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Radialista da Rádio Serrana de Araruna divulga desabafo nas redes sociais cobrando salários atrasados

serranaFuncionários da Rádio Serrana de Araruna-PB estão passando dificuldades por causa de atrasos em pagamento de salários.  Os profissionais estão com salários atrasados há três meses. (Agosto, Setembro e Outubro).

Nesta quarta-feira (09), indignado com essa triste situação, o radialista Fernando Oliveira, um dos pioneiros da rádio serrana 590 AM, usou as redes sociais para desabafar.

“Quero tornar de conhecimento público a insastifação dos colegas q militam nesta casa de comunicação pelo atraso em seus vencimentos, aqui existem pessoas dígnas que precisam honrar seus compromissos e manterem seus respectivos nomes limpos perante a sociedade, para tanto; é necessário em contrapartida q o empregador pague os salários de seus funcionários para q os mesmos vivam no mínimo com dignidade humana, obrigado”!

Devido ao atraso nos pagamentos, muitos profissionais estão passando por necessidade.

A rádio serrana é de propriedade da Drª Wilma Maranhão, prefeita de Araruna.

ararunaonline

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DESABAFO: Proprietário de rádio admite que “toco” contamina comunicadores

Tarcísio-MarceloFalando em emissora de sua propriedade, localizada no município de Belém/PB, Tarcísio Marcelo fez um balanço do ano 2013 e divulgou metas e projetos para 2014. Entre as avaliações feitas, ele foi enfático ao dizer que no próximo ano acompanhará melhor a linha editorial do jornalismo da Rádio Talismã FM, ouvida na frequência 99,3.

Tarcísio Marcelo admitiu que errou ao deixar profissionais do microfone, em sua emissora, fugirem da linha editorial proposta na fase inaugural da empresa, e lamentou que alguns formadores de opinião se deixem contaminar com o famoso “toco” oriundo de agentes políticos.

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“O comunicador não pode criticar um prefeito só por que não recebe nada dele. Pelo contrário, o jornalista deve abordar todos os temas administrativos sem olhar, se é ou não, beneficiado pelo gestor”, alfinetou.

A precária redação gramatical e o nível de comprometimento de blogs e portais da região também mereceram observações de Tarcísio. Segundo ele, alguns proprietários de páginas noticiosas na internet deveriam se profissionalizar mais para não permitirem erros gritantes de português e evitarem que suas páginas virtuais se tornem apenas informativos de prefeituras.

O desabafo do Superintendente da Talismã se deu por ocasião do anúncio da nova metodologia jornalística da emissora.

No âmbito da imprensa o “toco” é toda a ajuda financeira que recebe um profissional para evitar comentar ou difundir uma opinião séria sobre um agente político ou sua autarquia, comprometendo a linha editorial da empresa em que trabalha, pois faz propagar apenas aquilo que lhe convém a fim de garantir a manutenção daquela vantagem monetária. O “toco” também promove a omissão da imprensa, que mesmo tendo conhecimento de causa, não divulga a verdade, prejudicando a população. Na linguagem típica da imprensa, “toco” também está associado aos termos “picaretagem ou prostituição jornalística”.

noticiapb

Governador quebra o silêncio sobre candidatura de Cássio e faz desabafo inédito sobre a especulação

ricardoO governador Ricardo Coutinho decidiu quebrar o silêncio sobre as especulações relacionadas a uma possível candidatura do senador Cássio Cunha Lima (PSDB), no próximo ano, durante rápida entrevista à imprensa na manhã desta sexta-feira, 13, na entrada da Estação Ciência. Ao ser abordado sobre se estaria preparado para enfrentar Cássio em 2014, desabafou:

– Mas quem está na política está preparado para qualquer coisa. Imagina! Ora, quem diria que quem diria que eu, ao sair daquei desta Estação Ciência, no dia 21 de março de 2010, sem ter um centavo no bolso, com pouquíssimos prefeitos me apoiando, todas as pesquisas há três dias da eleição me dando 15% atrás do vitorioso, eu ganhei a eleição.

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Esbanjando autoconfiança, o governador paraibano destacou quer seu racioncínio é de que, com um governo com tantas realizações como o dele, não há o que temer em relação a “qualquer cenário que se apresente em 2014″.

O governador foi mais além. Deixou claro que sua campanha começa em 2014 e acha francamente “um desfavor para a Paraíba” a antecipação do debate sobre nomes para a disputa no próximo ano. “Não acho que isso sirva neste momento pra nada”, arrematou.

Especificamente em relação a Cássio Cunha Lima, eleito na chapa vitoriosa de 2010 e que “governa o Estado junto com ele”, Ricardo Coutinho disse não trabalhar com a hipótese e que seria “algo da mais absoluta surpresa e de pouca explicação”.

– Portando, estamos governando, estamos avançando dentro desse Estado e temos compromisso dentro de um projeto que foi em 2013, em 2014 e 2018 – concluiu o governador.

Marcos Alfredo, com Alexandre Moura

DESABAFO: Chico César revela ter ficado magoado com o povo da PB

ChicoCesarSecCulturaO cantor e atual secretário de Cultura do Estado, Chico César, fez um desabafo no sábado (04) em que revela uma certa mágoa do povo do seu Estado. O momento em que a frustração o machucou, segundo conta, foi no instante em que decidiu voltar à Paraíba para aceitar o convite do então prefeito de João Pessoa, Ricardo Coutinho (PSB), para a assumir a pasta da Cultura na Capital. De acordo com o músico, o que mais doeu foi, depois de ter feito tanto pela Paraíba, ser recebido com críticas e incompreensões, apenas por assumir um posto político.

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“Quando eu voltei para a Paraíba, já sendo conhecido em todo o Brasil e reconhecido fora dele – tendo tocado nos cinco continentes – eu achei que ia encontrar um clima mais fraterno”, desabafou.

Na continuidade das suas confissões, Chico explica que seu primeiro objetivo ao aceitar o convite de Ricardo era o de dar visibilidade à cultura do Estado. A ideia era aumentar a alto estima da Paraíba e dar visibilidade fora dele, associando seu nome com a cultura paraibana. No entanto, foi tratado com incompreensão e ataques.

“Eu senti que havia um clima de conflagração ou de não compreensão com relação a mim. Que às vezes as questões partidárias imediatas e até eleitoreiras – que são menores que as questões partidárias, que são legitimas – falavam mais alto e mais rápido”, destacou.

Apesar da mágoa, Chico diz ter superado tudo e se acostumado com a situação. Ao falar de seus sentimentos com relação à Paraíba, César deixou claro que nada conseguiu mudar sua paixão por seu Estado natal.

“Tudo que eu sou devo à Paraíba. Se a Bahia deu régua e compasso a Gilberto Gil e Caetano Veloso, a Paraíba me deu tudo”, declarou.

MaisPB

Padre Djacy – Desabafo de quem convive com as vítimas da seca

Após assistir ao Jornal Nacional observei que um bom tempo  do referido noticiário foi para mostrar e falar sobre o sofrimento, o desespero, das vítimas das enchentes ,no Rio de Janeiro. Os apresentadores e repórteres, quase com vozes embargadas e olhos lacrimejados, falaram sobre o grito de dor de centenas de cariocas. Após seu término, fiquei a pensar: nesta hora, o Brasil está comovido, chorando. Sensibilidade brasileira à flor da pele!

 Uma enchente só, num só dia, com seus efeitos catastróficos, leva a grande Mídia a dar repercussão nacional, consequentemente levando as autoridades estaduais e federais  a agirem rapidamente e,ao mesmo tempo, o povo brasileiro ao sentimento de compaixão,de solidariedade.Nada contra,pelo o contrário!

Eis o meu desabafo:

Há mais de ano que a seca no sertão nordestino vem atuando ferozmente, deixando seu rastro de devastação, de morte, e a grande mídia parece ignorar essa tétrica realidade.

Sede, fome, miséria, mortes. Milhares de seres humanos clamando pungentemente por água e pão, mas não há comoção nacional e nem internacional. Reina o silencio governamental, a sociedade se omite e a grande Mídia nada fala.

Vejo o drama angustiante e desesperador dos sertanejos. Ouço seus clamores. Sinto sua voz embargada e olhos lacrimejados. Todos pedem socorro, mas as autoridades  e segmentos representativos da sociedade civil parecem surdos.

O sertão seco, torrado, sob sol causticante, se agoniza, mas as chuvas não vêm. O sol brilha forte e queima, como a dizer: “o sertanejo é, sobretudo, um forte”, aguenta tudo.

Pais de famílias desesperados esperam pelas mãos generosas, solidárias, dos que têm bom coração.

Pequenos criadores assistem passivamente seus rebanhos serem dizimados pela fome e sede. O sertão virou um verdadeiro céu aberto de animais mortos. Os abutres fazem festas. É a festa da carniça. É um deus nos acuda!

Açudes, barragens, riachos e poços secos, causando verdadeiro pavor e sensação de que a sede vai matar milhares de sertanejos. O governo age com sua eterna e oportunista política paliativa. Solução, nada!

Os mananciais esperando as águas do velho Chico, através da transposição, mas o governo diz que a Copa 2014 é prioridade. E viva os estádios, vilas olímpicas, as classes empresariais, os atletas com seus milhões de reais. E a seca continuará catingando.

Após assistir ao Jornal Nacional, absorto nos meus pensamentos, questiono:

 Por que a seca que tanto castiga, mata, não tem espaço demorado na grande Mídia? Por que não causa comoção nos jornalistas e em todo o país?

Por que os apresentadores de telejornais não falam com voz embargada sobre as vítimas da seca, que sofrem com a sede e a fome? Nenhuma sensação de dor, de compaixão, de sensibilidade humano-cristã. Por quê?

O sudeste se acabando com água, o sertão nordestino, com seca. Aquele, socorrido de imediato pelas as autoridades governamentais, divulgado, chorado, causando comoção nacional e internacional; este, coitado, esquecido, ignorado, quase socorrido com as eternas esmolas dos governos e da sociedade.

Meu sofrido e desolado sertão,não o deixarei,farei de tudo para “enxugar suas lágrimas” que clamam por socorro, por vida, e vida em abundância.

Sou pequenino, mas a vontade de lutar pelo meu sertão é do tamanho das inércias do poder público e da insensibilidade da sociedade e das grandes mídias.

Estou contigo, sertão!


Padre Djacy Brasileiro, em 03 de janeiro de 2013.

Twitter: @padredjacy

Padre Djacy – Meu desabafo: governador do estado, socorra as vítimas da seca

 

Andando pela zona rural da região do Vale do Piancó, ouço os clamores pungentes dos sofridos sertanejos. Já não suporto ver tanto sofrimento. Confesso que nunca vi, na minha vida de sertanejo, de padre, tanto sofrimento, tanto desespero, tanta dor. E o que ouço, digo com muita honestidade, é de cortar coração.

Citarei as palavras clamorosas  dos meus irmãos agricultores do Vale do Piancó:


-Padre Djacy,aqui está um Deus nos acuda,estamos desesperados.

-Padre, nada de socorro por parte dos governantes, os grandes esqueceram de nós.

-Padre, nada de feira, de poços,de açudes, para nossas comunidades.

-Padre Djacy,nas secas dos anos passados,o governo nos socorria com feira,construção de açudes,barragens,poços,nesta seca está tudo ao contrário.

-Meu Deus, nosso gado está morrendo de fome e sede. Padre,quando eu olho para o meu gadinho magro ,passando fome, começo a chorar, a ficar desesperado.

-Meu amigo padre Djacy,é triste  a gente vê o gado morrendo de fome e sede.

-Seu padre, eu ando três léguas para apanhar água para beber e cozinhar

Aqui não tem água, padre. Aqui a gente se vira como pode. Eita sofrimento, meu Deus!

-Eu vou dizer uma coisa, se não chover para o ano, eu e minha família vamos embora para São Paulo.

-Cadê o governo. Cadê, padre, o governo que não olha  para nós?

-Aqui em casa, é um clamor sem água

-Padre, me dê uma feira, lá em casa não tem nada.

-Seu padre, ainda bem que a gente tem o bolsa família, mas não dá para nada.

-Tem gente que diz que já temos tudo com essas bolsas do governo. Ah, esse dinheiro do governo que  a gente recebe não dá para nada.

-Eu estou revoltado, com vontade de sumir do mapa.

                Na condição de cidadão, de sertanejo e padre, faço ao governo do Estado este veemente apelo:

1-Pelo o amor de Deus, socorra esses pobres sertanejos, com feiras, construções de poços artesianos, açudes, barragens etc.

2-Seu governador, cadê as ações de combate aos efeitos da seca?

3-Por que tanta demora em socorrer os sertanejos do Vale do Piancó, vítimas da seca?

4-Seu governador, será que as vítimas da seca, que moram no Vale do Piacó, não são paraibanos?

5-O senhor me conhece, sabe da minha seriedade. Não estou fazendo sensacionalismo. Tudo o que tenho dito, até agora, trata-se da mais pura verdade, pois eu convivo todos os dias com esses filhos sofridos de Deus, que pedem clemência.

6-Seu governador, desculpe-me o desabafo. Só quero, na condição de pastor, dar uma palavra pelos meus irmãos sertanejos. Só isso. Aliás, seu governador, enquanto estou digitando estes dramáticos apelos, meus olhos são banhados pelas lágrimas. Lágrimas de dor, de indignação, de tristeza.

Padre Djacy Brasileiro, em 25 de setembro de 2012.

O texto é de inteira responsabilidade do assinante