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Ex-prefeito paraibano teria usado garis como ‘laranjas’ para desviar recursos públicos

O Ministério Público da Paraíba (MPPB) abriu investigação, nessa terça-feira (21), contra o ex-prefeito de Duas Estradas, Edson Gomes de Luna. O procedimento preparatório foi autorizado pelo promotor de Justiça da Promotoria de Justiça de Guarabira, Eduardo Barros Mayer, e publicado no Diário Oficial Eletrônico do órgão.

Segundo o publicação, a investigação será dará em decorrência de um possível esquema montado pelo ex-prefeito em que, supostamente, utilizavam-se garis – que funcionavam como “laranjas” – para abrir empresas em seus nomes no intuito de propiciar desvio de recursos públicos.

 

Fonte83

 

 

Servidor da Cagepa é preso suspeito de desviar dinheiro para contas bancárias na PB

Um servidor da Companhia de Águas e Esgotos da Paraíba (Cagepa) foi preso na tarde desta sexta-feira (7) em uma operação da Polícia Civil. Ele é investigado, suspeito de desviar valores do órgão e direcionar o dinheiro para contas bancárias de outras pessoas, para obter vantagens indevidamente. A prisão ocorreu em Campina Grande, no Agreste paraibano.

De acordo com a investigação presidida pela Delegada de Defraudações e Falsificações, Suelane Guimarães, para fazer os desvios, o suspeito obteve acesso ao login e senha de outro funcionário da Cagepa, através de um programa conhecido como “chupa-cabra”.

Segundo a Polícia Civil, mudando algumas informações de funcionários, o suspeito desviava valores e direcionava para pessoas escolhidas, a fim de obter indevidamente vantagem patrimonial. O crime foi descoberto após uma denúncia anônima feita na delegacia.

A Polícia Civil e a gerência da Cagepa começaram a monitorar os acessos de logins e na tarde desta sexta-feira constataram um registro de acesso de login indevido. Os policiais foram até o órgão e prenderam os funcionários em flagrante. O computador usado por ele também foi apreendido para perícia.

A Polícia Civil também ouviu o depoimento de técnicos da Cagepa que confirmaram a existência do programa chupa-cabra, usado para facilitar a obtenção da senha para os acessos indevidos. Ainda de acordo com a Polícia Civil, a investigação vai continuar para identificar as pessoas que foram beneficiadas através o esquema de fraude.

G1

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Bicheiros são acusados de desviar verba de instituições de caridade na Paraíba

paraiba-capReportagem publicada na edição deste domingo pelo Fantástico da Rede Globo, denunciou o desvio de verbas de instituições de caridades por parte de bicheiros. A Apai de Campina Grande, seria uma das entidades que deixou de receber dinheiro a que tinha direito.

Confira matéria na integra abaixo:

Muita gente já deve ter visto anúncios, propagandas de títulos de capitalização vendidos em nove estados. Quem participa do sorteio concorre a um monte de prêmios, como carros e casas.

Uma parte da arrecadação deve, por lei, ser destinada a instituições de caridade. Só que a Polícia Federal descobriu que milhões de reais estão sendo desviados, e não chegam a quem mais precisa.

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Dona Graça trabalha muito. De manhã até a noite.

“A gente recolhe material descartável em lojas, em hotel, restaurante, clínicas, hospitais”, explica Graça Cordeiro, presidente do Lar da Esperança.

E o dinheiro que recebe com a reciclagem não fica para ela, não. Há 25 anos, Dona Graça criou o Lar da Esperança, uma instituição de caridade em Teresina, Piauí. Ela cuida de 150 pessoas pobres que têm o vírus da aids.

Dona Graça: A gente sempre teve muita dificuldade. Falta aqui. Falta acolá. É consertar alguma coisa. Fazer outros reparos.
Fantástico: A gente vai acompanhar o dia da senhora hoje, hein?
Dona Graça: Está bom.

Mas será que o Lar da Esperança poderia ajudar mais gente? A Polícia Federal diz que sim. E não só essa entidade, várias outras!

O problema é que milhões de reais, que elas deveriam receber, estariam sendo desviados.

Fantástico: O que a senhora faria com esse dinheiro?
Dona Graça: Ah, eu ia investir aqui dentro. Eu ia terminar de fazer essa construção.

Os investigadores descobriram um escândalo: que quem está tirando dinheiro das instituições é um grupo de empresários, que vende títulos de capitalização. Esses títulos eram vendidos em nove estados e davam direito a participar de sorteios.

Os títulos eram vendidos geralmente na rua mesmo, por R$ 5 cada um.

A dona Graça, do Lar da Esperança, de Teresina, apostava na sorte: comprou mais de cem dessas cartelas.

Dona Graça: Quem sabe a gente leva um prêmio, que já ia servir.
Fantástico: A senhora ia investir tudo aqui?
Dona Graça: Com certeza porque aqui está precisando de muita coisa.

Esses títulos só podem vendidos se a metade do dinheiro arrecadado com a venda for para uma instituição de caridade.

No caso dos títulos suspeitos, os empresários escolheram o Instituto Ativa Brasil, de Belo Horizonte. Nas ruas, os vendedores confirmam:

Vendedora: Doado para o Instituto Ativa Brasil.
Fantástico: É instituição de caridade?
Vendedora: É.

Interessante é que eles reforçam que o dinheiro vai para uma instituição de caridade. É sempre assim.

Na TV, o mesmo discurso.

Comercial de TV: Você concorre a prêmios e cede os direitos de resgate ao Instituto Ativa Brasil. ‘Bahia dá sorte’, custa pouco sonhar.

A Polícia Federal afirma: a Ativa Brasil, na verdade, fazia parte da fraude. O instituto tinha que distribuir o dinheiro do título para pelo menos outras 26 entidades, em nove estados. Até mandava um pouco, para não chamar a atenção. Mas de acordo com as investigações, a maior parte do dinheiro era desviada.

“Fizeram todo esse esquema para que o dinheiro, na verdade, nem chegue ao destinatário final de forma completa, mas sim muito minguado”, ressalta Marcello Diniz Cordeiro, delegado da PF.

O Lar da Esperança, do Piauí, é uma das entidades que recebiam um pouquinho de dinheiro do Instituto Ativa.

A Dona Graça, que também comprava as cartelas, lembra que a ajuda para a instituição dela começou há três anos.

“Eles perguntaram se a gente tinha dificuldade. A gente falou que a nossa dificuldade eram as faturas de energia. Aí, eles pagaram todas as atrasadas”, diz Graça Cordeiro.

Em três anos, o Lar da Esperança recebeu R$ 72 mil do tal Instituto Ativa. R$ 2 mil por mês. Mas as investigações mostram que o repasse correto deveria ser 25 vezes maior. Ao todo, R$ 1,8 milhão.

Fantástico: É muito dinheiro?
Dona Graça: Eu não sei o que é isso. Eu não sei. Sinceramente eu não tenho ideia do que é R$ 1 milhão.
Fantástico: O que a senhora faria com esse dinheiro?
Dona Graça: Eu ia terminar de fazer essa construção. Arrumar essas portas, o forro, o telhado.

A única ambulância que existia para transportar os pacientes não tem maca, não tem banco. O assoalho todo enferrujado, com buraco. Os vidros estão quebrados. E a sirene, destruída. E mesmo que a gente tentasse entrar para dirigir o veículo, não tem como. A porta está emperrada, não abre.

Se recebesse o dinheiro certinho da ativa, Dona Graça também iria reformar a ambulância.

“Não fiz só sepultamento mas fui buscar gente no interior, levei gente pro hospital, para maternidade. Fez muita coisa boa. Medalha de honra ao mérito para essa ambulância”, afirma Graça Cordeiro.

A Polícia Federal fez as contas. Em um ano, cerca de 200 milhões de bilhetes do sorteio foram vendidos em nove estados. Sabe quanto dá isso? Cerca de R$ 1 bilhão.

R$ 500 milhões, a metade da arrecadação, deveriam ser repassados para as entidades assistenciais.

A Polícia Federal identificou todos os envolvidos na fraude: o presidente da Ativa e quatro empresários: os irmãos Hermes, Cláudio, Júlio e Gustavo Paschoal. Eles são os donos da empresa que vendia os títulos de capitalização.

A família Paschoal construiu um império em Pernambuco, formado por empresas, apartamentos em áreas nobres, e carros de luxo.

Segundo a polícia, eles também estão envolvidos com o jogo do bicho e máquinas caça-níqueis, na capital e no interior de Pernambuco.

Em 2012, os irmãos foram condenados a 3 anos de cadeia. Ganharam o direito de recorrer em liberdade.

No Recife, o Fantástico foi a três pontos de venda do título de capitalização. Em todos, também dava para fazer uma fezinha no bicho.

“A única atividade exercida por eles hoje é a distribuição de títulos de capitalização, através do Pernambuco dá sorte, que é o nome de fantasia da empresa”, destaca Ademar Rigueira, advogado dos irmãos Paschoal.

Acusados de comandar o desvio do dinheiro, os Paschoal e o presidente do Instituto Ativa foram presos em uma operação da Polícia Federal, há 10 dias. R$ 350 mil em dinheiro vivo foram apreendidos. O advogado dos irmãos Paschoal nega a fraude.

“Essas pessoas não se apropriaram desse dinheiro nem deram outra destinação. A destinação foi as entidades que se beneficiaram com a filantropia do grupo ativa”, afirma Ademar Rigueira.

Segundo a polícia, o dinheiro que deveria ser doado para as instituições voltava para os irmãos Paschoal, seguia o seguinte esquema: os títulos eram vendidos e parte da arrecadação repassada para a Ativa Brasil.

O instituto pagava uma outra empresa para fazer a propaganda dos sorteios e gastava, com isso, quase todo o dinheiro que recebia.

O detalhe é que essa empresa de publicidade também pertence aos irmãos Paschoal.

“Não há nenhuma irregularidade nisso. E em nenhum momento, o grupo tentou que isso não fosse mostrado aos órgãos reguladores. Tudo estava demonstrado contabilmente e nos documentos apresentados”, explica o advogado dos irmãos Paschoal.

Para quem investiga o caso, nada justifica tanto gasto com publicidade e tão pouco dinheiro para as instituições de caridade.

“Se você tem uma previsão de despesa de divulgação, seria algo que iria interferir mas não alterar substancialmente o valor destinado as entidades. É muito dinheiro que está deixando de ir para as entidades e sendo gasto com divulgação”, afirma Cristiano Machado, analista da Superintendência de Seguros Privados.

“Eu ia melhorar a casa. Eu ia fazer esses quartos que estão precisando, quem sabe abrigar idosos”, diz Graça Cordeiro.

Além do Lar da Esperança, da Dona Graça, o Fantástico foi a outras entidades que deveriam receber o repasse dos títulos de capitalização.

Na Bahia, a Associação Obras Sociais Irmã Dulce, uma das mais importantes e conhecidas do Brasil, ganhava R$ 5 mil por mês da ativa. Segundo a Polícia Federal, deveria receber R$ 125 mil mensais.

Em Pernambuco, uma creche comunitária, que fica numa área carente do Recife, ganhava R$ 3 mil por mês. O certo seriam R$ 75 mil, diz a investigação.

Recentemente, como faltou dinheiro para pagar as professoras, 20 vagas tiveram que ser cortadas.

Na Paraíba, a Ativa também mandava R$ 3 mil por mês para a Apae, de Campina Grande. Para a Polícia Federal, nem perto do valor correto: R$ 75 mil.

Gabrielle tem 12 anos. Duas vezes por semana, ela e a mãe saem de Junco do Seridó, onde moram, e vão até Campina Grande, para fazer tratamento na Apae.

“Na Apae? É uma maravilha o tratamento. Ela não falava muito. Ela não falava nada. Hoje, ela está bem melhor”, lembra Marizete dos Santos, mãe de Gabrielle.

Gabrielle viaja 100 quilômetros em um micro-ônibus da prefeitura, que também leva doentes para hospitais. Contando ida e volta, são cinco horas na estrada. Para conseguir atender 400 pessoas, a Apae de Campina Grande gasta R$ 65 mil por mês.

Ou seja, se a ativa pagasse os R$ 75 mil, sobraria dinheiro e daria para atender mais pacientes.

“A gente teria um número muito maior. A gente tem um serviço como a fonoaudiologia que tem mais de 200 usuários esperando uma vaga”, afirma Waléria Queiroz, diretora da Apae.

O presidente da Ativa saiu da cadeia quinta-feira passada e vai responder em liberdade.

Em nota, o instituto disse que “não há irregularidades em relação ao repasse financeiro às entidades filantrópicas” e que “toda a movimentação está registrada nos livros contábeis, que se encontram à disposição das autoridades”.

Agora, a venda dos títulos de capitalização da família Paschoal foi proibida. A Justiça também bloqueou R$ 100 milhões que estavam em contas bancárias.

“É aquele pensamento de sempre querer ganhar mais, muito mais. Porque se ele fizesse tudo correto, ele iria ter a parte dele, como todo empresário honesto tem, e todos sairiam ganhando, inclusive os institutos de filantropia”, destaca Marcello Diniz Cordeiro, delegado da PF.

Dona Graça, aquela senhora que passa o dia recolhendo papelão para pagar as despesas da instituição que cuida de pessoas com aids, já decidiu o que fazer, caso receba o dinheiro que foi desviado. Ela quer ajudar mais gente ainda.

Fantástico: A senhora nem queria tudo para senhora?
Dona Graça: Que tal a gente ratear entre mais entidades? Tem muita gente boa, honesta, trabalhando. Nós temos muitos abrigos que estão precisando. Então seria uma coisa de se fazer um rateio entre todas.

Fantástico

Motorista tenta desviar de protesto do MST, mas provoca acidente com três feridos na PB

Reprodução/ Instagram/ Emerson Machado
Reprodução/ Instagram/ Emerson Machado

Uma colisão entre um carro de passeio e uma caminhonete deixou três feridos na tarde desta quarta (24) na BR-230, mais precisamente no quilômetro 63, que fica na Grande João Pessoa.

Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o acidente aconteceu após um dos veículos tentar seguir na contramão para tentar desviar do grupo de manifestantes do Movimento dos Sem Terra (MST), que interditaram sete trechos de vias do estado, ocasionando uma colisão frontal.

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Ainda não há informações sobre o estado de saúde das pessoas envolvidas no acidente.

 

portalcorreio

Padre é suspeito de desviar quase R$ 1 milhão de Paróquia

paroquiaO Conselho Econômico da Paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, em Cascavel, no oeste do Paraná, denunciou um padre e três funcionários pelo desvio de R$ 800 mil desde 2011. Segundo a denúncia, o dinheiro de doações e de eventos promovidos pela paróquia eram desviados com falsos relatórios.

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O Arcebispo Metropolitano de Cascavel, Dom Mauro Aparecido dos Santos, confirmou que houve falsificação de assinaturas em documentos. “Os integrantes do conselho disseram que a assinatura do tesoureiro foi falsificada”, afirmou o religioso.

Conforme Dom Mauro, dois padres foram nomeados para investigar o caso. Testemunhas e o padre citado nas denúncias já foram ouvidos. Eles têm até dia 30 de setembro para apresentar um relatório e depois disso um promotor de Justiça, que é formado em direito canônico, será nomeado pelo arcebispo. Esse promotor vai decidir se sugere ao bispo abrir um processo canônico ou arquivar o processo. Se for aberto o processo canônico o tribunal eclesiástico vai julgar o padre.

Durante as investigações, o padre denunciado vai continuar atuando na paróquia. “Se um membro que está ali esta se sentir prejudicado e quiser ir na Justiça Civil é direto deles”, diz Dom Mauro.

G1

Motorista tenta desviar de caminhão, capota e três ficam feridos próximo a Guarabira

acidenteUma ultrapassagem perigosa culminou em uma capotagem e com um saldo de três feridos, na tarde desta terça-feira (18), nas proximidades do município de Guarabira.

Segundo informações do Corpo de Bombeiros, o motorista de uma caminhonete L200 tentou desviar de um caminhão que fazia uma ultrapassagem irregular e acabou caindo em uma ribanceira, capotando várias vezes.

No veículo estava um homem, Alivar Rocha, de 66 anos e seus dois filhos, Lindemberg Mendes do Vale 39 anos, e Dennis Cristiano Mendes de 40 anos. Populares acionaram o Samu e o Corpo de Bombeiros, que rapidamente chegou ao local para realizar o resgate das vitimas.

 

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O motorista foi socorrido consciente, mas com suspeita de traumatismo craniano. Já as outras vitimas tiveram apenas ferimentos leves.

O acidente aconteceu na PB 073, que liga os municípios de Pirpirituba, a Belém. O motorista do caminhão que realizava a ultrapassagem fugiu sem prestar socorro.

PB Agora

Foto: Portal Midia

Bombeiros são condenados a 1533 anos de prisão por desviar recursos

BombeirosDois oficiais do Corpo Bombeiros foram condenados por desvios de recursos do Fundo Especial da corporação (Funesbom). Somadas, as penas totalizaram 1533 anos.

O julgamento começou pela manhã e terminou nas últimas horas desta segunda-feira (3) na Vara Militar do Fórum Criminal de João Pessoa. Foram levados aos bancos dos réus dois majores um coronel e um tenente coronel, mas apenas dois foram condenados.

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Os condenados foram o tenente coronel Horácio José dos Santos Filho e o major Marcelo Lins dos Santos. Os outros dois foram absolvidos. Horácio José dos Santos Filho e José dos Santos Filho foram considerados culpados nos crimes de peculato.

 Confira abaixo parte da sentença

MaisPB

HU da Capital é acusado de desviar mais de R$ 3 milhões; PF realiza operação e cumpre mandados

policia federalA Polícia Federal deflagrou na tarde dessa segunda-feira, 23/12/2013, a Operação “Estado Terminal”, a fim de cumprir oito mandados de busca e apreensão, todos deferidos pela Justiça Federal em João Pessoa.

A investigação foi desenvolvida em parceria com a Controladoria Geral da União e o Ministério Público Federal, e teve início a partir de trabalhos de auditoria, que remontam ao ano de 2010, levados a efeito pela CGU.

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Dentre os mandados de busca e apreensão que estão sendo cumpridos, três deles foram direcionados ao Hospital Universitário Lauro Wanderley.

Foram identificadas fraudes licitatórias, pagamentos em duplicidade por medicamentos e produtos hospitalares, aquisição de produtos e serviços com sobrepreço, dentre outras fraudes, que, juntas, podem representar uma lesão aos cofres públicos de mais de R$ 3.000.000,00 (três milhões de reais).

Além do Hospital Universitário, a Polícia Federal realiza ações de busca e apreensão nas residências dos servidores públicos envolvidos no esquema e em escritório de contabilidade.

Um servidor público foi preso em flagrante por posse ilegal de arma de fogo.

Recaem sobre os investigados indícios do cometimento dos delitos de fraude à licitação (arts. 89 e 90 da Lei nº 8.666/93), formação de quadrilha (art. 288 do Código Penal), corrupção passiva (art. 317 do Código Penal) e advocacia administrativa (art. 321 do Código Penal), que somados têm pena máxima prevista superior a 20 anos de reclusão.

Assessoria da PF

Como o jogo do bicho usa escolas de samba cariocas para desviar recursos públicos e lavar dinheiro

Carro alegórico da Viradouro em 2010. A escola chegou em último lugar e amargou um rombo de R$ 2,5 milhões em suas contas (Foto: Custódio Coimbra/Ag. O Globo) Edson dos Santos é sócio majoritário de uma empresa com nome imponente, Alumilax Indústria e Comércio de Alumínio Ltda., voltada para fabricação e venda de metais. Basta, no entanto, localizar a casa de Edson para constatar que a pompa em torno de sua empresa se resume ao nome e ao objeto social. Edson, na verdade, é um laranja, morador da favela do Preventório, em Niterói, Rio de Janeiro. E a Alumilax não passa de uma empresa-fantasma. Edson e Alumilax são parte de um intrincado esquema montado pelo jogo do bicho para desviar recursos públicos ou lavar o dinheiro sujo que irriga o Carnaval carioca. Ou as duas coisas juntas. A reportagem de ÉPOCA teve acesso, com exclusividade, a um extenso levantamento feito pelo Ministério Público (MP) estadual do Rio de Janeiro sobre as contas das escolas de samba. Somente no Carnaval de 2010, foram identificadas 14 notas fiscais falsas, no valor total de R$ 1,25 milhão, emitidas por empresas de fachada ou já desativadas em favor das escolas de samba Mangueira, Imperatriz Leopoldinense, Mocidade Independente de Padre Miguel, União da Ilha do Governador e Viradouro. Entre esses papéis, estão quatro notas da Alumilax.
As escolas de samba do Rio de Janeiro são a engrenagem principal de uma indústria que movimenta cerca de R$ 1,5 bilhão por ano somente em gastos de turistas. A cada noite de desfile, 120 mil pessoas circulam pelo Sambódromo. Cada escola do Grupo Especial tem aproximadamente 4 mil integrantes. Para levar à avenida o “maior espetáculo da Terra”, o Carnaval do Rio incorporou vários elementos positivos do mundo dos negócios, como os patrocínios e o merchandising de empresas desejosas de associar suas marcas à folia pagã. Mas, por maior e mais caro que se torne a cada ano, o Carnaval do Rio ainda mantém práticas nefastas distantes do capitalismo benéfico que gera receita, impostos e empregos para o Rio de Janeiro e para o Brasil.
Notas fiscais falsas são comumente usadas para justificar despesas que não existiram. A mercadoria não foi vendida, o dinheiro não foi desembolsado, mas a transação foi registrada. Cria-se, assim, uma margem financeira artificial que pode ser usada para esquentar dinheiro ilícito, como os ganhos obtidos pelos donos do jogo do bicho. No caso descrito acima, seria como se os bicheiros recebessem um cheque de R$ 1,25 milhão para lavar dinheiro sujo nesse mesmo valor. O mesmo raciocínio vale para o desvio de dinheiro público. As escolas de samba simulam despesas a partir dos recursos recebidos da prefeitura, mas não desembolsam as quantias declaradas nas notas falsas. Dessa forma, podem destinar o dinheiro a outras finalidades que não o financiamento dos desfiles.

Indiretamente, o próprio presidente da Liga Independente das Escolas de Samba do Rio (Liesa), Jorge Luiz Castanheira, admite práticas que se assemelham à lavagem de dinheiro. Numa audiência pública realizada pelo MP na última quarta-feira, para discutir a aplicação dos recursos públicos no Carnaval, Castanheira deu a entender que as escolas de samba compram material ao longo do ano com dinheiro não declarado. Somente depois de receber os repasses da prefeitura é que as escolas vão atrás de notas para justificar seus gastos. Ele só não disse de onde vem esse dinheiro que, num primeiro momento, financia as agremiações. “A verba deste ano só entrará para o exercício seguinte. Vamos receber em janeiro. Em janeiro, estamos a menos de um mês do Carnaval. Como é que eu consigo nota fiscal de ferro, de madeira, de tecidos, de tudo o que já está sendo comprado agora? Eu tenho de falar a verdade”, disse Castanheira, sem saber que havia um repórter de ÉPOCA na plateia. Procurado após a audiência, Castanheira disse que se expressou mal e que apenas defendeu a liberação do dinheiro da prefeitura com meses de antecedência ao Carnaval. Ele afirma que a Liesa está afastada dos contraventores do jogo do bicho e aberta à fiscalização. Castanheira disse, ainda, que as escolas é que deveriam falar sobre as notas falsas.
O MP é taxativo ao afirmar que o Carnaval é usado para lavar dinheiro sujo e recomenda que o Poder Público tome os devidos cuidados ao se envolver com a festa. “O fato notório de o jogo do bicho usar as escolas de samba para lavar dinheiro proveniente de atividades ilícitas torna mais interessante o uso de milhões repassados pela prefeitura do Rio de Janeiro para compras em estabelecimentos pertencentes a pessoas ligadas à contravenção”, escreveram os promotores do MP.
ÉPOCA revela em reportagem nesta semana esquema de desvio de recursos públicos e de lavagem de dinheiro do Carnaval carioca. Leia mais na revista que chega às bancas neste sábado (10).

Mangueira (Foto: Joel Silva/Folhapress)

OPIPOCO

Veículo bate em árvore após desviar de caminhão no centro de Solânea-PB

Na manhã desta quarta-feira, 24, próximo a Praça 26 de novembro no centro de Solânea, o motorista de um celta colidiu em uma árvore, após desviar de um caminhão.

O desempregado Walberto França do Nascimento de 19 anos, residente na Rua candido de Sousa s/n, colidiu com uma árvore no centro da cidade de Solânea.

O acidente aconteceu por volta das 11h30, quando o desempregado, Walberto França do Nascimento de 19 anos, residente na Rua Cândido de Sousa, perdeu o controle do Celta de placas MOJ 4897 – PB, depois de desviar de um caminhão que passava no local, vindo atingir um morador que estava sentado na frente de sua da residência em uma cadeira, mas sem gravidade.

Policiais da 2º Cia de Polícia de Solânea, após realizar todo o levantamento, descobriu que o motorista não era habilitado e que o mesmo já tinha sido preso por porte ilegal de arma e, portanto, o caso foi entregue a delegacia civil do município de Solânea para as providencia cabíveis.

Bananeiras Online com diariodobrejo.com