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Datafolha: diminui a diferença entre Marina Silva e Aécio Neves

pesquisaA pesquisa Datafolha divulgada na noite desta terça-feira mostra que a presidente Dilma Rousseff, candidata à reeleição pelo PT, manteve-se em primeiro lugar, com 40 % das intenções de voto e que Marina Silva, do PSB, manteve a tendência de queda, oscilando negativamente, chegando a 25%.

O terceiro colocado, Aécio Neves (PSDB), subiu dois pontos e marcou 20%.

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No levantamento anterior, divulgado na sexta-feira passada, Dilma tinha 40% das intenções de voto; Marina Silva tinha 27% e Aécio Neves, em terceiro lugar, marcava 18%.

Brancos e nulos somaram 5% e aqueles que não sabem em quem irão votar eram 6%.

A pesquisa, encomendada pela Rede Globo e pelo jornal Folha de S.Paulo, ouviu 7.526 entrevistados entre esta segunda e terça-feira. E foi registrada no TSE.

*fonte: UOL e globo.com

Cientista político diz que votos em Vital, brancos e nulos podem fazer a diferença entre ter ou não segundo turno na PB

jose-henrique-artigasO cientista político Henrique Artigas, comentou em entrevista ao Sistema Arapuan de Comunicação nesta segunda (29), que a uma semana das eleições ainda não é possível saber se haverá ou não segundo turno na Paraíba e que quem pode fazer o diferencial é o candidato do PMDB, senador Vital do Rego Filho mais as abstinências, votos brancos e nulos.

“Se for computar as pesquisas já divulgadas hoje teríamos a eleição em primeiro turno, mas a diferença entre Cássio Cunha Lima (PSDB) e Ricardo Coutinho (PSB) é muito pequena. Durante o transcurso dessa semana pode se alterar significativamente esse quadro”, explica.

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De acordo com o cientista, Ricardo vem num crescimento desde o início da campanha e um crescimento em intenções de voto sólido e contínuo. “Se continuar nessa curva de crescimento há chance muito grande de haver um segundo turno”, diz.

O condicionante para o segundo turno, para Artigas, é a votação de Vital. “Se ele realmente não conservar a indicação de votos de 3% a 4% pode favorecer Cássio. Agora que as intenções de voto estão muito próximas (de Cássio e Ricardo), a possibilidade ou não de ocorrência de segundo turno passa a ser cada vez mais importante o numero médio de abstenções, votos brancos e nulos,. Quanto maior for esse percentual, menores as chances de segundo turno”, explica.

Para Artigas, é preciso olhar principalmente o PMDB , votos brancos e nulos. “Ainda há um jogo a ser jogado até o próximo domingo, ainda não há garantia certa”, conta.

O cientista não vê esta eleição como atípica e classificaria assim, se Vital tivesse crescido significativamente, e diferente das eleições anteriores houvessem três forças preponderantes. “Novamente estamos verificando uma eleição bipolarizada”, explica, ressaltando, porém que o PSB é ‘uma força política relativamente nova contra o PSDB que é mais tradicional’.

Artigas também acrescentou  as regiões de domínio político. “Ricardo já foi duas vezes prefeito de João Pessoa e tem uma maior concentração e apoio na Capital e grande João Pessoa. Enquanto Cássio, é o nome mais importante da política de Camopina Grande e região e esses são os dois pólos de disputa”, diz. E acrescentou que Vtal que é a segunda força política de Campina Grande não demonstrou capacidade competitiva.

“São dois modelos de jogo. De um lado o forte peso tradicionalista e de outro mais racionalizador voltado mais para a administração e menos para a política”, aponta.

Marília Domingues e Fernando Braz

O que explica a diferença entre Ibope e Datafolha?

ibopeNas últimas eleições municipais, o instituto Datafolha cometeu um dos erros mais grosseiros de sua história. Na véspera da eleição, divulgou uma pesquisa com empate triplo em primeiro lugar – José Serra (PSDB) com 28%, Celso Russomano (PRB) com 27% e Fernando Haddad (PT) com 24% -, quando na verdade apenas dois se classificaram, Serra (30,75%) e Haddad (28,98%), e o terceiro, Celso Russomano, mal deu torcida (21,6%). Agora, nesta eleição presidencial, os resultados do Datafolha começam a despertar dúvidas desde cedo.

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Na pesquisa divulgada na última quinta-feira 17, o levantamento do Datafolha mostra a presidente Dilma Rousseff (PT) com 36% das intenções de voto, o candidato do PSDB, Aécio Neves, com 20%, e Eduardo Campos (PSB) com 8%. Os números são bastante similares, considerando o empate técnico, com os do Ibope divulgados na noite desta terça-feira 22. Nessa mostra, Dilma tem 38%, Aécio, 22%, e Campos mantém os 8%.

A grande diferença está na simulação de segundo turno. Enquanto o Datafolha registra empate técnico entre Dilma (com 44% das intenções de voto) e Aécio (com 40%), e uma pequena distância entre Dilma (45%) e Campos (38%), o Ibope aponta vitória distante da petista nas duas hipóteses, quando enfrenta o senador tucano (41% contra 33%) e quando disputa com o ex-governador de Pernambuco (41% contra 29%).

O próprio Planalto reagiu com estranheza ao Datafolha da semana passada, conforme noticiou Eduardo Guimarães, do Blog da Cidadania. Segundo ele, a pesquisa foi recebida “com espanto e até com indignação” pela equipe do governo Dilma, que questionou, por exemplo, a lógica de o candidato do PSDB ficar estacionado no primeiro turno e ganhar 20 pontos percentuais em um eventual segundo turno, enquanto a petista só ganharia oito.

O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, disse nesta quarta-feira 23 ver uma grande diferença entre os dois levantamentos e ressaltou que “pesquisa eleitoral não conclui nada”. “As pesquisas nos deixam um pouco sem ter condição de concluir. Se você olhar o Datafolha e o Ibope deve dar uma diferença de 10 milhões de votos entre um e outro. Tá muito longe. Como não sou pesquisador, eu fico olhando isso. Serve para a gente refletir, mas pesquisa não conclui nada”, afirmou.

 

brasil247

Você sente saudade ou tem obsessão pelo ‘ex’? Entenda a diferença

Lumi Mae/UOL
Lumi Mae/UOL

Há diferentes formas de encarar uma rejeição amorosa. Algumas pessoas, dotadas de boa autoestima e capacidade de resiliência, transformam o fim em recomeço. Em vez de guardar e alimentar rancor pela antiga paixão, filtram as lembranças e procuram guardar somente os momentos bons na memória.

Outras, no entanto, não conseguem digerir a frustração amorosa. Recusam-se a aceitar que a relação acabou, desenvolvem um sentimento de posse pelo “ex” ou pela “ex” e não conseguem e nem querem esquecê-lo.

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Telefonemas e e-mails implorando por uma reconciliação, vigília nas redes sociais e até na porta de casa ou do trabalho são algumas atitudes típicas. Mesmo que o outro deixe bem claro que não há chance de volta, não tem jeito: a pessoa desenvolveu uma obsessão, comportamento que pode atrapalhar todas as esferas de sua vida.

Motivos que levam à obsessão

De acordo com a psicóloga e terapeuta de casais Triana Portal, o perfil mais comum é o de quem sofreu várias perdas, decepções amorosas em série, traições, mas, principalmente, falta de amor dos pais na infância. “São indivíduos que apresentam uma estrutura emocional frágil, com baixa autoestima, carência e insegurança”, afirma.

Segundo a psicóloga Raquel Fernandes Marques, as obsessões também estão relacionadas à ansiedade criada em resposta a uma situação muito estressante, esmagadora e dolorosa.

De acordo com ela, uma frustração amorosa, uma família desestruturada ou ambientes de trabalho nocivos podem causar excesso de ansiedade. “A pessoa pode ficar comprometida emocionalmente e tentar buscar uma saída para fugir dessa realidade. Sendo assim, a obsessão se associa a um desejo intenso e à necessidade de preenchimento dessa privação”.

Para sobreviver ao fim da relação, há quem crie um mundo irreal, com fantasias que preencham esse vazio. Em vez de seguir em frente, a pessoa passa dias e noites pensando em seu “ex”, fazendo perguntas aos amigos, ouvindo músicas ou lendo bilhetes de quando estavam juntos.

A obsessão costuma ser determinada pelo ciúme. É um amor que alterna entre momentos de prazer e de sofrimento e que empurra a pessoa para situações doentias, como perseguir o antigo parceiro ou parceira. Nada mais interessa.

A psicóloga e educadora sexual Ana Canosa explica que obsessão é uma ideia fixa que volta à mente o tempo todo e interfere na racionalidade. “Muitas vezes, a obsessão está acompanhada de estratégias para finalidades específicas, como fazer o ‘ex’ voltar a qualquer custo, acabar com sua nova relação ou simplesmente prejudicar sua vida. Mas, às vezes, nem existe de fato a intenção de reatar, o objetivo maior é destruir”, afirma.

Obsessão x saudade

Sentir saudade de um relacionamento é natural e diferente da obsessão. É a memória de algo que aconteceu e que dificilmente voltará a acontecer da forma como foi. É a mistura dos sentimentos de perda, falta e amor.

“A saudade não abala a razão com facilidade. Você tem saudade da pessoa, das situações que viviam, da voz, do beijo, do abraço. É um sentimento que envolve carinho, ao contrário da obsessão, que se torna um aprisionamento”, diz Ana Canosa. Segundo ela, quem tem saudade reconhece o outro como alguém com vontade própria. A pessoa obcecada, por sua vez, é codependente e ainda não amadureceu.

Como se livrar da obsessão?

Se não combatida, há o risco de que a obsessão se torne perigosa, com diversos sintomas físicos e psíquicos. Muitas pessoas se envergonham ou se culpam por determinadas atitudes, podendo sofrer de ataques de pânico, dificuldades de concentração, depressão ou distúrbios alimentares e de sono. O estresse constante gera irritação, acessos de raiva e agressividade. Nos casos mais extremos, também podem ocorrer pensamentos suicidas ou homicidas.

Se você se identificou com as características obsessivas e quer se livrar desse quadro, o primeiro passo é contar com o apoio de amigos e familiares. Obsessões e compulsões podem consumir a vida da pessoa até levá-la ao isolamento social. Ao envolver outras pessoas, você se protege contra retrocessos e mantém a motivação em alta.

Em segundo lugar, tenha em mente que o processo não será fácil, mas é algo possível. Trabalhe ativamente para eliminar os comportamentos compulsivos, desafio que exige compromisso e prática diária.

“Uma boa ideia é praticar técnicas de relaxamento, como yoga, meditação, alongamento e respiração profunda. Elas aliviam o estresse e podem ajudar a reduzir os sintomas da ansiedade provocada pela obsessão”, diz a psicóloga Raquel Fernandes Marques.

As redes sociais ajudam a alimentar o comportamento obsessivo. Normalmente, as pessoas obcecadas não desenvolvem suas próprias relações, pois concentram todas as suas energias em vigiar a vida do “ex”. Também não aceitam que o antigo parceiro desenvolva nenhuma atividade que fuja ao seu controle total e absoluto e por isso se tornam “stalkers” (perseguidores, em inglês).

“A pessoa obcecada tem nas redes sociais combustível para sua obsessão. A cada foto ou post publicado ele é alimentado e, como em um vício, fica cada vez mais ansioso e preso. A pessoa busca incessantemente controlar o ex-parceiro, mesmo que virtualmente, para que ele não escape”, diz Triana Portal.

É essencial, então, manter uma certa distância, se possível, ou evitar vasculhar a rotina do “ex”. E é importante lembrar que, se o outro está tocando a própria vida, você deveria fazer o mesmo.

Buscar atividades prazerosas que amenizem a ansiedade e distraiam a mente e se valorizar, lembrando-se de realizações, capacidade e habilidades, também são formas de desviar a atenção do outro e tomá-la para si. “Toda vez que se sentir à beira de uma recaída, pensando em ligar para o ‘ex’ ou espionar a rotina dele, tente refletir sobre seu próprio valor, pensar na vida antes do relacionamento e vislumbrar um futuro mais feliz”, diz Triana.

 

Uol

Preliminares responde: qual a diferença entre transar e fazer amor?

(Foto: iStock)
(Foto: iStock)

Sempre que falam sobre a diferença entre sexo e amor fico pensando se isso existe realmente. Parece que, pra muita gente, amor é uma coisa meio morna, silenciosa e calma. Enquanto o sexo é envolvente, sedutor, cheio de adrenalina. Por que não podemos ter as duas coisas?

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Estamos tão acostumados a nos sentirmos culpados pelas coisas que até na hora do sexo não acreditamos que sentir 100% das sensações e deixar nosso corpo comandar o momento é uma coisa positiva.

Você está fazendo sexo com a pessoa, mas fica pensando se vai ser julgada mais tarde, o que vão pensar de você e se o sexo incrível que vocês fazem – ou poderiam fazer, caso você estivesse entregue – pode ser um ponto negativo.

Eu acredito que a gente pode ter tudo, que não há necessidade de separar as coisas e esconder quem se é e os desejos que tem.

Se você ama a pessoa com quem está fazendo sexo e ela também ama você não há do que ter medo. O amor é muito maior do que julgamentos. O amor, aquele de verdade, quer ver o outro feliz, realizado. E no sexo é a mesma coisa. Todo mundo quer ter e dar prazer, portanto, nada de se prender.

Se você não ama a pessoa, ainda assim consegue fazer amor. Para ter sexo tem que ter química, você precisa, naquele momento, nem que seja por duas horinhas, ter uma ligação com a outra pessoa, algo que explique porque você está ali. E então o sexo pode ser qualquer coisa. Pode ser uma troca tão grande de energias que você nunca mais terá aquilo com ninguém. Paixões de uma noite também carregam essa troca.

Tente fazer amor na posição mais sem vergonha que você puder imaginar, diga eu te amo seguido de uma baixariazinha. E durante o sexo selvagem, tente olhar nos olhos e encontrar ali a cumplicidade que comprova o amor. É um exercício que pode levar tempo, mas vai ser extremamente prazeroso.

Ninguém é santa ou puta apenas. Somos mil coisas, temos infinitos momentos diferentes e podemos mudar quando der vontade. Não existe motivo para ficarmos presas imaginando o que pode acontecer no futuro – ele não depende de nós.

Não importa o tipo de sexo que você fizer, se a outra pessoa quiser um motivo para não continuar com você, ou continuar, ela vai encontrar. Essas coisas estão muito mais dentro da gente do que em qualquer outro lugar.

Veja a pessoa com quem você divide sua vida como um parceiro para provar coisas – desde as delícias de passear de mãos dadas até a fantasia mais sacana que você tiver -, só assim você vai conseguir ter um relacionamento completo. Pra quer ter apenas a metade das relações se você pode ter tudo?

 

 

yahoo

Embriaguez em serviço dá justa causa, alcoolismo crônico não; entenda a diferença

embriaguezA Justiça Trabalhista tem analisado nos últimos anos diversos casos envolvendo empregados que acabaram demitidos por causa do uso de álcool. Apesar de ainda não existir legislação específica, a maioria das decisões reconhece o alcoolismo como doença crônica, que não pode motivar uma demissão por justa causa.

 

Foi o que ocorreu em um processo julgado pelo TST (Tribunal Superior do Trabalho) no fim de 2012, que analisou o caso de um carteiro contra a ECT (Empresa de Brasileira de Correios e Telégrafos). Segundo o empregado, ele foi demitido.

 

Em depoimento, o empregado disse que estava confuso quando ofendeu os colegas de trabalho. Ele afirmou que o comportamento foi resultado da ingestão de remédios controlados e álcool.

 

Para o relator do processo no TST, o ministro Augusto César de Carvalho, o carteiro não podia ter sido dispensado porque era portador de alcoolismo crônico, que está no Código Internacional de Doenças. Ele ainda destacou que o empregado estava de licença para tratamento de saúde.

 

Segundo análise técnica, o empregado, que tem antecedentes hereditários de alcoolismo, preenchia seis critérios do DSM-IV (Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais).

 

A decisão dos juízes foi descaracterizar a justa causa nesse caso.

 

Por outro lado, a Justiça do Trabalho entende que a embriaguez em serviço é uma falta grave. Ou seja, o empregado saudável – que não é alcoólatra – que vai trabalhar bêbado pode sim ser demitido por justa causa.

 

Alcoolismo

 

A pesquisa “Padrões de Consumo de Álcool na População Brasileira” apontou, em 2007, que 52% dos brasileiros acima de 18 anos faz uso de bebida alcoólica pelo menos uma vez ao ano. Entre os homens adultos, 11% bebem todos os dias e 28 % de 1 a 4 vezes por semana.

 

A admissão como doença do alcoolismo crônico foi formalizada pela OMS (Organização Mundial de Saúde). O mal foi classificado pela entidade como síndrome de dependência do álcool, cuja compulsão pode retirar a capacidade de compreensão e discernimento do indivíduo.

 

Diante do problema, tramita no Senado um projeto que pretende alterar as situações que motivam a dispensa do empregado por justa causa na CLT (Consolidação das Leis Trabalhistas). O objetivo é excluir a embriaguez habitual, mantendo-se a embriaguez em serviço na lista.

 

Além disso, seria acrescentado que, no caso de alcoolismo crônico, a demissão só poderá ocorrer se o empregado se recusar a se submeter a tratamento. O projeto está na Comissão de Constituição e Justiça do Senado.

Uol

Nassif: Diferença entre Haddad e Serra cresce, diz tracking do PT

Os advogados de José Serra – capitaneados pelo simpaticíssimo Arnaldo Malheiros Jr. – entraram com ação no TRE pedindo que o Blog fosse condenado em R$ 130 mil por ter divulgado um pesquisa não registrada no TSE. A ação foi rejeitada em primeira instância, mas apelaram para segunda instância.

Antes que meu amigo Malheiros ingresse com segunda ação, um aviso (dispensável porque informações de conhecimento geral): tracking não é pesquisa formal. É um conjunto de entrevistas, sim, por amostragem domiciliar, mas feita em fatias, diariamente, para dar uma ideia mais rápida de tendência.

Mas, de maneira geral, o tracking do PT tem acompanhado os resultados do Ibope e do Vox Populi.

Em relação ao Datafolha – que divergiu dos demais institutos, dando um avanço de Serra – considera-se, na campanha de Haddad, que provavelmente houve erro de metodologia e não manipulação da margem de erro.

Normalmente a diferença entre Russomano e Haddad é maior na Zona Leste que na Zona Sul. Na pesquisa Datafolha deu maior na Zona Sul, contrariando tudo o que se conhece sobre a região.

Como é pesquisa de fluxo (ou seja, que pega as opiniões em locais de fluxo e não nos domicílios) pode ter cometido o mesmo erro que impediu o Datafolha de identificar o avanço de Dilma nas eleições de 2010.

Portal Vermelho

Interpa afirma que quase todos os municípios PB têm diferença de limite territorial: 60 querem revisão

A Paraíba tem 223 municípios e quase todos tem problemas com a definição dos limites territoriais e pelo menos 60 prefeitos já pediram ao Interpa e ao IBGE, que seja feito um novo mapa redefinindo os limites territoriais do município.

A informação é do presidente do Instituto de terras e Planejamento Agrícola do estado da Paraíba – Interpa, Nivaldo Magalhães, acrescentando que o Instituto já tem um convênio com o IBGE visando a solução do problema.

Ele explicou que a lei que define os limites territoriais dos municípios paraibanos é de 1949, quando o estado tinha apenas 41 municípios e com o passar dos anos os municípios foram se dividindo e dando origem a novos municípios e novos aglomerados urbanos sugiram dando origem a localidades, distritos e com o crescimento as cidades.

Nivaldo explicou que já foram detectados problemas nos limites territoriais de menos 50 ou 60 municípios. Ele explicou que o problema só surge quando os prefeitos descobrem que um determinado vilarejo ou distrito esta fora dos limites do município e esta sendo mantido pela prefeitura.

Outro fator apontado por ele é o valor das cotas do Fundo de Participação dos Municípios cujo valor é definido com base na população e o repasse de outros verbas para a saúde e educação e o colégio eleitoral, que vai incidir na disputa dos votos em uma eleição.

Nivaldo disse que só existem três formas de resolver o problema, através de um acordo entre os municípios envolvidos e a solução da pendência de forma amigável; na justiça com a instauração de um processo ou com a realização de um plebiscito para consultando a população da localidade em disputa com quem eles desejam ficar.

O presidente do Interpa contou que para a redefinição do limite territorial, os prefeitos devem estar de comum acordo, para em seguida dar entrada num processo junto ao Interpa e IBGE, que enviam técnicos para a localidade em disputa para fazer um novo desenho do mapa municipal.

Citando exemplo de municípios ainda já houve o questionamento dos limites, ele citou João Pessoa e Cabedelo, Bananeira e Solanea, Bayuex e Santa Rita, Sumé e Serra Branca, Esperança, Areal e Lagoa de Roça e outros municípios.

Jonas Batista

Paraíba.com.br

Diferença de salário entre homens e mulheres cresceu em 2010, diz IBGE

A diferença entre os salários pagos a homens e mulheres cresceu em 2010, segundo dados divulgados nesta quarta-feira (16) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em 2009, os salários dos homens eram 24,1% acima do das mulheres. No ano seguinte, essa diferença alcançou 25%.

Em 2010, segundo o IBGE, as mulheres receberam, em média, 2,8 salários mínimos, enquanto a remuneração dos homens foi de 3,5 salários. No mesmo ano, 57,9% do pessoal assalariado ocupado eram homens, enquanto as mulheres representavam 42,1% do total.

O salário médio pago pelas empresas e outras organizações foi de R$ 1.650,30, uma alta de apenas 0,6% na comparação com o ano anterior. A maior remuneração média foi paga pelo setor de eletricidade e gás, de R$ 5.125,90, enquanto a menor foi registrada em alojamento e remuneração, de R$ 779,58.

Também em 2010, o total de salários pagos pelas empresas brasileiras alcançou R$ 566 bilhões. A maior parte foi paga pelas grandes empresas (R$ 328,5 bilhões), enquanto as médias desembolsaram R$ 95 bilhões; as pequenas, R$ 92,8 bilhões; e as microempresas, R$ 50 bilhões.

Apesar da menor participação em salários, as microempresas representavam 88,5% do total de 4,6 milhões de empresas do país. Outras 9,9% eram empresas pequenas, 1,3% eram médias e 0,3% eram grandes.

De 2007 e 2010, o número de empresas no país aumentou em 17,3%; o pessoal ocupado total, 20,0%; o pessoal ocupado assalariado, 21,6%; e os salários e outras remunerações, 53,7%. Essa alta levou o total de empresas e outras organizações formais ativas a 5,1 milhões, que ocupavam 49,7 milhões de pessoas, sendo 43,0 milhões (86,4%) como pessoal ocupado assalariado e 6,7 milhões (13,6%) na condição de sócio ou proprietário.

“Os órgãos da administração pública, apesar de representarem somente 0,4% das organizações, absorveram 18,6% do pessoal ocupado total, 21,5% do pessoal ocupado assalariado e pagaram 31,3% dos salários e outras remunerações”, aponta o IBGE no estudo. Já as entidades sem fins lucrativos, com 9,9% das organizações, foram responsáveis por 6,4% do pessoal ocupado total, 6,7% do pessoal ocupado assalariado e 6,4% dos salários pagos no ano.

G1