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NOVA GASOLINA: Postos têm prazo de 90 dias para oferecer o combustível; especialista explica a diferença

Na última segunda-feira (03), começou a valer em todo o país a nova gasolina. A Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (Resolução 807/202 da ANP), afirmou que o combustível tende a ter uma qualidade muito superior com melhor durabilidade, porém o custo será mais alto. A promessa é que a nova gasolina reduza cerca de 6% no consumo. Para o presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo no Estado da Paraíba (Sindipetro), Omar Hamad, o valor pago pelo novo combustível será ditado pelo mercado e a cadeia dos combustíveis, composta por refinaria, distribuição e revenda, é influenciada por fatores externos e internos alheios ao próprio mercado.

“Os postos, que representam a revenda, são o último elo dessa cadeia e também o mais fraco, já que as margens maiores de lucro se concentram na distribuição. A refinaria é monopolizada pela Petrobras. Dessa forma, introduziu-se de uma massa específica mínima de kg/ m³ para a gasolina. A massa específica é a quantidade de uma substância em um determinado volume. Até então, não havia exigência. Essa mudança garante um rendimento maior da gasolina, contudo, o preço continuará a ser ditado pelo mercado, incluindo a concorrência, já que esse mercado é livre e altamente competitivo a partir das distribuidoras”, disse o presidente da Sindipetro.

Omar destacou ainda que as normas agora estabelecem uma massa específica mínima e um valor mínimo de octanagem RON para a gasolina, o que vai aproximar o produto ao padrão dos Estados Unidos e da Europa. “Na prática, a gasolina é mais densa, ou seja, o rendimento dela é melhor que a antiga, em torno de 6%. A nova gasolina polui menos o meio ambiente. Como ela tem um teor reduzido de enxofre – foi de 800 ppm para 50 – ela poluirá menos”, comentou.

Ela terá que ser oferecida em todos os postos de todo o Brasil. Os postos de combustível têm o prazo de 90 dias para adaptarem a nova resolução, prazo esse que já está contando desde a segunda-feira (03). Ou seja, os locais têm até o início do mês de novembro para efetuarem a regularização.

pbagora

 

 

Bicicletas urbanas e de passeio: você sabe a diferença entre elas?

Motivos para pedalar podem alterar a bicicleta que você vai utilizar na atividade

Bicicletas não são todas iguais. Sãos milhares de modelos e variações, com marcas que apostam em pneus, aros e informações completamente diferentes. Por isso, uma bicicleta para passeio é diferente de uma bicicleta para trabalho urbano ou mesmo para competição.

Pequenos detalhes mudam tudo, seja um quadro compacto que permite mais velocidade ou pneus mais largos para aguentar o tranco de solos irregulares. O tipo ideal vai depender da forma de uso: na cidade, em trilhas irregulares, para competição, para manobras ou até mesmo para passeios na praia ou no parque. A seguir, compare os modelos e saiba como escolher o melhor para você.

As bicicletas de passeio ou urbanas são, provavelmente, as mais utilizadas no mundo. Elas são desenvolvidas para serem utilizadas nas cidades, em ciclovias, parques ou nas ruas. De forma geral, possuem muitos acessórios, como para-lamas, bagageiro dianteiro ou traseiro, luzes de segurança, ou mesmo faróis.

Se o objetivo é apenas lazer – pedalar na praia, em parques ou apenas dentro do condomínio, as bicicletas de passeio e lazer são feitas pensando exclusivamente no conforto do ciclista, sem se preocupar tanto com a performance. São bicicletas que facilitam o apoio dos pés no chão sem precisar descer da bike, por exemplo.

O banco é confortável e há modelos com 18 ou mais marchas. No entanto, o quadro costuma ser de cromo, o que deixa a bike mais pesada e difícil de ser usada em subidas ou percursos mais longos.

Já as bikes urbanas possuem configurações mais específicas para o dia-dia de uma cidade grande ou de alguma atividade que exija mais do equipamento, como o tráfego entre os carros, curvas bruscas ou aventuras em meio a buracos.

Geralmente, esses modelos apresentam uma geometria do quadro  que deixam o ciclista em uma posição mais vertical, o que proporciona maior estabilidade e velocidade. Por outro lado, por causa dessa geometria, esse tipo de bike dificulta o seu uso em subidas.

Além disso, é importante que as bikes urbanas também sejam confortáveis. Elas quase sempre vão acompanhadas de um bagageiro reforçado, para levar documentos e utensílios, paralamas, farol, lanterna e buzina.

Uma bike urbana tem pneus mais finos e sem cravos e isso proporciona melhor eficiência no asfalto.

foto: Javier de la Maza

 

Infectologista explica diferença entre confinamento vertical e horizontal

O médico infectologista Fernando Chagas, do Hapvida em João Pessoa, faz um alerta à população para a importância de se manter o confinamento horizontal nesse momento de enfrentamento à proliferação do coronavírus no Brasil. De acordo com ele, por meio do confinamento horizontal é possível resguardar a saúde de idosos e pessoas que possuam comorbidades, ou seja, que tenham ocorrência de duas ou mais doenças relacionadas no mesmo paciente e ao mesmo tempo.

Fernando chagas explica que existe o confinamento horizontal e o vertical. O horizontal é aquele voltado para toda a população, sem distinção, de forma que garanta que todos estejam resguardados e não se tornem o foco de transmissão do coronavírus, por exemplo. Já o confinamento vertical é voltado ao paciente mais propenso a evoluir para um caso grave da doença.

“Então num tipo de confinamento em que se isola a população de maior risco, seria para garantir que essas pessoas mais vulneráveis não adquirissem a doença e evoluíssem para a forma grave. No outro caso, seria para diminuir a probabilidade da pessoa de risco contrair a doença, mas também das outras que não têm tanto risco se tornarem vetor para a transmissão. Dessa forma, os confinamentos horizontais e verticais são fundamentais nesse momento”, destaca o infectologista.

Risco – O especialista fez uma comparação do coronavírus com o O H1N1. Segundo ele, o H1N1 tem uma média de mortalidade de uma pessoa a cada mil acometidos. No caso do coronavírus, esse número pode chegar a até 50 pessoas a cada mil infectados. “É um universo grande de letalidade e quando consideramos que milhares de pessoas podem ser acometidas pela doença, a gente tem uma dimensão do risco do que ela representa para toda a comunidade. O coronavírus têm a potencialidade de causar muitas mortes”, alerta.

O infectologista do Hapvida disse ainda que o momento agora é de manter a calma e cumprir o isolamento. Para ele, é importante que a população se mantenha atenta para o risco do coronavírus no Brasil. “Nesse momento temos que ter mais cuidado, mas também temos que trocar o medo pelo respeito à doença”, observa.

 

Múltipla Comunicação

 

 

Qual é a diferença entre paquera, traição e um caso?

A definição de flertar é geralmente muito ampla e pode ser subjetiva. Como o flerte está em uma área tão cinzenta e possui limites muito fluidos, pode causar uma tensão significativa em um relacionamento quando um casal não está na mesma página em relação à definição e implicações do flerte.

Enquanto flertar não significa necessariamente que você ou seu parceiro estão traindo, ele pode se tornar um portal para ações mais sérias. Assim, um casal deve chegar a um entendimento mútuo sobre flertar: se é inofensivo, quando começa a cruzar a linha e quais comportamentos são completamente inaceitáveis.

Aqui está uma comparação entre paquera e traição vs. um caso completo para ajudar você a começar a definir seus limites.

O que é considerado flertar?

Paquerar pode significar muitos comportamentos, incluindo, entre outros, comprar uma bebida para alguém, dar elogios, abraços não sexuais e brincadeiras divertidas entre amigos platônicos. O flerte é apenas “inofensivo” quando você se sente à vontade para contar um ao outro sem sentir vergonha, ansiedade ou medo. No momento em que você percebe que se sente desconfortável ou até um pouco culpado por contar um ao outro sobre seu flerte inofensivo, é uma grande bandeira vermelha que algo mais sério está acontecendo.

Um relacionamento saudável tem tudo a ver com respeito mútuo, e flertar causa tensão em um relacionamento geralmente porque os parceiros subestimam o estresse causado por sentimentos de ciúmes ou inseguranças desencadeadas por seu comportamento. Portanto, se você optar por se comprometer, precisará concordar com o comportamento apropriado em relação às pessoas fora do seu relacionamento.

Quando flertar começa a cruzar a linha

Você pode estar razoavelmente certo de que flertar se torna algo mais sério quando você está tão emocionalmente envolvido em flertar com outras pessoas que a prioriza em trabalhar em seu relacionamento. O envio de mensagens ou e-mails sugestivos, a organização de reuniões e a realização de chamadas telefônicas secretas é considerado um comportamento inapropriado. Aqui estão algumas outras bandeiras vermelhas importantes para informar quando você estiver entrando em território perigoso.

1. Racionalizando

Você sente a necessidade de justificar seu relacionamento com alguém com quem está saindo? “Eles são apenas um amigo” não é uma afirmação que você precisa dizer quando está tendo uma conversa inocente com alguém. Mesmo que pareça que sua amizade com alguém é platônica, se você está sentindo uma pontada de culpa e se encontra racionalizando seu comportamento com essa pessoa, há uma grande chance de sua “amizade” não ser tão “amigável” quanto você pensa.

2. Seu parceiro não aprova

Outra grande bandeira vermelha é quando seu parceiro, namorada ou namorado diz que não gosta da maneira como você se comporta com alguém ou que desaprova que você tenha um relacionamento muito amigável com alguém. Isso geralmente significa que sua interação com essa pessoa não é tão apropriada quanto você pensava e está ocorrendo entre você e seu parceiro. Não importa se você acha que as preocupações do seu parceiro são justificadas ou não. O ponto é que eles não gostam, então suas observações e preocupações devem ser respeitadas.

3. Se seus amigos te dão um toque

Quando você está pessoalmente envolvido em algo, é fácil perder a perspectiva do que está acontecendo. É quando opiniões de terceiros são úteis. Portanto, se seus amigos ou familiares começarem a lembrá-lo de que você está comprometido com outra pessoa ou a ter mais cuidado com a maneira como está interagindo com alguém fora do seu relacionamento romântico atual, tenha certeza de que eles verão sinais de alerta, mesmo que você não posso.

4. Se você tem intenções inadequadas

Se o seu parceiro está te deprimindo ou fazendo com que você se sinta mal e, em vez de se esforçar mais em seu relacionamento, está flertando com outras pessoas que o farão se sentir bem consigo mesmo, para que você possa receber a atenção de que não está recebendo. seu parceiro, você está entrando em um terreno muito perigoso em termos de permanecer fiel ao seu relacionamento atual. Você pode não estar fazendo isso conscientemente, mas tente entender por que está flertando com outras pessoas. Mesmo se você está flertando para fazer com que seu parceiro preste mais atenção, esse é um comportamento manipulador e tóxico.

Como você define traição?

Trair é geralmente definido por qualquer comportamento em que você seja emocional e / ou fisicamente desleal ao seu atual relacionamento comprometido. Ser atraído por outras pessoas não significa necessariamente que você está traindo, mas quando você age com sua atração, flertando com a intenção de se aproximar dessa pessoa ou perseguindo-a por qualquer outra forma de comunicação – isso é traição.

Se você está em um relacionamento monogâmico, o sexo com outra pessoa fora do relacionamento está sempre enganando, mesmo que não exista um apego emocional a essa pessoa. Não existe uma área cinzenta para saber se o sexo é traição, ao contrário do flerte, embora ambos possam ser igualmente destrutivos para um relacionamento.

Pesquisas mostraram que a traição on-line muitas vezes leva a encontros físicos e pode ser particularmente atraente, porque os infiéis podem ter suas necessidades emocionais atendidas no conforto de sua própria casa.

Quando a traição se torna um caso?

Trair torna-se um caso completo quando há repetidos casos de traição que quase sempre incluem atividade sexual e apego emocional à outra pessoa. Buscar satisfação sexual ou emocional fora do relacionamento regularmente é sempre um caso. Uma pessoa pode ter um caso com mais de uma pessoa por vez, desde que os pontos acima sejam cumpridos.

Um entendimento mútuo é crucial

Paquera, traição e assuntos são definidos de maneira diferente de pessoa para pessoa. O histórico de relacionamento e os valores individuais também influenciarão a forma como definimos esses conceitos. Portanto, lembre-se de sentar-se com seu parceiro para discutir e definir exatamente o que é o comportamento apropriado e inadequado em relação a outras pessoas fora do relacionamento

Esse artigo foi produzido pelo universo sugar.

 

Após 7 anos em queda, diferença salarial de homens e mulheres aumenta

Natália*, 40 anos e Felipe*, 42 anos, são professores, têm formação semelhante e exercem funções semelhantes, mas ao longo de 20 anos de carreira, Natália sempre ganhou menos que o marido. O caso mais marcante foi há dois anos, quando ela fez uma entrevista de emprego para uma escola particular, em São Carlos (SP), e recebeu a proposta salarial de R$ 800 por mês para lecionar seis aulas de 40 minutos cada, por manhã. “Na semana seguinte, a escola conversou com o meu marido e ofereceu R$ 1,7 mil pelo mesmo trabalho”, diz Natália.

O caso de Natália e Felipe não é isolado. Historicamente, no Brasil, homens ganham mais que mulheres. Após sete anos de quedas consecutivas, em 2019, houve um aumento da diferença dos salários de mulheres e homens de 9,2% em relação a 2018.

Em 2011, homens com ensino superior ganhavam, em média, R$ 3.058, enquanto as mulheres com o mesmo nível de formação ganhavam, em média, R$ 1.865, o que representa uma diferença de salário de 63,98%.

Em 2012, essa diferença começou a cair, passando para 61,78%. Em 2018, chegou a ser 44,7%, com homens ganhando, em média, R$ 3.752 e, mulheres, R$ 2.593. Em 2019, a diferença aumentou e passou a ser de 47,24%, com homens ganhando em média R$ 3.946 e, mulheres, R$ 2.680.

Os dados foram compilados para a Agência Brasil pela Quero Bolsa, plataforma de bolsas e vagas para o ensino superior, com base nos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).

“Muitas vezes não é só o currículo que conta, a capacidade, o profissionalismo, mas o simples fato de ser mulher. Se é mulher, você não é contratada porque vai dar problema, como já ouvi muitas vezes”, diz Natália. Ela conta que certa vez, uma escola de Jaú (SP) pediu que ela se comprometesse a não engravidar para não comprometer o ano letivo enquanto lecionasse na instituição. Ela recusou a vaga.

Previsão constitucional

A jornalista Clara*, 52 anos, passou por situação semelhante. Enquanto trabalhou na redação de um jornal em São Paulo, ganhou menos que um colega na mesma posição. “Recebi explicações superficiais sobre a diferença de salário. Mesmo mostrando que fazia a mesma coisa, com o mesmo volume de trabalho, a explicação foi de que cada salário era calculado de um jeito”, diz.

Clara, que tem 30 anos de profissão, ressalta que a equiparação salarial está prevista na Lei 1.723/1952, que assegura que sendo idêntica a função, “a todo trabalho de igual valor prestado ao mesmo empregador, na mesma localidade, corresponderá igual salário, sem distinção de sexo, nacionalidade ou idade”.

“Algumas empresas cumprem, outras acham que como a mulher engravida, tem licença maternidade, o custo dela como funcionária é maior. Logo, ela tem que ganhar menos, ou seja, pagar pela licença maternidade. Mas paga muito, muito mais. Não tem fiscalização e, com a crise, infelizmente esse cenário piorou”, diz a jornalista.

Carreiras

Segundo o pesquisador da área de Economia Aplicada do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV IBRE) Daniel Duque, exista uma desvalorização de profissões que são majoritariamente ocupadas por mulheres. “Mais mulheres são formadas em profissões como licenciatura, pedagogia, enfermagem, odontologia, em relação a homens. E, mais homens são formados em cursos como engenharia. Parte desse diferencial de homens e mulheres é atribuído a essas diferentes escolhas de cursos” diz, e acrescenta, “Provavelmente, o maior fator foi uma maior desigualdade de retorno entre essas profissões”.

Os dados do Caged mostram que, no ano passado, entre as dez carreiras de ensino superior com maior geração de postos de trabalho, as mulheres recebem, em média, salários menores em sete delas. A maior desvantagem foi encontrada no cargo de analista de negócios, com homens ganhando R$ 5.334 e mulheres, R$ 4.303, o equivalente a 80,67% do salário deles.

Segundo Duque, ao pagar menos às mulheres, o Brasil perde economicamente. “Quando se nega a mulheres oportunidades equivalentes às dos homens no mercado, a gente abre mão de cérebros. Estamos deixando de incorporar no mercado de trabalho no Brasil mulheres que seriam extremamente talentosas”, diz. “Estamos perdendo força produtiva por desigualdade entre gêneros e isso vai impactar a produtividade agregada brasileira e nosso desenvolvimento”.

Mulheres estudam mais

Para o diretor de Inteligência Educacional da plataforma Quero Bolsa, Pedro Balerine, o aumento do número de pessoas com ensino superior fez com que as diferenças salariais entre as profissões e entre os gêneros ficasse mais evidente no ano passado.

“A oferta de ensino superior aumentou bastante de 2012 para cá. As pessoas [que se formaram] estão entrando no mercado de trabalho. Infelizmente, o Brasil ainda está aquém em igualdade salarial entre homens e mulheres”, diz Balerine.

Essa discrepância, segundo o diretor, é injusta: “As mulheres estudam mais, fazem mais pós-graduação, mais mestrado, mais doutorado, não faz o menor sentido ter essa discrepância. Ela é injustiça”.

Os dados copilados pela Quero Bolsa mostram que, apesar da maioria das carreiras pagarem salários menores às mulheres, elas são 57% do total de estudantes no ensino superior. São também maioria na iniciação científica, representando 59,71% do total dos pesquisadores. Na pós-graduação, 54% do total de estudantes são mulheres.

Veja as médias salariais de homens e mulheres nas dez carreiras com maior geração de postos de trabalho:

Analista de negócios: homens ganham R$ 5.334 e mulheres, R$ 4.303

Analista de desenvolvimento de sistemas: homens ganham R$ 5.779 e mulheres, R$ 5.166

Analista de pesquisa de mercado: homens ganham R$ 4.191 e mulheres, R$ 3.624

Biomédicina: homens ganham R$ 2.761 e mulheres, R$ 2.505

Enfermagem: homens ganham R$ 3.417 e mulheres, R$ 3.288

Preparador físico: homens ganham R$ 1.426 e mulheres, R$ 1.326

Nutricionista: homens ganham R$ 2.781 e mulheres, R$ 2.714

Farmacêutico: homens ganham R$ 3.209 e mulheres, R$ 3.221

Fisioterapeuta geral: homens ganham R$ 2.400 e mulheres, R$ 2.422

Avaliador físico: homens ganham R$ 2.107 e mulheres, R$ 2.303

Os nomes foram mudados a pedidos das entrevistadas.

 

agenciabrasil

 

 

Diferença do valor da CNH entre JP e interior é de até R$ 755

O valor para se tornar habilitado nas categorias A (moto) e B (carro) varia até R$ 805 entre 13 autoescolas do estado, custando entre R$ 1.650 e R$ 2.455. O levantamento para emissão de Carteira Nacional de Habilitação (CNH) foi feito pelo Portal Correio nas cidades de João Pessoa, Campina Grande, Guarabira, Solânea, Monteiro, Patos, Sousa e Cajazeiras e motivado por comentários de leitores que reclamaram dos valores cobrados nos estabelecimentos. Em comparação entre a Capital e o interior do estado, a variação é de até R$ 755.

Na matéria citada acima, os leitores afirmaram que eles chegam a pagar até R$ 3 mil por todo o procedimento de expedição do documento, diferente do que foi dito pelo presidente do Sindicato das Autoescolas da Paraíba e diretor da Federação Nacional das Autoescolas, Claudionor Fernandes, que o preço da CNH categoria B sem simulador (com aulas custando entre R$ 350 e R$ 400) seria R$ 1,2 mil.

No levantamento do Portal Correio, as autoescolas foram questionadas sobre os valores para habilitação nas categorias A, B e AB e também sobre se nos valores cobrados pela CNH já constavam taxas do Departamento Estadual de Trânsito da Paraíba (Detran-PB), simulador e telemetria.

O valor mais em conta foi encontrado na Autoescola Frei Damião, em Guarabira, onde todo o procedimento custa R$ 1.650, já incluso simulador, taxas e telemetria.

Já o maior preço cobrado foi na Autoescola Barroso, em Cajazeiras, onde o cliente paga R$ 250 da telemetria; R$ 380 do simulador; R$ 425 de taxa do Detran-PB; e até R$ 1,4 mil da autoescola, dependendo se será à vista ou parcelado.

Em João Pessoa, o valor da CNH AB (simulador incluso) mais em conta foi de R$ 1,7 mil. O mais caro foi de R$ 2,1 mil. Em Campina Grande, o valor mais baixo foi de R$ 2.332 e o mais caro R$ 2.410.

Em Guarabira, o mais barato ficou em R$ 1.650 e o mais caro em R$ 2.150, mesmo valor encontrado na autoescola pesquisada em Solânea.

Em Monteiro, a autoescola pesquisada vende o procedimento completo por R$ 2,1 mil. Em Patos, o valor mais barato foi de R$ 1.750 e o mais caro R$ 1.890.

Em Sousa, o procedimento da CNH na autoescola pesquisada foi encontrado por R$ 2.160. Já em Cajazeiras, o valor achado foi de R$ 2.455.

O que diz o Sindicato

Ao Portal Correio, Claudionor Fernandes afirmou que o preço varia entre as autoescolas pelo fato de os empresários não tabelarem os preços, o que é bom para o consumidor. Porém, ele argumentou que as autoescolas que comercializam o serviço abaixo do preço de custo (R$ 500 e R$ 600 em taxas do Detran-PB e impostos, fora combustível, manutenção de veículos e salários de funcionários) estão “fazendo alguma coisa de errado”.

Além disso, Claudionor contou que os preços cobrados pelas autoescolas estão defasados desde 2012 e que, caso os valores tivessem sido reajustados, atualmente o valor pela CNH AB estaria na casa dos R$ 2.450.

“O pessoal só se preocupa com o preço, mas é preciso ver a questão do ensino. Muitas vezes as autoescolas não se preocupam com isso e o aluno sai de lá com uma formação prejudicada, o que é um risco para ele e para as outras pessoas. Quem estiver cobrando abaixo do valor de custo está fazendo alguma coisa errada. Não reajustamos esses valores desde 2012, mas o gasto com combustível, energia, taxas do Detran, impostos e salário dos funcionários aumentou muito nesse tempo. Na ponta do lápis, a hora-aula não sai por R$ 15. Os empresários de bem, que fazem tudo certo e pensam na qualidade do ensino, estão trabalhando no vermelho há muito tempo”, afirmou Claudionor.

Procon-PB disse que vai fiscalizar

A superintendente do Procon-PB, Késsia Cavalcanti, disse ao Portal Corrrio que o órgão deverá promover uma nova pesquisa sobre os valores cobrados pela CNH em todo o estado.

Além disso, ela falou que caso o governo retire a obrigatoriedade do simulador e as autoescolas não baixem o valor cobrado pelo serviço, o Sindicato das Autoescolas precisará justificar a não redução dos preços.

“O sindicato tem que justificar a retirada do serviço e o motivo para não baixar os valores. Estaremos atentos a isso. Com relação à discrepância dos valores entre a Capital e o interior, é preciso ver quais são os custos de cada empresa e como é feita a composição de preços para que o consumidor possa escolher em qual empresa comprará o produto”, explicou Késsia.

 

 

portalcorreio

 

 

Entenda e diferença entre os sistemas majoritário e proporcional e como cada candidato é eleito

Os candidatos que concorrem às eleições no Brasil, dependendo do cargo em disputa, são eleitos por meio de dois sistemas diferentes: o majoritário e o proporcional. Aqueles que almejam cargos como o de presidente da República, governador de Estado, prefeito e senador elegem-se pelo sistema majoritário. Já os candidatos que concorrem a deputado federal, estadual/distrital e a vereador obtêm seus mandatos mediante o sistema proporcional.

Nos pleitos pelo sistema majoritário, é eleito o candidato que obtém o maior número de votos válidos, ou seja, aqueles dados aos concorrentes ao cargo, excluídos os votos em branco e os nulos. No caso das eleições para a Presidência da República e para governador de Estado, se nenhum dos candidatos alcançar metade mais um (maioria absoluta) dos votos válidos em primeiro turno, a legislação determina que os dois mais votados disputem um segundo turno, sendo eleito o que obtiver, nessa nova etapa, a preferência do eleitorado. Ou seja, o maior número de votos válidos. Nas Eleições Gerais deste ano, o pleito ocorrerá no dia 7 de outubro e, se houver necessidade de segundo turno, no dia 28 de outubro.

Grande parte das eleições para prefeito, que ocorrem também pelo sistema majoritário, é definida no primeiro turno da eleição, sendo escolhido o candidato mais votado (por maioria simples) para o cargo. O segundo turno só acontece nos municípios com mais de 200 mil eleitores, quando nenhum dos candidatos consegue metade mais um dos votos válidos no primeiro turno. Nesse caso, os dois candidatos mais votados disputam o segundo turno. Nas eleições de 2016, 55 cidades do país realizaram segundo turno para eleger seus prefeitos.

Também no pleito majoritário para o Senado Federal é eleito o candidato que recebe o maior número de votos válidos. Nas eleições de 2018, cada um dos 26 estados mais o Distrito Federal elegerá dois senadores, totalizando 54 vagas em disputa no país. Ou seja, os dois candidatos mais votados para o cargo em cada estado e no DF serão os eleitos no dia 7 de outubro. Não há segundo turno numa eleição para senador.

As eleições de 2018 são presidenciais e para as chefias dos Executivos estaduais, bem como para os Legislativos federal, estaduais e distrital. Além disso, serão realizados 21 pleitos municipais em nove estados (AM, CE, GO, MA, MT, RJ, RS, SC e SP) no dia 28 de outubro. São as chamadas eleições suplementares, que ocorrem quando o pleito regular é anulado por decisão da Justiça Eleitoral.

Sistema proporcional

Por sua vez, nas eleições pelo sistema proporcional, ou seja, de deputado federal, deputado estadual/distrital e vereador, é o partido/coligação que recebe as vagas, e não o candidato. No caso, o eleitor escolhe seu candidato entre aqueles apresentados por um partido político ou coligação.

Com relação às coligações, elas apresentam lista única com o nome de todos os candidatos dos vários partidos que a compõem. Porém, quando diversos partidos formam uma coligação (que passa a ser tratada legalmente como se fosse um partido único), não é criada uma legenda própria (ou um número que represente a coligação inteira). Nela, os partidos conservam a sua nomenclatura e seus números próprios.

No entanto, os eleitores que votam no número de seu partido em eleição pelo sistema proporcional emprestam seus votos para a coligação a que a legenda pertencer. Isso porque o cálculo do quociente eleitoral é feito com base em todos os votos recebidos pelos candidatos e pelos partidos que compõem a coligação.

Voto legenda

O voto em legenda pode ser dado ao partido somente no sistema proporcional. Se o eleitor desejar votar apenas no partido, sem especificar qual dos candidatos da legenda ele busca eleger, basta ele digitar os dois primeiros algarismos do número do candidato, que representam justamente o número da agremiação política.

A totalização dos votos no sistema proporcional adotado pelo Brasil e sua transformação em vagas nas casas legislativas ocorrem em etapas. Calcula-se, primeiramente, o quociente eleitoral (artigo 106 do Código Eleitoral). Na sequência, o quociente partidário (artigo 107 do Código Eleitoral). Por fim, faz-se, se necessário, a repartição dos restos eleitorais (artigo 109 do Código Eleitoral). Somente o partido – ou a coligação – que alcançar um número mínimo de votos tem o direito de obter vaga na Casa Legislativa. Isso explica o fato de, às vezes, um candidato receber muitos votos, mas não ser eleito porque seu partido não atingiu o número mínimo de votos necessários no cálculo do quociente eleitoral.

PB Agora com TSE

Pequenos gestos fazem a diferença em prol de crianças e idosos

A Legião da Boa Vontade (LBV) trabalha há 70 anos para ajudar na melhoria da qualidade de vida de milhares de famílias. Diariamente, ela ampara crianças, adolescentes, jovens, adultos, gestantes e idosos em situação de vulnerabilidade social, por meio de suas 82 unidades de atendimento localizadas nas cinco regiões brasileiras. São 72 Centros Comunitários de Assistência Social, 1 Centro de Assessoramento, 3 lares para idosos, 5 escolas de Educação básica e 1 escola de capacitação profissional. Desta maneira, a LBV fornece aos atendidos condições e informações a fim de que possam buscar os próprios direitos e, ainda, colaborar para a construção de uma sociedade justa e solidária.

No Centro Comunitário de Assistência Social da Instituição na cidade de João Pessoa, localizado à Rua das Trincheiras, 703 – Bairro de Jaguaribe, assiste diariamente 170 meninos e meninas e 50 idosos oriundos das comunidades Renascer, Jaguaribe, Cruz das Armas, Distrito Mecânico, Varadouro e Ilha do Bispo. As ações empreendidas são gratuitas e objetivam a melhoria da qualidade de vida de suas famílias. 

Há várias formas de ajudar a LBV

Você pode se tornar um voluntário, ajudar a divulgar as ações da LBV ou, então, contribuir financeiramente acessando o site www.lbv.org ou ligando para 0800 055 50 99. Você também pode doar alimentos não perecíveis vá até a nossa unidade no Bairro de Jaguaribe e colabore.

Indique aos amigos, familiares, vizinhos e empresas para apoiarem os programas socioeducacionais que a Legião da Boa Vontade realiza em todo o Brasil.

Um simples gesto pode melhorar a vida de muita gente.

Assessoria para o FN

Grêmio marca no fim, vence, afunda Fluminense e diminui diferença para o Corinthians

Pedro H. Tesch/Agência Eleven/Gazeta

O Grêmio segue vivo na briga pelo título brasileiro. Neste domingo, o time de Renato Gaúcho recebeu a visita do Fluminense em Porto Alegre e conquistou a vitória pelo placar de 1 a 0, graças a um gol de Beto da Silva aos 40 do segundo tempo.

O resultado leva o Grêmio a 46 pontos e o mantém em terceiro lugar, um ponto atrás do Santos. Mas a boa notícia para o clube é que a distância para o Corinthians, líder do campeonato, caiu para nove pontos, depois de o time paulista empatar com o Cruzeiro na rodada.

Já o Fluminense segue em baixa no Brasileiro, alcança o quinto jogo sem vitória e segue com 31 pontos. Só um acima da zona de rebaixamento.

Domínio gremista

Além de ficar mais com a bola nos pés, o Grêmio soube ser perigoso quando a teve sob controle no primeiro tempo e exigiu bastante da defesa do Fluminense. Não foi coincidência Diego Cavalieri ter sido o principal jogador em campo nos 45 minutos iniciais.

Logo no começo, aos 14 minutos, ele fez duas grandes defesas em finalizações de Everton dentro da área, após um escanteio do Grêmio, e salvou sua equipe. Ainda antes do intervalo, o goleiro apareceu de novo com brilho ao voar para defender um cabeceio de Patrick que tinha endereço.

Gol, mas não valeu

O Grêmio balançou as redes aos 35 do primeiro tempo. Patrick acertou um chute colocado de primeira depois de receber um toque de calcanhar de Léo Moura, mas o auxiliar marcou impedimento do lateral no momento do passe e o gol foi anulado.

Segundo tempo

Finalmente o Fluminense apareceu para ameaçar Marcelo Grohe, depois de abusar dos erros de finalização na primeira metade. Depois de uma boa jogada de Douglas, Henrique Dourado deu um chute rasteiro cruzado, mas o goleiro do Grêmio se esticou para tocar na bola com a ponta dos dedos e mandar para escanteio.

Em seguida, Gustavo Scarpa tentou um gol olímpico e exigiu mais uma boa ação de Grohe.

O jogo ganhou em emoção. Se de um lado o Fluminense acordou, do outro o Grêmio continuou criando e ameaçando. Tanto que Everton perdeu duas boas chances dentro da área quando o jogo ainda estava empatado sem gols.

O gol da vitória

Quando parecia que o jogo ficaria no empate, o Grêmio fez o gol. O lance aconteceu aos 40 do segundo tempo. Everton cruzou para a área e viu a bola desviar no meio do caminho. Na sobra, Beto da Silva conseguiu alcançar e mandou para o fundo das redes.

Próximos compromissos

Os dois times voltam a entrar em campo só no meio da outra semana, por causa da pausa no Brasileiro para as Eliminatórias Sul-americanas para a Copa do Mundo. O Grêmio joga no dia 11 (quarta-feira), em casa, contra o Cruzeiro. Já o Fluminense terá pela frente o clássico com o Flamengo no dia seguinte.

 

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Remover um pendrive com segurança faz alguma diferença?

PendriveExiste mesmo algum problema em apenas puxar um pendrive do computador? É realmente necessário fazer os procedimentos de segurança para removê-lo?

Historicamente, sistemas operacionais tratam discos como objetos que não poderiam mudar de estado repentinamente. Quando o sistema lê ou grava arquivos, ele espera que estes documentos permaneçam acessíveis e não desapareçam repentinamente no meio da leitura ou gravação.

Se um arquivo está aberto, o programa que o lê espera poder retornar a ele para continuar a leitura. De modo semelhante, comandos de gravação podem ser despachados para uma sub-rotina e esquecidos pelo programa principal. Se um disco desaparece durante o período em que uma sub-rotina é chamada e enquanto um arquivo é gravado no disco, o arquivo em questão é perdido para sempre.

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Antigamente, existiam processos formais para “montar” e “desmontar” mídias de armazenamento, e o ato físico de montar uma fita ou disco acionava interruptores mecânicos para detectar a presença e a ausência desta mídia. Algumas delas até possuíam bloqueios mecânicos para impedir que fossem ejetadas ou removidas antes que software que a estivesse utilizando terminasse o processo.

O disquete do Macintosh e o disco óptico providenciam exemplos mais modernos de bloqueio físico e bloqueio de software. Um usuário poderia ejetar a mídia apenas por comandos de software, mas esse comando poderia falhar caso algum programa deixasse um arquivo aberto na mídia — e aí entramos no armazenamento por USB.

Não existe bloqueio mecânico em uma conexão USB para determinar a montagem física e a de software. O usuário pode arrancar o dispositivo do sistema operacional a qualquer momento, e xingar o quanto quiser sobre a repentina perda de mídia. “Ei! Eu estava usando isso!”

E os sintomas podem incluir: perda de dados, arquivos corrompidos, programas travando ou computadores solicitando uma reinicialização. Remover o dispositivo com segurança significa a “desmontagem” do software necessária para prevenir que coisas ruins aconteçam caso o programa não tenha mais acesso à mídia.

Remover com segurança faz o seguinte:

  • Grava todos os arquivos pendentes no drive USB
  • Alerta todos os programas que o drive será removido e que uma ação apropriada deve ser tomada
  • Alerta o usuário quando um programa não consegue responder à remoção, com arquivos ainda presos e/ou em uso

Você pode remover um pendrive a qualquer momento, mas você fica à mercê de como os programas irão lidar com o repentino desaparecimento dele.

Em computadores modernos, muitos passos foram dados para evitar problemas durante uma remoção repentina e sem segurança. Por exemplo, o Windows tem um recurso chamado “Otimizar para remoção rápida”, que garante que os dados sejam gravados rapidamente, em vez de agrupados no cache e gravados de forma eficiente.

É muito difícil fazer as pessoas mudarem de hábitos. Caso você esteja apenas lendo arquivos em uma mídia, a remoção com segurança talvez não seja necessária. Agora, se você estiver gravando ou modificando um arquivo, é preciso tomar mais cuidado – você só poderia pular a remoção com segurança caso não tenha modificado nada há algum tempo, ou não esteja fazendo algo como indexar o disco.

Como um amigo meu uma vez disse: a vida é muito curta para remover drives com segurança.

Entretanto, a remoção segura faz diversas ações importantes e é, de fato, a única forma segura de remover um disco. Você provavelmente não vai precisar dela na maioria das vezes, mas é um bom hábito para se manter, uma vez que perder arquivos é sempre um saco.

 

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