Arquivo da tag: Digitais

Audiência pública do FNDE discute aquisição de recursos digitais para o PNLD

Com o objetivo de discutir propostas e reunir subsídios para o Programa Nacional do Livro e do Material Didático (PNLD), o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação vai realizar audiência pública on-line nesta quinta-feira (17). O evento começa às 15h, com previsão de término às 17h.

Na reunião, devem ser definidas as especificações técnicas para aquisição de materiais digitais destinados aos estudantes e professores do ensino médio das escolas da educação básica pública, das redes federal, estaduais, municipais e do Distrito Federal.

A audiência pública poderá ser acompanhada por meio da plataforma digital RNP. Mais informações sobre o encontro podem ser acessadas no site do Ministério da Educação. O PNLD compreende um conjunto de ações voltadas à distribuição de obras didáticas, pedagógicas e literárias, entre outros materiais de apoio à prática educativa.

 

Fonte: Brasil 61

 

 

Agências digitais da Paraíba se reúnem para instalação da Abradi

Encontro foi realizado no Sebrae-PB com a presença de diversas empresas do segmento
encontroEm julho, em reunião no Sebrae-PB, empresários do setor de tecnologia e comunicação digital deram o pontapé inicial para a abertura da Associação Brasileira das Agências Digitais seccional paraibana (Abradi-PB) em um encontro que contou com a participação do presidente da Abradi Nacional, Jonatas Abbott, e que reuniu diversos representantes de empresas do segmento.
Com um número de agências superior à região Sul do país – de acordo com o Censo Digital 2012 feito pela Abradi, enquanto a região Nordeste concentra 549 agências, a região Sul reúne 515 -, a instalação de seccionais regionais da Abradi no Nordeste é, também, resultado da digitalização do empresariado. Atualmente, na região, já existem seccionais em Pernambuco e na Bahia e, em breve, será aberta também no Rio Grande do Norte.
“Dada a evolução da internet brasileira, que é uma evolução que se faz a partir da classe C, que representa 90% do varejo, as pequenas e médias empresas se sentiram pressionadas a entrar nesse mundo digital. A criação da Abradi regional aqui na Paraíba é importante para que possa orientar esse empresariado em relação ao que ele tem que ter e até mesmo para pautar o mercado”, disse Jonatas Abbott.
Segundo ele, uma das ações propostas pela Abradi-PB será a formulação de uma tabela de orientação de como comprar melhor o digital. “Nós não teremos uma tabela de preços fixada, porque muitas vezes são sites diferentes, com tecnologias diferentes, com tempos de desenvolvimento diferentes. Uma coisa é você fazer um site para uma pequena imobiliária ali da esquina, e outra é fazer para uma grande imobiliária. O que nós queremos é orientar cada empresário de qual tecnologia será melhor para ele”,explicou o presidente.
Participaram do encontro as empresas Integrativa, Soda, Ativaweb,Antares, Sin, I2 Inteligência, Ponto R, Qualitare e HRDesigner. “A maioria já atende clientes de outros estados, já são empresários cosmopolitas. Eu não tenho dúvidas de que, com a instalação da associação na Paraíba o mercado das agências digitais irá crescer ainda mais, o que, por consequência, irá movimentar o mercado empresarial”, disse, por fim, Jonatas.
Para o presidente da unidade da Abradi na Paraíba, Alek Maracajá, este primeiro encontro foi muito positivo. “Vamos começar de fato a associação, que teve ter a diretoria formada nos próximos dias. O nosso objetivo é melhorar o mercado, a formação da mão de obra e os novos negócios no nosso Estado”, afirmou Alek.

Andréia Barros

Governo quer facilitar compra de televisores digitais e subsidiar aparelhos para baixa renda

MinistroO Ministério das Comunicações já começou a estudar formas para antecipar a conclusão da digitalização do sistema de televisão brasileiro, que irá permitir o uso da faixa de frequência, atualmente usada por emissoras analógicas, para a oferta da internet móvel de quarta geração (4G). Além de incentivos para as emissoras digitalizarem o sinal, poderá haver maior oferta de crédito para que a população compre aparelhos de televisão que já venham com o sistema digital embutido.

“Estamos fazendo estudos, temos que levar para o Guido [Mantega, ministro da Fazenda], para a presidenta [Dilma Rousseff], mas achamos que tem que ser. Queremos digitalizar de vez a televisão, acabar com a época do chuvisco e do Bombril na antena”, disse o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, à Agência Brasil.

Paulo Bernardo garante que o governo não vai permitir que o sinal analógico seja desligado se ainda houver um grande número de famílias sem televisores digitais, e avalia que é possível melhorar as condições para a compra desses aparelhos. “Uma TV digital custa hoje em torno de R$ 300, e acho que é possível fazer políticas para baixar um pouco isso. Além disso, a classe C não compra à vista, e mede muito a prestação. Com a diminuição dos juros, temos que batalhar para ter uma prestação baixinha”.

No caso de famílias de baixa renda, principalmente quem está no cadastro do Bolsa Família, poderá haver subsídios para a compra do aparelho ou do conversor digital. Segundo o ministro, os recursos viriam da arrecadação do leilão da faixa de frequência de 700 mega-hertz (MHz), que será usada para a tecnologia 4G.

Uma portaria publicada na quinta (7) no Diário Oficial da União autoriza a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) a iniciar os procedimentos para a destinação da faixa de 700 MHz para a telefonia de quarta geração (4G). A licitação para destinar a faixa de frequência deverá acontecer em fevereiro ou março do ano que vem, segundo previsão do ministro. Antes disso, a Anatel vai fazer uma consulta pública para ouvir a sociedade sobre a questão.

Pelo menos duas exigências serão impostas às empresas que vencerem o leilão para oferecer 4G na faixa de 700 MHz. A primeira é a cobertura de serviço de telefonia móvel (voz) nas principais rodovias do país, o que hoje não é obrigação das operadoras. “O celular na estrada é importante, às vezes tem um acidente, quebra um veículo”, aponta o ministro.

Outra exigência para as empresas será a construção de rede de fibra ótica em cerca de 800 municípios onde há maiores concentrações demográficas, para oferecer internet com velocidade de pelo menos 10 megabits por segundo (Mbps). Isso vai atender pelo menos 100 milhões de pessoas, nas cidades onde não há ainda essa rede disponível. “Nossa ideia é transformar a velocidade de 10 Mbps em uma coisa absolutamente corriqueira”.

No ano passado, o governo já licitou a faixa de 2,5 giga-hertz (GHz), também para a oferta de 4G. O ministro explicou que a vantagem da faixa de 700 MHz sobre a de 2,5 GHz é o maior alcance, o que poderá facilitar o acesso à banda larga móvel no interior e na área rural. “Vamos ter que fazer um mix das duas. A 2,5 [GHz] cumpre seu objetivo nas capitais, mas no interior, se entrar com a 700 barateia muito”.

 

 

 

Agência Brasil

Estações Digitais de JP vão virar ponto de acesso para assinatura do abaixo-assinado do SOS Seca PB

sosA Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP) firmou parceria nesta quarta-feira (23) com a Assembleia Legislativa da Paraíba (AL-PB) para participar da campanha ‘SOS Seca’. Por meio da Secretaria Municipal de Ciência e Tecnologia (Secitec), o Governo Municipal vai disponibilizar o acesso gratuito à população nas 38 Estações Digitais mantidas pela secretaria para assinatura do abaixo-assinado que será levado à Presidência da República.

A parceria foi firmada durante uma reunião entre a secretária da Secitec, Marly Lúcio, e o deputado estadual e presidente da Frente Parlamentar da Seca na AL-PB, Assis Quintans. “A orientação do prefeito Luciano Cartaxo é que a Prefeitura contribua com a campanha, ajudando na divulgação e na adesão do maior número de pessoas. O prefeito tem o entendimento que esse é um movimento de interesse todos os paraibanos e que a Prefeitura da Capital tem o dever de ser parceira nessa iniciativa”, explicou a secretária.

Para isso, a Prefeitura está disponibilizando a estrutura dos seus 38 telecentros para que a população possa ter acesso ao documento e realizar a assinatura do abaixo-assinado por meio da internet. Os educadores digitais que atuam nesses espaços serão orientados a auxiliar as pessoas que quiserem aderir ao movimento, explicando a importância da campanha e de como a participação popular é essencial para a busca de melhorias para nosso Estado e nossa cidade.

“A campanha tem tudo a ver com a missão das nossas Estações Digitais, que é servir de espaços para a inclusão social e o exercício da cidadania, através do uso das novas tecnologias”, ressaltou Marly Lúcio.

Parceria – Para o deputado Assis Quintans, a participação da Prefeitura é essencial para incentivar a campanha e conseguir a adesão popular na busca por ações mais efetivas no enfrentamento ao problema. “Queremos chamar a atenção das autoridades federais para o Nordeste e não podemos fazer isso sozinhos. Precisamos que o nosso povo se mobilize. A seca sempre vai existir, mas precisamos de ações mais concretas para a região do semiárido”, comentou.

Apoio – Sobre a parceria, Quintans destacou que os parlamentares já esperavam contar com o apoio da PMJP e avaliou que o mesmo apoio deve ser estendido a outras pastas do município. “Não é surpresa esse gesto do prefeito Luciano Cartaxo. Quero agradecer em nome dos 36 deputados por essa atitude, que irá fortalecer essa luta que é de todas as regiões do nosso Estado”, frisou.

O objetivo do abaixo-assinado organizado pela Assembleia Legislativa é reforçar, junto às autoridades federais e estaduais, a ‘Carta da Paraíba’, documento oficial da campanha e fruto da ‘Caravana da Seca’, realizada pelos deputados estaduais no mês de dezembro de 2012. Desse modo, os parlamentares esperam conseguir ações continuadas para lidar com a problemática da seca no Estado.

MaisPB com SecomJP

No mídia.JOR, profissionais discutem a relação entre público e jornalistas nas mídias digitais

Na tarde da quarta-feira (12/9), Ana Brambilla, editora de mídias sociais da Editora Globo; Felipe Machado, diretor de mídias digitais do Diário de S. Paulo; e Eliane Leme, diretora-executiva do band.com.br, se reuniram no Painel Diálogos III do mídia.JOR para debater o tema “Jornalismo Digital: profissionais multifacetados, leitores participativos”. A mediação do debate foi feita por Thaís Naldoni, gerente de Jornalismo de IMPRENSA.

Alf Ribeiro
Painel debate convergência
Felipe Machado ressaltou a importância dos profissionais de imprensa serem “totalmídia” e elaborou uma esquema dos “caminhos da notícia” de hoje. Segundo ele, primeiro, a notícia vai parar no Twitter e no Facebook sem muita apuração. Depois dessa postagem é que os profissionais começam a buscar mais informações sobre o que está acontecendo e, então, a notícia segue para o blog, o rádio, a foto, o vídeo e, enfim, concretiza-se em uma matéria e uma análise.
No entanto, Machado destaca que o jornalista tem que se sobressair nessa tarefa de noticiar o que acontece, uma vez que hoje em dia muitas pessoas veiculam a mesma informação na internet. “O jornalista tem que ter a ética na apuração, a isenção para ouvir os dois lados. Isso distingue os jornalistas das pessoas que comunicam as mesmas notícias”, disse.
Ana Brambilla, por sua vez, enfatizou a habilidade que o jornalista deve ter em se relacionar com o público. Para ela, “cada vez mais os leitores começam a ganhar voz e participar de debates” e isso deve ser levado em consideração quando os jornalistas exercem sua atividade. Nesse sentido, Ana falou em “personificação”, principalmente nas redes sociais, tanto dos profissionais de imprensa quanto das empresas de comunicação, para que eles se aproximem do público.
A editora de mídias sociais da Editora Globo mencionou a participação do público na produção de conteúdo. “Muda o movimento. Os jornalistas não ficam mais na zona de conforto, eles vão de encontro ao conteúdo”, afirma. “O público está produzindo conteúdo, é fato. Será que eles são nossos concorrentes? Tem muito jornalista que os teme e não admite o jornalismo colaborativo. Mas vamos chamar esse público para perto da gente”, defendeu Ana.
Eliane Leme começou sua fala no mídia.JOR mostrando pesquisa e números sobre as mídias sociais. “A tecnologia mudou tudo. Mudou a forma como a gente produz o conteúdo”, disse.  A diretora-executiva do band.com.br defendeu a participação do público no jornalismo, embora tenha ressaltado dois aspectos dessa colaboração. “A colaboração do público pode trazer informação nova para o jornalista e abastecer o veículo. Mas ela pode ser prejudicial também”, considerou. “Você acaba tendo uma visão muito mais social, e absolutamente legítima, da notícia”, acrescentou.
Portal IMPRENSA

Como nossos dados pessoais enriquecem gigantes digitais

Paris – Qual é o terceiro país do mundo em população e o que mais espia seus cidadãos? A resposta cabe em um território virtual: Facebook. Com seus 900 milhões de usuários registrados, se o Facebook fosse um país seria o terceiro do mundo, logo depois da China (1,34 bilhões) e da Índia (1.17 bilhões de habitantes). Esta demografia virtual faz do Facebook um território de participação voluntária no qual os usuários entregam sua intimidade com toda inocência sem ter plena consciência do quanto estão se expondo nem do gigantesco capital que os usuários estão aportando à empresa fundada por Marc Zuckerberg.

Criado há apenas oito anos, o Facebook tem um valor estimado em Bolsa de 104 bilhões de dólares. É maior que a Amazon (98 bilhões), vale quase três vezes mais que a Ford Motors (38 bilhões de dólares), mas menos que o Google (203 bilhões) e a Apple (495 bilhões).

Do mesmo modo que Google e outros gigantes da rede, Facebook deixou de ser a simpática “startup” criada no campus de Harvard. É um predador de dados, um aspirador universal de publicidade, um autêntico serviço de inteligência que se serve de cada informação deixada pelos usuários para fazer dinheiro com ela.

Todas as cifras relacionadas ao Facebook são imperiais: com 169 milhões de usuários, os Estados Unidos contam com o maior número de membros. Em segundo lugar vem a Índia com 51 milhões, o Brasil com 45 milhões e o México com 20. Mais de 300 milhões de fotos são publicadas a cada dia no Facebook e cerca de 500 milhões de pessoas acessam a rede social utilizando dispositivos móveis. No entanto, o qualificativo de “rede social” está longe de coincidir com a realidade. Como observa Archippe Yepmou, presidente da associação Internet sem fronteiras (ISF) (www.internetsansfrontieres.com), o valor do Facebook na bolsa “repousa no abuso de nosso direito ao controle de nossos dados pessoais”.

O peso do Facebook é proporcional ao grau de intimidade que revelamos com nossas conexões. Facebook e Google se apoiam quase no mesmo modelo econômico: quanto mais se sabe sobre os gostos e inclinações dos usuários, mais dinheiro pode-se fazer com esses dados sem que o usuário tenha dado sua permissão para tanto. É neste contexto que a associação Internet sem Fronteiras propõe a criação de um e-sindicato, com o objetivo de defender os direitos dos usuários do Facebook e de outros mastodontes digitais que espiam cada um de nossos clics para convertê-los em ouro.

Antonin Moulart, membro da associação, diz que “a ideia de um sindicato eletrônico aponta para o estabelecimento de uma relação de força com a empresa do senhor Zuckerberg para que ele entenda que temos direito a decidir sobre nossas informações pessoais”. O paradoxo Facebook é imenso: tornou-se uma ferramenta de intercâmbio com alcance planetário, mas sua aparente inocência atrai adeptos que prestam voluntariamente a uma violação impensável de sua vida privada.

Archippe Yepmou revela, por exemplo, que “nossas agendas são scaneadas pelo Facebooh através do nosso telefone celular e de nosso correio eletrônico. A empresa procede também a uma identificação biométrica que permite ao Facebook reconhecer logos e rostos das fotos sem que o contribuinte tenha dado sua autorização explícita para isso. A ideia do e-sindicato quer impor um mediador entre as pessoas e esse roubo da intimidade. A solução mais simples seria não se inscrever no Facebook, mas sua necessidade, real ou imaginária, já é um fato consumado. Neste sentido, a associação Internet sem Fronteiras reconhece que “a posição monopólica do Facebook fez da empresa um espaço de socialização obrigatório para toda ou uma parte da população”. Ingressamos neste espaço virtual-social como ovelhas pacíficas enquanto o lobo estava à espreita.

Reparar o erro requer uma consciência universal do valor estratégico e comercial de nossos dados pessoais assim como de nosso direito de nos opor a que sejam comercializados. Mas essa consciência está longe, muito longe de ter sido formada. A capitalização dos dados pessoais está perfeitamente quantificada no valor do Facebook. Não são suas máquinas ou seu programa a fonte de sua riqueza, mas sim nossa intimidade. O ingresso do Facebook na bolsa inaugura outra fase perigosa: “o modelo econômico da empresa baseado na exploração comercial da vida privada vai empurrar o Facebook em outra direção ainda mais intrusiva e ameaçadora da liberdade”, diz a ISF. O Facebook é um autêntico estômago de dados cujo destino, em grande parte, desconhecemos.

O contra-poder frente o Facebook e outros sugadores de dados planetários existe: é, por enquanto, tímido, mas real. Eletronic Frontier Foundation, Internet sem Fronteiras, a muito oficial CNIL (Comissão Nacional de Informática e Liberdades, da França), o Controlador Europeu de Proteção de Dados (CEPD), o Europa versus Facebook, são alguns dos organismos oficiais ou não governamentais que discutem a maneira de construir um muro legal entre os cidadãos e empresas como Facebook ou Google, que lucram com nossa vida. Serão necessários, porém, muitos anos para que os usuários passem à ação e tomem consciência dos níveis de exposição a que estão submetidos quando, sem nenhuma garantia de privacidade, sobem uma foto, manifestam um gosto musical ou a preferência por uma ou outra marca.

Tradução: Katarina Peixoto

Carta Maior

Termina nesta quarta prazo para o Projeto Cidades Digitais receber propostas

 

Termina nesta quarta-feira (16) o prazo para as prefeituras enviarem suas propostas ao Ministério das Comunicações para participar do projeto Cidades Digitais, que prevê a digitalização e a integração dos serviços dos órgãos públicos municipais. Na primeira fase, serão escolhidas 80 cidades.
Conheça mais sobre o projeto piloto Cidades Digitais
Os municípios selecionados irão receber infraestrutura de rede e aplicativos para os setores financeiro, tributário, de saúde e educação. Os servidores públicos do município serão capacitados e também está prevista a instalação de pontos de acesso à internet para uso livre e gratuito em espaços de grande circulação, em locais que serão definidos pelas próprias prefeituras.
O ministério trabalha com um orçamento inicial de R$ 40 milhões para a primeira etapa de implantação. Se o prefeito quiser ampliar os serviços, poderá contar com financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
As inscrições devem ser feitas pelo site do Ministério das Comunicações, onde há informações sobre os documentos que devem ser enviados pelos Correios.

Fonte: Agência Brasil

Focando a Notícia