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Governador da Paraíba lança programa Governo Digital com mais de 100 serviços online

Foi lançado nesta sexta-feira (6) o programa Governo Digital pelo governador João Azevêdo (Sem partido) que permite o acesso a mais de 100 serviços oferecidos pelo estado pela internet. Entre os serviços disponíveis na plataforma do Governo Digital, estão os da Companhia de Água e Esgoto da Paraíba (Cagepa), com consulta de débitos, emissão de segunda via e histórico de pagamento; Departamento Estadual de Trânsito (Detran-PB), com serviços como licenciamento/IPVA e renovação da carteira de habilitação. Os serviços contemplam, ainda, áreas como cultura e esporte e lazer.

Na ocasião, João Azevêdo destacou a importância do Governo Digital no dia a dia da população paraibana. “O Governo Eletrônico era algo que buscávamos fazer desde o início da transição de governo, e estamos hoje marcando uma data importante, porque durante todo esse ano trabalhamos em vários softwares”, comentou.

O Governo Digital é uma plataforma que unifica e amplia uma série de comodidades criada ao longo do ano, a exemplo do portal da cidadania, e de aplicativos, como o “Tia Maria”, em que a população tira dúvidas sobre prestação de serviços e que já prestou mais de 55 mil atendimentos, com tempo médio de apenas 16 segundos.

Aplicativo foi lançado oficialmente nesta sexta-feira em João Pessoa — Foto: Divulgação/Secom-PB

Aplicativo foi lançado oficialmente nesta sexta-feira em João Pessoa — Foto: Divulgação/Secom-PB

Outra característica do Governo Digital é o acesso do cidadão às informações de despesas e receitas de secretarias e órgãos estaduais. No ambiente do Governo Digital é possível, ainda, emitir boletim online, agendar a emissão da carteira de estudante e ter acesso a serviços oferecidos pelo Sistema Nacional de Empregos na Paraíba (Sine-PB) ou a laudos e exames da Fundação Centro Integrado de Apoio à Pessoa com Deficiência (Funad).

Na área de esporte e lazer, por exemplo, os interessados em se matricular na Vila Olímpica Parahyba podem realizar o cadastro, saber turmas disponíveis ou até mesmo renovar a matrícula.

G1

 

MEC libera R$ 115 milhões para aumentar acesso à internet nas escolas e viabilizar Enem digital

O ministro da Educação, Abraham Weintraub, afirmou, nesta segunda-feira (4), que a pasta liberou cerca de R$ 115 milhões para aumentar o número de escolas com acesso à internet. O objetivo é viabilizar a aplicação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em versão digital em todo o país, até 2026.

“Para o Brasil ter o Enem digital, a gente precisa dar condições para todos os jovens e crianças estarem iguais, estarem familiarizados com computador (…). Precisa estar conectado à internet. Estamos seguindo o fluxo, apesar de ser uma coisa óbvia, mas nunca foi feita a expansão”, afirmou Weintraub, durante coletiva de imprensa em Brasília.

Segundo Jânio Carlos Endo Macedo, secretário de educação básica do MEC, a verba liberada é dividida em duas partes:

  • R$ 82,6 milhões serão direcionados a 24.500 escolas que ainda não têm conexão com internet de banda larga;
  • R$ 32 milhões irão para colégios que já possuíam acesso à internet, para que continuem conectados.

Além disso, o governo afirma que 7 mil escolas rurais já estão recebendo sinal via satélite.

Pré-requisitos para escolas

Para receber a conexão por banda larga, as escolas necessitam:

  • ter mais que 15 alunos;
  • disponibilizar, no mínimo, três computadores para uso dos estudantes;
  • possuir um computador administrativo;
  • apresentar ao menos uma sala de aula em funcionamento.

Os recursos serão liberados por meio do Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE), administrado pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento e Educação (FNDE). A transferência do valor deverá ser feita diretamente para as escolas municipais e estaduais.

A escolha das instituições de ensino beneficiadas ficará a cargo do Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle do MEC (Simec) e do PDDE Interativo (ferramenta de apoio à gestão escolar).

Enem digital

Em julho de 2019, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) anunciou que o Enem deixará de ser aplicado em papel a partir de 2026.

A transição para a versão digital começará, segundo o órgão, em 2020, com um projeto-piloto para 50 mil candidatos, de 15 capitais.

Mapa mostra as 15 capitais brasileiras que participaração da primeira edição do Enem digital, em 2020, em projeto-piloto — Foto: Rodrigo Sanches/G1

Mapa mostra as 15 capitais brasileiras que participaração da primeira edição do Enem digital, em 2020, em projeto-piloto — Foto: Rodrigo Sanches/G1

A seguir, confira os principais pontos das mudanças anunciadas naquela data:

  • A aplicação digital em 2020 será em 15 capitais brasileiras: Belém (PA), Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Campo Grande (MS), Cuiabá (MT), Curitiba (PR), Florianópolis (SC), Goiânia (GO), João Pessoa (PB), Manaus (AM), Porto Alegre (RS), Recife (PE), Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA), São Paulo (SP);
  • A adesão dos candidatos será opcional no ato de inscrição, até um total de 50 mil participantes, o equivalente a 1% do total de inscritos;
  • O valor da inscrição será o mesmo para todos os participantes;
  • O Inep estima investir cerca de R$ 20 milhões no projeto-piloto de 2020, e não pretende comprar novos computadores. Usará equipamentos de instituições de ensino localizadas nas cidades participantes;
  • Entre 2021 e 2025, o Inep ampliará o número de aplicações do Enem digital, ainda em formato piloto e participação opcional;
  • A partir de 2026, o Enem será 100% digital;
  • Tanto as provas objetivas quanto a prova de redação serão feitas em formato digital no piloto;
  • O Enem para Pessoas Privadas de Liberdade (PPL) só passará ao formato digital a partir de 2026.

Conteúdo do Enem 2019

Durante a coletiva de imprensa, o ministro não comentou sobre o Enem 2019. No domingo (3), mais de 3,9 milhões de candidatos responderam a 45 questões de Ciências Humanas e a 45 de Linguagens.

O Enem é conhecido por ser um exame focado em interpretação de texto e, na edição de 2019, essa característica esteve ainda mais presente. Mesmo nas questões de história e geografia, a maioria das respostas podia ser deduzida a partir dos enunciados e dos textos de apoio, segundo professores ouvidos pelo G1.

Entre os temas abordados nas questões, estavam:

  • Música “In this life”, da cantora americana Madonna
  • Canção “O blues da piedade”, de Cazuza e Frejat
  • O físico e astrônomo brasileiro Marcelo Gleiser
  • Trecho do livro “1822”, de Laurentino Gomes, sobre Maria Quitéria, heroína da Guerra da Independência
  • Poema “Lua enlutada”, da escritora brasileira Hilda Hilst
  • Bullying
  • Anorexia
  • Liberdade de expressão e discursos de ódio nas redes sociais
  • Refugiados
  • Direitos do idoso
  • Exposição de crianças na internet pelos pais, desde a gravidez
  • Relação entre agrotóxicos e a morte de abelhas, e como a produção agrícola pode crescer de forma mais sustentável

Redação

Os candidatos também fizeram a redação, cujo tema foi “Democratização do acesso ao cinema no Brasil”. Na avaliação de professores ouvidos pelo G1, a proposta foi “inesperada, atual e fácil”. Leia os comentários dos docentes.

A prova contou com quatro textos motivadores:

  • um trecho do artigo “O que é cinema”, de Jean-Claude Bernardet;
  • um trecho do texto “O filme e a representação do real”, de C.F. Gutfreind;
  • um infográfico do periódico “Meio e Mensagem”, sobre o percentual de brasileiros que frequentam as salas de cinema;
  • e um trecho do texto “Cinema perto de você”, da Ancine, a agência do governo brasileiro para o audiovisual. O excerto citava que que o Brasil ocupa uma posição ruim – 60º lugar – na relação de habitantes/sala de cinema. Há pouco mais de 2 mil salas, uma queda em relação à década de 1970.

Foto da prova

O ministro da Educação também optou por não comentar a foto de uma prova do Enem, vazada antes dos primeiros candidatos deixarem o local de provas.

No domingo, ele havia informado que um funcionário responsável por aplicar a prova registrou a imagem e a fez circular pelas redes sociais.

“A gente supõe que essa pessoa pegou a prova de ausentes e tirou foto da página da redação. (…) Agora ele vai ter que responder na Justiça. Vamos pegar essa pessoa e vamos atrás dela” – Abraham Weintraub

* Com supervisão de Luiza Tenente.

G1

 

Fake news avançam sobre verbas de publicidade digital

Páginas com conteúdo inautêntico capitalizam em cima de publicidade sem trazer benefícios para marcas. Cliques falsos chegam a 20%.

Enquanto o Congresso Nacional discute a CPI das Fake News com o objetivo de determinar o impacto desse tipo de prática nas eleições de 2018, um dos aspectos que garante o retorno financeiro de quem publica conteúdo inautêntico acaba pouco discutido. Esse esquema aproveita o ecossistema utilizado para a oferta automática de anúncios online e suga o investimento de grandes empresas em páginas com alto tráfego, mas baixa confiabilidade.

Nesse sentido, o mesmo aparato e tecnologias utilizados para influenciar o debate público de forma danosa é usado para lucrar de forma indevida com o dinheiro gasto por pequenas e grandes empresas em anúncios digitais, que remuneram o publisher por clique.

Os cliques são gerados de diversas formas. Há, como exemplos, o uso de fazendas de cliques na Ásia, em que trabalhadores contratados por salários baixíssimos passam dias clicando em anúncios de forma ininterrupta ou tráfego automatizado gerado por bots ou programas de computador.

Como um todo, a indústria de clicks enganosos causou um prejuízo de US$ 35 bilhões em 2018, de acordo com a Juniper Research.

Inteligência artificial contra o mundo fake

“Podemos dizer que isso tipo de prática é uma das formas encontradas para praticar golpes em publicidade digital”, explica Michel Primo, da ClickCease (www.cliquefalso.com.br), martech israelense especializada na identificação e bloqueio automático de fraudes do tipo.

Por meio de inteligência artificial e análise de tráfego, a ClickCease identifica problemas do tipo e bloqueia a origem dos cliques para dificultar ações fraudulentas. É uma maneira das empresas preservarem seu investimento e ajudarem a desestimular a propagação de notícias falsas na internet. Segundo a martech, os cliques falsos correspondem, na média a 20% do total de cliques de uma campanha digital.

A Clickcease atende tanto empresas quanto agências que produzem e intermedeiam campanhas para terceiros. Para demonstrar o quanto esses ads são explorados, há um demo grátis de 14 dias. No Brasil desde meados de 2019, a expectativa da martech é chegar ao fim do ano com mais de mil clientes.
Sobre o Clickcease
Martech israelense de proteção a cliques fraudulentos. A partir de uma solução própria que incorpora machine learning e monitoramento de tráfego, o Clickcease identifica cliques inautênticos em anúncios e bloqueia a origem deles, além de contestar e recuperar o valor gasto junto à plataforma de anúncios de Google e Microsoft. www.cliquefalso.com,br

 

Diversão para terceira idade na era digital

Youtubers são usuários da plataforma YouTube que usam a internet para falar sobre diversos assuntos como: comportamento, moda, atitude, política, humor, dicas do dia a dia, entre outros. Como as plataformas digitais são um fenômeno relativamente recente, elas não são associadas imediatamente ao público de terceira idade. Entretanto, vem aumentando o número de pessoas acima dos 60 anos que descobriram nos canais de comunicação e redes socais uma oportunidade de expor suas ideias e experiências.

Para um idoso, ser um youtuber pode significar uma grande oportunidade de entretenimento e lazer. As plataformas digitais são desafiadoras e evolventes, trazem um novo aprendizado e estimulam a criatividade.

Falar para uma câmera com naturalidade não é uma tarefa fácil para a maioria das pessoas, principalmente para os idosos. Requer espontaneidade, conteúdo, disciplina e vontade de aprender. Quando um idoso decide se aventurar nas redes sociais, ele está escolhendo uma nova opção de lazer na qual o envelhecimento deixa de ser um obstáculo e passar a ser uma vantagem, quando pensamos em conteúdo.

Aos 60 anos, uma pessoa já acumulou muitas experiências, tanto pessoais como profissionais, que podem ser compartilhadas de uma forma universal. Indivíduos de diferentes idades e localidades poderão “curtir”, “seguir” e “compartilhar” as postagens.

Ser um youtuber na terceira idade pode ser muito divertido, principalmente quando não se tem a preocupação com o número de seguidores, patrocínio ou retorno financeiro. Ter um canal apenas para se divertir e divertir os outros: esse deve ser o principal objetivo.

Um exemplo recente foi o fenômeno “Nilson Izaias”, um idoso que realizou o sonho de fazer o próprio “slime” (uma espécie de geleia de brinquedo) e postou na internet. No vídeo, o youtuber consegue produzir o seu slime após cinco tentativas. Em um determinado momento, seu Nilson exclama: “Que legal! Olha só, gente, realizei meu sonho. Hoje foi o melhor dia, o dia mais feliz da minha vida”. Muito feliz, ele ainda agradeceu a amigas que passaram dicas para fazer a receita.

A alegria e espontaneidade demonstram como a tecnologia pode ser uma aliada na aproximação dos idosos com o mundo digital, seja em redes sociais, sites ou até com um canal no YouTube. São possibilidades que podem resgatar a autoestima e ajudar a despertar um novo interesse cultural do lazer.

Autora: Fabiana Kadota Pereira é professora dos cursos de Licenciatura e Bacharelado em Educação Física do Centro Universitário Internacional Uninter.

 

 

Fake clique: fraudes em publicidade digital geram prejuízos de US$ 42 bi

Malware e bots geram cliques falsos e transformam investimento de anunciantes em desperdício

A indústria de cliques fraudulentos em publicidade digital deve causar um prejuízo de US$ 42 bilhões em 2019, de acordo com a consultoria Juniper Research. O número é 21% maior do que os US$ 35 bilhões registrados no ano passado, o que deixa claro como esse filão tem se tornado sofisticado. Por meio de uma série de técnicas que envolvem desde bots até fazendas de cliques em países pobres, os criminosos faturam em cima de empresas que veem seu orçamento de marketing ser desperdiçado.
“O Brasil é um dos principais mercados mundiais na publicidade digital, então é natural que seja um alvo valioso para esse tipo de golpe”, diz Michel Primo da Clickcease (www.clickcease.com.br), martech israelense especializada na defesa contra ações desse tipo. Não há dados sobre o prejuízo com problemas do tipo no Brasil, mas a estimativa é de que as perdas correspondam a 20% do orçamento total dos anunciantes.
Como os fake cliques acontecem
De modo geral, as fraudes se dividem em duas categorias. As chamadas Click Frauds envolvem ações que forçam o anunciante a gastar com cliques que não foram feitos por consumidores reais. Nesse caso, robôs, por exemplo, clicam de maneira consecutiva em anúncios e fazem o responsável por ele pagar por visualizações que não atingiram potenciais clientes verdadeiros – ou seja, não há ganho direto para o responsável pelo golpe. “É comum que isso seja feito por concorrentes, por exemplo”, afirma Primo.
Ad Frauds, por outro lado, são estratégias que fazem com que as empresas paguem por visualizações e interações com anúncios em sites maliciosos sem obter qualquer retorno publicitário com isso. Um exemplo são páginas com conteúdo fake que recebem um volume alto de tráfego por redirecionamento de links automáticos, mas que não entregam qualquer retorno para o anunciante – aqui sim os fraudadores lucram.
Segundo a Clickcease, as Click Frauds têm crescido a uma taxa de 50% ao ano. No que tange às Ad Frauds, para se ter uma ideia do quanto eles movimentam, o FBI desmontou em 2017 a quadrilha especializada 3ve, cujo faturamento foi estimado em US$ 250 bilhões. “É um panorama preocupante, que exige de empresas que investem em marketing digital que tenham cuidado e tomem medidas de proteção”, explica Primo.
Entre as melhores estratégias para evitar golpes na publicidade digital, estão softwares que monitoram o tráfego e identificam comportamentos anormais, assim como a escolha adequado dos parceiros que fazem parte do ecossistema de marketing da empresa. Por conta própria, o problema não irá embora. Ainda de acordo com a Juniper Research, o prejuízo causado por cliques fraudulentos deve bater a marca dos US$ 100 bilhões anuais em 2023.
Foto: divulgação / Clickcease.
Press Works

 

Hortas nas escolas: educação verde e alternativa ao digital

Cada vez mais as escolas e os educadores em geral têm buscado alternativas ao digital em salas de aula. A “invasão” dos aparelhos celulares tornou-se um fenômeno incontrolável. Apesar dos muitos benefícios que isso pode trazer, separar os pequenos dos olhares constantes nas telinhas é uma missão importante e que deve ser cumprida.

Segundo o site 365dicas uma alternativa que tem surgido em diversas localidades do país é a instituição das hortas nas escolas. É uma busca não por remover as novas tecnologias das vidas das crianças, mas sim uma tentativa de incluir em seu cotidiano novas atividades e novas formas de se divertirem.

A importância da educação ambiental

A educação ambiental é de grande relevância no século XXI por inúmeras razões. Em tempos em que se fala e que se presencia tanto os efeitos do aquecimento global, educar as novas gerações para as mazelas que a falta de cuidado com o meio-ambiente pode trazer é fundamental.

Nas escolas, a construção de hortas e mesmo de pequenos pomares é também uma maneira muito interessante de aliar teoria e prática. Em uma fase de tantas abstrações como é a infância, as crianças precisam de estímulos que sejam capazes de lhes revelar noções sobre a realidade.

Dessa forma, é louvável que estejam proliferando em todo o país projetos de criação de hortas. Eles exploram a relação das crianças com a natureza, principalmente em grandes metrópoles, em que pouco contato há com o “natural”.

A educação ambiental ainda é capaz de desenvolver uma consciência sobre as próprias ações nas crianças. É principalmente nesse sentido que as hortas escolares surgem. Ao dar aos pequenos a oportunidade de cuidarem de suas próprias plantinhas, eles percebem sobre o impacto que suas atitudes e que os seus hábitos têm no seu dia a dia.

Atividade interdisciplinar

Em termos pedagógicos, ter uma horta na escola é importante também para a dinâmica escolar. Por exemplo: em que grupo ou disciplina curricular encaixaríamos esse tipo de projeto? Nenhum e ao mesmo tempo todos.

Torna-se importante dizermos que esse tipo de atividade engloba uma série de temas pertinentes a muitas disciplinas. Ecologia é o principal, é claro, mas a alimentação e a nutrição também estão presentes. Por que não ensinar às crianças sobre os benefícios de uma rotina alimentar mais saudável por meio da plantação de vegetais?

Os educadores e a escola se beneficiam muito com esse tipo de prática. Ao gerarem situações reais de aprendizado, conseguem avaliar com muito mais clareza a evolução dos alunos. Ao sair dos quadros negros e dos cadernos de avaliação para a rua, a dinâmica de aprendizado muda completamente. Deixa de ser abstrata, estática para ser algo palpável e real.

Autonomia e autoconsciência

Com certeza os maiores beneficiados com esse tipo de projeto são as crianças. Como mencionamos acima, tornam-se indivíduos mais conscientes a respeito do meio em que vivem. Passam a questionar, mesmo que minimamente, os hábitos de consumo da família, dos vizinhos e dos coleguinhas.

De acordo com professores que levaram esse projeto adiante, foi possível notar também maior autonomia e maior desenvoltura por parte dos pequenos. Tornaram-se mais questionadores em relação a pequenas situações do cotidiano. Passaram a refletir sobre os lanches que levam ou consomem na escola e viram-se mais maduros em relação ao desperdício alimentar.

O projeto da horta escolar é benéfico ainda para a comunidade escolar como um todo. O envolvimento dos pais é recomendado e essencial, principalmente quando passam a ser questionados pelas crianças sobre o cotidiano familiar.

As crianças são gatilhos, visto que elevam seu aprendizado a outras esferas sociais. Mais do que um projeto interdisciplinar, ele é uma prática social que busca o bem-estar comunitário.

Educação verde x educação digital

Uma coisa não exclui a outra. É errado pensarmos que retirar das crianças os aparelhos celulares é a solução para que aprendam melhor. Essas ferramentas, felizmente ou não, são inerentes às novas gerações, devendo, portanto, serem vistas exatamente como o que são: ferramentas de estímulo ao aprendizado.

Em relação à educação digital, nada impede que um projeto como o da horta escolar se alie ao uso de tablets, smartphones e objetos do gênero. Nada melhor do que usar a tecnologia para otimizar um projeto que só traz benefícios a todos.

 

 

Pilares e bases culturais da Transformação Digital

Carlos Eduardo Correa Schotka*

Abril de 2019 – Muito tem se falado sobre Transformação Digital nas empresas, mas poucos são os cases sólidos cujo o valor agregado da palavra “digital” pode ser entoado como um mantra, no qual toda a empresa deve falar para que se sinta dentro do mercado moderno emergente.

Empresas que tentam se aventurar neste assunto se deparam normalmente com um grande desafio inicial, que é a Transformação Cultural. Antes de falar de tecnologia, vamos tratar daquilo que se refere praticamente a itens comportamentais de uma empresa.

Uma cultura digital tem, por sua essência, práticas no modelo ágil, que visa agregar valor ao cliente final de maneira constante, o que significa eliminar a fronteira entre departamentos. Quando todos olham para este ponto convergente, ou seja, o cliente, as organizações começam a mudar sua cultura para o âmbito digital. O cliente, então, se torna o responsável pelas alterações de modelos de negócio, seja por novas exigências ou adesão às novas tecnologias.

Sendo assim, o paradigma digital abstrai o antigo conceito de TI, cujo cliente não tinha certeza do escopo que desejava, e passa a lidar com um público que não só sabe quais são seus problemas, como também participa passiva ou ativamente da solução. Logo, a cultura digital deve ter clara que a empresa passa a operar como um “customer centricity”, deixando de ser uma estrutura de departamentos, cada qual com sua responsabilidade, e passa a ser um time multidisciplinar, cuja responsabilidade é gerar valor agregado para o cliente.

Com o foco definido no cliente, o primeiro passo para a transformação cultural com o objetivo de atingir o patamar digital é reorganizar a empresa de forma a atender o cliente em todas suas necessidades. No intuito de acolher o cliente, a empresa deve ter times autônomos com diversas competências que consigam visualizar a necessidade do início ao fim para agregar valor.

Fatores simples como ouvir o lado do cliente e viver sua necessidade, seja por sessões de Design Thinking ou por meio de imersão em seu cotidiano, podem ser importantes quando estamos falando de inovação e percepção de necessidade. Todos esses passos farão o time entender, identificar ou gerar novos insights junto ao cliente.

Ao transformar o cliente em centro, o time deve se orientar nesse sentido, e esse é um dos pontos cruciais para mudança de mindset cultural. Não estamos falando em mudar apenas a forma que a equipe atual atende o cliente, mas sim de agregar diversas competências de negócio dentro do time que atende a este cliente, envolvendo, por exemplo, as áreas técnicas de Recursos Humanos, Marketing, Financeiro, Compras etc.

Com isso, cada área estará envolvida no atendimento às necessidades do projeto, ou seja, a demanda será uma prioridade que independe das rotinas particulares de cada departamento. O desafio de gerar uma autonomia deste nível para o atendimento de um único cliente específico pode gerar acúmulo de papéis na empresa, mas isso é superado frente ao valor agregado proporcionado ao cliente alvo desta equipe.

Tendo em vista a tendência para times autônomos multidisciplinares com foco no cliente, as empresas tradicionais podem fazer a transição do modelo padrão, baseado em departamentos, para um modelo bimodal. A orientação é que, durante um período determinado, parte da empresa passe a atuar neste modelo até que, gradativamente, sejam adaptadas às demais áreas.

Não podemos achar que toda empresa começa do zero, como um startup. Toda organização tem seu modelo e o exerce há muito tempo, por isso a quebra de paradigma é necessária para que seja viável o posicionamento ágil que a cultura digital exige, o que também permitirá evoluir para os próximos níveis da Transformação Digital: Tecnológica e Estratégica. Mas esses são assuntos para outra discussão.

*Carlos Eduardo Correa Schotka é Digital Labs Manager de Transformação Digital da regional de Belo Horizonte da Engineering, companhia global de Tecnologia da Informação especializada em Transformação Digital.

Sobre a Engineering (http://br.engineering)

A Engineering é uma companhia global de Tecnologia da Informação e Consultoria especializada em Transformação Digital.

A partir do Digital Transformation, do Business Integration, da TI Consulting e do Outsourcing, a Engineering transforma os processos de negócio das empresas em modelos operacionais alinhados com a Era Digital.

Com matriz na Itália, a multinacional conta com mais de 35 anos de experiência no mercado de TI, sendo reconhecida como um dos maiores grupos da Europa.

Com mais de 10 mil profissionais e projetos em mais de mil clientes de grande porte nos mais diversos mercados, a experiência do grupo aprimora-se ainda mais pelo investimento contínuo em pesquisa e desenvolvimento, contando com mais de 250 pesquisadores, além de parcerias com os principais centros e pesquisa e universidades do mundo.

Assessoria de imprensa:

Amidi repudia campanha ofensiva contra mídia digital

jornalismoA Associação de Mídia Digital (Amidi) emitiu, na manhã desta segunda-feira, uma nota repudiando a campanha veiculada pelo Jornal Correio da Paraíba através das redes sociais. A Amidi considera a campanha ofensiva e pejorativa contra o jornalismo digital.

Confira a Nota

A Amidi, através de sua Diretoria, lamenta a equivocada postura adotada pelo Jornal Correio da Paraíba contra a mídia e jornalismo digital paraibano, perpetrada em deformada campanha publicitária assinada pela agência Sala 10, com conteúdo pejorativo e ofensivo às empresas legitimamente constituídas e aos profissionais/jornalistas do segmento.

A campanha em questão – personificada com peças para redes sociais baseada em deboches e insinuações maldosas – não encontra eco nos números do consistente crescimento do nosso setor e nem amparo no acesso em tempo real dos nossos milhões de leitores, o que atesta o alcance, a credibilidade e o profissionalismo de todos os que militam de forma digna e honrada nesse campo do novo jornalismo.

Repudiamos a vã tentativa de desqualificação ou diminuição dos valores, compromisso ético e responsabilidade no tratamento adequado da notícia, desde a sua apuração à rápida divulgação, prática e mandamento maior de nossos associados.

Eventuais desvios existem em qualquer meio, mas não dão o direito, por exemplo, que o nosso aponte o jornal impresso como adepto da prática de noticiar fatos incompletos, disseminar boatos ou cometer erros. Aí está o pecado central das peças produzidas contra o meio digital: a pouco inteligente e indecente generalização.

A sociedade conectada pelo digital tem o devido senso crítico para perceber que esse tipo de ofensiva transita na contramão da realidade prática na forma de se comunicar e interagir das pessoas no mundo contemporâneo. Graças à Internet, hoje o público já não é mais refém de um ou outro veículo. Porque tem todo o conteúdo na palma da mão e de graça.

Luiz Fábio Targino
Presidente

Confira trechos da campanha do Jornal Correio da Paraíba através do perfil Sala 10 Comunicação no Facebook:

clickpb

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MEC abre consulta pública sobre Enem Digital

enemQuem quiser dar sugestões sobre o modelo de aplicação online do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) pode participar da consulta pública aberta pelo Ministério da Educação, na internet. Até o dia 17 de março, é possível dar sugestões sobre a aplicação da prova, assim como sobre a ampliação do banco de itens e segurança do exame.

Após assumir o cargo, o ministro da Educação, Cid Gomes, manifestou a intenção de fazer mudanças no Enem e tornar a aplicação da prova online, para simplificar a logística e reduzir custos. Cid Gomes disse que a proposta seria debatida com técnicos, acadêmicos e com a sociedade para depois ser apresentada à presidenta Dilma Rousseff.

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A consulta pública Enem Digital traz três perguntas. A primeira pede sugestões para a ampliação do banco de itens nas quatro áreas de conhecimento do exame – linguagens, códigos e suas tecnologias, ciências humanas e suas tecnologias, matemática e suas tecnologias e ciências da natureza e suas tecnologias. Na segunda pergunta, os participantes da consulta pública podem sugerir medidas para aprimorar a logística, segurança e aplicação da prova. Na terceira, há espaço para comentários.

A nota do Enem é usada pelos estudantes para ingressar em instituições públicas e privadas de ensino superior por meio de programas como o Sistema de Seleção Unificada (Sisu), o Programa Universidade para Todos (ProUni) e o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). Mais de 6,2 milhões de candidatos participaram da última edição do exame, em 2014. As provas foram aplicadas em cerca de 1,7 mil cidades.

 

 

 

Agência Brasil

 

Após apagão digital da GVT, empresa terá que ressarcir clientes na Paraíba

gvtA operadora GVT vai ressarcir o consumidor que foi atingido pela pane ocorrida no dia 12 de janeiro em João Pessoa, e que deixou cerca de 27 mil pessoas ‘fora do ar’ na Paraíba por pelo menos quatro horas. Foi o que ficou acordado em reunião na Secretaria Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-JP) nesta quinta-feira (22), resultado de uma notificação à empresa. Também ficou decidido que a GVT fará um estudo visando novas rotas de transmissão para evitar outras sobrecargas, e enviará à Secretaria.

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O ressarcimento ao consumidor se dará através da próxima fatura e será de forma proporcional ao tempo em que o cliente ficou sem internet. “A empresa se comprometeu em ressarcir, em créditos, já na próxima fatura, o valor proporcional ao tempo em que o consumidor ficou sem acesso à rede durante a pane que ocorreu no último dia 12”, disse, adiantando que o cliente deve ficar de olho na fatura e, caso não se sentir contemplado, deve procurar o Procon-JP.

O secretário Helton Renê alerta aos consumidores que se sentiram lesados de forma mais consequente durante a pane da GVT, que procurem o Procon-JP para que se tome as providências cabíveis. “O acordo diz respeito apenas às horas em que a empresa ficou sem prestar o serviço. Se houve casos em que a falta desse serviço, durante esse tempo, provocou um prejuízo maior, a pessoa deve procurar seus direitos enquanto consumidor lesado”.

Ranking – O ranking de reclamações contra a empresa GVT vem piorando nos últimos anos, com o número de denúncias crescendo a olhos vistos. “Em 2013, o Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) do Procon-JP recebeu 68 reclamações contra a GVT, em 2014 subiu para 159 e, até o dia 22 de janeiro deste ano, já somam 14. Consideramos um índice alto e isso também foi tema de nossa reunião, momento em que a operadora se comprometeu em nos enviar propostas que melhorem a prestação de seus serviços”, informou Helton Renê.

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