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Obesidade diminui expectativa de vida em até 10 anos

Os riscos causados pela obesidade são preocupantes: estar levemente acima do peso já pode diminuir cerca de um ano da expectativa de vida. Já em pessoas “moderadamente” obesas, há a diminuição de cerca de três anos de vida, com base no IMC – Índice de Massa Corporal.

Na última quinta-feira (14), a revista médica “The Lancet” publicou uma pesquisa alarmante, mostrando que em casos de obesidade severa a expectativa de vida cai em até 10 anos. Dessa forma, o aumento do peso pode resultar no risco de morte antes dos 70 anos.

Os pesquisadores utilizaram o maior conjunto de dados sobre obesidade e mortalidade já realizado, tendo mais de 10,6 milhões de participantes de 239 estudos realizados entre 1970 e 2015, em 32 países na América do Norte, Europa, Austrália, Nova Zelândia e no leste e no sul da Ásia.

A pesquisa descartou fumantes e ex-fumantes, portadores de doenças crônicas e pessoas que morreram nos primeiros cinco anos do projeto.

A amostra foi dividida em categorias, de acordo com seu IMC – Índice de Massa Corporal, e verificou os números e as causas de morte de cada grupo. Se todos com sobrepeso e obesidade tivessem níveis normais de IMC, seria evitada uma em cada cinco mortes prematuras na América do Norte, uma em cada seis na Austrália e na Nova Zelândia, uma em cada sete na Europa e uma em cada 20 no leste da Ásia.

O estudo constatou que o risco de morte antes dos 70 anos aumentou de 19% em homens com peso normal para 29,5% em homens moderadamente obesos. Entre as mulheres, esse risco aumentou de 11% para 14,6%.

O padrão da Organização Mundial de Saúde (OMS), um IMC de 18,5 a 24,9 é considerado normal, 25 a 29,9 excesso de peso, 30 a 34,9 obesidade moderada, 35 a 39,9 obesidade severa, e acima de 40 obesidade mórbida. Em 2014, mais de 1,9 milhão de adultos em todo o mundo estavam acima do peso, sendo que mais de 600 milhões eram obesos.

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Taxa de cesárea diminui no país pela primeira vez desde 2010

No início da semana, o Ministério da Saúde  anunciou boas notícias: pela primeira vez desde 2010, os números apontam que a ocorrência de cesárea não cresceu no país. Os dados fazem parte de um documento no qual foram divulgadas informações sobre a quantidade de cesarianas e partos normais realizados no Brasil, tanto na rede pública quanto na privada, nos anos de 2015 e 2016.

O objetivo dos órgãos públicos é continuar diminuindo a ocorrência de cesárea no país
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O objetivo dos órgãos públicos é continuar diminuindo a ocorrência de cesárea no país

Durante o período, foram registrados 3 milhões de partos no Brasil. Entre eles, 55,5% foram cesáreas e 44,5% partos normais. Os números se invertem na rede pública de saúde: os partos normais significam 59,8% e as cesarianas 40,5%. A  cesárea , que apresentava uma curva crescente nos últimos anos, caiu 1,5 pontos em 2015.

Motivações

A mudança da situação dos partos no país é consequência de uma série de medidas que tem como objetivo orientar profissionais da saúde a não realizar cesáreas desnecessárias. As cesáres devem ser feitas apenas em casos específicos. Quando feita de maneira incorreta, a cesariana pode acarretar riscos a saúde da mãe e do recém-nascido.

Novas mudanças

Para manter as estatísticas, o Ministério também anunciou novas diretrizes que deverão guiar o trabalho dos profissionais na hora de realizar procedimentos de parto normal. A partir de agora, é direito de toda mulher definir seu plano de parto. Ou seja, as futuras mamães decidirão em qual local será realizado e também vão receber informações e orientações sobre o parto normal .

“A melhoria da qualidade na atenção obstétrica passa, essencialmente, pela mudança no atendimento à mulher durante o parto. A nova diretriz para o parto normal visa mudar uma cultura de cesarianas desnecessárias”, afirma o ministro da saúde, Ricardo Barros, em nota.

Além de continuar diminuindo o número de cesárea, o principal objetivo das novas medidas é empoderar a mulher durante o processo e fazer com que o parto deixe de ser tratado apenas como um conjunto de técnicas, e sim como um momento importante entre mãe e filho.

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Dor e alívio! Palmeiras vence o Linense e diminui pressão antes de clássico

palmeirasO Palmeiras viveu um dia de susto e muitas alegrias. A apreensão ficou por conta do entorse no joelho esquerdo de Moisés, ainda no primeiro tempo. Por outro lado, o time não deixou a desejar e derrotou o Linense por 4 a 0, neste domingo, na Arena da Fonte, em Araraquara.

O resultado positivo deu tranquilidade para o técnico Eduardo Baptista e o elenco antes do clássico contra o Corinthians, que será disputado na quarta-feira, na casa do adversário. Apesar de estar na liderança do Grupo C do Campeonato Paulista, o Palmeiras era alvo de críticas da torcida neste início de temporada.

Durante os 90 minutos, o Palmeiras controlou as ações sem dificuldade. O Linense quase não deu qualquer trabalho para o goleiro Fernando Prass. Já o ataque funcionou bem em uma tarde inspirada de Dudu.

Dia de estreia

Pela primeira vez nesta temporada, Mina vestiu a camisa do Palmeiras. O zagueiro colombiano não disputou as primeiras partidas de 2017 por conta de uma lesão muscular que sofrera no fim do ano passado. No jogo deste domingo, ele entrou na vaga de Edu Dracena, que foi poupado e nem sequer viajou para Araraquara.

Lesão e dor

Em disputa com Zé Antônio, Moisés sofreu um entorse no joelho esquerdo e deixou o gramado chorando. O jogador foi substituído por Keno, aos 11 minutos, e deixou preocupada a comissão técnica alviverde. O jogador saiu de Araraquara antes do fim do jogo acompanhado pelo médico Gilberto Cunha e os exames serão realizados em São Paulo. Caso não tenha condições de atuar mais neste Paulistão, ele deve dar vaga para o colombiano Borja ser inscrito na competição. Além dele, o técnico Eduardo Baptista viu Tchê Tchê e Fabiano se lesionarem neste início de temporada. Coincidentemente, Moisés sofreu uma lesão em jogo contra o Linense na última temporada. Por conta de duas contusões na perna esquerda, o jogador e disputou apenas 37 partidas em 2016.

Sem peso nas costas

Willian era um dos jogadores mais pressionados antes da partida deste domingo. Agora, porém, o atacante pode respirar mais tranquilo. Depois de Keno aproveitar falha da defesa adversária, Dudu deu o passe para Willian, que abriu o placar aos 23 minutos. “A cobrança é maior por se tratar de um clube grande como o Palmeiras, mas as coisas acontecem na hora certa. Por mim, faria dois ou três gols por jogo, mas a gente sabe que as coisas não são assim”, disse Willian.

Dudu inspirado e o primeiro de Raphael Veiga

O Palmeiras empolgou depois do primeiro gol e, logo na sequência, ampliou o placar. Depois de lançamento do goleiro Fernando Prass, Willian e Dudu fizeram boa troca de passes até a bola chegar em Raphael Veiga, que mandou para o fundo do gol, aos 25 minutos. Foi também o primeiro gol dele pelo clube.

Jogada ensaiada e fim do jejum

Mesmo com a vantagem no placar, o Palmeiras não diminuiu o ritmo no segundo tempo. Em jogada ensaiada, Dudu cobrou escanteio na esquerda, a bola desviou em Zé Antônio, do Linense, e sobrou para Michel Bastos, que só teve o trabalho de completar de cabeça. O meia não marcava um gol desde o dia 11 de maio de 2016, na vitória do São Paulo por 1 a 0 sobre o Atlético-MG, pelas quartas da Copa Libertadores.

Em alerta

O Palmeiras ficou alerta até nos instantes finais do jogo.  Em uma das únicas oportunidades do Linense, Em um contragolpe da equipe do interior, o goleiro Fernando Prass fez bela defesa. No rebote, Vitor Hugo evitou o gol do adversário quase em cima da linha.

Garçom Dudu e Barrios

Lucas Barrios também conseguiu deixar o seu na partida. Dudu deu mais uma excelente assistência para o atacante paraguaio, que mostrou oportunismo para marcar o quarto do Palmeiras.

FICHA TÉCNICA

LINENSE X PALMEIRAS

Data: 19 de fevereiro de 2017, domingo
Horário: 17h (de Brasília)
Competição: Campeonato Paulista (4ª rodada)
Local: Arena da Fonte, em Araraquara (SP)
Árbitro: Luiz Flavio de Oliveira
Auxiliares: Tatiane Sacilotti Camargo e Gustavo Rodrigues de Oliveira
Público e renda: 10.208 pessoas R$ 626.090.
Cartões amarelos: Caíque, Zé Antônio (Linense); Yerry Mina, Lucas Barrios (Palmeiras)
Gols: Willian aos 23 do 1º tempo; Raphael Veiga aos 25 do 1º tempo; Michel Bastos aos 8 do 2º tempo; Lucas Barrios aos 36 do 2º tempo

LINENSE: Victor Golas; Bruno Moura, Rodrigo Lobão, Lucas Silva (Magno Alves) e Bruno Costa (Thiago Santos); Caíque, Zé Antônio, Thiago Humberto e Diego Felipe; Giovanni (Felipe Pereira) e Gabrielzinho. Técnico: Guilherme Alves.

PALMEIRAS: Fernando Prass; Jean, Yerry Mina, Vitor Hugo e Egídio; Felipe Melo (Thiago Santos); Michel Bastos, Moisés (Keno), Raphael Veiga e Dudu; Willian (Lucas Barrios). Técnico: Eduardo Baptista

Uol

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Número de prefeitas eleitas na Paraíba diminui em quatro anos

politicamulherDos 223 municípios da Paraíba, 39 elegeram mulheres para ocupar o cargo de prefeita nas cidades. Dessas candidaturas, apenas oito são compostas por mulheres também no cargo de vice, são elas as cidades de São Bentinho, São José de Princesa, São José do Brejo do Cruz, Algodão de Jandaíra, Diamante, Duas Estradas, Mamanguape e Pilõezinhos.

Tratando-se da Paraíba, para o cientista político Flávio Lúcio Vieira, o número seria considerável, se não tivesse sofrido uma baixa quando comparado às eleições municipais de 2012, momento em que 49 mulheres foram eleitas para as prefeituras de suas cidades. Ou seja, de 2012 para 2016, dez mulheres deixaram de ocupar o cargo de prefeita nos municípios.

As eleições deste ano interrompem a sequência de crescimento da presença feminina nos poderes executivos municipais. Em 2004, foram eleitas 27 mulheres (12,1%) do total. Em 2008, este número cresceu para 36 (16,2%) e, em 2012, aumentou para 49 (22%), o maior índice da série histórica.

Neste ano, com 39 mulheres eleitas, houve recuo para 17,4% dos comandos dos municípios, para um estado composto por mais de 2,8 milhões de eleitores, sendo a maioria mulheres.

O sociólogo político, Flávio Lúcio Vieira, explica a presença da mulher na política ocupando cargos públicos dobrou, de acordo com dados divulgados pelo IBGE em 2014. “É preciso analisar a origem desse prestígio político, saber se ele tem a ver com uma campanha autônoma, independente da origem familiar, ou se o fator preponderante para esse prestígio político se dá em razão de ela ser parente de algum político já tradicional”, ressaltou.

Para o sociólogo, é difícil identificar uma motivação para a diminuição no número de mulheres eleitas para as prefeituras da Paraíba em 2016. No entanto, ressalta que a sucessão e o retorno de homens aos cargos, a partir de famílias que já apresentam trajetória histórica na política, deve ser levada em consideração para justificar os números.

Cotas de gênero
É importante lembrar que a Lei das Eleições, estabelecida em 1997, destaca que nas eleições proporcionais “cada partido ou coligação preencherá o mínimo de 30% e o máximo de 70% para candidaturas de cada sexo”. O Tribunal Superior Eleitoral tem o entendimento de que, na impossibilidade de registro de candidaturas femininas no percentual mínimo de 30%, o partido ou a coligação deve reduzir o número de candidatos do sexo masculino para se adequar às cotas de gênero.

A primeira mulher eleita para comandar um município da Paraíba foi Dulce Barbosa, ex-prefeita de Queimadas, eleita na década de 1960. De lá para cá, houve uma evolução na participação feminina, porém, bem aquém do que seria esperado. Para a Câmara de João Pessoa, por exemplo, foram eleitas apenas duas: Raíssa Lacerda (PSD) e Sandra Marrocos (PSB).

Confira as mulheres eleitas prefeitas no 1º turno das eleições municipais da Paraíba:
1. Algodão de Jandaíra – Maricleide Izidro da Silva (PSB)
2. Areia de Baraúnas – Maria da Guia Alves (DEM)
3. Barra de Santana – Cacilda Farias Lopes de Andrade (PSD)
4. Belém – Renata Christinne Freitas de Souza Lima (PMDB)
5. Boa Ventura – Maria Leonice Lopes (PSD)
6. Borborema – Gilene Cândido da Silva Leite Cardoso (PTB)
7. Caldas Brandão – Nelma Rolim (PMDB)
8. Carrapateira – Marineide da Silva Pereira (PR)
9. Conde – Márcia Lucena (PSB)
10. Coremas – Francisca das Chagas Andrade de Oliveira (PDT)
11. Diamante – Carmelita de Lucena Mangabeira (PSDB)
12. Duas Estradas – Joyce Renally Félix (PR)
13. Fagundes – Magna Danas (PMDB)
14. Itapororoca – Elissandra Maria Conceição de Brito (DEM)
15. Juarez Távora – Maria Ana Farias dos Santos (PSD)
16. Livramento – Carmelita Ventura (PR)
17. Logradouro – Célia Maria de Queiroz Carvalho
18. Joca Claudino – Jordhanna Lopes dos Santos (PTB)
19. Mamanguape – Maria Eunice do Nascimento Pessoa (PSB)
20. Marcação – Eliselma Silva de Oliveira (PDT)
21. Matinhas – Fátima Silva (PSD)
22. Monteiro – Anna Lorena de Farias Leite Nóbrega (PSDB)
23. Natuba – Janete Santos (PMDB)
24. Ouro Velho – Natália Carneiro Nunes de Lira (PSD)
25. Pilõezinhos – Mônica de Sandro (PSDB)
26. Poço de José de Moura – Aurileide Egídio de Moura (DEM)
27. Quixaba – Cláudia Marcário Lopes (PMDB)
28. Riação do Poço – Maria Auxiliadora Dias Rego (DEM)
29. São Bentinho – Giovana Leite Cavalcanti Olímpio (PSB)
30. São Domingos de Pombal – Odaisa de Cassia Queiroga da Silva (PR)
31. São Domingos do Cariri – Inara Marinho Ferreira da Silva (PSDB)
32. São José de Princesa – Maria Assunção (PMDB)
33. São José do Bonfim – Rosalba Mota (PMDB)
34. São José do Brejo do Cruz – Ana Maria (PR)
35. São Vicente do Seridó – Maria Graciete do Nascimento Dantas (PSB)
36. Santa Teresinha – Terezinha Lúcia Alves de Oliveira (PSDB)
37. Santo André – Silvana Fernandes Marinho (PDT)
38. Serra da Raiz – Adailma Fernandes da Silva Lima (PTB)
39. Sossêgo – Lusineide Oliveira Lima (PSB)

G1 PB

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Obesidade diminui expectativa de vida em até 10 anos

obesidadeOs riscos causados pela obesidade são preocupantes: estar levemente acima do peso já pode diminuir cerca de um ano da expectativa de vida. Já em pessoas “moderadamente” obesas, há a diminuição de cerca de três anos de vida, com base no IMC – Índice de Massa Corporal.

Na última quinta-feira (14), a revista médica “The Lancet” publicou uma pesquisa alarmante, mostrando que em casos de obesidade severa a expectativa de vida cai em até 10 anos. Dessa forma, o aumento do peso pode resultar no risco de morte antes dos 70 anos.

Os pesquisadores utilizaram o maior conjunto de dados sobre obesidade e mortalidade já realizado, tendo mais de 10,6 milhões de participantes de 239 estudos realizados entre 1970 e 2015, em 32 países na América do Norte, Europa, Austrália, Nova Zelândia e no leste e no sul da Ásia.

A pesquisa descartou fumantes e ex-fumantes, portadores de doenças crônicas e pessoas que morreram nos primeiros cinco anos do projeto.

A amostra foi dividida em categorias, de acordo com seu IMC – Índice de Massa Corporal, e verificou os números e as causas de morte de cada grupo. Se todos com sobrepeso e obesidade tivessem níveis normais de IMC, seria evitada uma em cada cinco mortes prematuras na América do Norte, uma em cada seis na Austrália e na Nova Zelândia, uma em cada sete na Europa e uma em cada 20 no leste da Ásia.

O estudo constatou que o risco de morte antes dos 70 anos aumentou de 19% em homens com peso normal para 29,5% em homens moderadamente obesos. Entre as mulheres, esse risco aumentou de 11% para 14,6%.

O padrão da Organização Mundial de Saúde (OMS), um IMC de 18,5 a 24,9 é considerado normal, 25 a 29,9 excesso de peso, 30 a 34,9 obesidade moderada, 35 a 39,9 obesidade severa, e acima de 40 obesidade mórbida. Em 2014, mais de 1,9 milhão de adultos em todo o mundo estavam acima do peso, sendo que mais de 600 milhões eram obesos.

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Número de feminicídios em João Pessoa diminui em 2014, mas ainda é preocupante

violenciaDuas mulheres foram assassinadas na madrugada da última quinta-feira (15). Somadas às outras duas mortes violentas, tornaram esta madrugada a mais violenta de 2015 até agora.

Uma das mulheres encontrou a morte no Loteamento Novo Geisel, próximo do Condomínio Irmã Dulce, em Gramame. Por volta de 2h30 ela foi vítima de seis disparos. Os tiros a derrubaram e ela morreu. A polícia só foi informada do assassinato às 6h30. A perícia encontrou maconha e crack nos bolsos da vítima, que, até agora, não foi identificada.

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O outro crime aconateceu por volta das 4h20, na rua Mariângela Lucena Peixoto, no Valentina. Ela também não foi identificada e foi vítima de tiros, como a outra mulher antes dela.

A polícia não encontrou qualquer ligação entre os dois crimes. Segundo o delegado titular de Homicídios da Capital, Reinaldo Nóbrega, os crimes terem acontecido na mesma noite reflete apenas uma “infeliz coincidência”.

A “infeliz coincidência” mostra o quanto ainda é chocante o assassinato de mulheres, ainda mais quando acontecem em tanta quantidade na Paraíba. Os crimes deste tipo, de acordo com o delegado, estão diminuindo a cada dia.

“Não podemos achar que este será um ano violento para as mulheres simplesmente por termos tido dois crimes na mesma noite”, declarou.

“Em 2014 tivemos 104 assassinatos de mulheres. Um número bem menor do que nos anos anteriores. É uma curva descendente que acreditamos que vamos conseguir manter”, declarou o delegado.

Em 2014 o número de assassinatos de mulheres na Paraíba foi correspondente a 7% do total de crimes violentos no Estado. “É um número pequeno que queremos diminuir. Vamos lutar para mudar este cenário”, declarou.

Região sul – Um foco de assassinatos que vem preocupando a polícia é a região sul de João Pessoa, especialmente os arredores do bairo Valentina de Figueiredo. Foi nesta região que os quatro assassinatos da última quinta-feira aconteceram.

“Temos visto a mancha da violência de João Pessoa se deslocar para esta região. Em 2013 isso ficou bastante evidente. Já estamos desenvolvendo estratégias junto à Polícia Militar para a ampliação da presença da PM na região. Mas é impossível controlar tudo, né? A polícia não é onipresente. Estamos fazendo o que está ao nosso alcance”, explicou o delegado.

Abaixo, veja o número de assassinatos de mulheres desde 2010.

2010 – 119

2011 – 146

2012 – 139

2013 – 118

2014 – 104

João Thiago

Datafolha: diminui a diferença entre Marina Silva e Aécio Neves

pesquisaA pesquisa Datafolha divulgada na noite desta terça-feira mostra que a presidente Dilma Rousseff, candidata à reeleição pelo PT, manteve-se em primeiro lugar, com 40 % das intenções de voto e que Marina Silva, do PSB, manteve a tendência de queda, oscilando negativamente, chegando a 25%.

O terceiro colocado, Aécio Neves (PSDB), subiu dois pontos e marcou 20%.

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No levantamento anterior, divulgado na sexta-feira passada, Dilma tinha 40% das intenções de voto; Marina Silva tinha 27% e Aécio Neves, em terceiro lugar, marcava 18%.

Brancos e nulos somaram 5% e aqueles que não sabem em quem irão votar eram 6%.

A pesquisa, encomendada pela Rede Globo e pelo jornal Folha de S.Paulo, ouviu 7.526 entrevistados entre esta segunda e terça-feira. E foi registrada no TSE.

*fonte: UOL e globo.com

Interesse sexual diminui após um ano de namoro, diz pesquisa

Foto: Getty Images
Foto: Getty Images

Manter a chama acesa é algo que todo casal deve pretender ao longo da relação. Mas o fato é que após um ano de relacionamento, o desejo sexual começa a diminuir. Os dados são de uma pesquisa realizada pela empresa Lloydspharmacy Online Doctor e divulgada pelo Daily Mail.

 

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O levantamento mostra que 15% dos casais mantêm relações sexuais todos os dias no primeiro ano de relacionamento. Após esse período, a frequência é mantida por apenas 5% dos parceiros.
Entre um e quatro anos de relacionamento, 53% dos casais afirmaram manter relações algumas vezes por semana. Depois disso, a frequência é de algumas vezes por mês, segundo 43% dos entrevistados.

Após 15 anos de relacionamento, 15% afirmaram que o sexo acontece algumas vezes por ano. Entre todos os pesquisados, 40% classificam a vida sexual como ‘ok’ e 76% admitem que poderiam se esforçar mais na cama.

 

 

Ponto a Ponto Ideias

Dormir pouco diminui a quantidade de esperma e encolhe testículos

Foto: Getty Images
Foto: Getty Images

Se você costuma dormir tarde e acordar cedo ou é do tipo que acredita que poucas horas de sono são suficientes, melhor fazer as pazes com a cama. De acordo com uma nova pesquisa publicada na Cosmopolitan, a falta de sono pode influenciar seriamente na contagem de espermas de um homem.

 

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O estudo dinamarquês descobriu que homens que dormem pouco produzem, em média, 30% menos espermatozoides que os demais. Além de retardar o mecanismo, a falta de sono também é responsável pelo encolhimento dos testículos.

 

Os cientistas ainda não têm certeza de como o sono afeta os órgão reprodutores masculinos, mas eles acreditam que noites mal dormidas prejudicam os  níveis de testosterona. Ainda assim, vale lembrar que a contagem de espermas não necessariamente diminui a fertilidade masculina.

 

Outros estudos mostraram ainda que assistir televisão em excesso, ter má higiene e frequentar saunas também provocam as mesmas consequências.

 

Felizmente, nesse caso, é fácil  prevenir e combater os sintomas. Basta ir para a cama mais cedo e dormir, em média, oito horas por noite.

 

 

Terra

Pobreza diminui 39% na América Latina, diz Cepal

A América Latina e o Caribe conseguiram reduzir em 39% a média regional de pobreza, ao passar de 48,4% para 29,4% da população nesta condição na comparação entre os anos de 1990 e 2011. No total, a indigência diminuiu 49,1%, já que em 1990 chegava a 22,6% da população regional e em 2011 atingiu 11,5%. Os dados são da Cepal e se referem a 18 países da América Latina e Caribe. O Haiti não consta nas estatísticas.

 

 

PobrezaHonduras é o país com a maior quantidade de pobres na América Latina, desconsiderando o Haiti

Entre os países com maior redução percentual de pobreza estão a Argentina, com 83,6% (considerando-se que a Cepal utiliza apenas dados de áreas urbanas neste país), seguida por El Salvador (65,8%); Uruguai (56,5%), Peru (49,2%), Chile (45,5%) e Brasil (44%). O período do levantamento é de 2002 a 2011.

Com relação à indigência, a Argentina teve redução de 87% (dados urbanos). O Peru teve o segundo melhor desempenho, apresentando uma redução de 74,1%; seguido por Uruguai (56%); Brasil (53%), Equador (47,9%) e Venezuela (47,3%). O período do levantamento é de 2002 a 2011.

No início da década de 2010, Honduras é o país com a maior quantidade de pobres: 67,4%, seguida por Nicarágua, com 58,3%, Guatemala e Paraguai com 54,8%. A Bolívia ocupa a 6ª posição, com 42,4% das pessoas em situação de pobreza.

Em melhor posição estão Uruguai, com 8,6% da população nesta situação, seguido por Chile (11,5%), Brasil (24,9%), Panamá (25,8%) e Venezuela (27,8). Países que têm a média de pobreza inferior à média latino-americana.

Piores resultados

Por outro lado, o México foi o único país que apresentou aumento na quantidade de pessoas indigentes. Em 2002, 12,6% de mexicanos estavam em situação de indigência e em 2010 este número atingiu 13,3%, representando um acréscimo de 5,3%.

O pior desempenho na redução da pobreza foi verificado na Costa Rica (7,4%), México (7,9%), Guatemala (9%), República Dominicana (10,4%), Honduras (12,8%) e Nicarágua (16%).

Com relação à indigência, a República Dominicana reduziu em apenas 1,93% a relação de pessoas nestas condições, a Guatemala (5,8%), Costa Rica (11%) e o Paraguai (15,7%).

Da Redação do Vermelho,
Vanessa Silva