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Reviravolta em Santa Rita: Quinto desiste de candidatura a prefeito e anuncia apoio a Zé Paulo

quinto-santa-ritaA campanha de Zé Paulo (PSB) na disputa pela Prefeitura de Santa Rita ganhou, neste sábado (17), a adesão de Flaviano Quinto (PSC), que retirou sua postulação para reforçar o projeto de união das oposições na cidade.

Além de Quinto, Zé Paulo agora conta também em seu palanque com o apoio do ex-prefeito de Santa Rita, Marcus Odilon.

Carlão, que figurava na chapa de Flaviano Quinto na condição de vice, destacou que a união dos dois grupos representa o compromisso de tirar Santa Rita do “caos”.

Esta semana, Quinto denunciou durante suas visitas pela cidade o uso da máquina administrativa municipal em benefício do candidato do PSDB, Emerson Panta.

De acordo com ele, a gestão do prefeito Netinho (PR) está deixando de pagar a folha de pessoal para garantir a estrutura de campanha do aliado.

“O amarelo agora vem com a cor nova, o azul. Basta ver o tamanho dos comícios realizados por eles, o tamanho do palco, os fogos que eles soltaram que até provocaram um acidente. Esse dinheiro para bancar os gastos está vindo da Prefeitura de Santa Rita. O dinheiro dos fogos vem da folha de pagamento que não está sendo feito na Prefeitura, quem paga os fogos são os funcionários, pensionistas e aposentados da Prefeitura que estão há mais de três meses sem receber”, disse.

MaisPB

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Prefeito do Sertão da Paraíba desiste de disputar a reeleição

urna-eletronicaO prefeito de Vieirópolis, Antônio César Braga (PTB), desistiu de disputar a reeleição nas eleições municipais de outubro. Ele apresentou à Justiça Eleitoral um documento em que renuncia à candidatura a prefeito pela coligação ‘Humildade, Seriedade e Trabalho’.

Antônio Braga, no entanto, não apresentou os motivos que o levaram a desistir da disputa. A principal suspeita é que ele tenha renunciado em decorrência de seu enfraquecimento político no município.

Ele perdeu o apoio do ex-prefeito, Marcos Pereira, que o apoiou na última eleição e de outros dois ex-gestores.

MaisPB

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Hélton Martins também desiste de candidatura a prefeito de Solânea

heltonO município de Solânea perdeu mais um pré-candidato à prefeito. Na noite dessa quarta-feira (03) Hélton Martins anunciou em suas redes sociais que não mais disputará o cargo de Chefe do Executivo da cidade. Ele alegou problemas de ordem pessoal. Há poucos dias Hélton perdeu a mãe.

Ele é o segundo a renunciar a candidatura em Solânea.  Na segunda, quem anunciou desistência foi Júnior Viana.

Leia na íntegra o comunicado de Hélton Martins.

Caros Solanenses,

Com incentivo de um grande grupo de conterrâneos cansados da atual forma de fazer politica e querendo ver nosso município no rumo do desenvolvimento, buscamos construir uma candidatura alternativa para gestor de nossa Solânea com a ideia de debater a real situação de nossa cidade de forma programática, com compromisso, responsabilidade, total transparência, e, sem atacar a honra de ninguém, fazendo o bom debate entre nós.

Por problemas de ordem pessoal venho retirar minha candidatura a Prefeito de Solânea, para dedicar mais a minha família (principalmente meu pai) que necessita neste momento uma dedicação maior. Entretanto, não poderia prejudicar os candidatos a vereadores que nos acompanham e acreditam no nosso projeto de gestão, e, por isso, foram orientados a se coligarem em legendas que permitissem maiores perspectivas de vitorias. Os mesmos representarão a nossa ideia transformadora e terão compromisso de defender a comunidade Solanense dentro da ética e da moral na próxima gestão municipal.

Independente de legendas, nos últimos meses, a mídia serviu de canal para que, vários agentes envolvidos na politica local declarassem amor a nossa Terra, comentando as atuais falhas de gestão e suas prováveis soluções. O que se ver, em verdade, são as mesmas pessoas atreladas a determinados grupos políticos, que anseiam interesses, que na prática, nada contribuem para o desenvolvimento da nossa cidade.

Registra-se, que Somos solanenses de fato e de direito, e não torcemos pelo quanto pior melhor. Desejamos um processo eleitoral limpo e correto, e, sobretudo uma administração que atenda aos anseios dos seus munícipes, que permita o crescimento e desenvolvimento de todas as potencialidades positivas que Solânea tem.

Que o Grande Arquiteto do Universo proteja e dê discernimento para que, o futuro gestor faça uma gestão de mudanças exitosas, tenha coragem de acabar com alguns paradigmas praticados nas ultimas gestões. Desejo-o, com humildade, uma boa sorte.

Aproveito a oportunidade para agradecer a verdadeiros amigos e anônimos que acreditaram e acreditam em nosso projeto de gestão para Solânea. Estaremos atentos ao caminho que será trilhado nos próximos anos pelo(a) gestor(a) municipal, e, dispostos a contribuir
Que Deus abençoe a todos
Hélton Martins

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Wilson Filho desiste de candidatura a prefeito e aceita ser vice de Cida Ramos

wilsonO deputado federal Wilson Filho (PTB) retirou sua pré-candidatura a prefeito de João Pessoa e aceitou ser candidato a vice-prefeito na chapa encabeçada por Cida Ramos (PSB). O anúncio foi feito durante entrevista coletiva, na noite desta quarta-feira (3), na presença de Cida, do coordenador político da sua campanha, Nonato Bandeira e membros dos partidos aliados.

“A partir do acordão feito em torno do prefeito, nós constatamos internamente que, neste momento, não poderíamos agir com vaidade, nós não poderíamos levar uma candidatura sozinhos, no momento em que um acordão para lotear João Pessoa foi feito do outro lado”, explicou Wilson Filho.

O parlamentar afirmou que houve uma fusão do seu projeto com o da socialista. “É um momento importante na minha trajetória. Essa decisão foi amadurecida e com certeza veio para construir um projeto que será vencedor em João Pessoa”, afirmou.

A convenção do PTB acontece na próxima sexta-feira (5), quando será homologada a candidatura de Wilson Filho a vice-prefeito, já a do PSB, ocorre nesta quinta-feira (4).

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Vereadora de Bananeiras desiste de disputar vaga na Câmara

alineA vereadora Aline das Neves, filha da ex-vereadora Mercês de Vila Maia, usou a tribuna da Câmara nesta terça-feira (02) para anunciar sua desistência da disputa para as próximas eleições municipais.

Aline justificou a difícil tarefa de unir a vida pública com a vida profissional, já que exerce a função na área da saúde em outra cidade. “Infelizmente não está sendo possível conciliar minha vida profissional com o cargo de vereadora e se é para exercer um cargo e não poder se dedicar como deve ser feito, prefiro abrir mão da vida pública”, anunciou.

A vereadora revelou, ainda, que sua mãe também não voltará a disputar o cargo na cidade e, mesmo tendo sido da oposição durante seu mandato, estará com o prefeito Douglas Lucena nestas eleições. “Anuncio também que minha mãe não vai voltar a ser candidata e mesmo cumprindo meu mandato na oposição, nós estaremos ao lado do prefeito Douglas Lucena pelo que ele tem feito pelo Distrito de Vila Maia”, comunicou.

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Tamires desiste do BBB15 e irrita Boninho: “morreu para nós”

tamiresApós tanto ameaçar, Tamires deixou o BBB15. A cirurgiã-dentista entrou no confinamento com as malas e se despediu de todos, abrindo mão da disputa pelos R$ 1,5 milhão.

Quando a ex-sister apareceu com as malas, Adrilles se desperou. “Não, Tamires!”, gritou ele, mas não teve jeito. “Gente, eu estou muito feliz. Desculpa alguma coisa que eu tenha feito”, pediu ela, chorando e deixando os companheiros, Amanda, em especial, chateados.

Boninho se irrita 

Principal diretor do programa, Boninho não perdoou Tamires e criticou bastante a atitude da sister. “Vocês viram como é fácil desistir? É só fazer sua malinha, entrar no confessionário e pum, sumiu da nossa vida e da nossa história!”, disse ele, e continuou: “senhores, mais uma coisa. Ninguém tá de luto e eu não quero ver luto de ninguém. Bola pra frente!”, completou.

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O diretor voltou a falar da situação: “Quem sai é desistente, é perdedor, é fraco. Quem é eliminado lutou até o final. Quis sair morreu pra gente saiu da história do BBB”, finalizou.

Ressaca moral piorou situação 

Tamires vinha com o emocional abalado desde o começo do reality. Sempre chorando, a cirurgiã-dentista engordou quase 10 kg durante o BBB15, relacionando a comida ao sentimental abalado.

Porém, um fato piorou a situação dela na casa. Na Festa Magia, Rafael e a ex-sister acabaram se envolvendo. Visivelmente alterados pelo alto consumo de álcool, os dois chegaram a trocar carícias e parecem ter se beijado. A partir daí, Tamires ameaçou por diversas vezes deixar o confinamento, até decidir, por fim, abandonar a casa neste domingo.

Terra

Governo desiste de prorrogação e horário de verão termina dia 22

horarioO governo federal decidiu não prorrogar a vigência do horário de verão neste ano, como havia sido cogitado na semana passada. Após reunião com a presidente Dilma Rousseff, o ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, disse hoje (11) que o governo avaliou que não vale a pena estender o horário diferenciado, que está em vigência para as regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste.

Braga explicou que, com mais um mês de horário de verão, algumas localidades do país ficariam com um período da manhã mais escuro, acarretando mais consumo de energia. Ele disse também que a economia no final da tarde não seria tão expressiva, já que o pico de consumo tem se deslocado do final da tarde para o início da tarde.

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“Do ponto de vista da energia, parte do Brasil ficaria pela parte da manhã no escuro, e nós teríamos, portanto, mais consumo de energia de manhã. Em que pese, na parte da tarde, podermos ter um ganho de energia que seria mais importante se a ponta de carga estivesse se confirmando, coisa que, graças a uma série de medidas, conseguimos atenuar e também porque estamos passando o período de fevereiro e o mês do verão”, explicou o ministro.

O horário de verão começou no dia 19 de outubro para os estados das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste e termina no dia 22 deste mês. O principal objetivo da medida é reduzir o consumo de energia no horário de pico, registrado a partir das 18h, aproveitando melhor a luminosidade natural.

Agência Brasil

Ricardo não desiste e avisa que vai recorrer contra reajuste dos defensores públicos

ricardo-coutinhoO governador Ricardo Coutinho (PSB) não vai desistir. Ele vai recorrer à justiça contra a decisão da Assembleia Legislativa que derrubou o seu veto ao reajuste salarial dos defensores públicos. Irritado, Ricardo disse que a medida prejudica as finanças do governo.

“Se cada órgão puder fazer projeto de lei propondo aumentos, quem vai responder pela Lei de Responsabilidade Fiscal? Porque eu não vou!”, respondeu asperamente o governador.

Ricardo acrescentou que a decisão dos deputados em barrar o veto é um ato contra a população da Paraíba. “Isso não é contra o governador, mas contra a população! Quando a Lei de Responsabilidade Fiscal é descumprida quem sofre é o estado que não vai ter dinheiro, nem direito a financiamento”, falou.

O veto de Ricardo Coutinho foi derrubado, nessa terça-feira (16), em plenário. O veto do governador barrava os benefícios aos defensores públicos e já havia sido derrubado pela Comissão de Constituição e Justiça da Casa.

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O veto anula os efeitos do projeto de lei nº 1.968/2014, de autoria da Defensoria Pública do Estado (DPE), referente à fixação do subsídio do defensor público estadual, estabelecendo o reajuste salarial escalonado dos membros da DPE em 44,30%, no ano de 2014, pagos em três parcelas iguais. Para os próximos exercícios, esses valores seriam acrescidos em até 25% anuais.

 BlogdoGordinho

Léa Toscano desiste da reeleição e lança a filha Camila como pré-candidata a deputada estadual

A ex-prefeita de Guarabira e atual deputada estadual pelo PSB, Léa Toscano, anunciou na tarde desta segunda-feira (09), a retirada da sua pré-candidatura à reeleição e confirmou o que já vinha sendo cogitado na política paraibana. Camila Toscano, filha da deputada e do prefeito de Guarabira Zenóbio Toscano, é pré-candidata a deputada estadual, em substituição à sua mãe. O anúncio foi feito durante entrevista concedida na Rádio Constelação FM de Guarabira.Camila Toscano e Pedro Cunha Lima

Camila Toscano e Pedro Cunha Lima

Camila fará uma dobradinha com o filho do senador Cássio, Pedro Cunha Lima, pré-candidato a deputado federal pelo PSDB, que esteve acompanhando pessoalmente a entrevista da ex-prefeita Léa.

Zenóbio e Léa Toscano
Zenóbio e Léa Toscano

A advogada Camila Toscano, vem de uma família tradicional na política da paraíba e principalmente do Brejo. O seu pai Zenóbio Toscano governa a Rainha do Brejo em seu segundo mandato, tendo se destacado como um dos maiores administradores da terra das garças azuis. Ele também foi deputado estadual por cinco mandatos, além de assumir a Secretaria de Infra-estrutura do Estado e a PBGás. Já a sua mãe, Léa Toscano, além de ser eleita deputada estadual nas últimas eleições estaduais, também já teve a oportunidade de governar Guarabira por dois mandatos consecutivos.

 

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Léa foi eleita deputada pelo PSB, dando sustentação ao governo de Ricardo Coutinho, na Assembléia Legislativa, mas depois do rompimento entre Ricardo e Cássio, ela achou por bem acompanhar a decisão do seu esposo Zenóbio em apoiar a pré-candidatura do tucano ao governo da Paraíba, deixando assim a base aliada do governador.

 

por Juka Martins

Bancada do PMDB na Câmara decide não participar de reforma ministerial mas PMDB não desiste de Ministério

dilma-e-temerA bancada do PMDB na Câmara dos Deputados decidiu no começo da noite da quarta-feira abrir mão de indicar nomes para o gabinete da presidente Dilma Rousseff, em uma clara demonstração da insatisfação do partido com os rumos da reforma ministerial. Apesar do abandono na Câmara Federal, o PMDB no Senado não desistiu do 6º ministério indicado pelos líderes do partido para o senador paraibano Vital do Rêgo.

A decisão não implica um rompimento com o governo “independentemente da ocupação de qualquer cargo, em função da responsabilidade que temos para com o país, principalmente em relação ao desempenho da economia”, segundo uma nota aprovada por unanimidade pelos deputados peemedebistas. A promessa foi reforçada pelo líder da bancada, deputado Eduardo Cunha (RJ), após a reunião.

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“Eu assinei o pacto que foi feito pelos líderes da base aliada e os presidentes dos partidos que nós não votaríamos matérias que impliquem aumento de despesa. Não há nenhuma alteração e não haverá da parte do PMDB sobre esse aspecto”, disse Cunha a jornalistas.

Ele se referia ao pacto assinado no ano passado a pedido de Dilma para demonstrar o compromisso do governo com a austeridade fiscal. A reação ocorreu depois que a presidente disse em uma reunião na segunda-feira com o vice-presidente, Michel Temer, que o partido não ampliaria seu espaço na Esplanada dos Ministérios, disse à Reuters uma fonte do Palácio do Planalto. Dilma teria sugerido ainda que a bancada na Câmara teria que abrir mão de uma de suas indicações para que o senador Eunício Oliveira (CE) ocupasse a pasta da Integração Nacional, segundo a fonte.

O pedido de Dilma irritou ainda mais os deputados, que viram neste movimento uma manobra para atender aos interesses do PT no Ceará, que quer Oliveira fora da disputa para construir uma aliança com o nome indicado pelo governador cearense, Cid Gomes.

Atualmente, o PMDB comanda os ministérios da Previdência, da Aviação Civil, de Minas e Energia, do Turismo e da Agricultura, esses dois últimos com indicações dos deputados.

“A razão desta decisão deve-se a disputas políticas públicas por cargos, em que preferimos deixar a presidente à vontade para contemplar outros partidos em função das suas conveniências políticas e/ou eleitorais”, segundo a nota. Cunha disse que é melhor não estar representado do que subrepresentado. “Nesse momento o que nós decidimos é que a bancada do PMDB na Câmara cansou desse processo de cargos que tem que indicar, que não tem que indicar”, disse. Ele afirmou, porém, que se houver uma nova rodada de negociações com a presidente, a bancada pode discutir o tema novamente.

O clima da reunião foi bastante tenso e parte dos parlamentares chegou a sugerir que o partido rompesse com Dilma e entregasse todos os cargos que ocupa no governo.

O deputado Danilo Forte (CE) afirmou durante a discussão que ser aliado atualmente “traz prejuízo para a imagem do PMDB”. Fora da reunião, questionado pelos jornalistas se a bancada deixaria a base aliada, ele respondeu: “O PMDB continua no governo, ninguém pode enforcar o Michel Temer.”

O presidente em exercício do partido, senador Valdir Raupp (RO), disse à Reuters que a nota e a posição da bancada ficaram mais brandas após várias reuniões que ocorreram desde segunda-feira.

“Já era esperada (no partido essa decisão da bancada). Conversamos bastante (antes), por isso saiu uma nota mais branda”, afirmou.

Raupp disse que conversou com o ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante, que pediu que ele dissesse aos deputados que a presidente não havia fechado nenhuma decisão sobre a reforma e que ainda haveria mais negociação com o partido.

“O que o país menos precisa nesse momento é de uma crise política”, disse. A Reuters procurou o Palácio do Planalto para comentar a decisão dos peemedebistas, mas não obteve resposta. NOVELA DA REFORMA

As conversas entre Dilma e o PMDB sobre a reforma ministerial já duram meses. No ano passado, assim que o PSB deixou o governo e as duas pastas que comandava (Portos e Integração Nacional), os peemedebistas pressionaram pela nomeação do senador Vital do Rêgo (PB) para a Integração Nacional, mas o pedido foi rejeitado pela presidente.

À época, ela argumentou que aguardaria para fazer as mudanças no primeiro escalão no começo de 2014.

O PMDB aceitou o argumento, mas continuou com a esperança de herdar uma das pastas que eram comandadas pelos socialistas e que conseguiria fazer Vital ministro.

Desde dezembro, porém, Dilma oscila nas negociações que mantém com o maior partido da sua base aliada no Congresso, ora indicando que dará mais uma pasta ao PMDB, ora sugerindo que não poderá atender ao pedido porque precisa incluir mais legendas aliadas para formar uma aliança eleitoral mais forte para a reeleição.

No começo do ano, Dilma deu duas informações contraditórias na mesma semana a Temer. Na primeira reunião, disse que não teria como acatar a vontade do PMDB. Dois dias depois, com a reação negativa dos parlamentares do partido, indicou que poderia ampliar de cinco para seis o número de ministérios sob o comando peemedebista, mas não daria a Integração Nacional.

No novo capítulo da novela nesta semana, Dilma surpreendeu os peemedebistas novamente. Ofereceu o comando da pasta de Integração Nacional, mas pediu que o partido indicasse o líder da bancada no Senado, Eunício Oliveira (CE).

pbagora com globo.com