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Dupla é detida suspeita de tentar aliciar adolescente para praticar ataque em escola da Paraíba

Um jovem e um adolescente foram detidos na noite da quinta-feira (23) suspeitos de tentar recrutar um adolescente para praticar um ataque em uma escola de Campina Grande. De acordo com a Polícia Militar, após se recusar a participar da ação criminosa, a vítima foi ameaçada de morte pela dupla.

Conforme a polícia, após ser ameaçado, o adolescente de 16 anos acionou a PM. Ele contou à polícia que a dupla, um jovem de 19 anos e um adolescente de 15, estudam em uma mesma escola da cidade e planejavam cometer o ataque na instituição.

“A dupla chamou a vítima para participar de uma ação criminosa em uma escola, provavelmente com emprego de arma de fogo, mas o jovem se recusou e foi ameaçado. O adolescente denunciou à PM, e nas diligências localizamos o menor e o adulto autor da ameaça”, relatou o sargento David Venceslau, da Companhia de Choque do Batalhão de Operações Especiais (Bope).

Os dois suspeitos foram detidos no bairro Bodocongó III. Eles foram encaminhados para a Central de Flagrantes de Campina Grande, no bairro do Catolé. A Polícia Civil investiga a participação deles em outros crimes na cidade.

G1

 

Dupla é detida tentando jogar objetos para dentro de presídio em Campina Grande

Uma mulher foi presa e um adolescente apreendido após tentarem arremessar objetos para dentro do presídio do Serrotão, em Campina Grande, no domingo (23). Com os suspeitos foram encontrados celulares, chips, baterias, fones de ouvido e até cabos USB.

De acordo com informações da Polícia Militar, os suspeitos foram abordados na rua principal que dá acesso ao presídio, enquanto se preparavam para arremesar os objetos. Os agentes penitenciários revistaram a bolsa da mulher e encontraram quatro celulares, quatro chips, quatro baterias, sete carregadores, três fones de ouvido e três cabos USB.

Em depoimento, a mulher confessou que pretendia jogar os objetos para dentro da penitenciária. Os dois suspeitos foram encaminhados para a Delegacia da Polícia Civil para prestar mais esclarecimentos.

G1

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Advogada é detida tentando repassar celulares a detento

celularesUma advogada de Cajazeiras foi detida e encaminhada à Delegacia de Polícia Civil do município, na tarde da terça-feira (4), após ser flagrada entregando celulares a um cliente, detento do Presídio Padrão de Cajazeiras.

Por ser advogada, a mulher goza do direito de não passar por revista íntima, entretanto, foi flagrada repassando o material para o cliente.

De acordo com o diretor do presídio, Tales Almeida, em contato com site da região, a advogada confessou a entrega ilícita ao presidiário. O fato aconteceu no parlatório, onde ela teria tentado repassar cinco celulares ao preso – que não foi identificado.

Wscom

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Mãe leva filha doente a hospital, se irrita com demora do médico e acaba detida

casos-de-policiaA comerciante Lucilene da Silva Almeida, de 36 anos, foi detida, na noite deste domingo (10) – Dias das Mães -, após levar sua filha, de 09 anos, doente para o hospital de Piancó e se irritar com a demora do atendimento médico.

Lucilene foi conduzia à delegacia por policias militares por suposta ameaça contra o médico plantonista Robson Sarmento Teodório. Segundo a PM, a mulher teria dito que “se o médico não atendesse sua filha, que estava com 40 graus de febre, o seu esposo iria resolver o caso”. Ela nega as ameaças.

A mulher foi detida e levada à delegacia na companhia da criança doente.

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maispb

Laudo preliminar do IPC aponta que criança não foi vítima de violência; mãe continua detida

adolescente-acusadaO delegado Gustavo Carletto, que investiga a morte do bebê suspeita de ter sido espancando até a morte pela própria mãe, uma adolescente de apenas 15 anos de idade, disse que o laudo preliminar do Instituto de Polícia Científica (IPC) não visualizou nenhuma marca no corpo da criança que comprove agressão física.

Carletto disse que essa mesma impressão ele teve quando esteve na casa da vítima no Bairro dos Novais, em João Pessoa. O delegado deixou claro que a parte investigatória que cabe a polícia foi encerrada e que a decisão compete agora ao Ministério Público.

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Ele disse que as informações que chegaram ao seu conhecimento são que a adolescente, mãe da criança, será internada e passará por um tratamento psicológico.

Ainda segundo o delegado, a criança foi sepultada, mas não se sabe o local do sepultamento, inclusive há informações de que a mãe não participou do enterro da filha.

Carletto garantiu que adolescente vai continuar detida e na tarde desta sexta-feira ela deixou a delegacia para ser ouvida pela promotora da Infância e da Juventude, Soraya Escorel.

Com relação as denúncias de que a mãe da criança era usuária de drogas, o delegado afirmou que nada disso ficou comprovado durante as investigações.

Paulo Cosme\Thaísa Aureliano

Dupla é detida enquanto se preparava para assassinar líder de facção criminosa na PB

Crime ocorreu em Belém
Crime ocorreu em Belém

Duas pessoas foram detidas na noite dessa quarta-feira (12) suspeitas de planejar uma chacina na cidade de Belém (Agreste do estado, a 123 km de capital paraibana). De acordo com informações da Polícia Militar, a dupla é de João Pessoa e teria ido até Belém para assassinar integrantes de uma facção criminosa rival.

Um adolescente de 17 anos está entre os detidos. O outro suspeito é um jovem de 22 anos, que já cumpriu pena por homicídio no Rio Grande do Norte. Os dois foram abordados por uma viatura da PM quando se preparavam para o confronto com os rivais. Com eles, foram apreendidos uma pistola, um revólver e várias munições.

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Segundo investigações da polícia, a dupla planejava matar o líder de uma facção criminosa de Belém. Outras oito pessoas são suspeitas de participar da disputa entre os grupos e estão sendo procuradas pela polícia.

 

Portal Correio

Em Belém-PB avó é detida suspeita de espancar com chutes o neto de cinco anos

Crime ocorreu em Belém
Crime ocorreu em Belém

Uma mulher de 45 anos foi detida no fim de semana suspeita espancar o neto de cinco anos de idade na cidade de Belém, no Brejo do estado a 123 km de João Pessoa. Segundo a conselheira Claudenice Misael, o menino tinha diversos hematomas pelo corpo.

 

A conselheira informou que o Conselho Tutelar de Belém recebeu a denúncia através da avó paterna do garoto comunicando que o neto estava sendo submetido a sessões de espancamento dentro de casa.

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“Depois da denúncia, os conselheiros tutelares e uma guarnição da Polícia Militar foram até o local e constataram o crime. O menino tinha diversas marcas de espancamento pelo corpo. O garoto disse que era a avó que o batia. A mulher – segundo informações de vizinhos – espancava no garoto utilizando um cinto e chutes na criança. Há cerca de quatro meses que o garoto estava na guarda da senhora”, revelou a conselheira.

A mulher foi levada para a Delegacia de Solânea onde foi lavrado um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO). “Ela assinou o TCO e vai responder em liberdade. Como a avó materna e a mãe do garoto não esboçaram reação pela guarda da criança, o menino foi entregue a avó paterna”, disse Claudenice Misael.

Jornalista pode ter sido detida a pedido de Joaquim Barbosa

joaquim-barbosaPelo relato da correspondente do Estadão, Cláudia Trevisan – que foi detida e algemada pela polícia, ao tentar assistir a uma palestra do presidente do STF (Supremo Tribunal Federal) Joaquim Barbosa na Universidade de Yale – a maior suspeita sobre o causador do episódio recai sobre o próprio Barbosa.

A correspondente entrou normalmente em Yale, circulou pelos corredores em que circulam alunos, professores e visitantes.

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Ao pedir informações a um policial, foi detida. E as declarações do policial deixam as pistas sobre a origem das denúncias contra a correspondente (http://glurl.co/csC):

“Foi o único momento em que me alterei. Disse que ele não podia fazer isso. Ele respondeu que sim e teve seu êxtase autoritário: we know who you are, you are a reporter (você sabe quem você é, você é uma repórter). Que crime!!!! We have your picture, you were told several times you could not come (Nós temos sua foto, você foi avisada várias vezes que não podia vir)”.

A troco de quê a policia de Yale teria uma foto da correspondente? Foram avisados por quem? Havia duas pessoas que sabiam de sua ida à Universidade: a Diretora de Comunicação e o próprio Joaquim Barbosa, a quem a jornalista telefonou pedindo entrevista.

A Diretora negou a autorização para assistir à palestra. Certamente, não havia como lhe negar o acesso à Universidade, que é aberta a alunos e ao público. Não há nenhum histórico entre a Universidade, o jornal e sua repórter, para sua foto estar nas mãos de um policial, com a ordem de detê-la.

Segundo o relato:

“Fui algemada enquanto ele dizia “you know why you are being arrested, no?” (você sabe porque está sendo presa, não?). Ao que eu dizia que não. “You were told several times you could not come here” (Você foi avisada diversas vezes que não poderia vir aqui). Ao que eu repetia que não”.

As únicas informações objetivas sobre ela eram de Joaquim Barbosa, que já provocou conflito com outros jornalistas do Estadão, devido a denúncias sobre gastos com passagem e a compra da casa em Miami.

“Ela também havia conversado previamente, por telefone celular, com o próprio ministro Barbosa, a quem solicitou uma entrevista. Barbosa disse que não estava disposto a falar com a imprensa. Claudia, então, informou o presidente do STF que o aguardaria e o abordaria do lado de fora do prédio”(http://glurl.co/csA).

‘Não entrei escondida nem forcei a entrada’

Leia a íntegra do relato da correspondente do ‘Estado’ em Washington, Cláudia Trevisan, enviado ao embaixador Cézar Amaral, cônsul-geral do Brasil em Hartford (EUA)
27 de setembro de 2013 | 19h 04

Cláudia Trevisan – correspondente do Estado em Washington

Caro Cézar, obrigada por sua preocupação e empenho no caso. A história começou na manhã de esta quinta-feira, 26, quando o jornal decidiu que eu deveria tentar falar com o ministro Joaquim Barbosa na Faculdade de Direito de Yale. Ele participava lá de um evento chamado “Global Constitutionalism Seminar 2013”.

Veja também:
link Correspondente do ‘Estado’ é presa e algemada em Yale (EUA)

Liguei para a diretora de Comunicações da Faculdade de Direito, Janet Conroy, e perguntei se poderia ter acesso ao evento. A resposta foi que não. Segundo ela, o evento era fechado e eu não poderia entrar no prédio. Eu disse que iria mesmo assim e esperaria o ministro na calçada.

Cheguei a New Haven por volta das 14h30 e fui para a Faculdade de Direito. Quando entrei, me dirigi à segurança que estava na portaria e perguntei onde estava sendo realizado o evento. Meu objetivo era ter certeza do local para poder esperar o ministro do lado de fora. Ela disse que não tinha informação sobre o seminário no website da faculdade e sugeriu que eu olhasse nas salas do corredor principal do prédio. Não pediu minha identificação nem impediu que eu entrasse. Pelo contrário.

Portanto, I did not sneak or broke in (não entrei escondida nem forcei a entrada). Eu andei pelos corredores, olhei pelos vidros dentro das salas, subi dois andares, comprei uma água na cafeteria, sentei no pátio interno e conclui que o seminário não estava ocorrendo naquele edifício.

Sai de lá e fui ao Wooley Hall, uma sala de concertos da Faculdade de Direito onde seriam realizados os eventos de hoje do seminário. As portas do lugar ficam abertas e a entrada é livre. Muitas pessoas usam o hall como atalho entre uma praça e a rua que fica do outro lado. Não havia ninguém para pedir informações na entrada.

Subi as escadas e me dirigi a um policial. Perguntei se o evento estava sendo realizado ali. Ele não respondeu e pediu que eu o acompanhasse, o que fiz sem protestar ou resistir. No andar de baixo, ele começou a me fazer perguntas. Eu não disse que era jornalista, mas falei que estava em busca do ministro Joaquim Barbosa e que pretendia esperá-lo do lado de fora. Informei meu endereço, telefone e voluntariamente entreguei meu passaporte quando ele pediu uma identificação. Quando estávamos já do lado de fora do prédio, pedi meu passaporte de volta e ele se recusou a entregá-lo.

Foi o único momento em que me alterei. Disse que ele não podia fazer isso. Ele respondeu que sim e teve seu êxtase autoritário: we know who you are, you are a reporter (você sabe quem você é, você é uma repórter). Que crime!!!! We have your picture, you were told several times you could not come (Nós temos sua foto, você foi avisada várias vezes que não podia vir). Ao que respondi que sim, era uma repórter, mas não havia sido alertada several times (muitas vezes) de que não poderia estar ali. Ao que ele respondeu que eu seria presa por “criminal trespassing” (invasão criminosa).

Duas policiais chegaram e ficaram me vigiando. Nesse momento, consegui ligar para o Benoni na Embaixada de Washington e avisar que seria presa. Logo depois, o mesmo policial, DeJesus, voltou, ordenou que eu ficasse em pé de costas para ele e colocasse minhas mãos para trás. Fui algemada enquanto ele dizia “you know why you are being arrested, no?” (você sabe porque está sendo presa, não?). Ao que eu dizia que não. “You were told several times you could not come here” (Você foi avisada diversas vezes que não poderia vir aqui). Ao que eu repetia que não.

Isso ocorreu por volta das 16h15. Em nenhum momento me disseram o “Miranda Rights” (leitura obrigatória dos direitos). Fui colocada em um carro de polícia e esperei por cerca de uma hora. Nesse período, apareceu uma pessoa ligada ao dean (“diretor”) da Faculdade de Direito, que falou com o policial rapidamente. Ele me viu no carro, mas não se interessou por saber minha versão dos fatos (quando estudei Direito, aprendemos a desconfiar de relatos policiais e a valorizar o contraditório).

Por volta das 17h15 fui transferida para um camburão e levada ao distrito policial. Pedi para dar um telefonema, mas não permitiram. Disseram que eu teria que ser “processed first”, o popular fichada. Fui revistada por uma policial e colocada em uma cela, dessas que vemos em filmes americanos. Havia um vaso sanitário e um policial fornecia papel higiênico pela grade. Não havia nenhum privacidade e tinha que “ir ao banheiro” com policiais passando pelo corredor. Fiquei cerca de 3h30 na cela. No total, permaneci quase cinco horas incomunicável. Só pude dar meu primeiro telefone às 21h20, pouco antes de ser solta.

A grande questão é por que fui presa se obedeci ao policial, não ofereci resistência e pretendia sair do prédio. Ao que eu saiba, ser jornalista não é crime tipificado pela legislação americana.

 

 

Do Jornal GGN