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Estudo aponta que pais de meninas tratam filhas de modo diferente

Um estudo sobre o papel que noções inconscientes de gênero podem ter na criação dos pequenos, feito pela Universidade Emory, nos Estados Unidos, confirmou o que o senso comum já apontava: pais de meninas são mais atentos às suas filhas e atendem mais rapidamente aos seus apelos do que pais de meninos.

Segundo os resultados publicados no periódico científico Behavioral Neuroscience, o gênero de um filho afeta sobremaneira no comportamento e nas atitudes do pai em sua relação com a criança quando ela ainda é pequena. Para chegarem a essa conclusão, os pesquisadores monitoraram as interações de 30 pais de meninas e 22 pais de meninos entre 12 e 36 meses de idade.

Esse acompanhamento foi realizado com o auxílio de um gravador, quer era acionado aleatoriamente por 50 segundos em períodos de nove minutos – tanto durante um dia de semana quanto aos fins de semana. O experimento também registrou outros dados importantes:

  • Os pais cantavam mais para as meninas do que para os meninos;
  • Os pais falavam mais abertamente sobre emoções com as meninas, usando com mais frequência palavras associadas à tristeza, como “choro”, “lágrimas” e “solidão”;
  • Os pais de meninos se engajavam mais em brincadeiras de luta e diziam palavras mais ligadas a realizações e proezas, como “orgulho”, “vitória” e “superior”;
  • Os pais de meninas responderam ao chamado delas mais do que os pais de meninos.

O trabalho também investigou se as diferentes maneiras que os pais tratavam filhos e filhas tinham alguma relação com o modo como o cérebro responde a crianças do sexo masculino e feminino. Então, os cientistas submeteram os participantes a exames de ressonância magnética funcional, que aponta quais áreas do cérebro ficam mais ativas quando expostos a fotos de um adulto desconhecido, de uma criança desconhecida e dos próprios filhos com expressões faciais de felicidade, tristeza ou neutras. Os resultados indicaram que:

  • Os pais de meninas tiveram respostas mais fortes às imagens delas com expressões de alegria em regiões do cérebro importantes para o processamento visual, recompensa, regulação das emoções e processamento de faces do que os pais de meninos;
  • Os pais de meninos reagiram mais fortemente às imagens dos filhos com expressões faciais neutras – o que demostraria ambiguidade emocional;
  • Não houve diferença significativa na maneira como os cérebros dos pais de meninas e de meninos responderam às imagens de seus filhos tristes.

Equilíbrio nas brincadeiras pode ajudar no desenvolvimento emocional

Diante desses achados, os estudiosos fizeram duas recomendações importantes às famílias, para que elas deixem de reforçar estereótipos de gênero. A primeira delas é para que os pais de meninos também deem abertura para que eles expressem as suas emoções, assim como fazem com as meninas – o que gera maior empatia entre pais e filhos. E, em relação aos pais de meninas, a orientação dos autores da pesquisa é para que eles se engajem em mais atividades com elas, mesmo que estas brincadeiras estejam mais associadas a meninos. Afinal, o sexo da criança não deve limitar o comportamento, os momentos de lazer ou as relações que elas estabelecem com seus cuidadores e pessoas ao seu redor.

Laís Barros Martins

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Entidades somam qualidades e fazem um mundo diferente para crianças com câncer

Foto: Rafael Passos e Nalva Figueiredo
Foto: Rafael Passos e Nalva Figueiredo

Um diagnóstico de câncer em um filho nunca é bem-vindo e acaba fazendo o ser humano viver um turbilhão de pensamentos negativos. Agora, imagine um diagnóstico de câncer associado a uma distância de mais de 400 quilômetros do hospital referência no tratamento, nenhum parente na cidade onde ele fica instalado e, na maioria das vezes, nenhuma condição financeira de se manter longe de casa?

Essa é a realidade de incontáveis pacientes paraibanos, que deixam suas cidades no interior do Estado para tratar a doença em João Pessoa. O sofrimento só não é maior porque há lugares especiais que acolhem muitos meninos e meninas que lutam contra o câncer, como é o caso da Casa da Criança com Câncer e da ONG Donos do Amanhã.

E, assim com pacientes e familiares são obrigados a enfrentar desafios diários para se manter de pé, os responsáveis pelas entidades também travam batalhas para fazer com que elas permaneçam com as portas abertas, pois vivem de doações, que nem sempre chegam.

Casa da Criança com Câncer

A Casa da Criança com Câncer começou sua missão atendendo seis crianças. Hoje são mais de 82. E manter esse atendimento custa caro. São, pelo menos, R$ 25 mil por mês para manter as equipes multidiciplinares, enfermeiros, fisioterapeutas e outras especialidades de suporte ao tratamento. Além disso, há também os encargos sociais, que não são dispensados. São dez funcionários que trabalham com a ajuda de 30 voluntários.

Segundo a direção da casa, atualmente a entidade não registra nenhum tipo de dívida. Entretanto, não é fácil manter as contas no azul. “Se fossemos dispensados desses encargos sobraria dinheiro para outras coisas. Mas e graças a Deus as nossas contas estão todas quites”, assegura o coordenador da Casa da Criança com Câncer, Geraldo Vicente, acrescentando que os encargos giram em torno de R$ 7 mil.

Além de ofertar estadia e alimentação, a Casa da Criança também oferece tratamentos odontológico, psicológico e outras especialidades médicas. As crianças recebem, ainda, uma cesta básica e latas de leite para ajudar no consumo familiar. O translado de cada criança até o hospital para o tratamento também é por conta da entidade.

E tudo isso só é realizado porque existem os doadores, que nem sempre se identificam, mas que surgem como verdadeiros anjos vestidos de seres humanos. “No final do ano passado um cidadão chegou aqui, era um servente de pedreiro, mal vestido, queria fazer uma visita a casa. Só que tem que agendar as visitas. Não é normal você chegar e entrar, existe essa organização. Mas ele estava tão aflito para conhecer, que eu permiti a sua entrada. Ele disse: Posso falar com o senhor? Eu: pode. Eu moro no Cristo Redentor, sou ajudante de pedreiro e eu não posso fazer muita coisa, mas vim fazer uma doação, meu coração pede isso. Esse homem nos doou mil reais. E nos emocionou”, contou Geraldo Vicente.

Há também os que nem se identificam, apenas se doam. “Teve um dia que não tínhamos um quilo de carne para as nossas crianças comerem no almoço. Quando foi um tempo depois, parou um caminhão na frente da casa com 300 quilos de carne. Até hoje não sabemos de onde vieram aquelas carnes. Era carne verde de primeira qualidade. Guardamos e fizemos uma grande festa ao ver nosso freezer cheio”, disse o fundador da Casa da Criança, Gilson Espínola.

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A ajuda e o necessitado

Quem está conhecendo de perto o bem estar de uma casa de acolhimento é a dona de casa Lucileide Rodrigues. Moradora de Itaporanga, 419 quilômetros da Capital, há menos de um mês ela chegou à Casa da Criança com Câncer para cuidar da sua filha no Hospital Laureano. Além de ter que lutar pela cura da doença, Lucileide ainda se preocupa com a sua casa, onde deixou marido e outro filho.

“Eu não queria está por aqui, mas não escolhemos os nossos destinos. E se não fosse esta casa de apoio eu não teria condições de ir e vir para tratar minha filha no Hospital Laureano. Aqui já sinto que é um pedacinho do céu para todos nós que estamos recebendo os cuidados e amor desse povo”, expressou Lucileide.

Ao contrário de Lucileide, Eli Ventura não frequenta a casa por ter algum parente doente. Ele dedica um pouco do seu tempo para a Casa da Criança com Câncer realizando trabalho voluntário na área de comunicação da entidade. “Se cada um fizer um pouquinho por essas crianças, elas agradecerão bastante. Não é preciso só ajudar com dinheiro, ajude com um abraço e bastante carinho. Vale apena ver no rosto das crianças e de sua mãe o lindo sorriso quando recebem uma ajuda, não importa qual o tipo”, diz.

São histórias diferentes, mas duas palavras de ordem rodeiam estas pessoas: superação e solidariedade. Para o fundador da Casa da Criança com Câncer, Gilson Espínola, os 19 anos da entidade se resumem na missão de ajudar as pessoas que precisam de uma boa acolhida para encarar a peregrinação da doença que foi acometida. “Se todos fizessem um pouquinho de cada vez para ajudar essas crianças, todos receberiam a sua gratificação por meio das suas boas ações. O meu desejo maior é que nesta casa nunca falte comida e gente de boa fé que vem nos ajudar para que a nossa entidade continue muito bem”, comentou.

Donos do Amanhã

Há onze anos a ONG Donos do Amanhã oferece acolhimento para mais de 225 crianças de toda parte da Paraíba. A entidade trabalha estimulando a autoestima dos enfermos e do seu acompanhante oferecendo amor e os serviços essenciais médicos, como por exemplo, pagando exames que não esperam pelo tempo do Sistema Único de Saúde (SUS). Além desses serviços, os pacientes recebem ajuda como cestas básicas e latas de leites.

Contudo, para que tudo isso aconteça é preciso doar. “Esses 225 pequeninos recebem cestas básicas, seis latas de leite em pó e duas latas de suplementos alimentares. Quando estão internadas a gente abastece de fraldas descartáveis e alguns exames que eles necessitam. Os recursos para fazermos tudo isso vêm das doações que recebemos”, comentou Cristiani Lemos, gerente administrativa da entidade.

Há mais de seis meses Kátia da Silva teve que abdicar de tudo para ficar ao lado do filho Anderson da Silva, de apenas 12 anos de idade. A luta e o grande desafio neste momento é vencer uma doença genética provocada nas células da pele, xeroderma pigmentoso. “Tive que parar tudo para me dedicar ao meu filho. A Donos do Amanhã é minha segunda casa pelo motivo de nos acolher de nos oferecer coisas boas, depois de um longo dia vendo um tratamento médico que nunca imaginei acontecer com meu filho”, disse.

Anderson da deixou os afazeres escolares e as brincadeiras de criança para se cuidar. O garoto não carrega lamentações e diz que aprendeu a amar o acolhimento das pessoas da ONG Donos do Amanhã. “Por mim ficaria aqui o tempo todo recebendo o amor das pessoas que trabalham neste lugar. Sempre choro quando o carro chega para levar eu e minha mãe para casa”, disse Anderson, acrescentado que o espaço da entidade é a sua fonte para esquecer os passos da peregrinação da doença e seguir sempre sorrindo.

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INCA

O Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (Inca), estimam-se, para o Brasil, neste ano, 12.600 novos casos de câncer em crianças e adolescentes até os 19 anos. No Brasil, em 2013, ocorreram cerca de 2.800 mortes por câncer em crianças e adolescentes de 0 a 19 anos de idade. As neoplasias ocupam a segunda posição de óbitos ocorridos naquele ano, ficando abaixo somente das mortes por causas externas, configurando-se como a doença de maior letalidade.

Na Paraíba

Segundo a secretaria de Estado de Saúde, do ano passado até o momento foram registrados 72 óbitos por neoplasia em crianças, sendo 54 em 2015 e 18 este ano.

dados

 

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Por que sair (ou namorar) com alguém totalmente diferente do seu “tipo”

namoroÉ sério, o ser humano tem uma tendência a procurar sempre pessoas parecidas com ele: mesmos interesses, vontades, objetivos… E tudo bem, é mesmo da nossa natureza tentar se encaixar em grupos.

Mas isso não significa nunca dar uma chance para novas e excitantes possibilidades. Sair ou até mesmo namorar com um novo “tipo” de pessoa pode ser ao mesmo tempo amedrontador e maravilhoso. Enriquecedor e surpreendente.

Não deixe essa porta da curiosidade fechada. Abra. Entre.

Quando a gente sai da zona de conforto coisas mágicas acontecem.

É uma frase chavão? Sim. Mas ela diz uma verdade? Com certeza! Sabe, sempre as mesmas ideias, os mesmos lugares, os mesmos tipos de amigos… Sair com uma pessoa diferente de você pode abrir um excitante leque de possibilidades e oportunidades. Quando você desconstrói suas barreiras e se desafia a explorar novos campos, maiores são a chances de ficar confortável nas mais diversas situações. Seja em um novo jeito de fazer sexo, seja conversando com, sei lá, pessoas mais sérias do que as suas bffs.

Você cria menos expectativas.

Vamos lá, expectativas são uma das piores coisas dos relacionamentos modernos – senão a pior. Como um castelo de areia (em uma metáfora bem clichê, mas muito real), uma a uma, elas desabam. Não são baseadas em um alicerce sólido, mas em projeções que existem apenas na sua cabeça. Traiçoeiras, fazem você acreditar que *aquela* pessoa vai agir de acordo com as ideias que você criou quando, na verdade, ela é só uma pessoa com personalidade, desejos e sentimentos – e não um robô criado para satisfazer o ideal de um outro alguém.

Insistir no mesmo “tipo” de date ou namoradx, talvez, faça com que a chance de esperar certos comportamentos seja muito maior. E, bem, quando isso não acontecer (e não vai!) a frustração será gigante. Por isso, tentar sair com um “tipo” novo, diferente de você e do que está acostumada, pode trazer o frescor da surpresa, o frescor de começar algo sem esperar nada. O lucro será todo seu.

O medo do desconhecido pode ser um aliado.

Existem dois tipos de medo: aquele que paralisa e o que empurra você para frente. Claro, ao dar chance para um novo “tipo” de pessoa, você pode ficar apavorada e empacar, nunca sair do lugar. Mas, se bater no peito e topar o desafio, pode construir uma rica relação na qual aceita as diferenças e as abraça, sem esperar que aquele alguém faça mudanças na personalidade porque isso não vai acontecer. Aceite as particularidades para construir algo complementar. Não deixe o medo deter você, tá?

Pessoas diferentes podem ser complementares.

Como uma balança, pessoas diferentes podem ser complementares, trazer consigo novas experiências e bagagens que só fazem acrescentar. Uma pessoa expansiva, por exemplo, pode muito bem ser o contraponto ideal para alguém, digamos, mais tímida. Ou alguém aventureiro pode trazer uma dose de emoção para uma pessoa “pé no chão”. Em uma comparação meio esdrúxula, é como se aquela refeição fosse ótima sozinha, porque, afinal, ninguém precisa namorar para ser feliz, mas quando é adiconado um novo tempero a comida fica incrivelmente boa. O mesmo vale para pombinhos extremamente diferentes que resolveram fazer uma relação funcionar.

Como você pode saber qual o seu “tipo” sem ter experimentado outros?

Sempre a mesma pessoa com aquele mesmo “tipo” de humor, mesmo “tipo” de roupas e mesmo “tipo” de amigos… Isso soa cansativo e, realmente, é. “Tipos” são subjetivos e reducionistas. Novos ares empurram a gente para frente, não tenha medo de se jogar.

As pessoas que eram do seu “tipo” já decepcionaram antes.

Se você está lendo este texto, provavelmente, está solteira – ou em vias de se tornar. E tem coisa mais chata do que sempre se decepcionar com o mesmo “tipo” de pessoa? Sabe, tente algo novo, ou melhor: alguém novo e inesperado. Ao menos, você vai ganhar uma experiência e, talvez, uma boa história para contar na mesa do bar.

E, vamos lá, ~compatibilidade~ é algo confuso.

Insistir em pessoas com aquele perfil ideal criado na sua cabeça (e só na sua cabeça, viu?) pode deixar você cega para as diferentes oportunidades. Oportunidades que, talvez, não se encaixariam nessas expectivas (olha elas aí de novo!) de ~pessoa perfeita~. Abra os olhos, saia da zona de conforto e esteja aberta para um novo mundo de possibilidades. Porque a tal pessoa que você ~não dava nada~ por ser extremamente diferente pode ter o melhor sexo, o melhor humor e o maior amor do mundo.

MSN

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‘Ricardo Coutinho dá aula de gestão pública, diferente de Dilma Rousseff’, afirma deputado federal paraibano

efraim-filhoPara o deputado federal Efraim Filho (DEM) o governador Ricardo Coutinho (PSB) tem dado uma aula de gestão púbica com a promoção dos cortes de gastos que vem acontecendo na Paraíba.

“Ele fez uma reforma administrativa, está promovendo um ajuste fiscal nas contas, fundiu ecretarias, diminuiu a máquina e isso vai gerar economia para a Paraíba manter os investimentos”, explicou o deputado federal.

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Para ele, o exemplo de gestão que vem da Paraíba não reflete o que acontece em Brasília. O deputado afirma que, ao contrário de Ricardo Coutinho, Dilma está fazendo uma gestão ruim dos recursos públicos federais.

“Você está vendo ela falar em corte nos 39 ministérios? Corte de custo do tamanho da máquina Brasil? Não. Ela fez duas coisas: corte nos ivnestimentos e aumento de impostos. Aumentou a energia, a gasolina, pensa em trazer de volta a CPMF. Ela não fez nenhum tipo de sacrifício dentro do seu Governo. Trouxe de volta a CIDE, um imposto dentro do combustível. Foi buscar no bolso do trabalhador, no bolso da dona de casa”, lamentou.

Efraim explica que é contra isso que os Democratas lutam. “O partido representou 48% da população brasileira que defende a oposição. Somos oposição e perdemos a eleição. A eleição deve ser respeitada, mas a oposição é permanente. É nosso dever apresentar um caminho alternativo para o Brasil”, concluiu.

João Thiago

Nove coisas que pessoas ricas fazem de diferente todo dia; uma delas é não assistir televisão

correrO caminho para o sucesso pode estar nas pequenas coisas que fazemos todos os dias. Essa é a conclusão de um estudo de cinco anos feito por Thomas Corley e publicado em seu livro ‘Rich Habits: The Daily Success Habits Of Wealthy Individuals’ (Hábitos ricos: os hábitos de sucesso dos ricos, em tradução livre). Desse estudo, ele conseguiu inferir alguns hábitos mais presentes em pessoas ricas.

“A metáfora que eu gosto é a da avalanche”, ele disse à Entrepreneur, site da revista que publicou uma reportagem sobre o assunto. “Essas rotinas são como flocos de neve, eles empilham, e eventualmente você terá uma avalanche de sucesso. A chave é incorporar ao menos 50% desses hábitos à sua rotina.”

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1. Ricos sempre têm objetivos à vista.
Pessoas endinheiradas não apenas têm objetivos claros, mas costumam escrevê-los. Ter um objetivo pode parecer algo etéreo, mas para essas pessoas não: ele precisa ser realizável, além de necessitar de trabalho físico para isso.

2. Eles sabem o que é preciso ser feito hoje.
A maioria tem uma lista de afazeres do dia, assim como conseguem completar essa lista.

3. Eles não assistem TV.
Pessoas com dinheiro não deixam de assistir TV porque mantém um autocontrole invejável, mas simplesmente porque gastam seu tempo com outras atividades, em especial a leitura.

4. Eles leem, mas não por prazer.
A leitura não é necessariamente guiada pelo desejo de mais conhecimento e capacitação, mas 88% deles leem pelo menos meia hora diária com esse objetivo, comparado a 2% dos mais pobres que participaram da pesquisa.

5. Eles gostam bastante de audiobooks.
Não só usam bastante, mas principalmente no trajeto de casa ao trabalho e vice-versa.

6. Eles trabalham mais do que o necessário.
Por necessário, entenda o que o trabalho ou o chefe pede. Apesar de 86% dos entrevistados ricos trabalharem mais de 50 horas por semana (contra 42% dos pobres), apenas 6% deles se dizem infelizes por causa do trabalho.

7. Eles não esperam ficar ricos da noite para o dia.
Enquanto 6% dos ricos afirmaram apostar na loteria, este percentual aumenta para 77% entre os mais pobres.

8. Eles se preocupam com saúde.
57% dos ricos dizem contar calorias todos os dias, contra apenas 5% dos mais pobres.

9. Eles tomam conta do seu sorriso.
62% dos ricos disseram passar fio dental diariamente, contra 16% dos entrevistados pobres.

 

Estadão

Brigadeiro ganha versão diferente com gengibre; anote e se delicie!

brigadeiroingredientes

  • 50 g de gengibre fresco ralado (2 colheres de sopa)
  • 100 g de creme de leite fresco (6 colheres de sopa)
  • 1 lata de leite condensado
  • 30 g de manteiga (1 colher de sopa cheia)
  • xerém de amendoim a gosto para cobrir (amendoim picado)

modo de preparo

1 – Numa panela coloque 50 g de gengibre fresco ralado (2 colheres de sopa) e 100 g de creme de leite fresco (6 colheres de sopa) e misture bem. Leve ao fogo médio e ferva por 1 minuto. Retire do fogo e coe.

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2 – Transfira a mistura novamente para a panela e adicione 1 lata de leite condensado e 30 g de manteiga (1 colher de sopa cheia), misture e leve ao fogo baixo mexendo sempre até desgrudar do fundo da panela. Retire do fogo, coloque o brigadeiro numa assadeira untada e deixe esfriar. Faça bolinhas e passe-as no xerém de amendoim (amendoim picado).

RENDIMENTO: +/- 40 brigadeiros de 10 g

 

Receitas.com

É ‘bem diferente’ de privatização, afirma Dilma sobre leilão do pré-sal

dilmaA presidente Dilma Rousseff negou na noite desta segunda-feira (21) que o leilão do Campo de Libra, o primeiro da camada pré-sal sob o regime de partilha, represente uma privatização. Em pronunciamento de oito minutos e três segundos em rede nacional de rádio e televisão, ela afirmou que 85% de toda a renda gerada pelo campo ficará com a União ou com a Petrobras e que as empresas parceiras terão seus lucros, compatíveis com os riscos que correrão.

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O vencedor do leilão foi o consórcio formado pelas empresas Petrobras, Shell, Total, CNPC e CNOOC. Único a apresentar proposta, o consórcio ofereceu repassar à União 41,65% do excedente em óleo extraído do campo, percentual mínimo fixado pelo governo no edital. Nesse leilão, vencia quem oferecesse ao governo a maior fatia de óleo – o regime se chama partilha porque as empresas repartem a produção com a União.

“Pelos resultados do leilão, 85% de toda a renda a ser produzida no Campo de Libra vão pertencer ao Estado brasileiro e à Petrobras. Isso é bem diferente de privatização”, disse a presidente.

Nesta segunda, após o leilão, políticos de oposição, como o senador Aécio Neves, possível candidato a presidente da República, afirmaram que o governo reconheceu a “importância do investimento privado”.

Segundo Dilma, “as empresas privadas parceiras também serão beneficiadas, pois, ao produzir essa riqueza, vão obter lucros significativos, compatíveis com o risco assumido e com os investimentos que estarão realizando no país. Não podia ser diferente”.

Ao justificar os lucros que as empresas vão ter, a presidente citou os empregos e renda  a serem gerados. “O Brasil é – e continuará sendo – um país aberto ao investimento, nacional ou estrangeiro, que respeita contratos e que preserva sua soberania. Por tudo isso, o leilão de Libra representa um marco na história do Brasil”, justificou. “Estamos transformando o pré-sal num passarporte futuro para uma sociedade mais justa e com melhor distribuição de renda”, disse.

Pelos resultados do leilão, 85% de toda a renda a ser produzida no Campo de Libra vão pertencer ao Estado brasileiro e à Petrobras. Isso é bem diferente de privatização.”
Presidente Dilma Rousseff, em pronunciamento em rede de rádio e TV

Dilma  elogiou o regime de partilha, elaborado com o Congresso Nacional. “Com ele estamos garantindo um equilíbrio justo entre os interesses do Estado brasileiro e os lucros da Petrobras e das empresas parceiras. Trata-se de uma parceria onde todos sairão ganhando”, disse.

Dilma destacou os avanços sociais que os recursos da área do pré-sal poderão, segundo ela, trazer para o Brasil. De acordo com a presidente, só o Campo de Libra será responsável sozinho por 67% de toda a produção de óleo do país, ou seja, 1,4 milhão de barris. Em 35 anos, diz Dilma no pronunciamento, o Estado brasileiro receberá mais de R$ 1 trilhão: R$ 270 bilhões em royalties, R$ 736 bilhões pelo excedente de óleo sob o regime de partilha e R$ 15 bilhões como bônus de assinatura.

Desse total, ressaltou a presidente, todos os recursos referentes aos royalties e à metade da participação especial (R$ 736 bilhões) serão investidos em educação e saúde.

“A batida do martelo do leilão de Libra, hoje, foi também a batida na porta de um grande futuro que se abre para nós, para nossos filhos e para nossos netos”, sustenta Dilma.

A presidente também se referiu à geração de “milhões” de empregos na construção de superplataformas para a extração do petróleo do pré-sal.

Dilma destacou os investimentos a serem destinados para a educação com os recursos de Libra. “No dia de hoje o Brasil deu um grande passo: começou a se tornar realidade a exploração em larga escala do nosso pré-sal. E passamos a garantir, para o futuro, uma massa de recursos jamais imaginada para a educação e para a saúde em nosso país”, afirmou, no início do discurso.

“A fabulosa riqueza que jazia nas profundezas dos nossos mares, agora descoberta, começa a despertar. Desperta trazendo mais recursos, mais emprego, tecnologia, mais soberania e, sobretudo, mais futuro para o Brasil e para todos os brasileiros e brasileiras”.

No final, Dilma disse ainda que Libra “representa um marco na história do Brasil”, cujo sucesso “vai se repetir, com certeza, nas futuras licitações do pré-sal”.

“Começamos a transformar uma riqueza finita, que é o petróleo, em um tesouro indestrutível que é a educação de alta qualidade. Estamos transformando o pré-sal no nosso passaporte para uma sociedade futura mais justa e com melhor distribuição de renda”, falou.

Íntegra
Leia abaixo a íntegra do pronunciamento da presidente.

Queridas brasileiras e queridos brasileiros,

No dia de hoje o Brasil deu um grande passo: começou a se tornar realidade a exploração em larga escala do nosso pré-sal. E passamos a garantir, para o futuro, uma massa de recursos jamais imaginada para a educação e para a saúde em nosso país.

A fabulosa riqueza que jazia nas profundezas dos nossos mares, agora descoberta, começa a despertar. Desperta trazendo mais recursos, mais emprego, mais tecnologia, mais soberania e, sobretudo, mais futuro para o Brasil e para todos os brasileiros e brasileiras.

O sucesso do leilão do Campo de Libra – que é o primeiro mega campo do pré-sal a ser licitado em regime de partilha – vai permitir uma parceria da Petrobras com as empresas Shell, Total, e as chinesas CNOOC e CNPC. São empresas grandes e fortes que vão poder explorar, nos próximos 35 anos, um montante de óleo recuperável estimado entre 8 a 12 bilhões de barris de petróleo e 120 bilhões de metros cúbicos de gás natural.

Só para vocês terem uma ideia do que isso significa, basta lembrar que a produção total do Brasil, em 2013, deverá ficar próxima de 2 milhões e 100 mil barris de petróleo diários, enquanto o Campo de Libra vai alcançar, no seu pico de produção, 1 milhão e 400 mil barris de óleo por dia. Ou seja, daqui a uma década, Libra pode representar, sozinha, 67% de toda produção atual de petróleo do Brasil.

Porém, ainda há números mais impressionantes e importantes para os brasileiros. Por favor, prestem bem atenção ao que vou explicar agora. Nos próximos 35 anos Libra pagará os seguintes valores ao Estado brasileiro: primeiro, R$ 270 bilhões em royalties; segundo, R$ 736 bilhões a título de excedente em óleo sob o regime de partilha; terceiro, R$ 15 bilhões, pagos como bônus de assinatura do contrato. Isso alcança um fabuloso montante de mais de R$ 1 trilhão. Repito: mais de R$ 1 trilhão.

Por força da lei que aprovamos no Congresso Nacional, grande parte destes recursos será aplicada em educação e saúde. Isso por que todo o dinheiro dos royalties e metade do excedente em óleo que integra o Fundo Social, no valor de R$ 736 bilhões, serão investidos, exclusivamente, 75% em educação e 25% em saúde.

Mas não param por aí os benefícios sociais diretos de Libra. Porque o restante dos rendimentos do Fundo Social, no valor de R$ 368 bilhões, será aplicado, obrigatoriamente, no combate à pobreza e em projetos de desenvolvimento da cultura, do esporte, da ciência e tecnologia, do meio ambiente, e da mitigação e adaptação às mudanças climáticas.

Minhas amigas e meus amigos,

Bastaria a aplicação correta destes recursos para Libra produzir, nos próximos anos, uma pequena revolução, benéfica e transformadora, em nosso país. Mas há ainda muitos outros benefícios que este mega campo irá trazer. A política que traçamos exige que as plataformas para a produção de petróleo do pré-sal tenham elevado conteúdo de fabricação nacional.

Somente para a exploração de Libra serão necessárias entre 12 a 18 super-plataformas. Além delas, todos os outros equipamentos de produção, como os gasodutos, as linhas de produção, os barcos de apoio, os equipamentos submarinos serão também fabricados no Brasil. Isso vai gerar milhões de empregos e contribuir para o desenvolvimento industrial e tecnológico do nosso parque naval e de nossa indústria de fornecedores de equipamentos e de prestadores de serviços, sem esquecer que o volume de óleo produzido vai elevar em muito nossas exportações e, assim, aumentar o saldo de nossa balança comercial.

Queridos brasileiros e queridas brasileiras,

As etapas de viabilização do pré-sal têm acumulado, até agora, grandes vitórias. As etapas futuras vão trazer, sem dúvida, novos desafios. Mas eu tenho certeza que o Brasil responderá à altura.

Além da vitória tecnológica que foi a descoberta, pela Petrobras, destas gigantescas jazidas, o modelo de partilha que nós construímos significa também uma grande conquista para o Brasil. Com ele, estamos garantindo um equilíbrio justo entre os interesses do Estado brasileiro e os lucros da Petrobras e das empresas parceiras. Trata-se de uma parceria onde todos sairão ganhando.

Pelos resultados do leilão, 85% de toda a renda a ser produzida no Campo de Libra vão pertencer ao Estado brasileiro e à Petrobras. Isso é bem diferente de privatização. As empresas privadas parceiras também serão beneficiadas, pois, ao produzir essa riqueza, vão obter lucros significativos, compatíveis com o risco assumido e com os investimentos que estarão realizando no país. Não podia ser diferente. As empresas petroleiras são parceiras que buscam investir no país, gerar empregos e renda e, naturalmente, obter lucros com esses investimentos. O Brasil é – e continuará sendo – um país aberto ao investimento, nacional ou estrangeiro, que respeita contratos e que preserva sua soberania.

Por tudo isso, o leilão de Libra representa um marco na história do Brasil. Seu sucesso vai se repetir, com certeza, nas futuras licitações do pré-sal. Começamos a transformar uma riqueza finita, que é o petróleo, em um tesouro indestrutível, que é a educação de alta qualidade. Estamos transformando o pré-sal no nosso passaporte para uma sociedade futura mais justa e com melhor distribuição de renda.

A batida do martelo do leilão de Libra, hoje, foi também a batida na porta de um grande futuro que se abre para nós, para nossos filhos e para nossos netos.

Que Deus continue abençoando o Brasil! Obrigada e boa noite.

 

G1


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