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Policial do 4º BPM fica em segundo lugar em etapa do Desafio das Serras em Bananeiras

O soldado Edinaldo, que atual na Ciclopatrulha do 4º BPM (Batalhão de Polícia Militar), conquistou no último sábado (13), o segundo lugar geral na categoria Elite 10km da 2ª etapa do Desafio das Serras Off Road Extremo, que foi realizado em Bananeiras. O tempo dele na corrida, que teve em torno de 800 participantes e é feita em estradas de barro, com ladeiras e muita lama, foi de 46min23seg.

O Desafio das Serras Off Road Extremo é um circuito com quatro etapas que incluem as modalidades de corrida em trilha e mountain bike e é realizado em três Estados além da Paraíba: Rio Grande do Norte, Ceará e Pernambuco. A primeira etapa aconteceu na Serra de São Bento-RN e a próxima será realizada nos dias 7 e 8 de setembro em Pacoti-CE.

O soldado Edinaldo, que faz parte da equipe Militares Runners PB, também tem participado de corridas de rua em várias cidades paraibanas e conquistado excelentes resultados.

 

Assessoria 4º BPM

 

 

Menina de 7 anos morre ao participar do ‘desafio do desodorante’

Créditos: Facebook/Reprodução

Uma menina de 7 anos morreu após inalar desodorante aerosol enquanto participava de um desafio disseminado nas redes sociais. A tragédia aconteceu no sábado, em São Bernardo do Campo, em São Paulo. A família de Adrielly Gonçalves tentou socorrer a menina, mas ela chegou morta à Unidade de Pronto Atendimento (UPA). Agora, parentes da criança estão fazendo campanha nas redes sociais para alertar sobre o perigo de menores de idade repetirem ações irresponsáveis divulgadas na internet.

O “desafio do desodorante” consiste em inalar o produto pelo maior tempo que a pessoa conseguir suportar. “Ela, criança inocente, colocou o desodorante direto na boca e desmaiou, tendo parada cardíaca em sequência”, diz o texto divulgado no domingo por parentes da menina no Facebook.

— O que não pude fazer por minha filha vou fazer por outras pessoas, para que essa tragédia não aconteça novamente — disse Márcia Gonçalves, mãe da criança.

Adrielly estava brincando em casa quando espirrou o spray diretamente na boca e segurou o ar, passando mal instantaneamente. Segundo a tia e madrinha dela, Lásara de Oliveira, de 34 anos, a sobrinha assistiu a um vídeo na web que mostrava uma pessoa ensinando o desafio. Outras versões da prática perigosa envolvem congelar partes do corpo com o spray.

“Gostaria de alertar aos pais que fiquem de olho nos conteúdos que os filhos pesquisam na internet”, afirma o post sobre a menina “linda e muito amada”. “Peço que rezem, orem pela mãezinha dela, Marcia Gonçalves, pois ela está desolada. Uma tristeza que espero que nem uma mãe pai familiar venha passar”, completa a mensagem.

A caçula estava prestes a começar os estudos no segundo ano do ensino fundamental. Ela tinha quatro irmãos mais velhos, de 23 anos, 17, 13 e 10. Era a única menina. Seu corpo foi velado e enterrado no domingo.

— Foi muito triste. Ela assistiu a um vídeo na internet e, na noite de sábado, aspirou o desodorante na boca, imitando o desafio. Segurou o ar, mas infelizmente deu parada caríaca. Levamos para a UPA, mas ela já chegou lá em óbito — disse Lásara.

A madrinha da pequena Adrielly ressaltou a importância de os pais ficarem de olho no que as crianças veem na web, principalmente quando começam a imitar o que influenciadores digitais publicam nas redes sociais.

O Globo

 

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“Desafio do dedo” bomba na internet e mulheres compartilham foto seminuas

A primeira vista pode parecer impossível, mas diversas meninas estão compartilhando na internet fotos em que elas cobrem os seios e as partes íntimas com apenas um dedo. A maluquice se trata do “One finger selfie challenge”, que ficou conhecido em português como o “desafio do dedo”.

O desafio do dedo viralizou na internet, graças a uma ilustração japonesa e vídeo de uma youtuber
Reprodução/Instagram

O desafio do dedo viralizou na internet, graças a uma ilustração japonesa e vídeo de uma youtuber

De acordo com o jornal britânico “Daily Mail”, o tal desafio começou com um desenho de um ilustrador japonês. Sky-freedom fez uma ilustração de uma personagem tirando uma “selfie” no espelho em que cobria o necessário com seu dedo indicador.

O desenho do ilustrador japonês iniciou o desafio
Sky-Freedom

O desenho do ilustrador japonês iniciou o desafio

Depois da ilustração, mais um passo foi responsável por viralizar o desafio. A youtuber norte-americana Aimee Davison, ao ver o desenho do ilustrador japonês tentou reproduzí-lo na vida real. De roupas, Aimee fez um vídeo tentando cumprir o desafio, e se tornou a primeira pessoa real a completá-lo.

O vídeo da americana teve mais de 800 mil vizualizações e fez com que várias mulheres tentassem cumprí-lo. As que conseguiram, compartilharam as fotos seminuas nas redes sociais.

O segredo para as fotos não mostrarem partes indesejadas é que a foto seja feita em frente ao espelho. Com a dupla imagem do dedo – o real e o refletido pelo espelho – e um ângulo correto da câmera é possível fazer com que eles cubram completamente as partes íntimas e os seios.

Outras versões

Depois da brincadeira ficar famosa, é claro que surgiram outras versões. Ao invés de um dedo, essa mulher decidiu burlar um pouco as regras para uma foto mais divertida, e usou dois dedos para cobrir suas intimidades.

E os homens também decidiram começar a brincar. Este homem usou apenas a ponta do dedão, que fazia um “joinha” para cobrir seu pênis.

A própria criadora do vídeo, Aimee Davison, compartilhou uma foto dela cumprindo o desafio, desta vez, sem as roupas, mas em uma versão diferente: com o polegar, agradecendo pela repercussão do vídeo.

Outro desafio polêmico

Outro desafio envolvendo foto e o corpo de mulheres também virou polêmica: o “Desafio da cintura A4”. Ele bombou na China e consistia em mulheres que posavam com uma folha de papael A4 em frente à barriga, mostrando que a cintura não ultrapassaria a medida do papel que é de apenas 20 centímetros.

Fonte: Delas – iG

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RC fala de desafio de governar com orçamento menor e declara quadro da PB como “preocupante”

ricardo_coutinhoA queda da arredação com ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) e do repasse do Fundo de Participação do Estado (FPE) caiu, até agosto, R$ 345 milhões em relação ao mesmo período do ano passado, foi o que informou o governador Ricardo Coutinho (PSB).

Ele falou sobre o desafio de governar o estado com um orçamento menor do que na sua primeira gestão. Segundo Coutinho, serviços não foram fechados porque a administração estadual tem feito remanejamentos de orçamento, tirando de uma área e direcionando para outra.

“Este ano, até agosto, a perda real de ICMS e FPE chega a R$ 345 milhões, do FPE R$250 milhões e o restante de ICMS. O desmantelo da economia nacional está nos maltratando e nós, no meio de tudo isso, não fechamos nenhum serviço, estamos mantendo, agora eu sei o custo disso, ou seja, tira de um lado, coloca em outra, e vamos tocando para que os serviços não fecham ou não percam a qualidade”, declarou.

Para o governador, o quadro dos estados brasileiros para 2017, especialmente, a Paraíba é preocupante. “Se observar bem, é um quadro preocupante para todos os estados, e particularmente, para a Paraíba”, disse.

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Amamentar é um desafio? Saiba o que dificulta ou impede a prática

Amamentar é um ato muito benéfico para mãe e bebê. O leite materno é o único alimento do neném nos seis primeiros meses e, de acordo com a Organização Mundial da Saúde, o recomendado é que a amamentação complementar aconteça até os dois anos de idade. Mas nem sempre isto é possível.

Deborah Secco, Fernanda Gentil e Sandy já declararam sofrer com dificuldades para amamentar, e os motivos são os mais diversos. Deborah contou que suas próteses de silicone trouxeram o problema. A jornalista contou em uma foto nas redes sociais que o seu leite secou. Já a cantora Sandy, disse que seu leite demorou muito a descer.

Muitas mulheres têm dificuldade para amamentar. Saiba por que isso pode acontecer
Thinkstock/Getty Images

Muitas mulheres têm dificuldade para amamentar. Saiba por que isso pode acontecer

A ginecologista e obstetra Maria Elisa Noriler informa que são dois os hormônios maternos responsáveis pela amamentação: a prolactina e a ocitocina. O primeiro estimula a produção de leite “e a ocitocina faz contrair os ductos e facilita a ejetar o leite”, explica.

Quaisquer fatores que impeçam a produção desses hormônios, também impedem que a amamentação seja feita com facilidade, mas a médica afirma que existem versões para administração nasal ou oral deles que possibilitam a prática.

Cirurgias

A reclamação de Deborah Secco é o silicone. Maria Elisa explica que atualmente a prótese é colocada atrás do músculo, com incisões na na axila ou na parte de baixo da mama, e portanto não traz problemas à amamentação.

Cirurgias mais antigas, feitas há cerca de dez anos, eram realizadas com incisões no mamilo, e com a prótese na frente do músculo, e isso sim pode dificultar ou até impedir que a mãe amamente, segundo a ginecologista.

A cirurgia que pode, de fato, impedir a prática é a mamoplastia redutora, conhecida como cirurgia de redução dos seios. “Com a incisão e cicatriz na aréola, a mulher pode ter dificuldade em amamentar porque há chance de ter lesão dos dutos areolares, que levam o leite”, explica Maria Elisa.

Outras condições

A ansiedade, comum a muitas mães é um fator que pode deixar a amamentação mais difícil, ela pode atrapalhar a produção dos hormônios e, consequentemente, do leite materno.

Outro fator muito corriqueiro que deixa o processo mais complicado é o cansaço. As mães, principalmente nos primeiros dias e meses do bebê dormem muito pouco, e Maria Elisa é categórica: “Descansar é fundamental para produzir leite”. Quando pequeno, o neném chega a dormir até 18 horas por dia, mas troca o dia pela noite, então a solução da ginecologista e obstetra é tentar dormir quando o bebê dorme também.

Uma condição muito séria é a depressão pós-parto que pode impossibilitar que mãe amamente sua criança. “Nesse caso, o vínculo afetivo é cortado e a mãe não tem vontade de ficar com o bebê”, conta Maria Elisa. O laço afetivo entre mãe e bebê é muito importante, ele auxilia na produção de prolactina.

“O bebê não pega o peito”, é uma reclamação muito comum das mães. A ginecologista afirma que nesses casos, a mãe deve ser orientada. Maria Elisa conta que é frequente o leite não descer nos primeiros dias: “É muito comum que descida do leite aconteça apenas no terceiro dia”. E uma crença errada é de que se o bebê pegar apenas o mamilo, o leite desce: a aréola também deve estar na boca do neném, de acordo com a ginecologista.

Contra indicação

Algumas doenças podem até não interferir na produção ou descida do leite, mas se mãe ou bebê portarem-nas, a amamentação é contra indicada.

“Mulheres HIV positivo não podem amamentar”, conta Maria Elisa, por conta do risco de contágio.

Mães que têm câncer e estão fazendo tratamentos quimioterápicos também precisam consultar o médico sobre a permissão de amamentar, pois alguns destes tratamentos contrainidicam a prática.

Mulheres com herpes zoster ativa – que se trata da reativação do vírus da catapora, causando erupções dolorosas na pele – também não deve dar o seio ao filho.

Uma doença do bebê, que é identificada no teste do pezinho e impossibilita a mãe de amamentar é a galactosemia. “O bebê tem deficiência na proteína que converte galactose em glicose, e pode acumular a substância”, conta a ginecologista.

 

iG

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Paraíba tem mais de um milhão de portadores de deficiência e o desafio da inclusão

deficienciaA Paraíba tem, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), 1.045.962 de pessoas portadoras de algum tipo de deficiência. E, nesta quarta-feira (03), elas celebram o Dia Internacional das Pessoas com Deficiência.  Porém, os paraibanos com necessidades especiais ainda enfrentam um grande desafio: o da inclusão. Conforme o Censo 2010 do IBGE, 56,24% dos paraibanos que possuem deficiência não estão exercendo nenhum tipo de ocupação. Significa que 588.271 pessoas incluídas nesse perfil estão desocupadas. Dessas, 294.492 (50,06%) estão em idade ativa, ou seja, entre 18 e 64 anos de idade.

A Lei 7.853, de 1989, foi a primeira a recomendar a criação de reserva de mercado de trabalho nas entidades da administração pública e nas empresas do setor privado. Em 1990, a Lei 8.112, que instituiu o regime jurídico dos servidores públicos civis da União, das autarquias e das fundações públicas federais, estabeleceu a reserva de até 20% das vagas oferecidas em concursos para as pessoas com deficiência. E em 1991, a Lei 8.213, que dispõe sobre os benefícios da Previdência Social, determinou que as empresas com 100 empregados ou mais estão obrigadas a preencher de 2% a 5% de seus cargos com pessoas com deficiência, a chamada Lei de Cotas.

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No entanto, entre o portador de deficiência e o emprego ainda há um grande abismo a ser ultrapassado que é o do preconceito. Os números comprovam isso. Conforme o IBGE, há na Paraíba, atualmente, 28.280 jovens entre 20 e 24 anos com algum tipo de deficiência e que estão desocupados. Entre 25 e 29 anos são 24.722 portadores de deficiência que não exercem ocupação. Já entre os paraibanos entre 30 e 34 são 24.589 os que estão fora do mercado de trabalho.

A Paraíba tem 823.039 pessoas portadoras de deficiência visual, 320.140 com deficiência motora, 230.140 com deficiência auditiva e 62.058 com deficiência intelectual.

João Pessoa garante acesso aos portadores de deficiência

Em João Pessoa os portadores de necessidades especiais contam com locais onde é possível trabalhar essa inclusão. Exemplo disso é o Centro de Referência Municipal para Inclusão da Pessoa com Deficiência (CRMIPD), que integra a rede de Proteção Social Especial de Média Complexidade do Sistema Único da Assistência Social (SUAS).

Esse foi o primeiro Centro municipalizado do país a oferecer atendimento especializado às pessoas com deficiência. Implantado em dezembro de 2005 pela Prefeitura de João Pessoa – por meio de uma ação intersetorial integrada entre as Secretarias de Desenvolvimento Social (Sedes), Saúde (SMS) e Educação (Sedec) – o Centro tem como objetivo a habilitação e a reabilitação, através de serviços especializados, de crianças adolescentes  jovens e adultos com deficiência, distúrbio de comportamento e/ou de aprendizagem, buscando dar-lhes condições para o exercício pleno de sua cidadania.

No âmbito da assistência social, como prevê a Política Nacional de Assistência Social (PNAS), as ações desenvolvidas são voltadas para a valorização, a convivência familiar e comunitária, a inclusão social e o protagonismo dessas pessoas na sociedade. Acompanhados por profissionais de Serviço Social, os usuários participam de encontros, rodas de diálogos e atividades de lazer, para fins de promoção de inclusão da pessoa com deficiência.

O Centro oferece, ainda, cursos de Língua Brasileira de Sinais, para usuários, familiares e comunidade, bem como: oficinas Psicopedagógicas (Sala de Recursos Multifuncionais, Brinquedoteca, Teatro e Musicoterapia); Fonoaudiologia Clínica; Fisioterapia e Psicologia Clínica; Atendimento Especializado: Avaliações Médicas (Pediatra, Neurologista e Fisiatra) e, orientação e encaminhamento para os demais serviços e programas da PMJP.

A Funad

Uma Fundação criada pela Lei nº 5.208 de 18 de Dezembro de 1989, tendo como atribuição básica habilitar, reabilitar, profissionalizar e inserir no mercado de trabalho, pessoas com deficiência, bem como desenvolver programas de prevenção e capacitação de recursos humanos. Gerencia, ainda, as ações de educação especial em todo o Estado.

São atendidas pela Fundação, pessoas com deficiência mental, visual, auditiva, física, múltipla, acidentados do trânsito, do trabalho, sequelados de hanseníase e pessoas com necessidades educativas especiais.

Dia Internacional das Pessoas com Deficiência

Em 1992, a ONU instituiu o Dia Internacional das Pessoas com Deficiência, que passou a ser comemorado todo dia 03 de dezembro. Com a criação dessa data, a ONU tinha como objetivo principal conscientizar a população a respeito da importância de assegurar uma melhor qualidade de vida a todos os deficientes ao redor do planeta. É importante, no entanto, que todos tenham em mente que as pessoas com deficiência não são menos capacitadas e, assim como todas as outras, possuem direitos e deveres assegurados.

 

BlogdoGordinho

Projeto internacional: Fiocruz dá início a desafio para ‘eliminar a dengue’ no Brasil

Foto:  Divulgação
Foto: Divulgação

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) dá início a um projeto internacional para erradicar a dengue, reduzindo a transmissão do vírus pelo mosquito. ‘Eliminar a Dengue: Desafio Brasil’ começa no bairro de Tubiacanga, na Ilha do Governador, no Rio, mas é estudado pela equipe da Fiocruz desde 2012.  O estudo consiste em uma abordagem inovadora para reduzir a transmissão do vírus da dengue pelo mosquito Aedes aegypti de forma natural e autossustentável . Os “desafios” da dengue já são enfrentados em diversos países como Austrália, Vietnã e Indonésia sendo o Brasil o primeiro das Américas a recebê-lo.

Os estudos de campo preveem a liberação dos mosquitos Aedes aegypti com a bactéria Wolbachia — uma bactéria naturalmente encontrada no meio ambiente. Quando presente no Aedes, ela é capaz de impedir a transmissão da dengue pelo mosquito .

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Naturalmente presente em cerca de 60% dos insetos no mundo (incluindo diversas espécies de mosquitos, como o pernilongo), não existem evidências de qualquer risco da Wolbachia para a saúde humana ou para o ambiente.

“Estamos diante de uma estratégia científica inovadora e segura, que poderá contribuir para o controle da dengue e para a melhoria da saúde da população , comenta otimista Luciano Moreira pesquisador da Fiocruz e líder do projeto no Brasil.

“Após dois anos de estudos preparatórios, é empolgante ver o projeto avançando para esta fase no Brasil, onde contamos com a liderança científica da Fiocruz”, completou Scott O’Neill, coordenador internacional do Programa.  A iniciativa é sem fins lucrativos e integra o esforço internacional do Programa ‘Eliminate Dengue: Our Challenge’ (Eliminar a Dengue: Nosso Desafio).

Cerca de dez mil mosquitos Aedes aegypti com Wolbachia serão liberados semanalmente pelos pesquisadores — número similar aos protocolos adotados com sucesso na Austrália. As liberações acontecerão por aproximadamente três ou quatro meses, de acordo com a avaliação dos cientistas.

Para reduzir o incômodo da população, antes do início da liberação dos mosquitos com Wolbachia, os pesquisadores, em conjunto com a Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro, realizaram uma etapa chamada de supressão dos criadouros. “Buscamos com esta medida diminuir o desconforto para os moradores de Tubiacanga, que sempre apoiaram esta iniciativa científica”, Luciano reforça.

O projeto propõe uma abordagem sustentável e de longo prazo, pois, após o estabelecimento de Aedes aegypticom Wolbachia no ambiente, a bactéria é transmitida naturalmente para as gerações seguintes de mosquitos.  “Assim, o método se torna autossustentável: os mosquitos com Wolbachia predominam sem que precisemos soltar constantemente mais mosquitos com a bactéria”, explica Luciano. Estudos de larga escala previstos para 2016 em outras localidades do Rio de Janeiro poderão avaliar o efeito desta estratégia em reduzir a incidência de dengue.

Brasil é o primeiro país das Américas a receber estudo inovador sobre a dengue

Foto:  Divulgação

 

O Dia Online 

Desafio do balde de gelo dá errado e deixa bombeiros feridos nos EUA

(Foto: Dylan Lovan/AP)
(Foto: Dylan Lovan/AP)

Quatro bombeiros ficaram feridos – dois deles seriamente – após um desafio do balde de gelo que deu errado nos EUA. Os bombeiros foram ajudar estudantes de uma faculdade a realizar o desafio, que consiste em jogar um balde de gelo na cabeça para conscientizar sobre a esclerose lateral amiotrófica. Entretanto, eles posicionaram sua escada perto de mais da rede elétrica, e receberam um choque após jogarem a água nos jovens.

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O “ALS Ice Bucket Challenge” virou moda nos EUA e em todo o mundo após diversas celebridades publicarem seus vídeos na internet e desafiarem outras pessoas. O desafio visa conscientizar e arrecadar dinheiro para o estudo da esclerose lateral amiotrófica, mal degenerativo também conhecido como doença de Lou Gehrig.

O caso aconteceu em Campbellsville, no Kentucky. Os bombeiros tinham acaado de jogar a água gelada sobre os estudantes da universidade local e baixavam a escada do caminhão quando receberam o choque.

Dois deles sofreram queimaduras e tiveram que ser internados. Um segue em estado crítico, enquanto o outro está estável, segundo a polícia local. Nenhum estudante ficou ferido.

Cerca de 100 alunos da universidade e outras pessoas da cidade se reuniram nesta quinta-feira (21) para rezar pela recuperação dos bombeiros.

 

G1

Atletas de Bananeiras são destaques na 11ª edição do Desafio Internacional de MTB

bike-Dois atletas de Bananeiras foram destaques, nesse final de semana, na 11ª edição do Desafio Internacional de Mountain Bike, realizada em Cachoeira do Girassol,em Brasília. O evento contou com a presença de vários atletas brasileiros e de outras nacionalidades e, em meio a tantos nomes, Erick Silva e Joaci Oliveira (Novinho) se sobressaíram e trouxeram para a cidade duas medalhas, as de 3º e 4º colocado.

O Atleta Erick Silva ficou em 3° lugar na categoria Sub- 23 competindo com atletas de vários estados do Brasil. Já seu companheiro de equipe, Novinho, conquistou 4° lugar na Categoria Master A.

Reinaldo Oliveira (Rey da Bike), organizador da prova de MTB em Bananeiras, agradeceu a prefeitura de Bananeiras, na pessoa do Prefeito Douglas Lucena, que comprou as passagens para os atletas competirem em Brasília. Ele também agradeceu a Veto que deu todo o apoio aos atletas em Brasília. Reynaldo Oliveira lembrou que está que esta fechando patrocínios para os atletas se deslocarem para todas as provas de MTB em território nacional.

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“Você empresário da nossa região que se interessar em patrocinar nossos atletas nessa longa caminhada entre em contato conosco pelo fone (83) 9402-3088. Vamos ajudar nossos atletas que estão representando o município de Bananeiras e o estado da Paraíba no MTB”, falou Reinaldo.

O desafio 70 km de Brasília, esse ano premiou o 1° lugar na Elite, com um carro zero quilômetro e mais de R$ 80 mil.

Focando a Noticia

Desafio de UPP é garantir que policiais respeitem direitos humanos, diz conselheiro

O desaparecimento do ajudante de pedreiro Amarildo de Souza, no dia 14 de julho, na comunidade da Rocinha, tem como suspeitos policiais militares da UPP que ocupa a região há quase um ano (Foto: UPP-RJ)
O desaparecimento do ajudante de pedreiro Amarildo de Souza, no dia 14 de julho, na comunidade da Rocinha, tem como suspeitos policiais militares da UPP que ocupa a região há quase um ano (Foto: UPP-RJ)

Depois de quase cinco anos da implantação da primeira Unidade de Polícia Pacificadora (UPP), na zona sul da cidade do Rio de Janeiro, os desafios da principal política de segurança pública do governo fluminense mudaram. Hoje já há 33 unidades da Polícia Militar (PM) instaladas em mais de 200 favelas da cidade. De acordo com o presidente do Conselho Estadual de Promoção e Defesa dos Direitos Humanos do Rio, Pedro Strozenberg, se antes a questão era garantir a presença policial nessas áreas, agora o desafio é assegurar que a ocupação dessas mais de 200 comunidades carentes pela Polícia Militar seja feita com respeito aos direitos humanos.

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O desaparecimento do ajudante de pedreiro Amarildo de Souza, no dia 14 de julho, na comunidade da Rocinha, tem como suspeitos policiais militares da UPP que ocupa a região há quase um ano. A cobertura intensiva da imprensa colocou em pauta a discussão. Mas casos de desrespeito aos moradores em áreas supostamente pacificadas vêm sendo denunciados há tempos.

O próprio Conselho de Direitos Humanos recebeu denúncias de abusos ocorridos em comunidades como os morros do Fogueteiro e Andaraí, na zona norte da cidade, e Pavão-Pavãozinho, na zona sul. Em março deste ano, moradores da Favela de Manguinhos, na zona norte da cidade, acusaram policiais da UPP local de ter matado um jovem de 17 anos com uma pistola taser (arma não letal que usa descargas elétricas).

Em junho do ano passado, um morador da comunidade de São Carlos, na região central da cidade, disse ter sido torturado por policiais da UPP. Na própria Rocinha, moradores já vinham denunciando abusos policiais mesmo antes do desaparecimento de Amarildo. Conselheiros chegaram a se reunir com o Comando das Unidades de Polícia Pacificadora, no início de maio deste ano, para discutir o assunto.

“Os desafios se sucedem. Não são os mesmos do início. Antes o desafio era assegurar a presença nessas áreas, um policiamento regular. Hoje o desafio é como você transforma essa presença num policiamento de respeito aos direitos humanos, de condução da legalidade policial. Tem que reforçar o investimento em treinamento, em capacitação”, disse Strozenberg.

Segundo ele, isso não significa que a política de UPP fracassou, mas sim que precisa avançar na perspectiva de ser uma polícia de proximidade, “que dialoga com a população e faz o policiamento sem o uso de armas de grande poder de destruição”.

“É um momento de desafios. As denúncias de abuso precisam ser apuradas. A UPP é uma política de segurança que precisa ser valorizada e reforçada em termos de respeito aos direitos humanos e em termos de controle da sociedade”, acrescentou Strozenberg.

A assessoria de imprensa do Comando de Polícia Pacificadora (CPP) da Polícia Militar informou que os policiais de cada UPP passam por instruções continuadas, que têm por objetivo garantir uma melhor execução do trabalho dos policiais e uma maior proximidade com a população.

Ainda de acordo com o CPP, cada unidade é dividida em duas equipes. Uma delas é tática, que faz as prisões, checa as denúncias de crimes nas comunidades e, em algumas favelas, usa fuzis em seus patrulhamentos. A outra visa a manter a proximidade com a população, e pode prender também, mas tem como objetivo principal fazer um policiamento de prevenção.

 

Por Vitor Abdala, na Agência Brasil