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Defesa Civil começa a cadastrar CEPs da PB para alertar sobre desastres

Defesa Civil começa a enviar mensagens por celular (Foto: Portal Correio)

A população da Paraíba já está recebendo mensagens de texto no celular para ver alertas sobre risco de desastres naturais. O serviço é coordenado pela Defesa Civil Nacional e só chegaria à Paraíba em junho, mas desde 26 de fevereiro deste ano que a nacionalização foi antecipada.

Para participar, é necessário enviar o CEP de seu endereço para o número 40199. O serviço não tem custo. Ao fim do cadastro, o usuário é informado se o celular está apto a receber alertas de  inundações, alagamentos, temporais, perigo de deslizamentos de terra, entre outros, e recomendações da Defesa Civil. Se o usuário desejar, é possível cancelar o recebimento dos alertas por mensagem de celular.

Os alertas são enviados pelo Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres (Cenad) e pelas Defesas Civis dos estados. Também será realizada campanha informativa nos meios de comunicação. O acompanhamento executivo do serviço de alertas por SMS é feito pela ABR Telecom.

O sistema foi desenvolvido pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) em parceria com os órgãos de Defesa Civil e as operadoras de telefonia móvel.

Expansão

Depois de um período de testes, o grupo coordenado pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), e que conta com representantes do Cenad, definiu a expansão do serviço de alerta de desastres naturais para  todo o Brasil. Cerca de 20 países contam com serviços semelhantes, como Canadá, Chile, Bélgica, Filipinas e Japão.

O projeto piloto começou em fevereiro de 2017 em 20 municípios de Santa Catarina. O sistema também foi implantado, em junho, em cinco cidades do Paraná. Desde outubro, todos os moradores dos estados do Paraná e de Santa Catarina podem cadastrar as linhas móveis para receber mensagens de alerta de desastres naturais enviadas por SMS para celulares. O serviço foi implantado no Estado São Paulo em novembro de 2017.

No dia 15 de janeiro deste ano, os moradores de Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e Goiás passaram a receber o SMS de alerta de riscos e em 19 de fevereiro, o projeto teve início no Distrito Federal, Mato Grosso e Tocantins.

 Portal Correio

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Homens têm pesadelos com desastres e mulheres com traições, diz estudo

Foto: Getty Images
Foto: Getty Images

O estudo mais abrangente sobre pesadelos feito por psicólogos da Universidade de Montreal descobriu que os fenômenos são diferentes de acordo com o gênero. A pesquisa entrevistou 572 pessoas sobre cerca de 10 mil sonhos e concluiu que os tormentos são bastante diferentes. As informações são do Daily Mail.

 

Os pesadelos dos homens foram mais propensos a apresentar temas de desastre ou calamidade, como inundações, terremotos e guerra. Por outro lado, os conflitos de relacionamento, como aqueles com cônjuge, parente ou colega de trabalho foram muito mais frequentes nos pesadelos das mulheres – e raro nos grupo masculino.

 

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Os indivíduos que aparecem em sonhos ruins também variaram de acordo com o gênero. As mulheres mostraram ter pesadelos com pessoas conhecidas e em ambientes familiares, já muitas das cenas e personagens de pesadelos dos homens foram completamente fictícios.

 

Existem várias explicações possíveis para tudo isso, o professor Antonio Zadra, co-autor do estudo e um dos pesquisadores de sonhos mais importantes do mundo, disse que poderia ser até a evolução e, por exemplo, o papel profundamente enraizado do macho como o protetor, sempre à procura de ameaças físicas à sua família. Alguns especialistas acreditam que a principal razão de sonhar é preparar nossas mentes para sobreviver a situações perigosas.

 

“No caso dos homens, pesadelos poderiam ser um retrocesso para momentos em que a sua sobrevivência foi baseada na em luta ou fuga”, disse Zadra.

 

Outra teoria é baseada no pressuposto de que todos os nossos sonhos estão enraizados em nossos interesses reais e medos. Na “vida real”, os homens e os meninos gostam de assistir a filmes de terror e suspense, enquanto as mulheres preferem dramas emocionais. O mesmo ocorre nos pesadelos.

 

O estudo também descobriu que os sonhos e pesadelos ruins dos homens tendem a ser mais agressivos. O que as pessoas podem não perceber é que a maioria dos pesadelos começa bastante calmo, mas, em seguida, um evento funciona como um gatilho para as sensações ruins.

 

 

 

Terra 

Famílias atingidas por desastres naturais serão beneficiadas pelo Minha Casa, Minha Vida

Divulgação/Governo de Tocantins
Divulgação/Governo de Tocantins

Famílias que ficarem desabrigadas após serem atingidas por desastres naturais poderão adquirir casas pelo programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV). A decisão foi publicada na portaria interministerial 01/2013, pelos ministérios das Cidades e da Integração Nacional nesta quinta-feira (25). O documento determina que as famílias afetadas por inundações, escorregamento de encostas, destruídas ou interditadas definitivamente poderão receber os imóveis, desde que se enquadrem nas regras do programa.

O Ministério da Integração também deverá reconhecer a impossibilidade da permanência das famílias nos locais atingidos por desastres naturais.

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Estados, municípios e Distrito Federal deverão encaminhar ao Ministério da Integração Nacional, no prazo máximo de 45 dias da ocorrência do desastre natural, um Plano de Trabalho específico voltado à reconstrução das unidades habitacionais. O prazo poderá ser prorrogado por mais 45 dias.

 

Minha Casa, Minha Vida

De acordo com o sétimo Balanço do PAC, apresentado no dia 10 de junho de 2013, o Programa Minha Casa, Minha Vida alcançou 1,2 milhão de moradias entregues até abril deste ano. Mais de 1,5 milhão de unidades foram contratadas e, até 2014, serão 2,4 milhões de moradias contratadas em todo o Brasil.

A meta do programa, criado em 2009 e que entra agora em sua segunda fase (2011-2014), é construir dois milhões de unidades habitacionais, das quais 60% são voltadas para famílias de baixa renda. Em 2010, após um ano de atividade, o Minha Casa, Minha Vida atingiu a meta inicial de um milhão de contratações.

O Decreto 7499/2011, que regulamenta a lei do Minha Casa Minha Vida, determina que as famílias que tiveram seu único imóvel destruído por desastres naturais e que se enquadrem às normas do programa, ficarão dispensadas do pagamento do imóvel. Os recursos destinados seguirão os normativos específicos do programa. O Ministério da Integração fará a reurbanização da área afetada pelo desastre para implantar a infraestrutura pública associada aos empreendimentos habitacionais.

O programa, na área urbana, é dividido por 3 faixas de renda mensal: até R$ 1.600 (faixa 1), até R$ 3.100 (2) e até R$ 5 mil (3).

 

Desastres naturais

 

Há uma grande diversidade de desastres naturais, humanos e mistos, conforme classificação adotada pelo Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil e aprovada pelo Conselho Nacional Proteção de Defesa Civil, a Codificação de Desastres, Ameaças e Riscos.

A realidade brasileira, neste contexto de desastres, pode ser caracterizada pela frequência dos desastres naturais cíclicos, especialmente as inundações em todo o País, seca na região Nordeste e um crescente aumento dos desastres humanos, devido ao crescimento urbano desordenado, às migrações internas e ao fenômeno da urbanização acelerada sem a disponibilidade dos serviços essenciais.

 

Fonte:

Ministério das Cidades

Emissoras de rádio e TV deverão veicular alertas sobre desastres naturais

alertaUm novo projeto de lei destinado a tornar mais ágil a comunicação de desastres naturais pode ser colocado em votação na Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT), anunciou o Senado, na última sexta-feira (18/1).
De acordo com a proposta, um mesmo número de telefone de emergência deveria ser estabelecido para todo o território nacional. As concessionárias de rádio, televisão e telefonia celular teriam “o dever de colaborar com o interesse público, por meio da divulgação de alertas sobre a possibilidade de ocorrência de desastres”.
“Trata-se de medida de elevada importância, que visa a facilitar o acionamento do serviço em situação de desastre, quando as pessoas estão mais vulneráveis e, muitas vezes, em pânico”, afirma o senador Rodrigo Rollemberg (PSB-DF).
O projeto original estabelecia a criação de um Centro de Prevenção de Desastres Climáticos. Contudo, a medida foi considerada inconstitucional. Segundo a Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA), o projeto sofria de “vício de iniciativa”, por estabelecer a criação de um órgão federal – o que só poderia ser feito por iniciativa do próprio Poder Executivo.
Portal IMPRENSA

Termina no próximo dia 30 o prazo para que coordenadores de Defesa Civil respondam pesquisa “Desastres e Infância”

Brasília, 10 de janeiro de 2013 – Com a preocupação de garantir os direitos da infância e adolescência antes (prevenção/preparação), durante (resposta) e depois (reconstrução/recuperação) de uma situação de emergência, como as fortes chuvas que atingem algumas regiões do Brasil nesta época do ano, o UNICEF e o governo federal estão levantando informações sobre ações de redução de riscos de desastres e as condições de atendimento às crianças e aos adolescentes em situações de emergência. Esse levantamento está sendo feito por meio de uma pesquisa on-line que deve ser respondida por todos os coordenadores estaduais e municipais de Defesa Civil até o próximo dia 30 de janeiro. Os resultados serão utilizados para a elaboração de propostas de redução de risco de desastres em parceria com as escolas e outros programas sociais.

A pesquisa “Desastres e Infância” é uma parceria entre o UNICEF, a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR), a Secretaria Nacional de Defesa Civil do Ministério da Integração Nacional, o Núcleo de Tecnologias e Educação a Distância em Saúde e o Departamento de Saúde Comunitária da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Ceará e o Centro Universitário de Estudos e Pesquisas sobre Desastres da Universidade Federal de Santa Catarina.

A pesquisa está disponível em http://www.nuteds.ufc.br/unicef

Assessoria de Comunicação do UNICEF no Brasil

Governo federal espera salvar vidas com plano de combate a desastres naturais

Planalto tomou iniciativa após tragédias recentes, sobretudo os deslizamentos na região serrana do Rio de Janeiro (Foto: Roberto Stuckert Filho/PR)

São Paulo – Os recentes deslizamentos e enchentes ocorridos no Brasil foram a principal motivação do governo federal para elaborar o Plano Nacional de Gestão de Riscos e Resposta a Desastres Naturais, lançado hoje (8) em Brasília com a presença de governadores, ministros e da presidenta Dilma Rousseff.

“Nos mobilizamos a partir de todas essas experiências dramáticas vividas pelo país”, reconheceu Dilma, destacando os desmoronamentos que, em janeiro de 2011, deixaram cerca de 1,5 mil mortos na região serrana do Rio de Janeiro.

A presidenta também inaugurou hoje as novas instalações do Centro Nacional de Gerenciamento de Risco e Desastres (Cenad) na capital federal. De acordo com o governo, o plano irá mapear as áreas de risco no país e estruturar um sistema de monitoramento, alerta e resposta a desastres naturais. O objetivo é proteger vidas, garantir a segurança das pessoas, minimizar os danos decorrentes de desastres e preservar o meio ambiente.

“Queremos fazer com que o Plano Nacional de Gestão de Riscos e Resposta a Desastres Naturais mostre que o Brasil é capaz de tomar a iniciativa no combate às tragédias climáticas e que tem recursos humanos suficientes para fazê-lo”, destacou Dilma Rousseff. “E, de fato, contamos com a principal e mais nobre característica do ser humano: a capacidade de criar soluções diante da força imensa da natureza.”

Plano

O plano terá quatro eixos de atuação: prevenção, mapeamento, monitoramento e resposta. A prevenção diz respeito às obras para evitar os desastres naturais: contenção de encostas, drenagem urbana e controle de inundações, por exemplo. Como nem só de chuvas intensas são feitas as tragédias, o plano também prevê a construção de sistemas de captação, distribuição e armazenamento de água potável nas regiões do semiárido nordestino mais afetadas pela seca.

Já o mapeamento deve detectar, até 2014, as áreas sujeitas a deslizamento e enchentes em 821 municípios prioritários espalhados pelo Brasil. Ao conhecer as áreas de risco, os governos municipais, estaduais e federal poderão propor soluções que se antecipem às chuvas. O Executivo nacional também apoiará a elaboração de cartas geotécnicas de aptidão urbana, que permitirão o estabelecimento de diretrizes urbanísticas para o projeto de novos loteamentos.

Para o monitoramento, o país contará com o trabalho do recém-inaugurado Cenad, além do Centro Nacional de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais (Cemaden), criado há nove meses. Será um trabalho interligado: o Cemaden enviará ao Cenad alertas sobre possíveis ocorrências de desastres, e o Cenad transmitirá esses alertas aos estados, municípios e a outros órgãos federais.

“É uma iniciativa que implica a articulação de quase todos os ministérios de meu governo”, disse a presidenta. “O que se opera nos centros de monitoramento e a relação com todas as defesas civis é o eixo principal de nossa atuação. Mas tem também a articulação com as forças armadas.” Assim o governo espera dar resposta imediata aos desastres naturais que, em que pesem as medidas de prevenção, teimam em ocorrer.

Para tanto, o plano contará com investimentos federais de R$ 15 bilhões. “Faço um apelo aos governadores aqui presentes: por favor, acelerem os projetos porque os recursos já estão disponíveis”, cutucou Dilma Rousseff, lembrando que as verbas poderão ainda promover o desenvolvimento de tecnologia própria contra as tragédias climáticas. “A informação é estratégica no combate aos desastres. Não queremos mais falar com o Pezão [Luiz Fernando, vice-governador do Rio] pelo telefone da padaria, o único que funcionava na região serrana”, ironizou. “Teremos de ter estruturas de comunicação móveis, que já são feitas no país.”

Prevenção

Em entrevista à Agência Fapesp, o secretário de Políticas e Programas de Pesquisa e Desenvolvimento do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Carlos Nobre, explica que o investimento em prevenção pode reduzir em até 90% o número de vítimas fatais e diminuir em cerca de 35% os danos materiais decorrentes dos desastres. “Além de poupar vidas, a economia com os prejuízos econômicos já compensa com sobras todos os investimentos”, disse.

De acordo com Nobre, a engenharia terá um papel cada vez mais importante na prevenção à medida que os desastres naturais se tornarem mais extremos por consequência das mudanças climáticas. Mas lembra que os municípios deverão cumprir uma série de requisitos antes de pleitear verbas federais para as obras que salvarão vidas no futuro.

Devem, por exemplo, incorporar as ações de proteção e defesa civil no planejamento municipal, identificar e mapear as áreas de risco de desastres naturais, impedir novas ocupações e vistoriar edificações nessas áreas. E aqui entra a importância dos estudos geotécnicos.

“As cartas geotécnicas são documentos cartográficos que reúnem informações sobre as características geológicas e geomorfológicas dos municípios, identificando riscos geológicos e facilitando a criação de regras para a ocupação urbana”, diz Kátia Canil, pesquisadora do Laboratório de Riscos Ambientais do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT). “Com a obrigatoriedade desse instrumento, expressa na lei, poderemos ter estratégias de prevenção de desastres traçadas com base no conhecimento técnico e científico.”

redebrasilatual

Governo e Unicef assinam protocolo de proteção as crianças e adolescentes em situação de desastres

Crianças e adolescentes são mais vulneráveis em situações de risco e desastre. Para proporcionar uma maior proteção a essas pessoas, o Governo brasileiro assinou, na quarta-feira (11), o Protocolo Nacional para a Proteção Integral de Crianças e Adolescentes em Situação de Riscos e Desastres. na quinta (12) foi a vez de Governo e Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) assinarem um protocolo de intenções para criar estratégias de implementação para essa proteção.

O protocolo de intenção foi firmado nessa quinta-feira (12), no marco da 9ª Conferência Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente, que termina neste sábado (14), em Brasília (DF). A assinatura do documento ocorreu justamente no dia que o Governo Federal publicou a portaria interministerial que institui o Protocolo Nacional.
Tati Andrade, especialista em programas do Unicef, explica que o documento é uma espécie de “acordo de cooperação” entre Governo e Unicef para discutir ações de implementação do Protocolo Nacional. De acordo com a especialista de programas, o Protocolo Nacional para a Proteção Integral de Crianças e Adolescentes em Situação de Riscos e Desastres tem o objetivo de “normatizar o atendimento de crianças e adolescentes antes, durante e após desastres”.
Tati explica que o documento, elaborado por um grupo interministerial com o apoio do Unicef, compreende ações em todas as fases, desde a prevenção de desastres e preparação para a minimização dos efeitos, até aspectos ligados à assistência durante a situação de emergência e a recuperação após o desastre. “Estamos felizes com a decisão do Governo [de firmar o protocolo]. A prioridade de crianças e adolescentes deve acontecer na prática”, comenta.
Amparado por normativas e declarações que destacam a prioridade e os direitos fundamentais de crianças e adolescentes – como a Constituição Federal brasileira, o Estatuto da Criança e do Adolescente, e Declarações internacionais -, o texto do Protocolo Nacional destaca que a proteção de crianças e adolescentes deve ser prioridade.
“Isso porque tais grupos etários são especialmente vulneráveis em situações de riscos e desastres, não apenas pelas consequências imediatas (riscos de morte, maior exposição a doenças e violência), mas também em longo prazo, com relação ao seu desenvolvimento futuro (atraso escolar, sofrimento psíquico, reabilitação motora, entre outros)”, justifica o documento.
As ações do Protocolo deverão ser implementadas a partir da cooperação entre União, Estados e Municípios. A articulação das entidades envolvidas na implementação das atividades previstas no Protocolo e o acompanhamento e a avaliação dessas atividades ficarão a cargo do Comitê Gestor Nacional, coordenado pela Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República e pelo Ministério de Integração Nacional.

Karol Assunção/Adital
Focando a Notícia