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Bananeiras é destaque em boas práticas de desenvolvimento sustentável internacionalmente

O Programa Internacional de Cooperação Urbana -Uniao Europeia- América Latina e Caribe (IUC-LAC), irá lançar livro contendo 165 boas práticas de desenvolvimento sustentável, dentre as práticas, divididas em 11 categorias, está a cidade de Bananeiras na Paraíba. Exemplo de parceria do setor público e privado com a concessionária de energia (Energisa) para iluminação pública com lâmpadas de LED.

Em matéria divulgada no Portal da Confederação Nacional dos Municípios CNM nesta quinta-feira (01), a iluminação pública precária, obsoleta e de alto custo para os cofres municipais fizeram que Bananeiras tomasse medidas para evitar o desperdício e economizasse para os cofres públicos. Assim, conseguiu contornar a situação com um projeto em parceria com a concessionária de energia do Estado, reduzindo custos e beneficiando os empreendedores locais, que reclamavam da queda no movimento à noite.

Por meio da Lei 9.991/2000, que obriga as concessionárias a investir anualmente 0,50% da receita operacional líquida em ações de eficiência energética, houve a troca de toda a iluminação pública por lâmpadas de LED – mais eficientes, econômicas, duráveis e ambientalmente corretas. Antes, o pequeno Município de 21 mil habitantes sofria com a falta de um fundo exclusivo para ações de sustentabilidade, que eram pontuais e de pequena escala e relevância.

Para instalação de 807 luminárias, que cobre aproximadamente 94% da área urbana, foi investido R$ 1,6 milhão. A economia média mensal se aproxima de R$ 20, cerca de 40% do custo da iluminação pública. Além disso, a redução de 50.780 kWh/mês, representa 14,99 toneladas de CO2 por mês a menos na atmosfera.

O Programa Internacional de Cooperação Urbana – América Latina e Caribe (IUC-LAC) irá lançar um livro com 165 boas práticas de desenvolvimento sustentável. Para incentivar os gestores, a Confederação Nacional de Municípios (CNM) está divulgando, nesta e na próxima semana, as iniciativas pelas 11 áreas temáticas. A primeira foi Cidades Inteligentes; a segunda, Gestão Ambiental; e, nesta quinta-feira, é a vez de mostrar como os governos municipais estão adotando Energia Limpa.

Energia solar

Quando se fala em energia limpa, pelo potencial do país, logo se faz associação com a luz solar. Nos últimos anos, com as tecnologias tornando-se mais acessíveis, muitos Estados e Municípios têm apostado no recurso natural. Na capital de Tocantins, além de estimular a geração de energia fotovoltaica em residências, comércios e indústrias, o projeto Palmas Solar conta com a instalação do parque para obtenção de suficiência energética de todos os órgãos públicos municipais.

Regulamentada em 2016, a iniciativa oferece benefícios fiscais aos estabelecimentos que implementam os sistemas, com descontos de até 80% no Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) por cinco anos, no Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis (ITBI) na primeira transferência de imóvel e 80% no Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISSQN) por até 10 anos. Até 2018, 90 imóveis residenciais e comerciais geraram mais de 900 kilowatt pico (KWp) e 40 novas empresas atuavam no segmento, que está em expansão. A projeção para 2019 é de que sejam movimentados R$ 7,8 milhões.

A supervisora do Núcleo de Desenvolvimento Econômico da CNM, Thalyta Alves, reconhece o crescimento da energia limpa, mas faz um alerta. “O uso de fontes alternativas ainda depende de financiamento e é importante o incentivo, mas é preciso cautela”. Como ela explica, a concessão de benefícios ou incentivos de natureza tributária deve ocorrer por meio de lei municipal, observando o artigo 14 da Lei de Responsabilidade Fiscal. “A Lei é bastante clara e objetiva sobre os requisitos e as condições para que leis concessivas de benefícios ou incentivos fiscais sejam consideradas legais do ponto de vista da responsabilidade fiscal dos administradores públicos”, argumenta.

Veja as boas práticas de Energia Limpa

Argentina

Armstrong – Energia Distribuída Armstrong

Godoy Cruz – Solmáforo

Venado Tuerto – Mesa Regional de Energía

Brasil

Bananeiras, PB – Bananeiras Iluminada e Sustentável

Cascavel, PR – Geração Distribuída de Energia através de Biogás do Aterro Municipal

Palmas, TO – Programa Palmas Solar

Chile

Cobertura Nacional – Calefação Distrital

Cobertura nacional – Comunidade Energética

Cobertura nacional – Programa de Eficiência Energética em Edifícios Públicos

Colômbia

Medellín – Distrito termal “La Alpujarra”

Medellín – Instituição Universitária Salazar e Herrera

Santiago de Cali, Yumbo – Postobón-CELSÍA em Yumbo, Valle del Cauca

Peru

Arequipa – Instalação de Sistema de Iluminação Pública com Energia Solar em Arequipa

Huancayo – Utilizando fontes termais solares para fornecer água quente a idosos

Talara – Estação de Energia Eólica em Talara

Agência CNM de Notícias

 

Em carta, governadores do NE traçam metas para desenvolvimento da região; Segurança Hídrica está entre prioridades

Nesta segunda-feira (29), em Salvador, na Bahia, o governador João Azevêdo participou da primeira reunião após a formalização do Consórcio Nordeste (Consórcio Interestadual de Desenvolvimento do Nordeste). Ao lado dos governadores dos demais estado da região, o chefe do Executivo da Paraíba atuou da definição de um plano de trabalho para os próximos meses na áreas da saúde e desenvolvimento econômico.

Participaram do encontro Flávio Dino (MA), Wellington Dias (PI), Izolda Cela (CE), Fátima Bezerra (RN), Paulo Câmara (PE), Luciano Barbosa (AL), Belivaldo Chagas (SE) e Rui Costa (BA).

O Consórcio, de acordo com os governadores, pretende implantar um processo único de compra para os Estados da Região, além de construir uma agenda com o objetivo de adquirir financiamentos de projetos com outros países.

O grupo aproveitou a oportunidade para reivindicar ao Governo Federal a liberação de recursos no valor de R$ 1,1 bilhão do Fundo Nacional de Segurança Pública. O governador João Azevêdo avaliou a reunião como positiva e saiu satisfeito do encontro. “Estabelecemos algumas metas importantes para o funcionamento do Consórcio, que tem o objetivo maior de promover intercâmbios, financiamentos de infraestrutura e padronização de processos e procedimentos nos Estados do Nordeste. Dessa forma, vamos continuar avançando e tenho certeza de que esse Consórcio trará grandes novidades e possibilidades para a Região”, declarou.

Confira abaixo a íntegra da Carta dos Governadores do Nordeste:

 

PB Agora

 

 

Câmara de Bananeiras unida pelo desenvolvimento da Saúde, Educação e Infraestrutura

Em Sessão Ordinária da Casa Odon Bezerra, realizada na última terça-feira (19), as bancadas de Situação e Oposição uniram forças e coletivamente apresentaram o requerimento 35/2019 aprovado por unanimidade, onde solicitou ao Deputado Federal Julian Lemos (PSL) empenho para ajudar o município.

A solicitação foi no sentido de viabilizar recursos para Saúde, Educação e Infraestrutura local e como justificativa as bancadas elencaram as seguintes situações:

  • Na área da Saúde, o município administra 09 (nove) Postos de Saúde da Família (PSF’s), 01 (uma) Policlínica com diversas especialidades médicas, 01(uma) clínica de Fisioterapia e 01 (um) Hospital Municipal;
  • Na área da Educação, o município administra dezenas de escolas de ensino infantil e fundamental na área urbana e rural;
  • Na área da Infraestrutura, o município possui distritos, bairros e grandes aglomerados rurais que necessitam de investimentos especialmente no saneamento.

Para o presidente da câmara, vereador Kilson Dantas (PSB), a presente propositura tem por objetivo viabilizar junto ao Deputado Federal Paraibano, Julian Lemos, que inicia seu mandato indicando recursos orçamentários para vários municípios e que representa o governo federal no estado, os recursos solicitados necessários para atender demanda da população, especialmente, as que mais precisam.

Ascom-CMB

 

Solânea 180 dias: Prefeitura apresenta balanço das secretarias do Desenvolvimento Rural, Agricultura Familiar e Tesouro Municipal

O homem e a mulher do campo conhecem bem os serviços essenciais para o desenvolvimento rural eficiente e que apresente resultados satisfatórios para toda a comunidade. É fundamental que gestão e agricultores caminhem juntos para discutir os serviços e as necessidades de um segmento que impulsiona boa parte do capital que gira na região, e que propicia estudos para o desenvolvimento de novas tecnologias. Desenvolvimento Rural e Tesouro Municipal serão os temas da terceira matéria da série 180 Dias Olhando Para o Futuro.

A agricultura familiar tem ganhado destaque, pois canaliza suas atenções para a produção em menor escala, visto que vários fatores (como, por exemplo, as mudanças climáticas) contribuíram para a notável redução das produções em larga escala na nossa região. Fortalecendo este tipo de agricultura, o desenvolvimento rural acontece de maneira mais sólida, pois ele é fruto da união de várias partes: agricultores, governos, empresas, todos aqueles que se beneficiam com o que é produzido e comercializado no campo. A Gestão Olhando Para o Futuro através do Prefeito Kayser Rocha e do Secretário Késsio Furtado, tem desenvolvido atividades com o intuito de potencializar a atividade rural e facilitar a vida dos moradores. Nos primeiros seis meses, já foram disponibilizadas 480h de máquina para corte de terra, beneficiando mais de 240 famílias; 180h de máquinas para limpeza de açudes e barreiros; para o combate à seca, foram distribuídos 1340 caminhões com água através da Operação Pipa, feita pela Defesa Civil, e 460 caminhões com água com recursos do município, totalizando mais de 1800 ‘carradas’ de água. Neste período, também tivemos a disponibilidade de 180h de retroescavadeira para a limpeza de barreiros, e recuperação de 78Km de estradas vicinais que facilitam o acesso aos moradores e visitantes das comunidades rurais.

A Secretaria do Tesouro Municipal vem desenvolvendo seu papel para o crescimento da cidade. O Secretário José Iran Leite contribui diretamente junto ao Dr. Wolhfagon Costa e aos alunos estagiários, para a elaboração do Cadastro Multifinalitário Municipal. Um documento essencial, que traz todas as informações sobre a quantidade de imóveis da cidade, e ainda: quantidade e tamanho de áreas não construídas, valor venal de imóveis e terrenos, levantamento sobre áreas que precisam de serviços essenciais, entre outros. O mais importante é que se trata de um documento com fins de uso para hoje e para o futuro, pois aponta projeções de acordo com os dados que são coletados.

Cada dia é um dia de trabalho, um desafio a ser vencido. Não se pode resolver os problemas de forma instantânea e completa, mas com perseverança e diagnóstico, pode-se chegar aos métodos para um crescimento sustentável, que atenda aos anseios desta e das próximas gerações.

Quer saber mais sobre o que acontece na gestão? Curta a Fanpage da Prefeitura de Solânea. Acessewww.facebook.com/prefeituradesolanea/

 

ASCOM – P.M.S.

 

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Bananeiras recebe comitiva da Agência Municipal de Desenvolvimento Econômico de Campina Grande

A cidade de Bananeiras recebeu nesta quinta-feira (04), comitiva da Agência Municipal de Desenvolvimento Econômico –AMDE de Campina Grande. O Presidente da AMDE, Nelson Gomes e seus auxiliares foram recebidos pelo Prefeito Douglas Lucena em um dos cases de sucesso do município a Casa do Empreendedor que completa neste mês quatro anos da sua criação.

O programa de apoio ao empreendedorismo, desenvolvido pela Casa do Empreendedor tem como prioridade a concessão de crédito produtivo orientado. Além disso, busca incentivar a geração de ocupação e renda entre os empreendedores locais, bem como fortalecer a economia solidária, o microempreendedor individual, o microempresário, o empresário de pequeno porte e as cooperativas de produção do município.

Assim, torna-se exemplo para outros municípios que procuram meios para fomentar a sua economia local. Neste mês de abril, o programa completará 4 (quatro) anos de atuação investiu cerca de R$ 1.700,00 (Hum milhão e setecentos mil Reais) acreditando na expansão das microempresas.

O Prefeito Douglas Lucena, proferiu palestra “Bananeiras: Cidade Empreendedora”, para os presentes e pode trocar informações apresentando os avanços que foram realizados com o empreendedorismo e o turismo na região.

A casa do Empreendedor, o calendário turístico, os diversos empreendimentos que se instalam a cada dia como; condomínios, hotéis e restaurantes chama a atenção e servem de exemplo a ser seguido por outros estados. A gestão municipal tem desempenhado seu papel para que Bananeiras cresça cada dia mais com ações de desenvolvimento.

Ascom- PMB

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Bananeiras é exemplo de Desenvolvimento Econômico em evento do Sebrae

douglasA convite do Sebrae Paraíba, o Prefeito Douglas Lucena estará no dia 28 de março na cidade do Conde para participar do Seminário de Desenvolvimento Econômico e Territorial do Litoral Sul, que tem o objetivo mobilizar, integrar e envolver lideranças.

Com a palestra “A experiência de desenvolvimento da cidade de Bananeiras e do Brejo Paraibano”, Douglas falará sobre o processo turístico que a cidade de Bananeiras e o Brejo vem passando ao longo do tempo e como esse processo contribui para o desenvolvimento econômico da região.

Cidade com extraordinário potencial turístico, Bananeiras desponta no cenário nacional com a mistura de arte, história, paisagens naturais e aventura. Com riquezas naturais e históricas, a cidade de possui em seus casarios e pontos turístico a mistura do turismo para quem quiser vivenciar experiencias.

Assim, o Seminário que acontecerá nesta terça (28) quer contribuir com o reconhecimento do estágio atual de desenvolvimento do Litoral Sul e estimular o sentimento de compromisso e corresponsabilidade de todos para transformação positiva dos indicadores econômicos e sociais da região.

 

Ascom-PMB

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Em 79º lugar, Brasil estaciona no ranking de desenvolvimento humano da ONU

ONUO programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) divulgou nesta terça-feira (21) o Relatório de Desenvolvimento Humano (RDH), e o Brasil se manteve no 79º lugar no ranking que abrange 188 países, do mais ao menos desenvolvido. O relatório foi elaborado em 2016 e tem como base os dados de 2015.

O IDH é um índice medido anualmente pela ONU e utiliza indicadores de renda, saúde e educação.

O ranking mundial de desenvolvimento humano dos países apresenta o índice de cada nação, que varia de 0 a 1 – quanto mais próximo de um, mais desenvolvido é o país. No RDH divulgado nesta terça, o Brasil registrou IDH de 0,754, mesmo índice que havia sido registrado em 2014.

Conforme o relatório da Pnud, esta foi a primeira vez desde 2010 que o IDH do Brasil se manteve no mesmo patamar:

A evolução do IDH do Brasil de 2010 a 2015, segundo as Nações Unidas (Foto: Arte/G1)

A evolução do IDH do Brasil de 2010 a 2015, segundo as Nações Unidas (Foto: Arte/G1)

A ONU divide os países entre os que têm o desenvolvimento humano “muito alto”, “alto”, “médio” e “baixo”.

Veja na imagem abaixo quais países ocupam os primeiros lugares no ranking mundial de IDH; os que estão próximos à faixa do Brasil; e os que ocupam os últimos lugares no ranking (na sequência, saiba mais sobre o IDH dos países vizinhos; e os índices do Brasil para educação e desigualdade):

Ranking mundial de desenvolvimento humano, divulgado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Foto: Arte/G1)

Ranking mundial de desenvolvimento humano, divulgado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Foto: Arte/G1)

América Latina

Na América do Sul, alguns países vizinhos ao Brasil apresentaram índices de desenvolvimento humano melhores.

O Chile, por exemplo, ficou em 38º lugar, com IDH 0,847; a Argentina, em 45º lugar (IDH 0,827); o Uruguai, em 54º lugar (IDH 0,795); e a Venezuela, em 71º lugar (IDH 0,767).

No Mercosul, o único abaixo do Brasil no ranking é o Paraguai, no 110º lugar (IDH 0,693). O país se enquadra naqueles com desenvolvimento humano “médio”, segundo a ONU. Outros países vizinhos, como Equador (IDH 0,739) e Colômbia (IDH 0,727), ficaram nas posições 89 e 95, respectivamente.

Na América Central, também há países melhores classificados do que o Brasil. Cuba, por exemplo, está no 68º lugar (IDH 0,775); Trinidad e Tobago, no 65º lugar (IDH 0,780); e Barbados, na 54ª posição (IDH 0,795).

Brics

Entre os Brics, grupo formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, o país está atrás somente da Rússia, no 49º lugar (IDH 0,804).

Na sequência, entre os países do grupo, aparecem China, no 90º lugar (IDH 0,738, excluída Hong Kong); África do Sul, na 119ª posição (IDH 0,666); e Índia, no 131º lugar (IDH 0,624).

Desigualdade

Ao elaborar o Relatório de Desenvolvimento Humano, o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento também divulga o “IDH ajustado à desiguldade”.

Nem todos os países têm esse índice medido pela ONU. No caso do Brasil, o Pnud afirma que, se for levado em conta o “IDH ajustado à desigualdade”, o índice de desenvolvimento humano do país cairia de 0,754 para 0,561 e o Brasil cairia 19 posições no ranking mundial. Países vizinhos como Argentina e Uruguai também perderiam posições, 6 e 7, respectivamente.

Entre os 20 primeiros países do ranking, classificados entre as nações com desenvolvimento humano “muito alto”, somente Países Baixos, Islândia, Suécia e Luxemburgo ganhariam posições, se levada em conta a desigualdade social. Estados Unidos, Dinamarca e Israel, por exemplo, cairiam.

Escolaridade e expectativa de vida

Um dos itens que compõem o IDH é a expectativa de anos de estudo dos cidadãos. De 2010 a 2013, esse número subiu de 14 anos para 15,2 anos, mas, desde então, não aumentou, se mantendo o mesmo em 2014 e em 2015.

A média de anos de estudo, por outro lado, manteve neste ano a trajetória de crescimento que vem sendo registrada desde 2010. Naquele ano, eram 6,9 anos. O número, então, subiu para 7,2 anos em 2012 e para 7,7 anos em 2014, por exemplo, chegando a 7,8 anos em 2015. A média brasileira, porém, está abaixo das registradas no Mercosul e nos Brics.

Outro idem levado em conta na composição do IDH é a expectativa de vida ao nascer. Segundo o relatório divulgado nesta terça, a expectativa dos brasileiros manteve a trajetória de crescimento dos últimos. De 2014 para 2015, o índice subiu de 74,5 anos para 74,7 anos.

Desde 2010, o número tem subido. Naquele ano, eram 73,3 anos, depois, em 2011, passou para 73,6 anos; 73,9 anos (2012); e 74,2 anos (2013).

Metodologia

De acordo com a ONU, o Índice de Desenvolvimento Humano leva em cosideração três fatores:

  • Saúde (expectativa de vida);
  • Conhecimento (média de anos de estudo e os anos esperados de escolaridade);
  • Padrão de vida (renda nacional bruta per capita).

Para formular o IDH, o Pnud informou que não coleta dados com os países analisados, mas, sim, checa bases de dados internacionais, como da Organização Mundial de Saúde (OMS) e da Organização Internacional do Trabalho (OIT).

De acordo com as Nações Unidas, é comum, após a divulgação do IDH, países reivindicarem melhores avaliações conforme dados próprios, contrariando o “princípio de independência” que o Pnud defende para o ranking mundial.

O IDH divulgado nesta terça foi elaborado em 2016 com base nos dados de 2015. O relatório do Pnud abrange 188 posições (no caso da China, o IDH de Hong Kong é divulgado em separado).

Segundo a ONU, o índice foi criado como uma forma de se contrapor ao critério de desenvolvimento de um país tendo como base somente o resultado de crescimento econômico, medido pelo Produto Interno Bruto (PIB).

O organismo internacional diz que outros critérios, como acesso à educação e expectativa de vida, também devem ser usados para medir o desenvolvimento de um país.

G1

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TCE-PB reunirá prefeitos para debater planejamento orçamentário e desenvolvimento sustentável

andre_carlo_pontes_torresO Tribunal de Contas do Estado da Paraíba reunirá, na próxima sexta-feira (10), os prefeitos e vice-prefeitos dos 223 municípios do estado para repassar orientações acerca de planejamento, orçamento e desenvolvimento dos municípios.

Denominado “Encontro Sobre Planejamento Orçamentário e Desenvolvimento Sustentável”, o evento – sob a coordenação do conselheiro Marcos Costa, atual dirigente da Escola de Contas Otacílio Silveira, do TCE – terá início às 8: 40 h e será aberto pelo presidente da Corte, conselheiro André Carlo Torres, no Centro Cultural Ariano Suassuna. O conselheiro Arnóbio Viana, vice-presidente do TCE, fará o encerramento do encontro.

A programação de palestras temáticas começa com abordagem do conselheiro Fernando Catão sobre ‘A Responsabilidade dos Agentes Públicos na Elaboração dos Instrumentos de Planejamento’.

O tema seguinte – ‘Visão do Ministério Público de Contas Acerca dos Instrumentos de Planejamento’ – ficará a cargo do procurador Bradson Camelo. Na sequência, a auditora de contas públicas, Adriana Falcão do Rego falará sobre ‘A Contribuição das Auditorias Operacionais para o Planejamento da Gestão e a Boa Governança’.

Depois, será a vez do presidente do Tribunal de Contas do Rio Grande do Norte, conselheiro Antonio Gilberto de Oliveira Jales, abordar o tema ‘O Comprometimento dos Gestores Públicos e Órgãos de Fiscalização com o Planejamento Orçamentário Responsável e a Sustentabilidade’.

A programação segue com apresentação, a cargo do conselheiro Arthur Cunha Lima, Ouvidor do TCE, do livro ‘Juscelino Kubitschek, Vida e Obra’, de autoria do conselheiro (aposentado) e poeta Luiz Nunes.

‘Os Impactos da Gestão Sustentável para o Cidadão’ serão tratados, em palestra conjunta, pelo auditor Flávio Roberto Gondim e pela servidora Ana Márcia Batista Alves. Em seguida, a coordenadora da Fundação Solidariedade, Núbia Virgínia Almeida Gonçalves falará sobre Objetivos do Desenvolvimento Sustentável’.

TCE-PB

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Falar com voz de bebê ajuda no desenvolvimento da criança

maeUm estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, mostrou que falar imitando a voz de bebê com crianças ajuda no desenvolvimento do cérebro do pequeno.

De acordo com a descoberta, os bebês aprendem melhor quando suas ondas cerebrais estão em sincronia com as dos pais. E mais que isso: quando a comunicação é feita por uma conversa com voz de criança ou por músicas infantis.

O estudo, que foi feito com o escaneamento dos cérebros dos bebês, também sugere que eles precisam se sentir seguros e amados para que as conexões no cérebro se formem propriamente, levando ao aprendizado efetivo.

As primeiras descobertas mostram que as crianças não aprendem tão bem quando suas ondas cerebrais e as da mãe estão fora de sintonia. Mas, quando ambos estão plenamente sincronizados, a assimilação de informação ocorre de maneira muito eficiente.

A pesquisadora Victoria Leong, que está liderando a pesquisa, afirma que o estudo tem mostrado que os bebês tendem a aprender melhor quando as mães se comunicam com eles usando uma voz bem calma e tranquila, que até imita um pouco o jeito dos próprios bebês – ela costuma chamar essa “língua” de “motherese” (linguagem de mãe, em uma tradução livre).

Ela também aponta que rimas musicais infantis também são uma forma efetiva de sincronizar o cérebro das mães com o dos bebês.

Fonte: BBC Brasil

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Ler e contar histórias para crianças ajuda no seu desenvolvimento cerebral

lerNão há hábito mais antigo do que ler e contar histórias para uma criança antes da hora de dormir. Mas além de ajuda-las a pegar no sono, essa atividade noturna ajuda no desenvolvimento cerebral dos pequenos, de acordo com um estudo publicado na edição de agosto da revista científica Pediatrics.

De acordo com os estudiosos norte-americanos já é sabido que a leitura para criança ajuda no desenvolvimento da linguagem, mas pouco foi analisado do efeito disso no cérebro infantil. Para investigar isso melhor, os especialistas analisaram o cérebro de 19 crianças com entre 3 e 5 anos enquanto ouviam histórias escolhidas para suas idades, monitorando a atividade cerebral através de ressonâncias magnéticas.

Eles perceberam que as crianças cujos os pais liam para elas com mais frequência ativavam áreas diferentes do cérebro, principalmente em uma região do hemisfério esquerdo chamado córtex de associação parietal-temporal-ocipital, onde há a integração sensorial, principalmente dos estímulos sonoros e visuais. Essa região já é estimulada em crianças maiores que leem sozinhas, mas não se imaginava que isso também ocorresse em crianças menores que ouvem histórias.
Além disso, por mais que as crianças estivessem apenas ouvindo as histórias, as que estavam mais acostumadas com esse hábito ativavam regiões cerebrais ligadas a visão também. Ou seja, elas têm maior facilidade para imaginar e ver as cenas narradas. E provavelmente crianças que desenvolvem essas habilidades nessa idade poderão desenvolver imagens e histórias apenas através de palavras no futuro. Dessa forma, é mais fácil para elas começarem a ler livros sem figuras e também estimularem sua criatividade desde novas.

minhavida

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