Arquivo da tag: diminuir

Estresse pode influenciar a fertilidade e diminuir as chances de gravidez

estresseHá um certo senso comum sobre a ideia de que o estresse pode interferir no bom funcionamento do organismo. Mas um estudo recente da Escola de Saúde Pública da Universidade de Louisville, nos Estados Unidos, deu novos argumentos para reforçar essa tese.

Depois de monitorarem os níveis de estresse diários de 400 mulheres em idade fértil, os pesquisadores detectaram 40% menos de chance de engravidar naquelas que relataram sentirem níveis mais elevados de estresse.

“Os resultados mostraram que o estresse impacta a fase ovulatória do ciclo feminino e servem como alerta de que a saúde psicológica e o bem-estar são tão importantes para a concepção quanto outros fatores de risco, como o fumo, o álcool ou a obesidade”, disse a epidemiologista Kira Taylor, responsável pela pesquisa.

Ansiedade por engravidar

No Brasil, a influência das emoções sobre a fertilidade também vem sendo discutida. “A complexidade do tema se deve principalmente à dificuldade de mensurar o estresse, que é sentido por cada indivíduo de modo muito particular”, afirma o especialista em reprodução humana, Arnaldo Cambiaghi.

Ainda que não haja números que comprovem, a experiência prática do consultório é farta em exemplos de que há alguma interferência das emoções sobre a fertilidade. “São comuns casos de casais saudáveis que tentam engravidar sem sucesso, mas que conquistam seu objetivo quando decidem sair de férias ou param de pensar nisso. Isso mostra como a ansiedade pode atrapalhar o processo”, relata Cambiaghi.

O especialista em reprodução humana assistida Paulo Gallo de Sá concorda. Tanto que recomenda a suas pacientes não se preocuparem com a data da ovulação. “Não precisa ficar olhando o calendário. Basta ter relações sexuais três vezes por semana”, diz o ginecologista.

Por que isso acontece?

A relação entre o estresse e a fertilidade se explica porque o organismo é uma engrenagem que, para funcionar plenamente, precisa estar bem afinada. Biologicamente, a ansiedade e o estresse modificam o funcionamento da glândula hipófise, que fica no hipotálamo e produz hormônios importantes para a ovulação, como a gonadotrofina e a prolactina.

“Para a mulher ovular, o hipotálamo precisa liberar GnRH (hormônio liberador de gonadotrofina) em pulsos de determinado ritmo e amplitude. Se há irregularidade nestes pulsos, a ovulação pode não acontecer”, explica a ginecologista Carla Iaconelli, especialista em medicina reprodutiva.

Ela lembra que o estresse pode estar relacionado, ainda, a outros fatores, como ganho ou perda excessiva de peso, insônia e tabagismo, que são capazes de alterar os ciclos menstruais, reduzir a qualidade dos óvulos e embriões, aumentar as taxas de aborto e até desencadear ou piorar doenças relacionadas à infertilidade, como a endometriose.

Estresse sob controle

“Como o grau de resposta ao estresse é definido pela história de vida de cada um e está associado a fatores genéticos, o mais importante é encontrar uma maneira de reconhecer e administrar o estresse”, recomenda Carla Iaconelli.

Para isso, vale recorrer à meditação, ioga, acupuntura, atividade física, terapia, dedicar-se a hobbies, jogos, leitura, enfim, qualquer atividade que traga prazer e relaxamento, sugere a médica.

Ela ressalta que ao tratar a infertilidade, é preciso observar o casal e não apenas a mulher. “Diagnóstico e tratamento devem ser realizados para os dois, uma vez que o estresse também pode prejudicar a produção de espermatozoides e a vida sexual do casal”, diz.

Também é fundamental evitar atribuir ao estresse a causa de qualquer problema de fertilidade. De acordo com o ginecologista Paulo Gallo de Sá, casais sexualmente ativos que estão tentando engravidar há mais de um ano, sem sucesso, devem procurar um especialista para verificar se há fatores que possam afetar a fertilidade.

“Afirmar que a dificuldade de engravidar é decorrência da vida estressante sem uma investigação profunda é um erro, que pode fazer muitos casais perderem tempo e se frustrarem”, finaliza o médico.

Uol

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br

 

 

Beber moderadamente pode diminuir o envelhecimento

bebidaAs Universidades de Tel Aviv, em Israel e de Columbia, nos Estados Unidos apontaram, que beber bebidas alcoólicas moderadamente, mas com frequência, pode ajudar a combater o envelhecimento.

O estudo usou testes feitos com fungos da levedura (cujo organismo funcionam de forma muito parecida com a dos seres humanos) mostraram que o processo de encurtamento das pontinhas dos cromossomos demora mais para acontecer sob influência de álcool. A consequência disso é que o DNA é mantido vivo por mais tempo, retardando o envelhecimento.

Então, o resultado mostrou que beber moderadamente deixa você mais jovem porque funciona como uma fonte da juventude para suas células.

Fonte: Segredos do Mundo

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br

 

Técnica de transplante de medula pode diminuir fila por doadores, mas divide especialistas

Everson Bressan/SMCS
Everson Bressan/SMCS

Uma técnica relativamente nova pode ajudar a diminuir a fila de pessoas que necessitam de transplante de medula óssea¹. Chamado de transplante haploidêntico, o método utiliza células de pessoas que não são 100% compatíveis com o receptor (ao contrário das outras duas técnicas que necessitam de 100% de compatibilidade) para que ele tenha a medula substituída. Especialistas se dividem entre defender o método e sobre os riscos de infecções.

O procedimento existe há cerca de 15 anos, mas nos últimos anos ganhou novas estratégias de aplicação e vem ganhando espaço como tratamento, de acordo com a hematologista Aline Miranda, do Centro de Transplante de Medula Óssea da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo.

“Na medicina, além do transplante haploidêntico, temos os transplantes autólogo, quando as células utilizadas no transplante são do próprio paciente; o alogênico, quando as células são provenientes de um doador da família (irmão); e o alogênico não-aparentado, quando o receptor recebe células de um doador que não é da família e pertence ao banco de doadores de medula óssea. Essas técnicas exigem compatibilidade de células em 100% e caso o paciente não tenha familiar compatível e não encontre doador compatível no banco de medula, ele pode ter que esperar muito tempo para encontrar esse doador e isso pode ser fatal. Com o transplante haploidêntico, conseguimos transplantar a medula de doadores de compatibilidade menor que 100% e dar esperança a quem precisa receber uma nova medula”, afirmou a médica.

No transplante haploidêntico, a incompatibilidade entre doador e receptor é barrada com a utilização de medicamentos e a realização de quimioterapia e radioterapia específicas que diminuem as chances de rejeição da nova medula.

Com esse método, o futuro transplantado pode receber células 50% compatíveis vindos do pai, da mãe e dos seus filhos, além de células com compatibilidade menor que 100% vindas do banco de medula.

“A gente tem uma grande miscigenação no Brasil, resultando em uma grande mistura genética e isso dificulta o encontro de um doador 100% compatível com o receptor. Nem sempre o receptor tem irmãos e isso também é um entrave. Então com o método haploidêntico temos chance de poder realizar o transplante em mais pessoas e conseguir diminuir a fila de espera. Geralmente temos bastante êxito com o haploidêntico, já que a taxa de rejeição nesse tipo de transplante fica entre 5% e 10%”, contou a médica Aline Miranda.

Paraibano defende método, mas fala sobre infecções

De acordo com o médico hematologista André Cunha de Oliveira, as técnicas de transplante de medula óssea têm características semelhantes, mas o tratamento e os possíveis efeitos pós-transplante são diferentes.

“No transplante autólogo, o paciente tem um linfoma, por exemplo. Se a doença desaparecer ou diminuir, nós colhemos células-tronco do paciente e ele passa por quimioterapia e outros procedimentos para destruir a medula. Após isso, ele vai receber as células-tronco que haviam sido colhidas para que essas células regenerem a medula óssea. Por isso é um tratamento em que ele recebe células dele mesmo, facilitando o processo já que são células que o organismo do paciente está adaptado”, contou André.

Nos transplantes alogênico e alogênico não-aparentado, que necessitam de 100% de compatibilidade, o paciente recebe células de outras pessoas. Por conta disso, segundo André Cunha, existe um maior risco de rejeição ou de complicações pós-transplante.

“No transplante alogênico, o paciente recebe a medula de um irmão ou de uma pessoa do banco de dados, onde é feito um procedimento alogênico não-aparentado. É uma medula diferente da qual o organismo do paciente é adaptado, então a quimioterapia é diferente e a imunossupressão (que reduz a atividade ou eficiência do sistema imunológico através de medicamentos) também. O período de internação é semelhante a do transplantado autólogo, mas o paciente é mais suscetível a infecções”, disse o hematologista.

Ainda segundo André, o transplante haploidêntico, mesmo sendo o que pode mudar a realidade da fila de espera por uma medula, é o que mais tem possibilidade de infecção e de demora na recuperação pós-transplante.

“No haploidêntico o grau de estranheza do organismo para com as novas células é maior, pois a compatibilidade não é 100%. Com isso é necessário mais medicamentos e imunossupressão do que nos outros transplantes. Além disso, o risco de infecção também é maior. Porém, a grande importância do transplante de medula óssea haploidentico é que, teoricamente, todo paciente com pai ou mãe vivo teria um doador potencial. Isso é fundamental e importante para diminuição da fila de espera por uma nova medula”, frisou André Cunha.

Paraíba segue sem realizar transplantes

Mesmo com o Hospital Napoleão Laureano atendendo a pacientes de câncer e com doenças do sangue, a Paraíba continua sem condições de realizar o transplante de medula óssea. Segundo o diretor-geral do Laureano, o Ivo Sérgio, o hospital não tem condições de oferecer o serviço de transplante ainda porque o procedimento é caro e necessita de um laboratório dedicado ao procedimento.

“O Laureano não consegue oferecer o transplante ainda porque o serviço é extremamente caro. Exige um laboratório para verificar as possibilidades de compatibilidade, equipes dedicadas e uma quantidade mínima de transplantes por mês. Aqui nós tratamos pela quimioterapia, mas os pacientes paraibanos que precisam receber novas medulas são enviados para fazer o transplante em Recife (PE) ou São Paulo (SP)”, disse o diretor-geral.

A necessidade do Estado ter um hospital que realize o transplante de medula óssea também é levantada pelo hematologista André Cunha. Para ele, mesmo com a necessidade, a previsão é de que os transplantes não vão ser realizados tão brevemente na Paraíba.

“Não vejo uma previsão do transplante ser realizado aqui. O que se pode implantar mais brevemente é o autólogo, que tem um grau de complexidade bem menor do que o haploidêntico. Na Paraíba não dispomos de nenhum serviço de transplante, apesar da extrema necessidade de implantação. Porém, o hospital que oferecer o serviço tem que ter todo apoio de infraestrutura e investimentos já que a complexidade do procedimento é relativamente alta. Com tudo isso, é necessário implantar o serviço porque a quantidade de pessoas que esperam por esse transplante é grande e muita gente morre na fila”, concluiu André.

Ao Portal Correio, a assessoria de comunicação da Secretaria de Saúde do Estado informou que as pessoas que necessitam de transplante na Paraíba recebem acompanhamento médico, passam por exames e realizam o transplante através do programa Tratamento Fora do Domicílio (TFD)

Segundo a SES, o serviço fornece passagens para atendimento médico especializado de diagnose, terapia ou cirúrgico em alta complexidade, a ser prestado a pacientes atendidos exclusivamente pelo SUS, em outros estados, além de ajuda de custo para alimentação e pernoite de paciente e acompanhante, se necessário.

Seja um doador

Os interessados em doar medula óssea na Paraíba devem se cadastrar no Hemocentro de João Pessoa e Campina Grande e nos Hemonúcleos espalhados pelos municípios de Piancó, Picuí, Monteiro, Patos, Itaporanga, Cajazeiras, Guarabira, Catolé do Rocha, Princesa Isabel e Sousa.

“O pessoal tem muito medo de que a doação seja feita com uma furada de agulha. Atualmente, a doação da medula óssea acontece com a tomada de medicamentos pelo doador. Esse medicamentos fazem com que a medula circule pelo sangue, possibilitando que a gente colha o sangue e possa fazer o transplante. Não existe desconforto para o doador”, afirmou a médica Aline Miranda.

portalcorreio

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br

 

Técnicas para aumentar, diminuir e levantar os seios

Foto: Danilo Borges
Foto: Danilo Borges

Aumentar, diminuir ou empinar os seios. Cada uma dessas vontades pode contribuir para deixar seu decote mais bonito. Independentemente se o seio for muito grande, pequeno ouflácido, a Corpo a Corpo listou as melhores soluções para cada tipo de desconforto nos seios. Confira:

Diminuir seios grandes

Nenhuma roupa fica bacana, isso sem falar na dor da coluna. Esses incômodos provocados pelo peso das mamas podem desaparecer.

Mamoplastia redutora: cirurgia plástica que visa à remoção de excesso de tecido mamário, que engloba pele, gordura e glândula. Após a retirada, é possível remodelar os seios, deixando-os menores e com um formato adequado à silhueta. A cicatriz pode ter o formato de T invertido ou L, indo do sulco mamário até a base da aréola. Após a cirurgia é essencial usar sutiã cirúrgico e ficar sem dirigir e praticar exercícios por um mês.

ACOMPANHE O FOCANDO A NOTÍCIA NAS REDES SOCIAIS:

FACEBOOK                TWITTER                    INSTAGRAM

Sutiãs modeladores (foto): ele não reduz os seios, mas o simples fato de mantê-los no lugar certo e bem sustentado já ajuda a dar a impressão de que não são tão grandes assim.

Como levantar seios caídos

Fruto de uma grande perda de peso ou após o período de amamentação, é possível reverter esse quadro com plástica, tratamento ou cremes.

Técnica do jaquetão: cirurgia plástica indicada para reverter a flacidez de seios pequenos ou médios e, de quebra, aumentar um pouco o volume do colo. Após a incisão em T invertido na parte inferior da mama, o médico desloca a pele, deixando o tecido gorduroso e as glândulas expostos, para, em seguida, aprofundar o corte vertical no tecido, dividindo a parte inferior da mama ao meio. Feito isso, os dois lados são aproximados, como se estivessem sendo abotoados. Durante o pós-operatório é essencial o uso de sutiã cirúrgico por 45 dias eafastamento de atividade física pelo mesmo período.

Cremes antiflacidez: esses produtinhos são excelentes na luta contra a gravidade, já queestimulam a produção de colágeno e elastina, responsáveis pela sustentação da derme.

Como aumentar seios pequenos

Símbolo da feminilidade, seios sem volume afetam diretamente a autoestima. Existem soluções temporárias ou definitivas!

Maquiagem: é isso mesmo que você leu! Anote o truque: esfume um pouco de pó facialbronzant no espaço entre os seios e no início da curva superior interna de cada mama. Para finalizar, dê suaves pinceladas de pó iluminador dourado para criar delicados pontos de luz no colo. O resultado é supersexy!

Sutiã com bojo: ótima pedida para quem não quer encarar o bisturi. Para dar aquele up nos seios, aposte em modelos com bojo. Existem também as versões água e óleo, que vêm com uma espécie de implante dentro do sutiã, fazendo as vezes de prótese de silicone.

Plicatura mamária: cirurgia plástica indicada para aumentar sutilmente o volume do colo feminino e, de quebra, eliminar a flacidez em fase inicial. Após fazer a incisão em T invertido, L ou I, o cirurgião reposiciona o músculo mamário para cima. Geralmente é dado apenas um ponto. Após a cirurgia é essencial usar sutiã cirúrgico por 45 dias e evitar exercícios neste período.

 

corpoacorpo

Samu vai oferecer remédios contra trombose para diminuir mortes por infarto durante os atendimentos

samuO Ministério da Saúde publicou na edição desta sexta-feira (19) do Diário Oficial da União portaria que regulamenta o uso do medicamento trombolítico Tenecteplase, que pode diminuir o número de mortes por infarto, no Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência).

CURTA o FOCANDO A NOTÍCIA no Facebook

O medicamento poderá ser usado nas seguintes unidades móveis de suporte avançado: Vida Terrestre; Unidade de Suporte Avançado de Vida: Equipe Embarcação; Veículo de Intervenção Rápida; e Equipe Aeromédico do Componente Móvel Samu.

Para ofertar o medicamento, o ente federado deverá cumprir requisitos como ter habilitação no Ministério da Saúde de, no mínimo, uma das unidades móveis de suporte avançado do Samu e pactuar a oferta na Comissão Intergestores Bipartite ou no Colegiado de Gestão da Secretaria de Saúde do Distrito Federal.

O ente federado precisa ainda encaminhar documentos definidos na portaria à Coordenação-Geral da Força Nacional de Saúde do SUS (Sistema Único de Saúde ) para formalizar a habilitação.

MaisPB com Uol

Saiba por que é importante diminuir o sal das refeições

sal (1)Macarrão instantâneo, lasanha e pizza congelada, temperos prontos, margarinas vegetais, maioneses e embutidos (salsicha, hambúrguer, empanados, linguiça, salame e mortadela) são alguns alimentos recordistas em sal, nome conhecido do cloreto de sódio. Mas não só os alimentos salgados são vilões. Refrigerantes, biscoitos recheados e mistura para bolos costumam ter altas quantidades de sódio.

O corpo precisa deste mineral para manter o equilíbrio da água no organismo e ajudar na condução de estímulos nervosos e na contração muscular. Porém, o excesso do sódio faz com que as células retenham líquidos e fiquem inchadas. Esse desequilíbrio aumenta o volume do sangue nas artérias, provocando a elevação da pressão sanguínea, ou seja, o coração tem que bater com mais força para fazer o sangue circular.

CURTA o FOCANDO A NOTÍCIA no Facebook
A Organização Mundial de Saúde recomenda o consumo diário de até dois gramas de sódio, mas os brasileiros consomem, em média, mais do que o dobro desta quantidade. A elevação da pressão arterial é silenciosa, não tem uma mudança no organismo para avisar que algo vai mal. “Quem tem casos de hipertensão na família deve ficar ainda mais atento para os hábitos alimentares”, alerta Sueli Gama, nutricionista do Centro de Saúde da Escola Nacional de Saúde Pública (Ensp/Fiocruz).

Mudança de hábitos – A maneira mais eficiente de diminuir o consumo de sal é dar preferência a alimentos frescos e usar ervas e temperos naturais, além de manter o saleiro longe da mesa. “A gente vai aumentando a quantidade de sal sem perceber e o nosso paladar vai se acostumando com o excesso de sal”, explica Sueli

As papilas gustativas, parte da língua responsável por diferenciar os sabores, demoram cerca de três meses para se adaptar a uma dieta reduzida em sal. Por isso, é questão de tempo o costume de apreciar o verdadeiro e sutil sabor dos alimentos.

Agência Brasil

Cadastro enxuto e campanha forte para incentivar presença podem diminuir número de abstenções na Paraíba

saulo-benevidesUma forte campanha para incentivar a presença dos eleitores ao pleito deste domingo foi protagonizada pelo Tribunal Superior Eleitoral.

Para o presidente do Tribunal Regional Eleitoral, Saulo Benevides, o recadastramento biométrico colaborará para a diminuição das abstenções nestas eleições.

CURTA o FOCANDO A NOTÍCIA no Facebook

“Temos um nível de cerca de 30% de abstenções. Com o recadastramento acreditamos que este número diminua, pois estamos falando de um cadastro mais limpo, enxuto, mais realista. Recadastramos cerca de 80% do eleitorado, que era o nível que queríamos atingir”, frisou.

“É importante incentivar os eleitores para que compareceram às urnas para trazer sua parcela de contribuição para o processo democrático”, concluiu.

João Thiago e Thaísa Aureliano

Guardar raiva pode diminuir expectativa de vida, diz estudo

Foto: Getty Images
Foto: Getty Images

Guardar as emoções pode fazer mal à saúde física e mental. Um estudo feito por especialistas da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, descobriu que a atitude pode ainda diminuir a expectativa de vida das pessoas e torna-las um terço mais propensas a morrerem jovens do que as que expressam os sentimentos.

 

Quando os pesquisadores analisaram as causas específicas de morte, descobriram que os riscos aumentaram 47% para as doenças do coração e 70% para o câncer. O estudo avaliou 796 homens e mulheres, com idade média de 44 anos, que se inscreveram para um inquérito de saúde em 1996.

 

CURTA o FOCANDO A NOTÍCIA no Facebook

Parte das questões avaliou o quanto os participantes suprimiam as emoções. A pesquisa foi repetida 12 anos depois, período em que 111 pessoas morreram – a maioria de doença cardíaca ou câncer. Quando os pesquisadores analisaram os escores de emoção, eles descobriram que as taxas de mortalidade foram maiores entre aqueles com maior probabilidade de reprimir raiva, em vez de deixar as pessoas saberem o que estavam pensando.

 

Não está claro como emoções reprimidas causam morte prematura. Uma teoria é que as pessoas se voltam para o álcool, cigarros ou junk food para ajudá-las a lidar com os sentimentos ocultos. Outra é porque a tensão perturba o equilíbrio hormonal no corpo, aumentando o risco de doenças relacionadas com o dano celular, como as afecções cardiovasculares e câncer.

 

 

 

Terra 

Ministério da Saúde lança programa para diminuir falhas em hospitais

saude-publicaO Ministério da Saúde e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) lançaram nesta segunda-feira o Programa Nacional de Segurança do Paciente, que tem o objetivo de diminuir “eventos adversos” em pacientes internados, como quedas, administrações incorretas de medicamentos e erros em procedimentos cirúrgicos. Em coletiva à imprensa, a pasta divulgou estudo apontando que 7,6% dos paciente internados passam por esses incidentes e 66% deles são evitáveis.

 

CURTA o FOCANDO A NOTÍCIA no Facebook

O programa determina a obrigatoriedade da implantação de Núcleos de Segurança do Paciente em todos os hospitais, públicos ou particulares, para aplicar e fiscalizar regras sanitárias e protocolos de atendimento que previnam falhas. Segundo o Ministério da Saúde, os núcleos devem entrar em funcionamento em 120 dias.

 

O programa prevê ainda o estabelecimento de seis protocolos nacionais de prevenção de falhas no atendimento, que ainda vão passar por consulta pública. Eles vão trazer regras sobre higienização das mãos em hospitais, cirurgia segura, prevenção de úlcera por pressão, identificação de pacientes, prevenção de quedas e prescrição, uso e administração de medicamentos.

 

“É importante que os conceitos sejam consensos nacionais, até para que a cobrança sobre a responsabilidade dos profissionais sejam baseadas nesses consensos. (Os protocolos) vão desde coisas bastante simples como a forma e quantas vezes lavar a mão, a forma de identificar um medicamento”, explicou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

 

Os hospitais serão obrigados a notificar mensalmente a Anvisa sobre a ocorrência desses eventos adversos. Caso os hospitais não sigam as normas do programa, podem ser punidos até mesmo com a suspensão do alvará de funcionamento.

 

Para Dirceu Barbano, diretor-presidente da Anvisa, o programa reposiciona e reafirma o que deve ser prática no cotidiano dos hospitais. “Achar que todo mundo faz é o primeiro passo para errar. Muitas vezes os protocolos falam o óbvio, mas ele vem chamar atenção para essas coisas do dia a dia que permitem uma troca de medicamento, que permitem que um paciente seja tratado no lugar do outro, que um membro seja operado no lugar do outro”, disse Barbano.

 

Agência Brasil

Dia do Aposentado: INSS contribui para diminuir pobreza no País

O Dia Nacional do Aposentado foi comemorado nessa quinta-feira (24), juntamente com o aniversário de 90 anos da Previdência Social brasileira. A data foi escolhida em homenagem à aprovação da Lei Eloy Chaves, em 24 de janeiro de 1923, que é considerada o marco legal e histórico que oficializou a criação da Previdência Social brasileira.

 

Dia do Aposentado: INSS contribui para diminuir pobreza no PaísEstudo mostra que duas de cada três cidades brasileiras recebem mais recursos de benefícios do INSS do que do FPM. 

Atualmente, o sistema previdenciário paga 16,7 milhões de aposentadorias, e, em 2011, os benefícios pagos pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) foram responsáveis por tirar 24 milhões de pessoas da condição de pobreza.

Para o deputado Ricardo Berzoini (PT-SP), que foi ministro da Previdência do governo Lula, o governo federal, nos últimos dez anos, conseguiu dar uma nova feição ao setor previdenciário. “Nessa última década, conseguimos recuperar a capacidade administrativa e tecnológica da Previdência, fazendo com que os assuntos ‘filas’ e ‘atendimento desumano’ desaparecessem da pauta do País, bem como a ameaça de que a Previdência iria quebrar”, afirma o deputado.

Todo mês, a Previdência Social paga, em dia, mais de 30 milhões de benefícios em todo o Brasil. Esses repasses têm um importante papel na redistribuição de renda do País e na diminuição da pobreza.

Um estudo realizado pelo Departamento do Regime Geral de Previdência Social (RGPS) mostrou que duas de cada três cidades brasileiras recebem mais recursos de pagamento de benefícios do INSS do que transferência do Fundo de Participação dos Municípios (FPM).

O dinheiro injetado pela Previdência é o que movimenta a economia da maioria dos municípios. De acordo com o levantamento feito em 2011, em 3.774 municípios, os repasses da Previdência superavam os do FPM – o que representa 68% do total de cidades do Brasil.

A região com mais cidades nessa situação é a Sul: 74% das cidades recebem mais recursos do INSS do que do FPM. Em seguida, vem a região Sudeste, com 73%, e a Nordeste, com 66%. Já na região Norte, em menos da metade das cidades (48%), os repasses do INSS são maiores do que os do FPM.

Redução da pobreza

Em 2011, 24 milhões de pessoas saíram da condição de pobreza, graças aos benefícios pagos pelo INSS. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD). O dinheiro repassado pela Previdência Social reduziu em 12,8% a taxa de pobreza do Brasil. São consideradas pobres pessoas com rendimento domiciliar per capita inferior a meio salário mínimo.

Uma análise de técnicos do Ministério da Previdência mostrou que a renda previdenciária favorece, sobretudo, as pessoas com mais de 55 anos. “A partir dessa idade, nota-se uma significativa expansão da diferença entre o percentual de pobres com e sem as transferências previdenciárias. Portanto, a pobreza diminui com o aumento da idade, chagando ao limite inferior de 10% para a população com 70 anos de idade ou mais”, diz o estudo.

Vermelho, com agências