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Carnaval deste ano teve menos acidentes e mortes nas estradas federais

Foto: Agência Brasil O ministro José Eduardo Cardozo divulga balanço da Operação Rodovida, nas estradas federais, durante o carnaval
Foto: Agência Brasil
O ministro José Eduardo Cardozo divulga balanço da Operação Rodovida, nas estradas federais, durante o carnaval

O carnaval de 2015 foi considerado o menos letal dos últimos oito anos. O número de mortos, feridos e de acidentes registrados nas estradas brasileiras caiu em relação ao carnaval de 2014, conforme divulgou nessa quinta (19) a Polícia Rodoviária Federal (PRF).

A redução de acidentes chegou a 22%, houve 18% menos feridos e o número de mortos caiu 28% na comparação dos dois carnavais. Os números são calculados com base em grupos de 1 milhão de veículos, cada. Entre sexta-feira (13) e Quarta-Feira de Cinzas (18), foram registrados 2.785 acidentes no país, que resultaram em 120 mortes e 1.786 feridos.

“Nós atribuímos isso, em larga medida, à mudança de fiscalização da PRF e a outras situações desenvolvidas ao longo do período, como o próprio aperfeiçoamento da lei que trata do alcoolismo ao volante. Acreditamos que este ano o aperfeiçoamento da fiscalização nas estradas levou a este resultado, que superou, inclusive, nossas expectativas”, disse o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo.

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Entre as melhorias estão os índices de três estados. No ano passado, Bahia, Minas Gerais e Paraná foram responsáveis por 40% das mortes registradas nas estradas durante o carnaval. Este ano, para mudar os índices, houve um reforço no efetivo, e os números caíram. Apesar da melhora, Minas Gerais – que teve redução de 47% nos óbitos com relação à frota – ainda apresentou a maior quantidade de acidentes e mortos em números absolutos. Devido às características de Minas de ter a maior malha rodoviária federal, uma economia forte e grande frota de veículos, [o estado] também serve de corredor de transporte para outros estados. Então, muitas pessoas de estados vizinhos utilizam as rodovias de Minas para transitar”, disse o coordenador da Operação Rodovida, Stênio Pires.

As colisões frontais foram responsáveis pelo maior número de mortes, apesar de não representarem o principal tipo de acidente. Esse tipo de batida é causado principalmente pela mistura de ultrapassagens forçadas, em locais proibidos, e alta velocidade. “A imprudência ainda ocasiona 85% dos acidentes. Os dois fatores principais são a ultrapassagem e a velocidade. E quando temos esses dois fatores somados, com certeza, o acidente é grave”, reforçou Pires.

A PRF registrou também pessoas que dirigiram sob efeito de álcool. Foram feitos mais de 85 mil testes de bafômetro, que resultaram em 372 prisões de condutores e mais de 2 mil sanções administrativas: multas, recolhimento da carteira de motorista e retenção de veículos. O coordenador da operação acredita que as mudanças recentes na legislação brasileira, como o aumento do valor de multas para certas infrações, ajudaram na redução dos acidentes. “Quanto maior o rigor da legislação, melhor para a fiscalização. Tem o receio da população de ser autuada por conta da fiscalização”, acrescentou.

A Operação Carnaval faz parte da segunda etapa de uma ação mais ampla, a chamada Operação Integrada Rodovida. A medida conta com ação de diferentes órgãos dos governos federal, estaduais e municipais para reduzir a violência no trânsito. A primeira etapa da Operação Rodovida atuou motoristas entre os dias 12 de dezembro de 2014 e 31 de janeiro de 2015, e a segunda etapa começou no dia 6 de fevereiro e termina no próximo dia 22.

Agência Brasil

Dilma pede aprovação de projeto que muda meta fiscal deste ano

Foto: Agência Brasil A presidenta Dilma Rousseff, o vice-presidente Michel Temer, e o ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante, reúnem-se com líderes da base no Senado e na Câmara, no Palácio do Planalto
Foto: Agência Brasil
A presidenta Dilma Rousseff, o vice-presidente Michel Temer, e o ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante, reúnem-se com líderes da base no Senado e na Câmara, no Palácio do Planalto

Ao se reunir com 23 parlamentares da base aliada no Congresso Nacional na noite desta segunda (1) a presidente Dilma Rousseff concentrou a sua fala em apenas um pedido: a aprovação do projeto que altera a meta fiscal deste ano. Senadores e deputados de onze partidos ouviram durante o encontro, no Palácio do Planalto, argumentos referentes à política econômica do governo e discutiram estratégias a serem adotadas durante a votação, marcada para as 18h desta terça-feira (2).

Na semana passada, a votação do Projeto de Lei do Executivo 36/14 foi adiada após impasse entre governistas e oposicionistas. Enfrentar a obstrução da oposição é dada pelo governo como uma articulação necessária para que a matéria seja aprovada.

“Quando se fala da importância que tem a execução orçamentária neste último mês do ano para a economia brasileira, para estados e municípios, evidentemente todos ficam mais conscientes de que não só é importante comparecer, mas permanecer em plenário”, disse o ministro-chefe da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência, Ricardo Berzoini.

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Estiveram reunidos líderes do PT, PMDB, PSD, PP, PR, PTdoB e PRP (os três últimos em bloco). Também compareceram parlamentares do PROS, PDT, PTB, PCdoB, PRB e PSC. Para Berzoini, se a reunião não ocorresse, o governo trabalharia da mesma maneira para aprovar o projeto, mas esta é uma demonstração de que Dilma está disposta a um “diálogo permanente” com a sua base.

A estratégia de convencer os parlamentares da importância da alteração na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) é compartilhada pelo líder do governo na Câmara, Henrique Fontana (PT-RS), que está ligando para os colegas e pedindo que compareçam ao plenário amanhã.

“Eu estranho que a oposição tenha aprovado as desonerações e não nos acompanhe no ajuste da LDO”, disse. Junto com os gastos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), as desonerações tributárias poderão ser abatidas, sem limites, da meta de superávit primário para este ano, caso o projeto seja aprovado.

“Dos 20 países que compõem o G20, 17 estão fazendo déficit fiscal, e o Brasil está pedindo autorização para ser um dos três ou quatro que vão fazer um superávit menor, mas não vamos fazer déficit”, disse Fontana, acrescentando que a política é coerente com as necessidades da economia brasileira neste momento.

“O pedido da presidenta foi exatamente nesse sentido: tivemos uma disputa que definiu uma política econômica para o país. E a política vitoriosa nas urnas foi justamente a que prioriza o emprego e a renda […]. E a mudança no superávit primário é mais um passo dessa política econômica vitoriosa”, declarou a jornalistas após o encontro.

Referindo-se à não votação do projeto em plenário na semana passada como um “pequeno tropeço”, o líder disse que a base está bastante comprometida com a votação de amanhã. Para isso, deve ser mantida a tática de não responder às acusações da oposição e assim não alongar as tentativas de obstrução da matéria.

Agência Brasil

Professores da rede de ensino do estado paralisam atividades dias 29 e 30 deste mês

greve_professoresProfessores da rede estadual de ensino paralisam suas atividade dias 29 e 30 deste mês. As datas serão marcadas com panfletagem e ato público contra a política pública de educação do Governo Ricardo Coutinho, particularmente das demandas apresentadas e não atendidas pelo governo desde janeiro.

A Associação dos Professores de Licenciatura Plena da Paraíba (APLP) denuncia que varias tentativas para solucionar o problema foram feitas, mas o socialista faz ouvido de mercador.

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Os professores querem discutir pontos como:

-Retorno das gratificações GED e  GEAP, nos percentuais de  40%;
-Pagamento o Piso Salarial Integral, sem proporcionalidade;
-Reajuste das gratificações de direção escolar;
-Revisão imediata do Plano de Cargos, Carreira e Remuneração.

NESSA DISCUSSÃO DOIS PONTOS IMPORTANTES:

-Anulação da Lei de abril de 2011, que extinguiu a GED e a  GEAP;
-Definição do valor real do  Piso Salarial para 2014.

 

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A partir deste sábado, casamento gay é legal na Inglaterra e em Gales

casamento gayUma lei histórica que legaliza o casamento entre pessoas do mesmo sexo entrou em vigor, neste sábado, na Inglaterra e em Gales. A última etapa na longa luta pela igualdade jurídica para gays e lésbicas nesses dois países britânicos.

Vários casais faziam cerimônias, já na sexta à noite, para estarem entre os primeiros a dizer o tão esperado “sim”, logo após a entrada em vigor da lei.

O primeiro-ministro David Cameron ressaltou que se trata de um “momento importante para nosso país”.

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– Dito de outro modo, na Grã-Bretanha, já não importará se você é hétero, ou homossexual, o Estado reconhecerá sua relação como igual – afirmou Cameron, em um comunicado.

Uma das primeiras uniões foi a de Neil Allard e Andrew Wale, que se casaram em Brighton um minuto depois da meia-noite (horário local), no famoso Pavilhão Real dessa cidade balneária do sul. Juntos há sete anos, o casal se abraçou e se beijou, depois de ser declarado “marido e marido”.

– Nós nos damos conta, ainda mais, do quão sortudos somos de viver, comparativamente, em uma parte tolerante do mundo – havia dito Wale esta semana, quando posava com o futuro marido para a imprensa.

O arcebispo de Canterbury, líder dos 80 milhões de anglicanos, anunciou na quinta-feira que a Igreja não fará mais campanha contra:

– Acho que a Igreja reagiu, aceitando plenamente que é a lei e, no sábado, terá de continuar mostrando, na palavra e na ação, o amor de Cristo por cada ser humano – explicou o arcebispo.

A Igreja não será obrigada a oficiar esses casamentos e, no mês passado, seu sínodo avisou que os sacerdotes não poderão abençoar os recém-casados.

Já a oposição de alguns parentes pode ser um pouco mais intensa. Louis Monaco, psicólogo de 46 anos, e Aarron Erbas, estudante de 23, contrataram seguranças particulares para impedir que a família de Erbas estrague a festa.

– Seus pais não aceitam que ele seja homossexual e que se case com alguém mais velho. A polícia já teve de intervir, e ele não quer nada que estrague o dia – explicou Monaco.

A lei tinha o apoio do primeiro-ministro conservador David Cameron e, mesmo sem a aprovação total de seu partido, passou com os votos de seus aliados liberais-democratas e da oposição trabalhista.

Com a aprovação da lei, os homossexuais poderão adotar crianças e ter relações sexuais a partir da mesma idade que os casais do sexo oposto.

– Quando, aos 20 anos, revelei que era homossexual, em 1983, a idade para ter relações era de 21 anos. Minha primeira relação sexual foi com outro homem, também de 20 anos, e nós dois podíamos ter sido presos – conta Matthew Toresen, assistente social em Northampton, no centro da Inglaterra.

– Passar por isso para poder me casar, só se passa uma vez na vida… Nunca imaginei que esse dia chegaria – afirmou Toresen, de 51 anos, que vai se unir a Scott Maloney, de 45, neste sábado.

Ambos fizeram campanha durante anos pela igualdade de direitos e descrevem o matrimônio como “o último obstáculo”.

A mudança não vale para todo o Reino Unido

Na Escócia, a lei já foi aprovada, e os primeiros casamentos poderão acontecer ainda em 2014. Na Irlanda do Norte, porém, o Executivo regional anunciou que não tem a intenção de permitir essas uniões.

As uniões civis foram aprovadas na Inglaterra e no País de Gales em 2005, e permitiram aos casais homossexuais se casar no cartório e ter acesso aos mesmo benefícios que os demais.

Os ativistas insistiram em que só se conformariam, porém, com a plena igualdade, um princípio que a população em geral aceitou. Quando o Parlamento aprovou a lei que permitia que os gays se casassem, não houve grandes protestos, ou polêmicas, como aconteceu na França, por exemplo.

Zero Hora

Polícia Militar da Paraíba confirma mais de 600 vagas para o concurso público deste ano

policia-militarO comandante-geral da Polícia Militar, coronel Euller Chaves, anunciou ontem que o concurso público que será realizado neste ano pela Polícia Militar (PM) da Paraíba vai oferecer 600 vagas para soldados. Os interessados deverão ter entre 18 e 30 anos. Ele acrescentou que o edital, que já está sendo elaborado, será concluído até o final de março e divulgado em abril. Conforme informações da assessoria da PM, o salário inicial do soldado é de R$ 2.548.

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Ainda segundo o comandante-geral, a realização do exame foi autorizada pelo Governo do Estado para aumentar a qualidade da segurança pública na Paraíba. “O governador autorizou 600 vagas e nós vamos realizar esse processo seletivo com o intuito de trazer mais segurança, de ter mais policiais nas ruas”, disse Euller, durante entrevista concedida no evento que marcou a comemoração dos 182 anos de existência da PM e veiculada pelo JPB 1ª edição.

As regras da seleção serão definidas por uma comissão formada pelos próprios militares. As vagas serão distribuídas em diversas cidades do Estado. Com a chegada dos novos policiais, o efetivo da PM vai subir para 9.840 integrantes.

Apesar disso, o total de policiais militares da Paraíba ainda está abaixo do que determina a lei. É o que explica o presidente do Clube de Oficiais da Polícia e Bombeiro da Paraíba, coronel Francisco Assis. “A Lei Complementar 87, sancionada em 2008, já determinava que o efetivo da PM fosse de 18 mil pessoas. A quantidade foi definida com base no tamanho da população.

Mas já se passaram mais de 5 anos, a população cresceu e a corporação ainda possui a metade do que é exigido por lei”, afirma.

O coronel Francisco de Assis também questiona a quantidade de vagas ofertadas pelo concurso. “Pelo déficit existente no efetivo da PM e pela insegurança que existe no Estado, a expectativa é que esse concurso anunciado pelo governo ofertasse um número maior de vagas”, lamentou.

O comandante da PM, Euller Chaves, foi procurado pela reportagem do JORNAL DA PARAÍBA, para comentar as declarações feitas pelo presidente do Clube de Oficiais, mas ele não foi localizado.

ÚLTIMA SELEÇÃO

O mais recente concurso de soldados feito pela PM ocorreu em 2008 e ofereceu mil vagas, sendo 940 para homens e 60 para mulheres. As vagas foram distribuídas pelas cidades de João Pessoa, Campina Grande, Patos, Guarabira e Cajazeiras. A seleção foi realizada por meio de convênio firmado com a Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) e a Fundação Universitária de Apoio ao Ensino (Furne).

O processo seletivo constou de provas escritas, de aptidão física, psicológica e ainda a avaliação médica. A candidata precisava ter altura mínima de 1,65 m, enquanto que os homens tinham que medir, no mínimo, 1,70 m. A taxa de inscrição foi de R$ 40.

Nas provas escritas, foram explorados assuntos ligados a língua portuguesa, matemática, História da Paraíba, Geografia da Paraíba e Noções Básicas Necessárias à Atividade Policial Militar.

No teste de aptidão física, os candidatos tiveram que realizar flexões de braços, corridas, exercícios abdominais e saltos. Em seguida, foram submetidos a exames psicológicos. Os aprovados em todas as etapas foram matriculados em curso de formação, com duração de seis meses.

Segundo o coronel da Polícia Militar Francisco Castro, que atuou como subcomandante da corporação até dezembro do ano passado, o Governo do Estado convocou uma quantidade de concursados acima da prevista em edital. “Todos os mil aprovados, que ficaram dentro das vagas, foram convocados.

Em seguida, chamaram outros 300 e, depois, mais uns 250. Estão todos nas ruas e em ação”, ressaltou.


JPBOnline