelo radialista campinense Joselito Lucena, que, no inicio da década de 70, atribuiu ao clássico o feito de conseguir as maiores arrecadações de bilheteria em jogos do Campeonato Paraibano.

O clássico já decidiu inúmeros campeonatos e juntos, Treze e Campinense detém o maior números de títulos estaduais da Paraíba, fato raro no Brasil, em que os times da capital do Estado, geralmente detém a hegemonia no futebol local.

Prováveis escalações

Treze: Gilson, Hudson, Douglas, Negretti e Júnior Barbosa (Eduardo Arroz); Leanderson, Sapé, Fernandes e Birungueta; Jailson e Fabinho Cambalhota. Técnico: Leandro Campos.

Campinense: Rodrigão, Márcio Alemão, Edson Veneno e Ittalo (Moacri); Zé Leandro, Basílio, Marielson, Renato Medeiros e Badé; Valdo e Rodrigo Dantas. Técnico: Freitas Nascimento.

Severino Lopes 

PBAgora

Templos, igrejas e terreiros disputam espaços; religiosos convivem com racismo, homofobia e intolerância

Líderes religiosos promovem '‘guerra santa’
Líderes religiosos promovem ‘‘guerra santa’

O primeiro dia de culto de uma igreja evangélica ao lado de um terreiro de candomblé, no bairro Cuiá, em João Pessoa, terminou em caso de polícia, com denúncias de intolerância religiosa, racismo, homofobia e ameaça de morte.

Fazer o bem é o que pregam todas as religiões. Mas é justamente em nome da fé que seguidores de diversas crenças promovem uma “guerra santa” e, ao invés de amor ao próximo, geram discórdia, preconceito e violência. Para líderes das igrejas católica e evangélica, e das religiões espírita e afro-brasileiras, os ataques partem de uma fé clandestina, exercida por seguidores despreparados ou ‘falsos profetas’ que deturpam o verdadeiro significado de cada crença.

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No Estado, a fé se discute entre os 94% que possuem religião e os 5,6% que não são religiosos, são ateus ou agnósticos.

 

Por Álisson Arruda/ Jornal Correio

PB: Mais de 11 mil candidatos a vereador disputam 2.203 vagas nas Câmaras Municipais

A disputa por uma vaga em uma das 223 Câmaras Municipais da Paraíba nas eleições deste ano está acirrada. São 11.406 postulantes ao cargo de vereador que disputam 2.203 vagas, o que representa um total de 5,2 candidatos por vaga.

As Câmaras com mai or número de vagas são as de João Pessoa, com 27 cadeiras; Campina Grande, com 23; Santa Rita, com 19; Bayeux, com 17; Cabedelo, com 15; Patos, com 13; e Princesa Isabel, com 11. Outros municípios com população pequena terão nove vagas a exemplo de Água Branca e Baraúna.

Serão eleitos este ano 10,4% mais vereadores que em 2008. O aumento no número de vagas nas câmaras de Vereadores se deve à Emenda Constitucional 58, aprovada pelo Congresso Nacional, e que resultou em 5.390 novas cadeiras nos legislativos municipais.

A emenda modificou a fórmula de cálculo da quantidade de vagas nos legislativos municipais e estabeleceu que, agora, elas variam de nove cadeiras para cidades com até 15 mil habitantes até 55 cadeiras para municípios com mais de 8 milhões de pessoas. Pelo novo cálculo, apenas cinco municípios tiveram reduzido o número de vereadores que serão eleitos, enquanto 1.695 aumentaram o número de cadeiras. De acordo com o Censo 2010, o País tem 5.564 municípios.

Proporcionalmente, os estados com municípios que mais criaram vagas foram o Pará (24,5%), Ceará (23,8%) e Maranhão (18,6%). Já os municípios do Tocantins foram os que menos criaram vagas, com aumento de apenas 2,7%.

Fonte: PolíticaPB