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Kart, lancha e descanso: família recarrega Cuca para seu retorno ao Palmeiras

Um pedido da família para que ele ficasse perto foi a razão principal para Cuca não renovar contrato com o Palmeiras em dezembro passado. Mas, depois de cinco meses de férias, a ideia de deixar Curitiba e trabalhar novamente no clube onde foi campeão brasileiro em 2016 foi bem aceita. Inclusive pelos próprios familiares. Resultado: um contrato até o fim de 2018 com o Verdão.

No período sem trabalho, apesar da intenção inicial de visitar centros maiores do futebol mundial, o técnico priorizou curtir a esposa e as duas filhas. Com elas, divertiu-se de kart, lancha, navio, descansou… Ainda aproveitou para rever velhos amigos, com quem jogou bola e baralho – ele é fã de truco e todo tipo de carteado italiano.

Com a demissão de Eduardo Baptista após a derrota para o Jorge Wilstermann, na Bolívia, o nome de Cuca passou a ser o mais comentado no Palmeiras. Era até natural. E o acerto foi rápido. Menos de 24 horas depois, o Palmeiras anunciou em seu site oficial o retorno do campeão brasileiro.

Cuca (primeiro à esquerda) com a família, brincando de kart (Foto: reprodução / Facebook)

Cuca (primeiro à esquerda) com a família, brincando de kart (Foto: reprodução / Facebook)

Cuca está com as energias recarregadas, disposto e ansioso para voltar ao trabalho. Além de tudo, chega em alta e requisitado pela torcida. De acordo com o Verdão, ele assinará contrato e será apresentado na próxima terça-feira.

O empresário dele foi sondado também pelo Changchun Yatai, clube chinês que demitiu treinador no início da semana. Mas, para Cuca interromper as férias, a preferência dele e da família era permanecer no Brasil, até porque ele será avô daqui a pouco mais de um mês. Além disso, o Palmeiras se reforçou ainda mais para esta temporada, tendo a Libertadores como prioridade.

As conversas entre as partes foram resolvidas ao longo da última sexta-feira, e a Crefisa, patrocinadora do Palmeiras, se dispôs a bancar parte do salário do treinador.

No novo contrato, até o final de 2018, ele deverá receber mais do que ganhou mensalmente entre março e dezembro para tirar o clube de uma fila de 22 anos sem título brasileiro, muito embora o Palmeiras, em sua nota oficial, tenha escrito que o contrato será “nas mesmas condições do anterior”. Terça-feira, então, é o dia do reencontro de Cuca com seu novo elenco, ainda mais recheado de estrelas e de pressão por títulos.

Cuca aproveitou as férias para jogar futebol no litoral paranaense (Foto: Reprodução/RPC)

Cuca aproveitou as férias para jogar futebol no litoral paranaense (Foto: Reprodução/RPC)

GE

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Contra o relógio: tempo de descanso até a decisão preocupa Bernardinho

‘Só mais uma pergunta, a Itália já está descansado”. A frase descontraída do técnico Bernardinho no fim da entrevista coletiva deixou clara a principal preocupação do treinador antes da final de domingo. Depois de bater a Rússia por 3 sets a 0, parciais de 25/21, 25/20 e 25/17, e garantir a vaga na decisão olímpica pela quarta vez seguida, o comandante começou a fazer contas. E o resultado não foi nada animador. Entre o fim da semifinal e o início da disputa pela medalha de ouro no Maracanãzinho, o time masculino de vôlei do Brasil terá pouco mais de 30 horas de recuperação.

A bola volta a subir às 13h (de Brasília) de domingo. Com jogadores sofrendo com o desgaste físico, Lipe e Lucarelli eram dúvida para a semifinal, jogaram e serão novamente avaliados, Bernardo também se preocupa com as horas de sono de seus atletas. Nos últimos seis jogos, o Brasil atuou por volta das 22h30. Ou seja, os jogadores se acostumaram nos últimos dez dias a irem dormir depois das 3h da manhã.

– Temos pouco mais de 30 horas até a partida. Muito pouco. E pior: com os jogos noturnos, os atletas tem ido dormir sempre às 3h, 4h da manhã. Não sei se vão conseguir dormir antes. E no domingo a final será às 13h. O sono da tarde não é o mesmo do sono da noite. É complicado – avisou Bernardinho, técnico responsável por levar o Brasil a quatro finais seguidas nos Jogos.

Bernardinho Brasil x Rússia (Foto: Juan Mabromata / AFP)Bernardinho comemora a fácil vitória pela Rússia: após um ouro e duas pratas, técnico volta a levar o Brasil à uma final olímpica (Foto: Juan Mabromata / AFP)

 

Luta pela sobrevivência

Depois de uma primeira fase irregular, com três vitórias e duas derrotas, o Brasil vem se superando a cada partida. Passada a pressão inicial, o time cresceu durante a competição. Foi assim contra a França, jogo que podia decretar a eliminação precoce, diante da Argentina, classificada como líder do Grupo B, e na vitória contra a atual campeã olímpica, a Rússia, na semifinal. Para Bernardinho, o time mostrou capacidade e caráter na hora certa.

Estamos hospedados na vila. Os jogadores andam por lá e se sentem como o Neymar. Todo mundo conhece a gente, a expectativa das pessoas é grande.
Bernardinho

– Estamos hospedados na vila. Os jogadores andam por lá e se sentem como o Neymar. Todo mundo conhece a gente, a expectativa das pessoas é grande, das mais simples aos conhecedores de vôlei. A partir do jogo contra a França, lutávamos pela sobrevivência. E o time mostrou capacidade para lidar com isso. Estávamos com as costas da parede. Contra a Argentina, um time teoricamente menos capacitado, a pressão era toda nossa. E dois se contundiram. Mais uma vez o time mostrou que tinha caráter porque ser o melhor nem sempre é o suficiente. Temos sempre que dar o nosso melhor. Sufocamos a Rússia, eles não conseguiram sair. Foi a nossa melhor atuação. A Itália tem armas diferentes, será um jogo diferente – avisou.

globoesporte

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Momentos de descanso e meditação podem fazer bem para o cérebro

Quando chega o feriado, muita gente aproveita para descansar e relaxar. No Bem Estar desta sexta-feira (2), o psiquiatra Daniel Barros e o neurologista vascular Alexandre Pieri explicaram que esses momentos de descanso da mente podem beneficiar o cérebro. Segundo os especialistas, às vezes momentos de ócio, como ler um livro ou ouvir uma música, por exemplo, ajudam a desacelerar algumas regiões cerebrais e podem fazer bem. O problema, segundo o psiquiatra Daniel Barros, é o exagero – o ideal é ter momentos de ócio, mas não deixar isso virar um excesso já que o equilíbrio é fundamental.

Há diferenças, no entanto, entre o ócio do descanso e o ócio durante o sono – quando a pessoa dorme, maior parte do cérebro fica lenta; já quando ela descansa, algumas áreas ficam mais ativas do que outras.

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Algumas pessoas, porém, têm dificuldade em se desligar e não conseguem parar de pensar nos problemas e complicações mesmo nos momentos de folga – segundo o neurologista Alexandre Pieri, esse estresse crônico pode “esquentar” muito o cérebro e queimar a massa cinzenta.

O psiquiatra Daniel Barros acrescenta ainda que pensar muitas vezes na mesma coisa pode causar ansiedade. Uma das maneiras de resolver isso é através da meditação – pegar uma vela, por exemplo, e ficar olhando para ela pode ajudar a “limpar” a cabeça e a relaxar. Vale ressaltar, porém, que a meditação não aumenta a criatividade, apenas esvazia a mente e relaxa, além de outros benefícios. A criatividade e as ideias, portanto, vêm dos momentos de devaneio e descanso, como explicou o médico.

 

 

G1