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Polícia Federal prende quadrilha que vendia dinheiro falso na Paraíba

A Polícia Federal deflagrou, nesta quarta-feira (4), a Operação Fake Money, que investiga uma quadrilha responsável pelo comércio de cédulas falsas de Real e por tráfico de drogas na Paraíba. Seis pessoas foram presas e a polícia ainda cumpriu cinco mandados de busca e apreensão nas residências dos investigados, nas cidades de Campina Grande e Alagoa Grande, no Agreste.

As investigações começaram em abril de 2019, quando duas pessoas foram indiciadas
pelo crime de moeda falsa. A Polícia Federal apurou que a associação criminosa não se limitava ao repasse de cédulas falsas, mas também ao tráfico de entorpecentes. A Operação Fake Money conta com a participação de 30 policiais federais.

Os investigados deverão responder pelos crimes de moeda falsa, tráfico de drogas e associação para o tráfico, cujas penas, somadas, podem ultrapassar 15 anos de reclusão.

 

portalcorreio

 

 

Hacker clona WhatsApp de Secretário de Administração Penitenciária da PB e pede dinheiro a contatos

Um hacker clonou o WhatsApp de Secretário de Administração Penitenciária da PB, Sérgio Fonseca na noite deste sábado (8). Segundo informações repassadas ao Portal ClickPB pela assessoria de imprensa do secretário, após a clonagem o suspeito chegou a pedir dinheiro a amigos e familiares do tenente-coronel, que foram surpreendidos e identificaram que se tratava de um golpe.

O secretário então comunicou que já tomou as devidas providências para identificar os suspeitos do crime virtual.

Veja nota do secretário Sérgio Fonseca, na íntegra

NOTA

Venho por meio desta informar que meu telefone celular pessoal foi hackeado, por volta das 21h desse sábado (8).

Qualquer ligação ou mensagem recebida através do referido celular peço que desconsiderem, pois foram enviadas por criminosos virtuais.

Já abri ocorrência e as medidas cabíveis estão sendo tomadas.

João Pessoa, 9 de fevereiro de 2020

Sérgio Fonseca de Souza

Secretário de Administração Penitenciária do Governo da Paraíba

 

 

clickpb

 

 

Agência dos Correios é assaltada e suspeitos roubam arma e dinheiro, na PB

Uma agência dos Correios localizada em Taperoá, no Cariri da Paraíba, foi assaltada na tarde desta sexta-feira (10). Segundo informações da Polícia Militar, dois homens armados chegaram ao local em uma moto por volta das 14h, entraram na agência e anunciaram o assalto.

Os suspeitos teriam rendido o vigilante, tomado a arma dele e roubado uma quantia em dinheiro que não foi divulgada. A PM informou que a dupla estava em uma motocicleta roubada.

Após o assalto, os suspeitos conseguiram fugir. Até às 17h desta sexta-feira, os homens não haviam sido detidos. O caso está sendo investigado pela Polícia Federal.

Foto: Polícia Militar/Divulgação

G1

 

‘Calvário’: ex-secretário Ivan Burity revela que buscava dinheiro de propina em outros estados

O ex-secretário executivo de turismo do Estado da Paraíba, Ivan Burity, contou em delação premiada ao Ministério Público da Paraíba (MPPB) que fazia viagens fretadas de avião para buscar dinheiro de propina em outros estados. Os recursos eram usados para pagar contas da campanha eleitoral de 2014.

A colaboração faz parte das investigações da Operação Calvário, que investiga uma suposta organização criminosa que teria desviado recursos públicos da saúde e educação.

O relato dele é semelhante ao da ex-secretária de finanças do município de João Pessoa e de administração do Estado da Paraíba, Livânia farias, que também falou sobre voos feitos para buscar dinheiro fora do estado.

Ivan foi preso em outubro do ano passado na quinta fase da Operação Calvário coordenada pelo Gaeco. Ele é apontado como recebedor de propinas, principalmente nos contratos da educação, junto a empresas que forneciam materiais didáticos para as escolas públicas do estado.

Segundo o Gaeco, Ivan facilitava a contratação das empresas, mediante contratos fraudulentos e consequente recebimento de propinas.

Em um dos trechos da delação, Ivan contou que viajou para Curitiba no primeiro semestre de 2012, por determinação de Livânia Farias, para receber R$ 1 milhão de uma empresa que tinha contratos com a Secretaria de Educação do Estado.

Em outra viagem que aconteceu 2014, ele disse que transportou para a Paraíba R$ 800 mil repassados pela mesma empresa. O G1 tentou entrar em contato com a organização, mas até as 18h40, não recebeu um posicionamento.

Ainda em 2014, Ivan disse que foi para Fortaleza para buscar R$ 1,2 milhão de uma empreiteira com obras no Governo do Estado. Parte do valor, R$ 300 mil, foi usada “para saldar compromisso urgente de campanha”. O restante, R$ 900 mil, teria sido entregue ao então vice-governador da Paraíba, Rômulo Gouveia, que faleceu em maio de 2018.

Veja trechos da delação de Ivan Burity ao Ministério Público

  • Ivan Burity: Nós fomos a um aeroclube e com bastante facilidade, porque a gente foi até o hangar e não passamos por nenhum tipo de abordagem oficial. Eu fiquei nesse hangar com o dinheiro e depois um carro veio e me pegou e já me levou pra pista onde o jato estava.
  • MP: E aí na sequência aqui em relação ao episódio de Rômulo Gouveia, como relatado aqui, ‘seguimos para a casa de Rômulo e lá recebi por Leandro uma determinação de separar R$ 300 mil para saldar de compromisso urgente de campanha’. O senhor entregou R$ 300 mil pra Leandro?
  • Ivan: R$ 300 mil de R$ 1,2 milhão.
  • MP: Sabe que compromisso era esse?
  • Ivan: Eu não sei. Talvez o avião […] não foi especificado. Foi aquela coisa pra não entregar tudo a Rômulo. Como a minha missão era amansar Rômulo, Rômulo tinha pedido R$ 1,5 milhão. Eu já tava levando R$ 1,2 milhão. Disse que ia tirar trezentos e que depois ele arrumava mais.

 

G1

 

 

‘Calvário’: Dinheiro desviado era escoltado por coronel da PMPB, delata Livânia Farias

A ex-secretária de administração da Paraíba Livânia Farias, investigada na Operação Calvário, detalhou como o dinheiro desviado das áreas da saúde e educação saía do Rio de Janeiro e chegava à Paraíba. Segundo novos trechos da delação de Livânia, divulgados nesta terça-feira (7), o hangar do Governo da Paraíba e um coronel da Polícia Militar do estado eram utilizados para a chegada e escolta dos valores, que teriam sido usados nas campanhas eleitorais de 2012 e 2014.

A operação investiga uma organização criminosa suspeita de desviar R$ 134,2 milhões de recursos que seriam utilizados na saúde e educação. A Calvário identificou fraudes em procedimentos licitatórios e em concurso público, além de corrupção e financiamento de campanhas de agentes políticos e superfaturamento em equipamentos, serviços e medicamentos. Do valor total desviado, mais de R$ 120 milhões foram destinados a agentes políticos e às campanhas eleitorais de 2010, 2012, 2014 e 2018.

Livânia foi presa em 16 de março de 2019. Segundo o Ministério Público da Paraíba, ela recebia, por mês, propina de R$ 80 mil paga pela Cruz Vermelha, Organização Social que administrava o Hospital de Trauma de João Pessoa.

G1 teve acesso a dois trechos da delação dela, publicados em setembro de 2019 e na segunda-feira (6). Os trechos divulgados nesta terça-feira no Bom Dia Paraíba foram gravados pelo Ministério Público da Paraíba (MPPB) no dia 16 de abril de 2019.

Livânia Farias, durante audiência de custódia em João Pessoa — Foto: Walter Paparazzo/G1

Livânia Farias, durante audiência de custódia em João Pessoa — Foto: Walter Paparazzo/G1

Veja trechos transcritos da colaboração de Livânia Farias ao MP

Segundo Livânia, o dinheiro era trazido do Rio de Janeiro por Ivan Burity, ex-secretário executivo de turismo da Paraíba, que foi preso na quinta fase da operação e apontado como recebedor de propinas, em delação premiada feita pelo ex-assessor de Livânia, Leandro Nunes Azevêdo. Atualmente, Ivan responde ao processo em liberdade.

  • Livânia: O que é que Ivan fazia? Ele conversava com o dono da empresa, da Brink Mobil, era ‘Seu Valdemar’, ele negociava o percentual de quanto era. Como também com a Grafset, com a Editora Moderna, que já foi agora, depois de 2016, 2017, e essa do Rio de Janeiro. Ele negociava o percentual, ele pegava o dinheiro. Teve ocasião de voos que ele fazia, voos fretados com o dinheiro. Em 2012 houve um voo que veio do Rio de Janeiro, ele foi pegar R$ 1 milhão no Rio de Janeiro, que era da Cruz Vermelha para as eleições de 2012. Veio para o aeroporto, parou no hangar do Estado. Já era tarde, ele ficou receoso de não conhecer a pessoa que estava lá e uma pessoa chamada Bernardo, que era quem ia acompanhá-lo e esperá-lo, ele [Bernardo] tinha ido e não tinha chegado lá. Aí eu entrei em contato com coronel Chaves, coronel Chaves se dirigiu ao hangar, eu me encontrei com ele no meio do caminho, para que levasse o dinheiro e o dinheiro foi para a casa de uma co-cunhada minha. O valor de R$ 1 milhão. E esse dinheiro foi destinado à campanha de 2012.
  • Ministério Público da Paraíba: E esse dinheiro veio de onde, só para deixar registrado?
  • Livânia: Esse dinheiro veio do Rio de Janeiro e quem encaminhou foi Daniel, da Cruz Vermelha.
  • Livânia: Em 2014 ocorreu uma outra viagem em que ele [Ivan Burity] chegou também lá para o hangar do Estado e o coronel Chaves estava lá junto com Bernardo. E aí vinha mais de um milhão nesse valor, e esse dinheiro foi levado para a casa de Bernardo.
  • MP: Certo
  • Livânia: E esse dinheiro foi gasto na campanha de 2014.
Daniel Gomes da Silva, operador da Cruz Vermelha (CVB) — Foto: Reprodução/TV Cabo Branco

Daniel Gomes da Silva, operador da Cruz Vermelha (CVB) — Foto: Reprodução/TV Cabo Branco

O Daniel citado por Livânia é Daniel Gomes, operador da Cruz Vermelha e suspeito de ser chefe da organização criminosa, segundo o MPPB. Ele foi preso na primeira fase da operação. O coronel Chaves citado pela ex-secretária é Fernando Chaves, que foi chefe da Casa Militar da Paraíba. Ele morreu em um acidente de carro em agosto de 2014. Bernardo é o gestor da Bernardo Vidal Advogados. Ele é acusado de coordenar um núcleo que desviava recursos de prefeituras com base na confecção de documentos e informações falsos, causando prejuízos milionários aos municípios. A empresa dele chegou a ser contratada pela prefeitura de João Pessoa entre os anos de 2009 e 2011.

O advogado da empresa Grafset, Felipe Negreiros, disse à TV Cabo Branco que não vai se pronunciar sobre o assunto. A produção tentou entrar em contato com a empresa Brink Mobil e com a Editora Moderna, mas não conseguiu resposta até às 15h.

Propina para campanha ao Senado em 2014

Na mesma delação, Livânia falou ainda de um suposto financiamento fraudulento para a campanha de Lucélio Cartaxo (PV), então candidato ao Senado pelo PT, em 2014, na chapa de Ricardo Coutinho (PSB), ex-governador da Paraíba investigado na Calvário.

Segundo a delatora, ela mesmo entregou R$ 300 mil à Zennedy Bezerra, atual secretário de desenvolvimento urbano de João Pessoa e que na época trabalhava na campanha. Lucélio Cartaxo é irmão do prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo (PV).

  • Livânia: Então o que aconteceu com Zennedy foi no sábado antes das eleições no primeiro turno em 2014. Eu passei para ele… Ele havia pedido R$ 1 milhão e eu disse que não tinha condições. Ele me disse “pelo menos R$ 600 mil” e eu entreguei R$ 300 mil na mão dele, no Canal 40.

Em nota, Zennedy classificou como inverídicos os fatos que relacionam o nome dele ao recebimento de recursos para a campanha eleitoral. Ele disse que está à disposição da Justiça e defende as investigações feitas pelo MPPB na Operação Calvário.

G1

 

Jovem é morto a machadadas após marcar encontro para receber dinheiro de dívida, na PB

Um jovem foi morto a golpes de machado na manhã do último sábado (14), em Queimadas, no Agreste paraibano. De acordo com o delegado de Homicídios João Joaldo, que investiga o caso, Bruno Lopes Bernardo da Silva, de 22 anos, foi morto após o suspeito do crime marcar um encontro com a vítima para pagar uma dívida de jogo online. A vítima ainda foi socorrida e levada para o hospital da cidade, mas não resistiu e já chegou morta à unidade de saúde.

Segundo o delegado, Bruno Lopes era cabeleireiro na cidade. A mãe da vítima relatou à polícia que o filho participava de apostas em jogos online. No sábado pela manhã, o jovem teria marcado um encontro com o suspeito para receber o dinheiro de um dívida, em um local na zona rural do município.

Conforme João Joaldo, no local marcado com o suspeito, a vítima foi encontrada ferida com vários golpes de machado. O jovem ainda foi socorrido e levado para o hospital da cidade, mas já chegou morto à unidade de saúde.

Ainda de acordo com o delegado, o suspeito do crime fugiu do local na moto em que a vítima estava, mas ainda não há confirmação se o jovem seria dono do veículo. Testemunhas chegaram a relatar à polícia que o suspeito fugiu do local levando o machado usado para matar a vítima.

Até as 12h20 desta segunda-feira (16), as informações do delegado eram de que o suspeito do crime não havia sido localizado e que as pessoas que levaram a vítima até o hospital estavam sendo ouvidas pela Polícia Civil.

Tablet da vítima foi encontrado no local do crime

O delegado informou também que, no local do crime, a polícia encontrou um tablet, que seria da vítima. Ao analisar o aparelho, a polícia encontrou mensagens trocadas entre o jovem e o suspeito do crime.

As mensagens revelam que o suspeito atraiu a vítima para o local do crime, afirmando que o encontro seria para que ele pagasse a dívida que tinha com a vítima.

G1

 

Prefeito, vice e vereadores terão que devolver dinheiro recebido de forma indevida na Paraíba

O juiz Francisco Thiago da Silva Rabelo, da Comarca de Uiraúna, determinou, em sentença proferida nos autos de uma Ação Popular, a nulidade da Lei Municipal nº 813/2016, que reajustou os subsídios do prefeito, vice-prefeito e dos vereadores da cidade de Uiraúna. O magistrado determinou, ainda, que se proceda a devolução dos valores percebidos indevidamente por parte dos beneficiados, com juros de 1% ao mês, a contar do recebimento, e correção monetária pelo IPCA.

A Ação Popular foi proposta por Francisco de Santos Pereira Neto e Emílio Leite de Vasconcelos, sob o argumento de que a lei padece de nulidade em virtude de afrontar a Constituição Federal, a Lei de Responsabilidade Fiscal, bem como a Lei Orgânica Municipal.

De acordo com os autos, a norma questionada foi aprovada pela Câmara de Vereadores em 22 de dezembro de 2016, violando o que dispõe a Lei de Responsabilidade, que diz ser nulo de pleno direito o ato que provoque aumento de despesa com pessoal nos 180 dias anteriores ao final do mandato do titular do respectivo Poder.

“A Lei de Responsabilidade Fiscal, como visto, traz um limite temporal em seu artigo 21, proibindo o aumento de despesas com pessoal nos últimos 180 dias do mandato do titular do respectivo poder, o que autoriza concluir, em princípio, que o aumento aprovado é nulo de pleno direito”, destacou o juiz na decisão.

O magistrado ressaltou, também, que o limite temporal de 180 dias revela-se indispensável à manutenção da moralidade administrativa. “Dessa forma, reconheço, além da ilegalidade por afronta à LRF, a inconstitucionalidade incidental, em sede de controle difuso, do ato impugnado que reajustou o subsídio do prefeito, vice-prefeito e dos vereadores de Uiraúna, por afronta clara ao disposto no artigo 37 da Constituição Federal, especificamente no que se refere ao princípio da moralidade”, enfatizou.

Cabe recurso da decisão.

 

Plenário do STF Foto: Agência Brasil

Assessoria TJPB

 

 

Especialista critica alterações na reforma da Previdência: “Estão retirando direitos e dinheiro do bolso do trabalhador”

A reforma da Previdência proposta pelo governo de Jair Bolsonaro pode apertar demais os direitos sociais e acabar gerando problemas maiores, com aumento de pobreza no médio e longo prazo. O estabelecimento de um tempo mínimo de contribuição de 20 anos, o endurecimento na concessão das aposentadorias rurais e as reduções nos valores de pensões e auxílios estão entre as principais críticas. Para o professor Edson Franco, do Departamento de Finanças e Contabilidade da UFPB no geral, as regras da proposta dificultam o acesso e resultam em pagamentos menores do que os recebidos hoje e que o objetivo do governo nessa reforma é tão somente fazer com que sobre mais dinheiro, no que eles chamam de superávit primário, para fazer pagamento dos juros das dívidas.

“Foi um crime essa reforma na Previdência, porque atingiu mais a quem tem menos. A verdade é essa. A gente sempre defendeu que, antes da reforma da Previdência, o caminho para ajustar as contas do governo seria uma reforma tributária. Estão retirando direitos e dinheiro do bolso do trabalhador, seja com a reforma trabalhista, seja com a reforma da Previdência. A tendência é que numa possível reforma tributária também não se pense no trabalhador e na trabalhadora”, pontuou Edson.

Para o especialista o único ponto positivo da reforma da Previdência foi a não aprovação do sistema de capitalização. Quanto às regras de transição, Edson Franco entende que sua única finalidade foi dificultar o acesso do trabalhador à aposentadoria.

pbagora

 

 

Clubes que receberam verba do Gol de Placa terão que devolver dinheiro aos cofres públicos, na PB

Os clubes paraibanos que receberam, de forma fraudulenta, dinheiro do Programa Gol de Placa, terão que devolver os valores desviados, de acordo com a Secretaria da Fazenda da Paraíba (Sefaz), Controladoria-Geral do Estado (CGE) e Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público da Paraíba. Segundo os órgãos envolvidos na investigação, o montante atinge a casa dos milhões.

A extensão da fraude, cometida através do programa, poderá ser confirmada após a conclusão do Procedimento de Investigação Preliminar (PIP), instaurado pelo Estado. A portaria de abertura do procedimento foi publicada no Diário Oficial do Estado do dia 6 de novembro, e a investigação é realizada em conjunto pela CGE e Sefaz.

De acordo com o controlador-geral do Estado, Letácio Tenório Guedes, todo o processo conta com três etapas. A primeira é o PIP, que já está em fase de conclusão. Em seguida, será dado início ao Processo Administrativo de Responsabilização (PAR), que pode carretar em punições contra as associações. E, por fim, o processo será finalizado com o acordo de leniência. O Gaeco participa da etapa final.

Ainda segundo o controlador-geral, quando finalizados todos os processos é que será discutido a forma de pagamento da dívida por parte dos clubes. “A intenção do governo não é fazer com que os clubes fechem as portas, assim como não seria em relação a empresas […] Mas fazer com que eles devolvam o que foi desviado”, explicou Letácio Tenório.

O Gol de Placa foi criado para incentivar os torcedores de baixa renda a comparecerem aos jogos do futebol paraibano e ajudar financeiramente os clubes da Paraíba.

O esquema

A fraude no programa Gol de Placa se deu com o uso de CPFs – de pessoas que nunca estiveram na Paraíba e até de pessoas já falecidas – por parte dos dirigentes dos clubes paraibanos, para justificar a troca de notas fiscais por ingressos, conforme denúncia feita pelo jornal Folha de São Paulo, em janeiro de 2019.

G1

 

Assaltante beija testa de idosa e recusa dinheiro dela durante roubo

Um ato inusitado de um assaltante chamou a atenção durante um roubo a um comércio na cidade de Amarante, cidade a 160 km de Teresina. Durante assalto na tarde dessa terça-feira (15) a um estabelecimento, uma idosa, cliente do local, chegou a oferecer seu dinheiro ao autor do crime, que recusou dando um beijo na testa da mulher. A ação foi registrada em vídeo.

De acordo com o proprietário do comércio, Samuel Almeida, dois homens chegaram armados ao comércio por volta das 17h e anunciaram o roubo. No local estavam um funcionário e a idosa, que mora próximo ao estabelecimento.

“Eles anunciaram o roubo, pediram para o meu funcionário passar todo o dinheiro, aí ela estava perto e quis dar o dinheiro dela também, mas ele disse que não precisava. Deu um beijo nela e disse: ‘não, senhora, pode ficar sossegada, não quero seu dinheiro’”, relatou.

Ao funcionário do local, os homens deram a ordem de que entregasse todo o valor do caixa, que somou cerca de R$ 1 mil. Eles levaram ainda algumas mercadorias do local, cujo valor ainda não foi contabilizado.

A Polícia Militar foi acionada e fez buscas na região, mas ninguém ainda foi identificado. Samuel informou ao G1 que ainda irá procurar a Polícia Civil para fazer um boletim de ocorrência.

“Dos males o menor, pelo menos eles não tiraram a vida de ninguém, mas vou procurar outras câmeras na região e fazer um BO, pra que sejam presos e ninguém mais seja vítima deles”, contou Samuel.

 

G1