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Videntes fazem previsões bombásticas e dizem que 2017 será um ano difícil

videntesSe você está ansioso para dizer adeus a 2016 e mergulhar em 2017 esperando coisas maravilhosas, é melhor não criar tantas expectativas. É que o novo ano que está prestes a começar não será nenhum pouco fácil, e, corre risco de ser pior que o ano que está indo embora. Pelo menos é o que dizem três videntes entrevistados pelo DIA. A sensitiva Márcia Fernandes, Carlinhos Vidente e João Bidu fizeram algumas revelações para o ano que está por vir.

É que Saturno é o planeta regente e vai cobrar muita responsabilidade e ações de todos. O ano terá muitas complicações no âmbito político e econômico, mas, apesar de tudo, será um bom momento para iniciar projetos.

O ANO

Márcia Fernandes: Vai ser regido por Saturno, que é um planeta que traz muita responsabilidade, um planeta muito rígido e muito lento. As coisas vão parecer que estarão se arrastando. É ano de mandar marido velho embora, mandar namorado que não presta embora, emprego velho. É ano de iniciar coisas. Haverá o desenvolvimento de um monte de vacina para a cura de várias doenças em 2017.

Carlinhos Vidente: Vai ser um ano pior, vai ter muito mais desemprego. Será um ano difícil, um país sem governo. Muita gente na rua cobrando. Muitas lojas fechando. Será um ano muito difícil para o brasileiro. Só no final do ano de 2017 para 2018 que terá uma melhora, a partir de julho.

João Bidu: Um ano regido por Saturno, um planeta que tem relação com o poder, com os políticos, sinal que eles estarão em destaque. Para ter sucesso a pessoa vai ter que trabalhar bastante, vai ter que ralar, focar. Saturno também dá determinação, perseverança, responsabilidade e controle. É um ano muito propício para novos projetos, desde sejam com o pé no chão. É um ano menos audacioso.

MICHEL TEMER

Márcia Fernandes: O ano será difícil para o presidente Michel Temer, mas como há muito jogo na política, vai ter muito mexe mexe. Mas a minha opinião é que ele fica no poder e cumpre seu mandato.

Carlinhos Vidente: Temer vai renunciar em abril, porque o pessoal do Senado está tentando empurrar com a barriga, mas vão fazer igual fizeram com o Eduardo Cunha (preso em outubro). O povo vai pressionar, vai explodir na rua e ele vai sair.

João Bidu: Astrologicamente ele está bem colocado, mas os partidos de oposição vão fazer uma força danada para tirá-lo. Alguns setores da sociedade também farão essa pressão. Mas ele não renunciará. Embora Libra seja um signo muito conservador, capaz de se sacrificar para o bem estar de “geral da nação”, mas com o ascendente em Virgem, que é teimoso, eu não acredito que ele renuncie. A não ser que cheguemos a uma situação extrema.

LULA

Márcia Fernandes: Não quero falar sobre isso.

Carlinhos Vidente: Eu não vejo o Lula solto até o final do ano. Vejo o Lula preso, mas ele não vai passar o Ano Novo na cadeia, vão colocar uma correntinha na perna dele e ele vai para a casa.

João Bidu: Há um perigo muito grande de ele ser preso em 2017.

RIO DE JANEIRO

Márcia Fernandes: O Rio vai ficar sofrendo muito até agosto, depois vai ter uma melhora.

Carlinhos Vidente: Está quebrado, mas só no final do ano que vai melhorar um pouco. Vai ficar sem governo.

João Bidu: A influência de Júpiter na oitava Casa Astral é realmente preocupante, pois esse planeta tende a expandir e, no caso, a crise. Lembrando ainda que a oitava Casa tem relação direta com empréstimos, impostos e aposentadoria. Por outro lado, o Rio deverá receber ajuda externa por conta de Saturno, inclusive do estrangeiro, e do governo federal.

PEZÃO

Márcia Fernandes: O governador está muito preocupado, coitado. Muito tenso, muito desesperado, ele precisa de oração. Toda a população, de um modo geral, deve rezar o salmo 90 para ajudá-lo a sair do sufoco. Eu não vejo renúncia do Pezão.

Carlinhos Vidente: Além da saúde, o governador estará muito enrolado com a Justiça. Eu não vejo o Pezão curado da saúde dele. Vejo ele recuperado por um certo tempo, mas ele deverá ficar afastado. O Pezão está brincando muito com a saúde dele. Ele não deveria estar trabalhando. Ele não vai terminar o mandato dele, o Rio de Janeiro vai ficar sem governo.

TRAGÉDIAS:

Márcia Fernandes: Em Santa Catarina, com muita água.

Carlinhos Vidente: Cerca de 200 a 300 pessoas morrerão vítima de deslizamento de encostas no Rio. Além disso, haverá a queda de um avião com 280 a 300 passageiros no Brasil.

Entre o meados de 2017 e 2018, mais um avião, desta vez de pequeno porte, cairá com um time de futebol brasileiro. O time é do Rio e estará realizando um jogo em outro estado. Esse avião não vai cair de uma altura muito grande, mas será um acidente com um time todo, assim como eu previ a queda do avião com o time inteiro da Chapecoense.

O dia

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Vice-presidente afirma que é difícil Dilma resistir três anos e meio com popularidade baixa

dilma-e-temerDurante palestra para empresário em São Paulo nesta quinta-feira (3), o vice-presidente Michel Temer fez uma avaliação surpreendente em se tratando de um partido aliado do governo petista. Segundo ele, usando sempre o pronome “ela” e não “nós”, “a presidente Dilma não resistirá três anos se continuar com a popularidade baixa.

De acordo com as últimas pesquisas de opinião pública, a popularidade da presidente Dilma está em torno de 7%. É o que mostra os últimos levantamentos combinando o que vem das ruas. “Ninguém vai resistir três anos e meio com esse índice baixo”, avaliou Temer em meio a palestra feita aos empresários paulistanos.

E prosseguindo com seu raciocínio disse: “Se a economia melhorar, acaba voltando em um índice razoável”, afirmando, complementando destacando que é preciso “trabalhar para estabilizar relações com a sociedade e a classe política”.

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Não parou por ai: “Mas se continuar com 7% e 8% de popularidade, de fato fica difícil, não dá para passar três anos e meio assim”.

 

paraiba.com.br/

Hervázio diz que voto aberto é irreversível: “Assim fica difícil para os famosos ‘traíras'”

Hervázio diz que voto aberto é irreversível e sentencia: “Assim fica difícil para os famosos ‘traíras”

hervazioO deputado estadual Hervázio Bezerra, do PSB, volta a ocupar novamente a posição de líder do governo e após propor a implantação dos votos abertos durante apreciação dos vetos do governador Ricardo Coutinho, retirou a pedido não só de sua bancada como também da bancada de oposição. Porém, na próxima semana, existe a perspectiva de que os votos sejam abertos na ALPB.

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De acordo com o parlamentar o dispositivo de votação aberta em apreciação de vetos está na Constituição Federal e a Estadual deve aderir. “É uma prerrogativa exclusiva do Congresso Nacional e todos os estados da federação têm que se adequar”, afirmou.

Para Hervázio, a não adequação da Casa a esse dispositivo de votação aberta ainda não aconteceu por equívoco da Mesa Diretora anterior. “Em boa hora levantei essa Questão de Ordem e coloquei para bancada. Para o governo não há nenhum problema de que a votação seja aberta ou fechada”, garantiu Hervázio.

O deputado estadual disse ainda que pelo fato de existir divergência em sua bancada, a maioria decidiu pela votação aberta. “A imprensa e a sociedade saberão, olhando olho no olho, qual o deputado que votou ‘assim’ ou votou ‘assado’. Assim fica uma situação difícil para aqueles famosos ‘traíras’, sentenciou o deputado.

PB Agora

Deputado novato compra briga de Ricardo Marcelo e fica numa situação difícil na Assembleia Legislativa

renatoAs constates posições do deputado novato Renato Gadelha (PSC) que comprou a briga da oposição e anunciou recorrer na Justiça contra a unificações de eleições na Assembleia Legislativa não foi bem digerida pelo principal concorrente do presidente Ricardo Marcelo (PEN), o socialista Adriano Galdino que conta com o apoio do Pálácio da Redenção na disputa.

Galdino que não é de ter papas na língua, partiu para confronto verbal e mandou um recado para o representante de Sousa na Casa de Epitácio Pessoa. Galdino disse que é legal a realização de duas eleições no mesmo dia:

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“Claro que é permitida. Eu vou ensinar ao deputado Renato Gadelha que uma frase que é praxe e que é lei maior na Assembleia é que o plenário é soberano. Tudo aquilo que o plenário decide, inclusive mudanças no regimento, é válido. Então o plenário vai decidir, e decidindo, é lei, tem validade”, alfinetou Galdino demonstrando convicção que no dia 1º de fevereiro Renato Gadelha terá que engolir cada palavra.

O socialista que tem Gervazio Maia Filho (PMDB) como companheiro no biênio 2017-2018 defendeu uma novos ares na Assembleia Legislativa.

“O que acontecia antes era antecipar a eleição para que o presidente que estava no cargo se perpetuasse no poder. Estamos fazendo diferente. Estamos querendo promover a renovação, a alternância de poder, que é uma coisa que a ALPB precisa fazer há um bom tempo”, disparou, Assim como Tião Gomes (PSL) e Lindolfo Pires (DEM) não são digeridos pelo presidente Ricardo Marcelo, o grupo de Adriano Galdino já escolheu o seu primeiro algoz: Renato Gadelha.


PB Agora

Casal de jovens é encontrado morto dentro de carro em área de difícil acesso na Paraíba

PoliciaUm casal de jovens foi encontrado morto no começo da noite desta quarta-feira (15) dentro de um carro na Zona Rural que fica entre as cidades de Campina Grande e Puxinanã, no Agreste da Paraíba.

De acordo com a Polícia Militar, o Centro Integrado de Operações Policiais foi acionado para checar a informação de que duas pessoas estariam mortas dentro de um Fiesta, numa área de difícil acesso.

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A PM foi ao local, constatou a ocorrência e fez a solicitação à Polícia Civil, que vai dar continuidade às investigações. A polícia não soube informar o que pode ter provocado a morte dos jovens, mas adiantou que eles podem ter entre 19 e 25 anos.

Até as 19h, as autoridades ainda estavam trabalhando na ocorrência, com poucos detalhes do caso.

 

portalcorreio

Treze encara duelo difícil contra vice-líder, torce pelo Belo e luta contra o rebaixamento

Divulgação/Ascom Treze
Divulgação/Ascom Treze

Rivais históricos no futebol paraibano, Treze e Botafogo protagonizam uma situação curiosa na fase final dos grupos da Série C do Campeonato Brasileiro. O Galo torce pela vitória do Belo, na partida contra o Águia, para não ter que cair para a Série D em 2015. O time da Borborema joga contra o Salgueiro neste sábado (4), às 19h, no PV, em Campina Grande

O Treze está na ZB, na nona colocação do Grupo A da Série C da competição, com 16 pontos, três vitórias, sete empates e sete derrotas. O time se complicou ainda mais depois de perder o jogo mais recente, contra o Paysandu. Além de precisar ganhar a partida deste sábado (4), o Galo torce pela vitória do arquirrival paraibano.

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O último treino da equipe galista ocorreu na tarde dessa sexta-feira (3), no PV, onde foram feitos recreativo e atividades com bolas paradas. Foi uma momento descontraído, mas também de preocupação e foco.

O goleiro Gilson se manteve firme no incentivo à equipe e disse na tarde dessa sexta que os jogadores que permaneceram no Treze até o final são os “verdadeiros homens que vestem a camisa do clube com orgulho”.

Motivado, ele falou que o importante é fazer um bom trabalho, não só esperando pelo resultado positivo do Botafogo. Gilson ainda fez elogios aos colegas, apesar da derrota contra o Paysandu, e mesmo reconhecendo a grandiosidade do adversário deste sábado, manteve o posicionamento otimista.

Apesar de todo esse empenho, o Treze tem uma dura missão ao encarar o Salgueiro. O time pernambucano ocupa a segunda posição da tabela, com 27 pontos, sete vitórias, seis empates e quatro derrotas.

A equipe do técnico Fernando Alcântara quer ganhar neste sábado para encerrar bem essa etapa da Série C e decidir a vaga na Série B do Brasileiro em 2015.

 

portalcorreio

Reduzir a jornada de trabalho é viável, mas difícil, dizem especialistas. Burocracia é o primeiro obstáculo

jornada de trabalhoLarry Page, um dos criadores do Google, trouxe à tona uma ideia que deixou funcionários pelo mundo sonhando: por que, ao invés de trabalhar por oito horas, as pessoas não trabalham só por quatro? “Essa ideia de que todos precisam trabalhar freneticamente para suprir as necessidades das pessoas simplesmente não é verdade”, disse ele. Mas será que a proposta vingaria no Brasil?

O brasileiro, em média, segue uma jornada de oito horas diárias, com um intervalo para almoço que eleva o tempo reservado para o trabalho para um total de nove horas. Pelo que imaginou o executivo do Google, o tempo todo seria dividido entre duas pessoas, sendo que cada uma faria apenas metade do trabalho.

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Burocracia – O primeiro grande obstáculo a se enfrentar para importar o modelo proposto por Page seria o formato de contratação. No setor de tecnologia norte-americano é comum haver contrato por projeto: ao invés de horas diárias, o profissional tem de cumprir uma meta específica. Aqui no Brasil a CLT é o padrão; mesmo na área de tech, ela ainda predomina – embora haja casos de contratação diferenciada.

“[Dobrar o contingente] aumentaria custo para a empresa: quando somos contratados pela CLT, o valor para a empresa geralmente é o dobro do que a gente recebe. Mesmo diminuindo o valor das duas pessoas, haveria um acréscimo no total”, esclarece a consultora de Recursos Humanos Natassia Araujo, da Randstad Technologies.

Outro problema, até mais óbvio, é o fato de que cortar o tempo de trabalho também significa cortar o salário pela metade, o que geraria uma dor de cabeça para o profissional. “O custo de vida no Brasil é muito alto”, lembra a consultora. Isso significa que se essa pessoa não tivesse um salário alto, teria de arranjar outro emprego de quatro horas.

Ideia velha vs. problemas novos – Na verdade, a ideia de reduzir drasticamente o tempo de trabalho não é nova. O especialista João Xavier, que dirige a Ricardo Xavier Recursos Humanos, lembra que no século passado o britânico Bertrand Russel propôs exatamente a mesma coisa em seu livro “Elogio ao Ócio”. O sociólogo italiano Domenico De Masi também explora o tema com o conceito de “ócio criativo”.

“Eu acho que esse é o futuro, mas estamos longe dele”, opina Xavier. “Não é só aqui, no mundo inteiro há uma distância grande para se chegar neste ponto. A grande questão está no modelo econômico, porque tudo está baseado numa competição.” Ele explica: há pouca gente ganhando muito e muita gente ganhando pouco ou desempregada, então as vagas disponíveis são tão disputadas que o próprio trabalhador se sobrecarrega para não ser substituído.

O mercado de tecnologia foi um dos que começaram a quebrar esse esquema. Empresas como o próprio Google entenderam que os funcionários precisam te tempo ocioso para serem mais criativos. “Cada vez mais o trabalho está sendo substituído por máquinas e tecnologia – o operacional por máquinas e o executivo por computadores. Sobra o trabalho criativo e imaterial, então a sociedade vai ter de se reorganizar, você não faz um trabalho desses ficando oito horas por dia fazendo a mesma coisa sem parar”, dispara Xavier.

“É bastante a ideia do Google”, concorda Natassia, “mesmo trabalhando, você consegue investir em você. Do ponto de vista do RH é totalmente favorável, porque se você trabalha oito horas vidrado naquilo sua cabeça para de funcionar, é preciso liberar a criatividade.”

Vagas vs. profissionais – Por fim, há ainda a questão das vagas. A iniciativa de Larry Page dobraria a quantidade de postos de trabalho, mas como se a indústria vive reclamando que falta gente qualificada? No Brasil, 33 mil pessoas se formam a cada ano para a área, enquanto se criam 120 mil vagas, segundo a consultora da Randstad.

Tanto lá fora quanto por aqui surgem o tempo todo iniciativas que tentam ensinar programação aos leigos, há cursos gratuitos governamentais ou apoiados por gigantes como Microsoft e Facebook. Tudo porque sobra trabalho e falta gente para executá-lo, então de onde viriam essas pessoas sugeridas pelo executivo do Google?

“Uma dica é investir em capital humano: ao invés de pegar dois e quebrar em quatro horas, pega um só e investe nele”, sugere Natassia.

Parece haver um consenso: a redução do tempo de trabalho é uma realidade possível e também necessária. O problema é convencer o mundo todo – não só o Brasil ou os Estados Unidos – a enxergar isso.

Olhar Digital

Campinense empata em 2 a 2 com o Botafogo-PB; placar deixa o Sousa em situação difícil

ParaibanoEm jogo agitado no Amigão, em Campina Grande, neste domingo (8), o Campinense conseguiu arrancar um empate do Botafogo-PB. A partida terminou com dois gols para cada lado. Com o resultado, o Sousa está em situação complicadíssima para sobrevivência na competição.

Querendo garantir sua inclusão entre os semifinalistas da competição, o Campinense precisava de apenas 2 pontos para passar de fase. 1 ele já garantiu. Agora pensa no duelo contra o Auto Esporte para ficar mais tranquilo para etapa decisiva do Campeonato Paraibano.

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O Botafogo-PB, que já estava classificado para a semifinal, entrou sem muitos titulares.

Resumo da partida:

Freitas Nascimento colocou o Campinense com Rodrigão, Zé Leandro, Ítalo, Moacri e Badé; Basílio, Marielson, Tiago Ferreira e William Koslowski; Valdo e Wanderley.

Marcelo Vilar, escalou o Belo com Genivaldo, Toninho, Ígor, Walter e Celico; Hércules, Diego Teles, Izaías, Leomir; Warley e Thiaguinho.

O Jogo se manteve equilibrado no primeiro tempo, com chances de gol para ambos os lados, mas com dificuldades de finalização para os dois times.

Quem saiu na frente foi o time visitante. De cabeça, Izaías abriu o placar para o Botafogo. Após lançamento de Leomir na pequena área, Walter ajeitou de cabeça e Izaías deixou o dele.

Após o gol a Raposa seguiu para o ataque, em busca do empate, sendo barrada pela defesa do time da Capital até o fim da primeira etapa.

No segundo tempo, o Campinense quase chega ao empate em falta cobrada por Wanderley. De perna direita, mandou a bola com perigo. Passou perto, mas foi para fora. Um susto para o Botafogo.

O time da Rainha da Borborema continuou pressionando, enquanto o Bota tentava aproveitar os contra-ataques. Após algumas mudanças nos dois times, o Belo acabou chegando ao segundo gol, aos 25 min. Toninho cruzou e Badé, do Campinense, marcou contra.

Apesar disso, o time da casa não se intimidou, diminuindo logo no minuto seguinte com Tiago Ferreira, que chutou rasteiro e marcou o primeiro do Rubro-Negro. O time, a partir de então, passou a buscar a igualdade no placar a qualquer preço, pensando em depender apenas de um empate no confronto com o Auto Esporte.

E a insistência deu certo. Aos 38 min, Tiago Araújo empatou o jogo com um chute rasteiro no canto esquerdo do gol botafoguense. O jogo terminou sem outras mudanças de placar.

 

 

portalcorreio

Na Suécia, comprar com notas é cada dia mais difícil

notasO sem-teto Peter, de 55 anos, usa uma máquina de cartão de débito para vender revistas diante de um supermercado em Estocolmo. O equipamento foi fornecido pela própria editora – a renda obtida é destinada a quem não tem casa – e foi a solução encontrada para um problema que afeta não só Peter, mas também seus colegas. O dinheiro em espécie está caindo em desuso na Suécia, onde poucos têm no bolso moedas ou cédulas para comprar a revista dos sem-teto.

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“Os clientes podem ver depois todos os detalhes da transação e não se sentem enganados”, diz Peter, mostrando o dispositivo. “Estou impressionado com essa máquina. É bem legal.” Mattias Stroemberg, freguês em potencial de Peter, elogia a possibilidade de poder comprar tudo com cartão. “Nunca ando com dinheiro. Ninguém por aqui anda”, ressalta.

Na Suécia, o pagamento com cartão não só é uma possibilidade em bancas de jornais, cinemas, bares e ônibus. Em alguns lugares ele é obrigatório. Há estabelecimentos que não aceitam mais moedas e notas.

Apenas 27% das vendas no varejo na Suécia são feitas com dinheiro, de acordo com um estudo recente do Banco Central Europeu (BCE). Se as vendas online fossem incluídas, a quota seria ainda menor.

Os países escandinavos estão indo rapidamente no rumo de uma sociedade sem dinheiro, aprofundando uma divisão existente entre o norte e o sul da Europa. Na Grécia e na Romênia, por exemplo, 95% das transações ainda são em espécie.

Tendência regional Na Dinamarca, o dinheiro também não tem grande utilidade. Pães na padaria podem ser pagos com cartão. O mesmo ocorre numa corrida de táxi. Embora lojas e restaurantes sejam obrigados a aceitar dinheiro, alguns comerciantes estão começando a recusar notas.

Mas nem todos na Suécia aplaudem a tendência. Em um caso célebre, um ladrão de primeira viagem teve que sair de um banco de Estocolmo de mãos vazias, após descobrir que ele tinha escolhido para roubar um local que não tinha dinheiro em espécie.

Os criminosos não são os únicos afetados. De Copenhague a Reykjavik, essa sociedade sem dinheiro mudou profundamente a forma como as pessoas vivem. Tudo, desde cachorros-quentes a impostos, é pago por sistemas online, com cartões crédito ou débito, ou por SMS.

Muitos ônibus suecos recusam dinheiro, para desespero de alguns turistas estrangeiros. Uma das maiores atrações de Estocolmo, o recém-inaugurado Museu Abba, também só aceita cartões de crédito e débito.

O próprio guitarrista Björn Ulvaeus, ex-integrante da lendária banda sueca, viveu um ano inteiro sem usar dinheiro vivo. “O único incômodo que vivi é que a gente precisa de moeda para pegar um carrinho no supermercado”, escreve o músico na página do Museu Abba.

Na Alemanha, Ulvaeus teria sérios problemas. Quem tenta usar cartão em bares ou restaurantes na maioria das vezes é até olhado de cara feia. Estabelecimentos comerciais que aceitam cartões de crédito continuam sendo minoria no país.

MD/dpa/afp

Edição: Rafael Plaisant

Joelma nega ter comparado gays a drogados: “recuperação é tão difícil”

Foto: Milene Cardoso / AgNews
Foto: Milene Cardoso / AgNews

A cantora Joelma, da banda Calypso, comentou, em entrevista ao colunista Bruno Astuto, da revista Época, a respeito do casamento gay. Ela diz ser contra a união homossexual porque, segundo ela, a Bíblia não concorda com o fato. Evangélica “maluca”, como ela mesma se definiu durante a entrevista, Joelma disse que se tivesse um filho gay “lutaria até a morte para fazer sua conversão”.

 

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A entrevista gerou repercussão e a cantora fez questão de comentar, em seu Twitter, uma declaração dada ao veículo: “Já vi muitos (gays) se regenerarem. Conheço muitas mães que sofrem por terem filhos gays. É como um drogado tentando se recuperar”, disse Joelma, à revista.

 

No Twitter oficial da banda Calypso, ela afirmou que não comparou a opção sexual dos gays com a situação de um usuário de drogas.

 

“Eu não comparei gays às drogas. Disse que a recuperação é tão difícil quanto mas Deus faz o impossível. Falo em recuperação porque conheço pessoas que saíram dessa. Foi muito difícil mas, Deus pode absolutamente tudo”, afirmou, no microblog.

 

“Meu melhor amigo e confidente é gay e apesar das nossas diferentes opiniões somos amigos. Meus amores obrigada por tudo amo vocês. Opinião cada um tem a sua”, encerrou.

 

Terra